Tio Daniel – Pesadelo narrado, sonho realizado – Parte 1


Tudo bem, pessoal?

Vamos a mais uma de minhas aventuras incestuosas, do passado?

Espero que se divirtam e que fiquem bastante excitados.

Até mais!

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Não preciso nem dizer, o quanto eu gostava de uma rola, não é mesmo pessoal? Há mais de vinte anos atrás, eu não podia nem pensar em ficar sem uma piroca, que já começava a perder o juízo. E foi devido a essa realidade que dei gostoso para mais um dos meus tios. Vejam só!

Houve um período que coincidentemente nenhum dos meus machos me foderam. Papai esta meio adoentado, meu irmão Pedrão estava viajando a trabalho, meu outro irmão Clebão depois que se separou da entojada da Claudete, estava enfeitiçado por uma safada que ele tinha conhecido e só queria saber de comer a namorada e todos os meus outros machos estavam com alguma pendenga que os impossibilitava de me plantar a mandioca no cu, o que estava me tirando do sério e também o sono.

Para me deixar subindo pelas paredes ainda mais e mais ensandecido, depois de passar dois dias sem sexo, meu tio mais tesudo e protagonista da maioria das minhas bronhas, irmão caçula de papai, Tio Daniel, ficou sabendo que ele não estava passando muito muito bem, veio visitá-lo e passou três dias em minha casa, paparicando o Sr. Pereira.

Como eu acreditava ser impossível, um cara tão macho, tão heterossexual se envolver sexualmente comigo, eu sonhava tê-lo engatado em mim nem que fosse só por uma vez, quase que diariamente. Até o dia que felizmente meu sonho se transformou em realidade.

Tio Daniel era uma coisa de outro mundo de tão lindo, másculo e gostoso que era. Era alto, forte, peludo, moreno claro, tinha uma voz bastante grossa e imponente, coxas muito bem torneadas musculosas e firmes e seu dote era “O DOTE”. Além de enorme, era grossona, veiúda, cabeçuda, cabeluda e bastante babona. Minava pré-gozo da cabeça da bicha sem parar, quando ela estava em pé, pronta para entrar em ação.

E na seca em que eu estava, quando bati os olhos no gostosão, claro que quase voei pra cima dele e pedi rola e só não o fiz em respeito a ele, a meus pais e por medo da coça que eu ia levar se fizesse.

Pra piorar mais ainda minha situação ( antes de tudo acontecer era o que eu pensava), como Pedrão ainda passaria vários dias viajando, mamãe tratou logo de acomodar o macho tesudo no meu quarto e deu a cama do Pedrão, que ficava ao lado da minha, para ele dormir nos dias que por lá ficou.

Mas com uma ajudinha do destino, na primeira noite que ele dormiu no meu quarto, aconteceu algo que além de bastante inusitado, ainda me tirou da seca, pois na noite seguinte o macho quase acabou com meu cu de tanto que o fodeu gostoso.

Como eu estava muito irritadiço, por ficar sem pistola, antes do Tio Daniel chegar, eu tinha passado duas noites praticamente em claro e por conta disso, na primeira noite em que ele dormiu no meu quarto, ele presenciou uma cena que nas palavras dele, foi a cena mais excitante que ele já tinha assistido em toda sua vida.

Nessa tal noite, antes de ir deitar, eu exagerei bastante na gulodice. Além de repetir duas vezes a deliciosa rabada com agrião, feita pela mamãe no maior carinho, ainda tomei dois copos de leite com Nescau e em seguida cai na cama e devido a paguei geral. Alias, isso foi o que eu achei que tinha acontecido, mas as coisas não foram bem assim, não. De fato cai na cama e apaguei, mas não tão geral quanto eu disse, pois tive um pesadelo com meu tio, que foi todo narrado em alto e bom som, enquanto ele o ouvia batendo punheta.

Segundo ele, nem bem ele entrou no quarto algum tempo depois que eu tinha deitado e eu comecei a falar tudo que estava acontecendo conosco no meu pesadelo. Inclusive com riqueza de detalhes.

“Por favor, Tio Daniel, não me empurre! Se eu cair dessa árvore, na altura em que estamos, certamente morrerei, seu covarde. Por favor titio, não faça isso! Não quero e não posso passar dessa pra melhor sem antes dar o cu pro senhor, tio. Porque quer tanto me matar, seu monstro? Não acha que seria bem melhor se o senhor colocasse sua rola pra fora e me deixasse chupá-la bastante? NÃO..., NÃO... NÃO... eu lhe imploro Tio Daniel, não faça isso, macho! Que tal fazermos um acordo, titio? Desista de me assassinar, que te darei muito prazer, hoje e sempre, machão! Se me deixar descer, descer em seguida e guardar essa arma, não se arrependerá. EU JURO, TIO DANIEL! SIM..., SIM..., SIM...! Eu concordo. Pode fazer tudo que quiser comigo, mas pelo amos de Deus, vamos descer dessa maldita dessa árvore, tio. Graças ao bom Deus, pisamos em solo firme novamente. Sim titio, Vou tirar tudo. CALMA..., CALMA..., CALMA PELO AMOR DE DEUS, TIO! Pronto! Viu que não a motivos para tanta desconfiança. O que achou do meu bundão? E sua rola? Quando terei o prazer de pegar nela? De enfiá-la na boca e depois no cu, gostosão? Fique sabendo, que apesar do senhor me surrar e me torturar tanto, sempre o desejei, como meu macho, Tio Daniel! AI, AI, AI ! Porque bateu na minha cara, outra Vez, titio? Não me bata mais. Eu lhe imploro, homem de Deus! QUERO..., QUERO... QUERO MUITO, TIO. Sua piroca é tudo que preciso pra continuar vivendo, macho. Me dá piroca, tio! Me dá! Nossa! Que beleza de pistolão o senhor tem, heim tio Daniel? Enfia ela na minha boca! Enfia... blá ..., blá ..., blá ...”

E essa confusão falada só terminou quando eu gozei dormindo, virei pro canto e finalmente consegui dormir profundamente.

No dia seguinte, acordei bem cedo e vi que Tio Daniel, já tinha se levantado e logo depois que fiz minha higiene matinal, o encontrei sentado à mesa tomando café, com um sorrisinho pra lá de sem vergonha no canto da boca

- Bom dia, Tio! O senhor dormiu bem? Com essa cara de safado que o senhor está essa hora da manhã, só pode ter tido um belo sonho. Acertei?

- Bom dia, meu querido Jorjão! Não! Errou feio, rapaz! Quem teve um belo pesadelo foi você, sobrinho.

- Ué? Mas como é que o senhor sabe, que tive um “BELO PEASADELO”, tio? Virou vidente, sensitivo ou algo parecido, titio?

- E por acaso, precisa ter qualquer um dos desses dons para ouvir pesadelos narrados, Jorjão?

- Como assim? Pesadelos narrado... Não vá me dizer que falei dormindo novamente? Se atrapalhei seu sono, peço-lhe mil desculpas, viu tio? De vez em quando, Pedrão fala que me ouve falando a noite, mas eu nunca acredito nele, porque nunca me lembro de nada. Mas como o senhor também está dizendo o mesmo, estou começando a acreditar no meu mano. Mas vem cá, Tio Daniel! Se o senhor ouviu minha narrativa, pode muito bem me dizer do que ela se tratava, né? O que foi que eu tanto falei desacordado, tio?

- Aí, você já está querendo saber demais, cara!

- Poxa, Tio Daniel! Quebra essa pra mim. Quebra, tio!

- Nem é hora e nem aqui é o lugar para falarmos desse assunto. Quem sabe a noite, quando estivermos a sós no quarto, deitados e bem relaxados eu não te conto? Por hora tudo que poso lhe dizer é que seu pesadelo foi comigo e que sua narrativa foi bem..., bem..., é ..., é ..., digamos que ela foi imprópria para pessoas menores de 18 anos.

- O senhor está me zoando, né tio? Imagina se eu ia ter um sonho tão pesado assim e ainda por cima com o senhor? Ah, ah, ah, ah, ah ... Se acha que vou entrar na sua onda, está redondamente enganado, camarada. O senhor acordou com a corda toda, heim Tio Daniel? Engraçaaadiiiinho, que só vendo, né?

Como meu tio era um homem bastante maduro e experiente, estava muito mal intencionado, sabia muito bem que quanto mais mistério ele fizesse sobre o assunto, mais curioso eu ficaria e sem saber que bastava ele estalar os dedos que eu já me arreganharia todo pra ele, sua intenção era me deixar tão encucado, que pra conseguir o que queria, eu faria tudo que ele desejasse. Trocando em miúdos, ele estava armando para me dar o bote naquela noite. E a prova disso, foi a resposta que o sem vergonha me deu, sem mover nenhum músculo de seu rosto.

_ Dê uma boa olhada pra minha cara e veja se estou achando graça em alguma coisa, “mermão”? Não, né? Pois é, não estou mesmo, viu? Mas se não tem coragem para encarar o ocorrido, fique a vontade para ignorar tudo que eu lhe contei, ok? Eu estava até disposto a falar contigo sobre seu pesadelo, mas como estou vendo que você não vai acreditar em mim e que ainda por cima, vai ficar rindo da minha cara, acho melhor esquecermos esse assunto, certo? Vou ver como o Pereira passou a noite. Até mais, garotão! Bom trabalho!

Assim que Tio Daniel saiu, eu peguei minha mochila e fui pro meu trampo, bastante irritado e muito encafifado com o fato.

“O que será que o puto do meu tio, quis dizer com impróprio para menores, minha Nossa Senhora das dúvidas? Será que meu pesadelo foi tão indecente assim? Mas se o safado acha que não vai me contar tudo que ouviu, tim-tim por tim-tim, ele está muito enganado. Ôhh se está! A noite ele não me escapa. Vou infernizá-lo até ele abrir o verbo, comigo. Me aguarde Tio Daniel! Me aguarde!

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Boa leitura!

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