Eu meu pai e meu irmão - II


Um conto erótico de Carlinhos
Categoria: Homossexual
Data: 10/04/2019 04:13:29
Última revisão: 15/04/2019 09:18:57
Nota 9.89

Sempre soube que eu era diferente do meu pai e do meu irmão. Eles sempre tão másculos, gostavam de brincadeiras de violência, esportes, coisas que sempre soube que não eram para mim. Beto é três anos mais velho do que eu, nunca tivemos muita intimidade. Afinal três anos de diferença quando se é criança é muita coisa. Sem contar que sempre fiquei mais agarrado com a minha mãe. Meus pais se separam quando eu tinha 11 anos. Meu irmão Beto rapidamente foi morar com meu pai na capital. Meu pai esperava que eu terminasse o ensino médio para ir morar lá também o que ainda ia demorar mais três anos para a minha sorte.

Eu não era uma criança triste, mas quando fui me conhecer melhor fiquei abalado. Morava apenas eu e a minha mãe, Beto já morava com o meu pai quando minha tia foi lá em casa com o meu primo, ele era apenas um ano mais velho do que eu quando escutei a mãe dele o mandando ir brincar comigo.

- Não quero mãe. O Carlinhos não sabe brincar como um menino aposto que é um viadinho. É isso que falam dele na escola e se souberem que vim aqui vão falar o mesmo de mim. – Meu primo disse para a mãe.

- Deixa ele brincar na rua. – Minha mãe disse com a irmã. Liberando meu primo do suplício que era brincar na minha casa.

- Você esta vendo Denise. O que andam falando do seu filho? Isso que dá você mimar de mais o menino, sempre carregando ele no colo pra cima e pra baixo, deixando ele fazer comida, ele te ajudando na cozinha. Ele penteava o seu cabelo Denise. – Minha tinha Dayse dizia.

- Para com isso Dayse, não tem nada a ver uma coisa com a outra. – Minha mãe respondeu.

- Agora sem o Carlão e sem o Beto aqui, referencias masculinas na casa, que o Carlinhos não vai ter concerto mesmo. – Tia Dayse disse.

- Dayse, tá louca? Acha que meu filho esta quebrado para ter conserto. Já falei para parar com isso. – Minha mãe disse.

- Se não quer ouvir, eu não falo, mas depois não vá dizer que eu não avisei. – Tia Dayse disse.

Depois desse dia me vi de uma forma que eu nunca tinha me visto, era fato, eu era gay e não era culpa da minha mãe como ela disse. Eu não sabia que na escola falavam de mim. Na verdade fazia sentido eu não saber afinal sempre ficava com as meninas e não com os meninos. Nunca jogava bola com eles, só era procurado para fazer trabalhos em grupos pelo fato de ser inteligente. Tentei me afastar das meninas e me aproximar dos meninos queria aprender a ser homem, como era o meu pai e o meu irmão. Mas era muito difícil pra mim. Com isso acabei ficando cada vez mais triste e solitário.

Depois da mudança de Beto ele vinha quase todos os finais de semana e foi diminuindo. Apesar de dividirmos o quarto nos mal nos víamos e mal nos falávamos. Eu não tinha assunto com ele, e nem com meu pai, que me ligava toda a semana e era sempre a mesma: Oi, Como ta? E a escola? E as meninas, já esta namorando? Estou com saudades. Quero que venha me ver. Beijo e Tchau. Toda semana ele perguntava a mesma coisa e eu respondia o mesmo.

Eu gostava do meu pai. Na verdade foi o primeiro homem que eu admirei, lembro quando tomávamos banho juntos, eu e ele ou eu, ele e o Beto. Adorava ver o seu corpo, adorava ver o seu pau grande balançando nem devia saber o que era um boquete, mas já tinha vontade de coloca-lo na boca.

Meu pai me chamava para passar alguns dias na casa dele, eu quase fui algumas vezes, mas a minha mãe me dava tantos conselhos que me deixava inseguro. Não era sobre a violência da cidade grande. Era para cuidar do meu jeito, da forma que falava, que gesticulava. Ela tinha medo da reação do meu pai e do Beto. Acho que no fundo ela tinha medo por mim e por ela. Ela ficava triste pelo o que a minha tia vivia buzinando no ouvido dela. Eu ficava ainda mais triste por deixa-la triste.

Comecei a viver no mundo virtual, onde era mais feliz e livre. Podia ser varias pessoas diferentes, dar opinião sobre tudo e aprender muita coisa. Minha mãe me via como um rapaz triste, talvez no mundo real eu fosse, mas no virtual era feliz, acho que ela não entendia isso.

- Carlinhos você tem que sair do quarto, tomar banho comer longe desse computador. Assim não dá. Tem que ter uma vida social. – Minha mãe repetia isso quase todos os dias, mas nada adiantava.

Nas férias de julho quando eu estava na oitava serie minha mãe inventou uma viagem para praia, uma cidade pequena no litoral do ES, só tinha televisão, nada de computador e internet. Foi terrível no início. Viajamos eu, minha mãe, minha tia Dayse com os filhos e o marido,. Beto não foi. Ficou com a namorada. Não tinha nada para fazer. A presença dos meus primos me incomodava imagino a que aminha também a eles. Resolvi andar pela vila, vi uns pescadores e sem maldade fiquei olhando para eles trabalhando. Um deles o mais novo que devia ter de 18 a 20 anos se aproximou de mim. Ele estava sem camisa e com um short curto exibindo belo abdômen e belas pernas. Fiquei nervoso quando ele se aproximou.

- Oi está de férias? – O pescador me disse.

- Sim eu... eu vim com a minha família. – Eu respondi.

- Legal, aproveite a cidade. – Ele me disse.

- Obrigado. – respondi sem graça o jovem pescador estava voltando para junto dos outros.

- Meu nome é Binho. Prazer – Ele disse.

- Prazer sou Carlinhos. – Eu respondi.

Continuei parado ali, desta vez admirando apenas o Binho, agora com maldade, eu tinha 14 anos e já sentia muito tesão em ver um belo espécime de macho. Binho pareceu gostar de mim ele sempre me olhava e dava aquela ajeitada no pau. Não sabia se era um sinal ou se estava excitado. Eu sei que eu estava, mas não peguei no meu pau. Fiquei uns 40 minutos naquele final de tarde só admirando aquele homem. Quando ele terminou o trabalho voltou a se sentar ao meu lado.

- O trabalho é pesado. Desenrolar as redes esticar, costurar onde arrebenta. E quando for umas 5 da manhã estamos aqui de volta para ir pescar. – Binho me contava.

- Nossa cedo assim? – Eu perguntei.

- É e por volta das 7 já estamos de volta para vender o peixe fresquinho. – Binho respondeu.

- Bacana. – Eu não tinha assunto.

- Que dar uma volta mais tarde? – Binho me perguntou.

- Tenho que pedir a minha mãe. – Eu respondi sem graça. Não queria parecer uma criança.

- Então passo aqui às 7 da noite se você tiver por aqui a gente da uma volta, se não der sabe onde me encontrar. – Binho respondeu.

Fiquei bravo por que minha mãe não deixou sair sozinho a noite. Disse eu poderia se fosse com os meus primos. Por isso desisti. Mas as 19 fugi queria dizer ao Binho pessoalmente que não poderia ir.

- Que pena tentamos outro dia então. – Binho disse pegando no pau. Meus olhos foram naquela direção na hora. Ele percebeu que eu encarei. Na verdade ele fez aquilo de proposito. Binho sorriu me puxou para um meio abraço de forma que o senti pela primeira vez um pau duro relando em mim. Não sei como explicar eu fiquei excitado, meu pau ficou duro, meu cu piscava, minhas pernas tremiam. – Quem sabe amanhã.

Acordei cedo, não tinha problema sair durante o dia. As 8 da manhã cheguei à peixaria fiquei quase duas horas fingindo que não estava fazendo nada. Binho olhava pra mim, pegava no pau e sorria.

- Estou fedendo a peixe. – Binho disse.

- Não é tão ruim. – Eu disse e ele sorriu.

- Percebi que estava olhando muito pra mim. – Binho disse.

- Se percebeu é porque também olhava muito pra mim também. – eu respondi.

- Tem razão. Mas reparei que você olhava para uma parte especifica. – Binho disse

- Talvez por que você sempre estava pegando nela. – Eu disse.

- E você quer pegar. – Ele me perguntou.

- Eu não sei, nunca fiz isso. – Eu respondi.

Binho pegou a minha mão e levou até o seu pau eu senti o pau dele duro. Foi fantástico. Fiquei excitado na hora. Ficamos na areia, a praia ainda estava vazia e comecei a bater punheta para aquele rapaz, que passava a mão nas minhas pernas. Eu queria beija-lo, mas tive medo. Ele gozou e sorriu pra mim.

- Tenho que ir espero te ver de novo. – Binho disse.

Os meus dias naquelas férias foi tentar encontrar o Binho sempre que eu podia, e nem sempre que nos encontrávamos eu conseguia segurar no seu pau. Um dia ele pediu para eu chupa-lo, mas não tive coragem. Vontade eu tinha muita, mas não tive coragem. Eu achei que estava apaixonado pelo Binho, mesmo sem ter o beijado, fiquei triste e sofrendo quando fui embora. Mergulhei de vez no meu mundo virtual e abandonei o real.

Em outubro deste mesmo ano a minha mãe veio falar comigo.

- Filho podemos conversar? – Minha mãe perguntou.

- Já sei o que vai dizer pra eu largar esse computador. Comer na mesa, tomar banho... – Eu disse.

- Hoje não é isso. Não gosto de te ver assim. Esse mundo que você está não é real Carlinhos, aqui é mundo real. É aqui que estou, eu, sua mãe que amo você mais que tudo nesse mundo. Independente de qualquer coisa. Você entende isso Carlinhos? – Minha mãe disse

- Entendo. – Eu disse. Estava com medo de onde ela queria chegar.

- Você sabe que não precisa esconder nada de mim não sabe? Não precisa carregar nenhum peso sozinho. Sabe que seja lá o que você tiver que carregar pode dividir comigo. Eu aguento. Talvez eu já esteja carregando e você não percebeu ainda. – Minha mãe disse, via que estava emocionada. Eu não aguentei e comecei a chorar em seu colo.

- Eu não queria ser assim mãe. Eu não queria. Eu queria ser homem como meu pai, como o Beto, meus primos, como qualquer homem. – Eu disse.

- Meu filho você é homem. Você se sente homem? Queria ter outro corpo? Se sente uma menina? – Minha mãe me perguntou.

- Não. – Eu disse. Sentir vontade de beijar, chupar e dar para um homem,isso não me fazia querer ser menina. Gostava do meu pau, de senti-lo duro, de pegar nele, de gozar por ele.

- Então você é homem. Não permito que não se sinta como um. Gostar do mesmo sexo não muda isso. Na verdade não muda nada. Não muda quem você é. Só uma coisa tem que mudar. Essa vida que você esta levando, trancado aqui dentro preso nesse computador. Você deve viver a sua vida está entendido? – Minha mãe disse.

- Não tenho coragem de encarar o mundo mãe. – Eu disse.

- O mundo real é cruel sim meu filho. Mas estamos vivos e temos que viver. Vou marcar para você fazer terapia tudo bem? – Minha mãe disse. Eu concordei com a cabeça. – Quero te ver feliz meu filho.

A terapia e a minha mãe me ajudaram muito a me aceitar, aprendi que me aceitar não significa me assumir para os outros apenas para mim mesmo. Me aceitei como gay. Não precisava fazer sexo para saber disso, não precisa beijar ou chupar algum cara. Também não precisava contar para ninguém.

- Então não vai contar para o seu pai e o seu irmão? – Minha mãe me perguntou.

- Não. - Eu sabia que minha mãe não queria que eu contasse, ela tinha mais medo da reação deles do que eu. Acho que minha mãe construiu sem querer esse medo em mim. Minha mãe não é culpada por eu ser gay, ninguém tem culpa nisso. É a natureza, você é ou não. Não se vira gay. Mas talvez ela tenha me influenciado a ter esse medo da reação do beto e do meu pai, e que todos a culpem por isso. Preferi não contar para ela, mas eu pretendia esperar sair de casa, morar em outra cidade para viver a minha vida gay longe dela e das pessoas a que a julgariam. Só tinha que esperar alguns anos até fazer 18 e entrar em uma faculdade. – E decidi também que não vou morar com o meu pai e com o Beto.

- Você acha que eu vou ficar triste? Ter meu filhinho aqui por mais três anos. – Minha mãe disse toda feliz.

- Mas também não quero que conte para eles, vou deixar pra contar em cima, não quero escutar eles falando na minha cabeça que escola lá é melhor. A daqui é uma das melhores do estado. – eu disse.

Eu realmente tinha tirado um peso dos ombros, voltei a amizade com as minhas amigas, perdi o medo dos meninos, me tornei mais independente menos robô, tentava de mais ser menino padrãozinho e tudo que não era é um padrãozinho. Não era afeminado, mas de vez enquando dava umas escorregadas, mas não me importava. Conhecia “heteros” que escorregavam mais do que eu. Terminei a oitava serie ainda BV (boca virgem). Não só a boca era tudo, (menos a mão).

Beto veio para as festas de final de ano, ele estava diferente, encorpado, bonito. Não parecia o mala do meu irmão. Ele tinha passado no vestibular e estava empolgado com isso. Minha mãe adorava quando ele vem. Eu sei que sou o filho preferido, mas ninguém pode dizer que minha mão não amava o Beto. Eu já não sabia se o mesmo valia para o meu pai em relação a mim.

Eu e Beto dividíamos o mesmo quarto, adorava vê-lo nu saindo do banho, seu pau sempre inchado, como se ele tivesse acabado de gozar, tinha dias que dava pra ver aquele melado se formando. Sempre dava um jeito de chegar no quarto para vê-lo daquele jeito. Sei que era loucura, mas estava morrendo de tesão no meu irmão. Peguei um pijama velho que deixava a minha bunda bem a mostra pra ver se ele sentia o mesmo por mim.

Uma noite fui ao banheiro e quando voltei ascendi a luz. Consegui ver o formato do pau do Beto sob o pijama que ele usava, apaguei a luz e passei a mão nele, senti o pau dele pulsar corri para a minha cama. Todas as noites passei a ascender a luz em busca de ver e tocar naquele pauzão de novo.

- Carlin, cadê as meninas dessa cidade? Estou subindo pelas paredes. – Beto me disse em uma tarde, eu sorri pra ele.

- Beto sabe que essa cidade fica vazia nas férias. – Eu respondi. . Se ele perguntasse onde tem jogo de futebol com as pernas mais bonitas ou as melhores bundas eu saberia. Passei a gostar de ver futebol só pra admirar os jogadores. Até mesmo essas peladas.

- Caralho, pr

eciso de sexo. – Beto disse sorrindo.

- Quem sabe eu não posso te ajudar. – Eu disse. “Vai que cola”

- Tem alguma amiga safada? – Beto me perguntou.

- Não. – “Puts não colou” fiquei sem graça e sai do quarto.

Sabendo que o Beto precisava de sexo eu tentei me arriscar. Ascendi à luz ele dormia, diferente dos outros dias que ele se mexia com a claridade.

- Beto, Beto, Beee tô. – Eu o chamei. Beto não se mexia eu me sentei ao lado dele na cama.

Com muita coragem coloquei a mão no pau dele, senti endurecendo entre os meus dedos. Como eu queria aquele pau. Devia ter uns 18 centímetros, era grosso bem proporcional, nem se comparava com o do pescador. Pena que durou pouco. Beto se virou de lado e eu larguei o seu pau.

Voltei para a minha cama pensando se ele acordou, se sabia o que eu fiz ou se apenas se mexeu dormindo. Fiquei com medo de tentar novamente, mas o medo durou só um dia. Ascendi à luz novamente fiquei feliz com a cena. O pau do Beto já estava duro e marcando o pijama.

Coloquei a minha mão sobre a coberta senti novamente a minha mão sobre aquele caralho grande e gostoso, tirei a coberta. Beto usava o pijama sem cueca por baixo, foi fácil colocar aquele pau para fora. Eu forçava a vista para conseguir enxergar aquele pau duro, queria guardar na minha cabeça, queria guardar na minha boca.

Me inclinei sobre ele e passei meus lábios na cabeça do pau do Beto, senti uma gotinha do pre gozo dele. Era uma delica. Desci pelo resto do pau dele até sentir todo na minha garganta. Consegui dar duas chupadas até Beto se mexer, fiquei assustado e voltei para a cama deixando o pau dele ali para fora.

Eu estava louco de tesão, louco de vontade de continuar chupando, acho que minha bunda se lubrificou sozinha assim como o pau do Beto, eu queria ser preenchido, queria dar para o meu irmão. Não queria mais um homem, queria o Beto com aquele pau gostoso. Criei coragem e voltei para a cama do Beto e voltei a chupa-lo. Chupava com vontade, como seu eu soubesse o que estava fazendo. Me dedicava a cabeça, ao corpo as bolas, fazia tudo que eu podia, sentia aquela babinha vindo e achava uma delicia.

Eu batia punheta para o Beto com a cabeça do pau dele na minha boca. Passava a minha mão pelo corpo dele, aquele corpo de homem, ali no meu quarto eu não resisti. Não me importava com mais nada, estava alucicrazy. Adorei quando Beto gozou na minha boca, eu também gozei sem encostar no meu pau. Algo novo, diferente e delicioso.

Engoli toda a porra do Beto, um gosto diferente forte, não tão bom como o da babinha, mas engoli tudinho, deixei o pau do Beto limpinho, um pau gostoso que não amolecia depois de gozar. Guardei o pau do Beto e olhei para o seu rosto. Ele parecia feliz, estava lindo. Devia ter gozado no sonho também.

Beto foi o primeiro homem que eu chupei, eu queria que também fosse com ele o meu primeiro beijo. Me inclinei sobre ele dei um beijo nos seus lábios e coloquei a minha língua dentro da boca dele, senti as nossas línguas se tocando. Sei que Beto sentiu, minha mão estava sobre o seu pau e senti mais uma vez pulsar enquanto eu o beijava.

No dia seguinte veio todo o medo que eu não tive na noite anterior, preferi ficar mais no quarto, além de, quem sabe ver Beto pelado de novo.

- Mamãe disse que você não quer voltar comigo. Não quer morar comigo e com o papai. – Beto me disse ao chegar no quarto.

- Não quero Beto. A escola aqui também é boa. – Respondi.

- Você sabe que eu e o papai amamos você não sabe Carlinhos? Que você pode ser feliz lá. Você pode ser você. – Beto me disse. Achei que aquilo poderia ser um enigma.

- Eu não estou pronto Beto. – Respondi dando outro enigma e um abraço em Beto.

Naquele mesmo dia Beto foi embora disse que recebeu um e-mail da faculdade pedindo para eu levar alguns documentos que estava faltando para a matrícula dele.

Na primeira semana de aula me surpreendi com um e-mail do Beto. Ele dizia que sabia que estava sempre no computador, que ele mesmo usava pouco e que não gostava de falar no telefone que poderíamos usar essa ferramenta para mantermos o papo em dia. Me contou sobre como era as coisas na faculdade, sobre as amizades que ele fez. Sobre as meninas bonitas, sobre um amigo gay.

Resolvi responder falava também da escola de como estava tudo. Todo dia, ou dia sim e dia não trocávamos meia pagina de palavras. Eu ficava na duvida se Beto sabia o que eu fiz com ele, ou se ele já sabia que eu sou gay, ou se realmente só quer ser um bom irmão.

Mais para o meio do Ano Beto me disse que estava ficando mais serio com uma garota, confesso que morri de ciúmes com aquilo. Eu disse para o Beto que eu também estava apaixonado. O que era mentira, ou talvez estivesse pelo próprio Beto. Inventei que já tinha beijado na boca e que estava pensando em fazer sexo. Eu sabia que Beto teve a sua primeira relação com 16 anos. Achei estranha a forma que ele respondeu, dizendo para eu ir com calma, não fazer nada que eu pudesse me arrepender, escolher uma pessoa (não garota) especial.

Beto não voltou nas férias de julho resolveu ficar com a ficante dele. Mas no natal ele apareceu com ela. Aquela garota era um grude ainda deixei os dois ficarem no meu quarto. Meu pai também foi para o Natal. Beto pediu minha mãe que disse que não via problemas, mas que ele teria que ficar no sofá.

Resolvi dormir com o meu pai na sala, até que o nosso papo fluiu bem mais estando pessoalmente, não ficamos no roteiro de sempre. Papai me elogiou disse que eu estava crescendo e bonito. Mas não deixou de perguntar sobre as namoradas. Papai dormiu sem camisa e só de cueca, vi como o pau dele era grande e grosso, isso tudo mole me deu agua na boca.

Eu estava mesmo bem tarado, não estava perdoando nem meu irmão e nem o meu pai. Também eram os únicos homens que chegavam perto de mim. Meus primos são idiotas, na minha escola só têm idiota.

Perto do meu pai eu cuidava melhor da minha postura, tentava não escorregar, e deu certo ele pareceu não perceber nada. Mas não me hesitei em ataca-lo naquela noite. Fui de leve com a minha mão por cima da cueca dele. Como a TV estava ligada eu pude confirmar que ele realmente dormia, não se movia. Seu pau ia endurecendo dentro da cueca e a cabeça ficando do lado de fora.

A cueca ficou tão apertada para o pau do meu pai que eu não consegui nem tira-lo para fora. Eu passava a língua na cabeçona do pau dele que estava perto do seu próprio umbigo. Não era seguro chupar muito nem deixar papai gozar, pois não ia conseguir deixa-lo limpo. E também não sabia se ele poderia acordar. Tinha mais medo e mais tesão ali na sala com papai do que foi com o Beto no ano passado.

Meu pai me chamou para passar o resto das férias com ele, eu disse que não. Mas ele insistiu tanto que resolvi ficar uma semana lá com ele.

Tinha 5 anos que meu pai morava lá e eu nunca tinha pisado no apartamento dele. Era um prédio muito bom, dois quartos. Tinha um terceiro, mas virou escritório.

- Quando vier morar aqui se não quiser dividir o quarto com o seu irmão eu transformo esse em um quarto de novo. – Meu pai me disse.

- Tudo bem pai. Não se preocupe. – Eu respondi. Nem sabia onde eu iria estudar.

Papai foi pro banho eu achei um máximo vê-lo saindo pelado do banheiro e andando pela casa com maior naturalidade. Ele reparou que eu estava olhando.

- Está estranhando né? Aqui é casa de homem, pode andar como quiser. Não temos frescuras aqui não. – Papai disse rindo.

- Está certo. Eu mesmo nunca andei pelado pela casa. – Eu disse.

- Então vai lá, toma um banho e ande pelado. – Meu pai disse rindo. – Sinta a liberdade.

Depois de um tempo tomei banho e sai pelado pela casa. Reparei meu pai olhando para a minha poupa, fiz questão de empiná-la um pouco. Para a minha sorte papai já tinha colocado um shortinho por que se eu visse aquele pau ia está desfilando pela casa de pau duro.

A semana na casa do meu pai foi bem agradável. Infelizmente não tive oportunidade de ficar perto de mais dele, mas me deliciei muito o vendo andando pelado todos os dias com o pau balançando entre as pernas e gostei de me exibir para ele.

Encontrei a coleção de DVDs pornô que ele tinha, me assustei quando meu pai apareceu atrás de mim.

- São os nossos pornôs. – Meu disse.

- Seu e do Beto? – Eu perguntei.

- Sim, assistimos de vez enquando, quando bate aquela vontade de gozar. – Papai disse sorrindo.

Eu sorri sem graça, mas quase furei a calça imaginando o meu pai e o Beto sentado ali na sala escolhendo um filme pornô, colocando no DVD e se masturbando juntos.

Voltei para minha casa. Beto ainda estava lá com a namorada, mal conversamos. Não sei se era culpa minha, do Beto ou da namorada. Mas estávamos meio sem graças de conversar um com outro pessoalmente. Dormia com a minha mãe e Beto continuava ocupando o meu quarto com a namorada.

No ano seguinte minha mãe inventou mais uma viagem com a família que Beto não precisou ir. Pensei em ir para a casa do meu pai, mas eu gosto de praia.

A cidade estava cheia muita gente bonita. Eu arrumei umas paqueras. Cheguei até ficar com uma garota, meus primos pareceram não acreditar. Não fiz aquilo para aparecer, mas por que tive vontade mesmo. Foram só uns beijos. Troquei olhares com alguns garotos, mas eu não sabia o que dizer, esperava que algum deles viesse falar comigo, mas ninguém veio. Cheguei a ver o Binho, ele estava com uma namorada, ele me reconheceu acenou de longe, mas não voltamos a nos encontrar. Ele não estava mais tão bonito. Talvez eu tenha aumentado o meu padrão com o Beto e com o meu pai que são lindos. E eu também, apesar de parecer mais com a minha mãe, que é linda, eu pareço com o Beto e com meu pai também.

Num piscar de olhos mais um ano havia acabado. Era o meu ano de formatura. Meu pai e Beto não puderam vir para a minha colação nem para a festa. Tudo caiu no meio da semana. Eu fiz três vestibulares e passei nos três. Um deles para a capital. Outro na minha cidade e outro no Rio. Estava em duvidas em qual ir. Decidi pensar nisso depois da viagem de formatura. Que foi para praia, desta vez no Rio. Foi uma viagem muito boa. Que me ajudou a decidir onde morar. Descobri que o Rio é a cidade perfeita para férias, principalmente nos meses de férias escolares e carnaval. Mas para morar não era tão bom assim. Por isso decidi ficar na capital do meu estado mesmo. Morando com o meu pai e meu irmão. Economizando em moradia.

Tinha dois anos que eu não via o meu pai e o Beto. Apesar das constantes ligações para o meu pai e as trocas de e-mails como Beto. Nesse período houveram muitas transformações no meu corpo. Eu havia crescido, bastante não tinha os 1.80 do meu pai e do Beto que devia ser ainda maior, mas já estava com o 1.75, ganhei um pouco e peso, que foi para as pernas, bunda e braços. Minha barriga continuava negativa. Eu amo o meu corpo minhas pernas definidas meus braços grossos, mas não musculosos, meus peitos grandes. E o meu cabelo que deixei crescer na altura do ombro, mas que eu sempre prendia ou escondia com um boné.

Uma semana antes de iniciar as minhas aulas resolvi ir para a casa do meu pai de surpresa. Da rodoviária peguei um taxi para o condômino dele. Tinha acabado de deixar as duas malas grandes na portaria e estava ajeitando o meu cabelo quando o elevador abriu. Vi dois homens lindos saindo de dentro dele, claro que aqueles lindos eram o meu pai e o Beto. Enrolei o meu cabelo cobri com o boné e me virei para eles.

- Oi papis, Oi Beto. – Eu disse. Meu pai me olhava surpreso, com uma cara de bobo. Beto ria do papai e eu buscava entender o motivo daquela graça toda.

CONTINUA...

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New_Escritor-BH

Comentários

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19/04/2019 03:34:02
Continuaa, muito bom!!
17/04/2019 23:42:24
Pessoal estou em viagem. Curtindo as belezas de Recife. Estou sem computador. Então até próxima semana eu volto com os contos.
16/04/2019 23:43:00
Cadê a continuação?
14/04/2019 13:50:57
Um dos melhores contos que eu li
12/04/2019 21:06:10
que conto maravilhoso, scrr
12/04/2019 00:06:22
A paixão continua firme e forte por seu conto
11/04/2019 07:30:19
Você me deixa louco com esse seus contos maravilhosos. 😈😈😈😗😗😗😗😗 next capítulo.
11/04/2019 07:27:56
Não sou muito de incesto não, mas fiquei excitado com o Carlinhos 😈😈😈😈😈😈 gostei desse conto 😈😈😈😈😈 por favor que não seja a surubinha do pedrinho. please
11/04/2019 01:57:06
Maravilhoso como sempre, três anos passaram voando, mas agora parece q a coisa vai ficar muito interessante...
10/04/2019 23:00:35
Muito bom
10/04/2019 22:49:04
MARAVILHOSO. APENAS UMA CORREÇÃO: A PALAVRA CORRETA É CONSERTO E NÃO CONCERTO. CONSERTO = ARRUMAR CONCERTO=MÚSICA. DE RESTO PERFEITO. SENSACIONAL MESMO. TENHO A IMPRESSÃO QUE BETO SABIA SIM QUE VC O ESTAVA CHUPANDO AS NOITES. VEREMOS COMO SERÁ DAQUI PRA FRENTE. NÃO DEMORE.
10/04/2019 22:18:56
Acho melhor você fazer como no conto do " pai é quem cria" cada conto era um personagem diferente com continuação da história, não pontos de vista diferentes, fica mais viciante.
10/04/2019 19:01:13
Lindamente e excitante seu conto 💋💋
10/04/2019 15:16:01
Tá começando a ficar ótima história
10/04/2019 13:46:34
MARAVILHOSO
10/04/2019 12:31:50
Esperando o proximo
10/04/2019 09:32:36
Ansioso pra ler o próximo
10/04/2019 08:43:16
O conto ta em ritmo de desenvolvimento espero que evolua cada vez mais,so um adendo,não vá pelo do conto anterior que onde começou absurdamente bem e terminou numa suruba generalizada,descaracterizou os personagens e espero que esse não pegue esse caminho,parabéns e ansioso pelo próximo
10/04/2019 07:41:02
Deleite essas bulinações na madrugada. Conte-nos mais.
10/04/2019 07:33:45
conto maravilhoso. alterne os pontos de vista dos dois será muito gostoso e interessante de saber o que cada um pensa.Um conto muito gostoso de acompanhar. Parabéns pelo seu sucesso.

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