Os skatistas fizeram fila para comer minha mulher no Ibirapuera.


Um conto erótico de Coroa Casado
Categoria: Heterossexual
Data: 25/03/2019 07:19:18
Última revisão: 25/03/2019 20:41:02
Nota 9.91

Já contei aqui, como eu e minha esposa, fomos trabalhar no Japão, onde vivemos há décadas. De como lá, iniciamos a vida liberal. Também as vezes em que ela transou com outros carinhas nas nossas vindas ao Brasil. Se clicarem em ¨Coroa casado¨, vocês acham todos esses relatos.

Disse também que Mika, minha esposa, tinha casado virgem e eu tinha sido o primeiro homem na vida dela. Porém, há pouco, soube que talvez não seja verdade. Nem ela tem certeza se perdeu a virgindade comigo ou um outro.

Quando começamos o namoro, vi que ela tinha uns discos com dedicatórias de um tal de Johnny. Discos esses que num acesso de ciúmes eu quebrei, depois duma briga. Ela sempre falava nesse tal de Johnny, um descendente de chinês. Com quem tinha tido um flerte. Dizia que não passara de namorico, de só ficar de mãos dadas.

Recentemente, durante uma transa, quando eu estava esfregando o pau nos lábios da sua boceta, Mika acabou soltando:

- Ah, ah, adoro isso. Me faz lembrar o Johnny...

- O que? Como assim o Johnny? Aquele china que você disse que era só um namorico?

- É, amor.

Parei na hora. Voltei vinte anos atrás, quando a gente discutia por causa do tal china. Tempos em que molecão, não tinha segurança que a maturidade traz. Hoje, ver minha esposa gozando no pau de outro me dá tesão. Sentimento paradoxal esse. Resolvi ir a fundo:

- Então não era só mãozinhas dadas? Então teve pau esfregando na xoxota, é? Vai, fala!

- É, amor. No começo ele mostrou o pinto duro. Depois, sabe, né? Beijos, ele querendo mais, eu negando, no outro dia pegou nos meus seios. Eu não queria deixar, mas, era gostoso. Até quando ele tocava na minha pepequinha. Teve a vez que tirou minha calcinha e assim foi indo, até que a gente brincava nas coxas.

- Porra, Mi! Então você mentiu pra mim? O idiota aqui acreditando!

- Eu queria te contar, amor. Mas você ficava tão bravo que não tive coragem. Você morria de ciúmes dele. Depois que comecei a namorar com você, nunca mais falei com ele.

- Tá bom! Então me conte agora. Conte tudo, tudinho!

- A gente sempre dava um jeito de escapar das vistas dos meus pais. Aí o Johnny colocava o pinto nas minhas coxas. Teve vezes que ele gozava lá. Mas o mais gostoso é quando ele esfregava na entradinha. Ele queria meter dentro e eu não deixava. Algumas vezes entrava um pouco. Eu perdia a cabeça nessa hora e nem sei bem. Mas acho que transar mesmo, foi com você.

- Como assim, acha? Acha? Então não tem certeza? Se foi comigo ou com esse filho da puta que você perdeu o cabaço, é?

Eu estava irado e ao mesmo tempo, por incrível que pareça, excitado com a revelação. Meu cacete duro como pedra. Meti tudo de uma vez, até o talo na boceta apertadinha dela. Fodi com força, com raiva. Ou seria tesão? Minha mulher só gemia soltando seus ¨ais¨, até eu gozar, enchendo ela de porra.

A gente pode viver uma vida inteira com alguém e sempre tem coisas que não sabemos do parceiro e vice-e-versa. Cheguei à conclusão que muitos morrem sem conhecer todos segredos do seu marido ou mulher.

Desta vez, vou narrar o que aconteceu em nossas férias 2019. Saímos do frio no inverno japonês para o calor do verão brasileiro. Visitamos parentes no interior e como sempre, fomos para a capital paulista. Hospedamos no mesmo hotel no bairro da Liberdade.

Eu tinha curiosidade em conhecer o pavilhão japonês, no Parque do Ibirapuera. Já pronto para sair, esperando Mika se arrumar. Depois do banho demorado, ela vestiu com conjunto de lingerie preto, bem sexy, calcinha fio dental. Quando colocou uma micro saia, percebi que ela estava a fim de sacanagens.

Complementou com uma blusinha decotada e transparente. Sandálias de salto alto, incompatível para um passeio num parque. Apesar de quarentona, minha japonesinha aparenta bem menos. Até mesmo essas vestes de ninfeta, combina, por incrível que pareça. Talvez por ter os cabelos negros, longos e lisos.

O passeio no parque estava gostoso. Tempo bom, apesar do calor. Passamos pela ponte de ferro no lago, entramos no tal pavilhão japonês, apreciamos as estátuas e monumentos. Eu de olho nas atrações e a minha esposa, danadinha, de olho nos rapazes.

Vimos um grupo de moleques praticando skate. Mika se aproximou deles e logo enturmou. Não demorou para ela tirar as sandálias de salto, que tanto incomodou no passeio, já que vivia se apoiando em mim. Eu até reclamei que ela devia ter vindo de tênis.

Trouxe os calçados para mim e subiu na prancha com rodas. Sei como ela é tem bom equilíbrio. Fruto de anos de balé, que praticou na infância e adolescência. No Japão, apesar de estar no gelo pela primeira vez, tirou de letra andar em patins. Já eu, nem te conto, era tombo atrás de tombo. Rs.

O garoto que emprestou o skate, a acompanhava. Ela de vez em quando ameaçava cair, fazendo com que o menino a amparasse. Conhecendo a figura, eu saquei logo que ela fazia de propósito. Para o jovem ¨amparar¨ a japonesa coroa. Ela flertava com ele descaradamente.

Eu ali com a bolsa e sandálias dela na mão só assistindo. Depois de bom tempo, eles se aproximaram. Mika me apresentou ao rapaz:

- Leo, este é ¨M¨, meu irmão.

Irmão? Na hora só pensei se eu, estava promovido ou rebaixado, de marido para irmão. Entrei no jogo estendendo a mão, cumprimentando o moleque. Gurizão adolescente típico, com boné virado para trás. Tênis, camiseta, bermuda caída mostrando parte da cueca. Moreno, magro, alto, um tipo de franja ou mecha de cabelo longo, na lateral do rosto. Óculos redondo tipo John Lennon, destoando do tipo esportista.

Minha esposa calçava as sandálias enquanto me disse:

- Amor, você pode comprar uma água pra mim? Estou morrendo de sede.

Fui procurar onde vendia a tal água mineral. Entendi que era a senha para dar um tempo. Comprei a garrafinha de água e fiquei zanzando pelo parque. De longe, observava os dois conversando animadamente. O que uma senhora quarentona teria tanto para conversar com um adolescente?

Vi os dois se afastarem de mão dadas, meio escondidos atrás de uma árvore. Tive a impressão que estavam se beijando. Ficaram ali, dissimulando os amassos. A gente não tinha combinado nada daquilo. Nessa hora caiu a ficha. Lembrei que ela tinha colocado vários preservativos na bolsa.

A safada tinha premeditado o ¨crime¨. Sei que ela tem fantasias em transar em locais públicos. Uma vez nós fodemos na beira de uma rodovia no Japão e ela estava mais excitada que o normal. Porém, será que ela teria coragem de fazer isso em pleno parque?

Voltaram abraçados, desgrudando quando chegaram perto de mim. O garoto mantinha o skate na frente dos países baixos, com certeza ocultando a ereção. Dei a água para ela. Enquanto bebia, minha mulher falou que ia dar um passeio com o Léo. Me devolveu a garrafa de água pela metade. Nisso o rapaz foi levar seu skate para algum amiguinho cuidar. Conversaram um pouco e deu para ver que outros três olharam para nossa direção.

Eles foram caminhando para uma zona mais arborizada, menos frequentada. Fui seguindo discretamente à distância. Quando vejo, os três amiguinhos dele também estavam indo atrás, com skates na mão. Entraram numa touceira alta.

Dei a volta para ver o que faziam. Como bom corno, procurei um lugar onde pudesse ter visão privilegiada. Fiquei atrás de um arbusto e vi eles se pegando. Minha esposa já estava com uma alça da blusa abaixada e Leo beijava pescoço e seios. Não demorou para abaixar a bermuda dele, limpando o pau com toalhinhas de papel umedecido. Caiu de boca, fazendo aquela gulosa que eu sei bem como é incrível.

O moleque respirava fundo, quase gemendo de prazer. Ela agachada, olhando na cara dele, dando lambidas na ponta, descia pela vara até as bolas e depois abocanhava como podia o negócio que devia ser grande, já que tinha espaço para ela segura-lo com a mãozinha delicada, enquanto chupava.

Deu para escutar ele dizendo que ia gozar. Ela rapidamente parou. Acho que não deu tempo. O menino não conseguiu segurar e gozou, soltando jato de porra na cara dela. Aquela gozada fora de hora deu uma esfriada na foda. Mika pegou outro lenço e limpou a cara como deu. Leo, ali, com o pau melado de porra, ainda soltando mais pela ponta.

Ela pegou uma camisinha e quando colocava, o pau amoleceu. Nisso os outros garotos chegaram. Um deles, loiro e gordinho, já tirou o pau para fora. O que me surpreendeu é que Mika pareceu não se incomodar. Não entendi direito o que conversaram. Vi que ela pegou na rola dura do moleque e ficou masturbando.

Nisso um outro, baixinho também com o pau de fora, disse algo a ela, que concordou. O baixinho agachou erguendo a micro saia. Afastou a tira da calcinha e caiu de boca na boceta dela. Minha mulher adora ser chupada. Fica alucinada quando fazem isso. Para facilitar o garoto, ela tirou a calcinha, jogando onde estava a bolsa.

De pé, com as pernas abertas. O menino ajoelhado chupava com vontade. Acho que esse moleque era o mais rodado da turma. Logo minha japonesinha começou a gemer. Devia estar bem prazeroso esse oral, tanto que agarrava o rapaz pela nuca, puxando ao encontro da perereca. Teve seu orgasmo e pronto: agora a fera estava solta!

Já tinha largado o pau do loiro. Pegou outro preservativo e encapou a pica do baixinho. Se abraçaram e ali de pé, numa dança sensual de acasalamento, iniciaram a foda. No começo com dificuldade até se acertarem. Logo acharam a melhor posição, com o menino metendo pra valer. Era tão forte as estocadas que eles às vezes quase perdiam o equilíbrio. Em que puta, minha doce esposinha se transformou!

Foram até uma árvore, onde ele se encostou para recebê-lo melhor. Eu ali vendo tudo, o pau explodindo de tesão. Esse menino já tinha gozado e continuava metendo! Nisso deram uma parada. Escutaram vozes de pessoas por perto. Desengataram, com ela abaixando a saia curta.

Foi então que vi a camisinha com a ponta pendurada, cheia de porra. Ele e os outros ergueram rapidamente as bermudas. Acho que as pessoas se afastaram e quem tentou meter foi o loiro gordinho. Estava tão tarado que queria enfiar sem preservativo!

Ela o afastou, pegando mais uma camisinha na bolsa. Só depois de encapar o bicho, permitiu que ele metesse nela. Este também gozou logo. O quarto rapaz, já veio com o cacete duro, pedindo um preservativo. Ela pareceu relutar, dizendo algo para ele. Soube depois que ofereceu para masturbá-lo.

Nisso Leo estava com a rola novamente dura. Se com os outros, minha mulher só deixava meter, com o Leo tinha alguma coisa a mais. Sei lá se química ou o que. Com ele trocava beijos molhados, recebendo-o dentro dela com muito mais prazer. Meteram um bocado, com Mika soltando gemidos fortes, até ter outros orgasmos.

Ela parecia cansada, depois de dar para três de pé. O quarto garoto, esse bem mais novinho, também estava louco esperando a vez. Ela deve ter dito que estava cansada e os outros, principalmente o Leo, tentavam dissuadi-lo para desistir.

Foi quando me aproximei. Os garotos levaram um susto com minha presença. Eu os tranquilizei, dizendo que estava tudo bem. Até mesmo, que não era irmão, mas sim, marido da Mika. Me olharam incrédulos. Minha esposa sabia que eu também queria. Mas me beijou recusando:

- Eu já estou com as pernas doendo, amor. A pepekinha está ardendo. Mais tarde a gente faz no hotel.

O garoto novinho, o único que não tinha metido, com o pinto duro e encapado, pediu quase implorando:

- Moça, dá pra mim também? Só eu não meti. Por favor, só um pouquinho, vai.

Esse moleque tinha o cacete bem maior que os outros. Fiquei imaginando como pode, um pirralho imberbe, já ser tão dotado? Seu cacetão além de grande era grosso, muito grosso. Tudo que pude pensar foi que esse ia assustar muitas menininhas por aí.

Minha esposa olhou pra mim, sem saber o que fazer. Depois me contou que gostou do ¨moça¨ e ficou tocada pelo desejo do garoto. Que também mais tarde, soubemos, nunca tinha comido uma mulher. Um virgem por inteiro. E muito bem dotado. Ela pegou um preservativo e deu para ele, dizendo:

- Tá bom. Olha, só um pouquinho, tá?

Mika virou com a bunda para o menino. Minha esposa apoiada em mim com a mão direita, e com o traseiro empinado, a mão esquerda procurando direcionar a rola do garoto. Mais do que isso, tentando impedir que ele metesse aquela torona toda dentro dela.

Gozado como certas coisas a natureza faz acontecer. O novinho virgem já pegou nas ancas da Mika e foi metendo por trás. Eu ali, olhando as costas dela, a mini saia erguida e a bunda alva. O baixo ventre do guri arcada para frente, buscando maior penetração.

Ela soltava gemidos a cada avanço da torona. Eu já vi minha mulher dando para outro umas cinco vezes e ainda não me acostumei com isso. Se já não sinto tantos ciúmes, por outro lado, além do tesão, me dá uma sensação de que estão tirando algo que me pertence. Dá para entender?

Não sei se foi a ansiedade, o excesso de tesão ou porque ela pediu, ele deu umas poucas bombadas e parece que gozou. Chegou a cambalear, soltando urros abafados. Ainda bem, porque quando o pauzudo desengatou, ela soltou um suspiro de alívio.

Um deles perguntou se ela dava o cuzinho. Minha mulher mentiu que não. Leo insistiu por mais uma vezinha. Com a desculpa que os preservativos tinham acabado, Mika ajeitou as vestes, recolhendo todas camisinhas cheia de porra. Embrulhou-as no lenço de papel e como boa moradora do Japão, guardou para descartar na lixeira apropriada.

Deu um beijinho no rosto de cada um como despedida. Leo ainda aproveitou e deu outro beijo molhado, cheio de tesão. Já longe, Mika acenou para eles, que retribuíram balançando os skates acima da cabeça.

De volta ao hotel, minha mulher tentou enrolar mas não teve jeito. Meio que na marra, teve que dar pra mim. Meti com vontade e tesão. Pode parecer meio sádico, mas eu segurei o gozo o máximo que pude. Ela pedia pra eu gozar logo, querendo terminar a foda.

Na minha mente voltava as cenas daqueles moleques comendo ela. Isso me deixava loucamente tarado. Bombava com ardor das primeiras vezes. Nem eu mesmo sei, porque ver minha esposa se entregando a outros, me dá tanto tesão. Mika gemia e ficava pedindo: ¨-Goza amor, goza logo. Goza, amor...¨.

Até que eu gozei horrores nessa foda animalesca. É claro que no dia seguinte, fizemos de novo. Dessa vez com muito carinho e amor recíproco. Teremos assim, mais coisas para relembrar nas próximas transas...

*****************

FOTOS: Este relato também terá envio de fotos da Mika pela divulgação. É só deixar e-mail nos comentários.

Comentários

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25/03/2019 19:04:16
EXCELENTE.
25/03/2019 15:02:31
Mande fotos dela amigo
25/03/2019 13:49:59
Ahhh...seus contos são sempre muito bons! Eu mesmo adoro uma japa!! Parabéns!!
25/03/2019 13:19:25
25/03/2019 13:18:27
Que tesão de história, é uma delícia fuder uma japa no Ibirapuera
25/03/2019 13:17:56
Muito bom ver que você tenha um novo conto. Como sempre, muito bem narrado e excitante... Foi muito excitante ouvir as experiencias pré nupciais da MIka. Você tem toda razão quando diz que um parceiro nunca conhece totalmente a parceira. E vice versa. A Mika parece ter assumido o protagonismo das fantasias sexuais, já criando situações para te surpreender nessa aventura e na última que você publicou. Muito excitante a farra com a molecada no parque. O Ibirapuera me traz grandes recordações de amores vividos. Aliás, outros cenários das sua aventuras também, como o bairro da Liberdade, onde morei por um breve período na rua Pirapitingui (contei essa aventura num conto) e o Japão, onde tive uma aventura incrível com uma ninfetinha e pretendo publicar em breve. Falando em publicação, publiquei o epílogo da minha saga com a Helga e você ainda não leu, ou se leu não comentou. Quando puder deixe sua opinião lá. Termino dando 10 para esse conto por não poder dar uma nota maior. Escreva com mais frequência suas aventuras com essa japinha quarentona com jeito de ninfeta
25/03/2019 12:18:05
Nota 10 como sempre
25/03/2019 12:02:22
Adorei.Eita molecada sortuda hein.Mande fotos.
25/03/2019 11:32:04
Excitante.
25/03/2019 10:16:00
otimo
25/03/2019 09:45:43
Amei o conto. Vou mandar meu email
25/03/2019 09:37:03
muito excitante o conto.. os rapazes fica felizem em foder uma mulher gostosa...um tesão que deve ser a Mika...manda fotos me escreva...quem sabe no proxima vinda a SP nao possa visita-los no hotel na Liberdade...

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