Pai é quem cria VI


Um conto erótico de Pedrinho
Categoria: Homossexual
Data: 11/02/2019 00:08:02
Última revisão: 13/02/2019 16:57:20
Nota 9.89

Meu pai dormiu comigo, foi à primeira vez desde quando viajamos para a casa da minha avó, naquela vez rolou algo muito gostoso entre a gente. Nesta noite não rolou nada, apenas dormi de conchinha com meu pai. Meu pau ficou duro roçando na sua bunda. Mas ele estava triste e desanimado. Muita coisa se passava em sua cabeça, mas ele evitava de dividir comigo suas preocupações.

Acordamos cedo fizemos nossos exercícios matinais eu fui para aula e ele para o seu trabalho. Nas semanas anteriores estávamos treinando bastante para a competição. Minha amizade com a turma do fundão estava cada vez maior. O que deixava Camila com ciúmes. Eu estava bem na escola, comecei a estudar junto com o Rique e eu já estava no mesmo nível dos outros alunos e muito melhor que a Camila. Estava chegando a nossa primeira competição. Os meninos se tornaram mais próximos do Erick e dos meninos do primeiro ano. Um dia no vestiário reparei o Erick olhando para o pau gigante do Marcos.

- É Marcos, como você não acha mulher acho que pode perder a virgindade com o Erick, viu como ele olha pro seu pau? – Jorge disse.

- É, e se chamar ele pra ver o pornô aposto que ele gozaria primeiro só pra bater pra gente. – Carlão disse dando a ideia.

Marcos sorriu sem graça, mas tenho certeza que ele pensou nisso, seu pau ate pulou dentro da cueca. Não havíamos repetido o pornô. Não era algo que era marcado, mas sim que acontecia de forma natural entre eles.

No próximo final de semana seria a competição. Era de manhã, combinamos de ir para o clube assim que acabasse. A semana passou tranquila, papai parecia um pouco melhor, não dormiu mais comigo, mas seus beijos de boa noite aconteciam todos os dias, e todas as manhãs saiamos para correr. Num desses dias encontramos com a Mari e ficamos um bom tempo conversando com ela.

- Acho que ela esta afim de você. – Eu disse para o meu pai.

- Eu acho que é de você que ela está afim. – Meu pai me respondeu.

Realmente não dava para perceber. Nesse dia acabamos chegando atrasado em casa. Os banheiros estavam ocupados e eu e o Papai tivemos que tomar banho juntos no meu banheiro. Papai parecia tímido.

- Pode entrar pai. – Eu o chamei.

Só de ficarmos juntos dividindo aquele pequeno espaço que ficamos excitados. Eu esbarava propositalmente meu pau duro no meu pai e ele em mim. Quando estávamos finalizando o banho eu disse.

- Acho melhor a gente gozar, passar o dia assim não vai ser bom. – Eu disse rindo começando a me masturbar. Papai concordou e começou também.

Eu olhava para o meu pai se masturbando enquanto ele olhava pra mim. Eu soltei o meu pau e peguei no dele. Comecei uma punheta rápida e ele começou a gemer. Adorava sentir o seu pau nas minhas mãos, reparei que papai começou a aparar seus pelos deixando o pau dele ainda maior. Ele me retribuiu a punheta e gozamos um na mão do outro. Fomos nos vestir para começar mais um dia.

Tudo foi bem na aula e conseguimos bater nossos próprios recordes no treino. Estávamos prontos para a primeira competição.

Era a minha primeira competição, estava nervoso. Meu pai, Camila e Aninha estavam na arquibancada. Havia provas de curta e longa distancia, individual e por equipe. Além da de revezamento. Fomos muito bem. Jorge ganhou a de longa distancia e o Marcos a de curta. Eu fiquei em segundo lugar nas duas, assim somamos muitos pontos. Erik também foi muito bem. Fomos a melhor equipe no revezamento. Sai com duas medalhas de prata e uma de ouro.

Fomos para o clube comemorar. Papai voltou com Aninha pra casa, pois ela não estava se sentindo muito bem. Mas ela ficou muito feliz com a minha vitória e me deu um abraço muito gostoso. Camila foi para o clube com as amigas ficava sempre nos olhando entre risinhos. Carlão que ia sempre até elas para beijar a Gabi que é a sua namorada.

Henrique ficava de olho na Camila. Ele ainda gostava dela apesar de ter parado de correr atrás. Eu já havia dito que ele merecia alguém melhor do que ela.

Ficamos brincando na piscina, os meninos começaram com aquela brincadeira de um afogar o outro, Erick aproveitava para tirar casquinha de todo mundo nos deixando excitado com ele relando aquela bunda grande na gente. Marcos que tinha o maior pau era notável a sua ereção. Resolvemos ir para a Sauna, já estava cheia, mas quando chegamos e começamos a conversar lá dentro os outros ficaram incomodados e acabaram saindo deixando só a nossa turma.

- Alguém já bateu punheta em sauna? – Marcos perguntou.

Apenas eu e mais um garoto do primeiro ano respondemos que não.

- Eu vou bater uma aqui. Quem quiser bate também. Só não vale sujar a porra do chão. – Marcos disse.

- Ou o chão de porra. –Eu disse rindo.

Os olhos do Erick brilhavam vendo o Marcos socando uma. Jorge também tirou o seu pau pra fora e começou. Carlos não ia bater por que pretendia dar leite para a namorada mais tarde.

- Ajuda ai Erick. – Jorge disse.

Erick que estava sentado entre o Jorge e o Marcos usou as duas mãos e ficava masturbando ambos ao mesmo tempo.

- Alguém vigia a porta ai. – Erick pediu e caiu de boca na pica do Marcos. Tentava colocar tudo que conseguia dentro da boca. Marcos fechou os olhos e começou a gemer baixinho. Os meninos do primeiro ano colocaram o pau pra fora e começaram a se masturbar também. O pau deles não era tão grande como os nossos. Gu foi o primeiro a gozar e saiu para tomar uma ducha e se limpar.

- Eu quero também. – Jorge pediu para o Erick.

Erick revezava o boquete entre o Jorge o Marcos. Que começou a gemer também. Carlão que estava do meu lado olhava para aquilo com a pica dura.

- Um boquete eu quero também. – Carlão disse se levantando e colocando o pau na boca do Erick.

Erick olhou para mim. Eu sem graça me levantei para receber um boquete também. Erik me colocou de frente para o Jorge, as cabeças dos nossos paus se tocavam e o Erick lambia as nossas cabeças de uma só vez. Marcos que estava se masturbando gozou vendo aquilo. Erick chupava todo o pau do Carlão enquanto eu e o Jorge nos masturbávamos como as cabeças dos nossos paus ainda se tocando. Carlão gozou na boca do Erick que engoliu tudo.

- Você chupa melhor que a Gabi. – Carlão disse rindo.

- Depois dou uma aula pra ela. – Erick respondeu rindo e em seguida voltou a se dedicar no meu pau e no do Jorge.

Erick chupava a cabeça dos nossos paus enquanto continuávamos a nos masturbar. Eu e Jorge estávamos lado a lado quando Erick conseguiu a proeza de engolir nossos dois paus de uma vez. Eu sentia a boca do Erick e o pau do Jorge ao mesmo tempo. O pau do Jorge pulsava, ele colocou o braço sobre mim e apertou o meu ombro ele iria gozar.

Senti a boca do Erick cheia e quente. Meu tesão foi a mil e eu gozei também apetando a cintura do Jorge. Erik deixou nossos paus limpos. Os dois meninos da sala do Erick que se masturbavam vendo isso também gozaram.

Fomos para o chuveiro onde os que gozaram antes estavam.

- Porra que gozada maravilhosa. – Jorge disse.

- Estou à disposição. – Erick respondeu rindo.

- E a medalha de melhor puta vai para o Erick. – Carlão disse rindo.

- Obrigado, obrigado. – Erick brincava se curvando e agradecendo.

Depois que saímos que eu percebi que o próprio Erick não havia gozado.

Voltei pra casa de carona com o Carlão e Gabi que também levou a Camila.

- Pai – Camila disse correndo em direção ao seu pai que estava em casa. Percebi que o clima entre eles não estava bom.

- Oi minha filha. – O pai da Camila disse tirando ela do colo dele. Percebi o seu constrangimento.

- O que esta acontecendo. – Perguntei para o meu pai.

- Aninha passou mal, ligamos pra ele. – Meu pai me respondeu falando baixo.

Sávio, o pai da Camila era um homem muito bonito, ainda jovem uns 37 anos. Muito bem vestido tinha certo charme, olhos verdes, um nariz bem desenhado e um sorriso bem bonito que lembrava o meu. Assim que olhei pra ele senti uma repulsa muito grande. Ele foi educado em me cumprimentar, ficou por muito tempo segurando a minha mão e me encarando. Eu não consegui esconder meu descontentamento.

- Você é o Pedrinho. Prazer, sou Sávio.

- Prazer. – Eu respondi.

- Parabéns pelas medalhas, deixou seu pai muito orgulhoso. – Sávio me disse.

- Meu pai me deixa mais. – Respondi seco.

Me incomodava a forma que ele me olhava. Não parecia um olhar sexual, talvez fosse de desconfiança. Mas ele me olhava de mais. Quanto mais ele me olhava mais incomodado eu me sentia.

- Já estou indo embora. Prazer conhecê-lo. – Sávio me disse. Eu apenas acenei com a cabeça.

- Já vai pai? Mas você nem me viu direito. – Camila disse.

- Tenho que ir minha filha. – Ele respondeu e ela foi seguindo com ele ate lá fora.

- Pai, como esta a Aninha? – Eu perguntei.

- Fomos ao médico, ela fez alguns exames. Vamos esperar o resultado. Espero estar muito errado, mas tenho medo que seja grave. – Meu pai me respondeu.

Subi para o quarto da Aninha para ver como ela estava. Mas ela já estava dormindo. Vi que a janela estava aberta e fui fecha-la. Quando olhei pra baixo vi o carrão do Sávio. Ele estava lá dentro com a Camila. Não quis reparar muito, mas pensei ter visto uma movimentação estranha como se Camila estivesse deitada no colo do pai. O carro tinha os vidros da janela escuros, mas o parabrisa era claro. Talvez o pai tenha contado que a irmã esta doente e ela esteja chorando no colo do pai. Fechei a janela sentei ao lado da Aninha e fiquei reparando ela dormir. Rezei para que nada de mal acontecesse com ela. Uma vez rezei tanto pela minha mãe que ela acabou se curando, mas na segunda vez não adiantou. Minha vó disse que Deus escutou a minhas preces e me deixou ficar mais um tempo com ela. Era bom acreditar nisso, era bom ter fé.

Quando voltei para a sala Camila estava entrando pela porta muito feliz e sorridente. Subiu as escadas animada. Achei aquilo muito estranho.

Dias depois chegaram os exames da Aninha, a noticia não era boa, Leucemia linfocítica aguda. A boa noticia era que estava bem no inicio, a chance de cura com tratamento é acima de 90%. Carol ficou desesperada. Meu pai também. O tratamento consistia em uma quimioterapia leve para matar as células que não estavam fazendo bem. E logo depois um transplante de medula.

- Não vai ser complicado. A Camila pode doar a medula para a irmã, a chance de ser compatível é muito maior, talvez nem precise dos bancos de medula. De qualquer forma também vou fazer os exames para ver se sou compatível. Meu sangue é A + como o da Aninha. – Sávio disse.

- O meu também é A+. – Carol respondeu.

Algum dos dois estava errado. Na aula de biologia fizemos testes e o sangue da Camila era AB. Não é possível que ela tenha o sangue AB. Para isso ela teria que ter os pais um com A e outro B. Mas achei melhor não comentar.

- Eu também quero fazer esse teste. Meu sangue é O +. – Eu disse.

- Não precisa você não é da família. – Carol me respondeu.

- Eu vou fazer assim mesmo, se eu não puder ajudar a Aninha quem sabe eu consigo ajudar outra pessoa. Vai pro banco. – Eu respondi.

- Que bonito isso Pedrinho. – Sávio me respondeu e eu ignorei.

- Faça como quiser. – Carol respondeu. Eu entendi como um “foda-se”. Mas resolvi relevar ela ficou muito abalada com isso tudo, sentia compaixão daquela mulher.

Na semana seguinte fomos ao laboratório. Camila e seus pais fizeram os exames para testar a compatibilidade com a Aninha enquanto eu e meu pai fomos para nos cadastrar no banco de doadores de medula.

- Não vai doer. - A mulher do laboratório me disse quando foi tirar o meu sangue.

- Posso te fazer uma pergunta? – Eu pedi a ela.

- Claro rapaz. – Ela me respondeu.

- É possível que uma mulher de e um homem de sangue A+ tenha filhos AB?

- Não meu querido. Não existe essa possibilidade. – Ela me respondeu.

- Nem mesmo se os avos possuírem senguem B? – Eu perguntei já sabendo da resposta.

- Nem assim a combinação é apenas com pais. – Ela me respondeu. – Prontinho. Vamos cadastrar no banco de dados. Se em algum lugar do Brasil alguém precisar da sua medula entraremos em contato para você fazer a doação. Muito obrigada.

Ao sair da salinha da coleta nos encontramos todos no salão do laboratório.

- Camila qual é mesmo seu sangue? – Eu perguntei.

- AB +. – Ela respondeu. – Você não lembra na aula de biologia?

- Sim, mas o que veio escrito ai nesse papel. – Eu pedi para ela confirmar. Talvez na aula alguém fez algo errado.

- AB+ - Ela respondeu impaciente.

- E o seu Carol? – Eu perguntei parecendo inocente. Carol não se deu o trabalho de me responder apenas entregou os papeis para a Camila.

- O da minha mãe é A. – Camila disse. – Então o do meu pai.... – Camila pegou o papel do pai olhou algumas vezes para o papel – É A também.

Percebi o susto no seu rosto. Ela podia ser burra, mas havíamos acabado de estudar aquilo, ela sabia que algo estava errado.

“Será que ela foi trocada na maternidade? Ou a Carol engravidou de outro?” pensei. Eu sabia que a Carol casou com Sávio gravida. Ninguém nunca falou, mas a data do casamento e o nascimento da Camila ocorreu em menos de 5 meses. E Carol e Camila eram muito parecidas para não serem mãe e filha.

- Isso tá errado... Isso está errado. – Camila começou a gritar.

Meu pai percebeu. Ele estava comigo quando perguntei a mulher do laboratório e vendo a reação da Camila ele entendeu tudo. Nos entreolhamos.

- O que esta acontecendo? Que escândalo é esse? – Carol falava com a filha.

- Eu não sou filha de vocês. Vocês não são meus pais. Aninha não é minha irmã. – Camila dizia descompensada Não pensou que o fato mais provável era que o pai não era seu pai biológico.

- O que é isso minha filha? – Sávio abraçava a filha que chorava.

Meu pai olhava para a Carol, que não parecia contente.

- É loucura dela. Vamos embora Pedro. Vem Camila. O resultado só sairá na próxima semana. – Carol puxava Camila pelo braço que saiu chorando. – Cala a boca não quero mais ouvir um pio sobre isso.

Sávio ficou lá parado desconfiado.

- Mas mãe, não é possível. – Camila começou a falar dentro do carro.

- Cala a sua boca, não vamos discutir isso aqui. – Carol respondeu.

Ela não queria tratar esse assunto na nossa frente. Assim que chegamos em casa meu pai foi colocar a Aninha na cama enquanto Carol e Camila se trancavam no quarto. Encontrei com o meu pai na sala.

- O bicho esta pegando lá em cima né. – Eu disse.

- Sim, mas vou me fingir de cego surdo e mudo. Acho melhor você fazer o mesmo. – Meu pai disse.

- Eu quero a verdade. – Camila gritava. – Quem é meu pai?

- Não importa. Foi no passado. Seu pai é seu pai. – Carol respondia.

Depois de um tempo veio mais gritaria.

- Eu vou contar a verdade pra ele. – Camila disse.

- Vai sua burra? Quer deixar de ser a filhinha do papai? – Carol disse descendo as escadas correndo atrás da filha.

- Ele me ama. Se ele mudar comigo será para melhor. – Camila dizia.

Nisso Carol olha pra mim e para o meu pau sentados na sala vendo TV.

- A culpa é sua. – Carol disse apontando pra mim.

- Como é que é Carol? Do Pedrinho? – Meu pai perguntou. Eu percebi que ela queria achar um culpado.

- Foi ele que ficou perguntando essa historia do sangue. Ele quer destruir a minha família Pedro. – Carol começava a chorar.

- Carol, como o Pedrinho ia saber que no passado você engravidou de outro homem? Isso é o seu passado e assunto da sua família. Não nos envolva. – Meu pai disse.

- Pai. – Camila disse ao telefone. – Vem aqui.

Carol foi ate ela puxou o telefone da mão da filha, mas já era tarde. Sávio já tinha desligado e estava a caminho.

CONTINUA....

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
14/02/2019 00:13:26
Pessoal já saiu a continuação http://zdorovsreda.ru/texto/ Amanhã respondo aos comentários. Mais uma vez obrigado
12/02/2019 03:08:52
MÁSCARA CAINDO
12/02/2019 03:08:38
A queda da cobra está próxima hahaha. Não vou mentir adorei.
12/02/2019 00:05:17
BARRACO A VISTA. QUE MARAVILHA. ESSA PIRANHA DA CAROL PRECISA MESMO SER DESMASCARADA. RSSSSSSSSSSSSSSSS AQUI DANDO PULOS DE FELICIDADES. CREIO QUE TEM ALGO ERRADO POR AQUI. VC PULO DO CAPÍTULO IV PARA O VI. E O CAPÍTULO V???
11/02/2019 12:06:11
Fogo no parquinho
11/02/2019 10:32:10
Barraco kkkk
11/02/2019 09:14:46
Bem feito, a máscara dessa songa monga da Carol caiu, 😊😂 eu quero que pague por tudo
11/02/2019 07:10:27
Coitada da Aninha é a única ali que a mãe e a irmã não se importa, só o Pedro e o Pedrinho que se preocupam com ela.
11/02/2019 01:25:06
Fico triste pela Aninha que é a única q presta entre a mãe e irmã, mas adorei a reviravolta... Q venha o próximo...
11/02/2019 00:54:10
Ah e o que deu a entender é que Camila é tem relações sexuais com o ''pai''
11/02/2019 00:41:23
Caralho tá bom demais. acho que o Pedrinho é filho desse Sávio
11/02/2019 00:08:33
Gostou deste conto? Por favor, vote e comente. Quero escutar a opinião de vocês. Enquanto não sai o próximo capítulo aproveite para ler os meus outros contos aqui na casa. http://zdorovsreda.ru/perfil/242797 Obrigado

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