Dois primos safados


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Um conto erótico de Primo p
Categoria: Homossexual
Data: 09/02/2019 18:48:58
Nota 9.83
Assuntos: Gay, Homossexual

Meu primo Paulinho era um garoto safado que tinha o talento de me convencer a fazer todas as vontades sacanas dele. A primeira vez foi na piscina lá de casa, quando ele mergulhou com tudo da borda e o elástico frouxo do seu short cedeu, o que fez com que ele ficasse pelado, com o calção arriado pelos joelhos. Eu apontei e ri da situação, mas não sem um certo deleite em ver seu belo membro exposto, com toda sua vasta mata de pelos pubianos pretos. Em vez de se preocupar em cobrir sua nudez, Paulinho interpretou minha risada como uma provocação ou um desafio, dizendo:

– Ah é? Você vai ver só! Vem cá que vou arrancar a sua sunga! – e se lançou em minha direção, tentando me deixar peladinho como ele.

Nós nos engalfinhamos num combate enérgico; ele procurando por onde melhor puxar minha sunga para baixo e eu fazendo o que podia para impedir, ora retendo seus pulsos, ora suspendendo o elástico da sunga quando ele a começava a arriar. Conforme nos atracávamos, seu pau ia crescendo, assumindo um estado cada vez mais entumescido até que, ao fim do nosso embate, quando meu primo finalmente conseguiu me arrancar a sunga, ele exibia uma poderosa ereção!

Puxei para cima a minha sunga assim que Paulinho me soltou, mas ele continuou do jeito que estava: pelado e com o membro ereto! Eu não conseguia desviar o olhar e nem disfarçar um sorrisinho de canto de boca, meio envergonhado e meio curioso. Ele olhou ao redor para se certificar de que estávamos mesmo a sós e me propôs:

– Dá uma pegadinha, primo!

– Eu não, e se a minha mãe aparecer? – eu recusei, sem me dar conta que estava deixando claro para ele que a minha única preocupação era com a privacidade.

– Então segura logo, antes que ela venha! – ele me apressou, como se eu não tivesse outra escolha a não ser aproveitar a oportunidade…

Como eu continuava olhando com um misto de dúvida e desejo, mordiscando levemente o meu lábio inferior, Paulinho pegou meu pulso e guiou minha mão em direção ao seu membro. Assim era mais fácil para mim, eu só precisava me deixar levar, sem resistir. Olhei para um lado, olhei para o outro e empunhei a vara grossa do meu primo.

Que sensação inesquecível aquela de segurar pela primeira vez o pau de outro garoto! Eu conseguia até mesmo sentir a pulsação e o calor dele! Eu ia retraindo a pele macia, bem lentamente, revelando por inteiro a sua bela glande vermelha e inchada, reluzente com a umidade. Observei atentamente o desenho das veias, com toda sua ramificação e variação de cores. Dei-lhe umas três ou quatro apalpadas, fechando e abrindo a mão ao seu redor, como que para ter uma boa medida de sua espessura.

Aquela bela rola tinha um efeito magnético sobre o meu olhar. Eu só consegui interromper brevemente aquela contemplação para saciar minha curiosidade acerca da reação do meu primo. O rosto dele estava radiante, ele sorria de orelha a orelha. Nossos olhares se encontraram e logo fui contagiado por aquela expressão de felicidade, abrindo-me também num largo sorriso. Em seguida os olhos de Paulinho tornaram a se direcionar para baixo, apreciando a visão da minha mão a acariciar seu membro.

Tudo isso não durou mais do que dois minutos. Eu logo soltei o pau do meu primo e ele voltou a vestir seu short, afinal, não podíamos arriscar sermos surpreendidos pela minha mãe. No entanto, era como se o tempo tivesse parado para nós dois naquele momento. Voltamos aos nossos jogos e brincadeiras habituais, mas, pelo resto do dia, nós tínhamos certeza que um único pensamento ocupava as nossas mentes…

*-.-*-.-*

Dias depois, eu e meu primo Paulinho estávamos batendo bola no quintal da casa dele. Era um corre para lá, corre para cá, um tentando roubar a bola do outro, dribles e marcações serradas, esbarrões e contato corpo a corpo… Meu primo foi se excitando com aquela situação e logo ficou bastante aparente que ele não estava vestindo nada por baixo de seu leve short de nylon. Não demorou muito para ele ficar com uma tremenda de uma barraca armada, um volumão indisfarçável! Outra coisa que não dava para esconder era o meu sorrisinho bobo e minhas bochechas vermelhas em reação àquela visão.

– Chega aí primo, vem pra cá – disse Paulinho enquanto conduzia a bola com toquezinhos em direção ao fundo do quintal.

Eu o segui até o cantinho que ele queria: um ponto cego do quintal que ficava tapado de um lado pelo depósito de bugigangas dos fundos da casa, de outro lado por uma árvore e pela cerca da casa atrás. Um esconderijo de um por um metro, impossível de ver de longe e propício para nossas brincadeiras.

Meu primo entrou primeiro naquele cantinho e se escorou de costas pra parede. Eu entrei de frente para ele, num trotezinho de quem ainda acha que está disputando a bola. Sem fazer cerimônia e sem medo algum de não ser atendido, Paulinho suspendeu uma das pernas de seu shortinho curto e sacou o pau pra fora, sem dizer nada. Era como se eu não tivesse escolha: se ele mostrou a rola, então eu tinha que pegar, né?

Segurei com vontade o pau dele, com a vontade de quem vinha lembrando da primeira empunhada e estava cheio de curiosidade de segurar de novo! Era sério aquilo: toda noite antes de dormir, eu ficava recapitulando o que se tinha passado na piscina lá de casa. Eu fazia força para relembrar nos mínimos detalhes a imagem do pinto duro do meu primo. Repassando na mente aqueles dois minutinhos de contato repetidamente, me perguntando quando eu teria uma nova chance. E finalmente a oportunidade tinha chegado! Eu me posicionei meio de lado para facilitar os movimentos da punheta, pra cima e pra baixo no pau do meu primo. Enquanto isso, ele se apoiava em mim, com a mão no meu ombro.

– Primo, você sabe beijar na boca? – perguntou meu primo Paulinho.

– Não… – respondi com timidez e ansiedade, sem parar de masturbá-lo.

– Vem cá que vou te ensinar – ele respondeu, movendo sua mão do meu ombro para minha nuca puxando meu rosto em direção ao seu.

Os nossos rostos iam se aproximando e eu sentia meus olhos arregalarem, minha garganta trancar e o topo da minha cabeça suar! Ainda assim, não parei nem sequer um instante de punhetar o pau do meu primo.

– PAULINHO, VEM AQUI! – ressoou o grito da minha tia Dalva lá da cozinha, antes mesmo que nossos lábios pudessem se tocar.

Eu reagi com medo e confusão, largando imediatamente o membro que estava na minha mão e olhando ao redor assustadíssimo. Era como se eu tivesse sido descoberto! Meu primo, por outro lado, confiante da invisibilidade do nosso esconderijo, somente abaixou a perna do calção, ajustando o pau para dentro, e foi em direção ao chamado da tia Dalva, chutando e guiando a bola com toda naturalidade, como se nós estivéssemos jogando futebol até aquele momento.

Eu saí do cantinho mas não fui até a porta da cozinha. Fiquei um pouco afastado e desconfiado. Logo me dei conta do despropósito da minha apreensão: Vi tia Dalva dar dinheiro na mão do meu primo e mandar ele ir à vendinha comprar pó de café… Não tínhamos sido surpreendidos, não era nada demais…

Paulinho tocou a bola para mim e deu a volta ao redor da casa para sair. Eu continuei ali no fundo do quintal, chutando a bola contra o muro e esperando… Meu coração ainda estava batendo forte e minha mente continuava confusa. O que tinha (quase) acontecido ali?! Eu não estava preparado para aquela sensação: uma vontade não realizada de beijar meu primo na boca; outro garoto! Pegar no pinto dele era outra coisa, zoeira de meninos… nada demais. Mas beijar na boca?! Será que eu queria mesmo? Eu nunca tinha pensado naquilo antes. Eu estava ansioso que meu primo voltasse logo, mas era como se aquela ida à vendinha da esquina estivesse demorando uma eternidade! Estava dando tempo de pensar e repensar em tudo o que tinha sucedido e tudo o que poderia vir a suceder.

Na verdade, ele não demorou nem dez minutos para voltar, era só a minha impaciência que estava fazendo o tempo se alongar.

– Onde nós estávamos mesmo? – perguntou Paulinho, sonso.

– Jogando bola – eu respondi evasivamente, mais por medo do que por fingimento.

– Vem, vamos lá pro cantinho – ele disse.

Voltamos os dois para nosso beco, desta vez sem bola e sem fingir nenhum pretexto. Eu estava tremendo. Paulinho se encostou na parede e arriou o short até o chão. Sem perder tempo, ele guiou minha mão até o seu pau e conduziu meus primeiros movimentos masturbatórios.

– Vou te ensinar a beijar!

E daí tudo se passou sem titubeação. Ele puxou minha cabeça para perto, nossos lábios se tocaram e prontamente sua língua foi procurando a minha. Aqueles primeiros passos foram tão rápidos que ainda estávamos de olhos abertos no começo do beijo. Como eu vi que ele os fechou, logo imitei o gesto. A partir de então, cada sensação era na flor da pele: nosso beijo molhado, com nossas línguas se entrelaçando, a piroca pulsando da palma da minha mão, os meus ouvidos atentos aos ruídos do entorno…

Foram dois minutos do mais apoteótico tesão, até que ouvimos o carro do tio Osmar adentrando a garagem, do lado oposto da casa. Nós nos afastamos imediatamente; meu primo Paulinho recolheu o pinto pra dentro, eu fui em direção à bola.

Nem consegui dormir naquela noite…

*-.-*-.-*

Nossa terceira experiência foi no quarto de Paulinho. Nós estávamos jogando videogame, eu sentado na cama dele e ele sentado numa cadeira giratória. Tio Osmar estava fora e tia Dalva estava na área de serviço.

Paulinho bota o pau para fora e diz:

– Primo, dá uma mamada!

– Eu não, você tá louco? – eu recuso.

– Louco por quê? Você nem sabe que gosto tem! – ele argumenta.

– Nem preciso saber, que ideia… – desdenho, mas com uma ponta de curiosidade.

– Só prova pra saber se você gosta… se não gostar, pode parar de chupar.

– Melhor não, primo, sua mãe pode descobrir a gente – retruco, sabendo que minhas negativas estavam cada vez mais fracas.

– Ela tá lavando roupa, tá ouvindo o barulho? O tempo que estamos falando aqui, você já podia ter dado uma chupadinha!

Ao fundo, dava para ouvir o ruído “tchóc tchóc tchóc” da roupa ensaboada sendo esfregada no tanque, alternando com o som da água corrente da torneira. Meu primo estava certo: enquanto ouvíamos aqueles sons, era impossível que fôssemos descobertos.

Ele insiste mais uma vez:

– Anda vai, só uma mamadinha, só pra você saber se é gostoso!

Eu não consigo mais recusar. Olho para o meu primo com um pouco de ansiedade e apreensão… mordo o lábio inferior em sinal de dúvida… mas logo me sinto incapaz de resistir. Eu me rendo. Largo o controle do videogame sobre a cama e vou me inclinando pra frente. Meu rosto vai se aproximando do seu pau progressivamente. Como Paulinho está num assento mais baixo que o meu, sou obrigado a apoiar minhas mãos em suas coxas para manter o equilíbrio. Assim de pertinho, seu membro parece ainda maior e ainda mais belo. Abro ligeiramente a minha boca. Aproximo-me ainda mais e sinto com os lábios o primeiro toque suave da cabeça inchada do pau do meu primo. Sua glande desliza pelos meus lábios, macia e úmida. Aumento a abertura da minha boca para deixar a cabeça do membro entrar, com cuidado para não arranhá-la com os dentes. Prossigo abocanhando uma porção ainda maior daquele pênis volumoso, descendo mais ou menos até a metade, ponto em que sinto minha boca suficientemente preenchida. Parece-me que com aquele tanto de pau é o ideal para provar o sabor. E então eu saboreio: uma sugada. Duas sugadas. Três sugadas.

É o bastante. Vou tirando a boca lentamente, deslizando a língua no movimento contrário para uma última prova. Sim, é delicioso o pau do meu primo… A vontade é de continuar mamando, mamando, mamando sem parar… Mas o combinado era que eu só ia sentir o gostinho, só testar o sabor. Não parece certo eu demonstrar tanta gula e assanhamento logo na primeira vez.

Quando eu tirei a boca do pau do meu primo, meu coração batia freneticamente… sentia minhas bochechas queimando! A gente se entreolhava sem palavras, os dois sorridentes mas ao mesmo tempo atônitos. Ele estava tão sem reação quanto eu; acho que meu primo não esperava que eu fosse concordar com aquilo. Era uma sensação muito estranha, que misturava alegria e vergonha numa coisa só!

Ouvimos cessar o som da água da torneira. Paulinho se recompôs, colocando o pau para dentro do short. Retomamos o nosso jogo de videogame. Dali a pouco, escutamos os passos da tia Dalva se aproximando. Ela abre a porta do quarto sem bater e pergunta:

– Paulinho, tem roupa para lavar?

Meu primo pausou o jogo e entregou algumas peças de roupas para a mãe com a maior naturalidade. Eu tentei evitar olhar para ela, envergonhado, como se ela fosse descobrir o que eu fiz só de olhar para mim…

*-.-*-.-*

Certo dia, eu estava no meu quarto, trocando de roupa para ir tomar banho de piscina, quando fui surpreendido pelo Paulinho. Minha mãe provavelmente estava do lado de fora, porque eu não escutei ela falar nada quando meu primo chegou lá em casa. Na verdade, ele deve ter entrado em casa na ponta dos pés, porque eu não ouvi os passos dele.

A porta do meu quarto estava aberta e eu estava de costas para ela. Eu arriei minha bermuda e a deixei deslizar pelas minhas pernas, caindo até o chão. Tirei os pés de cima e me curvei para frente a fim de catar a peça do chão. Bem naquele instante, quando eu estava com o rabo empinado para o alto, eu escuto por trás de mim:

– Hummm, parece que eu cheguei na hora certa! – era o meu primo, parado à porta.

Ora, eu estava numa posição tão exposta no momento em que ele chegou, que ele deve ter conseguido ver até as preguinhas do meu cu!

Imediatamente eu endireitei o corpo para cima e tentei cobrir meu bumbum puxando a camiseta para baixo, mas ela não era longa o suficiente para me tapar as polpinhas. Por isso, eu tratei de encobrir minhas nádegas e o meu reguinho com as duas mãos, da melhor maneira que eu conseguia, e dei meia volta para ficar de frente para a porta. Mas como eu era atrapalhado! Logo realizei que virando para o outro lado, eu estava era com o pintinho à mostra, e fiz o que pude para cobri-lo mais que depressa.

– Primo, eu estava trocando a roupa pra ir nadar, o que você tá fazendo aqui? – perguntei acanhado, ao mesmo tempo que tentava me explicar.

– Eu também vim pra cair na piscina! – ele respondeu ao mesmo tempo em que tirava a roupa na minha frente, bem ali de porta aberta!

Inconsequente e sem medo de nada, Paulinho se aproximou de mim peladinho e começou a me agarrar, enquanto fazia força para tirar minha mão de cima do meu pintinho.

– Espera, primo, eu vou vestir a sunga pra gente ir nadar – eu falei enquanto fazia o possível para continuar me cobrindo.

– Nada, bora entrar assim mesmo! – ele disse sem a menor noção.

– Cê tá louco, minha mãe tá aí!

– Então vamos ficar aqui no quarto mesmo, deixa eu comer sua bundinha!

– Para com isso primo, se a minha mãe pegar a gente, nós tamo fudido!

(continua...)

Comentários

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12/02/2019 11:58:21
Deliciosa narração... me fez lembrar da minha adolescência, oooo saudades que me deu do meu grande amigo (Grande por todos os lados).
10/02/2019 23:58:23
MAS QUE PAULINHO SAFADO. E VC SEMPRE CAINDO NA LÁBIA DELE. FALTOU DESCREVER MELHOR OS PERSONAGENS. TIPO IDADE, CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ETC. MESMO ASSIM O CONTO ME PARECE MUITO BOM. AQUI AGUARDANDO AS PRÓXIMAS AVENTURAS DE PAULINHO. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
10/02/2019 22:34:15
Que escrita maravilhosa! Publica mais!
10/02/2019 19:54:14
Nossa, que maravilha de conto e de escrita . Relembrei da minha infância com primas e amiguinhos.Delicioso. Aguardo a continuação. P.S que seja bem rápido !!!
10/02/2019 03:02:05
Nossa que tesão continua
09/02/2019 20:21:58
amei.




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