Meu Prazer - Capitulo III: Quem Procura, Acha


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Um conto erótico de Daniel Avery
Categoria: Homossexual
Data: 08/02/2019 19:50:33
Nota 9.50

Capitulo III

“Quem procura, acha”

Uma semana tinha se passado desde que tio Mark e eu tínhamos feito sexo. Passei uns dias com minha bunda dolorida, resultado do sexo maravilhoso que tínhamos feito. E como combinado, as coisas estava normais.

Era minha última semana de férias, pois logo eu iria começar meu primeiro ano na faculdade de direito. Eu tinha ganhado uma bolsa de estudo na maior faculdade de Los Angeles, a LA Elite. Mas mesmo tendo conhecido uma bolsa, eu precisaria de dinheiro e somente com o salário do meu tio não dava para manter minhas despesas, ele trabalha com engenheiro civil. Então resolvi procurar um emprego.

Acordei cedo em uma manhã de quarta e desci para tomar café. Meu tio acabava de colocar a mesa do café da manhã quando eu cheguei.

- Ei bom dia, garotão. – Falou quando me viu. – Já acordado? Suas aulas não começam só semana que vem?

- Bom dia, tio Mark. Elas começam na próxima semana, mas resolvi procurar um emprego. – Falei sentando na mesa e pegando um pão. – Já está na hora de eu ajudar nas despesas da casa.

- Não precisa se preocupar com isso. Você só tem que se preocupar em estudar e passar de ano. – Tio Mark sentou e começou a tomar café.

- Eu quero fazer isso, tio. Quero ter um emprego. Ter as minhas coisas. – Dei uma mordida nos waffles. – Ser independente. Daqui a duas semanas eu faço 18 anos.

- É verdade! Meu garotão está virando homem. – Ele olhou para mim sorrindo. – Como o tempo passa rápido. Um dia desses você estava correndo para minha cama com medo dos seus pesadelos e das tempestades.

- Nossa, tia Elle corria para o meu quarto quando me ouvia grande. – Disse sorrindo, mas meu sorriso foi morrendo quando olhei para meu tio. – Tenho tanta saudades dela.

- Ela ficaria muito orgulhosa de você. Do homem que você se tornou.

- Bom, eu vou andando, entregar meu currículo – levantei da mesa e dei um beijo na bochecha de tio Mark.

- Boa sorte pra você. – ele falou.

Sai de casa, e fui para o centro. Entreguei meu currículo em alguns lugares que estavam tendo vagas. Andei muito e quando percebi já era de tarde. Estava morrendo de fome e decidi parar em uma lanchonete. Sentei em uma mesa e esperei o atendente vir até onde eu estava.

Estava distraído mexendo no celular quando escuto uma voz.

- O que vai querer? – Olhei para cima e vi o dona da voz. Era o atendente da lanchonete. Ele era lindo, branco, olhos claros, cabelos pretos rebeldes, parecia ser um pouco mais velho que eu, 20 ou 21 anos por ai. – Então, o que vai querer? – Quando ele falou de novo, eu sai do transe.

- Eu não sei, o que você sugere? – Perguntei.

Ele olhou para mim. Seu olhar era penetrante. Ficamos nos encarando por alguns segundos até que ele sorriu e falou:

- Bom, dizem que o X-Burger daqui é o melhor da região. – falou sem tirar os olhos de mim.

- Sério? Então acho que vou querer ele e um milk-shake, por favor. – falei. O cara continuou me olhando. – Sabe, tem alguma coisa no meu rosto? Porque você não para de olhar.

Ele abriu ainda mais o sorriso. – Não tem nada. É só que gosto de olhar as belas paisagens. – Ele piscou de olho para mim. – Um X-Burger e um milk-shake saindo já, já. – Ele se virou e saiu.

Sorri comigo mesmo enquanto ele saía para buscar meu pedido. Tina quase certeza de que aquele cara estava flertando comigo, e eu estava gostando disso.

Enquanto eu esperava meu pedido ficar pronto, comecei a mexer um pouco no meu celular. Desde vez enquanto eu dava uma olhada para o cara que me atendeu e todas as vezes ele estava olhando para mim e sorria, e eu retribuía o sorriso. Depois de uns minutos ele veio deixar meu pedido.

- Um X-Burger e um milk-shake. – Ele falava enquanto colocar as coisas na mesa. – Posso ajudar mais alguma coisa?

Já que ele estava me dando mole, resolvi ser atrevido.

- Na verdade pode sim. – Sorri maliciosamente. – Que horas você sai daqui?

Um sorriso safado apareceu em seus lábios. – Meu expediente termina daqui á três horas. Depois estarei livre.

- Hum, bom saber. – Falei e dei uma mordida no meu x-burger. – Que tal a gente se diverti um pouco depois?

- Seria ótimo. – Ele disse e saiu para atender outros cliente.

Continue comendo meu lanche e pensando no que eu tinha acabado de fazer. Era a primeira que eu tomava a iniciativa de algo assim e me senti bem com isso. Se desse certo esse cara seria o primeiro homem com que eu foderia depois do tio Mark.

Terminei meu lanche e pedi a conta. Paguei a conta e levantei da mesa, olhei para ele e fui saindo da lanchonete, sai para fora e ele veio atrás.

- Ei, sobre aquele papo de nos divertirmos, ele ainda está de pé? – Perguntou. – Porque te achei um delicia e estou louco para te provar.

- Bem direto você hein. – Sorri. – Claro que está de pé. Só tenho que terminar de fazer uma coisa e depois no final do seu expediente eu vou aqui.

- Vou ficar esperando. – Ele falou e foi entrando na lanchonete.

Fui andando. Tinha que terminar de entregar currículos por ai. O tempo passou voando e quando olhei no relógio vi que o cara já devia está saindo do trabalho, então voltei lá na lanchonete e quando cheguei avistei ele encostado na parede.

- Já tava achando que você tinha me dado um bolo. – Falou quando me viu.

- Eu não dar um bolo em um cara gostoso como você. – falei sorrindo. – Então, para onde vamos?

- Que tal a minha casa? E perto daqui. – Ele falou.

- Perfeito. Vamos? – Ele foi mostrando o caminho e eu o segui.

Depois de andarmos alguns minutos, chegamos em frente ao um prediozinho simples, entramos e fomos para o elevador. Subimos até o terceiro andar e paramos em frente a um apartamento. Ele abriu a porta e entramos.

O apartamento dele era pequeno, mas era charmoso, estava um pouco bagunçado mas nem liguei.

- Desculpe pela bagunça. – ele falou.

- Sem problemas – eu disse. – Sua casa é bacana. – Estava olhando para um porta retrato que tinha na estante quando ele grudou seu corpo no meu.

- Desde de quando olhei você a primeira vez na lanchonete que eu queria muito fazer isso. – Ele falou no meu ouvido, me virou de frente pra ele e, sem eu esperar, me deu um beijo. Ainda surpreso, retribui e começamos a nos beijar intensamente. Ele beijava bem demais. Depois de uns minutos paramos para tomar fôlego.

- Nossa, nunca beijei ninguém assim. – Ele falou, sua respiração pesada.

- Você beija muito bem. – Falei.

Começamos a nos beijar de novo, minhas mãos passeava pelo seu corpo, tirando sua camisa. Ele também tirou a minha. Como pude notar ele era realmente muito gostoso. Tinha a barriga com alguns gominhos. Uma tatuagem de cruz no peito esquerdo.

Continuamos nos beijando, era tão bom beijar ele. Fui beijando seu pescoço e fui descendo. Cheguei aos seus mamilos e passei a língua neles, dando mordidinhas. Me pus de joelhos, desabotoei sua calça, olhei para ele e ele me olhava com um olhar selvagem. Abaixei sua calça e deixei só com um cueca cinza. Um enorme volume se formava dentro da sua cueca.

Segurei seu pau, apertando. Dava pra ver que era grande. Fui passando a língua nele ainda na cueca, dando mordidas. Ele gemia baixinho.

- Você está me matando de tesão. – Ele falou – Meu pau está louco pela sua boca.

Sorrindo, fui tirando a cueca dele lentamente, seu pau pulou majestoso para fora. Era uma delicia, branco, cabeça rosada, grande e já estava até babando.

- Uau, que delicia de pau você tem. – falei batendo uma pra ele.

- Todo seu para fazer o que quiser.

Passei a língua pela cabeça, saboreando ela. Pus na boca e chupei. Minha boca subindo e descendo naquele cacete delicioso.

- Aahhh, isso. Chupa meu pau. Aahhh. – Ele agarrou meu cabelo e lentamente, começou a foder minha boca. – Que boca gostosa.

Aumentou o ritmo e foi fodendo minha boca mais forte, me fazendo engasgar e babar muito. Chupei suas bolas, passando minha língua nelas. O pau dele estava muito duro, a cabeça ficando roxa.

Levantei e beijei ele de novo, nunca parando de tocar em seu pau.

- Quero você dentro de mim agora – Eu já estava tomando pelo tesão. Ele pôs uma camisinha e sentou no sofá. Me encaixei de costa para ele e comecei a sentar.

- Aahhh, porra! Que cu apertado, delicia. – Ele gemia enquanto eu ia sentando.

Nossos gemidos ecoavam pela sala, eu sentava e rebolava cada vez mais. O pau dele me preenchendo por completo.

- Isso, senta gostoso no meu pau! – Ele deu um tapa na minha bunda. – Porra, delicia. Que cu gostoso.

- Delicia é esse seu pau. Aahhh!! – Comecei a bater uma enquanto ele me fodia.

- Quero de foder de quatro. – Falou e eu sai de cima dele, fiquei de quatro no sofá e ele foi metendo em mim.

Ele tirava quase todo e metia de uma vez, me fazendo gemer alto. Eu queria mais e mais e pedia pra ele meter mais forte.

- Isso, fode essa cu!! Mais forte!! – Eu gemia.

Ele acelerou o ritmo, puxando meu cabelo e falando putarias. Minha bunda já estava ardendo de tanto que ele dava tapas, mas não reclamava pois isso só me dava mais tesão.

- Delicia... de... bunda... da... porra... – Cada palavra ele metia mais fundo.

Depois de uns minutos ele disse que estava perto de gozar.

- Quero gozar na sua cara. – Falou saindo de dentro de mim. Me ajoelhei na frente dele. Chupei mais um pouco e depois ele começou a bater uma até que senti os jatos na minha cara. – Aaaahh, porra!!

- Aaahhhh!! – Gozei ao mesmo tempo que ele.

Sentei no chão e ele sentou no sofá. Ficamos lá, os dois mortos, suados, saciados depois de um sexo maravilhoso.

- Nossa, essa... foi uma das melhores transas da minha vida. – Ele falou sorrindo. – Quer tomar banho?

- Quero sim. – Respondi e me levantei.

Fomos para o banheiro. Começamos a nos beijar debaixo do chuveiro, o pau dele já estava duro novamente. Chupei mais uma vez enquanto a água escorria pelos nossos corpos. Ele me encostou na parede e entregou em mim, me fodendo. Olhei para trás e demos um beijo. Encostei minha cabeça na parede, gemendo enquanto era fodido com força, e depois ele gemeu alto e gozou com seu pau ainda dentro de mim.

Terminamos o banho, vesti minha roupa e me preparei para ir embora.

- Nós veremos de novo? – Ele perguntou quando eu cheguei a porta.

- Hum, sabe um dia a gente se cruza por ai de novo. – Pisquei um olho para ele e sai.

- Ei você nem disse seu nome. – Escutei ele falar enquanto caminhava até o elevador. Esperei o elevador chegar e quando olhei para trás o cara vinha na minha direção. Chegou perto de mim e me deu um beijo, mas esse foi diferente, foi suave, gentil.

- Não podia deixar você ir embora sem isso. – Falou segurando meu rosto. O elevador chegou e eu entrei. – A propósito, meu nome é Chris.

- O meu é... – Não deu tempo de terminar pois a porta do elevador fechou.

No caminho para casa fui pensando em Chris e no nosso sexo incrível. Quando estava chegando perto do ponto de ônibus vi uma placa em um bar que dizia: “Precisa-se de barman”. Sem pensar muito entrei no bar.

Tinha algumas pessoas em umas mesas bebendo, me aproximei do balcão e o barman perguntou o que eu queria.

- Oi, o que vai querer?

- Ah, oi. Na verdade, eu vim aqui pela placa lá fora – Falei.

- Ah sim, certo. Vou chamar o dono do bar. – Ele entrou em uma porta nos fundos e depois voltou com um homem. Ele era alto, um pouco forte, cabelos loiros, barba rala, devia ter uns 30 anos por ai.

- Olá, eu sou Dennis Calaway, o proprietário. – O homem falou estendo a mão.

- Oi, eu sou Daniel Avery. – apertei a mão dele.

- Então, você se interessou pelo vaga de barman? – Perguntou. – Hoje é o último dia do Carl e eu preciso de alguém.

- Entendi. Sim, eu estou interessado nessa vaga. – falei.

- Bem, você é maior de idade? – Perguntou me olhando de cima a baixo.

- Na verdade ainda não. Mas vou fazer 18 daqui a duas semanas. – falei.

- Bom, a gente não costuma contratar menores de idade, mas como você vai fazer 18 daqui a duas semanas então posso abrir uma exceção. – Devlin falou e sorriu. – Bom, Daniel. Quando você pode começar?

- Quando o senhor quiser – Falei sorrindo.

- Ok, você pode começar no sábado. – Ele falou. – Você passa amanhã aqui para acertarmos as coisas.

- Tudo bem. Muito obrigado pela oportunidade, senhor Calaway. – Falei levantando.

- Espero você no sábado, então. – Nós nos cumprimentamos e eu sai.

Não acredito que tinha arranjado um emprego e tinha feito um sexo maravilhoso. Dei mais um passo na minha nova vida. E ainda teria muitos coisas para viver nela.

Comentários

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09/02/2019 17:56:55
POIS É AS COISAS ESTÃO ACONTECENDO AOS POUCOS COM VC. CONTINUE.
08/02/2019 22:38:32
goatei




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