Empregadinha para a chefe...


Um conto erótico de Casal Bi Timido
Categoria: Heterossexual
Data: 11/01/2019 02:44:59
Nota -

Durante a semana, Gabi dormiu na casa da chefe na terça-feira. Estava cada vez mais safada, e gostando cada vez mais de sessões de BDSM com a chefe. Na quarta-feira pela manhã me mandou uma mensagem dizendo que estava toda dolorida, mas que a noite tinha sido ótima, que tinha gozado feito uma louca, e que ainda estava com muito tesão, e doida para me contar e transar comigo naquela noite. Quando chegou em casa estava realmente com um fogo acima do normal, e transamos muito gostoso. Sua bucetinha escorria seu melzinho, estava encharcada de tesão.

Me contou como tinha sido a transa das duas, e que a chefe tinha pedido para ela ser sua escravinha no final de semana, quando receberia outra escrava sua, e que queria alguém para lhe ajudar com a novata. Ela respondeu que não podia, já tinha compromisso no sábado, mas que me emprestava para ser sua escravinha para a chefe. Respondi perguntando se ela tinha certeza mesmo daquilo, e ela disse que sim, que não tinha ciúmes da chefe, principalmente porque eu estava deixando ela dormir sozinha lá também. Perguntei como seria, e ela me disse que veria com a chefe na quinta, e me avisaria.

Na quinta à noite ela chegou, e me disse que a chefe já tinha arranjado uma sessão para mim no salão no sábado a tarde, que mandaria algumas coisas direto para lá, que me preparariam, e eu deveria ir diretamente para sua casa depois. Como agora já conhecia bem as meninas do salão topei sem maiores problemas.

No sábado à tarde fui para o salão, e como de costume me levaram para uma sala separada no 2o andar. Fizeram a sessão usual de depilação, mas desta vez não foi tão dolorida, meus pelinhos estavam curtos da sessão da semana anterior, e elas foram mais carinhosas. Quando terminaram, me mandaram tomar uma ducha no banheiro da sala, e aproveitar para limpar meu cuzinho, com a duchinha que tinha lá. Fiz a limpeza, e tomei um banho curto, mas bem gostoso, sentindo a água quente sobre minha pele lisinha.

Quando voltei ao quarto, as duas me esperavam, ambas usando luvas. Me mandaram deitar na maca, e disseram que iam me preparar para meu pauzinho ficar "calminho". Deitei na maca, e as duas vieram brincar com meu cuzinho e meu pau. Lubrificaram bem meu cuzinho com KY, e começaram ambas a explorá-lo, enfiando seus dedos no início, e aumentando a quantidade de dados até começarem a enfiar suas mãos em mim. Alternavam entre quem me fodia com a mão, enquanto a outra acariciava meu pau e minhas bolas, e chupavam a cabeça do meu pau. Continuaram nessa brincadeira me fazendo gozar 3 vezes, até não sair mais porra do meu pau. Nesta altura já enfiavam 2 mãos em mim, e diziam que meu cuzinho realmente era muito guloso, talvez o mais guloso de todas as clientes delas. Aproveitaram e colocaram um plug enorme em meu cuzinho, deram bons tapas em minha bunda, e me mandaram tomar mais um banho para limpar todo o KY espalhado por meu cuzinho, saco e pau. Lavei rapidamente, e voltei para me prepararem. Com a prática de sempre, prenderam meu pau agora bem murchinho para trás, prendendo com o esparadrapo transparente.

Abriram a sacola que a chefe tinha mandado, e começaram a me preparar. Dentro havia novamente um par de próteses, peitões um pouco maiores que a semana anterior, mas ainda menores que os da Gabi e da chefe. Colaram as próteses em meu peito usando o adesivo, como da outra vez, e me vestiram com um sutiã tomara que caia, que ficou bem cheio com aqueles peitões. Colocaram também uma micro calcinha, meias e ligas, e retiraram da sacola a roupa que eu usaria. Era uma roupa de empregadinha, com saltos altíssimos, e um vestidinho com avental muito curto. Praticamente nem cobria minha bunda. Tinha também um decote generoso na frente, que deixava parte do sutiã exposto, com aqueles peitões ficando ainda mais ressaltados. Tinha também uma tiara, que colocaram em mim depois de fazerem uma maquiagem e passarem um batom vermelho. Como sempre, alguém tinha parado meu carro nos fundos do salão, e eu podia sair por trás diretamente sem ser notada, de forma bem discreta.

Fui para a casa da chefe, e na portaria perguntaram onde iria. Dei o nome da chefe, o número da casa, e disse que meu nome era Gabriela, e era da empresa de eventos, que iria servir os convidados naquela noite. Eles anunciaram, e fui autorizada a entrar. A chefe me recebeu na porta, e me mandou entrar. Disse que eu estava muito gostosa, que tinha adorado me ver de empregadinha. Mandou eu ir para o quarto de empregada, ficar sentadinha esperando, que ela me chamaria quando necessário. Mas queria judiar de mim. Ligou a TV do quarto em um filme pornô, e usando um controle remoto que estava com ela ligou o vibrador do plug em meu cuzinho. Falou que era para eu ficar sentadinha, sem brincar com meu "grelo" nem gozar. Como tinha acabado de gozar algumas vezes no salão, achei até que não seria tão difícil. Mas o filme que estava passando tinha uma crossdresser vestida de empregadinha como eu estava, e sendo fodida por 2 machos pauzudos. Não tinha como não relacionar as coisas, e com aquele vibrador no plug em meu cuzinho, meu tesão foi subindo. Mas eu era uma putinha obediente, e fiquei esperando o chamado da chefe.

Algum tempo depois o interfone do quartinho toca, e quando atendi era ela, dizendo que precisava dos meus serviços imediatamente no quarto BDSM. Que no caminho pegasse a bandeja que tinha sobre a mesa da cozinha e trouxesse para ela. Na bandeja haviam alguns objetos: um enorme plug como o que eu estava usando, uma corda, algumas luvas, alguns grampos que não sabia para que serviam, um pequeno chicote que era uma haste com uma tira de couro na ponta, e dois potes grandes, um com lubrificante, e outro com um óleo. Peguei a bandeja e subi imediatamente as escadas, me sentindo realmente uma empregadinha.

Chegando ao quarto, a porta estava fechada, e bati. Ouvi a voz da chefe dentro me mandando entrar. Abri a porta silenciosamente, e entrei no quarto. Dentro dele estavam a chefe, nosso macho negro, e o caminhoneiro barrigudinho. Estavam vestidos ainda. A chefe estava com uma roupa de couro, que tinha uma calça super agarrada em suas coxas gostosas, mas com aberturas estratégicas na bunda, e também na sua bucetinha, mas que não estava visível pois usava um strap-on que saia pela abertura. Era bem grosso, algo entre o pau de nosso macho e o pau do caminhoneiro. Era bem comprido também, do mesmo comprimento do pau de nosso macho. Ver aquela rolona, com o plug vibrando no meu cuzinho, me deixou ainda com mais tesão.

Sobre a maca no centro do quarto estava a escrava que Gabi tinha mencionado. Vestia uma roupa de látex bem colada no corpo também, e também com aberturas estratégicas na bunda, na bucetinha, e nos peitos, que também eram grandes como os da Gabi. Ela usava um capuz de látex que cobria seu rosto todo, somente com aberturas na boca e no nariz. Mas sua boca estava com a mesma bola com a tira de couro que a chefe tinha usado conosco na semana anterior, tampando sua boca, e não permitindo que ela falasse nada. Estava sentada na maca, com os braços algemados para trás das costas.

Coloquei a bandeja sobre a mesinha ao lado da maca conforme mandado pela chefe, e perguntei: a senhora precisa de mais alguma coisa? Ela respondeu com um suave tapa na minha bunda, dizendo que agora não, que eu podia ir para o canto do quarto, me ajoelhar, e ficar aguardando suas próximas ordens. Fui para o canto indicado, me ajoelhei no chão, e fiquei aguardando. Aquela posição me fazia sentir a vibração do plug ainda mais.

Os machos estavam sentados no sofá, ao lado da maca, e acompanhavam de pertinho a sessão de "tortura". A chefe pegou a corda sobre a bandeja, e demonstrando uma destreza que só a prática constante permite, começou a amarrar a escravinha, passando a corda por suas costas, e amarrando seus peitões, passando a corda ao redor deles, trançando a mesma entre eles, e voltando novamente para as costas. Aqueles peitões começaram a ficar mais pontudos para a frente, e ligeiramente vermelhos pela circulação reduzida do sangue causada pelo apertar das cordas. Os bicos estavam muito duros, e ela gemia baixinho. Deveria estar gostando. Quando terminou de amarrar, deitou a escrava de costas na cama, e pegou sua vela para começa a pingar cera quente. Como as únicas partes do corpo não cobertas pelo látex eram seus peitões, sua bucetinha e seu cuzinho, a chefe prendeu cada tornozelo dela em uma tornozeleira de couro, que foi presa a cordas que vinham do teto, uma de cada lado do quarto. Apertou um botão, e um motor começou a puxar as cordas, e as pernas da escrava foram sendo erguidas, uma para cada lado, deixando elas bem abertas, e com a bucetinha e cuzinhos apontados para cima. A posição da escrava deveria ser bem incômoda, com praticamente só seus ombros e sua cabeça apoiados na maca, e suspensa por seus tornozelos deixando suas pernas bem abertas.

A chefe acendeu a vela, e aguardou um tempo, criando um clima de tensão. Eu imaginava o que passava na cabeça da escrava, presa daquela forma, sem saber o que viria a seguir. Depois de alguns minutos a chefe chegou perto dela, e começou a pingar a cera quente sobre seus peitões amarrados. A escrava retorcia seu corpo a cada gota que caia. Eu já tinha sido usada assim, e sabia que não era dor, mas que a temperatura alta da cera na pele causava uma sensação de tesão muito grande. Com os peitões praticamente cobertos de cera, somente os biquinhos de fora, a chefe pousou a vela sobre a bandeja, ainda acesa, e pegou 2 dos grampos que estavam sobre a bandeja. Eles eram ligados por uma corrente. Abriu cada grampo, e colocou cada um sobre um dos biquinhos, apertando-os e causando um gemido profundo na escrava. Ela começou a se retorcer mais, e tomou um belo tapa na bunda, mandando ela ficar quietinha. Depois a chefe começou a puxar lentamente a corrente que unia os grampos, fazendo ela esticar e puxar os grampos, e por consequência, também os biquinhos. Isso causou mais gemidos da escrava. A chefe então passou a alterar lambidas e mordidas na ponta dos biquinhos, perto de onde os grampos os apertavam. Os gemidos da escrava foram ficando mais fortes, principalmente quando ela mordia. A sessão de tortura continuou, e a chefe novamente pegou a vela, e agora começou a pingar a cera sobre sua bucetinha e seu cuzinho, que estavam bem abertos e virados para cima. A escrava gemia muito forte agora.

A chefe me chamou com o dedo, sem falar nada, e apontou para os machos, mostrando que eu deveria prepará-los para foderem a escravinha. Fez o sinal de boquete com a boca, mostrando que eu deveria chupá-los para deixá-los bem duros. Caminhei rebolando bastante até eles, dei as mãos para ambos os fazendo ficar de pé. Abri suas camisas, seus cintos, e abaixei suas calças e cuecas, libertando suas rolas. A rola do caminhoneiro já estava bem dura, e com a baba na ponta indicando o quanto ele estava excitado vendo aquela cena. A rola de nosso macho negro estava meia-bomba, mas também com a baba na ponta, indicando que ele também estava se excitando. Segurei ambas as rolas com a mão, e iniciei a mamada pela rola do macho negro, afinal ela precisava de uma ajudinha final. Punhetava o caminhoneiro lentamente, enquanto ia tentando engolir a rolona negra. Ambos olhavam para a empregadinha ajoelhada na sua frente, mamando e punhetando as rolas. Eu estava ficando craque no boquete, e em poucos segundos a rolona do meu macho estava muito dura, e ele me segurando pela cabeça fodia minha boca. Eu adorava aquilo, e ele também. Me fodia carinhosamente, mas enfiando sua rola bem fundo, me fazendo engasgar.

Enquanto eu preparava os machos, a chefe tinha limpado a cera do corpo da escrava, e passado um óleo pelos peitões e pela buceta e cuzinhos, deixando-os bem brilhantes. Vestiu as luvas, e pegando o pote de lubrificante, começou a espalhar uma quantidade generosa pela bucetinha e cuzinho da escrava, empurrando para dentro com seus dedos. Depois pegou o plug como o meu, e enfiou de uma única vez no cuzinho da escrava, e o ligou. O plug passou a vibrar dentro dela, forte, e seu corpo passou a se contorcer mais, bem como os gemidos aumentaram. Continuava suspensa pelos pés, com sua buceta exposta. Agora a chefe passou a alternar tapas na buceta, com brincadeiras em seu grelo. Isso pareceu deixar a escrava ainda mais doida!

Aí a chefe pegou o outro grampo que estava na bandeja, e colocou ao redor seu grelo, deixando ele bem exposto, com o grampo segurando ele bem para fora. Deu uma lambida longa e lenta com sua língua na parte exposta do grelo, e a escrava começou a gritar, abafado pela bola, de tesão. Tomou vários outros tapas fortes, tanto na bunda quanto na buceta, inclusive batendo sobre o grelo exposto e o grampo. A escrava se contorcia de tesão, estava ficando maluca. A chefe começou então a enfiar seus dedos na buceta, e foi aumentando a quantidade, e em pouco tempo já tinha uma mão dentro da buceta. Enfiava a mão fundo, e torcia o braço dentro dela, para fazer a mão se movimentar dentro da buceta. Mas fazia lentamente, para deixar a escrava mais louca, sem simular uma penetração. Quando a escrava tentava rebolar para a mão parecer uma rola penetrando, tomava tapas na bunda e a ordem imediata de ficar quieta, ou ela tiraria a mão. Sossegava por um tempo, mas depois voltava a rebolar. A chefe começou a enfiar os dedos da outra mão ao redor, e em pouco tempo estava com as duas mãos em sua buceta, e mexia seus braços para provocar a escrava. E aí virou para nós, para ver se os machos estavam prontos. Abriu um sorriso vendo sua empregada putinha manipulando aquelas rolonas duras, mas mantendo os machos sem gozar.

Retirou suas mãos da buceta dela, deu mais alguns tapas fortes em seu grelo e seus peitões, e abaixou suas pernas, ainda com o plug enfiado no cuzinho. Continuava com seus peitões amarrados, e seus braços algemados para trás, completamente indefesa. Pediu aos machos para tirarem ela da maca, e trazê-la para um lado do quarto, onde tiras pendiam presas do teto. Passou uma das tiras por baixo de suas costas, entre o corpo e os braços, mas por cima de onde as cordas que amarravam os peitões estavam. Uma segunda tira foi passada por baixo do corpo na altura da sua cintura, apoiando assim suas costas e deixando a escrava suspensa pelas tiras. Suas pernas foram dobradas para cima, e as tornozeleiras que antes levantavam suas pernas sobre a maca foram presas na primeira tira, deixando as pernas em dobradas para cima e para trás. Sua buceta e seu cuzinho ficaram completamente expostos.

A chefe chamou o caminhoneiro para a direção da cabeça da escrava. Soltou a bola que estava presa pela tira de couro e guiou a rolona do caminhoneiro para sua boca. A rola era enorme, e a escrava não conseguia abrir mais a boca, fazendo com que seus gemidos ficassem ainda mais abafados. Foi até nosso macho, e também o puxando pela rola, apontou aquele caralho enorme para a entrada da bucetinha. Colocou uma mão nas costas de nosso macho, e com a outra segurou o corpo da escrava. Com um movimento rápido de seus braços fez com que aquela rola entrasse fundo, em uma única estocada, na bucetinha. A escrava soltou um gemido profundo, com a sua boca atolada com a rolona do caminhoneiro. Aí afastou o macho até tirar a rola da bucetinha dela, agachando na frente dele e chupando a rola para sentir o gosto da bucetinha encharcada. Repetiu a cena umas 3 ou 4 vezes, sempre atolando a rolona com força e fundo na escrava, depois tirando e mamando a rola para sentir o gosto dela. A escrava se contorcia, provavelmente porque estava louca por rola.

Fez os machos trocarem de lugar depois de uma nova estocada na bucetinha, e agora a escrava mamava a rolona negra com seu próprio gosto. Como a rola era um pouco menos grossa que a do caminhoneiro (mas ainda assim enorme!), a rola entrava mais fundo em sua boca e garganta, fazendo com que ela engasgasse e babasse muito na rolona. E aí apontou a rola muito grossa do caminhoneiro para a bucetinha, para repetir o que tinha feito com o macho negro. Na primeira estocada da rola grossona, a escrava retesou seu corpo todo para cima, acusando o golpe. Isso fez com que a rolona do negro entrasse mais fundo em sua garganta, e ela engasgasse. A chefe segurou o monstro dentro dela por alguns segundos, e depois retirou tudo, como tinha feito antes. Depois voltou a dar uma estocada só naquela bucetinha, e novamente retirou a rola toda. Nas vezes seguintes a escrava retesou menos o corpo, e gemeu mais gostoso, mostrando que estava gostando muito. Quando começou a gemer muito, a chefa mandou parar novamente, e retirou o plug do seu cuzinho. Dava para ver o quanto estava aberto.

Pediu para os machos trocarem novamente de posição, com o caminhoneiro novamente com sua rola atolada na boca da escrava. Cuspiu na cabeçona do pau de nosso macho negro, e repetiu o que tinha feito com sua bucetinha, mas agora no cuzinho. Fez o negro entrar numa única estocada no seu cuzinho. Por estar já aberto pelo plug o impacto não foi tão grande, mas como ela forçou ele a entrar fundo na escrava, sua cabeça foi empurrada contra a outra rola, e ela estava agora com o cuzinho atolado até o fim na rolona negra, e com a boca toda preenchida pela rola muito grossa do outro macho. Depois de umas 5 ou 6 bombadas fortes, sempre intercalando com o pau fora do cuzinho dela como tinha feito com a bucetinha, mandou novamente eles trocarem de lugar, e repetiu o ritual, mas agora com a rola mais grossa. Se na bucetinha ela tinha retesado o corpo e gemido forte, na vez do cuzinho ela retesou mais ainda, e gritou, mesmo abafada pela outra rola em sua boca. A chefe continuava com a "tortura", forçando a entrada da rola de uma única vez no cuzinho, e retirando ela toda depois.

O cuzinho dela agora estava realmente arregaçado, bem aberto mesmo. A chefa mandou os machos pararem, baixarem a altura da maca, e puxarem ela para baixo da escrava, enquanto ela colocava novamente a bola na boca dela e prendia com as tiras por trás da cabeça. A chefa mandou nosso negro deitar na maca, com sua rola para cima. Seu corpo estava somente poucos centímetros para baixo do corpo da escrava. A chefe encostou a rola do negro no cuzinho aberto dela, e empurrou o corpo dela com tudo para a rola, fazendo ela entrar até o talo no cuzinho. Puxou novamente o corpo da escrava para frente, e empurrou para trás com tudo. A escrava gemia e gritava, mesmo abafada pela bola em sua boca. A chefe mandou o outro se posicionar em pé por cima do negro, com sua rola apontada para a buceta dela. Puxou novamente o corpo dela para a frente, e empurrou com tudo para trás. Agora a escrava tinha sua buceta e cuzinho arrombados de uma única vez pelas duas rolas imensas. Seus gemidos ficaram ainda mais fortes. A chefe judiava muito dela, e eu agradecia por não ser nem eu nem a Gabi naquela situação. Continuou fodendo a escrava assim, e sempre que os gemidos aumentavam muito e ela se aproximava de gozar, a chefe parava com os movimentos, com as rolas fora dela, judiando ainda mais da escrava.

Depois de uns 15 minutos torturando a escrava assim, ela perguntou para os machos se eles queriam gozar naquela puta. Eles disseram que sim, e a chefe mandou eles soltarem ela das tiras do teto. Eles desamarraram ela, que ainda tinha seus seios amarrados pela corda, e suas mãos algemadas para trás. A chefe mandou o negro deitar novamente, e encaixar a buceta da escrava em sua rola enorme. Assim que encaixou naquela rola, a escrava começou a rebolar na hora, como se estivesse louca para gozar. Levou um tapa muito forte na bunda, deixando as marcas dos dedos, e dizendo que ela só ia gozar quando a chefe quisesse. A chefe subiu em pé na maca, agachou o quadril, e apontou seu strap-on para o cuzinho ainda aberto da escrava, e atolou sua rolona de uma só vez nela. A rola era bem grossa, e agora a escrava novamente tinha buceta e cuzinho arregaçados. A chefe puxava a escrava pelos ombros, fazendo seu corpo vir de encontro às 2 rolas. A escrava gemia cada vez mais alto, sempre abafado pela bola. Quando ela estava quase gozando, a chefe novamente parou. Ela queria prolongar aquela tortura o quanto conseguisse. Atolou seu strap-on inteiro no cuzinho da escrava, e foi bem para a frente, quase sentando em sua bunda. Olhou para o caminhoneiro que estava atrás esperando, e disse: pode escolher o buraco que quiser, e mete essa sua rolona junto com a dele ou com a minha. Eu não acreditava que a escrava iria aguentar aqueles 3 monstros juntos dentro dela!

Ele se aproximou, e apontou sua rola para a buceta melada. Forçou um pouco, e sua rola deslizou, aparentemente fácil, de tanto que a escrava estava melada de tesão. Começaram um vai e vem forte nela, e a escrava gritava de tesão. Depois de alguns minutos, e a respiração de todos ficando bem ofegante, a escrava quase gozando, a chefe vira para o caminhoneiro, e diz: a vida dessa puta está muito fácil. Entra comigo aqui no cuzinho dela, que é mais apertado que essa buceta que já está arrombada. A escrava deu um grito, provavelmente já imaginando o que ia enfrentar. Ele sacou seu pau da buceta, e apontou para o cuzinho junto com a chefe. Colocou a cabeça no anelzinho, e começou a pressionar. A chefe e o negro estavam parados, só esperando a rola entrar. Quando a cabeça entrou, a escrava soltou um novo grito. Esperaram alguns segundos para ela se acostumar, e ele voltou a enfiar a rola no cuzinho. Cada centímetro daquele monstro foi sumindo dentro dela, junto com o strap-on da chefe. Quando ele encostou seu corpo no corpo da escrava e da chefe, a chefe falou: tinha certeza que essa puta aguentava tudo!!! Podemos agora foder e gozar gostoso nessa vadia!!! E começaram a foder forte a bucetinha e o cuzinho dela. Nas primeiras estocadas a escrava gritava, mas em pouco tempo passou a gemer muito alto, e rebolar para ajudar na tripla penetração. Foderam a putinha assim por uns 5 minutos, bem forte, até que os machos avisaram que iam gozar. A chefa, sem retirar seu strap-on de dentro dela mandou eles encherem a vadia de porra. Nenhum dos dois machos tinha gozado ainda, e eu conheço bem o primeiro gozo dos dois. Quando estavam bem perto de gozar a chefe tirou seu strap-on do cuzinho da escrava, veio para a frente dela, e empurrava o corpo dela contra as duas rolas, com força. Os dois gozaram quase juntos, enchendo ela de porra todinha, com a quantidade enorme que eles costumavam gozar. Seus paus ficaram dentro dela até as últimas gotas saírem dentro da escrava.

Os dois saem de dentro dela, e a chefe manda ela contrair seus músculos para a porra não escorrer de dentro dela. Me chama do meu canto, e pede para sua empregadinha vir limpar as rolas dos machos. Venho rápido, e limpo as duas lambendo e chupando, com saudades de ter aquelas rolas dentro de mim. Quando as rolas estão bem limpinhas, a chefe me manda agora limpar a escrava dela. Ela está deitada de bruços sobre a cama, meio que apagada pelo gozo que teve. Leva um tapão na bunda dado pela chefe, que manda ela deitar de costas, e levantar bem as pernas, pois a empregadinha vai limpar a sujeira. Seguro pelos calcanhares dela, e me aproximo da sua buceta e seu cuzinho para fazer a limpeza. Quando olho na virilha de pertinho, vejo a mesma tatuagem de pimenta que minha Gabi tinha. Só aí percebo que aquela puta que estava toda vestida de látex e cheia de porra era a minha Gabi, e que tinha feito uma tripla penetração com 3 rolas enormes. Sua buceta e cuzinho estavam todos esfolados, e ela continuava contraindo para a porra não sair. Abaixei e comecei a linguar seu cuzinho, e ela foi relaxando o anelzinho. A porra farta de nosso macho negro começou a escorrer, quente e grossa, e eu fui lambendo e engolindo tudo. Depois fui subindo minha língua e cheguei em sua bucetinha, que agora era uma bucetona, e também estava cheia. Continuei chupando sua bucetinha e sugando a porra toda de dentro dela. A chefe chegou perto de mim, e pediu para dividir toda aquela porra com ela, e me deu um beijo melado na boca, trocando a porra de boca, espalhando com nossas línguas. Quando terminamos ela ficou em pé novamente, deu mais um tapa na bunda da Gabi, e mais 2 tapas em seus peitões ainda amarrados, e perguntou se a escravinha tinha gostado. Gabi só conseguiu responder balançando sua cabeça positivamente. A chefe me mandou levantá-la, levá-la para o banheiro, retirar sua roupa de látex e dar um bom banho na escravinha.

Coloquei ela de pé, e a levei para o banheiro da suíte. Retirei o capuz, e vi seu rosto todo agora. Ela ria de orelha a orelha, com cara de muito satisfeita. Soltei suas algemas, retirei os grampos de seu grelo e seus peitões, desamarrei a corda que prendia seus peitões, e despi a roupa de látex dela. Retirei também minha roupa, o plug do meu cuzinho, e entrei no banho com ela. Lavei seu corpo suado, passando sabonete pelo corpo todo. Fiz muito carinho nos seus peitões, especialmente nos biquinhos, onde os grampos tinham judiado muito, e ao redor deles, que ainda tinham a marca das cordas. Abaixei um pouco e dei beijinhos suaves nos biquinhos. Eles ficaram imediatamente duros, e Gabi já começou a esfregar sua bucetinha com a mão. Agachou na minha frente, soltou o esparadrapo que prendia ainda meu pau para trás, e me fez um boquete maravilhoso, deixando meu pau duro. Virou de costas para mim, abaixando um pouco seu corpo contra o box, e pediu para eu meter tanto no cuzinho quando na bucetinha, para ver como ela estava arrombada. Não interessava em qual buraco eu enfiava, meu pau entrava muito fácil. Ela continuava brincando com seu grelo, e dizia que estava adorando sentir meu pauzinho "perdido" dentro dela. Nós dois gozamos rápido e bem gostoso.

Nos secamos, e quando entramos no quarto da chefe, os 3 tinham vindo para cá. O caminhoneiro estava deitado de costas na cama, a chefe cavalgava sua rolona com a buceta, e o nosso macho negro estava começando a enfiar sua rola no cuzinho dela. Ela gemia forte, e pedia para os 2 foderem ela. Gabi, que adora uma putaria, perguntou se ela queria uma terceira rola junto, que ela ia buscar o strap-on e foder ela junto, mas a chefe disse que ainda não aguentava tanto, queria gozar com a DP. Dizia que não era tão puta quanto a Gabi. Senti orgulho da minha putinha.

Deitamos na cama ao lado dos 3, e acariciávamos os peitões enormes da chefe enquanto ela rebolava e gozava nas 2 rolas. Quando os 2 machos encheram ela de porra, ela virou para mim, e pediu novamente: empregadinha, mais uma limpeza para você fazer. Me enfiei entre suas pernas, e com o maior prazer chupei o cuzinho e a buceta daquela loira gostosa, também arrombados pelos nossos machos. Deixei seu cuzinho e bucetinha limpinhos, engolindo a porra dos machos. Deitamos todos naquela cama enorme, cansados e extasiados pela sessão BDSM que nossa "escrava" tinha sido submetida. As 2 contaram que tinha sido ideia da Gabi, que ela estava curtindo cada vez mais o BDSM, e que tinham combinado tudo na terça, quando Gabi tinha passado a noite aqui com ela. Que depois que eu tinha ido para o salão, que ela e os machos tinham vindo para a casa da chefe. Que eles tinham vestido ela com a roupa de látex, e a chefe tinha feito ela esperar 1 hora sentada com a roupa, braços algemados para trás. Que nesse meio tempo eu tinha chegado, e a chefe foi preparar os últimos itens para nossa sessão. Respondei que ela estava realmente cada vez mais puta, ao que ela respondeu: e quem foi que chegou aqui vestida de empregadinha, com um plug enorme enfiado no rabo, falou com os seguranças, veio para a casa, mamou bem gostoso os machos que foderam ela, e depois ainda limpou a porra toda dela e da chefe? Tive que concordar, a competição era acirrada. Ela ganhava no quesito BDSM, eu preferia algo mais carinhoso. Mas realmente éramos 2 putas, agora usadas pela chefe e pelos 2 machos!!!

A chefa disse que eu ainda não tinha sido usada, mas que isso ficaria para o dia seguinte, pois estávamos todos mortos. Dormimos os 5 pelados sobre aquela cama enorme, as 3 putinhas entre os dois machos!!

Se gostaram por favor comentem. Isso nos excita muito, e quem sabe fará ela realizar todas as fantasias em breve.

Beijão a todos!

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