Minha vida com a vovó (2)


Um conto erótico de Rob
Categoria: Heterossexual
Data: 11/01/2019 02:26:38
Última revisão: 11/01/2019 13:27:36
Nota 10.00

Minha vida com a vovó (2)

Olá Pessoal, vou contar mais uns episódios de minha vida com vovó Isa. Parra você melhor entender sugiro a leitura de “Minha vida com a vovó”.

Após a saída das visitas, já no fim da tarde, enfim eu e vovó estávamos no sofá. Ela satisfeita com seu domingo até ali, acariciava minha cabeça que repousava no seu colo. Eu estava quase dormindo quando vó Isa olhos nos meus olhos e de maneira terna, perguntou:

- Arthur...Foi do seu agrado?

- Vó, foi uma das melhores coisas que já aconteceram em toda minha vida. Fiquei alguns segundos contemplando seus olhos ternos que naquele instante também me olhavam. Sentei-me ao seu lado, a abracei e continuei:

- Vó Isa, a senhora não sabe o quanto foi difícil esperar todos esses anos para tê-la todinha pra mim, tal como aconteceu ontem a noite. Desde quando comecei a ter desejos pela senhora, lá pelos meus 16 ou 17 anos até agora, eu não a esqueci. Eu sempre amei a senhora, eu sempre desejei a senhora como mulher.

- Arthur, meu filho... Vó Isa abaixou a cabeça

- Sabe vó, eu não planejei gostar tanto da senhora desse jeito... Apenas aconteceu... O tempo da faculdade me fez muito bem. Tinha tanto para estudar, ficava longe daqui... Isso ajudou a passar o tempo... Quando isso tudo começo, eu contei pra senhora o que estava acontecendo, lembra?

- Lembro meu filho, mas eu tinha que tentar tirar isso da sua cabeça... O normal era você se apaixonar por uma coleguinha da escola...

- Eu sei vó... A senhora tinha razão. Além do mais tinha o vô Arthur...

- Ele gostava muito de você, mas se ele ficasse sabendo desse seu sentimento por mim, iria ficar muito desapontado com você... e além do mais, não iria querer dividir a esposa dele com o neto...

- Pois é... Tudo isso contou para que eu segurasse esse sentimento comigo... Fez-se silêncio por alguns instantes. Mas, como se diz, são águas passadas, vó. Agora somos só nos dois, disse, enquanto acariciava seus cabelos, ainda abraçado a ela. Eu cuido da senhora e a senhora cuida mim. É o que eu gostaria que acontecesse a partir de agora conosco. Vó Isa olhou para mim um tanto incrédula., continuei: - Mas, e a senhora, vó, a senhora está de acordo?

- Arthur, nós sempre cuidamos um do outro aqui em casa, não?

- Sim, a senhora tem razão. A senhora sempre foi minha vó, minha amiga, minha confidente. O que me faz falta, vó, é não poder dar todo o carinho e prazer que eu tenho guardado pra senhora. E, claro, eu também adoraria receber carinho e prazer da senhora. Sabe, vó, o que eu gostaria é que aqui em casa a senhora fosse como... ...Minha companheira.

- Arthur, meu querido, você está se dando conta do que está me pedindo?

- Eu sei que não é uma coisa tão trivial, vó, eu sei... Mas é aqui em casa, entre nós dois. É apenas um modo diferente de darmos, demonstrarmos nosso carinho, nosso amor, um para o outro. Deixe-me propor um desafio... Como se fosse uma brincadeira, mas para ser levada a sério. Durante um tempo vamos agir como se fôssemos um casal de verdade. Depois de um tempo a gente avalia se vale a pena ou não continuarmos. Avó e neto sabemos que não dá para desfazer, sempre seremos avó e neto. Mas como não lhe agrada a ideia de ficarmos juntos, aceite o meu pedido, vó. Minha companheira por um tempo. O que me diz?

- Arthur, isso me parece ainda pior, meu querido. Um casal não brinca de ser casal. É casal e pronto. Ao longo da vida vai se discutindo e arrumando o que não está funcionando direito. Mas os dois, em nenhum momento esquecem o que representa um para o outro.

- Isso mesmo, vó. A senhora tem toda razão. É assim que deve ser...

- Arthur, eu estou falando de casais... Não é o nosso caso, filho.

Respirei fundo, virei meu rosto para a frente do da vó Isa:

- Vó, nós já dissemos o quanto amamos um ao outro. Somos somente nós dois nessa casa. O carinho e o prazer que quero lhe dá, vó, é para fazer o seu dia melhor. Se o dia não foi bom. À noite estaremos juntos e vamos pelo menos tentar fazer nosso dia terminar melhor do que começou. É isso que eu quero fazer com a senhora, vó. Deixe-me tentar. A senhora não precisa fazer nada, apenas deixe-me gostar da senhora, do meu jeito, tá bom?

- Ahh Arthur... Onde isso vai parar, meu filho? Eu estou muito feliz que você goste tanto de mim, meu querido. A forma de demonstrar esse amor é que me preocupa...

- Então vó, para de se preocupar. Vamos viver um dia de cada vez... Tente apenas receber o carinho que tenho para dar para a senhora. Acho que estamos no entendendo, não vó?

- Nós sempre nos entendemos Arthur, sempre. Nunca se esqueça disso. E por falar em nos entendermos... Temos uma casa para cuidar... Horta, galinhas... Dizendo isso vó Isa saiu para seus afazeres.

Não sei se avançamos muito na minha proposta, mas ficou claro que queria que minha vó passasse a ser mais que minha vó. Após nossas tarefas de fim de tarde, tomamos banho e pouco depois vó Isa chamou-me para jantar. Vez ou outra optamos por um lanche, café, mas naquele domingo, jantamos.

Para minha surpresa vó Isa havia feito bife e fritas. Ela tem um tempero que deixa o bife espetacular e as batatas fritas ficam bem crocantes. Ela sabe que eu adoro esse prato, mas ela não faz com frequência pois não é tão saudável, costuma argumentar. Assim que cheguei à cozinha notei outra novidade. Meu prato já estava pronto na mesa. Isso não é comum. Desde sempre, em casa, vó Isa terminava de preparar as refeições chamávamos e nós (vô Arthur e eu) fazíamos nossos pratos, direto das panelas. Somente aos domingos e feriados vó Isa coloca a comida na mesa para nos servirmos, tal como aconteceu neste domingo com a nossa visita.

- Vó, a senhora fez meu bife com fritas!!!

- É, aproveitei que tinha o bife a as batatas por aqui... Espero que esteja bom.

- Vó, quando a senhora faz, sempre fica bom. Sentada ao meu lado, tomei suas mãos e as beijei;

- A senhora tem mãos de fada. Obrigado.

Jantamos falando do casal que este conosco mais cedo, falamos dos afazeres na manhã seguinte, elogiei a sua comida mais uma vez. Ajudei a retirar a mesa....

Algum tempo depois Vó Isa foi para o quarto e continuei na sala com uma leitura interessante numa revista, nada muito importante... Estava num canto da sala numa poltrona, a sala iluminada somente por uma luminária que “jogava” luz na minha leitura. Do outro lado da sala, no arco de entrada da sala, apareceu a vó Isa, de camisola. com aquela pouca luz, vi apenas a silhueta daquela mulher encantadora nos seus 64 anos, 1,60m de altura, 65 quilos, cabelos pretos lisos, na altura dos ombros e que me fazia um carinhoso convite para o descanso:

- Arthur, vem deitar.

- Já estou indo, vó.

O quê? Eu ouvi direito? Na nossa recente rotina noturna, quando estamos os dois na sala e a vó Isa quer ir se deitar, ela diz boa noite, eu a beijo, digo boa noite e ela se vai. Quando ela está na cozinha ou mesmo no quarto arrumando suas coisas e por fim vai deitar-se, ela vem até mim e deseja boa noite. Muitas vezes quando vou para a cama vovó já está dormindo. Hoje foi diferente. Ela não veio dizer boa noite, ela veio me chamar para ir para a cama, uau! Usando uma daquelas camisolas que lhe presenteei. Camisola de malha de algodão, de alcinhas, detalhes em rosa claro na altura dos seios onde também havia três botões e comprimento um palmo acima dos joelhos. Bem, tratei de não perder tempo. Passei pelo banheiro e quando cheguei no quarto, iluminado apenas pela fraca luz do meu abajur, vovó já estava no seu lado da cama, coberta por um lençol estampado com figuras geométricos em tons de azul. Em pé, de frente pra vovó, tirei minha camiseta, minha bermuda e deitei ao seu lado somente de boxer.

- Se não lhe chamo você esquece de vir para cama.

- Não seja exagerada, vó...

- É que eu queria lhe mostrar a camisola que você me deu. Eu gostei dela...

- Se a senhora gostou, excelente, já eu, não posso dizer nada ainda, não a estou vendo por completo... Mostra pra mim, vó. Dizendo isso, comecei a empurrar o lençol com os pés. Enquanto isso vovó ajeitava a camisola para ficar bem apresentável. E quando o recolhi todo o lençol aos pés da cama, apareceu a vó Isa com aquela camisola minúscula para seus padrões.

- Uau!!! Vó, a senhora está linda. O que mais me chamou a atenção foram as pernas, as coxas da vó Isa. Aquela camisola me deixava ver até o meio das coxas grossas, brancas e macias da vovó.

- Você gostou? Sem responder à sua pergunta, aproximei-me da vovó, passei meu braço direito sob seu pescoço, encostei de lado e a vovó já pode sentir o volume da minha pica na sua coxa, tomei a sua boca enquanto massageava seu seio direito com minha mão esquerda. Coloquei minha língua dentro da boca da vovó que começou a chupá-la. Em seguida afastei levemente minha boca da boca dela, mas mantive a linha enfiada na sua boca. Vovó continuou a chupá-la com entusiasmo, chegava a fazer aquele barulho típico de quando um bebê está tomando a mamadeira. Minha mão direita agora posicionava a cabeça da vovó, minha mão esquerda desabotoava a camisola da vovó e se apropriava finalmente do seu peito direito. Quando enchi minha mão do seu peito, ouvi o primeiro gemido da vó Isa que acabara de enfiar sua linha na minha boca para eu chupar. Chupei por alguns instantes e comecei a chupar seus peitos alternadamente, os mamilos estavam rijos. Vovó acariciava minha cabeça, tinha respiração levemente alterada e vez ou outra soltava um contido gemido. Desci minhas mãos pelo corpo da vovó até alcançar a barra da camisola que comecei a subir. Vovó rolou de um lado para outro para facilitar a retirada da camisola por cima. Agora ela estava somente de calcinha. Eu estava ajoelho de frente para vó Isa, que continuava deitada de barriga parra cima. Beijei sua boca e fui descendo... O queixo, os seios, beijei sua barriga, o umbigo, a virilha, comecei a tirar a calcinha, vovó manteve as pernas fechadas. Deitei-me sobre ela, acariciei seus cabelos, enquanto beijava seu rosto: - está tudo bem, vó, está tudo nem. Somos só nos dois, lembra? Vovó levemente balançou a cabeça afirmativamente, dei mais um beijo em sua boca e voltei para o meio das suas pernas, não sem antes olhar para a vovó ali à minha frente, completamente nua, à minha disposição aquele corpo inerte, iluminado pela opaca luz do abajur.

Agora, pouco mais tranquila, vovó permitiu que eu tirasse sua calcinha sem problemas. Abri um pouco mais suas pernas, coloquei-me entre elas e retomei meus beijos nas suas virilhas nuas. Afastei um pouco mais as pernas da vovó e comecei a lamber a sua xoxota. De imediato vovó tentou fechar as pernas, mas não deu, eu estava entre elas. Vovó tentou afastar minha cabeça, eu segurei suas mãos com as minhas e continuei com minha cabeça enfiada na sua xana. Minha língua lambia seu clitóris, vovó começou a reagir... Respiração alterada, o corpo tal como enfrentando um incômodo que a impedia de relaxar, se contorcia seguido de gemidos. Vovó soltou suas mãos das minhas, mas agora para acariciar minha cabeça enquanto pressionava um pouco mais contra sua xoxota. As pernas antes esticadas sobre a cama, estavam agora encolhidas junto ao corpo e ainda mais abertas para facilitar o meu carinho na sua xoxota. Minhas mãos livres grudei na sua bunda para continuar a lambê-la quando ela se contorcia e levantava o quadril.

Pronto para o ataque final, não mais lambia a xoxota da vovó, agora chupava deliberadamente sua doce xoxotinha. Seu clitóris estava agora na minha boca. Vovó gemia, se contorcia...

- Aiii Arthur... Aiii Arthur...Num faz isso... Não... Arthur, meu filho... Huuuummmmmm... Aaaaaahhhhhh... Nesse instante a vovó gozou na minha boca pela primeira vez. Eu continuei a chupá-la e enfiei dois dedos na sua xoxota quentinha, apertada. Vó Isa se contorcia e continuava a reclamar...

- Arthur, meu filho, não faz isso... Aaahhhh.... Huuuuuummmm.... Arthur.... Arthur.... Que gostoso, meu filho.... Ahhhhhhh.... Huuuuummmm.... Hummmmmm... Vovó gozou na minha boca pela segunda vez. Meu pau estava em ponto de explodir só de sentir o gozo da minha vovozinha querida. Tava na hora dele entrar em cena. Seguei as pernas da vovó, dobradas como estavam para levantar um pouco mais a sua bunda da cama e facilitar a entrada do pau na sua xoxota. Aquela região estava inundada de gozo, mas a periquita da vó Isa era apertadinha... Encaixei a cabeça do meu pau na entrada da buceta da vovó e fui empurrando devagarinho com movimento para frente e para trás. Vovó preocupada, posicionou suas mãos junto às minhas coxas na tentativa de segurar meu ímpeto, caso eu forçasse a entrada.

- Calma vó, vou colocar bem devagarinho para não machucar, tá bom?! Bem devagar (Fácil falar difícil fazer). Fui cuidadoso, mas a entrada da cabeça vovó sentiu...

- AAhhhhhhhhh...

- Pronto vó... Pronto..... Comecei com os movimentos de entra e sai para colocar todos os 18cm de minha rola grossa na xoxotinha apertada da vovó. Estava entrando... Estava entrando....

- Aiiiii... Finalmente, havia entrado tudo. Vovó não se manifestou, continuou seu gemido quase rítmico.

- Huuum... Huuuumm... Huummm...Ahhhhhh Arthur... AAAhhhhh....Aiiii....

Com minha rola toda enfiada na sua xana, vovó agora acariciava minhas pernas enquanto gemia, tomei suas mãos para segurar assua pernas e deitei me sobre seu corpo. Continuei a bombear minha rola na xoxota da vovó que continuava gemer...

- AAiii Arthur .... AAhhhhh.... Huuuuummmm...

Tentei calar a boca da vovó com a minha. Vovó chupava a minha língua, mas ainda assim emitia um ruído de gemido abafado. A sensação de ver minha avó gemendo de prazer e dor com minha rola toda enterrada na sua buceta foi qualquer coisa... Minha nossa... Aquela senhora que cuidou de mim, me alimentou, me ensinou o certo e o errado, me levou para escola, me colocou de castigo, me fazia bolo no meu aniversário, me colocava para dormir, me contava estórias...Aquela senhora estava agora bem embaixo de mim, aguentado parte do meu peso, aguentado meu pau dentro do seu corpo, num entra e sai frenético, e ainda estava chupando minha língua. Foi demais, não consegui aguentar mais muito tempo, meu pau começou a inchar dentro da buceta da vovó, estava quase na hora de explodir, vovó percebeu. Soltou suas pernas me abraçou com força, e passou a beijar minha boca, múltiplos beijos nos meus lábios, os quais foram prontamente respondidos...

- Ahhh vó... Ahhhh.... Vovó não se manifestou além de me abraçar mais forte, sua respiração também acelerou, quando então...

- ArthurAAAHHHHHHHH..... AAAHHHHHHArthurHuummmmmmm..... Huuummmmmm... (Vó Isa gozou pela terceira vez, agora no meu pau)

Dei minha língua para a vovó chupar e aumentei o ritmo das bombadas contra a xoxota vovó...

- Hummmm.... Huuuummm... Huummmmm.... Hummmmmmm. Hummmmmm. Gozei na vovó. Ela me apertou ainda mais e por alguns instantes, cruzou as pernas por sobre o meu corpo.

-Vóóóóóóóóó´.... Ahhhhhhhh... Vovó nada dizia continuava abraçada a mim me dando múltiplos beijos na boca enquanto acariciava meus cabelos.

Depois de permanecer por alguns minutos sobre a vovó, após o orgasmo, ambos estávamos ali, nus, relaxados, cansados, suados, mas...Felizes, muito, mmmmuuuuuito felizes. Vovó continuava abraçada a mim. Delicadamente, forcei uma virada parcial para ficarmos lado a lado, ainda abraçados, claro (é que meus braços já estavam doendo de sustentar meu peso sobre o corpo da vovó).

- Vó...

- Hum...

- Sabe, vó.... Se a gente tivesse que escolher um instante em nossa vida no qual nos sentíssemos mais felizes... Este seria o meu momento, vó.... Nem preciso pensar... E... Continuei minha fala enquanto acariciava os cabelos da vovó.... – E, olha vó, eu tive uma vida feliz. Eu teria muitos momentos para lembrar, mas nenhum chega perto desse momento que acabamos de ter vó. Obrigado. Nesse momento não há nada mais que queira na vida, nada me falta. Tenho tudo que quero e amo bem aqui nos meus braços, vó. Vó Isa nada disse, olhava-me com ternura, então fui até a sua boca e enfiei minha língua, vovó começou a chupá-la... E assim nos mantivemos por alguns minutos apenas alternando a língua de um na boca do outro. Quando interrompemos o beijo, quis saber qual seria o momento da vovó.

- Vó, e a senhora, qual seria o seu momento mais feliz?

- Ahh... Arthur, eu também tive muitos momentos felizes, igual a você. Muitos.

- Ahh... vó, então escolhe um... Assim como eu, a senhora também deve ter tido um muito especial, não teve? Nesse momento percebi que a vovó já havia localizado na sua memória o momento mais especial. A penumbra de luz que tínhamos no quarto foi o suficiente para perceber sua mudança de feição, seu corpo se contraiu, ela me abraçou ainda mais forte e disse:

- Eu acho que são dois momentos, Arthur. Vovó já estava com a voz embargada, mas continuou. - Há uns 23 anos atrás chegou nessa casa um bebezinho, muito sapeca, muito esperto que mudou a minha vida e a vida do seu avô para sempre... A sua chegada, meu querido, foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Da minha e do seu avô também. A gente olhava pra você e via esperança, via futuro, via alegria nas nossas vidas.

- Vó... a senhora nunca falou disso, não desse jeito, não é? Apertei-a mais forte e dei um breve beijo na sua boca. Vovó estava em lágrimas;

- O segundo momento, Arthur, foi quando você tinha 4 anos. Sua mãe queria ir para São Paulo, dá um jeito na vida, claro a gente entendia. Mas e você, meu filho, como seria a nossas vidas (minha e do seu avô) sem você? Vovó agora chorava copiosamente em meus braços. Beijei sua testa, acariciei seus cabelos e a mantive abraçada todo o tempo. Graças a Deus conseguimos convencer a sua mãe a deixá-lo aqui conosco. No dia em que ela partiu e você ficou acho que foi um dia tão feliz quanto o dia em que você chegou. Você é a alegria da minha vida, Arthur... Não, não... Você é a razão da minha vida, meu querido. Ouvir essa declaração de amor tão comovida da vovó me deixou excitado e ela percebeu. Aliás nem daria para esconder, meu pinto cresceu ali nos meios das pernas dela. Estávamos abraçados bem apertadinho.

- Sabe vó, ouvindo a senhora contar essa história, fazer essa declaração de amor, pra mim fica claro que, embora tenhamos nascido em épocas bem diferentes, termos tido vidas tão diferentes, idades diferentes.... Uma coisa parece estar claro para mim, vó: nós fomos feitos um pro outro, Desde sempre, vó. Vó Isa, novamente caiu em prantos e meu pinto disparou. Não pensei duas vezes, abraçado a vovó, girei meu corpo de modo a colocar a vovó em cima de mim.

- Vó, está tudo bem... Estamos aqui nós dois, bem juntinhos...

Enquanto ela continuava chorando eu dava beijos em seu rosto e sua boca, acariciava com a mão direita os seus cabelos e com a esquerda encaixava meu pênis na sua vagina. Pênis encaixado, comecei o movimento do meu quadril para enfiar todo o meu pau na xoxotinha da vovó. Aos poucos foi entrando. Tinha minhas duas mãos livres para acariciar seus cabelos e abraça-la. Finalmente meu pinto entrou buceta a dentro de vez. O gemido desse impacto cortou o choro da vovó. Ela continuava emocionada, mas posicionou-se melhor sobre mim para permitir que eu aumentasse o movimento do quadril para poder fodê-la mais gostoso.

- Está tudo bem, vó... Estamos juntinhos um do outro.... Não estamos? Eu dando carinho pra senhora e a senhora dando carinho pra mim... Vó Isa deitou-se de vez sobre meu corpo, arrebitou a bunda pra facilitar o entra e sai do meu pau.

- Aiiiii Arthur..... HummmmmmmAhhhhhhAhhhhhhh...

- Ahhh vó..... Hummmmmmm... Huuuummmmmm... Meu pinto começou a inchar dentro xoxota da vovó. Acelerei as bombadas.... Vovó reclamou...

- Aiiiii Arthur.... Aiiiiii.... Aiiiiiiii... Aiiiiiii... Aiiiiii... Aiiii.... Aiiii... Aiiiii... Isso só aumentou meu tesão. Não conseguir segurar mais e gozei dentro da vó Isa, de novo.

- Hummmm.... Huuuummm... Huummmmm.... Humm. Hummm. Ahhhh... Vó..... Vó......

Dessa vez a vó Isa não atingiu o orgasmo, eu estava exausto para seguir mais um pouco e ajuda-la. Ela parecia bem cansada também. Ficamos um tempo abraçados sem nos mexermos... Passado alguns minutos... Eu ainda acariciava os cabelos e as costas da vovó. Ela estava deitada sobre mim, seu rosto colado no meu peito.

- Vó?A senhora está bem?

- Estou, meu filho, estou bem. Só estou um pouco cansada. Foi uma noite bem diferente essa, não? Sorriu a vovó e completou: - Não estou acostumada. Vamos pro chuveiro?

- Agora mesmo. Vovó lentamente saiu de cima de mim, eu também levantei, vovó tirou o forro da cama, juntou nossas roupas íntimas e fomos para o banheiro. Vovó jogou as roupas no cesto, colocou a toca de banho e fomos pro box. Liguei o chuveiro, começamos a nos molhar, vovó pegou o sabonete e começou a esfregar em minhas costas eu me virei a abracei e comecei a beijá-la, ela respondeu pronta mente, mas em seguida, disse:

- Não vamos deixar nem um pouquinho para amanhã?! (essa era a vó Isa, sendo a vó Isa – maneira muito sutil de dizer que acabou a festa por hoje). Já era quase onze horas. A segunda feira seria feriado, mas com horta e criação, não tem feriado não, a rotina é quase a mesma. Sempre há o que fazer.

Tomamos nosso banho, nos secamos e retornamos para a cama. Vovó forrou com novo lençol coloquei um calção de dormir, vovó vestiu uma outra camisola, bem mais comportada, e quando ia vestir a calcinha eu fiz um último pedido aquela noite:

- Vó, dorme só de camisola, a senhora fica mais à vontade... Isso era um pedido com segundas intenções. Vovó concordou, mas já imaginou que teria um preço a pagar. Nos deitamos, apagamos todas as luzes e dissemos as últimas falas da noite, seguidas do meu discreto beijo em sua boca:

- Boa noite, vó.

- Boa noite, meu filho.

(Continua)

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
09/04/2019 15:21:09
Quero conhecer senhoras, me escrevam Francisco.
30/03/2019 08:20:49
Adorei gostaria de conhecer sua avó também tenho tesão em uma tia mas tenho medo de me declarar que sabe um dia

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