Como foi fácil virar corno (parte 6)


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Um conto erótico de CornoDaGaby
Categoria: Heterossexual
Data: 10/01/2019 16:49:35
Nota 10.00

Minha casa havia de transformado em um antro de putaria e aqui Mauro satisfazia todos os seus caprichos de macho, sob os aplausos de minha esposa.

Como combinado, passei a dormir em um colchonete ao lado da cama de casal, onde se deitavam Mauro e minha esposa. As vezes, depois de transarem, os dois ficavam conversando e era perceptível como Gaby era submissa e cordial com Mauro, não importava o que ele dizia.

Com tanta liberdade assim, Mauro ousou tocar em um assunto bem delicado:

— E sua filha, Gaby, será que ainda é virgem?

Gaby riu e respondeu:

— Ai... Acredito que sim, Mauro... Eu e Duda somos muito amigas, se tivesse transado alguma vez, com certeza ela me contaria...

— É... se ela ainda for virgem, é questão de tempo pra deixar de ser — advertia Mauro — Nessa idade que ela tem é comum os garotos ficarem rodeando... Duda também já está muito gostosinha, com o corpo bem desenvolvido... Com certeza já aguenta um homem nela...

— Nossa Mauro, será mesmo???? — perguntava Gaby espantada — Mas concordo viu... foi com essa idade que perdi a virgindade. Não gosto nem de lembrar, foi a pior transa da minha vida! O carinha que transou comigo era muito inexperiente! Torço muito para Duda achar alguém que saiba transar...

— Gaby... sinto muito mas acho difícil isso acontecer! É muito raro achar um jovem experiente que saiba dar prazer a uma mulher. Na minha opinião a melhor maneira dela ser iniciada é com um homem de verdade, daquele com muitas mulheres no currículo...

Ao ouvir isso, Gaby começou a rir novamente e depois tratou o assunto na brincadeira:

— Hmmm, tá se oferecendo pra iniciar minha filha, é?

Mas mauro falava sério:

— Ué, Gaby, por que não? Sou de confiança e conheço mulher como a palma da minha mão... Faria ela gozar logo de primeira, garanto!

— Eu não duvido viu Mauro... — concordava minha esposa — Olha, até que não é má ideia você iniciar a Duda... Mas acho isso muito pervertido! Nossa... você anda me comendo e agora quer comer minha filha... Credo...

Ao ouvir isso, Mauro se mostrou muito excitado e rolou na cama, aparentemente subindo em cima de Gaby. Em seguida respondeu:

— Pervertidos todos somos Gaby! Estou te comendo há meses na frente do seu marido, que inclusive dorme aqui do nosso lado, e você goza sem culpa... Isso não é nada comparado a você deixar eu comer sua filha.

— Ai, tá bom Mauro, eu confesso! Acho que seria muito bom pra ela ter você como primeiro homem... Mas ainda não tenho coragem de ver você fazendo isso com ela... muito menos de participar! É muito tabu pra mim, imagine pra ela...

— Hmmm, entendo Gaby. Cada coisa no seu tempo... Pode deixar que vou fazer longe de você! — prometeu Mauro.

— Ai, que bom! Mas não agora, preciso de tempo com Duda! Eu tenho que ensinar ela a se depilar e a tomar anticoncepcional. Tenho que conversar sobre homens com ela, essas coisas...

— Dou o tempo que você quiser, minha Deusa! — concordou Mauro — mas amanhã vou começar a brincar com ela, botar uma pressãozinha, só pra ver como ela se sai...

Bem, eu estava ali em silêncio ouvindo tudo e os dois não se importavam. Foi tanto tesão que acabei gozando sem sequer tocar em meu pênis...

A canalhice de Mauro não tinha limites! O assunto rendeu tanto tesão que ele comeu Gaby de novo, logo depois da conversa. E enquanto a cama rangia, Mauro socava e Gaby gemia, os dois trocavam palavras obscenas ensaiando a fantasia nova:

— Não vejo a hora de ter vocês duas pra mim! — dizia Mauro

— Ai Mauro, seu cafajeste! Seu canalha gostoso! — gemia minha esposa.

No dia seguinte, minha atenção se voltou para minha filha. Quando Duda acordou foi até à cozinha onde Mauro tomava café com Gaby e eu.

— Dudinha! Bom dia princesa! — cumprimentou Mauro animado.

— Bom dia Mauro! — respondeu Duda com um sorriso.

— Senta, pra gente tomar café juntos...

— Obrigada!

Enquanto Duda tomava café, Mauro tecia vários elogios a ela:

— Gaby, sua filha é mesmo uma gata... Caramba que morena linda!

— Claro, ela tem a quem puxar! — se gabava minha esposa.

— Mentira! — comentava Duda — Tô toda descabelada, acabei de acordar, nem arrumada eu tô!

— Não precisa Duda! Você se arrumar é só um detalhe. Sua beleza é natural, igual da sua mãe!

E assim Mauro elogiava Duda diariamente, que aceitava tudo muito bem... Eu percebia minha filha cada vez mais vaidosa, só pra ganhar esses elogios...

Duda chegou ao absurdo de usar batom em casa, maquiagem, shorts cada vez mais apertados... Ela estava vivendo uma fase de elevada autoestima, graças ao incentivo de Mauro.

Os dias foram passando e sempre de noite após transarem, Gaby e Mauro discutiam a evolução de Duda:

— Mauro... já depilei a Duda e ela já está tomando anticoncepcional junto comigo...

— Ótimo! E você comentou alguma coisa com ela? Ela disse algo?

— Sim, Mauro... Ela comentou que acha que você está afim dela, mas disse que não queria atrapalhar meu namoro com você. Aí eu falei pra ela ficar tranquila, que eu e você temos um caso, que não é namoro sério. Expliquei que se ela quisesse ficar com você eu não me importaria...

— Sério? E o que ela respondeu? — perguntou Mauro curioso.

— Ela riu e disse: "Ai mãe... Mauro é muito bonito e legal! Acho que tô curtindo... mas não sei se tenho coragem! Sei lá, nunca fiz isso..."

Ao ouvir Gaby, Mauro se encheu de otimismo e respondeu:

— Já sei o que vou fazer. Gaby, gostaria de dar um passeio amanhã na casa da Janaína? Preciso ficar a sós com Duda. E avise seu marido pra não atrapalhar!

— Ai Mauro... tudo bem eu vou... mas vai com calma nela, tá? — implorou Gaby com seu instinto materno.

— Claro Gaby! Relaxa, você vai ver a Duda muito feliz amanhã! — garantiu Mauro.

No outro dia, Gaby saiu bem cedo de casa... Eu fiquei no quarto, que por sorte tinha vista para a cozinha e para a sala de estar. Prometi a Mauro que ficaria dali apenas olhando.

Mauro saiu de short e sem camisa em direção à cozinha, onde Duda tomava café. E Duda vestia uma bermuda jeans com uma camisa de malha branca de dormir, bem simples.

— Bom dia Duda! — ele a cumprimentou.

— Bom dia Mauro! Você viu meu pai e minha mãe? — Duda perguntou curiosa.

— Eles saíram Dudinha... foram dar um passeio. E você o que vai fazer hoje? Namorar? — perguntou Mauro enquanto sentava na cadeira e pegava café.

Duda riu e respondeu:

— Não tô namorando!

— Sério? — Mauro fingia espanto — Como pode uma morena gata dessa não ter namorado? Olha... tô pensando seriamente em terminar com a Gaby pra namorar você... O que acha?

Duda riu toda sem graça e levou na brincadeira, respondendo:

— Se você fizer isso minha mãe me mata hahaha!

Mauro riu também e continuou a brincadeira com aquele fundo de verdade:

— Mas se ela não te matar você topa?

Duda ficou tímida e riu. Então respondeu:

— Eu topo! Você luta jiujitsu né? Então pode me defender dos ladrões na rua!

Mauro riu de Duda e, esperto como era, aproveitou o assunto pra lhe fazer um convite:

— Por falar em Jiujitsu, que tal treinarmos hoje na sala autodefesa? Hoje é um dia ótimo, a casa está vazia... Vamos sem kimono mesmo! A gente arreda os sofás e as mesas e treina no carpete... Vou te ensinar umas técnicas de imobilização, pra você lutar com os ladrões da rua!

Duda adorou a ideia, mas mal sabia o que estava por vir.

Chegada a hora do treino, Mauro explicou algumas coisas:

— Duda, vou te ensinar a imobilizar e sair de imobilizações... As vezes vou fazer o papel do bandido e você da vítima, e vice-versa. E vou te explicando as técnicas, ok?

— Ok! — Disse Duda empolgada.

— Por exemplo, Duda, agora eu sou o ladrão! Como você sai dessa? — disse Mauro pegando Duda, colocando ela de frente pra parede e apertando seu corpo contra o dela...

Na verdade, Mauro encoxava Duda discretamente. Ela riu da situação-surpresa. Sem perceber a malícia e respondeu:

— hahaha nossa não consigo! É muito difícil, você é forte!

— Tenta vai!

Duda gemia e tentava sair, mas não conseguia. Enquanto ela se preocupava com o esforço, Mauro roçava o pau nela. Quando Mauro libertou Duda, deu pra ver claramente um volume enorme em seu short.

Duda mostrava animação com o treino, então Mauro prosseguiu:

— Agora Duda, vou te ensinar a imobilizar um bandido no chão.

— Tá bom!

Mauro então deu uma rasteira de leve e a deitou no chão com todo cuidado, enquanto ela caía no riso. Em seguida ele imobilizou Duda pelos braços, e prendeu sua cabeça entre as pernas dele, fazendo ela ficar cara a cara com seu volume no short.

— Agora tenta sair! — disse Mauro.

— Nossa hahaha! Não consigooo! — respondeu Duda.

— Tenta!

Então Duda finalmente percebeu o imenso volume no short de Mauro e chegou até a ficar em silêncio. Parecia não querer tirar os olhos. Desse momento em diante, minha filha mudou completamente...

— Eu não tô conseguindo! — disfarçou ela.

— Quer que eu te solte? — perguntou Mauro.

— Não, ainda não! Vou tentar mais um pouco!

E depois de ser libertada, Duda disse:

— Nossa, tô sentindo calor! Vou ali pegar uma roupa melhor!

— Ok! — concordou Mauro.

Minutos depois, Duda voltou com uma roupa nada comportada! Usava um short babydoll, de pano fino, que ela usava pra dormir. O shortinho era cavado deixando as dobrinhas e metade do bumbum pra fora. Ela também vestia a parte de cima que mais parecia um top feminino.

Quando Mauro viu Duda desse jeito, ficou fora de si! Mas não demonstrou seu tesão de imediato. Apenas respondeu:

— É, tá calor mesmo! Se importa se eu ficar sem camisa e de cueca box?

— Sim pode tirar! Está muito quente! — concordou Duda.

Mauro então ficou seminu, na sala. Duda olhava para o corpo dele muito tensa e risonha. Então Mauro prosseguiu:

— Vamos continuar. Essa imobilização que eu fiz agora pouco em você Duda, quero que você faça comigo! Vou me deitar no chão pra facilitar. Segura meus braços! Agora passe a perna por aqui e agora caia deitada no chão sem soltar meus braços!

Duda fez tudo certo, e a cabeça de Mauro foi parar no meio de suas coxas, de cara pra sua bucetinha...

— Viu? Não é tão difícil! — comentou Mauro, com a cara na bucetinha de Duda.

Duda começou a rir e depois brincou:

— Hahaha agora não te solto mais!

Mauro riu também... e de repente ele aplicou um golpe em Duda, saindo da situação, subindo em cima dela e segurando seus pulsos contra o chão.

— Agora sou eu que não te solto, Dudinha!

Duda começou a rir de gargalhada e protestou:

— Ah não! Ah não! Assim não vale!

Malicioso, Mauro disse:

— Agora você tá imobilizada. E se eu fosse um bandido poderia fazer muitas coisas agora...

— Tipo o que? Duda perguntou sorrindo, curiosa.

Mauro não se fez de rogado e deu um beijo no pescoço dela dizendo:

— Tipo isso!

De repente, Duda ficou ofegante e tensa. E tornou a repetir com voz trêmula:

— O que mais????

Mauro esfregou seu rosto nos seios de Duda sob a roupa. Então ela foi perdendo o controle e se entregando pra ele, repetindo a todo momento: "o que mais?".

Aproveitando a oportunidade, Mauro deu nela um beijo de língua e foi soltando seus pulsos. Duda não resistiu e abraçou Mauro, beijando-o. Ficaram assim uns bons minutos.

Enquanto beijava Duda, Mauro foi tirando as alcinhas da blusa dela, e abaixando em seus ombros. De repente os peitinhos de Duda apareceram, duros e firmes.

Mauro olhou para eles com cara de quem havia ganhado na loteria. Sem cerimônia ele abocanhou os seios de Duda e chupava-os com voracidade.

Aos poucos ela foi perdendo a vergonha e o segurou por trás de cabeça apertando a cabeça de Mauro contra seus seios, toda ofegante.

Eu ouvia Mauro beijar os seios de duda e o barulho que a boca dele fazia. Algum tempo depois, Mauro pegou Duda no colo e colocou ela em posição de frango assado no sofá. Puxou seu shortinho, onde descobri que ela sequer estrava usando calcinha.

Ele caiu de boca na bucetinha carnuda de minha filha e chupava como se fosse a última buceta do mundo! Duda respirava ofegante, dando uns gemidos finos. Mauro cravava sua língua sem dó. Até o cu dela ele chupava.

Em alguns minutos a menina começou a se retorcer e "abraçou" a cabeça do Mauro com as pernas... Duda parecia gozar e femia muito...

Mauro então se levantou e disse pra Duda:

— Agora é sua vez, vai Dudinha! — disse ele mostrando o volume no short.

Ao que parece Gaby já havia dado uns toques em Duda. Ela se ajoelhou na frente de Mauro e puxou a cueca dele bem rápido. No mesmo instante o pau de Mauro escapoliu, pegando em cheio no rosto de Duda.

Duda começou a rir e disse:

— Nossa hahaha!

— O que foi? — Mauro indagou.

— É grande demais! Nossa! — ela disse espantada.

Mauro então perguntou maliciosamente:

— Tu gosta?

Duda ficou sem graça não quis responder, mas agarrou a tora de Mauro e ficou olhando, até fechar os olhos e colocar na boca.

Mauro ficou louco de tesão! Minha filha chupava de maneira desajeitada, de olhos fechados. Ora tentava abocanhar a cabeçona, ora lambia como se fosse um picolé. Mauro deixou que Duda chupasse como quisesse, qualquer coisa era lucro.

Cheio de tesão e ávido como uma fera, Mauro afastou Duda de seu pau. Depois a pegou no colo e a levou para o quarto dela.

Nesse momento aproveitei a oportunidade e saí para a sala, onde via peças de roupa espalhadas pelo chão. Ao se aproximar do quarto de duda, cuja porta estava aberta, comecei a ouvir a voz dela:

— Ain, tá doendo! Ai! Nossa!

Quando olhei pela quina da parede, vi Duda de quatro na cama, com o Mauro em cima dela! Ele cospia várias vezes no pau e esfregava a cabeçona da pica na bucetinha de Duda empurrando pra dentro.

Mas Duda rejeitava o pau de Mauro instintivamente, jogando o corpo pra frente e reclamando de dor. Mauro então se abaixava e metia a língua na buceta de Duda, que voltava a arrebitar o bumbum e a gemer de prazer. E então ele parava de chupar e tentava a penetração.

O plano deu certo: aos poucos a bocetinha de Duda foi se acostumando e abrigando o pau. Com paciência, Mauro foi enterrando cada vez mais fundo e Duda já suportava bem.

Muitos minutos mais tarde a cama já rangia. Mauro já socava na minha filha no mesmo ritmo com que comia a mãe dela. Duda gemia baixo, pois ainda não era tão despachada como Gaby:

— Ainnn.... Hmm....

Mauro comia Duda enquanto beijava seu pescoço e lambia o lóbulo de suas orelhas. Ela ficava excitada e retribuia com um gemido mais alto.

Minutos depois, Mauro retirou o pau de Duda que estava com um tom avermelhado, tingido com o sangue do hímen rompido. Depois mandou ela deitar de costas na cama, em posição de frango assado. E então revelou suas intenções:

— Duda, vou te comer de frente! Fique olhando nos meus olhos, não pare de olhar ok?

— Tá. — ela concordou.

Com os pés de Duda em seus ombros, Mauro penetrou ela novamente e passou a socar enquanto olhava nos olhos dela... Duda segurava Mauro pelas costas com as mãos espalmadas, gemendo, enquanto recebia estocadas vigorosas...

Percebi que minha menina havia se tornado mulher...

De repente Mauro começou a dizer:

— Puta que pariu eu vou gozar! Eu vou gozar!

E então Mauro enterrou o pau dele até o útero de Duda urrando feito um louco... Em seguida o silêncio reinou no quarto e Duda continuou com as mãos nas costas de Mauro, imóvel, com o pau enterrado nela, esperando. Puro instinto de fêmea...

Minutos depois Mauro saiu de cima dela. Quando Duda ficou em pé, ela olhou para baixo e percebeu uma torrente de esperma tingido de vermelho escorrer pelas suas pernas.

No mesmo instante saí dali, pois ela veio em direção ao banheiro social. Ficou por lá tomando banho e depois foi para a sala assistir TV.

(continua)

Comentários

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10/01/2019 19:29:58
Foi mais rápido que pensei em ele comer tua filha! Ótimo conto. Agora pra falar a verdade eu não teria coragem de passar por isso tudo não. Você tá de parabéns independente de ser real ou ficção
10/01/2019 18:06:40
Nota 10 adorei




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