Anos Incríveis | Capítulo 11: Heloísa e Eu no Motel


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Oi gente !! S2 S2 S2 vamos para mais um tórrido capítulo da série Anos Incríveis!

Ps: Antes de mais nada, Feliz Natal e Ano Novo pra vocês! Meio atrasada mas só tive tempo de postar após as festas, haha! Bjos!

Anos Incríveis | Capítulo 11: Heloísa e Eu no Motel

Após passarmos pelo portão principal do motel, fomos direto para o quarto simples de número 12. A noite estava linda e a luz da lua refletia nos cabelos negros da Heloísa. Conforme sua moto acelerava, o vento espalhava seu perfume e eu quase que me embriagava de paixão, perdida naquele cheiro que era uma mistura adocicada e, ao mesmo tempo, suave.

Chegamos no imóvel e fechamos a garagem, após Heloísa estacionar sua moto. Abrimos a porta do quarto e entramos, de mãos dadas, sempre sorrindo uma para a outra. Antes de começarmos a nos beijar e a nos amar, sentamos na cama, uma de frente para a outra, e ficamos, por um tempo, conversando.

Heloísa: Flá, por que você está sorrindo tanto para mim? Isso tudo é amor?

Flávia: Eu não sei explicar, Helô... Eu acho que... eu acho que eu te amo... muito..

Heloísa: Claro que me ama, eu sou bonita, inteligente, bem-humorada, sexy, corajosa...

Flávia: E humilde! Bem humilde né, senhora auto-estima!

Heloísa: Claro, humilde também! Mas sério, Flá... Eu acho que também estou apaixonada por você. Todos os dias eu vou dormir pensando em você, acordo pensando em você. Sinto umas borboletas no estômago quando sei que vou te ver... É uma coisa louca, sabe? Quando você resolveu virar mulher, era como se uma fada madrinha tivesse atendido o meu pedido. Eu já te amava, Flá! Mas você estava escondida dentro do Robson... – Os olhos da Heloísa começaram a lacrimejar.

Flávia: Ai, Helô! Você sabe ser romântica quando quer né? Pra variar você quer me fazer chorar... – Comecei a ficar sentimental também.

Heloísa: Sei sim... e agora estamos nós aqui, num motel, pela primeira vez! Isso sim é que é presente de aniversário!

Flávia: Há, isso sim você considera presente né? E a correntinha que eu te dei?

Heloísa: Amor, são duas coisas, dois presentes completamente diferentes. Um deles é um presente carnal: você está se oferecendo para mim, e eu gosto muito disso sabe? O Outro presente é tão especial, mas tão especial que eu vou guardar para sempre no meu coração! Nunca vou tirar essa correntinha, nem na hora da morte!

Flávia: E com certeza você sabe me contornar... eu tenho que tomar cuidado com você, Helô! Você é muito esperta... – Falei sorrindo para ela.

Heloísa: Há, mas você não viu nada, mocinha!

Neste instante, Heloísa se aproximou rapidamente e me deu um beijão, destes que os participantes perdem até o rumo. Quase perdi o ar quando paramos por um breve momento, sorrindo e olhando uma para outra, com nossas testas encostadas. Voltamos a nos beijar e a nos abraçar ferozmente, com a Heloísa indicando que queria me dominar mais uma vez. Ela rapidamente começou a beijar meu pescoço e minhas orelhas, sabendo que eram a minha fraqueza.

Flávia: Huuuuummm amooorr.. ai, está booommm...

Ficamos nos agarrando por um tempo, sentadas na cama, até que Heloísa veio com uma surpresa.

Heloísa: Amor, você se lembra que eu entrei em casa e peguei uma sacola, com umas coisinhas? Então... – Heloísa fez cara de tarada.

Flávia: Ai meu Deus Helô, o quê você trouxe nessa sacola?

Heloísa se levantou da cama e pegou a sacola que trouxera da moto. Quando ela mostrou tudo o que havia lá, fiquei impressionada. Além dos já conhecidos Strap-on e do gel anestésico, desta vez ela também pegou dois conjuntinhos. Um deles era uma roupa própria de mulher dominadora, feita de látex e preta, que mal cobria suas coxas e seus seios e acompanhava um chicotinho. A outra roupa era um conjunto de lingerie branca e azul-claro, com calcinha, soutien e cinta-liga com rendinhas.

Flávia: Nossa, amor. Agora sim tenho certeza que você tem uns parafusos a menos. Eu já até sei quem vai vestir a lingerie...

Heloísa: Claro que sabe, meu amor! Será você! Eu vou vestir a roupa de mulher dominadora, e você, minha sissy dominada! Que tal?

Flávia: T-tudo bem, eu sei que você gosta assim... – Falei com cara de tristinha.

Heloísa: Amor, vai me dizer que você não gosta assim? Eu sei que você gosta... você virou fêmea, Flavinha! Não nasceu mulher, virou uma e eu tenho domínio sobre você, já que sou mulher desde sempre! Eu sou a responsável por te fazer virar menina e você deve me obedecer... como uma boa bonequinha que você é! Entendeu? – Heloísa se aproximou andando e falou baixinho no meu ouvido, me causando calafrios.

A Heloísa realmente sabia me deixar eufórica e totalmente excitada só com palavras. Colocamos nossas roupas e voltamos a nos beijar. Ela me castigava com suas mordidas e lambidas e eu continuava sentada na cama quando Heloísa se sentou, de repente, no meu colo, de frente para mim, com suas pernas bem abertas.

Heloísa: Vamos ver, amor! Se você conseguir ter uma ereção de verdade, como um homem teria, você pode rá ter o que quer... caso contrário, eu vou ter o que eu quero!

Para variar, não consegui ter uma ereção, mesmo sentindo muito tesão.

Heloísa: Está vendo amor, você já é uma bonequinha mesmo! Você é passiva, Flavinha! E você ama isso, não ama? – Ela falava baixinho e olhava nos meus olhos.

Eu estava tão excitada que resolvi apimentar mais a situação, já meio delirante.

Flávia: S-sim amor, eu amo isso! Eu sou sua a partir de agora... quero ser só passiva, Helô! Eu quero ser sua mulher para sempre... – Falei com um jeitinho bem feminino e submisso.

Heloísa: Sim, é minha bonequinha sim... Mas você sabe que foi malvada hoje, me fazendo chorar com seu presente, não sabe? É sim, você foi uma menina muuuuito má! Eu sou sua dona e você vai ter que ser punida, meu bem!

Heloísa saiu do meu colo e se sentou na cama. Ela me mandou deitar no seu colo com a barriga para baixo e com a bunda para cima, bem em cima de suas pernas. Obedeci.

Heloísa: Quem é minha putinha? – Ela perguntou e já me bateu com seu chicotinho, na bunda.

Flávia: Ai! Sou eu...

Heloísa: E quem foi menina má hoje? – Ela me bateu de novo.

Flávia: Aaai! Fui eu amor, fui eu! – Eu estava sentindo um tesão incontrolável.

Heloísa: E quem é que manda aqui, meu bem? – A cada pergunta, eu levava uma chicotada na bunda.

Flávia: Aaaaaiiiii!! É você, Helô! Você é quem manda! Me bate amor, eu mereço...

Heloísa: É claro que merece, você é minha menina linda, com essa bunda lisinha e branquinha! E por quê você ficou com essa bunda assim, toda lisinha?

Flávia: Porque você gosta de mim assim, amor! Toda delicadinha!

Heloísa: Sim, gosto de você assim mesmo... – Ela me bateu mais três vezes.

Flávia: Aaaai! Aain! Aaiiiiiii!!

Heloísa se levantou e me mandou continuar ali, deitava na beira da cama, com o rosto para baixo. Ela vestiu seu pênis de borracha e voltou a se sentar na cama.

Heloísa: Vai, boneca! Levanta da cama e se ajoelha no chão, e fica de frente para mim!

Flávia: Sim, amor! – Obedeci e fiquei ajoelhada de frente para ela.

Heloísa: Você agora já é quase totalmente mulher, meu bem! Só falta uma última coisa... vai, chupa esse pinto com gosto!

Me aproximei do pênis de borracha e comecei a beijá-lo devagarinho, alternando entre lamber a ponta e a base.

Heloísa: Isso amor, é assim mesmo... Vai, chupa direitinho e olha para mim, boneca! Sempre olha para meus olhos!

Heloísa de supetão colocou suas mãos na minha nuca, me fazendo engolir aquele pinto enorme.

Flávia: Huuuuuummmmmm...

Heloísa: Isso, engole e volta, issoooo... respira pelo o nariz, isso! Você é uma gracinha, Flá! Já aprendeu direitinho! Você nasceu pra isso, né meu bem?

Flávia: Hum! – Nessa hora eu já babava de tesão e chupava com vontade aquele pinto de borracha, com minhas pernas bem juntinhas e comportadas.

Ficamos mais um pouco naquela posição até que Heloísa resolver prosseguir.

Heloísa: Isso, agora fica de quatro em cima da cama!

Flávia: S-sim, amor!

Ela começou a passar o gel no meu cú, bem devagar, fazendo movimentos circulares e de vai e vem com seu dedo indicador.

Flávia: Huuuumm! AAAaaiiiiiiiii... delícia, amor, isso!

Heloísa logo já havia enfiado dois dedos em mim e eu já estava totalmente entregue. Era só me comer. E então ela começou a enfiar o strap-on em mim.

Flávia: Aaaaaiiii! – Eu já revirava os olhos.

A Heloísa parou um pouquinho, para eu me acostumar, e já começou a me bombar.

Flávia: Issoo amor, aaaai! Ai, aaai! Issoooo Helô!! Ai delícia!!!

Comecei a gozar feito uma louca, espalhando esperma com meu pênis murcho para todo lado. Mas, desta vez, a Heloísa não parou e continuou a me foder.

Heloísa: Isso, boneca! Mas ainda tá cedo pra parar! Rebola vai, putinha, continuaaa! – Ela me deu um tapão na bunda.

Flávia: Aaaaai! Ai, ai, au! Isso, Helô!

Ficamos mais alguns minutos assim e a Heloísa se cansou e se deitou na cama, com o pinto de borracha para cima.

Heloísa: Isso, boneca, agora senta aqui na minha pica e cavalga direitinho! E olha para mim em?!

Claro que obedeci e me posicionei sobre ela. Ajeitei o pinto de borracha com a mão e comecei a sentar em cima dele. Senti cada centímetro daquilo me rasgando por dentro e me dando um prazer que eu jamais havia sentido antes.

Flávia: Hááááááá! Aiii, que gostoso, amor!!

Heloísa: Isso amor, agora cavalga! Vai! Isso, boneca, quica com gosto! Sente a vara te transformando em fêmea! Vai! Aaaaaiii Flá!!! Issooooo! – Ela também começava a sentir muito prazer.

Eu sentava no strap-on, colocava uma mão na cabeça e rebolava gostoso.

Flávia: Aai! Ai! Ai! Au!

Heloísa apertava meus seios com suas mãos e fazia cara de transe, com os olhos fechados e boca aberta.

Heloísa: Isso, Flá!! Isso!! Não para amooor! Háááááááá! Ai, Fláviaaaaa!!!! – Heloísa havia gozado tanto que se curvou para cima, totalmente tomada pelo prazer. Enquanto isso, eu ainda quicava com força, sentindo todo o meu corpo tremer de prazer.

Flávia: Hááááááááá!!!! Issooooo!!!! Hááááá!!! Helôôôôôôô!!!!! Gozei novamente, com tanta força que nunca mais iria preferir outra posição na hora do sexo.

Tirei o strap-on do meu ânus e me deitei ao lado da Heloísa, totalmente cansada e suada. Ficamos alguns minutos nos recuperando da transa meio selvagem e resolvi abraçá-la.

Flávia: Amor, foi uma delícia... Você... você realmente sabe fazer isso direitinho..

Heloísa: Eu sei mesmo, né? Eu faço o melhor por você... mesmo que eu não tenha um instrumento natural.

Flávia: Por falar nisso, eu ainda não consegui ter uma ereção.. estou ficando preocupada.

Heloísa: Amor... preocupada por quê? Fique sabendo que você nunca vai usar esse troço em mim!

Flávia: Mas! Mas agora pouco você disse que se eu tivesse uma ereção, você..

Heloísa: Amor, isso era pra apimentar o sexo! Eu sabia que você não conseguiria ter a ereção! Vou ser sincera: Eu não consigo me imaginar sendo penetrada por você! Pra mim você é passiva, sempre!

Flávia: Mas assim nunca poderemos ter filhos...

Heloísa: Filhos?! Ainda nem nos casamos.. haha! Mas eu também já pensei nisso! Podemos adotá-los, o que acha? Aliás, você gosta do seu pênis Flá?

Flávia: Nunca tive nada contra...

Heloísa: E nada a favor né? Nunca usou ele pra mais nada, só pra fazer xixi né? Eu acho que você já está estéril, amor!

Flávia: estéril!?! – arregalei os olhos.

Heloísa: Claro! Você já está a quase cinco meses tomando hormônios femininos... eu acho que você é do tipo bem sensível a eles! Talvez um dia você até consiga ter uma ereção, mas filhos... já era! Por mim você pode cortar esse negócio! Não vai usar pra nada mesmo! – Heloísa gostava de ver as minhas reações de espanto com o rumo da conversa.

Flávia: Não sei não, amor! Nunca pensei nisso antes...

Heloísa: Não pensou ainda, mas já deveria ir pensando no caso.. vai ser melhor pra você! Você sempre quis ser mulher, não quis? E ser mulher significa ter uma vagina... a não ser que você queira ter seus documentos oficiais indicando que você é homem para o resto de sua vida! Será mais difícil pra você arrumar um emprego e estudar! Fora o preconceito...

Flávia: E você gostaria de me ver com uma vagina ao invés de pênis?

Heloísa: Claro! E muito! Mas não pense sobre isso na hora de tomar uma decisão... pense na sua vida como um todo! Eu sempre vou te amar... mas você nunca vai usar isso em mim não! Eca! Haha!

Flávia: Hum... tá bom, haha! Vou pensar no caso... eu aposto que você ficaria ainda mais louca ao me ver com vagina né?

Heloísa: Amor, você não sabe o quanto! Aí sim eu teria liberdade total... e você sabe o que isso significa né? – Ela fez uma cara tão maliciosa que me causou rubor.

Heloísa: Hahaha! O bom é que você ainda fica vermelha com essas coisas, haha!

Flávia: T-tarada...

Curtimos um pouco mais o motel, tomamos banho e pedimos comida. Infelizmente não poderíamos passar a noite lá pois os pais da Heloísa ficariam preocupados e assim fomos embora. Heloísa me deixou na porta da república e nos despedimos com um belo beijo para fechar a noite com chave de ouro.

Entrei na república e minhas amigas já estavam dormindo, com as luzes todas apagadas. Usei meu celular para iluminar o corredor e finalmente entrei no meu quarto. Eu estava cansada e rapidamente deitei na cama. Aquela noite foi mágica e eu amava cada memória dos momentos mais marcantes mas aquela história de tirar meu pênis estava pulsando na minha mente. Pensei, pensei, pensei e... dormi.

:-)

Amores, até a próxima!

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
09/01/2019 03:30:55
Uaaaaaaau!!! Meninaaaaa que deliciaaaa continua logo!!!




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