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Eu e meu sobrinho - Parte Um

Um conto erótico de Rosa Linda
Categoria: Heterossexual
Data: 06/12/2018 12:55:01
Última revisão: 06/12/2018 14:56:20
Nota 10.00

Parte Um - Namoradinhos

Meu nome é Fernanda Rosa, tenho 31 anos. Sou divorciada há 12 anos - um namorico de adolescentes que me rendeu uma gravidez indesejada aos 17 anos. Tenho um filho, Luiz, de 20 anos, o qual amo muito e faço tudo por ele. Sou representante de uma multinacional do Sul do Brasil. Por comodidade, ainda vivo com meus pais em Florianópolis, pois viajo muito e, quando o Luiz era pequeno, precisava da ajuda deles. Mas, pelo título, a relação aconteceu com um sobrinho meu…

Para uma descrição fidedigna, me considero gostosa. Eu tenho uma bunda grande e bem redonda (que chama atenção dos secadores de plantão nas ruas), gosto que ela fique modelada em calças sociais ou saias - meu “uniforme” de trabalho. Meus seios eram pequenos, por isso coloquei silicone (350 ml) há dois anos, o que me permitiu usar decotes mais generosos em festas. Não tenho um corpo sarado, tenho pouca paciência para academia e quando começo a frequentar, logo desisto o que me deixa com umas gordurinhas sutis em volta da barriga. Meus cabelos são pretos um pouco encaracolados, que passam um palmo dos meus ombros. Enfi vamos aos fatos.

Depois do meu divórcio, apesar da tristeza, porque amara muito meu ex esposo, eu dava pra todo homem que me despertava tesão. Novinha inocente, mesmo tendo que cuidar do meu filho, eu não me poupava de ir em festas e “encontros” (com o claro objetivo de foder). Minha família, obviamente, criticava-me. Falavam que eu era irresponsável, que tinha um filho e precisava arcar com minhas obrigações. Fato que me arrependo de não ter dado muita atenção para meu menino, mas minha vontade de dar na época substituía qualquer outro pensamento.

Apesar de toda essa “vagabundagem” sempre fui amada pelos meus sobrinhos e sobrinhas. Sempre dei atenção a todos, brincava, convidava-os ao cinema, McDonald's e etc. Em datas importantes, como aniversários e Natal, Réveillon ou Páscoa gosto de passar com meus familiares, os quais fazem todos um tipo de comida, sobremesas e refeições, e nos reunirmos para confraternizar. E meu sobrinho Gabriel, sempre foi o mais amado por mim. Era educado (ao contrário do meu filho que sempre respondeu tanto aos avós) e não era bonito nem feio. Sempre foi magro e, nas vezes que o dei banho ou cheguei a ver o seu pênis, tinha um tamanho normal, nada que me chamasse a atenção. O problema começou quando ele foi aprovado em Medicina pela UFPR.

Ele, com seus 21 anos, estudando por três anos em cursinhos, já estava com o corpo mais definido por causa da academia - gostava de mostrar seu tanquinho, único atributo da musculação. E era extremamente inteligente. Discutia ocasionalmente com algum familiar que fosse de direita, visto que pra ele a igualdade é fundamental para a consolidação das liberdade constitucionais. Em aspecto geral, tornou-se desejável para muitas meninas. Até mesmo para mim…

Depois da festa pela sua aprovação. Todos queriam sair e conversar com ele. Eu, como sua tia favorita, resolvi sair pra conversar com ele. Para explicar sobre o mundo e a universidade, visto que ele era um menino muito focado, mas pouco vivido, já que não saia muito. Como Luiz estava na casa da namorada, lá para o Oeste de Santa Catarina, iríamos só eu e meu sobrinho. Decidimos ir ao Continente Park, quando chegamos lá, as últimas cadeiras do cinem estavam lotadas, como sou muito brincalhona disse:

- Pelo visto, teremos que ser namoradinhos nessa sessão ou a gente espera a próxima?

- Só se formos namoradinhos de verdade - disse Gabriel com um sorriso sem qualquer indício de maldade.

Aproximei-me do seu ouvido, para a atendente não escutar:

- A gente deveria ter ido um motel pra se pegar gostoso, então - sorri maliciosamente.

Tadinho. Ficou todo envergonhado. Comprei os ingressos. E seguimos para fila que se formava para mostrar os tickets. Nisso, enquanto estamos parados, abraçava e beijava sua testa, elogiava meu sobrinho futuro médico. E ele ficava meio sem jeito. Visto que eu estava com aqueles suéteres bem finos com um decote bem generoso que raspavam em seu peito. Eu, claramente, fazia para deixá-lo desconfortável, mas sem malícia alguma.

Entramos na sala e fomos para nossos lugares. Abri minha bolsa e mostrei alguns dos doces que comprara antes - me recusava em comprar comida no cinema pelos preços absurdos. Ele sorriu e pediu um Snickers. Eu disse que só se ele me desse um beijinho. Ele, rapidamente, me deu um beijo na bochecha e pegou dois Snickers. Eu abusada disse que tinha que ganhar mais um. E ele, pela rapidez, beijou suavemente meu quarto direito da boca. Pediu desculpas apressadamente, eu disse que aquilo era nada, pois éramos namoradinhos. Nisso, puxei-o para mim e coloquei meu braço em volta do seus ombros. Ele, para responder ao afeto, colocou sua mão esquerda na minha cintura e me deu uma apertada de leve. Ficamos assim até o início do filme. Ele me pediu mais alguma guloseima e, sem eu pedir, me deu um beijo na bochecha acompanhando de uma mordida. Eu, ainda com meu braço direito no seu ombro, dei uma batidinha e sussurrei “safadinho”. E ele misteriosamente me deu um piscadela e voltamos a prestar a atenção no filme.

Mais para o final do filme, Gabriel pegava um doce quase toda hora. E ficava mais inventivo nas brincadeiras. Dava beijinhos rapidinhos na minha bochecha, ou demorados, apertava sempre minha cintura com sua mão esquerda quando ia pegar um doce (pegava forte mesmo, às vezes me dava até umas besliscadas). Eu percebi, entretanto, que sua mão esquerda estava cada vez mais longe da cintura, e se aproximando da minha bunda apenas com alguns dedos. Meio que para me distrair, eu acho, ele pegou com sua mão direita e segurou na minha mão, que estava apoiada em seu ombro. Percebi, então, o quanto “namorados” nós parecíamos. Mas como eu iniciara brincadeira, resolvi deixar assim. Quando o filme terminou, dei um beijo na sua bochecha e disse que ele fora um bom namorado. Enquanto eu tirava minha mão da dele e levantava meu braço para tirá-lo do seu ombro. Sua mão esquerda foi descendo sutilmente e passou pela minha bunda lentamente - como eu estava de calça legging, senti tudo. Instintivamente, bati de leve no rosto e disse:

- Pensa que eu não percebi você se aproveitando da sua titia agora?

Ele, encabulado, sorriu e disse:

- Mas isso é coisa de namorados...

- Seu espertinho, sempre achando breças nas brincadeiras.

Levantamos e fomos comer no Madero. Conversamos como familiares, sem qualquer insinuação ou algo do gênero. Expliquei os cuidados que ele teria que ter lá em Curitiba. Que não podia confiar em qualquer um e teria que demonstrar independência para seus pais antes de ir para lá, para deixá-los seguros. Ele ouviu atenciosamente a tudo.

Fomos para o carro, perguntei se ele queria levá-lo agora na volta (eram umas 22h). Ele concordou e foi para caminho da seu apartamento, perguntou seu eu queria entrar para dar um oi para sua mãe e eu disse que sim. Então, abriu a garagem e estacionou. Desligou o carro e pegou na chave. Então, tentei abrir a porta e estava travada. E falei pra ele liberá-la apertando um botão na chave. Porém ele disse:

- Mas você não vai se despedir do seu namorado?

- Claro que vou - disse rindo -, mas eu ainda nem vou embora.

- Ahh, tia. Lá cima a gente já será sobrinho e tia novamente.

- Você quer que a gente se despeça de qual jeito então? - disse eu curiosa

- Como namorados fazem né - respondeu ele sorrindo já com o corpo inclinado para mim

- Com um beijo, Gabriel? - perguntei assustada, pensando que era só uma brincadeira.

- Seria o certo. Tratei você tão bem hoje. Como você recompensaria um encontro ótimo? - Já com o corpo inclinado para ele.

- Tá, tá. Um selinho sem maldade hein?!

- Não, selinho, não. Um beijo. Se selinho fosse beijo, não seria selinho.

- Mas tu és exigente, né. Tu tens que ficar quieto sobre isso. As pessoas não entenderiam nossa brincadeira. Tudo bem?

- Claro, tia. Só entre eu e você - concluiu com um sorriso.

Eu não esperava tanta ousadia do meu sobrinho. Mas, como eu disse antes, eu iniciara a brincadeira, bastava agora concluí-la.

Ele se aproximou de mim, puxou-me pela cintura, sorriu e me deu um selinho com olhos fechados. Eu resolvi fechá-los também. Nisso, ele me deu uma mordida de leve nos meus lábios inferiores e começou a me beijar, sem língua. Eu, ainda, um pouco relutante. Alternando entre mordidas e beijos. Achava aquilo tudo fofo da sua parte. Sorri e então, ele me puxou para mais perto. Segurando com sua mão direita na minha cintura com força e a esquerda no minha nuca fazendo carinhos. Envolveu sua língua na minha bochecha e eu cedi totalmente aos seus amaços. Beijando molhadamemte. Escutando os estralos dos nossos lábios. Nisso, sua mão direita passou para minha bunda e me deu um apertão. Um estralo se deu na minha cabeça. E eu acordei para situação. Saí de perto dele. Ele com um sorriso safado no rosto me olhava com desejo. E eu para contornar a situação disse:

- Tinha que se passar, né, menino?

- Fiz meu papel de namorado muito bem, não acha?

- Não começa. - Repreendi-o, tentando demonstrar que o beijo nunca acontecera - Avisa sua mãe que a gente precisa organizar as coisas para o aniversário da sua irmã.

- Mas você não vai subir? - perguntou ele meio tristonho

Não, lembrei que preciso resolver umas coisas do trabalho e estou com medo de você.

- Ahh para, tia. Sei que você gostou! - disse ele já saindo do carro e fechando a porta.

Ele deixara a chave no banco. Peguei, liguei o carro e dirigi até a saída da garagem. Abaixei o vidro do carro pedi pra ele mandar abraços pro seu pai, mãe e irmã.

- Claro que eu mando, tia. E quando vamos sair de novo?

- Já tá pensando na próxima vez? - disse eu dando gargalhadas.

- Como não pensar?

- Gabriel, se quieta, menino. A tia anda muito ocupada, mas quando der, eu aviso você.

- Então, você curtiu sair comigo né?

- Claro que sim. Você é uma ótima companhia - respondi afeituosamente.

- Até do final? - disse ele se aproximando do carro.

- Tolinho, mas, sim, gostei do final. Mas fomos namorados por um só dia!

- Que pena… - disse ele fazendo cara de triste

- Tchau, tenho muito que fazer.

Ele se afastou do carro, abriu o portão e acenou para mim. E eu tentava não pensar em tudo que aconteceu naquele dia. Passei com a língua nos meus lábios e percebi o quanto tinha gostado de tudo aquilo.

Continua...

Comentários

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06/12/2018 15:33:41
bom bom, continue, eu com uma tia dessas....
06/12/2018 13:58:27
Que delícia. Você escreve maravilhosamente bem. Essa introdução realmente me excitou. Pela forma de escrever parece uma secretária ou professora de universidade. Engraçado como a mente da gente viaja e caracterizamos diversos atribuições físicas aos personagens descritos no conto. Enfim, queria eu ter a técnica de saber escrever como fazes. Nota 10, com certeza e aguardarei o próximo. Se puder, leia os meus na minha página. Beijos!
06/12/2018 13:39:05
Muito bom, continua




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