Minha família, minhas mulheres! IV


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Um conto erótico de DUDU
Categoria: Heterossexual
Data: 05/12/2018 18:27:51
Última revisão: 05/12/2018 18:32:14
Nota 9.94

Capitulo IV

Não esperei que ficasse mais tarde, levantei logo em seguida e saí atrás da minha deusa, se fosse levar uma bronca e como ela não escandalizou, decidi resolver esse impasse logo de uma vez. Ao chegar a cozinha ela tomava um copo de água com a porta da geladeira aberta, a cisma da bronca iminente me assustava, por outro lado sua camisola de tule transparente me excitava ainda mais naquele momento, de costas, sua linda bunda arrebitada me convidara aos mais deliciosos desejos, sua pele branca e sedosa me enlouquecia, aquela calcinha pequena apertando aquele lindo rabo não saia da minha cabeça, o desejo de sentir em minha boca o sabor daquele corpo me assolava. Aproximei-me por trás e chegando bem perto a segurei pela cintura que nesse momento num grande susto quase deixa o seu copo de agua cair ao chão. Virando de repente, ficamos de frente, e no brusco movimento se desvencilha de vez de minhas mãos. Os nossos rostos estavam corados, se a bronca seria grande, acabara de torná-la em uma catástrofe. Ela com a voz baixa, mas muito firme me diz:

–Que merda você tem na cabeça, Pedro?

Não respondi nada, apenas abaixei o rosto em sinal de respeito.

–Sou sua mãe, essas coisas não se fazem com parentes, sabia?

Resolvi que não contestaria, enfrentaria sem debater o que ela dizia. Daí começou um sermão que logo parecia um conselho.

–Imagino que em plena juventude deve estar com hormônios a flor da pele, procure uma namorada para essas coisas, onde está a menina que sua irmã ficou de lhe arrumar? Onde já se viu tocar em sua mãe nesses locais? Isso não é coisa que se faça, não volte a fazer isso, ok?

Talvez num instinto de defesa a pedi desculpas, começamos a conversar e lhe dizia:

–Mãe a senhora lembra de uma conversa que tivemos há poucos dias aqui mesmo na cozinha? Me falava sobre a beleza da tia, concordei contigo, pois todas as mulheres da família são lindas, mas com todo respeito, a senhora é a mais linda de todas, sabia? Li que a mãe da gente é o primeiro grande amor, talvez não seja nos sentidos carnais, eu sei, mas sei que a senhora desperta em mim tudo isso, eu a amo e não queria que isso atrapalhasse nossa relação, talvez ainda seja os hormônios como disse ou talvez eu precise de um tratamento.

–Filho, entendo o que diz, me desculpe se fui muito dura, você sempre nos deu muito orgulho, és um rapaz direito e muito bonito, mas não acho certo sentir atração por mim, sou sua mãe e isso não deveria acontecer, enquanto a tratamento, basta esquecermos o que aconteceu e pronto, não contarei nada a ninguém.

–Obrigado por me entender, mãe. Te amo, sabia?

Fui a seu encontro para abraçá-la, nos envolvemos naquele abraço gostoso de reconciliação mesmo não havendo o tsunami que eu previa.

–O melhor abraço do mundo é o da senhora, é tão quentinho.

Falava isso próximo a sua orelha direita enquanto me arfava em seus cabelos, fazia carinho no seu couro cabeludo, sentia que ela estava gostando, olhando para baixo conseguia ver claramente o tamanho do seu rabo, que rabo delicioso era aquele. Seus cabelos castanhos claros e ondulados cheiravam como uma doce erva, seus seios, que um dia eu mamara, eram grandes o suficiente para encher uma enorme mão e não tão firmes quanto aos de Juliana, mas macios como o mais fino tecido. Dava para notar que suas aréolas eram grandes e suculentas, pois os bicos semiduros os denunciavam, suas orelhas estavam adornadas com médias argolas de ouro, e seu perfume meio adocicado entravam por minhas narinas de macho sedento. Por baixo daquela linda lingerie, era notório o comprimento de suas pernas, assim como as de Juliana, compridas, não tão torneadas quanto as da ninfa, todavia o suficiente para chamar a atenção por onde passa, sua pele macia era similar ao de uma seda e o cheiro emanado pelo seu corpo era o suficiente para acalmar o mais nervoso dos machos, seus olhos penetrantes e intimidador, sua voz enrouquecida tremia a minha base, uma voz denotada pela idade e experiência me fazia balançar. Seus pés de princesa/rainha com unhas bem-feitas eram um charme só e as da mão eram grandes e do mesmo modo bem tratadas, aquela mulher estava a me enlouquecer. Minha rola endureceu de uma só vez e como nossos corpos estavam próximo encostei ainda mais perto para que ela sentisse o tamanho do meu desejo, ela já havia visto meu membro juntamente com minhas irmãs, será que não teria curiosidade em também provar assim como minha irmã? A puxando ainda mais perto forcei o toque da minha cobra rija contra sua barriga logo acima da sua quente e úmida boceta. A senti arrepiar e suspirar mais forte, senti que o tesão estava a aquecendo ainda mais. Ela, por outro lado também acariciava meus cabelos e quando a puxei, senti cravando suas unhas na minha cabeleira. Sua respiração denunciava as fortes sensações que a percorria, nesse momento inusitado abaixo minha mão mais uma vez em direção aquele rabo que tanto desejava, com as duas mãos e sobre aquela camisola que mais parecia um lingerie feito para matar, abri as duas bandas de sua bunda de uma vez e puxando para cima, que delícia de toque, aquela carne não era tão durinha quanto a da tia, mas também não era flácida, dava para notar que não havia celulites, enfim minha mãe era muito enxuta para sua idade.Com o dedo médio acariciei todo o seu rego parando sobre o seu cuzinho e nesse momento a senti tremer. Não forcei a entrada do dedo, mas fiquei acariciando aquele local totalmente desejado por mim. Desci mais um pouco minha mão e já sentia o calor que aquela boceta emanava, que boceta quente ela tinha. Agora ela tentava me empurrar, mas era um empurrão sem força, mais parecia um pedido de quero mais. Então ela disse:

–Filho, pelo amor de Deus, eu não estou aguentando mais. Para com isso por favor! Sou sua mãe, mas também tenho meus desejos, pare de me atentar.

Tão estranho como em alguns segundos atrás havíamos decidido não ir com aquilo para frente e naquele momento eu já estava com meu dedo por sobre seu cuzinho apertado.

Então decidi mostrar para ela o tamanho do meu desejo. Soltei uma mão de sua linda bunda o qual não desejaria soltar jamais, a trouxe para frente liberando de uma só vez todo o meu pau que bateu de encontro ao seu corpo a fazendo sentir todo o meu calor. Minha rola pulsava, meu coração estava disparado com a situação. A cabeça do meu pau latejava, suas veias estavam alteradas de tal forma que sentia que poderiam estourar de tanta pressão. Com a mesma mão que liberei meu mastro da cueca, guiei a mão de minha doce mãe aquela cobra que desejava devora-la, ela relutara de início, mas em poucos segundos sentia suas suaves mãos me masturbando, aquele toque era o mais gostoso de todos até aquele momento, que punheta deliciosa ela fazia, sinto a outra mão agarrar meu saco e iniciar uma massagem naquele local, notei que todas as mulheres dessa família são gamadas pelo saco masculino, ela gemia, dizia:

–Meu deus me perdoe, mas que pica gostosa esse moleque tem!

Levantei a parte da frente de sua camisola e apalpei sua linda bocetinha por sobre aquela linda calcinha tanga, ela puxava o couro da minha pica que estava com a cabeçorra toda melada pelo liquido pré-ejaculatório. Ela passou o dedo em todo aquele líquido e o levou até a boca para provar o gosto do seu filho, enfiou o dedo e depois lambeu a ponta insinuando um boquete. Notei que ela não mais relutava, estava entregue ao tesão, não haviam mais pudor em nossas atitudes, sua boceta escorria pelas pernas e o cheiro de sexo estava pelo ar.

–Preciso provar essa rola maravilhosa.

Disse ela já se abaixando. Segurou minha rola pela base e disse:

–Essa tora é uma delícia, é muito grande! Uns 4 ou 5cm maior que a do seu pai. Huuuum!

Meu pau pulsava agora na altura de seu rosto, num leve movimento, agarra a minha vara pela metade, abaixa-se mais um pouco e coloca de uma só vez todo o meu saco dentro de seus lábios. Sua língua fazia todo o resto da magia, passava de um lado para o outro, sugava com força e logo em seguida aliviava a sucção, mordia e esticava o couro do meu saco e dava lambidas na base do meu membro. Ela estava adorando mamar aquela bolsa escrotal, já eu, estava no paraíso com aquele boquete magnifico provindo de minha rainha, a minha doce mãe.

Meus pensamentos não imaginaram que uma mãe poderia ser tão atrevida, tão cachorra, tão deliciosa. Imaginava as mães como seres que assim como os anjos não provinham da concepção carnal, que para elas apenas o amor maternal existia e naquele momento envolto pela situação extremamente excitante, descobrirá que o amor de mãe era o mais sadio e extremo em todos os sentidos.

Se passavam uns 5 minutos que havíamos saído da sala e ela se levantou se contorcendo dizendo que estava morrendo de vontade de sentir aquela tora de carne a penetrar, aquelas palavras que jamais pensaria que pudessem ser ditas por ela me enlouqueceu, mas afirmou que não poderíamos demorar pois já notariam a nossa falta, concordei com ela, afinal não deveríamos ser descuidados. Eu já estava incluso numa putaria sem limites dentro da família, mas alguém nos pegar fazendo aquilo na cozinha em plena tarde não seria uma boa.

Ela se arrumou e quando se preparava para sair, segurou meu pau mais uma vez, ajoelhou e começou um delicioso boquete, agora não mamou o saco, provavelmente queria sentir somente o gosto daquela cobra. Passou a língua no orifício, sugou todo o líquido que ali estava, circuncidou toda a extensão da cabeça com uma lambida e abocanhou de uma só vez até a metade aquela porção de carne enervada. Sua boca estava cheia, mas ela estava sedenta, queria mais e forçava para que mais preenchesse toda sua boca até fazer ânsia de vômito, assim parou, retirou todo de sua boca olhando para cima, sorriu e disse que depois queria provar tudo aquilo novamente. Se desvencilhou de mim saindo quase às pressas, notei que entre suas pernas escorria uma pequena quantidade de líquido, ela quase gozara chupando a rola de seu filho e desejava consumar de uma vez todo aquele nosso desejo. Não fui atrás, não podia dar bandeira, queria muito a seguir até seu quarto e ali mesmo voltar a preencher o espaço por onde um dia saíra, mas não podia naquele momento, deveria administrar ainda mais a situação, teria eu as três mulheres mais lindas ao meu alcance e até o momento não havia comido nenhuma, estava para explodir, queria muito gozar dentro de uma delas, precisava que isso acontecesse, tinha que ser naquele dia, estava para estourar de tesão.

Passaram-se aproximadamente 8min. até meu retorno à sala pois esperava o barraco do meu samba canção ser desfeito e quando estava meia bomba retornei, no chão Juliana dormira e parecia que não acordaria por tão logo pois até roncava. Érika ainda entretida com a série, contudo dava leve sinais que poderia cochilar, ela utilizava uns óculos indicados para que usasse para ler ou assistir tv, quando utiliza esses óculos fica muito linda e atraente. A chuva aumentara, agora escutávamos trovões e raios a todo momento, minha mãe do alto da escada solta um grito para que desligássemos os aparelhos doméstico, ela tinha medo que acontecesse como o ano anterior onde um raio caiu próximo nossa casa e queimou vários aparelhos inclusive uma tv de 55” e não queria gastar dinheiro na compra de outra. Érika reclamou que entraria numa cena a qual ela adorava, mas desligou os equipamentos incluindo seu computador, fez a leitura de algumas mensagens no celular e subiu sem dizer nada, não sei se havia ficado com raiva ou somente entediada, nem ao menos se iria demorar no quarto.

Minha tia, continuou deitada ao lado de Juliana, sentei-me inicialmente no sofá vendo pela janela o clarão dos raios e a chuva abundante.

–Será que minha casa encharcou? Disse ela com tom de preocupação.

– Aqueles pedreiros estão deixando muito a desejar, se não fosse indicação do seu pai os colocaria para fora. Só servem para olharem para minha bunda.

– Nunca passaram uma cantada de pedreiro na senhora? Eu certamente faria isso. Falei sorrindo e apalpando aquela linda bunda e de já entrando abaixo do cobertor com elas.

– É sério, estou muito preocupada, há uma área onde estão os sacos de cimento e sinto que possam molhar. Acho que vou lá olhar, não posso ter esse prejuízo.

– Posso ir contigo para poder ajudar, há lonas na construção para cobrir caso necessário?

–Sim, comprei algumas, então vamos!

Levantamos com cuidado para não acordar Juliana, ela subiu e informando sobre sua preocupação a minha mãe lhe disse que eu a acompanharia para uma inspeção e que não demoraríamos muito, somente o tempo de cobrirmos algo que não pudesse se molhar. A casa é perto, mas sugeri que fossemos de carro pois ficaríamos menos tempo na chuva já que a garagem de casa é coberta só demoraria para descermos em sua casa. Eu elétrico de felicidade pensava como a minha sorte havia crescido por causa de uma chuva, talvez se estivesse sol a única coisa que haveria acontecido seria ver aquelas mulheres de biquíni, entretanto em poucas horas já havia recebido uma punheta e um delicioso boquete, minha cabeça não parava de pensar em que naquele momento estaria eu levando uma presa para o abate ou seria o contrário, talvez eu que estaria sendo conduzido para essa matança.

Ao chegarmos na porta de sua casa, ela se atrapalhou ao escolher a chave naquele molho, acabamos nos molhando muito e assim que entramos ela balançava os braços com o intuito de escorrer a água. Não estava tão molhada, mas o suficiente para instigar a mente de qualquer homem, pois quem não sente tesão em uma mulher molhadinha? Ainda mais com aqueles cabelos pretos com aquela pele branca. Sua bunda denunciava a marquinha da sua calcinha que agora aparecia pelo fato de seu shortinho ter se molhado, a polpa de sua linda bunda que geralmente aparece na parte curta de seu short apresentava arrepios, ela resmungava e eu somente admirava aquele lindo bumbum.

Fomos seguindo para a parte de trás de sua casa, ela teria que atravessar todo o seu quintal até um pequeno quarto que tinha feito bem nos fundos, realmente ela estava preocupada com materiais ali guardados e não somente em sua presa, que seria eu.

Me informou que iria rapidinho observar o estado e que se fosse preciso me chamaria para ajudá-la, me ofereci para ir até lá conferir, mas ela insistiu que ela mesmo iria, pois sabia como queria suas coisas, assim concordei e ela foi. Na sua ida parecia que seus paços eram em câmera lenta, eu admirava o balançar de sua bunda para cima e para baixo o que era simplesmente magnifico.

Seu quintal estava destruído com materiais por vários locais, a grama que outrora seria verde recebia, imagino eu, água depois de vários dias. Um enorme buraco se enchia de água e a terra provinda dele virava lama com o molhar da chuva. Ela também estava a fazer uma piscina mais ou menos do tamanho da nossa casa e naquele momento parecia que a mesma já se enchera, mas de água suja. Do lado do barro que saíra daquele buraco uma boa quantidade de tijolos empilhados como também uma outra quantidade de entulho. Noto ela fazendo sinal de legal com o dedo polegar insinuando estar tudo ok com os seus materiais e que não seria necessária minha ida até aquele recinto e realmente não estava muito afim de pôr as costas naquela água gelada novamente. Observo que ela impulsiona seu corpo para novamente voltar correndo até onde eu estava, mesmo com aquela chuva forte era inevitável não notar o balançar daqueles seios fartos, ainda mais que naquele momento ela não usava sutiã. Mais ou menos na terceira passada algo espantoso acontece, seu pé deslizara na lama que se formara do barro que advinha da sua nova piscina e em um momento ela esborracha-se toda naquele limo.

Naquele ímpeto de preocupação, me jogo à chuva me colocando a seu encontro, realmente o seu tombo fora preocupante, ao chegar próximo ela começa a sorrir e estendo minha mão direita para ajudá-la se levantar.

– Louca, fiquei bastante preocupado.

–Haha, foi um tombo digno de um show de cacetadas, ainda bem que ninguém estava filmando. Disse ela talvez tentando disfarçar um pouco do constrangimento.

Suas costas e todo lado direito de seu corpo estava sujo de lama, seus cabelos escorriam aquele caldo que já começara a ser lavado pela chuva. A abracei por suas costas no intuito de ajudá-la a se levantar, sua bunda molhada e suja roçara meu calção, aproveitando da situação depois de notar não ter ocorrido nada grave, com ela já em pé, segurei em sua cintura puxando de encontro a mim grudando nossos corpos molhados. Seus cabelos ondulados, diferente da minha doce mãe, exalava um cheiro de puta. Sentia que aquela fêmea era dotada com os saberes da vida, que adorava sentir e proporcionar prazer. Ela não se fazendo de rogada, rebola aquelas nádegas duras em meu pau que já iniciara uma ereção. O momento de preocupação e de constrangimento estava se tornando um momento agradável.

Embaixo da chuva ela continuava a rebolar, mas agora virara seu rosto olhando de lado com cara de piranha para mim que num instante puxando os cabelos descobri sua orelha, colocando aquele lóbulo quase por completo dentro de minha boca. A situação mudara, estava eu com aquela gata digna de uma capa de revistas em meus braços. Continuei a chupar cada centímetro de sua orelha e certa hora enfiava a língua molhada de saliva e chuva em seu interior. Senti-a tremer quando minha língua percorria a parte interna de sua orelha. Ela fazia sinais sonoros parecidos com uma chapa quente ao receber um pedaço de carne, “shshshshs”. Suas pernas tremiam e rebolavam ao mesmo tempo denunciando o prazer sentido. Desprendo de sua orelha dando leves mordiscadas, começo uma leve chupada em seu pescoço que ainda apresentava algumas folhinhas de grama e lama depois da queda. Com a mão direita, apenas passando as costas naquele local, retiro o excesso e começo uma chupada frenética e ousada, porém com cuidado para não deixar marcas, ela levanta a cabeça oferecendo aquele cangote para que continuasse com mais intensidade, sua mão agora atrás empurrava meu corpo abrindo passagem para que chegasse até minha carne que já se encontrava dura como aço. Por cima do samba canção de seda que vestia ela acariciava minha vara dura. Coloco minhas mãos para frente, em busca de seus seios volumosos. Antes de sair de casa trocara a parte de cima de seu baby doll por uma camiseta de alça, parecida em modelo com a anterior, mas em outro tecido, cor e menos sensual (convenhamos que um baby doll deixa uma mulher bastante atraente), facilitando meu toque, arqueia os ombros para que eu puxasse cada alça fazendo de vez aqueles seios grandes aparecerem desnudos para mim, entretanto agora eu seria o sortudo a deliciar-me e não Juliana.

Agora estava eu a chupar seu pescoço e com as duas palmas acariciava seus seios fazendo questão de encher a mão o máximo possível para matar a vontade e desejo que eu acumulara. Meu membro duro, assim como seus seios, já se encontrava do lado de fora pois ela abaixara meu short até metade das coxas e segurou pelo corpo daquele pau esfregando no meio do seu rego ainda por baixo dos panos. Solto seus seios tesudos e começo a abaixar aquele shortinho que cobria sua parte inferior, ela rebolava para facilitar meus movimentos e aproveitava para retirar a parte de cima colocando sobre a pilha de tijolos próximos. Somente de calcinha fio dental, preta, atolada até sumir totalmente em seu rego e sua bunda arrepiada, talvez de frio, talvez pelo calor do momento me mostrava a mais bela criação divina, uma MULHER, praticamente nua em minha frente, minha deliciosa tia. Em meu pensamento, não sabia mais decifrar e se fosse para pôr em ordem qual das três mulheres a meu alcance seria a mais bela, cada uma tinha seu charme e beleza única ficando difícil a escolha.

Retirei também minha camiseta e quando a passava pela cabeça ela agarrara meu mamilo com a boca e retribuía os chupões que eu teria feito em seu pescoço. Chupava com gosto todo meu mamilo, eu sentia cócegas e um tesão não antes sentido. Poucas vezes namoradas haviam chupado ali, eu não despertava desejos por toques no mamilo, mas agora, sem pedidos eu que estava entregue. Passava a palma em seus cabelos molhados e ela com a língua húmida parecia uma cadelinha no cio lambendo toda a extremidade do bico do meu peito. Não tenho o peitoral peludo como o Tony Ramos, mas pelos grossos e espalhados por toda parte. Mariana era uma profissional na arte de chupar e isso estava claramente evidenciado. Agora eu que arrepiava, não era de frio, a chuva a nós pouco nos importava, por mais que ainda rebatessem trovões a todo lado, estávamos vivendo perigosamente e estava uma maravilha. Ela chupava ao redor do peito, logo abaixo dos braços e subia até o pescoço, lambia feito cachorrinha e passava a língua em meu queixo, a barba por fazer arranhava sua língua que fazia até um pequeno barulho com os pelos. Ela estava sedenta, aquela mulher era um fogo vivo, a chuva não seria nem de longe o suficiente para apagar aquele vulcão. Seu olhar indicava a mais pura puta que se revelava, não em quatro paredes, mas no quintal em plena chuva. Por falar nisso, meio receoso, olhei para um prédio vizinho uma luz se acender, mas como não vi nenhum movimento sobre a cortina numa enorme porta de vidro nos fundos da casa não insisti em ficar olhando, voltando ao que mais me interessava naquele momento.

Sem dizermos nada, continuávamos a nos pegar feito loucos, encostei-a de costas nos blocos ali próximos e passando as mãos em sua nuca, aproximei nossos lábios, aquela boca que há pouco me lambia, neste instante me beijava de forma intensa, calorosa e muito molhada. Nossas línguas entrelaçavam-se como duas cobras copulando, seu hálito era gostoso, seus lábios sabiam em qual parte tocar, insisto que a experiência deveria ser o principal motivo de tanta gostosura. Eu passava os dedos da mão direita sobre sua calcinha a procura de seu clitóris, atrás, meus dedos esquerdos passavam pela cava de sua bunda até o orifício do seu cuzinho. Suas mãos seguravam minha cabeça e sua cintura rebolava aos meus toques. Aquele beijo molhado em todos os sentidos, pois a chuva abundante colaborava com aquela sensação escaldante, faziam minha rola tremer de tesão, o beijo daquela mulher madura, sedenta e atraente estava disparando meu coração.

Paramos aquele beijo excitante e de pronto ela se abaixa colocando de uma só vez toda a minha vara em sua boca, eu agradecia olhando para o céu pois naquele momento eu quase implorava por aquele boquete. Acho que é um padrão para as safadas da família, sua boca era macia como algodão, o carinho no meu saco era bem parecido ao que fizera há pouco embaixo do cobertor, todavia agora ela cravava a unha e arranhava meu saco com mais desenvoltura e tesão. Meu pênis entrara quase todo e parecia bater em sua garganta, das três a primeira que conseguia enfiar aquele pau praticamente por inteiro. O sabor da gozada iminente era próximo, ela arranhava a região entre meus ovos e minha bunda sem aproximar de meu orifício. Aquele local se revelara um ponto erótico e que só ela pudera despertar, com a boca ela lambia fazendo questão de percorrer todas as veias e beijava a cabeça de minha pica que estava inchada e vermelha. Eu queria gozar, eu precisava gozar, aquela tortura estava me maltratando deliciosamente, mas eu precisava curtir ainda mais aquele momento. Me abaixo e dei mais um beijo naquela delicia de boca a puxando para cima, a viro de costas para mim com um brusco movimento insinuando a ela que eu estava no controle da situação. Sinto que ela gostara da atitude e diferente de minha irmã que era dominadora, ela, pelo menos com homem, gostava de ser submissa. Seguro em sua cintura com força, se ela gostava assim, certamente eu teria que satisfazer aquela putona. Ela empinava aquela raba maravilhosa e durinha, ficara na ponta dos pés para oferecer com mais sensualidade todo seu corpo a mim que me sentia seu dono. Abaixo-me passando a língua de seu pescoço, passando por suas costas até chegar em suas nádegas, os pingos da chuva batiam em meus olhos e colaborava com o deslizar de minha boca.

Queria provar o sabor de sua boceta, me abaixando ainda mais, com o indicador puxo a beira de sua calcinha para despir seu sexo próximo a meu rosto, precisava sentir aquele cheiro, encosto meu nariz ali próximo e o odor daquela fêmea no cio me enlouquecia, os grandes lábios de sua pepeca eram rosados como eu notara no dia que estava no quarto de Juliana, só que agora bem próximo minha boca salivava com seu cheiro. As dobrinhas eram delicadas e o grelo, agora de perto, era mais protuberante que eu notara, havia alguns pelinhos por volta o que indicara que ficara sem depilar desde que havia ficado com Juliana, pois naquele dia eu percebia haver somente um fio de pelo logo acima. Isso não importava, pois até gosto de alguns pelinhos. Começo a degustar cada milímetro daquela xaninha ardente, não tão quente quanto minha mãe, mas suculenta, caudalosa e adocicada quanto a mais doce fruta. Minha língua percorria seu grelo e buscava passar sobre a beira dos grandes lábios, outrora tremia seu clitóris com a ponta da linga e lambia como um cachorro. Com uma mão segurava sua perna, com a outra puxava sua calcinha, meu nariz dava cutucadas em seu cuzinho e ela cada vez mais se arreganhava para sentir meus toques. Agora ela gemia e pedia para não parar que ela iria gozar, como eu segurei a gozada, também faria o mesmo com ela, queria que também sentisse um pouco da tortura eletrizante e gostosa que eu sentira. Abaixei sua calcinha até saírem por aqueles lindos pés, cheirei aquele pedaço de pano e coloquei sobre o tijolo, aquela eu levaria como recompensa. Me levantei e ela dizia:

– Não para, continua por favor!

A safada estava mesmo prestes a gozar. Estávamos encharcados, por trás dei uma chupada em sua bochecha segurando seu queixo firmemente. Minha rola roçava sua bunda, hora se encaixando bem no seu rego e sentia seu corpo quase suplicar por vara. Abaixei novamente e quando senti que seu espasmo diminuíra, comecei novamente a chupar aquela bocetinha, mas agora eu colocara dois blocos no chão para que ela pusesse sua perna direita o que faria levantar ainda mais aquela bunda. Ela o fez de prontidão e seu cuzinho piscava a cada vez que meu nariz ali tocava. Aquele cuzinho não era tão rosinha quanto a pepeca, mas suas pregas eram delicadas em uma tonalidade marrom claro. Resolvi proporcionar prazer também naquele local e assim o fiz. Primeiramente somente com a ponta da linda dei algumas cutucadas e logo senti que ela tremera, os pelinhos de suas pernas hora descoloridos arrepiaram-se, então de uma só vez sugo todo aquele orifício em um molhado beijo grego. Ela solta seu primeiro grito:

– Desgraçadoooooo, você quer me matar de tesão?

Ela demostrava realmente sentir bastante tesão, percebi suas pernas novamente bambearem e sua boceta encharcar com um liquido transparente e gelatinoso. Ela segurava minha cabeça molhada de encontro a seu cuzinho e esfregava seu rabo contra meu rosto quase me retirando o ar. Nisso ela diz:

– Pelo amor de Deus, me come. Come meu cu. Eu preciso gozar!

Minha rola que se tivesse um coração já deveria ter tido um infarto com tamanho tesão, nessa hora quase explodiu.

Seu corpo tremia, ela estava agoniada com tanta vontade de gozar, meu corpo pegava fogo e seu rabo comeria atendendo seu pedido. Se transar com ela já seria um sonho, comer seu cuzinho de primeira seria o presente dos Deuses.

Me levanto chupando seu rego liso até chegar novamente em sua orelha, ali novamente dou uma chupada e pincelo minha vara em sua buceta para melar a cabeça de meu falo duro. Ela rebola sentindo meu toque, puxo vagarosamente minha rola dos lábios de sua boceta até chegar em seu orifício anal, tento forçar um pouco mas a resistência ainda era muita, havia deixado aquele buraquinho totalmente melado com a saliva, mas provavelmente a agua da chuva retirara um pouco, cuspo nos dedos e esfrego ali na sua portinha, novamente coloco a vara na entrada e ela levanta um pouco mais a perna sobre o bloco e com a mão puxa uma banda de sua bunda facilitando a invasão daquela tora de carne enervada. Sinto um tuc. a cabeçorra havia passado, ela solta a bunda e segura minha mão apertando com suas unhas, um baixo grito ecoa, seguramente a invasão não teria sido tão gostosa mas não pediu para que parasse. Ela forçava seu corpo contra mim, meu membro percorria cada centímetro e eu arrepiava com tamanho tesão, ela começara a gemer e falar adversidades.

– Come meu cu safado, você não queria comer a titia mais velha? Me arromba, vai! SHSHSHSH

Eu saboreava aquela invasão, meu pau pulsava em suas entranhas. Segurei seu pescoço logo abaixo de queixo com a mão direita, com a esquerda puxava sua anca de encontro a mim, em poucos segundos seu cuzinho agasalhara todo meu membro, senti que ela queria que eu ficasse um pouco parado para se acostumar com o invasor e assim que ela deu o aval comecei a foder aquele rabo delicioso. De início com um vai e vem lento, mas depois de uns quarenta segundo começo a bombar de forma intermitente, seu rabo balançava ao bater em minha virilha, ela procurava chupar meus dedos que estavam em sua garganta e empurrava com mais força seu rabo para trás. Solto seu pescoço e enrolo minha mão em seu cabelo encharcado a puxando com força e com a mão esquerda estalo um tapa em sua anca, ela adora, virando a cara simulando um chorinho. Estava eu sodomizando minha tia cachorra em plena chuva no quintal de sua casa. Ela começa a acariciar seu grelo, eu metia a vara com vitalidade, olhava seu cu sendo invadido e suas pregas ficarem vermelhas, comia com força e ela pedia cada vez mais. Aquela mulher era muito sedenta, aguentara de primeira em seu cuzinho, coisa muito difícil de acontecer ou deixarem. Ficara com o tronco reclinado, uma mão na boceta e outra acariciava seus próprios seios, eu mandava ver naquele buraco e ela gemia como uma louca. Sua cabeça balançava a minha frente com a força das estocadas, queria acariciar seu grelo, mas a posição não dava para fazer com qualidade então mantive os movimentos. Encima ela acariciava seus seios com uma mão e agora com a outra se apoiava nos blocos, ela começara a se balançar, suas pernas ficaram bambas, desmoronava ali na minha frente, estava tendo um orgasmo. Naquela sensação, não aguentando também o frenesi que ela ficara, comecei a jorrar minha porra bem no fundo dela, a puxei de encontro mantendo-nos engatados por completo, minhas pernas também ficaram bambas estava tendo até aquele momento o maior orgasmo de minha vida, vários jatos inundaram o fundo de seu cuzinho.

Tamanha foi a sensação de nossa gozada que ela caíra novamente ao chão quase por completo caso eu não a segurasse. Desengatados ela tremia as pernas como se estivesse tendo um ataque, aquela mulher sabia gozar de verdade, seus olhos se reviravam, eu quase achei que seria uma crise epiléptica.

Depois do tempo necessário para passar os espasmos da gozada, recolhemos nossas coisas e olho novamente para a casa do vizinho, a luz agora desligada, não havia sinal de alguém ter nos vistos. Retornamos par dentro de sua obra, encharcados de prazer e chuva. Minha tia sorria e dizia que aquela gozada a deixara desequilibrada, mas que queria mais assim que se recompusesse de vez, que a sua xaninha estava com inveja de seu cuzinho, mas que deveríamos ir para casa pois ela sentia que pudesse ter um resfriado e que aproveitaríamos mais tarde.

Continua....

Espero que gostem, de antemão informo que o próximo ficará pronto na semana seguinte, estou acarretado de trabalhos mas escreverei assim que ir sobrando tempo. Agradeço aos comentários e e-mails.

Comentem para que eu saiba se devo ou não continuar, até mais!

Comentários

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19/12/2018 08:34:26
BOM PRA DEDÉU ESTA SÉRIE, MY FRIEND. VC VIVE NUM PARAÍSO, CERCADO POR ESSAS DEUSAS GOSTOSAS! A MELHOR PARTE ATÉ AQUI, COM O BOQUETE DA MÃE E FINALMENTE CONSEGUINDO PEGAR ESSA TIA. ACONTECE NAS MELHORES FAMÍLIAS E TUDO FICA AMÓITA. NOTA MIL! LEIA O MEU COM A MAMÃE. VALEU!
17/12/2018 13:43:46
Claro que em que continuar, Dudu. Afinal, agora aconteceu o que todos os leitores esperavam. Quando você foi com a tia olhar se os materiais da obra estavam protegidos, eu senti que a coisa ia acontecer. Como aconteceu nesse ótimo relato da transa com a tia. Beijos.
15/12/2018 12:22:52
Quem está adorando ler teus contos sou eu, Dudu. Este capítulo foi o melhor de todos. Primeiro pela preparação com a mamãe gostosa. Depois, tendo finalmente conseguir a primeira relação. Pelo andar da carruagem, ainda virá a consumação com as outras três. Rs. Bjs, Val.
15/12/2018 12:20:14
Extremamente gostoso e excitante... impossível não se transpor para as cenas
13/12/2018 18:54:31
Agradeço a todos os comentários, fico bastante feliz que tenham gostado de minha história. Acho que agora sei como os outros escritores aqui se sentem, quando não comentam os contos ficamos sem saber se estão gostando, mas respondendo a pergunta de Anjo1971 adianto que amanhã postarei o novo capitulo. Estou escrevendo assim que sobra tempo. Até amanhã!
13/12/2018 11:00:28
Tem orevisão de quando vai voltar a escrever os contos?
10/12/2018 00:32:23
Uii, muito bom até aqui.a trepada com a tia foi.mesmo boa faltam as irmãns e a mãe
09/12/2018 14:19:48
Uau, que série! Bom demais. O ponto alto foi a safadeza gostosa e excitante com a mãe. Gostei do enredo, forte e sexy. Parabéns! Contos 10, preciso falar mais? Um beijo!
08/12/2018 14:08:43
Ótimo conto, continue logo.
07/12/2018 00:23:50
Maravilhoso!!!! Continue sim!!!
06/12/2018 21:16:21
CONTINUE, ESTÁ MARAVILHOSAMENTE ERÓTICO!
06/12/2018 10:51:11
É claro que deve Continuar, está muito bom.
06/12/2018 10:23:08
Tem que continuar!
06/12/2018 07:58:22
Excelente! Não teria como ser melhor. Estou impressionado com a velocidade que.você produziu esses textos pois, com essa qualidade, é sempre demorado. Dá trabalho escolher as palavras certas que exprimam a sensação sentida, revisar, enfim... você demonstra ser um excelente escritor. Parabéns!Mais uma vez lamento que a casa não tenho um recurso que nos permita seguir determinados escritores e ser avisados sempre que forem publicados novos textos
06/12/2018 04:06:53
Uaaaaau!! Excitante dmsssss
06/12/2018 00:17:18
Tesudíssimo.
05/12/2018 23:37:21
Show de conto!
05/12/2018 20:08:47
Caralho, que inveja, a irma, a tia e agora a tia, e todas gostosas, nota mil
05/12/2018 19:28:43
Fiquei até sem ar, maravilhoso contos
05/12/2018 18:57:38
Nem li ainda, mais já vim agradecer pois se for como os outros será delicioso




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