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A Iniciação de Bruna - Capítulo 7 - Na Cabine

Um conto erótico de Bruna Camila
Categoria: Heterossexual
Data: 08/11/2018 23:31:13
Última revisão: 08/11/2018 23:32:19
Nota -

Cap. 7 – Na Cabine

Os dias passam então como se nada tivesse acontecido. Semanas e semanas de estudo. E a Bruna tinha esquecido aquele episódio daquela noite.

Agora que ela olha para o que aconteceu. Ela sente que exagerou. Foi um pouco absurdo aquela situação e aquele pau preto enorme. Mas agora quando ela lembra na sua cabeça daquela noite, ela acha graça.

Parte dela sente até saudade.

Como foi dito antes. Bruna era uma menina fiel. Nunca namorou ninguém até os 18 anos, quando conheceu seu namorado, Tiago. E desde então tem estado com o mesmo.

Ela tinha sido criada nesses meios religiosos. Onde você conhece um homem. Casa e pronto.

Mas agora que ela tinha tido aquela experiência. Por mais estranha que tenha sido. Aquilo mudou algo sério dentro dela.

Ela passou a ser curiosa.

Como ela só tinha estado com um homem, tudo nele ela achava bom. O tamanho do pênis, grossura, o tempo de sexo. Tudo mesmo.

Mas agora ela percebia que estava enganada. Que existia uma infinidade de homens. Com uma infinidades de rolas. Com vários tamanhos e espessuras. Alguns monstruosos, pretos, grossos e veiudos como o do Ângelo.

Era como se ela fosse uma criança que tivesse sido educada a comer apenas um tipo de doce. Acreditando que apenas aquele existia. E então lhe mostram uma variedade de doces novos, com várias formas e sabores inacreditáveis.

(Quem não curte um pirulito gostoso para chupar?)

Ela então, por um instante, imagina como seria ter aquele pau dentro dela.

Ela estremece só de pensarSemanas passam, e tudo volta à normalidade, sua vida na faculdade, sua amizade com as meninas. Até mesmo com o Ângelo. Eles voltam a se dar bem como se nada tivesse acontecido.

Bruna então está numa aula de Matemática, num prédio conhecido como Pitágoras. Esse prédio é perto dos alojamentos onde mora. O que era bom. Já que a aula terminava às 19:00. E ela não gostaria muito de andar um trajeto realmente grande no escuro.

(O prédio real da aula)

Essa era única matéria que fazia sozinha. Sem nenhuma das suas amigas. Ou o Ângelo também.

No final da aula, ela se dirige ao banheiro feminino, no final do corredor.

Ela não percebeu que tinha sido seguida.

Já dentro da cabine, Bruna senta para fazer suas necessidades.

Essa cabine tinha um buraco do lado esquerdo, o que era meio estranho para ela.

(O banheiro do Pitágoras)

Então, como que do nada. Alguém coloca um pênis na abertura do buraco.

Bruna não nota de primeira. Até porque ela estava enrolando na cabine, olhando o celular. Mas algo perturba a sua visão periférica e ela vira para ver o que era aquilo. Ela vira tão rápido que o pau do desconhecido bate na altura de sua testa.

Ela estava tão surpresa, como se tivesse num sonho estranho e irreal, que ela não consegue nem falar.

Nem precisava, o dono desconhecido da rola inicia a conversa:

- Oi Bruna. Tudo bom?

Caramba, pensou rápido ela. Essa pessoa até mesmo me conhece?

- Q-qq-q-uem é você? – Gagueja Bruna.

- Isso não importa. Eu vi você aquele dia. Você tava pagando boquete para aquele moleque moreno lá no beco.

É porque o dono da rola misteriosa não podia ver. Mas a boca da Bruna foi no chão com aquilo.

- Vo-v-v-você viu? – Bruninha gaguejava pior que uma fita arranhada agora de tão nervosa.

- Além de vadia é burra também? Claro que vi. Você tava chupando a pica de um negão qualquer de noite. Eu tava no quarto da minha namorada. O barulho me acordou e fui ver o que era. Quando chego na janela eu vejo você lá.

Bruninha começa a chorar. Não chorar de lacrimejar só. Mas aquele choro das crianças, que quando se machucam abrem um bocão e choram sem se importar com o que está ao seu redor.

Aquilo afetou muito ela. Saber que outra pessoa viu ela naquela situação. Isso era pior do que o que tinha acontecido naquela noite (parte dela tinha até gostado), principalmente porque agora a sua imagem estava em sério risco.

MEU DEUS!! Meu namorado, meus amigos e minha família!!! E se eles souberem disso!! Minha vida acaba!! O que eu faço agora?!!

O estranho do pênis da cabine percebe que ela estava chorando.

- Calma. Não precisa ficar preocupada sua putinha. É só me pagar um boquete gostoso que eu não conto pra ninguém.

Bruna para e pensa nas suas opções naquele momento.

Nada.

Mais uma vez ela estava a mercê de outro homem que não era seu namorado. Mais uma vez ela teria que se submeter e chupar outra rola.

Resignada com aquilo. Ela começa a chupar a rola desconhecida.

(Parece que não tenho muita escolha, não é?)

O pau dessa vez não era de longe tão grande quanto o do Ângelo. Tinha por volta de 19 cm, era claro e grosso, com uma cabeça pequena na ponta.

Bruna pelo menos se sente aliviada que a pessoa não estava dentro da cabine com ela. Ela não queria olhar na cara daquele pervertido nojento. Além disso, daquela forma ele não podia forçar a cabeça dela ou algo do tipo.

E ela continua a chupar a rola dele. Ora chupando a cabeça ora indo bem mais fundo e forçando ela mesma a sua garganta.

Ela estava fazendo aquilo porque não queria que ele reclamasse de nada. Senão ele podia entrar lá e pedir algo mais sério dela.

Bruna consegue sentir os espasmos de prazer no pau dele. Ficando mais duro na sua boca e pulsando. Numa contração de prazer constante.

Céus, será que vou ter que ir até o fim? Pensava ela.

Ela agora conseguia ouvir ele arfando, enquanto ela continuava a pagar aquele boquete para ele.

Com o evoluir da coisa. Ela percebe que ele estava prestes a gozar fundo na sua garganta.

Só que, como um sexto sentido, o dono do pênis fala:

- Nem pense em parar agora. Sua putinha de merda. Vai até o final.

Lágrimas solitárias caem dos olhos de Bruninha, escorrendo até a base de seus lábios. Ainda envoltos no pau daquele estranho.

Aquilo era forte demais. Pensava ela. Além de ser forçada a chupar a rola de um desconhecido, ela também era humilhada e ofendida, chamada de puta. E o que a deixava mais triste era o fato de que não podia fazer nada. Mesmo que ele a escrotizasse, a chamasse de putinha de merda, ela não podia fazer nada. Absolutamente nada para se defender. Só restava a ela concordar calada. E, principalmente, continuar chupando e chupando.

E assim ela fez, continuou chupando e chupando. Totalmente submissa e obediente.

E finalmente ele goza. No momento exato ela estava dando uma ‘’garganta profunda’’ para ele. E ele acabou gozando fundo na garganta dela. Ela então recua do pênis e instintivamente pensa em cuspir. Ela sente todo aquele esperma voltando no refluxo. E ficando todo na sua boca. Só que se ela cuspisse, iria se sujar e todos iriam ficar sabendo o que tinha acontecido.

(Nunca fale de boca cheia)

Ela então, com o máximo de concentração, bota aquilo para dentro.

- Ah... Que delícia putinha. Você sabe mesmo como chupar uma rola. Tô indo lá. Depois marcamos mais uma – Diz o estranho do pênis enquanto tira sua rola do buraco.

Bruna não tinha escutado direito o que ele disse, já que estava concentrada em colocar tudo para dentro e engolir. Mas ela ficou feliz quando olhou paro o lado e não viu nenhum pênis na abertura.

Seria aquele o fim do seu pesadelo? Seria esse o seu único favor para esconder o que tinha acontecido naquele beco?

Ela volta para o seu quarto na esperança que sim.

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