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Me chame de Gisberta - Cap 1

Um conto erótico de Gisberta
Categoria: Homossexual
Data: 08/11/2018 09:52:32
Última revisão: 08/11/2018 16:23:18
Nota 10.00

Me chame de Gisberta. Cap 01 - PILOTO -

“ Antes de embarcar em uma vingança, cave duas covas primeiro” - Confucio

Quatorze anos me separaram de estar frente a frente com aquele homem, cujo rosto não saiu um dia sequer da minha memória. Voltar até Serra Linda representava um dos maiores e mais difíceis passos que eu já dei em toda a minha vida. Finalmente, eu poderia ter um acerto de contas com o meu passado, que durante todos esses anos me assombrou soturnamente.

Mas não escrevo estes relatos como forma de entreter vocês, caros leitores. Mas sim, como um maneira de desabafo e de dividir o peso disso tudo com vocês. E, para que me entendam hoje e respeitem minhas atitudes seguintes, precisam conhecer como eu era antes…

Serra Linda sempre foi uma daquelas típicas cidadezinhas do interior, onde tudo parece ter parado no tempo. Fincada no agreste pernambucano, a cidade sempre teve ares bucólicos e conservadores: pessoas moralistas, extremamente religiosas, que viviam do comércio local e sempre encontravam um jeito de apontar o dedo para aquilo que era diferente do “senso comum”. Agora imaginem só, um adolescente de 16 anos que se descobriu trans e vivendo numa cidade dessas?

Eu sempre fui motivo de comentários das pessoas que me rodeavam. Eram sempre olhares incriminadores por eu ter bastante traços femininos e às vezes me comportar como tal. Meu pai faleceu num acidente na estrada de terra quando eu tinha 4 anos de idade, e quase não tenho vivas lembranças dele. Oito anos mais tarde, minha mãe casou novamente com um senhor dono de uma pequena fazenda da região. Na época, com doze anos de idade, lembro que não podia opinar muito sobre esses assuntos de adultos, mas nunca gostei do Luiz e do sujeito que ele se mostrou ser, principalmente por pegar muito no meu pé, mandando eu “tomar jeito de homem”. Era quase que um tormento diário ouvir tantas críticas e me sentir perseguida por ele. Eu era um rapaz mediano, de nome Gilberto, branquinho ( puxei ao meu falecido pai, que era neto de imigrantes italianos chegados em São Paulo e que mais tarde mudaram para o nordeste), com olhos castanhos, um pouco franzino e com pouquíssimos pêlos no rosto por causa da puberdade que já dava seus sinais. Eu estava ficando cada vez mais afeminado, passando a compreender aos poucos que havia algo em mim que me diferenciava dos outros meninos. Depois, passei a entender que na minha mente eu não me aceitava com sendo do gênero masculino e tudo o que fosse de feminino soava como mais agradável para mim.

Minha mãe, a Antônia, sentia-se muito incomodada com minha personalidade e comportamentos. Por muitas vezes eu era posto de castigo por intrigas que o meu padrasto fazia sobre meu jeito. Ele dizia que eu ainda ia envergonhar a família, que todos os vizinhos já comentavam e que eu precisava tomar jeito e aprender a ser um homem de verdade. Nessa época, minha mãe havia vendido a nossa casa antiga, mas o Luiz havia comprado ela de volta e embora não tenha devolvido a minha mãe, deixou que morássemos nela como sendo nossa. Ele se dividia entre a fazenda e a nossa casinha na cidade. Luiz era um homem charmoso, com seus 35 anos, usava barba, era alto, cabelos bem curtos tipo militar e tinha condições financeiras melhores do que quase todos na nossa cidade, por isso tinha bastante influência na política local. Minha mãe, coitada, era muito submissa a ele e sei que não era tratada como merecia, mas ainda sim morria de amores pelo homem que tirara da lama e havia dado casa e comida para nós dois. Era uma espécie de gratidão, talvez.

Quatro anos se passaram e nossa convivência nunca foi boa. Na maior parte dos tempo meu padrasto e eu não nos falávamos e seu eu o tolerava era por conta da minha mãe. Agora, com 16 anos, eu estava cada vez mais feminina e havia começado a deixar o cabelo crescer, o que causava ira na minha mãe, provavelmente influenciada pelo o que os outros falavam e temendo repressão por parte do seu marido. Sempre aos sábados, minha mãe se dirigia a cidade vizinha, Serro Alegre, onde pagava contas e reabastecia a dispensa na nossa casa. Lá tudo era mais barato e apesar de agora vivermos sem que nos faltasse nada, era costume dela ir para lá em busca dos melhores preços. Ela ia e passava o dia todo ausente. O Luiz, por sua vez, sempre ia para a fazenda cuidar da administração da sua pequena lavoura de cacau. Deste modo, eu passava o sábado todo sozinho, em casa, e me sentia numa paz incrível, difícil de explicar para vocês. Era se como nesse momento eu pudesse ser livre, sem olhares tortos e preconceituosos sobre mim.

Neste sábado, em especial, era meu aniversário de 16 anos e minha mãe havia me prometido trazer um bolo de uma doceira que morava na cidade vizinha e o qual eu amava muito. Toda a parte da manhã foi muito tranquila, já na tarde, recebi em casa minha grande amiga Zenilda, que era 3 anos mais velha e sempre foi meu apoio e braço direito. Era a pessoa com quem eu podia contar em tudo, até mesmo conversar sobre como me sentia e também compartilhar meus segredos. Ela sabia que eu estava cada vez mais me identificando como trans e me apoiava muito nessa jornada que não seria nada fácil, ainda mais vivendo em Serra Linda. Por ser meu aniversário, ela me trouxe um presente que me surpreendeu muito, mas confesso que fez toda a minha alegria: um vestido feminino, de festa. Disse que seria meu primeiro vestido para usar numa festa longe daquela cidade, quando eu finalmente pudesse ser livre e assumir quem eu sou.

Foi um gesto muito bonito dela, meus olhos encheram-se de lágrimas e fiquei muito agradecido e encantado ao ver como o vestido era lindo. Meu dia encheu-se de luz e eu acho que nunca estive tão sorridente antes. Já passava das quatro da tarde quando a Nilda ( era assim que eu a chamava na maioria das vezes) anunciou que estava indo embora. Nos abraçamos e, emocionado, agradeci mais uma vez.

Assim que ela se foi, corri para o quarto da minha mãe e me pus a provar o lindo vestido rosa, feito em seda e com um discreto laço nas costas. Era simplesmente lindo! Tirei toda a minha roupa e senti uma grande liberdade por isso. Vesti aquele que era o vestido mais lindo que eu já havia visto e fiquei de frente a um grande espelho que ali havia. Pela primeira vez eu me sentia bem ao ver minha própria imagem refletida no espelho e tive a mais profunda certeza de que eu era aquela “moça” que ali estava refletida. Fiquei uns minutos me auto admirando. Mas o reflexo foi rapidamente estilhaçado em mil pedaços e junto veio acompanhando um estrondo de algo quebrando, que parecia ter sido lançado em minha direção. Haviam pedaços de vidro por todos os lados e um cheiro de álcool tomava conta do ambiente. Percebi que se tratava de uma garrafa de bebida que havia sido lançada sobre mim. Assustado, tremi da cabeça aos pés e sem entender direito o que estava acontecendo, olhei para trás e vi a imagem do meu padrasto, com semblante enfurecido, em pé, na porta.

Aquele momento foi como se algo atravessasse o meu peito, e pude sentir pela primeira vez na vida a dor física do medo. Meu mundo caiu, minhas pernas pareciam travadas e eu não conseguia se quer dizer uma única palavra para tentar contornar a situação.

- Viado imundo! Essa foi a frase que tomou conta do quarto, rompendo o momentâneo silêncio que se sucedeu após o barulho do espelho quebrando.

Luiz parecia ferver de raiva, bem ali na minha frente, e antes que eu pudesse responder qualquer coisa, me vi na direção dele que numa atitude inesperada desferiu um tapa sobre meu rosto que me fez cair sobre a cama. Antes que eu pudesse chorar ou tentar retrucar, senti sua mãos sobre meu pescoço apertando fortemente. Ele parecia alcoolizado e a todo momento me xingava e dizia que jamais ia permitir que eu envergonhasse a honra dele perante aquela cidade.

- Não sou seu pai, seu invertido, mas vou te dar a lição de homem que faltou na sua vida. Eu te dei casa e comida, tirei vocês do aluguel e é com essa moeda que você me agradece, sendo um invertido e abominação para essa família, hein?

Eu chorava e agora quase não conseguia respirar. Sem saber como me desvencilhar daquele homem bruto, com minhas pernas, empurrei ele e tentei levantar da cama para fugir dali. Chorando muito, fui em direção a porta tentando fugir, mas senti quando ele segurou minha perna e me puxou para o chão. Ao tentar gritar por socorro, tive minha boca tapada por sua mão e ouvi algo que me deixou ainda mais assustado:

-O viadinho tá com medo? Num é tão macho para se travestir de mulherzinha? Cadê essa coragem toda agora, seu gayzinho de bosta? Vou te dar uma lição pra você nunca mais querer ser mulherzinha na bosta da sua vida.

Luiz estava cada vez mais agressivo e começou a rasgar o meu vestido com as mãos, expondo parte do meu corpo nu, ainda caído no chão e com ele sobre mim. Ele começava a abrir o zíper da sua calça e colocar o seu pau já ereto para fora. Eu chorava de medo do que ele pudesse vir a fazer e com a boca tapada somente conseguia balançar a cabeça fazendo sinal de “não”. Lágrimas escorriam pelos meus olhos, quando senti o meu padrasto me virando de costas e tendo uma visão da minha bunda pequena e sem pêlos.

- Vira esse cuzinho pra mim, vai? Vem ser a putinha do teu padrasto, garoto invertido. Dizia Luiz, enquanto enfiava um dedo no meu cu, no mesmo instante em que começava a lamber minhas costas e eu podia sentir aquela barba asquerosa sobre meu corpo.

Ele passou a enfiar um segundo dedo e socar fortemente, dizendo que ia abrir primeiro meu cuzinho para depois meter sua pica em mim. Num dado momento, senti que ele havia cuspido sobre minha bunda e logo em seguida senti como se seu membro duro rasgasse-me ao meio. Doía bastante e senti cada preguinha do meu rabinho virgem sendo rompida. Eu chorava muito e ele parecia satisfazer-se com meu sofrimento. Luiz estocava cada vez mais forte, me segurando firme e já não se importava mais em tapar a minha boca, deixando que eu gritasse a vontade, pois acreditava que ninguém poderia me ouvir. Eu sentia o seu cacete todo dentro de mim, com seu saco encostando na minha bunda. Era um pau médio, mas grosso, com bastante veias e pentelhudo. Ele passava a língua pelas minhas costas e beijava meu pescoço, enquanto me fodia fortemente. Eu já não tinha mais forças para resistir e percebi que quanto mais tentava me sair, mais violento seria. Ele me levantou e me segurando forte, me jogou sobre a cama, me colocando de barriga pra cima e deitando-se sobre mim.

- A putinha tá gostando de ser a mulherzinha do paizinho? Exclamou ele, beijando em seguida meu peito e apertando com uma das mãos meu pescoço. Ele se posicionou na minha frente, erguendo minhas pernas e meu vestido rasgado, se preparando para fazer um frango assado. Senti ele mais uma vez enfiando seu pau grosso dentro do meu cú, dessa vez sem cuspe. Pude sentir meu sangue escorrendo e meu cu totalmente arregaçado e doendo muito. Luiz ficou lá por uns 10 minutos metendo intensamente e gemendo como um animal, enquanto continuava repetindo todas as suas frases sujas e agressivas. Eu já não gritava e sentia-me sem forças, estático, com olhar firme no teto, eu estava entregue desfalecido ao meu algoz, rezando baixinho para que aquilo acabasse logo.

Senti ele mordendo meu peito fortemente, a ponto de machucar, enquanto ele acelerava as estocada. Agora, num momento de ápice, ele passou a gemer feito louco e eu pude sentir sua porra quente invadindo meu cu todo arrombado. O desgraçado gozou dentro de mim deixando sua marca como troféu do que havia acabado de fazer. Ele levantou de cima de mim. Meu pescoço estava cheio de marcas de dedos, por quase ter sido asfixiado por ele. Meus olhos castanhos arregalados denunciavam a barbárie que tinha acabo de sofrer. Aquele monstro anunciou que ainda não tinha acabado e que após a lição bem dada, faltava o principal: impedir que eu o envergonhasse em público, pois ele iria lavar sua honra na frente da cidade toda. Luiz começou a me arrastar pelos cabelos. Ferido, eu cambaleava já chorando novamente e aos gritos. Ele me arrastou por toda casa na direção da rua, onde algumas pessoas na cidade já começavam a se acumular na frente de nossa casa, pois já começavam a ouvir os meus gritos.

-Estão vendo esse imundo? Ele é um pecador querendo contaminar a nossa cidade e os nossos jovens. Disse ele, enquanto me atirava no chão, semi nu, com vestido rasgado, no meio da praça e de frente a igreja. As pessoas olhavam chocadas, talvez não pela agressão, mas por eu estar de vestido. Eu ainda podia ouvir o burburinho e até ver algumas delas fazendo o sinal da cruz. Aquilo acabou de me devastar por completo. A ajuda não viria de lugar algum.

Nesse momento, vi minha mãe correndo e gritando em nossa direção, atordoada sem entender nada. Mas antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, o Luiz exclamou:

- O imundo do seu filho está usando vestido e querendo se prostituir. Não vou permitir que ele nos envergonhe. Já para Casa, Antônia. Vá agora e não diga qualquer palavra. Eu sou o homem da família e eu resolvo isso.

Ela soltou no chão o pequeno bolo que trazia nas mãos e com olhos em prantos, foi em direção a nossa casa, virando as costas para mim e para tudo o que acontecia bem a sua frente. As pessoas apontavam e comentavam. Algumas rindo de tudo, outras espantadas com a situação, mas ainda sim, concordando entre si que eu fiz por onde merecer. Afinal, era um abominação que um homem “quisesse” ser mulher. Ouvi quando o Luiz chamou um de seus homens que de certo o trouxe da fazenda para a cidade numa carroça. Ele deu ordens claras para que o capanga não me deixasse descer enquanto houvessem léguas a percorrer. E falou olhando para mim que eu nunca mais me atrevesse a pisar ali novamente ou eu morreria pelas próprias mãos dele.

- Imundo! Invertido! Pecador! Eram essas as palavras que muitos gritavam. Sentado na carroça, com meu vestido rasgado e com marcas de sangue, lancei um olhar sobre todos aqueles que me crucificaram ali, como fizeram com o próprio Cristo dois mil anos atrás. Já não haviam lágrimas nos meus olhos, eu só queria ir embora dali o mais rápido possível.

E assim, humilhado, violentado e como um flagelo de pessoa, o garoto Gilberto deixou a pequena cidade de Serra Linda. Lá no fundo, eu sabia que se tivesse sorte, sobreviveria na rua quando fosse largado numa cidade qualquer. E também tinha a completa certeza de que quando me jogassem na rua, aos lobos, era melhor para todos que assistiram a minha queda que eu fosse devorado vivo. Caso contrário, eu voltaria liderando a matilha, para ter um acerto de contas com todos eles… E cá estou eu, viva, agora Gisberta, quatorze anos depois, dirigindo a minha Lamborghini pela única estrada esburacada que leva à cidade de Serra Linda.

CONTINUA...

Comentários

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13/11/2018 08:04:11
Maravilhoso
08/11/2018 13:25:39
Uaaaau!! Nossa que conto forte!!! Aguardando a continuação!!
08/11/2018 12:43:48
Ótimo conto, apesar de não gostar de vingança espero que Gisberta se vingue com classe deste padastro asqueroso... esperando a continuação ! 10




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