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OFERTA SAFADA DA CASA - Parte 07

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 08/11/2018 01:34:30
Última revisão: 08/11/2018 08:12:19
Nota -
Assuntos: Anal, Oral, Heterossexual

- Este não é meu irmão!

A delegada balançou positivamente a cabeça. Já sabia disso. A loira detida também não era a esposa fugitiva do dono de restaurantes. Havia sido confundida por estar com um rapaz negro e deficiente. Este mancava de uma perna e chamava a atenção de todos. Mas não era débil mental como o irmão do dono da locadora. O marido com jeito de marginal telefonava para alguém, do seu celular. Parecia dar instruções. Quando viu Maurício, caminhou em direção a ele. Perguntou-lhe:

- Como você conheceu minha esposa?

- Tenho uma locadora de filmes. Ela foi hoje lá.

- Que horas?

- Era hora do almoço.

- Meus funcionários disseram que ela almoçou com um negro de olhos azuis e estava muito feliz com ele.

- É verdade. Ela chegou na hora que eu ia almoçar. Já havia fechado a locadora, então a convidei a ir comigo. - Mentiu o negrão.

- E por que ela iria para um dos nossos restaurantes?

- Não sei. Eu nem sabia que ela era dona de restaurantes. Ela não me disse.

- Dê-me seu celular.

- Como é que é?

- Dê-me seu celular - pediu de novo o homem que parecia um líder de gangue americano, já irritado.

A detetive olhava para Maurício. Fez-lhe um leve sinal com a cabeça. O negro de olhos azuis estava visivelmente nervoso. Temia que o marido da loira encontrasse a foto dela nua. Mesmo assim, entregou o aparelho. Sentia-se protegido pela detetive. E a delegada e alguns policiais ainda estavam por perto.

O negrão com cara de bandido esteve perscrutando o celular por vários minutos, depois devolveu-o ao dono. Maurício suspirou. O cara perguntou:

- Por que está nervoso?

- Ainda pergunta? Ela levou o meu irmão deficiente. Já, já está na hora dele tomar seu remédio, senão pode ter uma crise.

- Que tenha - disse a delegada - Assim, ela terá que levá-lo a um médico ou hospital. Aí, pegamos ela.

- Desculpe, senhora, mas ela pode larga-lo em qualquer lugar. Em fuga, não vai querer cuidar de doentes. - Rebateu a detetive.

- Eu a conheço. Ela não terá paciência com ele. É bem capaz de mata-lo, para que ele não a denuncie depois. - Disse o marido da loira.

O negrão de olhos azuis ficou tenso. O que o cara dizia fazia sentido. A detetive falou, se dirigindo a delegada:

- Ela conseguiu nos despistar, chefa. Não devíamos ter voltado. Estávamos na pista certa. Agora, com certeza, a perdemos.

- Acha que ela está em Jampa? - Perguntou o marido.

- Se já não zarpou de lá, acho sim.

- Eu tenho contatos em João Pessoa. Não precisam ir atrás dela. Vou torna-la uma fugitiva procurada em todo o País. - Disse o negro cheio de correntes de ouro, ainda com seu celular no ouvido.

- Então, a nossa investigação está encerrada. Não poderemos nos meter em uma investigação federal. Sinto muito pelo irmão do rapaz demente. Ele terá que torcer para que você encontre a fugitiva e que o outro esteja com ela. - Afirmou a delegada.

Quando o negrão ia contestar aquele argumento, a detetive tocou no braço dele. Fez-lhe novamente um sinal mudo. Maurício se conteve. A delegada se despediu de todos e mandou voltarem aos seus postos. A procura estava encerrada. Quando todos foram embora, a detetive falou para o rapaz:

- Eu te disse que não costumo deixar casos em aberto. Vou atrás do teu irmão. Mas preciso que você banque a busca. Pode fazer isso?

- Não seria melhor eu ir contigo?

- Não confia em mim ou gostou de tomar dedo no cu?

- Não gostei. Mas não poderia ficar tranquilo só esperando por você. Prefiro ir.

- Não posso te levar. Pode ser perigoso e não vou poder te proteger.

- Perigoso? Uma mulher, por mais que seja esperta, não me mete medo.

- Não falo da loira. Falo do marido dela. Não percebeu que o cara é um mafioso? Ele tem ligações com agentes escrotos da Federal, mas não podemos provar nada ainda. Ele não vai querer prender a ex. Vai quere-la morta, entende? E eu vou atrás dela para salvá-la dele e ajuda-la a fugir. Ela deve ter levado documentos de provas contra o cara. Quero essas provas e não vou deixar que seja morta. Entendeu, ou quer que eu desenhe?

O negro havia entendido. Não gostava da ideia de deixar a vida do irmão nas mãos dela, mas não insistiu mais. Concordou em lhe financiar as buscas. Perguntou-lhe:

- A gente vai se encontrar de novo, pra dar nova foda?

- Acredito que não. Mas gostei de estar contigo. Prometo te devolver teu irmão o quanto antes, tá? Confie em mim.

Maurício não voltou mais para a locadora. Pegou um táxi e foi para casa. Estava doido para mexer no seu celular sem ninguém por perto. Não sabia como o marido da loira não havia encontrado a foto dela. Assim que se viu sozinho, procurou pela fotografia no aparelho. Para sua surpresa, ela devia ter sido apagada. Raciocinou rápido: quando desmaiou, a loira deve ter mexido no seu celular e visto a foto. Deletou-a. Essa constatação o deixou frustrado. Tinha raiva dela, mas queria vê-la nua novamente, nem se fosse apenas por fotografia. Procurou num antigo catálogo de telefone e encontrou algumas agências de detetives. Achou os preços para uma investigação bem salgados. Na quinta ou sexta pesquisa, atendeu uma voz feminina. Ouviu a mulher dizer:

- Agência de investigações Tara Verçosa. Boa noite. Com quem falo?

- Boa noite. Gostaria de falar com o detetive responsável.

- Pode falar, senhor. Sou a única detetive e dona da agência. Em que posso ajuda-lo?

Duas horas depois o negro chegava à tal agência. Ficava no quinto andar de um edifício do Centro do Recife e, apesar de pequena, tinha uma sala bem arrumadinha. Notava-se o toque feminino, com flores em jarros e essas coisas que mulheres gostam. O ambiente cheirava a eucalipto. Com certeza, havia sido limpo pouco antes dele chegar. A detetive Tara Verçosa o esperava na porta. Abriu-a antes dele tocar a campainha. Só quando sentou-se frente a ela é que Maurício entendeu a sua presteza: ela o havia visto chegar através de um circuito de tevê. Tara Verçosa apertou sua mão e pediu que ele refizesse seus passos antes da loira ter chegado à locadora. Ele não lhe falou do bõnus erótico que costumava oferecer, mas não via ligação da raptora com outras clientes que foram atendidas no dia.

- E os clientes homens? Algum não pode ser amante dela?

- Não pensei nisso. Tinha uma foto dela tirada do celular, mas ela a apagou.

- Mesmo? - Disse a moça contente - Dê-me o aparelho aqui, por favor...

Ele deu tranquilo. Acreditava que ela não iria ver a foto da loira nua. A detetive, no entanto, abriu seu notebook e o conectou ao celular de Maurício. Enquanto ela escaneava o aparelho, ele a olhava com mais curiosidade. Tara não era uma mulher grandona. Devia medir no máximo um metro e sessenta centímetros de altura. Era bonita, mas sem exageros. Tinha um corpo magro mas atlético. Usava óculos executivo, dando-lhe um ar intelectual. Não era burra. Ela exclamou:

- Ah, achei! A foto foi apagada mas o programinha que tenho no computador pode restaura-la.

Maurício sentiu um baque no coração. Jamais esperava que ela recuperasse a foto. Ficou nervoso. Ela esteve olhando a fotografia, depois disse:

- Pode me contar a história de novo, e dessa vez me dizendo a verdade?

- Está bem. Me desculpe. Não achei que fosse recuperar a foto.

- Tudo bem. Desde que chegou que eu senti o cheiro de sexo impregnado em tua roupa. Você deve ter feito sexo ainda hoje. Pelo jeito, sexo casual e às pressas, pois nem se deu ao trabalho de tomar um banho demorado depois. Por acaso é maníaco sexual?

- Não, senhora. Mas as minhas clientes são.

- Explique-se.

- Tenho uma locadora onde a maior demanda é de filmes eróticos. Aproveitei essa característica da loja para anexar um cubículo onde as clientes podem ter sexo através de um buraco na parede.

- Interessante. Continue...

- Uma loira chegou interessada em conhecer o cara que fica com o pinto através do buraco. Eu não a conhecia, mas ela já parecia saber da promoção.

- Que promoção?

- A alocação de cinco filmes dá direito a meia hora de sexo.

- Muuuuito interessante. Conheço esse tal buraco na parede de filmes, mas não sabia que existia isso aqui no Brasil.

- Tive a ideia assistindo filmes.

- Continue tua história...

- A loira que procuramos estava curiosa para conhecer o cara por trás do buraco.

- Que, por coincidência, é o teu irmão desaparecido?

- Isso. Enquanto se despia para transar com ele, eu a fotografei com o celular - mentiu ele.

- E como ela conseguiu te nocautear? Você é um negro atlético. Poderia tê-la vencido no braço.

- Ela borrifou meu rosto com um spray. Senti-me tonto e desmaiei.

- Deixa eu ver... - Disse ela, agarrando-o pela nuca e puxando seu rosto para perto do nariz dela.

Esteve cheirando-o, tocando-lhe a pele, tal qual a outra detetive, mas se demorou fazendo isso. Mais uma vez o negrão ficou de pau duro ao tê-la bem perto dos seus lábios. Não se conteve. Roubou-lhe um rápido beijo. Ela se afastou. Ficou olhando para ele. Passou as costas das mãos nos lábios. Disse:

- Vou aumentar meus proventos, por ter feito isso.

- Desculpe-me. Não consegui me conter.

- Nota-se que é un tarado.

- Posso parecer, mas não sou. Os últimos acontecimentos estão mexendo comigo.

- Vou fazer que acredito. Mas não faça isso de novo, a menos que eu permita.

- E como vou saber quando permitirá?

De novo ela esteve olhando fixamente para ele. Pediu que ele ficasse de pé. O negro não entendeu muito bem o pedido até se levantar e ela olhar pro seu cacete duro, avaliando-o. Depois, ela ergueu-se da cadeira e se agarrou a ele, beijando-o com violência. Baixou a mão e pegou no seu caralho por fora da calça. Não satisfeita, puxou-lhe o fecho para baixo e arriou sua calça, libertando o pênis enorme. Abriu-lhe a camisa com urgência, quase arrancando fora os botões. Quando seu peito estava nu, mordeu-o com força. O negro se esforçou para suportar a dor. Para se vingar, apertou-lhe com os dedos o biquinho do seio por cima da blusa preta que ela usava. Ela voltou a beija-lo, mas terminou mordendo seus lábios. Ele sentiu o gosto de sangue na boca. Rasgou a sua blusa com força e arrancou a calça preta que ela usava. Deitou-a na mesa de tampo de vidro que tinha na salinha, onde estivera sendo atendido. Ela o puxou pelos cabelos para cima de si. Ele abriu suas pernas e apontou o pênis para a vulva pequenina. Nem lubrificou a pica, enfiando-a na racha. Ela gemeu de dor. Mordeu novamente seus lábios, mas dessa vez com menos força. Depois, movimentou a mão de lado, acionando um botão sobre a mesa, e as luzes do escritório se apagaram, deixando-os no escuro.

A racha da detetive era quente. Engoliu apertadinha a bimba do negrão. Antes de se acostumar com a penumbra, Maurício deu a sua melhor gozada do dia.

FIM DA SÉTIMA PARTE

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