Mal Sabe Ela...


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Um conto erótico de Eduardo
Categoria: Heterossexual
Data: 16/05/2018 20:50:15
Última revisão: 16/05/2018 21:15:39
Nota 9.00

Salve, galera! Me chamo Eduardo, tenho vinte e dois anos e a minha atual e única ocupação é a de universitário. Sou moreno, de 1,85m e porte físico avantajado, fruto do meu gosto por atividades físicas. Ademais, não há nada sobre mim que seja tão interessante assim, para valer a pena ser citado.

Estou namorando com uma princesinha de 16 anos chamada Priscila. Ela é moreninha-jambo, falsa-magra, com peitinhos ainda em formação, coxas grossas, quadril largo, bundinha empinada e cintura de manequim. Seus olhos são de um castanho clarinho, meio puxados para o cor-de-mel, e seu rostinho é de menininha inocente. Uma ninfetinha realmente espetacular. Eu tive o privilégio de lhe tirar o cabacinho e, desde então, tenho metido naquela bocetinha apertadinha diariamente, sem falta. Não há palavras para descrever a maravilha que é poder aproveitar a pele macia e perfeita daquele corpinho de lolita. É uma sensação de prazer inacreditável, que só quem já comeu uma novinha patricinha, criada somente a base de luxo e muito mimo, sabe exatamente do que eu estou falando.

Pri, como eu a chamo, é filha única e de mãe-solteira. A dona Carla, minha sogra, engravidou aos vinte anos, de um sujeito que Priscila nem sequer chegou a conhecer. Desde então, ela toca a vida das duas através do seu emprego de enfermeira em uma clínica particular aqui da cidade.

Além de uma pessoa muito simpática e alto-astral, dona Carla é uma mulher que de “dona” não tem nada. Aos 36, está dando de dez em muita menininha. Não é bonita de rosto, mas tem cara de mulher safada, cachorrona, que sabe muito bem como enlouquecer um homem. Sua voz é um pouquinho rouca, em um tom bastante sensual. E de corpo ela é um verdadeiro tesão. Pode até ter peitinhos pequenos, mas sua barriga é sarada, suas coxas são bem grossas e torneadas e ela, ainda por cima, é dona de uma bunda gigantesca, empinada e bem durinha. A raba dessa mulher é uma coisa que não dá para acreditar. Digna de uma Panicat. A safada é uma autêntica cavala de academia.

Desde que comecei a namorar sério com a Pri, já tive diversas oportunidades de ver a dona Carla usando roupas mais justinhas, e até mesmo biquínis. E só posso dizer que uma das maiores torturas que já vivenciei é tentar não olhar. A mulher simplesmente exala feromônios. Uma simples olhada já é o suficiente para identificar uma fêmea que é capaz de tudo para satisfazer um macho comedor. Na praia, todos os olhares são direcionados para ela. E lógico que a gostosa deve receber assédios e cantadas todos os dias. Mas, estranhamente, segundo a minha namorada, já se passaram quase dois anos desde o seu último relacionamento. Uma deusa como ela certamente não passou em branco durante esse período, mas juntando o horário de trabalho com o tempo em que ela passa em casa, inclusive nos fins de semana, fica meio evidente que a frequência dela não deve ser lá essas coisas.

É bem claro o fato de que, apesar de estar comendo a filha, eu tenho muito tesão na mãe. A visão daquela coroa rebolando de shortinho ou camisolinha acaba comigo, e aí eu acabo descontando tudo na minha ninfetinha. A coitadinha sai toda marcada dos tapas que eu dou na bundinha dela, quando na verdade eu me imagino mesmo castigando o traseiro da bunduda da mãe dela. Meu sonho é meter a cara no meio daquelas nádegas gigantescas e enfiar a língua no seu buraquinho, até ter câimbra. Só de imaginar o cheiro de fêmea no cio que deve sair da sua buceta...

O jeito mesmo é me concentrar – e porque não dizer contentar? – com a minha novinha. Ela não é tão liberal quanto eu gostaria, mas tem alguma malícia. Ainda na semana passada, quando voltávamos do cinema para a casa dela, a safadinha começou a alisar o meu pau por cima da calça. Enquanto permanecíamos parados no sinal, senti meu pau crescer em volta da sua mãozinha delicada. Aquela era a deixa que eu bem sabia para desviarmos até um motelzinho das redondezas.

Entretanto, daquela vez, Pri estava disposta a variar um pouco.

- Ai amor, procura um lugarzinho tranquilo. – Me pediu, fazendo a sua vozinha mais manhosa.

Onde estávamos, não era trabalhoso encontrar um ponto ideal. Bairros residenciais, após a meia-noite, geralmente transformam-se em verdadeiras cidades fantasmas. Raramente passa carro ou moto. E isso é ideal para casaizinhos que, como nós, buscam por um pouco de privacidade.

Embiquei na primeira rua e depois fui seguindo até achar alguma coisa mais conveniente. A frente do que parecia ser um armazém ou comércio, protegida por duas árvores bem densas. Estacionei o carro na vaga mais encoberta que havia.

Enquanto nossas línguas se acariciavam, Pri não demorou para conseguir sacar a minha ferramenta de dentro da calça. A conhecida maciez da sua palma, um tanto quanto geladinha, entrou em contato com a minha pele, e eu, já bem teso, senti a já conhecida e gostosa sensação.

Em comparação com quando havíamos começado a namorar, a habilidade da menina na punheta aumentara consideravelmente. E no boquete também, que foi o que veio a seguir. Inacreditavelmente, antes de mim ela só havia chupado um ex-namorado, e de forma bem negligente. Pela forma como a sua boquinha quente e aveludada passara a envolver boa parte do meu caralho, enquanto sua linguinha se movia com bastante sofreguidão, podia-se muito bem imaginar que sua experiência deveria ser bem maior do que realmente é.

Com a mão enterrado em seus cabelos, eu forçava até o limite. Só a liberava quando podia ouvir o barulhinho do engasgo. Me dá muito tesão perceber que a sua boquinha pequena não é suficiente para engolir todo o meu tamanho, e sei que isso também a deixa louquinha. Gosta de volume, a putinha. Não se faz de rogada na hora de recebê-lo por inteiro dentro da sua grutinha. Ao contrário, goza quase que de imediato quando eu a preencho. Adora sentir-se alargada.

Ainda no meio daquela putaria, o fato de não poder penetrá-la daquela vez me ocorreu. Um verdadeiro balde de água gelada. Estava mestruada, e infelizmente ainda não libera o cuzinho. Por enquanto, só promete, mas sempre regula. Não me deixa nem sequer brincar na entradinha. A imagem da minha sogra recebendo o meu pau no lugar da filha surgiu de dentro do meu subconsciente. A coroa, essa sim muito mais desinibida, sendo enrabada sem dó e pedindo por mais. E daí o gozo não demorou para chegar. Enchi a boca da ninfetinha, e ela obedientemente engoliu até a última gota. Ainda fez questão de limpar o seu brinquedo preferido, antes de guarda-lo. Atitude digna de uma boa putinha adestrada. Satisfeito, percebi que havia feito realmente um bom trabalho com ela.

Naquela noite, deixei-a em casa e fui direto para a minha. Dali a dois dias tive uma prova importante na faculdade, e só pude voltar a vê-la já no sábado, na ocasião de um almoço para o qual dona Carla já havia me convidado há algum tempo, na casa delas.

No horário marcado apareci por lá, e tudo correu normal, até certo ponto. Após comer, ficamos os três conversando e apreciando a vista da varanda do apartamento, até o horário em que Pri precisou sair para a sua aula de inglês. Ela tomou um banho corrido e, já na saída, me perguntou se eu estaria para a sua volta. Foi dona Carla que confirmou, antes que eu tivesse a chance.

Quando saiu, minha sogra sentiu-se mais à vontade para pôr as cartas na mesa. Começou dizendo que gostava bastante de mim, mas depois fez jus ao seu papel de mãe e disse estar bastante preocupada com o fato de a filha ter iniciado sua vida sexual. Até por ter ela mesma engravidado cedo, seu temor era bastante justificado.

Meio encabulado, mas tentando não parecer, adotei a minha postura mais séria para garantir todo o cuidado que estava tomando. A conversa havia me pegado de surpresa. Eu estava notadamente embasbacado. Ao contrário de dona Carla, que parecia com tudo muito bem ensaiado. Fez um discurso baseado no seu conhecimento da área da saúde, e exigiu que eu tomasse todas as precauções que ela havia enumerado. Mas, por fim, também fez notar que haveria uma boa compensação. Prometer levar a filha a um ginecologista, para que possa começar a tomar anticoncepcionais.

- Porque eu sei que todo homem gosta mesmo é de gozar dentro! – Foi a pérola que soltou, numa provável tentativa de suavizar o clima.

Aquelas palavras, que nem tem tanto apelo assim, mas ditas por ela, que nunca usa esse tipo de linguajar, desencadearam em mim a sensação de um choque elétrico. Mil coisas atravessaram a minha mente na velocidade de um segundo, e o resultado foi sentido diretamente nas partes baixas. Meu pau deu sinal de vida, e o seu volume ficou bem marcado no jeans.

Dona Carla viu a minha situação. Deteve um olhar fixo durante um breve momento, antes de enrubescer-se por inteiro.

Sem saber o que fazer, não mudei de posição. Fiquei lá, de barraca armada, bem na frente da minha sogra. E ela, igualmente perdida, não conseguiu mais desenvolver a conversa.

Pensei em ir para o tudo ou nada. Dar uma idéia nela, ou até mesmo por o pau pra fora ali mesmo e convidá-la para cair de boca, como tantas vezes tive vontade de fazer. Mas a verdade é que não tive a coragem suficiente. E fiquei com o arrependimento excruciante, na forma da dúvida sobre o que teria acontecido se eu tivesse avançado o sinal.

Permanecemos onde estávamos, sentados, durante quase duas horas. Trocamos poucas palavras. Fiquei com bastante medo de que aquilo tivesse acabado com a simpatia que dona Carla parecia ter por mim. Mas, depois que Pri chegou, as coisas voltaram ao normal. No papel de mãe, ela passou a me tratar da forma de sempre. E parece ter fingido que a cena da varanda nunca aconteceu.

Só sei que, mais tarde naquela noite, saí com Pri para ir ao McDonald’s, mas acabamos em um motel. Transei com ela feito um animal, e a coitadinha acabou exausta, arregaçada e toda suja de porra. As marcas na sua bunda demoraram para sair. A sorte é que a vadiazinha gosta dessa selvageria, e toda vez que eu a como desse jeito ela fica ainda mais apaixonada por mim.

Mal sabe ela...

Comentários

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17/05/2018 22:58:23
Muito bom!
17/05/2018 09:34:10
Legal, está interessante
17/05/2018 07:41:08
sensacional
17/05/2018 03:48:56
Muito bom

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