Vendedor ambulante fica galudão no ônibus! (+VÍDEO)


Bora resumir tudo: manhã de segunda, eu atrasado, correndo no meio da Avenida Brasil e segurando dois ganchos de doces e biscoitos pendurados, um calor filho da puta, muita gente perambulando e meu corpo esgotado, morgado pra caralho pelo final de semana.

- ALÔ SALGADO! ALÔ BISCOITO!

Bem no meio da mureta, pulei pra pista e comecei a andar pelos veículos. Mó engarrafamento, tudo parado, só barulho de buzina e um calor desgraçado. Eu andando e gritando, esperando qualquer sinal de alguém pedindo pra comprar alguma coisa, qualquer oportunidade de fazer um dinheiro. O passo meio arrastado pelo cansaço físico, o suor escorrendo na pele morena, foi por isso que lembrei que, na afobação de meter o pé do barraco, acabei indo trabalhar sem cueca. Tava como, estressadão! Passei o domingo num bailinho lá da comunidade, geral reunido, lotado de piranha! As maluca tudo safada, tá ligado? Umas brincadeiras de mão aqui, beijo ali, tudo fluindo normalmente. O bagulho foi ficando tarde, cada um caindo prum canto, fiquei foi sozinho no fim de tudo. Isso depois de passar meia hora sarrando com uma loirinha com cara de patricinha da porra, daquelas que mente pro pai e pra mãe, sabe qualé? A gente chegou a bicar prum canto mais reservado, a safada roçando a coxa na minha pica e os caralho, eu cheguei a dedar a bocetinha dela e cheirei, olhando na cara dela.

- Caralho, tu é uma safada das boas mesmo, ein?

Experiente que só, ela respondeu abaixando.

- Isso porque tu ainda não me viu mamando, maluco!

Ela já conhecia o meu código de conduta, no mínimo. MAS VOLTANDO À REALIDADE DO TRABALHO DE VENDEDOR AMBULANTE, eu segui andando pelos carros e gritando, o suor escorrendo na testa morena.

- OLHA O PASSATEMPO DA SUA VIAGEM, FREGUESA! OLHA O BISCOITO!

Apenas janelas, calor e buzina. Ao redor, mais amigos e amigas ambulantes, todos nós em uma amigável competição de sustento próprio, cada um com um discurso, uma abordagem, mas tendo a correria em comum. Mesmo à luz do dia, percebi o farol de um ônibus piscando e, quando vi, o motorista tava me chamando com a mão, todos nós parados no engarrafamento. No letreiro, "393-CANDELÁRIA", no Centro, bem pra onde eu planejava ir. O melhor lugar pra andar e tentar vender minha carga, talvez pela quantidade enorme de gente. Adiantei o passo, o cara abriu pela porta de trás e eu entrei sem pagar a passagem.

- VALEU A MORAL, MEU PADRIN! - agradeci.

- Depois vem aqui! - pediu.

- Tamo junto!

Certamente estava com fome e por isso me deixou entrar. Aproveitei pra fazer a clientela e tentar vender algo até chegar nele.

- Primeiramente, muito bom dia, senhoras e senhores. Desculpa atrapalhar o silêncio da sua viagem!

Prendi os ganchos nos ferros do ônibus e me apoiei na catraca, de costas pro motorista e de frente ao público. O ar condicionado estava ligado, então foi a melhor sensação do mundo estar ali. Era daqueles veículos onde a parte do meio tem aquele espaço aberto a quem é deficiente e usa cadeira de rodas, com aquele assento preferencial separado e tal, bem carioca da gema. Não tava tão cheio, pouca gente pareceu estar indo pro Centro àquela hora, mas segui falando.

- Hoje o camelô vem trazendo aqui o passatempo da sua viagem! Tem do doce e tem o salgado, que é pra você não passar vontade!

Comecei a andar pelo corredor, mas ninguém na frente sequer olhou. Mais ao fundo, uma mulher com roupa justa e estilo doutora de escritório, óculos, cabelo curtinho e preto, cintura fina e corpo sinuoso, rabuda, cara de nerd, sentada perto da porta de saída.

- Psiu! Quanto é o pretinho?

Uma cara que só de safada, pareceu até com a loirinha abusada que peguei no dia anterior. Com essa morena me olhando, a mente outra vez deu aquela viajada, retornando ao exato momento que a gostosa do baile me levou pro canto, abaixou sem qualquer medo e botou meu caralho pra fora.

- Que pretinho gostoso! - falou olhando na minha cara.

Liberou a caceta, bateu com ela na língua e riu bem piranha, pincelando com o tronco na cara, submissa do jeito que eu gosto de ver, bem aos meus pés e com pica na boca.

- Agora tu vai poder me chamar de safada!

A próxima coisa que senti foi uma língua áspera e úmida, bem quente, envolvendo e se esfregando ao redor da cabeça da minha piroca, num aperto delicioso e que pegou no seco, de uma hora pra outra, arrancando um gemido sincero de mim só na boquinha de piranha.

- Sssss! Tira o cabelinho da frente, tira?

Removei as mexas dela do caminho, fui fazendo uma espécie de coque e dei um nó na mão, controlando a velocidade da mamada da loira. Dei sacada na boca dela, deixei com o cheiro da pica do preto e esfreguei o rosto nos pentelhos de macho, pra ela sentir o que era bom.

A CACETA ACABOU SUBINDO. Na realidade, no ônibus, ela começou a ficar alegre demais, tudo porque eu tava lembrando do que a mina fez comigo no beco, sem dó. Diante de mim, a morena com cara de doutora esperando pela resposta da pergunta que fez.

- É dois! - respondi.

Ela então contou umas pratas e me deu. Soltei o biscoito que ela pediu e entreguei, sendo que fingi que tava contando as moedas e aproveitei pra manjar no decote da filha da puta, que tava muito atraente com aquele oclinhos, uma boquinha fina e com cara de saliente.

- Brigada!

- Nada, freguesa!

Na bermuda, senti que o pau tava começando a tomar vida e lembrei de que tinha saído sem cueca, ou seja, se ficasse ereto, não teria como esconder uma vara de 22cm com quase 12 de talo de grossura. Não era qualquer cafuçu, eu tava armado e em ponto de bala, quem brincasse comigo ia sair sem boceta, pode apostar. Voltei a andar pra frente do ônibus, separei um doce e dei ao piloto.

- Tamo junto! - agradeci.

- Valeu, guerreiro!

Mas aí o veículo voltou a andar, bem na pista central, o congestionamento tava se desfazendo aos poucos. Aproveitei essa deixa e permaneci, mas retornei ao final, onde tava a morena com cara de ninfeta. Dois peitões volumosos e presos num sutiã pequeno e empinadinho, que me deu vontade de cair de boca e fazer uma espanhola muito da safada com aquela sem vergonha. A piroca voltou a dar uma bombada e outra, foi quando, de pé, percebi que tava realmente ficando excitado. Tentei esvaziar a mente, até parei de olhar pra doutora, mas o ambiente não contribuiu. Ao lado, uma outra mina sentada toda torta, uma perna levantada e o pé apoiado no vão de ferro, ou seja, uma perna afastada da outra, além da calça super colada. Cintura maiorzinha e um bocetão todo marcado entre as pernas, a ponto deu sentir o cheiro de longe e a boca encher d'água. Aí pronto, a piroca faltou envergar. Eu tive que ir até o último banco e sentar, caso contrário passaria vergonha.

Fechei os olhos, parei de observar ao redor e aí tornei a lembrar da loirinha safada, com cara de piranha e boca de boqueteira. Ajoelhada no meio do mato, o rosto entre minhas pernas e caindo de boca na minha peça, sem medo, sem receio, se entregando à putaria mesmo, do jeitinho que eu curto. Passando minha rola na cara, ficando com cheiro de macho e se deliciando. A mão me tocando uma punheta empenhada, ao mesmo tempo que o boquetão continuou firme e forte. Eu só senti os solavancos do ônibus, assim como os da garganta dela e os da minha vara dentro da bermuda de surfista, sem cueca por baixo. Sentado e fingindo que tava dormindo, ao menos poderia dar qualquer desculpa sem qualquer vexame. Senti várias paradas, mas não abri os olhos, só relembrando das putarias de domingo e da loira me pagando um boquete delicioso. Em alguma parte de toda essa memória, quase acabei pegando no sono, até que, minutos depois, numa curva, acordei e me dei conta de onde estava. Já havia chegado ao Centro, mas ainda distante do ponto final. Zonzo pelo despertar repentino, fui retomando noção das coisas aos poucos. Olhei pra baixo e vi minha piroca a ponto de estourar, toda curvada pra direita na bermuda, visivelmente ereta e puxando o tecido a um único ponto, não descendo por absolutamente nada. Comprida, grossa, massuda, babona e doida por uma bocetinha apertada, já que a loira da noite anterior foi embora e me deixou na mão sem nem gozar. Eu me recusei a bater punheta, tinha era que dar logo uma boa de uma foda, isso sim! Foi quando olhei pra frente e reparei num cara branco, todo de terno e gravata, engomadinho, pelos seus 26, 27 anos de idade. Um jeitão de professor, a barba estilo hétero topzera e uma pasta na mão. O rosto vermelho por alguma coisa, olhando pra frente e parado, estático. Só nós no ônibus, o puto perto de mim e nem sinal de que ia descer. Continuei prestando atenção de rabo de olho, até que o maluco escorregou o olhar e caiu matando na minha mala pulsando no short, sem cueca, toda atravessada pro lado. Eu não acreditei! Disfarçando, coloquei a mão por cima do volume e continuei fingindo que não era comigo, só pra ver qual era a dele. O viado seguiu olhando, se deliciando pela minha vivacidade. Nunca pensei que seria objeto de atração de outro homem, ainda mais como vendedor ambulante. Camelô é algo que a maioria das pessoas ignora e só lembra na hora da necessidade. Mulato, alto, cara de ruim, veias por todo o corpo, pernas e braços peludos, tórax aberto e rígido, braçudo, corpudo, meio grosso, meio arrogante, meio ogro pra tudo, até pra foder. Galudão em boceta, cheio de vontade de trepar como se fosse morrer, a piroca parecendo uma estaca de tão grossa, tão empenada pro lado, ainda mais que existia um outro homem me olhando, e ele não tinha boceta. Se tava me querendo, como faria pra me dar prazer? A resposta fez a tora pular toda cavala, eu aí não tive como disfarçar. Olhei nos cornos do filho da puta.

- Qual foi, seu viado?

No primeiro momento, ele arregalou os olhos e fez como se fosse se afastar de mim, talvez por medo da minha reação. Estiquei a perna direita, forcei o caralho marcado ao longo dela sob o short e olhei pra ele. O puto não teve o pudor de disfarçar, manjou todo o comprimento da verga, me deixando ainda mais aflito e inflamado de tesão. Senti meu saco doendo de tanto leite sendo produzido desde não sei quando.

- Vai ficar só olhando?

O nerdzinho com jeito de professor não acreditou. Olhou pra mim, engoliu a seco e ficou constrangido.

- Ah, tá de caô? Bora logo, porra!

Segurei a mão dele e puxei até o meu banco.

- Dá aquela moral, meu padrin! - pedi. - Porra, tô na mão desde ontem, se ligô? Fiquei de pau durão na mina, a mina ralô!

Falei baixo, sincero, porque queria disposição e vontade de chupar piroca da parte dele. Era a primeira vez que ia deixar um cara me mamar, então ele tinha que se empenhar em me convencer qual era o diferencial que meus parceiros tanto comentavam a respeito. Só ouvi coisas boas: mamada de responsa, sem frescura, engole ovo, toma no cu rindo, aguenta até o talo, deixa gozar na cara e dar tapa, viado que é viado gosta muito de um macho. Tava como, pesadão de porra, doido pra galar na carinha de uma safada! A diferença é que ia ser um safado, com cara de professor universitário, desses que a mamãe ainda deve pentear o cabelo. Um homenzinho da família que eu ia botar pra cair de boca na minha pica, com cheiro e aparência de homem da rua mesmo, que anda debaixo do sol e por entre os carros, fedendo a escapamento e suor do trabalho. Cafução ogrão da porra, foda-se! Queria ver minha gala NUA e CRUA descendo pelo cantinho da boquinha do molecão estudioso, porque soube assim que o vi que ele era do tipo bezerrão safado que, se deixar, toma leitinho o dia todo. E se era isso que ele tava procurando, então era isso que dentro das minhas bolas estava sobrando.

- Tu quer me mamar, seu viado? Aqui no busão mermo, é?

Fez que sim com a cabeça e sorriu, bem pedinte, querendo com amor. Botei a mão dele na minha trolha e ele tentou fechar, mas não conseguiu. Era arrogante o bichão, não posso negar. Dava medo até aos outros machos, minha rola era toda feita pra putaria. Cabeçuda, bojuda, gordona pra caralho, do tipo que começa grossa, depois engrossa e termina mais grossa ainda. A caralhada toda pesadona mermo, pra entrar difícil e sair mais ainda.

- Bora, começa a mamar esse tronco com vontade! - mandei.

Ele me olhou com a cara de piranho incubado, ajeitou o óculos e abaixou com a boca em cheio na cabeça da minha piroca, cobrindo tudo logo de cara e BRINCANDO de escorregar até à garganta, que foi onde se afundou, quase se afogou e ficou tossindo de leve, mas sem tirar ou recuar. Senti entranhas e amídalas disputando espaço com a minha caralha, fiquei galudão de tesão e o corpo arrepiou no ato, pra não falar dos olhos virando de prazer. A mão do filho da puta veio no meu mamilo ainda, como se eu tivesse deixado, mas isso só fez exalar testosterona e libido por toda a pele negra e tatuada, eu até me estiquei no banco do ônibus.

- SSSSSS!

Não fosse pelo fato das janelas serem escuras, estaríamos expostos. Segurei o cabelo do professorzinho e comecei a ditar o ritmo da língua dele atravessada na minha jeba, subindo e descendo por 22cm de pura arma humana, de macho abusado. Um cheiro de suor com resto de mijo, mas o piranho se batendo com a caceta, eu nem precisei ter esse trabalho.

- Mama, vai? Suga o leitinho que tá aí dentro pra você!

Ele foi chupando a cabeça e me olhando nos olhos, eu tentando não me entregar ao prazer e fazer linha grossa com o parceiro que tava fortalecendo na mamada, mas não teve como segurar a onda, tanto pelo empenho dele quanto pelo meu tesão à flor da pele. Olhei pra baixo e vi um homem ADORANDO, se fazendo por estar sugando, sorvendo minha pica, minha baba de piroca, o cheiro do meu saco. Ele tava me querendo, querendo meu cheiro na cara dele, na barba dele. O suor descendo pela testa e virando saliva de esforço de engolição, tudo na garganta saliente e experiente do puto, que tava arrancando de mim, macho feito e comedor de muita boceta, gemidos sinceros e vindos do fundo da alma, da cabeça da caralha.

- Porra, tu mama namoral mermo ein!? Que isso, viado! SSSSS

Dei dois tapas, um em cada lado do rosto e o puto riu de luxúria, todo se querendo. Empinou o lombo pra mim, algo que acabou me fazendo escorregar a mão até lá e apertar. Eu não tinha muita noção das coisas quando tava na putaria. Se ele tava me mamando ali, de repente uma cucetinha não cairia mal.

- Rabão responsa da porra, ein! - mandei o papo reto no molecote formado. - Se tivesse oportunidade, te tacava piroca aqui mermo!

Foi aí que ele aprendeu a falar, tirou tudo da goela e interagiu.

- Desce comigo, eu pago um quartinho barato pra gente!

Fez aquele semblante de quem não sabia o que ia escutar e aproveitou pra voltar a sugar, fazendo barulhos de estalos, como se a qualquer momento pudéssemos ter que parar aquilo. Eu pirei. O puto queria me dar o cuzinho de graça, sem pudor, sem enrolação, e tava até disposto a pagar por isso, pra ter o prazer de ser usado e abusado por mim, visitado no cuzinho pela minha caceta preta, penetrado na raiz por uma tala de 22. Por onde andavam esses viado piranho, que eu quase nunca encontrava nenhum deles? Finalmente um!

- Tu quer chegar no trampo com cheiro de pica, né, ô sua cadela?

Riu e fez que sim com a cabeça. Deixei a bengala cair bem na cara dele e cutuquei na boca. Não eram nem 9 horas da manhã e o filhotinho da mamãe, o orgulho da família, ainda não tinha tomado a dose diária de leite ordenhado de macho que tanto tava procurando. De repente até tinha namorada, mas mesmo assim não conseguia largar da lactofilia masculina. Um rabote gordo e redondo daquele tamanho dando sopinha, a boca inchada de tanta pirocada na cara, e o puto prestes a investir grana em nós, em mim. Porra, eu tava feito!

- Então deixa eu ver se tu é bom na mamada mermo, aí a gente parte pro setor! - como se já não tivesse latejado de tanto oral.

Mirei, apontei e larguei fundo, parando só na garganta. Ele foi guerreiro e fez passar tudão, como se fosse um sorvete de chocolate sendo chupado até o talo. Uma tala grossa de caralha dura, espessa, bem cabeçuda e grandalhona pra caralho, que ocupa bastante espaço e não tem como passar batida, apenas batendo. Cheiro puro de homem subindo, o saco doido pra cuspir leite, além do tesão escorregando pelo céu da boca do viado. Ele só parou quando o talo encostou nos lábios, todo possuído pela corpulência do meu pau e me olhando com os olhinhos cheios d'água, de tanto nervoso que sentiu pra me ver feliz, acomodado, bem à vontade na quentura salivar.

- Caralho, sua putinha! Tá me deixando assim na mamada, imagina se eu brotar num quartinho contigo? Vou te "dá-lhe" uma surra de vara que teu cu vai empenar!

Fez que sim e rebolou pra me seduzir, como se precisasse de mais que aquilo pra ficar malucão.

- Quem diria, tava galudão numa bocetinha hoje, faturei logo um cuzinho de graça! Dia de sorte!

O puto socou um punhetão pra mim bem forte, com a mão fechada batendo firme no talo grosso. Tentou esconder a tora no short.

- Vamos! - chamou.

Fez sinal no ônibus e descemos pouco mais à frente, eu andando todo torto de tesão. Virou numa esquina, entrou por um beco e chegamos a um prédio antigo daqueles típicos do Centro. Subimos umas escadas de um ambiente escuro e em luzes coloridas, ele parou num balcão e deu algum dinheiro a um funcionário. Em seguida, esse cara nos guiou até um quarto, aí nos deixou lá e fechou a porta.

- Vocês tem 20 minutos! - avisou.

Não perdi tempo, botei o viado pagão de joelhos na minha frente e prendi o rosto dele colado com a goela na minha caceta de novo, todo babado, deixando muita saliva cair, e ainda segurando o puto pelas orelhas, usando elas como alças pras puxadas.

- SSSSSSS! Safado do caralho! Fffff

Ele nem usou as mãos, só me permitiu socar no fundo da goela e aguentou sem chiar, algo que me deixou convencido de que gostava e muito de uma rola, tamanha atenção estava dando a um macho carente e doido pra foder. Ao ponto de não se contentar na mamação, aí pulou pra cama e parou de quatro, pronto pra sentir meu tranco, minha truculência. Me queria atolado em si, em seu rego, lá dentro do corpo, arrumando espaço em sua carne.

- Eu tava te vendo dormir no ônibus, aposto que você tá louco pra foder!

- Viado é foda mermo, né? - falei. - Adivinhou!

E não quis perder tempo, aproveitei a pica babada pela boquinha dele e cutuquei a cabeça na portinha da entrada devagar, dando a leve pincelada pra já deixar escorregadio.

- SSSSS! Seu puto, eu sabia que você tava excitado, eu vi!

- Tu viu, né? Piranho!

Dei-lhe um tapa no lombo que fez barulho, ele se empinou ainda mais e puxou as nádegas pra me deixar de verga coladinha no cuzinho, bem à vontade. Tão apertado que pensei que seria impossível, mas isso durou só até eu atravessar a cabeça no ânus. Nesse momento, ele contraiu todo e fiquei nervoso igual não sei o que.

- HMMMMM! QUE APERTADO! SSSS

- Affff! Safado, botou a camisinha?

Eu nem fiz questão, e já tava parcialmente engatilhado pra dentro. Como recuar?

- Não botei, não!

Outro tapa, mais puxão e eu entrando devagar, penetrando cada vez mais no interior do professor universitário. Ele então soltou um gemido e foi relaxando, me dando passagem e mais lugar, mais prazer pra descobrir. Uma sensação de fogo que me arrepiou o corpo, de tão elástico aquele cu. A pica foi comprimida pra entrar, porém foi dando certo e eu fui penetrando o safado mais e mais, 22 centímetros de pura caceta preta, grande e grossa, cheia de fome, de tesão acumulado. O saco pulou de tanto que os ovos saltaram dentro dele. Empurrei a cintura, trouxe o corpo dele pra mim e fui terminando a penetração num gingado safado e devasso, que foi tornando nosso encaixe perfeito, em total conexão entre corpos.

- Quer que eu bote?

Ri bem malandro, isso depois da estocada. Ele remexeu o quadril e voltou a gemer.

- Quero é que você acabe comigo! - respondeu.

Era uma ordem. Outro tapa, mais um solavanco. E novamente o corpo se arrepiando, porque na pele é outra coisa que acontece, sei lá. Papo de viajar, dos olhos torcerem no alto das vistas.

- Caralho, moleque! Que impossível é isso, vai dar não! Vou gozar muito rápido!

- Foda-se, goza mesmo assim! Enche minha bunda de porra!

Afastei um pouco e dei um tranco leve, sentindo todas as paredes apertadas, massivas e quentes de dentro do cuzinho do putinho. Se ele dissesse que era virgem, talvez eu até acreditasse, e isso só me deixou ainda mais cavaludo pra socar no rabo dele, que foi o que comecei a fazer. Saí, entrei, tirei, botei, fui transformando o lombo em alças e a rabiola numa caçapa, à medida em que aumentei a velocidade das estocadas e, quando vi, me peguei totalmente encarcado na raba do viado.

- SSSSSS! VAGABUNDA! Veio entrar em pica, né? Safado da porra, leiteiro do caralho!

Dei mais tapas e puxei pelo cabelo, o maluco ficou envergadinho na minha tora, pareceu até que eu ia empalá-lo, preenchendo seu corpo por completo. Trouxe pra mim, soquei longe, bati no fundo e deixei os ovos lutando com a beirola elástica do suculento anel de carne que eu tava comendo, deixando meu pau todo escalavrado, liso de tanto lustrar na cuceta de outro cara.

- Hmmmmm!

Ele de quatro apoiado na cama, comecei a foder tão forte e rápido que preferi subir no colchão, me colocando entre as pernas dele, mas com as minhas por fora, meio que por cima, numa improvisação da posição da rã. Isso deu sustentação pra ir ainda mais longe dentro daquele canal apertadinho, sendo que agora eu tava entrando torto por cima, ou seja, arrastando outra vez e empurrando tudo no cabeçote da ferramenta, batendo por todas as paredes e deixando o atrito acirrado tomar conta. Até o cheiro de cuzinho queimado ficou forte entre nós, me dando mais gás pra acelerar aquela truculência sexual.

- ORHHHH! SSSSS CARALHO!

A cama começou a ranger e o puto foi soltando gemidos cada vez mais altos, um atrás do outro em sequência, totalmente cutucado pela minha piroca atravessada no fundo do reto dele, batendo lá no final do que ele chamava de rego, alargando no talo grosso que era a minha vara preta. Até meus ovos queriam entrar e explodir naquela cucetinha, de tão tesudo que tava o passar entre as peles. Eu tava todo cercado, não tinha pra onde fugir, e nem queria mesmo. Colei meu corpo no dele, puxei-lhe o cabelo e meti a cara no cangote do puto. Caí de boca, mordi firme, deixei marca e brinquei de dar tapas. Eu queria o safado com meu cheiro e minha passagem, pra todo mundo saber que ali foi feito um estrago. Tirei a jeba toda, olhei pro regaço no cu e cuspi lá dentro, bem no fundo.

- SSS! Safado!

Posicionei a cabeça em cima do cuspe e fui arrastando ao longo do interior exposto em carne viva, eu muito carnívoro, cheio de fome, querendo sangue de raba. Comecei a estocar intenso, ignorando o fato de que éramos humanos. Viramos máquinas de sexo, sem restrições.

- Aarhh! - o professor gemeu. - ARHHH! HMMss!

E foi aumentando o tom de voz junto comigo na velocidade. A cabeça insistentemente socada no fundinho daquela rabeta, entre duas nádegas enormes e aconchegantes, arreganhadas pra minha entrada e saída aflita. Pulsei a pica pra alargar ainda mais, senti que estava chegando ao fim e comecei a ofegar, ainda sobre o puto.

- ARGHHHH! CARALHO, BRITA ESSA RABA, SEU CANALHA! SSSS

Eu praticamente rendi ele por trás e o prendi por dentro dos braços, não deixando o rabudo olhar adiante, todo torto à minha vontade. Meus dedos dos pés agarraram o lençol no colchão e senti a onda de calor espalhando por todo o físico.

- HMMMMMM! SSSSS

A esporrada começou e a uretra alargou, abrindo mais espaço na cuceta do nerdzinho. O leite então foi sendo injetado bem nas entranhas aos poucos, sendo que o putinho foi gemendo à cada jatada, me deixando ainda mais aliviado enquanto gozei.

- Hmmm, que sensação maravilhosa! Que delícia! - gemeu.

Devo ter contado uns 7, 8 tiros de leite lá dentro, bem socadinho no fundo.

- Porra, que rabão gostoso! - falei. - Tesão da porra!

As pernas até tremeram pela descarga sexual. Fui ficando meia bomba e logo a rola escapuliu do rabo do lombudo.

Gozei e deixei a porra descer no fundo, pra ter a certeza de que não ia descer. Tirei a tora e mandei ele cair de boca pra limpar, algo que ele fez sem nem hesitar, totalmente entregue à minha vontade.

- Não posso voltar com cheiro de cu no pau, né?

Ele entendeu sem problemas. Difícil foi decidir que já tava limpo e aí tive que mandá-lo parar, do contrário não sairíamos dali tão cedo. Ele ainda demorou a obedecer, porque ficou me masturbando e observando enquanto a caceta ficou dura outra vez.

- Eu tenho que meter o pé, viado!

- Mas você quer mesmo ir? Olha como já tá!

Na mão dele, a tora inchada, pulsando como se nem tivesse leitado. O saco deu aquela virada, mas ainda tinha gala pra alimentar mais duas famílias de viados sedentos por macho. Ele sabia que eu tava galudão e caiu de boca me olhando, ambos arrumados pra sair, a roupa do piranho toda suada, porque ele trepou comigo sem tirar nada.

- Tu gosta mermo, ein? Que isso! SSSS

Ele me punhetou com dificuldade pela grossura e focou em roçar a língua na saída do mijo, bem onde bate aquele tesãozinho às vezes. Segurei a cabeça dele e brinquei só com o quadril, como se estivesse metendo num cuzinho, só que localizado num rosto. Que mente piranha!

- Hmmmm!

Comecei a suar e o puto revezou entre lamber o suor escorrendo pela virilha, os pentelhos e meus dedos, além da bengala em si. Bateu os ovos na cara, sugou cada um e tomou conta dos meus futuros filhos de um jeito delicioso, bem safado e tirado a piranho. Me deixou na pontinha do pé e no bico dos beiços, todo arrepiado na mamada, tamanha envolvência e certeza do que fazer, onde tocar. Senti a explosão chegando de novo e, pela segunda vez em minutos, comecei a gozar e gemer bem à vontade.

- Ohmm! Hmmmm! Delícia, porra! Abre a boca, abre!

Ele obedeceu e foi tomando gozada na cara, no rosto todo. Lambeu os beiços, engoliu sem eu precisar de mandar e eu fui trazendo tudo pra língua do ninfeto, ele bem satisfeito por estar com o cu cheio de gala e o estômago alimentado da dose diária de leite matinal. Terminei com o pau meia bomba, vesti a calça e olhei pra ele uma última vez antes de sair e deixá-lo ali todo cheio de esperma.

- Fortaleceu, ein viado!

O safado riu meio cansado e me olhou, a barba ainda toda suja com a minha porra quente e abundante, grossa, esbranquiçada e pegajosa.

- Deu aquela moral, meu padrin!

No mesmo pé que entrei, saí e respirei o ar fundo do dia ainda quente. Agora eu tava mais leve, mais disposto e preparado pro trabalho. Saco vazio, óleo trocado, leite depositado e muito doce e salgado ainda pra vender. O que mais um homem pode querer? Ajeitei a mala no meio das pernas, constatei o tesão jogado fora e dei até um sorriso de alívio. Tava levinho, levinho, pronto pro corre. Levantei o gancho no alto, abri um sorriso e gritei.

- ALÔ SALGADO! ALÔ BISCOITO! OLHA O PASSATEMPO DA SUA VIAGEM!

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Comentários

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24/06/2018 13:13:18
SOU TARADOS NESSES CARAS MALUDOS! 10
26/04/2018 13:26:17
Aiiiiii ~nossa!! #Mega_deliiiiiiiciiiiiaaaaaa
25/04/2018 16:48:02
Caralho, parça, sacanagem gostosa da disgraça, pivete. Pau ficou duraço. Já fiquei com um ambulante mas foi de praia.
25/04/2018 14:41:52
Caralho, conto massa da porra!
25/04/2018 14:02:39
Nossa q tesão
25/04/2018 07:05:48
Fantástico, como queria ser ele!

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