COM A MÃE E A FILHA NA CAMA


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Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 17/04/2018 00:28:23
Última revisão: 17/04/2018 00:47:41
Nota 10.00
Assuntos: Anal, Oral, Heterossexual

SEXO EM CORES – Oitava parte

Bruno descansava da gozada na boceta da mulher belíssima, quando bateram de leve na porta. Ele meteu a mão por baixo do travesseiro, em busca de uma arma que havia guardado ali. Empunhou-a, antes de perguntar:

- Quem é?

- Sou eu. Adriana. Abram, por favor.

A mulher correu a abrir a porta. Perguntou, aflita:

- O que foi, filha?

- Nada demais, mãe. Não consigo dormir. Meu irmão ronca muito.

- Oh, filha. Que susto. Está bem, pode dormir aqui, conosco.

A jovem fungou o ar. Sorriu. Depois, perguntou:

- Estavam fodendo? Está um cheiro, aqui dentro…

A mãe, de branca ficou vermelha. Mas não respondeu.

- Desculpem, se interrompi a foda.

- Não interrompeu. - Falou o negrão, cobrindo-se com o lençol.

- Agora, fui eu que fiquei excitada. Você me permite, mãe?

- Você quer foder com ele, filha? Eu não te aconselho. Ele tem o pinto muito grande e grosso.

Ela sorriu. Disse, feliz:

- Que bom. Eu sempre desejei foder um cara assim.

- Então, vem. Eu te ajudo…

Pouco depois, bruno estava sob a mocinha. Ela passava saliva na boceta enquanto a mãe segurava o pau do cara, de novo ereto. Adriana apontou o cacete para a vulva inchada e tentou se estrepar nele. Gemeu de dor, sem conseguir seu intento. A mulher pediu licença e mamou o pau do negrão, com muita saliva na boca. Lubrificava-o para a filha. Liberou o caralho e a jovem tentou de novo. Em vão. Não conseguia se enfiar no sujeito. Choramingou, frustrada. A mãe disse:

- Calma, filha. É assim mesmo. Tente outra vez…

Mais uma vez, foi vã a tentativa. Na verdade, a mocinha estava muito tensa e ansiosa para foder o negrão. Mentira, quando dissera que o irmão roncava. Ela é que não conseguiu dormir, pensando que era, talvez, a última oportunidade que teria para foder o coroa. Portanto, tinha que conseguir.

- Mãe, toma o lugar dele. Chupa minha xaninha, enquanto ele me enraba por trás…

- Tem certeza de que vai aguentá-lo no cu, minha filha?

- Não. Pelo cu, não. Só um faz de conta. Mas aí, a senhora chupa meu grelinho, enquanto ele me invade a periquita.

Aquela conversa e as tentativas frustradas da jovem tinham deixado Bruno mais excitado. Seu pau doía, de tão duro. Mas permaneceu calado, sem opinar. Na verdade, queria mesmo era foder o cu da garota, pois se fartara da xoxota da mãe dela. Levantou-se e se postou por trás de Adriana. A mãe se deitou em seu lugar, com a cabeça sobre um travesseiro alto, posicionando-se no meio da cama. A filha ficou de quatro, com a vulva perto do rosto dela. A ruiva agarrou-se às suas coxas, abrindo-lhe mais as pernas, e encostou a boca na vulva da jovem.

Primeiro, lambeu demoradamente a boceta da filha. Depois, sugou seu grelo. Adriana gemia alto, e ficou encharcada. O negrão se ajeitou melhor por trás da garota e apontou a cabeçorra. Iria empurrar o pau com firmeza, para romper a resistência dela. Aí, percebeu que não era necessário. O membro entrou macio, como faca na manteiga. Será que a jovem estivera fingindo dificuldade de ser penetrada, só para ganhar uma chupada da mãe? Mas deixou de pensar nisso, quando a coroa parou de chupar a filha e se empenhou em lamber-lhe e chupar-lhe os colhões. Ficou estático, enquanto a mocinha jogava o corpo para frente e para trás, às vezes rebolando, se enfiando em seu cacete. Ela urrava, gozando na pica dele. De repente, Adriana se projetou para frente, retirando-se do caralho dele. A mãe aproveitou para abocanhar o membro do cara. Mas a filha voltou a meter a xoxota na boca dela, enquanto empinava mais a bunda.

Bruno fez que errou de buraco e tocou com a chapeleta no ânus dela. Esperou que a mocinha se retraísse, mas esta se demorou no contato. Sentiu-lhe o cu piscando. Então, não teve mais dúvidas: apontou melhor a cabeçorra e parafusou no rabo arrebitado. Quando entrou um pouco, pegou-a pelas ancas. A jovem urrava, sendo chupada pela coroa. Então, o negrão empurrou devagar, mas firme. A trolha foi entrando aos poucos, causando uma gostosa sensação a ele. Aí, sentiu a mocinha se tremer. Era o momento dele copular-lhe o cu.

Nem bem o negrão bombou no buraco estreito dela, a mocinha começou a gozar. Agora, chorava feito um bebê. A mãe chupou-lhe o grelo com mais ênfase. Adriana passou a murmurar algumas palavras, mas estas não tinham nexo nenhum. Então, ela espirrou o primeiro jato de gozo na boca da mãe. O segundo, veio logo depois. A coroa afastou a boca, sufocada. Aí o negrão empurrou tudo, até o talo. A jovem pareceu ter perdido o juízo, sacudindo o corpo, urrando, chorando, dizendo palavrões e depois se jogando sobre a cama. A mãe livrou-se do corpo dela e levantou o seu, abocanhando o pênis do negrão. Masturbou-o com ferocidade, até que ele também gozou na sua cara. Mas aí, o celular dele tocou insistentemente. Ele demorou a atender.

Quando o fez, reconheceu a voz da delegada:

- Oi, onde está você? Estou com teu filho. Levei-o para a tua casa, mas não te encontramos.

- Estou fazendo hora-extra – Mentiu ele -, e não vou voltar hoje.

- Ah, tá. Vem amanhã cedo?

- Talvez.

- Posso dormir aqui hoje?

Ele esteve mudo, antes de responder:

- Claro que sim. Cuide bem do meu filho. - E desligou.

A mulher perguntou:

- Quem era?

- A delegada. Resgatou meu filhote.

- E por que você mentiu?

- E ele ia dizer que estava fodendo, mamãe? - Disse a mocinha, ainda sem fôlego.

A mulher beijou o negrão, depois confessou:

- Nem te conheço, mas já fiquei com ciúmes, viu? A partir de agora, você é só meu.

- E meu também, mamãe. Depois dessa foda, não largo ele mais nunca.

Bruno não disse nada. A situação estava se complicando. Teria de administrar suas três mulheres. Não achava que conseguiria. Teria que escolher, cedo ou tarde. Torcia para que fosse tarde, claro. No entanto, desviou seus pensamentos para o crime cometido contra o filho da delegada. Devia uma solução a ela, já que ela lhe salvara o filho. Em pouco tempo, o dia já estaria amanhecendo. Levantou-se e tomou um banho. Disse para as mulheres:

- Procurem dormir. Vou ter que sair. Tenho muito a fazer.

- O quê, por exemplo, a essa hora? - Perguntou a mocinha.

- Tenho que encontrar teu namorado. Devo isso à policial. Não quer me ajudar?

- Já disse que não quero que ele seja preso.

- Não há escapatória para ele, garota. Se eu não o pegar, a Polícia o encontra. Aí, vai ser pior para ele.

- Já disse, também, que ele não atirou no filho da delegada.

- Então, quem atirou?

- Não sei. Mas tenho certeza de que não foi ele.

- Então, se ele não atirou, não tem o que temer. Prometo ajudá-lo, se ele se entregar.

Ela esteve pensativa, depois disse:

- Está bem. Procure Mundinho, na favela. Diga que fui eu que te mandei lá.

****************

O dia já estava claro, quando o negrão entrou na favela. Foi barrado quase assim que se aproximou dos casebres. Um branquela fortão, com todo jeito de estivador, quis saber:

- o que faz aqui, negrão? Sabe que não é bem-vindo. Mundinho vai querer atirar em tu, assim que te ver.

- Sei disso. Mas ele pode ficar tranquilo. Não quero encrenca com ele. Preciso de um favor do cara.

- Da cara. Chame-o de macho, e ele te dá uma rajada de metranca, sabe disso.

- Não, não sei. Não o conheço.

- Não? E quem te mandou aqui?

- Uma cliente dele. Posso pagar por uma informação.

- Mostra o dindim.

- E você acha que eu sou louco de vir com grana? Pago depois, a quem for comigo a um caixa eletrônico.

O cara pegou um celular e ligou.

Pouco depois, Bruno estava diante do travesti. Este perguntou:

- É o pai do garoto que esteve aqui? Veio me punir por tê-lo sequestrado?

- Nem sabia que tinha sido você. Mas ele já está comigo. São e salvo. Foi resgatado pela Polícia.

- Eu também não sabia disso. Então, estou fodida e mal paga. Mas fiz apenas um favor a uma amiga.

O negrão estreitou os olhos. Desconfiou do que estava ouvindo. Peguntou:

- Como é que é? Está me dizendo que Adriana te pediu para sequestrar meu filho?

- Tenho prova. - afirmou o traveco, entregando um papel ao negrão.

Este o leu. Era o bilhete que a mocinha tinha enviado pelo filho. Nele, lia-se que o traficante capturasse o rapaz, para trocá-lo por seu namorado, caso a Polícia o prendesse.

- Puta que pariu. Bem que cismei daquela putinha. Será que meu filho não se importou de ler essas linhas?

- Sei lá... Então, o que tem para me oferecer?

- Grana e o meu silêncio. Em troca de uma informação.

- Interessante. Qual informação? - Quis saber a “menina”.

- Quero saber quem atirou no filho da delegada.

“Ela” esteve muda por uns segundos, depois falou:

- Quem você acha que foi?

- O namorado da Adriana, claro. Mas não sei como encontrá-lo. Te pago para que faça isso.

- Não foi ele quem atirou.

- Com sabe?

- Ele mesmo me disse.

- E você acreditou?

Mais uma vez, o traveco ficou mudo. Depois, perguntou:

- Quanto está disposto a me pagar?

- Quanto quiser. Mas isso terá que ser negociado com a delegada. Pretendo entregá-lo a ela.

- Então, você mentiu. Não tem o dinheiro…

- Não.

O travesti olhou em volta. Seus asseclas, todos armados, esperavam pela ordem da chefe. Os dedos pousavam nervosos nas armas. Mas o cara disse:

- Tragam meu irmão.

Pouco depois, o irmão do traficante apareceu:

- Diz, coroa. O que quer comigo?

- Já conhecia meu mano? - Perguntou o travesti ao negrão.

- Sim. Só não sabia que era teu irmão.

- Então, agora sabe por que eu não posso entregá-lo à Polícia, né?

- Foi você quem matou o rapaz?

- Não.

- Posso confiar?

- Sim.

- Então, não há problema em se apresentar à delegada.

- Há, sim. Não posso entregar quem o matou. E ela me forçará a fazer isso.

- Entendo. Mas eu te garanto que, se eu pedir, ela não te prenderá.

- Acredito. Mas prenderá quem o matou. E eu não quero isso. Portanto, que achem o assassino vocês mesmos.

O negrão esteve pensativo. Agradeceu ao rapaz pela entrevista. Ele não respondeu. Foi-se embora, seguido de dois lacaios do travesti. Este falou:

- Satisfeito?

- Não. Esperava saber quem o matou. Devo isso à delegada.

- Agora, me deve duas pilhas. Pela informação.

- Já te disse: tenho que negociar valores com a meganha. Mas por mim, eu pagaria. Já sei quem matou o filho dela. Obrigado.

Dessa vez foi o traveco que estreitou os olhos. Os três homens que estavam por perto sacaram suas armas. Um tinha uma metralhadora apontada para o negro. A traficante fez um gesto, acalmando-os.

- Sabe quem matou o bofe? Quem? Garanto que eu não sei.

- Te digo, se não ficar te devendo nada.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
17/04/2018 05:17:38
Muito bom




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