Casa dos Contos Eróticos


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Neto bombado e vovó carente.

Um conto erótico de Comedor de Coroas
Categoria: Heterossexual
Data: 16/04/2018 20:52:07
Última revisão: 18/11/2018 12:21:40
Nota 10.00

Deixando qualquer tipo de humildade ou modéstia de lado, sou um freqüentador assiduo de academia, prático basquete, voley de praia e Kick box, ou seja, tenho um físico Excelente, bombado e com os músculos bem definidos por todo o meu 1,92m de altura.

Enfim, indo pra história... Essa começou quando resolvi ir passar as férias na casa da minha avó por parte de mãe, Tânia, uma senhora de 76 anos, viúva e muito doce.

Estava no último ano da universidade e decidi fazer algo diferente na últimas férias, ir pra um lugar afastado e onde poderia passar com pessoas novas. Vó Tânia, como tem uma casa perto da praia no Espírito Santo, foi o destino que escolhi.

Já fazia alguns bons anos que não a via. Lembro de tê-la visitado várias vezes na infância, até fazer uns 6 anos. Saia do banho e corria pela casa sem roupa, com ela me perseguindo aos risos para tentar me secar e vestir.

Hoje tenho 25.

Assim que cheguei ela teve um susto ao ver que o netinho era agora um sujeito tão grande, de altura e porte. Vó Tânia, com seus 1,50 e poucos de altura, era menor do que eu me lembrava. E a idade a dava uma aparência frágil.

Num primeiro momento não aconteceu nada digno de nota ou relevante para essa história, apenas conversamos sobre vários assuntos, incluindo família e lembranças do passado, botando as quase duas décadas de papo em dia.

Quando percebemos já estava de noite. Vovó me mandou tomar um banho para tirar a poeira da viagem, dizendo que enquanto isso ela faria o almoço.

Concordei, indo direto pro banheiro após deixar a mochila no quarto.

Tomei uma ducha bem demorada, mas quando fui sair percebi que havia esquecido de trazer uma muda de roupas limpas. Enrolei uma toalha na cintura e sai de lá assim mesmo para ir até o quarto de hóspedes, onde deixei a mochila, para me trocar.

O caminho até o quarto passava pela copa/sala de jantar, onde vovó estava pondo a mesa e quase deu um pulo quando me viu.

Seus olhos se arregalaram e percorreram meu corpo, passando pelos braços, peitoral, abdômen e, por fim, indo polsar sobre o volume na toalha. Mesmo mole meu membro ficava bem marcado sob o tecido.

Aquilo me constrangeu um pouco e eu me desculpei por estar andando assim na casa dela. Foi quando ela percebeu que estava encarando demais e, voltando a si, respondeu que não tinha problema, e que eu podia ficar a vontade, se virando e tentando voltar a fazer os preparativos do jantar.

Fui pro quarto encucado. Eu sabia que era "gostoso", mas será que minha avozinha tinha mesmo me olhado "desse jeito", ou foi minha imaginação?

Vesti uma bermuda e regata, antes de voltar pra ajudar ela a pôr a mesa.

A noite se seguiu normal. Comemos, conversamos, assistimos TV e fomos dormir, cada um em seu quarto.

Acordei no dia seguinte e vovó já estava de pé, passando um café. Me ofereceu uma xícara e eu aceitei. Batemos um papo e lhe disse que iria aproveitar para dar um mergulho na praia. Me disse que as 12h o almoço estaria pronto e que ela estaria me esperando. Lhe dei um beijo na bochecha, agradecido, e Parti pra praia.

Era a poucos metros da casa, dava pra ir a pé e chegar em 3 minutos, para se ter uma idéia. Era uma praia pequena e reservada. Acho que não disse, meu avô, antes de morrer, deixou para Vovó Tânia uma boa pensão, herança e propriedade. Ela mora em uma parte nobre de Vitória. A praia era pequena, mas muito bem frequentada pelas "vizinhas" da região.

Via que algumas delas me olhavam de longe, sorriam e cochichavam entre si. Provavelmente curiosas sobre quem era o novo "boy" na área. Aquilo me agradou muito, mas a princípio não fui até nenhuma delas. Apenas tirei a camisa e mergulhei, ainda de calção/bermuda.

Entre um mergulho e outro, mal vi as horas passar quando meu relógio apitou anunciando que era meio dia, e eu voltei para casa de vovó correndo, esquecendo a camisa na areia da praia.

Só fui perceber isso quando, ao chegar em casa, percebi que vó Tânia me "comia com os olhos", da mesma forma de ontem. Secando meu abdômen sarado e braços musculosos.

Ter minha própria avó olhando pra mim assim era embaraçoso, mas eu fingia não notar, tentando puxar assuntos diversos durante a refeição, onde percebi que ela tentava evitar olhar, disfarçando e se forçando a olhar em outra direção, mas que vez ou outra vacilava e eu a pegava mirando meu corpo "daquele jeito".

Terminando o almoço ela foi lavar a louça, disse que não precisava ajudá-la, mas eu insisti, ariando as panelas mais pesadas. Perguntou o que eu iria fazer a tarde e respondi que voltaria a praia, até por que precisava ver se conseguia recuperar minha regata com alguém. "Quer vir junto?" Perguntei mais por educação, pois sabia, pela conversas da noite anterior, que vovó não ia naquela praia a anos, mesmo morando ao lado. Me surpreendi quando sua resposta foi positiva.

Honestamente eu planejava investir em alguma das garotas de mais cedo lá na praia, e com vovó por perto ficaria difícil. Não que me arrependesse de tê-la chamado, como já disse, é uma senhora muito doce e eu adorava passar tempo com ela, iria gostar de sua companhia. Podia tentar algo com as garotas outro dia.

Terminamos de lavar as coisas e fomos pra praia. Vovó disse que iria vestida como estava, com seu vestido bege florido que passava dos joelhos. Tentei convencê-lo a por roupa de banho para poder entrar na água também, mas ela disse que nem sabia mais onde estava seu Maiô.

Já na praia, consegui achar a regata, que estava no mesmo lugar, extendi ela na areia pra vó Tânia de sentar e fui dar um mergulho.

Quando estava voltando, saindo da água, notei o olhar de vovó em mim de novo. Aquilo começou a me deixar pensativo.

Ela era uma senhora solitária já a bastante tempo, morando sozinha e afastada desde a morte de meu avô a 14 anos. Deveria ser esse, ou até mais, o tempo que deve ter passado sem ver o corpo de um homem tão de perto. Devia ter desejos e necessidades, assim como todo mundo. E talvez fosse meu dever, como neto, permitir a ela pelo menos me olhar, sem julga-la.

Entendendo mais o seu lado, me sentei junto com ela e ficamos batendo papo. Vez ou outra percebia seus olhos indo parar no meu tanquinho ou virilha. Já não achava mais aquilo vergonhoso. Pelo contrário, fazia era questão de me exibir mais para ela, sentando me modo mais aberto, desviando o olhar, fingindo distração, para que ela pudesse me admirar sem medo de ser pega em flagrante.

Queria mesmo ser solidário com vovó e fazer mais por ela. Dizendo que iria pra água mais uma vez, levantei ao seu lado e comecei a desamarrar o cordão da bermuda de surfista que vestia. Senti que vovó prendeu a respiração ao me ver tirar aquela peça e ficar apenas de sunga a poucos centímetros de distância. Como estava sentada, minha virilha ficava bem próxima de seu rosto e linha de visão. Juro que ela estava, literalmente, de boca aberta, por uns instantes. Aquilo me tirou um sorriso de canto de boca, e eu caminhei lentamente até o mar. Tenho certeza de que ela me seguiu com os olhos durante todo caminho.

Mesmo sem estar com ereção, meu volume na sunga era considerável, por isso era esperada a reação de vovó. Assim como a das outras mulheres na praia, embora eu não tenha prestado atenção a elas.

Dei só uma breve nadada e voltei rápido para perto de vovó, afinal o propósito era deixá-la reviver seus anos dourados na imaginação ao poder ver novamente um corpo masculino de perto.

Propositalmente fiquei parado na sua frente, fingindo distração enquanto tirava a água do cabelo, olhava a paisagem e falava sobre como a água estava gostosa e era uma pena ela não ter trazido um biquíni.

Enquanto isso percebia, com minha visão periférica, que ela manjava bem o pacotão na minha sunga, ao mesmo tempo que tentava responder a conversa.

Mesmo comigo lhe dando liberdade para me olhar, era perceptível que ela fazia de tudo para evitar, lutando contra as próprias vontades e instintos. Provavelmente achando que era errado ela fazer isso, já que se tratava do corpo do seu netinho, que ela viu nascer e acompanhou durante a primeira infância.

Ficamos mais um tempo sentados e, quando estava chegando perto das 15h, resolvemos voltar pra casa. "Não vai por as roupas?" Ela perguntou. "Em casa eu visto" respondi.

Mas eu não o fiz, enrolei a tarde inteira e fiquei só de sunga. Cada vez que nos cruzavamos pela casa seu olhar ia automaticamente pra minha rola, antes de rapidamente desviar a visão. Sempre que eu me aproximava ela ficava inquieta, ouriçada.

- Não vai por uma roupa não, Murilo? - Disse em dado momento, quando já estava quase anoitecendo.

- Ah, vó, eu fico mais confortável assim. Por que? Te incomoda?

- É que não é certo você ficar andando assim na casa de uma mulher... - Percebi que ela não sabia como continuar a frase.

- Mas vó, só tem a senhora de mulher aqui. E só tô usando a mesma roupa que tava usando na praia. Por que lá eu poderia e aqui não?

- Sim, eu sei. Mas é que aqui estamos sozinhos e...

- "E..."? - Perguntei, esperando que prosseguisse.

- Nada não, esquece. - Terminou a conversa de repente, se virando e começando a ir pra cozinha.

- Espera, vó. - Segurei seu braço, a parando. Era a primeira vez que a tocava estando tão pouco vestido e acho que isso mexeu com ela, pois ela estremeceu. - Se está incomodando tanto a senhora, eu posso me vestir, sem problemas.

Mas, tentando fazer parecer que não era nada demais e que e estava tudo bem, ela falou que não precisava, que já tinha dito antes que eu podia ficar a vontade na casa, e para eu esquecer a conversa de agora.

Achei curiosa e engraçada a reação que meu toque provocou nela e, por isso, quando ela se virou novamente para sair, eu resolvi ir mais além. Lhe abracei por trás, um abraço de urso, colando meu corpo semi nu ao dela. Senti a velha respirar fundo e se tremer toda ao ser envolvida pelo meu corpo quase que completamente. Minha rola roçava, ainda mole, nas suas costas e eu tratava de espremer ainda mais a minha virilha, para que ela sentisse bem meu pacote.

Foi um abraço longo e lhe dei um beijinho no rosto antes de lhe soltar e ir, rindo baixinho, pro meu quarto, deixando-a ofegante na cozinha.

Confesso que estava gostando de causar aquelas sensações em vovó.

Chegando a hora do jantar, ela me chamou e comemos normalmente, como no dia anterior. Chegada a hora de lavar a louça, ela novamente disse que eu não precisava ajudar. Dessa vez não insisti, e fui pra sala ver um pouco de TV. Ainda estava de sunga e mais nada. Vê-la tão inquieta e pouco a vontade perto de mim era algo que eu estava adorando.

Quando deu um comercial eu olhei pra cozinha e vovó ainda lavava os pratos. Fui até ela de fininho e a abracei por trás novamente, do mesmo jeito de antes, a pegando de surpresa e arrancando mais um suspiro.

- O-o que foi, Murilo? - Perguntou com dificuldade.

- Nada, só quis dar um abraço na melhor vó do mundo.

Apertei um pouco mais o abraço, atoxando ainda mais nossos corpos, sem machucar, é claro. Lhe dei um cheiro no cangote ao me curvar um pouco, e então lhe beijei o pescoço com carinho. Seus olhos estavam fechados e sua pele se arrepiou por completo. Ela estava entregue a aquele carinho, se permitindo sentir por completo. Lhe dei outro selinho em uma parte sensível do pescoço, enquanto a abraçava de um modo que meus braços roçavam e seus seios por cima da roupa. Sua respiração ficou mais pesada e ela levou suas mãos sobre as costas das minhas. Minha virilha pressionada contra suas costas. Mais um beijo, dessa vez permitindo que a pontinha da língua saísse por entre os lábios e lhe tocasse a pele do pescoço. Não posso afirmar nada, mas pelo jeito que ela reagiu, tudo me leva a crer que ela teve um orgasmo apenas com aquilo. Ela tremeu por inteiro e soltou um suspiro longo e profundo, ficando ofegante e empinando os pés, fazendo com que meu volume se esfregasse contra suas nádegas pela primeira vez.

Não sei o que deu em mim, mas naquele momento senti meu pau começar a endurecer. Podia eu estar sentindo tesão por uma senhora de mais de 70 aos? E ainda por cima minha avó?

Terminei o abraço e me afastei dela antes que pudesse perceber o início de ereção que eu estava tendo. Aquilo tudo era pela vovó, não era pra eu estar excitado. Mas acho que provocar sensações naquela senhora estava mechendo comigo também. Estava começando a achar a situação excitante.

Talvez fosse melhor parar por aí.

Dormi cedo aquela noite, prometendo parar com toda aquela loucura.

Acordei com o cheiro de café fresco. Vesti uma bermuda e camiseta. E quando cheguei na copa para tomar café, vi que vovó estava vestindo um maiô roxo liso por debaixo de um vestido "saída de praia" um pouco translúcido. Não esperava por aquilo.

Tive uma surpresa ao vê-la vestida assim e logo ela tratou de explicar que gostaria de ir a praia comigo novamente hoje, e que havia passado a noite procurando pelo maiô entre suas roupas e armários.

Não que ela fosse diferente de qualquer senhora da sua idade em questões físicas, e o traje de banho em si não era provocante. Mas a situação sim. Não podia deixar de imaginar que ela vestia aquilo pra mim.

Não tive como dizer "não" para a ida a praia. Tão logo terminamos de comer, partimos.

Chegando lá eu fiquei com receio de tirar a camiseta na frente dela, mas quando ela perguntou "Vai ficar de camisa na praia?", Eu não tive uma boa desculpa pra não tirar. Ela também ficou apenas de maiô, estendendo uma toalha e se sentando sobre. Seus olhos já vinham, discretamente, sobre meu corpo e eu, querendo evitar me sentir tentado a fazer algo como ontem, fui pro mar.

Não poderia, porém, me esconder de vovó na água para sempre. Depois de 10 minutos na água eu tive de voltar para junto dela. A pequena praia estava mais vazia do que ontem.

Vovó Tânia estava deitava de barriga pra cima e, não sei o que ocorreu, mas meus olhos foram direto pro meio das suas pernas, em busca da sua virilha. Desviei rápido a visão. Sentia como se os papéis tivessem se invertido. Minha avó não tinha necessariamente o corpo gostoso ou algo assim, era uma senhora normal, um pouco acima do peso, mas só um pouco mesmo. Sua buceta não estava marcada no maiô, não tinha um "capô de Fusca", a racha não estava evidente nem nada disso, mas mesmo assim eu me pegava olhando em sua direção vez ou outra após ter me sentado ao seu lado.

Acho que ela não percebia nada. Mas em determinado ponto, enquanto batiamos papo, me convidou pra ir dar um mergulho com ela. Dizia-me que estava com vontade, mas que tinha medo de se afogar.

Mais uma vez, nao tive como recusar. Nos levantamos e estávamos indo quando ela perguntou se não iria tirar a bermuda hoje, como fiz ontem.

Desconversei dizendo que não pretendia ir a praia hoje e só aceitei pq ela convidou, por isso estava sem a sunga.

- Tá sem nada?! - Perguntou afoita.

- Não! Não foi o que eu quis dizer. Estou de cueca, mas não com a sunga de praia.

- Mas sunga e cueca é tudo igual. Pode ficar "confortável", como você gosta.

Com ela usando minhas próprias palavras contra mim, precisei consentir, e fui removendo a bermuda, mostrando minha cueca box branca, que por eu já ter entrado na água, estava molhada e bem colada, marcando a rola perfeitamente.

Vovó me fulminou com seu olhar, mas logo disfarçou voltando a andar pra água. Segui logo atrás.

Uma vez lá dentro eu tinha de mantê-la sempre próxima de mim, lhe segurando as mãos e a protegendo de ondas maiores. Era uma senhora já bastante delicada e realmente eu tinha receio de que pudesse se ferir ali.

Em certo ponto uma onda mais forte veio e eu tive de abraçá-la pra que não levasse um caldo. Um abraço frontal, onde senti seus seios, de tamanho médio, se espremerem contra meu tronco, enquanto que minha rola lhe atingia o ventre. As mãos de vovó correram discretamente pelas minhas costas, passando pelos músculos e me agarrando com força, acho que por medo genuíno da onda.

Quando o mar se acalmou nós nos separamos e notei que ela olhou pra baixo, pra dentro da água, apenas por um segundo, buscando ver o volume na minha cueca que, por ser branca, estava semi transparente.

Nesse momento eu resolvi deixar de lado minhas ressalvas e receios, voltando a permitir que aquela senhora admirasse meu corpo.

Vovó estava a muito tempo sem um homem, eu tinha que ser compreensivo. Deixá-la feliz, dentro do possível e dos limites.

Iria voltar a dar a ela as emoções e oportunidades de antes. Ela iria sentir, ao menos um pouco, como era ser tocada por um homem de novo.

Com a desculpa de que "seria uma brincadeira divertida, a chamei mais pro fundo e, quando ela disse que não sabia nadar e tinha medo, lhe abracei e ergui por trás. Era fácil levanta-la em meus braços, ainda mais na água. Mas nossos corpos ficaram totalmente colados e, nessa altura em que a ergui, minha virilha se encontrava com suas nádegas, resultando na minha rola pressionandoo sua bunda. Ela sentiu na hora o "encaixe".

Chegou a dar um gemido quando percebeu o que estava acontecendo. Levei-a para o fundo e ali nós ficamos, ainda agarrados. Na hora nem nos preocupamos com o que os outros que estavam na praia podiam pensar, talvez não pensassem maldade já que sabiam que éramos avó e neto.

Virei ela de frente pra mim lentamente, roçando "acidentalmente" as mãos em seus seios no processo. Quando estávamos abraçados de frente, minha rola roçou sua virilha. Então eu a ergui um pouco mais, fazendo meu pacote encontrar a sua vagina, esfregando-se brevemente.

Nessa hora senti meu pau, ainda mole, pulsar e começar a endurecer aos poucos. Vovó suspirou com o toque, mas ainda não tinha notado a ereção. Queria evitar que sentisse. Fiz menção de afastar nossas pélvis, mas assim que sentiu isso ela envolveu meu pescoço com os braços e prendeu as pernas ao redor da minha cintura. Teve medo de que eu soltasse na parte funda e se desesperou.

Nessa posição, porém, nossos órgãos se sarravam com mais intensidade que nunca. Meu pau já ia ganhando mais e mais volume, pressionando a buceta de vovó, separados apenas pôs finos tecidos da minha cueca e seu Maiô. A segurei com força pela cintura e dei uma sarrada mais forte, empurrando minha rola contra sua vagina, a puxando pra mim. Eu mesmo respirei pesado com esse movimento.

Segurando a firme, voltei pro raso e a soltei antes de ter uma ereção completa, quando ainda estava meia bomba. Como seu pânico naquele momento era real, nem notou o que tinha acontecido.

Rimos da situação de medo pela qual ela passou e decidimos que era hora de voltar pra casa. Apenas esperei meu pau se acalmar e sai da água, nos vestimos e fomos.

Não entendia mais o que eu estava querendo com tudo aquilo, só sabia que queria deixar vovó relembrar os bons tempos, e que isso estava me deixando excitado também.

Aquele dia fiquei vestido com a cueca box branca, enquanto que vovó se vestiu como normalmente fazia. E tudo seguiu como antes, ela me olhando quando achava que eu não estava vendo, e eu fazendo questão de lhe dar as oportunidades para tal. A noite, depois do jantar, nos sentamos no sofá lado a lado. Passei um braço sobre seus ombros, a trazendo para mais perto, acho que nenhum de nós estava prestando atenção no programa. Vó Tânia estava bem mais a vontade de ficar perto de mim quando eu estava em trajes menores, a ponto de não hesitar em aceitar ficar assim comigo no sofá. Mas ainda tinha os olhares dela sobre minha virilha e, vez ou outra uma mão boba correndo pelo meu abdômen, braço ou peito. Ela tentava disfarçar tudo isso, é claro.

Chegando mais perto da nossa "hora de dormir" dos outros dias, notei que a louça ainda estava suja na pia. Não entendi o motivo disso. Até que, faltando pouco para irmos pros quartos, vovó se levantou e se pôs a lavar, demoradamente os pratos e talheres.

"Será que é um sinal? Ela quer que eu faça como ontem?" Pensar nisso me ouriçou bastante.

Antes mesmo de eu me levantar para ir até ela, meu pau parecia já querer endurecer. Respirei fundo e fui até lá lentamente. Notei que ela deu uma olhadinha pra trás de canto de olho, vendo minha aproximação, mas fingiu não notar.

Foi quando lhe dei a mesma encoxada por trás que dei na praia. A erguendo em um abraço, onde minha rola encontrava sua bunda e se encaixa entre as nádegas. Fechou os olhos e suspirou, segurando meus braços e se entregando aos carinhos. Beijava sua nuca e pescoço como ontem, adicionando a lingua aos poucos. Sua respiração estava pesada e sentia que ela empurrava sua bunda contra meu pau, que foi endurecendo mais rápido do que eu esperava. Eu já estava meia bomba quando a devolvi ao chão e dei um último beijo, na bochecha, dizendo que era a melhor vó do mundo.

Ela se virou olhando para minha cueca, mas me virei rápido para que ela não visse o volume que cresceu.

Fui pro banheiro e ali permaneci por uns minutos para me acalmar.

Voltei e vovó ainda lavava as louças. Eu sabia que estava judiando da coitada, a provocando e correndo. Mas eu ainda estava tentando me manter em certos limites.

Mas eu queria, assim como fiz na noite anterior, lhe dar um orgasmo.

- Vó. Posso dormir com você hoje?

A pergunta a pegou de surpresa, ela não esperava por essa. Nem sabia como responder. Devia estar em conflito, imaginando que poderia acontecer de ir longe demais se aceitasse aquilo. Eu sabia pois me sentia da mesma forma. Mas, a princípio, tudo isso não era dito, e éramos apenas neto e avó.

- Mas por que quer dormir no meu quarto? Tem algo errado com o seu, Murilo?

- Não, mas eu queria dormir com a minha vó. Posso?

Pensou por um instante, mas concordou. Se recusasse, estaria admitindo que havia algo acontecendo ali, coisa que nenhum dos dois estava disposto a fazer. Isso por que, em todo caso, podia ser apenas "nossa imaginação" que o outro estivesse fazendo algo fora do normal para uma relação de neto e avó.

Eu tinha um certo "plano de ação", fui primeiro pro quarto e me deitei em um lado da cama de casal. Quando vó Tânia chegou, dez minutos depois, eu fingia já estar dormindo. Ela entrou em silêncio e pegou algo no armário. Voltou do banheiro instantes depois, vi com olhos semicerrados que ela vestiu uma camisola que ia até metade da coxa.

Se deitou na cama com cuidado, de costas pra mim. Perfeito! Esperei alguns segundos e a abracei, fingindo ser um movimento involuntário durante o sono.

Assim sendo, lá estava eu, apenas de cueca, de conchinha com minha avó. Ela suspirou profundamente e se ajeitou, permitindo que a posição ficasse perfeita, e minha rola tocasse sua bunds por cima das roupas. No caso: a cueca, a camisola e a calcinha.

Daqui alguns instantes, com outro "movimento noturno", passei uma perna por cima dela, encaixando-me ainda mais em seu corpo, pressionando meu órgão contra seu traseiro macio. Meu corpo, grande e musculoso, oprimia completamente o seu, pequeno e frágil.

Senti-la tremendo entre meus braços, e seu coração batendo tao rápido me tirava do sério.

Ela parecia inquieta, se remexendo na cama, fazendo meu pau roçar ainda mais nela. A ereção foi inevitável, sentia meu pau inchar e crescer, enquanto que os movimentos dela faziam a camisola subir, até que ficou acima da cintura.

Pela primeira vez ela sentia minha ereção completa. Apertei ainda mais nosso contato, pressionando meu membro contra sua bunda. Tudo sempre tentando parecer que dormia.

Sua respiração estava forte e ofegante, seu corpo esquentou e senti ela empurrar a bunda na minha direção, sentindo mais o meu pau, que pulsava em suas nádegas.

Queria ir mais longe, queria toca-la. Ainda fingindo que era involuntário, levei a mão direita até sua vagina, por cima da calcinha, a apalpando de leve. Ela se contraiu de corpo inteiro com o toque, que pareceu lhe dar um choque. Aproveitei isso e, simultaneamente, movi os dedos para a lateral da sua peça íntima, bem na borda. Para em seguida mover todo o corpo, como que me ajeitando na cama durante o sono, presionando meu corpo contra o dela e, ao mesmo tempo, empurrando os dedos contra o elástico da calcinha, invadindo-a e lhe tocando diretamente a buceta.

O gemido que soltou foi alto e fez meu pau pulsar no seu traseiro. Meus dedos sentiam alguns ralos pelos cumpridos, bem poucos no topo do monte de Vênus. Era bem quente e macia no exterior, aquela vagina, mas eu quero sentir o interior. Escorreguei os dedos para baixo, indo até a racha, vovó prendeu a respiração, esperando meu toque, vibrando quando atingi seu clitóris no começo da racha.

Mas não me detive ali, avançando até a entrada do canal vaginal, no qual eu inseri o topo do dedo médio. Era umida, mas nem tanto, em contrapartida era quente e apertada. Foi só a ponta do dedo entrar e Vó Tânia vibrou em um novo orgasmo.

Ela tentava abafar e conter os gemidos, mas ainda eram audíveis. Respirou ofegante e ambos acabamos dormindo assim.

Continua...

Comentários

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14/11/2018 10:49:30
Eu teria deitado é colocado o pau fora da cueca já bati uma me imaginando no seu lugar
04/11/2018 18:35:21
Cara, que tesão. Manda a continuação.
13/08/2018 17:16:27
Maravilhoso, continua logo. Por favor
17/04/2018 03:53:13
Excelente conto




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