Casa dos Contos Eróticos

Click to this video!

Evangélico empresta cu pra novinho cabaço e depois apronta com amigo do pai, na terça-feira de carnaval

Categoria: Homossexual
Data: 15/04/2018 05:33:39
Última revisão: 15/04/2018 19:05:26
Nota 10.00
Ler comentários (6) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Contrariando todas as expectativas, não acordei tão tarde. Não eram 15h quando senti o estômago roncando e lembrei que precisava de almoçar. Já que tinha feito tanto esforço a cada dia seguido, nada mais justo do que dar ao corpo as energias necessárias para o básico. Levantei, fui pra cozinha inventar alguma comida e deixei macarrão cozinhando. Naquele ritmo afobado de estar sozinho, me sentir sexualmente realizado por conta dos últimos dias e bem mais adulto longe dos meus pais, algo de diferente aconteceu: a boca secou. Senti sede, mas não foi de água. Tantos dias tomando cerveja, vodka, catuaba, eu tinha que beber algo com álcool. Coloquei um shortinho bem curto e sem cueca, pro cu poder respirar depois de tanta surra consecutiva de pica, calcei os chinelos, joguei a camiseta no ombro e saí com alguns trocados no bolso, na intenção de retornar logo por causa do macarrão no fogo. Tava sol, um silêncio anormal por conta do recesso de carnaval e nenhum movimento sequer pelas ruas do bairro. Parece que todo mundo havia viajado, menos no bar, que vi que tava aberto de longe. Caminhei pelo canto da calçada já ciente de que havia alguém jogando sinuca, mas não identifiquei quem, além de outra pessoa sentada próxima. Quando fui chegando perto, a música baixa tomou conta e vi o Diogo, filho mais velho do dono do bar, soltando pipa sozinho no meio da rua, debaixo de um sol onipresente. Olhando pra cima com dificuldade, o corpo marrom maior que o meu, só de short, boné pra frente e chinelos. Os braços morenos e fortes puxando e soltando linha, ombros em formato esférico se movimentando, numa diversão que só ele mesmo poderia entender, já que não havia outra pipa no céu. Carretel no chão, um jeito másculo e rápido de soltar, ele percebeu que eu tava chegando e me olhou de rabo de olho, perdendo atenção por poucos segundos. Aí deu um risinho, parecido com quando entrei ali na sexta-feira.

- Agora vai sentar! - começou a entoar um funk tocando no rádio do bar.

Assim que entrei, notei que quem tava jogando sinuca sozinho era o Douglas, vestido de forma parecida com o irmão, porém seu corpo um pouco menos bronzeado e também menos desenvolvido. Gostoso na mesma intensidade, é óbvio, afinal de contas, aquele gene de gostosura era presente na família deles, incluindo o pai, o Seu Davi, que era o mais diferente dos três. Enquanto os filhos se apresentavam num tom de pele mais escuro, o coroa era claro e ninguém diria que era quarentão, porque tava todo em cima. Ex-militar, ainda possuía a carcaça da época de ouro, de quando ainda era mais novo, mais jovem e viril, bem fértil. Eu pisei no bar pela primeira vez na sexta-feira, mas ainda não era quem eu era naquele momento ali na terça, depois de tanto aprender com a Festa da Carne. Empinei-me no balcão vazio e esperei até que alguém viesse me servir, bem VIADO. Só então notei que quem tava sentado perto da sinuca era o Samuel, amigo do Douglas, o filho mais novo. Na curta manjada de piranho que dei, saquei o moleque numa dessas cadeiras de plástico, bem de boteco, com as pernas esticadas e uma por cima da outra, ou seja, uma SENHORA MALA acumulada na bermuda, bem volumosa mesmo. Isso me deixou aflito, porque o moleque tinha jeito de nerd e ainda usava óculos naquele rosto robusto de macho, uma pele clara muito atraente. Barbicha no meio do queixo, skate do lado, e, pra enaltecer ainda mais a ordem natural da gostosura, uma blusa do Flamengo com as axilas marcadas de suor, por causa do calor. Pronto, pirei. E os pés enormes em chinelos de dedo? Como ele tinha coragem!? Não me aguentei. Parado no balcão sozinho, chamei.

- Ô de casa!

Se antes eu era calado, agora era o esperto. Fiz minha presença ser ainda mais notada, não bastasse as polpas da raba quase de fora no shortinho e as olhadelas dos três machos presentes no recinto sugestivo: Diogo, Douglas e Samuel, cada um de um jeito, de uma idade, e com a própria safadeza. Sendo viado e estando ali perto deles, o contraste não teve como ser ignorado. Todo mundo sabia disso. O irmão mais velho era o mais macho, apesar de soltar pipa na rua. Aliás, ele fazia isso de um jeito tão viril que quase não consegui parar de olhar. Samuel, o amigo deles, era quietinho, porém notavelmente pirocudo, afinal de contas, tinha um malote entre as pernas que poderia chamar atenção da polícia federal, por exemplo. Fora que, qual é o nerd que usa blusa de time de futebol? Com certeza era um piranho, além de pezudo! Douglas, o mais novo, era o que sempre parecia estar ligado no 220V, talvez pelo fogo da juventude e o jeitinho marrento, de quem quer tudo na hora. Foi ele quem meteu a cara pra dentro do bar e percebeu que o pai não tava ali. Descalço, a primeira coisa que percebi foram os pés 42 abertos no chão, os dedos grossos, sendo o segundo o maior deles, num estilo robusto e bem espalmados, de quem pisa com força, com certeza e pressão. Também, um corpaço daqueles requeria bases firmes para ser sustentado, tamanha gostosura. E olha que era só o Caçula, ein!

- Manda, viado!

Com um taco de sinuca na mão, ele atravessou o balcão e parou na minha frente, me olhando como se tivesse a maior intimidade comigo pra me chamar daquele jeito, esperando que fizesse meu pedido. Eu não era o mesmo garoto que entrou ali sexta, como disse. Eu tava esperto, passei quatro dias consecutivos lidando com COBRAS, MACHOS e seus egos sexualmente ativos. Aqueles ali eram só mais três deles, minha mente tava afiada pra qualquer parada depois de passar pelo Elias, O Chefão.

- Você sabe se eu sou viado pra falar assim comigo?

Poderia ter soado arrogante, mas sorri educado e me curvei no balcão, dizendo baixinho pra só ele ouvir. Ele entendeu o ponto, afinal de contas, acertei ao deduzir que tipo de machinho era o Douglas. Cabelinho no corte do jacá (típico do carioca, com as laterais e a parte de trás menores que o meio do cabelo, tudo na máquina), bigodinho nascendo, os braços e ombros no meio do desenvolvimento, de quem tá fazendo academia há pouco tempo.

- Da merma forma que tu ta ligado que eu sou macho! - respondeu me olhando bem desinibido.

Aí sorriu. Eu vi naquele sorriso de puto, que só mostra uma parte da boca, dos dentes, o deboche de quem confirmara que todos os boatos a seu respeito eram reais. Ele devia ter 17, 18 anos no máximo, e vivia na boca da vizinhança desde o dia em que, supostamente, foi mamado por uma colega de bairro no meio da praçinha, isso lá pelas tantas da madrugada. Ninguém viu, ninguém gravou, todo mundo só comentou. E, piranho que só eu sabia, o moleque gostava da faminha, porque devia render vários comentários entre os círculos de amigos, ou seja, ele com certeza sabia tirar proveito disso e usava tudo a seu favor, desenrolando mais safadezas ocultas às vistas do povo. Era uma versão mais nova e inédita do Diogo, seu irmão mais velho e mais bruto, mais piranho à moda antiga, que por sua vez também era fofocado, mas disso falarei mais a frente.

- E você é macho mesmo? - perguntei.

O puto agora riu um riso aberto. Senti o corpo dele vibrar de emoção e quentura diante de mim, exalando o cheiro da juventude, da energia da idade e do tesão latente. Afinal de contas, juventude e desejo, vontade e descoberta estão relacionados. Você é novo, você é curioso, você tem uma imagem, um ego, principalmente se for um moleque abusado e marrento, que acha que sabe de tudo e que o mundo deve se curvar a você. Eu sabia disso porque lidava com esse tipo. O puto levantou um braço e forçou pra me mostrar os músculos, como se bíceps fosse sinônimo de masculinidade. Aí falou baixo, com o taco de sinuca na mão veiuda, um antebraço grosso e mais desenvolvido do que imaginei diante de mim.

- O que tu acha?

O suor na pele morena foi escorrendo e eu só me controlando. Ali estava um exemplar tão jovial quanto eu de homem. Só que eu era o viado, ou seja, viadinho na mesma intensidade e no melhor sentido possível que o moleque era machinho. O macho estava se exibindo pra mim e tinha a certeza de que eu curtia. Um exibido, querendo que todos vissem seus atributos, sua marra, seu jeito abusado e presente, que não tem como passar despercebido numa multidão. Até Samuel, sentado na dele, se pegou rindo da situação.

- Pode toc- ele começaria a dizer.

Mas uma figura alta surgiu atrás dele, então Douglas parou. A pele clara, a barba marcada e cinzenta no rosto bruto, sobrancelhas grossas e o tronco desenvolvido. Uma barriga leve de chope e da idade, Seu Davi era outro gostoso, no mesmo formato dos filhos, porém em tom diferente. Peitoral aberto, decorado com a tatuagem de um cavalo de pé, como se estivesse relinchando, bem típico de cavalaria. Ainda tinha o trapézio que já foi estourado um dia, também sem blusa e com os sovacos expostos. Olhos azuis bem clarinhos, pelos no peitoral e descendo em trilha pela barriga, me dando certeza de que o puto do coroa era definitivamente pentelhudo. Um ursão delicioso e com todo aquele jeito de sertanejo, do tipo que a mala acumula em qualquer roupa que usa. Imagina a pacata embolada numa sunga de praia?

- Rala, moleque! - disse ao próprio filho.

Interrompido bem no instante em que diria algo forte, o Douglas riu pra mim e veio andando pra passar pelo balcão, mas sem tirar os olhos da minha fuça, mesmo diante do próprio pai. Ele não teve escrúpulos em deixar todos ali perceberem que tava sentindo cheiro de viado em mim e que queria investigar isso como se fossemos cachorros que acabam de se ver pela primeira vez, num exemplo bem irracional mesmo (tá aí, talvez parte do tesão seja essa coisa subconsciente que excita a gente e que não dá pra explicar tão exatamente, apenas aproximar o sentido!). Soube que ele realmente estava preparado pra me responder à altura, mas não fiz nada, até porque o pai dele agora estava li. Só nós dois no balcão, olhei pro Seu Davi e pedi.

- Eu quero uns "três litrão" de cerveja. Quanto dá?

Ele me olhou de baixo à cima, mas antes deu pensar que seria por putaria, foi por espanto.

- Você? Você tá bebendo, Fabiano?

Não acreditei. Como o cara sabia meu nome?

- Seus pais sabem disso? Eles não eram evangélicos?

Sorri muito sem graça e insisti.

- Eu não sou meus pais, Seu Davi. E eles viajaram, não voltam tão cedo. - fui sincero, até porque, se ele me conhecia até aquele ponto, não tinha porque inventar qualquer mentira.

Ele então fez o tipo amigável, riu animado, mostrando os dentes, e coçou a cabeça majoritariamente careca, como quem tivesse tentando entender o que mudou. Pouco cabelo ao redor, bem tiozão safado mesmo. Ao fazer isso, o sovaco peludo apareceu de novo, assim como o bíceps forçou. Que delícia de puto! E sem anel em qualquer um dos dedos grossos, ou seja, um quarentão putão e solteiro, por isso teve aqueles dois filhos igualmente safados e atraentes, que também não se compromissavam. Tal pai, tais filhos. "Qual dos três deve ser o mais pirocudo?", pensei.

- Olha lá, ein, Fabiano! Eu te vi crescer, seu moleque!

Virou, pegou três cervejas no congelador e colocou numa sacola. Botou em cima do balcão e recebeu meu dinheiro.

- Um maço de cigarros, também. - pedi.

Eu sabia que beber me daria vontade de fumar, algo que aprendi com o Elias no dia anterior. Um novo e diferente eu estava emergindo, saindo de dentro pra fora. Outra vez o dono do bar me olhou desacreditado, mas pegou o que pedi e voltou.

- Quem te viu, quem te vê, ein!?

Não teve troco. Pra fazer charme e acabar de vez com aquela graça dele, peguei tudo e virei num só impulso, sendo que estava vestindo um short curtinho e sem cueca por baixo, com as polpas da bunda de fora e o elástico justinho na entrada da rabeta. Sem camiseta, barriguinha fina exposta e o lombo bem delineado, bem marcado pra que todos vissem. Aí olhei pra trás e o puto tava rindo pra mim.

- Se comporta, seu moleque!

Foi quando tava saindo do estabelecimento que, do nada, Douglas, o filho mais novo, parou um pouco à minha frente, mas sem estar virado na minha direção, como quem quisesse apenas ser visto. Olhou pro irmão mais velho, Diogo, que estava soltando pipa debaixo do sol, e falou alto e em bom tom.

- Tá ligado naquela magrinha, moleque?

Atrás de mim, Seu Davi veio à porta do bar e também parou pra escutar. Samuel começou a se despreguiçar, ainda sentado à cadeira próxima à mesa de sinuca, virado pra mim. Os braços no ar, as axilas marcadas na blusa do Flamengo, as pernas esticadas e os pezões levantados pra expulsar a preguiça causada pelo mormaço. Foi ele quem respondeu.

- Tão falando que ela é mó safada, né? Um maluco aí botou ela pra mamar lá no beco!

Diogo não parou de dibicar a pipa, mas parou de olhar pro céu ao escutar aquilo.

- Caô!? - não acreditou.

O corpo maior que o do Douglas, mais moreno e mais peludo. Mais atraente, mais delicioso, fiquei com água na boca. Eu estava entre os três parentes que me deixavam pegando fogo, estando o Samuel também próximo. O caçula então respondeu.

- Esse maluco que botou ela pra mamar sou eu! - e de novo forçou os músculos do braço, se achando que nem herói pelo feito.

Ele devia pensar que ser novinho e já piranho era sinal de experiência. E sua confiança nesse pensamento só demonstrou o que realmente era: mais um machinho jovem e cheio de si, querendo contar vantagem por qualquer coisa, principalmente se fosse algo relacionado aos famosos "pilares" da masculinidade. Mulher, futebol, força, bens, e por aí vai. Os três começaram a rir e o que me deixou literalmente no meio do fogo cruzado foi a reação do pai deles.

- Tão parecendo eu quando era moleque! Me chamavam de leiteiro!

AAAAAAAAAH NÃO! NÃO, NÃO, NÃO! Caralho, eu tava justamente na frente dele e entre os filhos. Fui testado assim, em trio, tomando tiro à luz do dia numa Terça-feira de Ressaca, quando achei que queria apenas encher a cara e me recuperar de tanta pistolada no cuzinho, cansado pela rotina até então, mesmo se tratando de sexo. O macarrão provavelmente pegando fogo em casa naquele momento, assim como meu lombo, ao testemunhar o ego do coroa sendo cuspido à queima roupa. Um putão que nem a prole!

Eu dei em quatro dias seguidos, tinha que ter um repouso, então o fogo no corpo me fez ter uma leve certeza: a putaria vai rolar e eu vou no mínimo mamar um desses machos. Isso não pode faltar, afinal de contas, eram três possíveis machos de gerações diferentes, cada um piranho de um jeito, sendo que um deles era pai dos outros dois. Pra não falar do amiguinho deles, falso nerd da porra. "Como deve ser o gosto das porras? O leite do Seu Davi faria outro Diogo ou outro Douglas? Aqueles moleques já fazem outros moleques há muito tempo, devem ser leiteiros que nem o pai!", não consegui controlar a mente. Eu parei de andar, respirei fundo e pisquei o rabo sem querer. Os quatro com certeza perceberam a hesitação, até que voltei a andar. Douglas quis deixar evidente que era puto e que era pau pra toda obra, então eu tive que fazer alguma coisa, dar alguma prova de que também era boca e cu pra qualquer serviço. Andei até onde tinha que ir e, ao passar por ele, deixei o maço de cigarros que estava segurando cair no chão. Eu era cobra criada em quatro dias de carnaval, não era qualquer viado. Empinei o cuzão NA FRENTE DELE, me inclinei ao chão e, TODO ARREBITADO PRA CIMA, NA CARA DO CANALHA, peguei o maço e permaneci uns poucos segundos praticamente de quatro, todo arriado pra baixo, mas sem dobrar os joelhos. O shortinho era tão curto e tava tão atolado pra cima que, além de parecer cintura alta, o elástico subiu e eles com certeza viram o começo das nádegas expostas, concentradinha no meio do tecido, culminando na cuceta. Olhei e vi Douglas me manjando na cara dura e lambendo os beiços, Diogo dibicando pipa e querendo dibicar meu rabo e Seu Davi apertando a mala como se fosse adolescente igual aos filhos. Samuel rindo na dele, se esticando e com aquele malote todo marcado. Eita, família de macho safado! Antes de levantar, deixei o isqueiro cair propositalmente no chão e fingi que não vi. Pronto, a isca foi plantada, o truque estava dado. Voltei a andar, mas tendo a certeza de que os quatro perceberam que deixei algo pra trás "inadvertidamente". Se tudo desse certo, era só esperar pra ver qual deles lançaria a vara, içaria o anzol e pescaria um piranho, um sereio de ressaca etílica e moral depois de tanto aprontar na Festa da Carne.

O bar era na esquina da rua, então fui rápido pra casa, só com as três garrafas de cerveja e o maço de cigarros. Assim que cheguei, tirei o macarrão do fogo e inventei um molho rápido, só pra comer alguma coisa antes de fazer qualquer putaria, já que planejei sossegar o facho e agora tinha armado uma sacanagem a esmo. Todas as transas até aquela terça tinham feito minha mente no sentido sexual da coisa, ou seja, eu tava preparado pra tudo, por isso fiz o que fiz sem medo, indo até o bar e respondendo à altura pra qualquer um daqueles quatro machos presentes. As horas foram passando e eu fiquei bebendo e fumando sozinho em casa, entrando no brilho alcoólico e observando o dia escurecer sem nenhum sinal de qualquer um deles. Quando senti que a expectativa e o tesão estavam se misturando ao brilho alcoólico, fui ao banheiro jogar uma água no corpo e, pensando nos quatro, comecei a preparar o terreno, ainda na intenção de que alguém aparecesse. Lavei bem o cuzinho, deixei pré-alargado e fiquei me dedando de leve, lubrificando tudo com creme, pra não ter mais trabalhos e ardências adiante. Quando tava me secando, escutei dois toques rápidos na campainha. O corpo pegou fogo, as pregas piscaram aflitas e tive que botar um shortinho curto pra ir atender, muito curioso de quem seria o sortudo que ganharia um chazinho de cu em plena terça-feira de carnaval.

- Opa!

Da varanda do segundo andar, vi Douglas todo arrumado e parado diante do portão, olhando rápido para os lados. Ele tava com a aparência de quem tava saindo pra algum evento, porém sozinho, sem a companhia do irmão mais velho ou do amigo nerd flamenguista. Quando me viu, falou rápido e meio baixo.

- Tu esqueceu lá, ó!

Mostrou o isqueiro na mão e eu soube que não poderia simplesmente descer, tinha que fazê-lo entrar em casa. Fui na estante do quarto, peguei a chave e voltei à sacada.

- Toma! - falei.

E joguei lá em baixo sem dar tempo pro moleque responder. Sorrateiro, ele pegou o molho de chaves numa mãozada bruta que deu no ar, separou a que pensou ser a do portão e encaixou. Abriu de primeira, ou seja, era bom de buraco. Até riu, como se tivesse pensado na mesma piada safada que eu, ou então por estar ciente de onde estar pisando. E mesmo sendo puto e sabendo o porquê deu tê-lo mandado entrar, o novinho safado entrou mesmo, sem medo, sem pudores. Ele sabia que poderia simplesmente jogar o isqueiro pra mim na varanda, e sabia que eu também sabia disso. Mas não, ele entrou na minha dança explícita da putaria e já estava abrindo a porta da sala sem qualquer hesitação. Eu tava com o cuzinho pegando tanto fogo que já me imaginei dando, sentando, chupando, fazendo de tudo com o ninfeto, simplesmente por saber que era ele quem estava cruzando a sala de estar naquele momento, enquanto meus pais vigilavam em Israel, falando comigo apenas uma vez naquele dia. O mesmo Douglas que tava com faminha de mal educado por praticar sexo oral em ambiente público, agora desbravando cômodos da minha casa. Tachado de indecente por botar a ficante pra chupar piru no meio da praça de madrugada. Saí do quarto e escutei o barulho dos passos do moleque subindo as escadas. Ele me viu e ficou dividido entre o sorriso safado e o sem graça, como se planejasse algo. Parou no penúltimo degrau e ficou mais ou menos na minha altura, porque era um pouco mais alto fisicamente.

- Poxa, brigado! - comecei a agradecer.

- Brigado de que?

Uma blusa roxa com umas estampas de maconha, ressaltando o formato dos ombros, do trapézio e dos bíceps do safado. Um perfume gostoso de quem tava indo pra alguma festinha pra tocar o terror, não aceitando sair de saco cheio. Que juventude achada, por isso veio ganhar mamada, rabada. Tão novo e já tão piranho, mas quem era eu pra dizer algo, né?

- Pelo isqueiro que eu perdi.

Falei isso e coloquei um cigarro na boca, esperando que o puto acendesse pra mim. Ele chegou as mãos enormes perto do meu rosto e o fez, mas me retrucou.

- Não, tu não perdeu o isqueiro!

E aí deu o sorriso de lobo mau, preparado pro ataque. Uma calça jeans clara e justa às coxas torneadas, deixando ainda mais atraente. Dois sapatos que mais pareceram daquelas botinas de couro que esses hétero topzera adora. Imaginei logo o cheiro dos pés. O cabelo cortadinho e no ponto, além do cordão de prata e do relógio de pulso. Veio até minha casa devolver o isqueiro e acender meu cigarro, aí começou.

- Eu disse que tu esqueceu, porque tô ligado que foi de propósito!

Sem deixar de me olhar e rir, deu a primeira pegada na mala, mas não olhei, permaneci fumando, só soltando fumaça e aproveitando os primeiros momentos da sedução do filho mais novo do dono do bar. Apesar de decidido naquele jeito imponente e de quem sabe do que tá falando, ele me pareceu ao mesmo tempo hesitante, como se estivesse ali, mas ao mesmo tempo pudesse simplesmente virar e ir embora por ter mudado de ideia.

- Desde quando você aprendeu a ler mente, Douglas?

Fiz essa pergunta e me empinei no corrimão da escada, bem perto dele. O puto então olhou pro meu lombo empinado sem medo, sorriu e subiu pro último degrau, ficando um pouco maior que eu em altura e agora praticamente colado em mim.

- Mente de viado não é tão difícil de ler. - respondeu. - Na maioria das vezes vocês tão pensando nisso aqui, né?

SE EU FOSSE JOGADOR DE FUTEBOL, ESSE TERIA SIDO O 7X1 DE 2014. Não acreditei que um machinho daquele tipo havia entrado na minha casa pra dizer aquilo na minha fuça, a sangue frio. Ainda meteu a mão na mala e voltou a marcar, mexendo insistente no volume de pica se formando no jeans. Aí não tive como não olhar, mesmo com toda aquela afronta generalizada sobre os pensamentos dos viados. E eu queria saber disso? Queria porra nenhuma, tava afim de putaria, isso sim! O Douglas também, ele percebeu que a resposta na lata, bem abusada, havia me deixado sem palavras. E concluiu que não precisava de mais nenhuma delas. Rindo bem cafajeste, colocou a mão grossa no meu pescoço e o envolveu quase todo pela lateral.

- Qual foi, vai dar uma moral pro teu parceiro aqui?

Que sem vergonha!

- O que você quer? - perguntei bem ninfeto.

Ele veio mais perto e falou no ouvido.

- Tô querendo uma boquinha quente pra me dar uma mamada, tirar meu leite do saco..

Falou rápido e de uma só vez. Prático, simples e sem pressa. Apesar de todo o diálogo, ainda assim ele pareceu pisar em falso no terreno da safadeza, mesmo tentando transparecer uma postura firme, de quem realmente queria uma mamada e só sairia dali com o saco leve de leite esporrado na boca de um viado. Minha vontade foi mexer com a mente do novinho, mesmo querendo muito seguir adiante e saciá-lo como ele queria ser saciado.

- Quer mesmo? - fiz a pergunta fatal. - Quantos anos você tem?

Ele tremeu na base, com certeza não tinha muita experiência naquele jogo de desenrolo, mas já tinha em si a safadeza inicial que acaba desenvolvendo todo o restante do jeito de putão, conforme a vida vai seguindo e as oportunidades de putaria aparecendo. Entre outras palavras, o moleque só era novo e inexperiente, mas de safado ele já tinha muita coisa.

- Eu tenho 17, mas já vou fazer 18! - típica resposta de quem não quer encontrar qualquer empecilho na hora de fazer putaria. - E já botei muita mina daqui pra mamar, tu tá ligado, né?

Como se quisesse me impressionar, contar qualquer vantagem. Então tá certo. Sem parar de olhá-lo, estiquei o braço num só movimento e encaixei a mão por cima do volume de piroca que se formou na calça jeans dele. Senti as coxas firmes e o caralho bem no meio, mas ele nem aí, só me encarando e desfazendo o sorriso de bobinho. Apertei o comprimento e a largura na mão e o puto fechou os olhos, como se já estivesse louco de tesão. Pelo visto, não seria difícil satisfazê-lo. Tentei punhetá-lo por cima da roupa, mas preferi abrir o zíper e abaixar a calça até os joelhos. Só de cueca boxer, a caralha tava toda vindo pra frente e pra cima, bem marcada e torta pra direita. Pareceu grande, grossa, bem suculenta, além de bastante cabeçuda, do tipo cogumelo. Abaixei devagar e ele automaticamente passou a mão pela minha cabeça, pra iniciar o controle, mesmo eu não tendo tanta pressa. Passei a rola por baixo da perna da cueca e deixei que respirasse. Mais escura que ele, bem grossona e comprida, talvez uns 19 centímetros e bem corpuda, com veias estalando ao longo de todo o comprimento. A cabeça já estava toda exposta, mas só por conta da ereção, porque o puto não era circuncidado. Um cheiro forte de macho que tomou banho antes de sair e lavou bem o caralho, seu símbolo de ostentação pro mundo, principalmente pro universo da putaria. Olhei pra cima enquanto segurei o mastro e o observei me olhando, prestes a dar início ao show de mamada. Senti sua pele arrepiar e tive uma única certeza: aquele moleque era virgem. Podia ter colocado 777 safadas pra mamá-lo em praça pública, mas de certo que não comeu nenhum delas. Nunca. Estava aflito demais por aquele momento, mesmo sendo o novinho tão falado no bairro. Tava me lembrando eu ao perder o cabaço do cu. Ele tava excitado, porém ainda assim 1% hesitante. Por que?

Puxei o prepúcio pra cima e pra baixo e fui masturbando o novinho, mas ainda sem fazer nada, só esperando pra ver o que ele faria. Como todo moleque que gosta de se sentir adulto, ele tava deixando os pentelhos crescerem, ou seja, era pentelhudo e eu adorei isso, a primeira coisa que fiz foi lamber o umbigo e ir descendo pela curta trilha de pelos abaixo dele, se transformando em pentelhos cheirosos, com aquele odor típico de hormônios do tesão e da juventude acumulados. Abaixo do tronco grosso, um saco tímido, porém recheado por dois ovos grandes e já desenvolvidos, veiudos e presos na pele enrugada e também tomada por pelos. Como poderiam ser daquele tamanho em apenas 17 anos? Os meus não deviam ser nem metade daquilo, ô leiteiro da porra! O freio da pica também era escuro, sendo as bordas da cabeça em tons perto do roxo, bem de cafuçu. Nos últimos momentos antes de começar a mamar, ainda punhetando ele devagar, um filete de baba quente foi cuspido pela cabeça, tocando meu dedo e ficando daquele jeito pegajoso, difícil de limpar.

- Dá aquela mamada que eu sei que tu sabe, vai? - ele finalmente pediu. - Tô doido pra começar a foder essa boquinha de viado desde quando tu se empinou naquele balcão! - mandou na lata.

Alisou meu rosto, forçou minha cabeça em direção à virilha e eu só pude abrir a boca ao máximo. Entendi. Ele não tinha muita experiência, de repente estava começando a fazer putarias há pouco tempo, por isso aquela faminha toda e a pressa em sentir um macho praticante dando-lhe uma atenção. O Douglas fez questão de entrar e me fazer fechar, aproveitando todo o comprimento e extensão daquela pica preta e grossa, de moleque jumento e viciado em mamada. O gosto salgadinho tomou conta e logo meus lábios pegaram fogo com o saco dando estocadas no queixo, deixando aquele cheiro maravilhoso de homem.

- Hmmmm! Caralho, seu filho da puta!! Onde tu aprendeu a mamar assim?

Menos de um minuto e escutei isso, confirmando minha tese de que era virgem. Impressionado com pouco tempo de mamada, com certeza não havia visto nada. Segurei a trolha pelo talo grosso e encostei a ponta na parte áspera da língua. Daí vim roçando ela toda contra, o puto perdeu o controle e fincou os dedos ao redor do meu crânio.

- SSSSSS QUE ISSO!?

De tão nervoso, ficou arrepiado e me afastou, os olhos virados pra cima e ele na pontinha do pé nas botinas de couro. As veias saltadas do corpo, coxas aflitas e pressionadas pela força do tesão percorrendo a pele.

- Ué, pensei que você fosse acostumado com as boqueteiras daqui do bairro! - respondi abusado.

Ele me olhou e riu, ciente de que aquela era uma afronta.

- Elas não fazem isso contigo, não? - perguntei.

O puto pegou a pica e bateu na minha cara, deixando cair forte no nariz e na bochecha e espalhando minha baba com gosto de masculinidade salgada. Aí fez o mesmo com o saco peludo, tendo certeza de que estava me mantendo exatamente onde queria, onde tinha desejado e pedido.

- Elas não são piranhas assim que nem tu! - respondeu.

E aí teve uma ideia.

- Quer que eu te mostre como elas gostam?

Aquele era um pedido pessoal do moleque. Rebati com outra pergunta.

- Tá querendo fazer comigo o que você faz com essas minas, né?

Ele aí riu e nem esperou pela resposta, segurou minhas orelhas e foi atolando a tora na minha garganta com pressa, parando só quando o saco voltou a bater na boca e não sei quantos metros de pica estacionaram em plena traquéia.

- SSsffff!

Segurou meu cabelo por trás, emendou um tipo de coque que mais pareceu alça e se entortou todo, só pra ficar numa posição favorável na hora de foder minha boca, que foi o que fez insistentemente. À cada estocada, a profundidade aumentou, ao ponto no qual eu tava abocanhando os pentelhos dele, de cara pra pele da virilha, de tanto que estava agasalhando com a garganta. Senti que poderia tossir e me controlei pra dar ao novato a melhor experiência da vida dele, permitindo que fizesse o que bem queria. Ele foi se soltando e pincelando minha cara, dando uns tapas, umas batidas de pau e saco e ainda juntando os pentelhos pra por na minha boca e me fazer chupá-los.

- Quero você com o meu cheiro, seu putinho!

Aí sim o lado piranho dele foi aflorando, como se aquela experiência já fosse o início da carreira sexual do novinho. E começou bem, diga-se de passagem, ganhando atenção de um viado criado na Festa da Carne. Um protótipo de macho usando o que machos experientes criaram, tudo pra manter a sodomia circulando entre o chão, os pés. A mão grossa ainda na parte de trás da minha cabeça, o tronco atravessado em mim, o suor escorrendo pela blusa roxa e umedecendo o tecido. Ele gemendo alto, às vezes olhando pra cima e com as pernas tremendo nas horas que eu arrastava a língua de propósito pela ponta da piroca, deixando o novinho arrepiado.

- Caralho, tu deve chupar muita rola por aí, ein! Gosta muito!

- E você adora um boquete, pelo visto!

Tirei da boca e arregacei, ficando cara a cara com a cobra grossa e indomada vibrando na minha mão. Pentelhudo, coxudo, mesmo novinho e todo troncudo, além de pistoludo. Que injusto ser tão cacetudo logo cedo! Pra não falar da desenvoltura e da ginga com a cintura, depois que pegou o jeito e descobriu o caminho da minha boca. Um ventre que pareceu ter sido feito pra caber na traseira de alguém, pra se apoiar, meter e empurrar noutro corpo. Eu soube bem que era só o começo e fui punhetando o jumento.

- Essa cabeça é separadinha do corpo, aposto que você se masturba muito! - falei.

Ele me olhou de cima e riu.

- Eu bato muita punheta mermo. Tô sempre com tesão e de pau durão, querendo foder.

Botou de novo a vara na minha boca e foi fodendo com as mãos nas orelhas, tipo alças, rédeas de sua situação. Aí aproveitou a deixa e, no calor do momento, se inclinou um pouco e deu o primeiro tapa no meu lombo, aproveitando pra segurar firme minha nádega e balançá-la, como se quisesse testar a firmeza da minha carne. Carne de viado, que diz.

- Tá preparado pra me dar? - foi a frase que entrou pelos meus ouvidos e me deixou mais piscante que antes.

Empinei o corpo pra responder ao tapa e tomei outro, agora do outro lado, ao mesmo tempo que segui sendo afogado em pirocadas e estocadas no fundo da garganta, a boca cada vez mais inundada de pré-porra de um puto babão e sacudo, cheio de leite salgado pra me alimentar. As mãos abriram as nádegas e puxaram fácil meu shortinho pro lado. O dedo mais saliente foi escorregando automaticamente pra dentro do cuzinho, sendo que eu já havia preparado tudo com o creme, ou seja, deslizou fácil e isso mexeu com o Douglas, porque o caralho engrossou firme na mamada, dificultando meu trabalho. Ele não esperou encontrar um viado tão disponível e preparado. De repente as meninas queriam só chupá-lo, por isso ainda era cabaço e cheio de leite pra dar no cu, até que encontrou comigo, seu salvador, um cu tão acessível e apertado.

- Caralho, tu já sabia que eu ia brotar pra te comer, né? Fala pra mim que tu não quer dar! - mandou.

Empinei a bunda no chão do corredor, no começo da escada, e fiquei de quatro pra ele, apoiado no último degrau pra mostrar o que estava prestes a acontecer.

- Mas eu quero dar! - respondi. - A pergunta é, você tá preparado pra me comer?

Antes dele rir e responder, continuei falando.

- Cu não é boceta, muito menos boca dessas safadas que você põe pra mamar na praça. Rabo de viado é coisa séria!

O moleque então riu e bateu no meu lombo, tirando a tora de mim e dando a volta como se já estivesse mais do que preparado pra brincar de coisa séria.

- Pode ficar tranquilo que vou tratar essa cucetinha do jeito certo, seu piranho! Comer cu de viado é comigo mermo!

Douglas disse isso, mas não passou simplesmente pra trás de mim, eu mesmo tive que virar e me colocar na posição. Assim que tocou meu corpo com aquelas mãos grandes de moleque abusado, porém meio inexperiente, deve ter sentido o mesmo fogo que senti quando entrei em contato com o entregador na sexta, ou com os cafuçus de sábado, domingo e segunda-feira. Foi o encontro de um mundo CHEIO DE VONTADES e outro DISPONÍVEL a realizá-las, a oferta e a procura, a fome e a vontade de comer, tudo agindo em conjunto ao mesmo tempo. Eu me apoiei nos últimos degraus da escada, de quatro com os joelhos em alguns degraus mais abaixo, de forma que os braços ficaram na altura exata do segundo andar. O Douglas finalmente posicionou-se animado atrás de mim, e, cheio de pressa, bateu a cabeça ao redor da rodelinha do cu, namorando as pregas e esfregando com vontade de me sentir. Só nesse contato, meu rabo piscou e a rola escapou da mão dele numa pulsada violente, aflita, sedenta pelo descobrimento do meu aperto, pela expansão do diâmetro da minha carne.

- SSSS caralho! Piranha!

Deu-me dois tapas desorientados em cada lado das ancas e isso me fez empinar ainda mais, deixando a cinturinha fina bem arqueada em relação ao resto do lombo. Ainda mexi de um lado ao outro para ajudá-lo, percebendo que estava levando algum tempo até ser penetrado.

- Tem certeza que não precisa de ajuda? - perguntei.

Aí o bruto bateu no meu cóccix e pressionou. A glande arrogante atravessou o anel de pregas e eu prendi no susto, deixando ele em completo contato com as paredes internas do cu, bem quentes e pulsando ao redor de toda a tora do novinho.

- SSSSSS! FILHO DE UMA PUTA!!

Pronto, ele se soltou de vez e deu uma série de tabefes em mim. Virou minha cara pro lado e deu uma na cara, querendo mostrar que, mesmo antes dos 18, já tinha um ego, vontades e jeitos próprios de fazer, de se saciar. Eu quis aquilo, porque realmente me assustei com a botada repentina, crente que o puto fosse ruim de mira. Aí lembrei dele entrando de uma só vez com a chave e conclui que eu nitidamente havia subestimado o Douglas.

- Seu puto, de bobo você não tem nada, né? SSSS

O inocente na verdade fui eu. Como julguei ele tão piranho e ousei duvidas da sagacidade de macho do safado? Eu tava era perdido, isso sim. O marrento me fez olhá-lo mesmo dando de quatro no topo da escada, todo arreganhado e com a bunda exposta. A bermuda tava só arriada, sendo que o cuzinho já tava tomado de pica, apesar da velocidade ainda não ter aumentado. O Douglas deu a primeira estocada e aí não se aguentou. Senti as costas sendo rasgadas pelos dedos nervosos dele, como se não estivesse conseguindo lidar com tanto tesão.

- Fala a verdade, seu moleque! Tá perdendo o cabaço no meu cu, né? Eu aposto!

Ele deu uma risada de malandro e olhou no fundo dos olhos. Botou a mão no meu pescoço e mais uma vez quis contato visual pra responder.

- Vou te mandar o papo reto, viado! É a primeira vez que tô comendo alguém sim..

EU SABIA! Perdi a virgindade apenas quatro dias antes, porém as experiências que se seguiram durante a Festa da Carne foram todas bem didáticas. O moleque não parou por aí.

- Eu nunca pensei que fosse perder o cabaço com um viado não, mas sempre ouvi umas histórias de que vocês são bons no que fazem, tá ligado?

Disse essas coisas apertando a carne da minha bunda como se quisesse amassá-la na palma da mão, sentindo o próprio controle sobre mim. Mais novo, se descobrindo agora, porém com uma oportunidade daquelas de estrear a vara num cuzinho. E que vara, jamais imaginaria que ele era virgem só pelo aspecto físico da caceta grossa, principalmente pela cabeça tão destacada do corpo, dando aquela impressão de uso contínuo. "Punheteiro", pensei.

- E pelo visto são reais! - completou.

Desceu a mão e me deu outro tapa, só que empurrou com força e tacou a tora mais no fundo, escorregando completamente pro meu interior e finalmente sendo lubrificado pelo restante de creme que usei quando me alarguei durante o banho, já pensando na sacanagem que rolaria. Apertou minha pele pela sensação, aí teve que reduzir o ritmo de novo. A ausência de camisinha era uma coisa surreal com nossos hormônios, eu mesmo me senti perdendo a virgindade outra vez, mesmo após tantas transas. Nesse efeito de tesão excessivo, tomei um segundo solavanco do Douglas, que acabou me fazendo levantar um pouco a perna à frente. E, como estávamos praticando a foda na escada, meu joelho parou no degrau de cima. Ele se contorceu outra vez, me deu um tapa e falou alto.

- Para com essa porra, viado! SSSS Tá querendo que eu goze logo?

- Tá gostando, né?

Percebi que movimentar a coxa deixou ele ainda mais safado, então subi com a outra bem na hora que o abusado entrou até o talo. Ele sentiu e se prendeu com os braços no meu tórax todo, caindo com o peso por cima de mim e me exigindo força pra nos manter de pé. Mexeu só o quadril, completamente parado com o restante do corpo, sendo que nem havíamos tirado as roupas, apenas exposto nossas genitálias.

- CARALHO, SEU PIRANHO! JÁ MANDEI PARAR! SSS

- Quem mandou ser cabaço? Não tá se aguentando pra gozar, né? Hmmm!

- Cabaço, é? Te mostrar o cabaço!

O puto então tirou a rola toda, abriu bem meu buraquinho e enterrou tudo. Ficou posicionado por cima de mim, as pernas bem abertas e me conduzindo a subir e descer com as coxas, pra poder apertar ainda mais o cuzinho ao redor da jeba preta de molecote doido pra perder a virgindade. Ao bater no fundo, sentimos juntos outra vez, aí vi ele encolhendo os dedos dos pés e ficando arrepiado, passando pra mim o calafrio orgástico da penetração intensa e apertada.

- SSSSS! Tesão da porra, viado! Se eu soubesse que era tão gostoso assim, já tinha vindo te comer há mais tempo!

E eu queria mais mesmo, não soube nem como responder. Rebolei pra ele, deixei que me arranhasse, me desse tapas, lambesse e mordesse, aí, todo marcado, virei e respondi.

- Então pode gozar, Douglas! Goza sem pena, dá uma respirada e vem me comer de novo, que eu tô à sua disposição!

Ter dezessete anos e ouvir isso de um viado que tá te deixando fazer o que quer é como se fosse um paraíso no inferno, afinal de contas, todos esses são detalhes sobre a Festa da Carne, ou seja, pecados atrás de pecados, desejos mundanos e muita luxúria e permissão sexual, devassidão e sodomia. Tava liberado pro Douglas, ele se prendeu de novo em mim e ficou subindo e descendo com as pernas, até começar a sair apenas o barulho entre os corpos colidindo e o sacão batendo pesado na portinhola do cu.

- SSSSS

- ISSO, FODE! HMMM

- Caralho, eu vou encher esse rabo de porra grossa, Fabiano! É o que tu quer, né? Meus filhos nadando nessa bundinha pela primeira vez!

- Só goza se for o que você quer mesmo, seu puto! Usa do seu jeito! Ffff

O novinho tava ensandecido. Enfiou os dentes na minha nuca, afagou a cara nas minhas costas e não parou de mexer com a cintura em cima de mim, eu tentando rebolar como se fosse um funk bem safado. O caçula parou de se mexer e deu um tranco que me envergou como se fosse empalado.

- Hmmmmm! Safadoo! Sssssss

Ele apertou meu tórax com os braços e, suando e deixando a blusa toda marcada de umidade, caiu pra frente, ainda por cima de mim e também no segundo andar da casa, virando pro lado, a piroca ainda dentro e dando espasmos.

- Aperta esse cu, aperta?

Foi automático, senti o primeiro jato e contraí mesmo, isso deu ainda mais tesão pro puto ser sugado no vácuo anal, em toda aquela pressão do orgasmos bombeando leite pra dentro do rabo. Ele prendeu as mãos nos meus ombros e se apoiou enganchado, ficando firme pro leite seguir tranquilo até bem no fundo, sem parar de dar umas leves botadas e tiradas pra manter a corrente.

- Caralho, que tesão da porra!

Douglas tirou a piroca com a mão e limpou o resto de leite na minha bunda. Aí me ajudou a levantar e, ainda expostos, fui caminhando até meu quarto, onde deitei na cama e fiquei de bunda pra cima. Não percebi que fiquei do lado da bolsa que havia usado na viagem do dia anterior, quando encontrei com o Elias, o presidiário viciado em pó e cu. Essa mala tava aberta e o novinho veio atrás de mim pra dizer algo sobre o pós-foda.

- Gostou? - perguntei de zoação.

- Porra, tá me gastando? Olha pra isso!

Segurou a mala na calça e me mostrou a meia bomba ainda indecisa entre abaixar ou voltar a subir. Aí me olhou todo safado, forçou o saco e marcou os ovos.

- Ainda tenho leitinho aqui pra tu, se tiver disposição!

A marca de quem perdeu o cabaço, ou seja, não sabia se eu ainda tava afim, mesmo sendo o responsável por me manter ali todo arreganhado e com o rabo cheio de leite. Mas antes deu responder, o safado olhou pra mala aberta do meu lado e meteu a mão curioso.

- O que foi? - perguntei.

Aí me puxou a calcinha vermelha e apertada que o Elias pediu pra usar na segunda-feira de desfile.

- Isso aqui é teu, viado? Caô?

Ele não acreditou. Olhei pra ele e ri, levantando a pontinha do pé na direção da peça de roupa e tentando pegá-la com os dedos. Ele não permitiu, levou o tecido no sentido do próprio nariz e respirou fundo onde provavelmente teria ficado meu cu.

- Caralho, não acredito que tu usou isso aqui!

Acabou de perder a virgindade, mas já estava despertando suas habilidades de cafuçu farejador de viado. Não deixaria passar batido.

- Não acredita? E se eu vestir?

O moleque sentou-se incrédulo na minha cama e me deu a calcinha pra colocar, como quem não se convencesse fácil. Ainda botou a mão por dentro da calça sem qualquer vergonha e começou a se masturbar por dentro. Eu obedeci e fui vestir, mas foi só me abaixar pra suspender o elástico que o puto já parou atrás de mim outra vez, eu virado pro chão e travado por ele, sentindo o volume de pica entre as nádegas.

- Caralho, não se mexe! Fica assim!

Ele mesmo suspendeu a peça de roupa e terminou de me vestir com o visual de acordo com o que quis. Segurou minha mão e ainda me fez dar uma voltinha diante de si, parando outra vez de costas. Aí me desceu outra vez, afastou a bunda e aplicou o caralho duro no cuzinho novamente, atravessando pelas pregas mornas e usando o próprio leite como lubrificante.

- Viu como você é um piranho? - falei. - E eu aposto que seu pai e seu irmão também são! - provoquei e me empinei.

Ele me deu um tapa e aumentou o ritmo, agora sim parecendo que tava perdendo o cabaço, fodendo na marra e com força, intensidade, arrancando qualquer indício de virgindade daquela caralha preta. O barulho dos corpos batendo voltou.

- Tá querendo dar pro meu irmão, né? Viado é foda mermo, não se contenta com uma rola só! SSSSS

Fincou os dedos na minha perna, deu um nó na calcinha e usou ela como se fosse rédeas pra controlar meu quadril, ditando o ritmo com o pulso cerrado sobre o cóccix. A segunda meteção não foi tão longa, talvez pelo puto do Douglas já ter acostumado um pouco com a sensibilidade entre a caceta e um rabo de verdade, então soube revezar mais prático, mantendo uma aceleração gostosa, que logo fez o saco bater outra vez na portinha do rabo. Eu então prendi, soltei, fiquei piscando de propósito, só pra atrapalhar o controle dele e deixá-lo putão que nem da outra vez.

- Sossega, porra! Tu vai ver só!

Pronto, segurou firme minha cintura, cada mão apertando de um lado, os dedos beliscando bem a pele de deixando marcas, aí foi só afastar e puxar o quadril com o meu, batendo e empurrando, passando pelas pregas com a maestria de um verdadeiro moleque que nasceu pra se alimentar de cuzinho.

- SSSSSS! Teu leite tá vindo, viado!

- Goza, Douglas! Acaba com esse rabo! Arhh!

Ele deu um tapa e apertou forte. Os solavancos viraram estocadas firmes no fundo do rabo, aí a torneira abriu e veio o regador de esperma sendo injetado diretamente na carne, via pica.

- Isso, porra! Hmmmm!

- Piranho da porra! Olha o que eu fiz nesse rego!

Ele meteu a mão no bolso da calça e tirou um celular, sendo que nem tinha terminado a esporrada. Os jatos tavam saindo quando percebi que o puto tava filmando bem à vontade, gemendo sem hesitação pra sair bonito na gravação. Nem me importei, até pisquei empinado, pra deixar um cenário bem visto pra quem fosse assistir aquilo. Era a prova viva do quão sádico, pervertido e objetificante aquele novinho poderia ser, e estava impressa no meu corpo e registrada naquele smartphone.

- Seu puto! Tá viciando em lombo, ein! Imagina se teu pai descobre!? - zoei.

- Tu fica na tua, ein! Não quero ver tu de gracinha com meu coroa, tá me ouvindo!?

Aquela reação me deixou bem piranho, confesso, porque uma proibição, assim como as que meus pais impunham em mim, sempre trazia o gostinho da subversão, do questionamento, da dúvida. Por que?

- Para de ciúmes, Douglas! - brinquei com ele.

O moleque segurou meu queixo e botou a pica pra dentro, ainda com o gosto da porra salgada e do meu próprio cu, recém visitado.

- Dá uma geral nisso pra eu poder ralar, que ainda vou brotar no baile!

Ele tava tentando sair pela tangente no assunto, então obedeci até o ânimo acalmar e o novinho respirar normalmente. Agora era um homem, tinha perdido a virgindade e comido um cuzinho duas vezes seguidas. O que tava faltando?

- Ouviu, né? Não quero tu de graça com ele!

- Você quem manda, seu puto!

Aí sim veio a risadinha de canto de boca, a paulada na cara e só então guardou a rola.

- Isso aí, eu que mando!

Suado, desceu a blusa e se preparou pra sair. Ainda com a calcinha, vesti só o shortinho por cima e calcei os chinelos. Quando tava saindo, meu celular vibrou e chegou mensagem dos meus pais.

- "Tudo bem? Estamos morrendo de saudades! Orar sem você não tem graça, filhão!"

Senti o esperma do Douglas dentro de mim e respondi tomado pela vontade de continuar fazendo merdas, como se aquilo já fosse meu, da minha tendência à submissão, objetificação e dominação por parte dos machos.

- "Aqui também tá chato! Ainda bem que vocês voltam amanhã, né?" - menti.

- "Sim! Estaremos juntos logo pela manhã! Se cuida!"

Pronto, descobri que meus pais voltariam cedo, ou seja, aquela ali provavelmente era minha última aventura antes da rotina antiga retornar, com toda a chatice, ordens, métodos, crenças, responsabilidades e tudo mais. Fui com Douglas até o portão, ele me olhou, riu e deu um tapinha no rosto de leve, ninguém na rua, só nós.

- Tô ralando, viado! Presta atenção, ein!

- Fica tranquilo, moleque! - respondi.

Ele então saiu pelo canto da calçada, porém em direção oposta ao bar, aí lembrei que o puto tava indo pro baile, bem como avisou que o faria. Parado no portão, lembrei que teria poucas horas até a chegada dos meus pais ditadores e me senti eufórico e triste ao mesmo tempo. Teria que dar adeus a todas as putarias, isso depois de estar acostumado com o fogo da Festa da Carne. Entrei, fui até à cozinha e percebi que a cerveja já tinha acabado, ou seja, eu bebi 3 litros sozinho ao longo da tarde e da noite. Pronto. A mente quase implodiu. Sem álcool, avisado pelo Douglas e próximo de voltar à vida normal: ALGUMA COISA TINHA QUE ACONTECER. Eu tinha que beber, então simplesmente liguei todos os pontos e fui pra rua. Saí pelo portão em direção ao único lugar aceso naquele fim de noite: o bar do Seu Davi, pai do Diogo e do Douglas, o novinho que acabou de perder a virgindade torando o meu cu.

Como não tomei banho, andei com as nádegas deslizando por causa da porra do novinho ainda dentro do cu, bem concentrada, a ponto de fazer vários filhos, caso possível. Não quis saber de nada, tava doido pra me prostituir e tacar o terror naquela família de uma vez por todas, numa mistura incontrolável de tudo que tava acontecendo ao longo da folia. Cheguei na porta do bar e tava tudo vazio, exceto pelo Seu Davi, que surgiu sem blusa atrás do balcão.

- Olha ele aí! Já tô fechando, moleque! Se adianta!

Mas eu não dei atenção, só me empinei na superfície entre nós e pedi simpático.

- Minha cerveja acabou, Seu Davi.

Ele parou, me olhou e esperou um pouco antes de falar. Foi quando senti o cheiro de álcool e percebi que ele também tava bebendo, por isso a demora.

- Eu não lembrava que você bebia tanto assim, Fabiano!

Pronto, a condição surgiu. No entanto, passou por mim e levantou os braços malhados pra poder descer a grade da porta do bar, fazendo aquele barulho de metal desdobrando. Num só movimento, puxou tudo e prendeu no gancho do chão, ficando apenas nós dois na parte de dentro do bar, eu ainda empinado e imóvel, esperando o coroa voltar, que foi o que ele fez.

- Pelo jeito tem muita coisa sobre mim que o senhor não sabe, né?

Ele riu pela forma como o tratei, aí pôs as mãos grandes por sobre o balcão e me olhou sincero, relaxando os ombros espaçados. O mesmo jeito físico dos filhos, porém bem mais desenvolvido, experiente e velho, talvez pelos 30 e poucos, 40 anos. A tatuagem de cavalo relinchando no peitoral só me deixou ainda mais piranho, imaginando que aquele cara já era um equino por si só.

- Tu também não, seu moleque! - ele riu. - Tu sabia que eu e teu pai éramos amigos desde pequenos?

Eu gelei por dentro. Com certeza o Seu Davi contaria que eu fui ao bar comprar cerveja e fumo. Era agora que eu começava a rodar, totalmente não consciente sobre os contatos ocultos no bairro. Mas antes de concluir qualquer outra coisa, ele seguiu falando.

- Pela cara não sabia, né? Mas pode ficar tranquilo, moleque!

Ele alisou os pelos da pouca barriga saliente e começou a rir mostrando os dentes.

- O teu pai hoje em dia provavelmente me odeia! HAHAHA

Não entendi tamanha alegria ao afirmar aquilo. Não tinha sentido.

- Meu pai te odeia? Por que?

Seu Davi finalmente deu a volta e buscou um litrão de cerveja no freezer. Aí voltou com dois copos e colocou numa mesa dessas de boteco, ainda do lado de dentro. Puxou uma cadeira e sentou.

- Tá com pressa? Senta aí, senta aí que eu te conto!

Se eu recusei? COM TODA A CERTEZA NÃO! Tava em chamas, doido pra qualquer começo, qualquer ousadia daquele puto! O leite do filho dele ainda morno dentro de mim.

- Eu e o teu pai éramos amigos, moleque! Desde pequeno, era eu, ele e o irmão dele!

- Meu tio Júlio?

- Sim, ele mesmo..

Peguei um cigarro e acendi. Aí subi no balcão e sentei de pernas cruzadas, numa intenção de ouvir a história e não perder a oportunidade de mostrar ao coroa minhas verdadeiras intenções. Ele seguiu falando e bebendo vez ou outra, os chinelos de dedo em dois pés enormes, aquela carcaça inteiraça e uma mala modesta entre as coxas, usando apenas uma bermuda jeans surrada.

- Eu comecei a paquerar uma garota, teu pai também foi namorar com outra e o contato foi sumindo. Até o dia que a gente descobriu que tava pegando a mesma pessoa, que é a tua mãe!

- O QUE?

Não acreditei. Foi quase um choque saber que minha mãe era a mais esperta de toda a situação, sendo que hoje era evangélica e ultra conservadora.

- Pois é, seu moleque! Num falei que tu não sabia de nada dessa história? A gente era tão pequeno, isso daqui era tudo mato!

Levantou o braço e apontou ao redor, referindo-se ao resto do bairro.

- Eu, teu pai e teu tio trouxemos muita mulher pra cá naquela época, comemo foi muita boceta! Por isso me chamavam de leiteiro! HHAHAAHAHA

Aquela risada e o jeito espalhafatoso foram me ganhando, por mais que o tema da conversa fosse mais sólido do que o normal. Estava descobrindo histórias desconhecidas de gente que provavelmente jamais me contaria sobre aquilo, nunca imaginei. E da mesma forma que aprontei com o Douglas, de repente poderia muito em breve ter qualquer contato com o Diogo, irmão dele, e aí teríamos mais uma geração de irmãos que teve história pra contar quando fossem adultos, que nem meu pai, o pai deles e o tio Júlio.

- Mas então, depois que a gente descobriu essa treta com a tua mãe, ela quem decidiu com quem ia ficar.

- E foi aí que você ficou de lado? - presumi.

- Que nada, Fabiano! Ela me escolheu, tu acha que eu não sabia me garantir na foda?

Voltou a rir alto e virou mais goles de cerveja enquanto eu também fiquei rindo e fumando, acompanhando na bebida às vezes.

- Tua mãe gostava muito da coisa, do meu jeito, de como eu fazia. Ela gostava tanto que, depois que a coisa desandou, o teu pai mandou ela parar de falar comigo. E foi por isso que nunca mais tivemos contato, até hoje!

- Mas por que a coisa desandou? - perguntei.

Ele esperou um pouco e foi explicando, aí deu a primeira pegada de leve no volume formado na bermuda jeans.

- Porque teu pai estudou bem mais que eu. Ele já tava trabalhando, foi fazer faculdade, e eu só fui dono de bar. É uma vida que é boa pra mim, mas pra tua mãe não, então ela fez a escolha dela.

Tudo fez sentido, só agora pude concordar com algum traço que realmente pareceu da minha mãe. Ainda não estava totalmente convencido de que tudo aquilo fosse verdade, mas o jeito do Seu Davi contar foi tão espontâneo e sincero que não me pareceu um mentiroso. Isso pra não falar que fiquei super afim de descobrir como era o sexo do coroa, já que minha própria mãe, que eu conhecia como conservadora e discreta até então, teve que decidir com qual macho ficaria, estando um deles na minha frente naquele momento, ligado diretamente ao meu desejo sexual.

- Então quer dizer que Seu Davi já comeu minha mãe? - indaguei. - Que viagem! Por pouco eu não era seu filho!

Ele riu alto.

- Ah, para de graça, pivete! Tem nada de mais nisso, quem nunca comeu ninguém nesse bairro?

Eu comecei a rir. Levantei pra acender outro cigarro com o isqueiro do balcão e ele virou mais um copo de cerveja e se serviu. Só que não voltei, eu quis atenção. Não tava nem aí pra nada, faria meu máximo até meus pais retornarem, sendo isto no dia seguinte ou não. Empinei o corpo todo, arrebitei a bunda e até tirei um pé do chão por cima do balcão. Esperei que Seu Davi me olhasse e só então acendi o cigarro. Puxei a fumaça, soltei com força no ar vazio à minha frente e o puto desviou o olhar. Coçou a barba com a mão grossa, branca e veiuda, da palma enorme e das unhas cortadas de maneira decente pra um macho dono de bar. Esfregou o rosto, sacudiu a cabeça e voltou a me olhar. Foi quando lembrei do fato de estar com uma calcinha por baixo do shortinho curto, a mesma que Elias me deu e Douglas me comeu. Além das polpas da bunda de fora balançando, a parte superior do tecido fininho estava aparecendo também. Fiz aquela cara de "ops!" e mudei de posição. Joguei o corpo pra cima do balcão e fiquei sentado, porém de pernas cruzadas, de forma semelhante a como estava no começo. Na visão do coroa, com minha coxa uma por cima da outra, a entrada das nádegas estava toda exposta, sem qualquer vergonha. Fiz um charme pra dar outra tragada e estiquei a mão, entregando a ele o cigarro. Ele não conseguiu parar de me olhar, porém teve que fazer isso alternando umas viradas de cabeça, desacreditado na minha piranhice. Eu precisava de mais.

- Quem nunca comeu ninguém nesse bairro? - refiz a última pergunta dele no assunto.

O álcool da cerveja não parou de entrar em nossas correntes sanguíneas desde que entrei ali e começamos a conversar. Olhei pros pés do safado nos chinelos havaianas pequenos e fui subindo pelas pernas com o olhar. Vi as panturrilhas rígidas e salientes, com pelos na medida, ascendendo até a bermuda surrada, sem blusa. Uma barriga de nada, uma trilha de pelos pelo meio, chegando até o peitoral dividido e com a marca de um cavalo tatuado. Dois brações gostosos de ursão, além de sovacos cabeludos. A marca cinza da barba no rosto másculo, seguindo uma linha parecida com a dos filhos, porém mais bruta, menos desenhada e mais talhada. O puto se ligou no meu olhar.

- Apesar do senhor já ter comido a minha mãe.. - comecei.

Ele cruzou um braço e apoiou o outro por cima, esfregando o queixo com uma das mãos enquanto me escutava aflito. O volume acima do normal, não teve como esconder. Nem quis, aliás.

- ..até agora o senhor nunca me comeu, não é verdade?

E ri como se tivesse feito uma piada. O coroa riu junto, levando na esportiva, e aí sim esfregou o rosto por inteiro, naquele clima descontraído de conversa.

- Já pensou!? - retrucou.

Mas não dei tempo dele pensar, minha arma seria aquele contraste que ele mesmo me mostrou que existia.

- Depois do seu melhor amigo casar com a mulher que você amou, ele ainda exclui você da vida deles, mas sem saber que um dia o filho deles estaria tomando uma cerveja no bar desse antigo rival, bem à vontade, com um papo descontraído.

Como se não fosse comigo, puxei a linha do elástico da calcinha e soltei, deixando bater na carne da anca.

- E bota à vontade nisso, pivete! - ele completou.

Deu uma tragada no cigarro e me passou. Pra pegar, eu tive que descer do balcão onde estava sentado. E, nesse mesmo impulso, virei como quem fosse acender outra vez com o isqueiro preso ao bar. Nesse movimento, percebi que o coroa deu uma pegada safada na própria mala na bermuda jeans surrada, como se tivesse aproveitado a oportunidade pra se certificar de um possível tesão começando a aflorar com o nível daquela conversa fiada. Sem olhá-lo, segui falando de costas.

- Imagina comer a mãe no passado e o filho viado no presente? Pensa na cara do meu pai, Seu Davi!

Voltei a rir. Não tive uma resposta verbal, fiquei em silêncio absoluto e só fui ouvir alguma coisa segundos depois. Foi o barulho do chinelo arrastando de leve no chão. Quando ia virar o corpo pra olhar pro coroa, senti aquela presença grande atrás de mim. Contra o shortinho, um tecido em contato com minha pele, alguém literalmente parado e encostado nas minhas costas. Olhei pra trás sem virar o corpo, só a cabeça, e dei de cara com um quarentão manjando meu lombo, as mãos abertas no alto como se estivesse prestes a fazer uma refeição pesada e deliciosa. Os sovacos me namorando, a trilha de pelos no peito descendo até dentro da bermuda jeans e um volume de ereção nítido, mesmo contra o tecido pesado. Uma das mãos veio na minha nuca e esfregou rápido até o cabelo, que passou por entre os dedos grossos e calejados e assim foram puxados pra trás, me fazendo recuar brutamente. O quadril dele encaixou na traseira das minhas pernas, o volume tava preso entre as nádegas e a outra mão bateu na minha coxa, subindo até à bunda.

- É, já pensou, pivete? Como a vida dá voltas, né?

Bem no meu ouvido, baixinho e por trás, com o peitoral tocando minhas costas. Ah, e como dava voltas mesmo!

- Mas vou te falar uma coisa.. eu não preciso te comer de vingança, não! Vou te comer é com jeitinho mesmo, pra te mostrar o que tua mãe gostava, tá entendendo?

AAAAH NÃO! Então era isso, depois de conhecer a malícia afobada do primeiro primogênito daquela família de machos safados, descobri a safadeza deliciosa do coroa experiente que era o pai deles, Seu Davi, o mesmo que andou muito com meu pai e já tinha mandado ver minha mãe. Como a vida era engraçada, né?

Mexi o lombo devagar de um lado pro outro, permitindo que ficássemos ainda mais encaixados, aumentando aquele contato íntimo repentino e inesperado até um certo ponto. Quando vi, já tava tendo o corpo empurrado. A mão na nádega pareceu não acreditar que tudo era bem real, a ponto de apertar a carne e me trazer dor, porém uma sensação deliciosa de posse e dominação. Quis imaginar que aquele macho não devia ver uma foda há meses, talvez anos, e agora estava em cima de um corpo totalmente preparado pra sua entrada. O pai do moleque que eu deixei perder o cabaço comigo, o homem cujo leite virou um machinho que já andou me comendo naquele mesmo dia, me fazendo de putinha e brincando no meu corpo como se já fosse experiente. Afinal de contas, agora estava descobrindo como aquela linhagem de machos descobria o tesão em viado. Vi no olhar do Seu Davi o mesmo semblante que reparei no Douglas quando ele me montou pela primeira vez, destinado a perder a virgindade comigo como se nem fosse virgem, me batendo, me fodendo de calcinha e fazendo questão de ser sem camisinha. Grande estréia na vida sexual! Como todo homem à moda antiga, o pai não quis mamada, só foda. Nunca nem deve ter usado camisinha, por exemplo. De repente eu era até o primeiro viado na vida do cara, mesmo sabendo que ele era ex-milico e que provavelmente já tinha visto muito daquilo ali na vida. O puto mordeu minha orelha com aquele hálito de álcool e, com jeitinho, bem como avisou que faria, sarrou os pentelhos meio grisalhos na entrada do meu cu. Alisou a parte traseira das minhas coxas com as mãos calejadas e astutas, bem grandes, e foi subindo até alcançar meus mamilos. Pronto, ali ele se fez. Não precisou nem apontar a vara na direção, porque já tava pré-alargado pelo Douglas, sangue do sangue dele e tão viciado em bunda quanto o pai.

- Veio na maldade, né? De calcinha, alargadinho e todo molhado já! Tem certeza que veio comprar cerveja, moleque?

Eu ri daquela piranhagem.

- Eu vim, né, mas fazer o que se o senhor é um coroa tão safado e faminto assim? Não pode ver um viadinho que já quer montar no lombo e cavalgar, deve ser por isso que tem essa tatuagem de cavalo no peito, né? - provoquei sem limites.

Ele aplicou pressão na minha carne e me fez ficar empinado no balcão, caindo com os dentes e a barba no pescoço. ENTROU DE UMA VEZ, ESCORREGANDO FÁCIL, usando A PORRA do próprio filho como lubrificante, mas sem saber disso. Só eu sabia, por isso me abri feito uma flor pura e inocente, alimentada por muita malícia de homem. Resultado de tanto lidar com machos infiéis, mentirosos e egocêntricos soltos pela cidade, ainda mais durante a Festa da Carne. O coroa virou, pegou um copo de cerveja e me deu.

- Ah, então tu veio comprar cerveja mesmo, né? Então bebe essa porra, pra eu ver! Quero ver tu bebendo enquanto eu te como!

Segurou-me pela cintura e entrou e saiu de uma só vez. Eu ainda não tinha visto a caceta, porém senti que era CURTA e GROSSA, do tipo que compensa na hora de alargar o rabo. Pode não ir tão funda, mas é ESPESSA e CABEÇUDA, que nem a do Douglas, ou seja, capaz de conhecer uma prega ou outra que tenha durado até então, por todos esses dias aprontando com negões. Por falar nisso, Seu Davi era o primeiro branco com o qual eu interagia sexualmente, sendo todo o restante composto por cafuçus sedentos por curra.

- Tá querendo me deixar de ressaca, é? - falei. - SSSSS! Isso, seu safado! - fui me soltando.

Ele não parou mais o movimento, colando as pernas peludas na minha e se movendo pouco com o corpo, mais com a cintura, quadril, virilha. Uma tora grossa e envergada pra dentro de mim, arrastando com tudo e se aquecendo no calor da minha carne, bem nas entranhas.

- HMMM! SSSS

Ele então me mostrou o famoso jeito dele. Meteu uma mão num mamilo e começou a massagear com gosto, talvez como gostasse de fazer com quem dormia com ele. A outra mão veio no cabelo e me puxou pra trás, dando a pincelada de dominação. Nessa armação, ele começou a rebolar num ritmo gostoso de entrar e sair, ao mesmo tempo que esfregou meus peitos e me puxou com vontade pra si, numa velocidade que excitou e foi dando o toque final. Seja lá como ele fazia com as mulheres e seu ponto G, aquilo acabou funcionando no meu rabo, porque deu uma amassada deliciosa na minha próstata, que me fez babar feito louco, tanto pela boca quanto pelo pau.

- SSSSS! Que coroa safado, sabe foder cu de verdade!!

- Falei que tu ia gostar, moleque! Se liga!

Aí engrossou e pulsou com a rola enquanto seguiu dançando comigo naquela foda lentinha e quase que de ladinho. Tão encaixados que a caralha grossa tava TODA DENTRO, somente os OVÕES do saco de fora, nem barulho tava fazendo. Ficamos nessa tomadinha gostosa por um tempo, até eu sentir que meu cacete tava duro e isso foi dificultando a meteção. DE REPENTE, ouvi um barulho e algo caiu de uma prateleira, chamando nossa atenção. PARAMOS NA HORA, sem qualquer outro ruído, porém nada aconteceu. Ele tava respirando em mim, ficou um pouco aflito pela possibilidade de sermos flagrados, mas não saiu de dentro. Depois do susto, pareceu que não foi nada demais, e como tava tudo fechado e nenhum sinal de ninguém, não custamos a voltar à putaria generalizada entre novinho e quarentão dono de bar.

- Vem cá!

O puto me tirou do balcão e agora me colocou sobre a mesa onde estávamos bebendo. Naquela altura, levantou uma perna minha e puxou a calcinha com a outra mão, da mesma forma que Douglas fez ao me dar rédeas. Aí pronto, teve total controle e definição do que fazer, me deu até uns tapas de mão cheia, bem certeiros sobre as nádegas. Ao contrário do filho, não teve pressa, apenas precisão e experiência em como lidar comigo, quebrando um pouco da visão de que talvez eu fosse seu primeiro viado. De pé atrás de mim, esticou os dois braços e apoiou no meu cóccix, fazendo pressão com o próprio corpo pra baixo. Aí olhou e tirou o caralho pela primeira vez, olhando como se pudesse dizer que ali estava o leite do próprio filho, agora ajudando a deslizar tão bem pra dentro de mim.

- Já tá bem larguinho, ein, pivete? Só aproveitando o carnaval enquanto teus pais tão fora, né? Tá certo..

Botou pra dentro de novo e voltou a me amassar coladinho, socando bem no fundo e sem se afastar muito. Fez a primeira pergunta e aí veio a seguinte.

- Já te fizeram gozar pelo cuzinho? Isso me lembra as épocas de batalhão..

Começou a pensar e só então respondi.

- Não, ninguém, Seu Davi. - a primeira verdade em muito tempo, de tão mentiroso que eu tava.

Ele aí se prendeu nos meus braços e foi metendo meio que de lado, de um jeito que aumentou o contato da cabeça da pica com minha próstata, me fazendo ver estrelas e ter a impressão de que poderia desmaiar a qualquer momento. Quase como se o cérebro fosse massageado, me deixando todo mole por dentro, derretido na piroca do coroa dono do bar, pai de dois moleques cafuçus. A mão massageou as minhas costas e foi de novo até os cabelos. Ele então desceu na minha orelha e entrelaçou os dedos nos meus, dominando completamente meu corpo. Mordeu minha nuca, lambeu o pescoço e ficou de cara no meu cangote, passando a barba rala e dando mordiscadas, tudo isso enquanto continuou estocando o quadril, eu sentindo nervoso e lidando com a tora engrossando mais e mais. Meu cacete tão duro que cada pulsada que eu dava, o cuzinho também fechava na rola do coroa, estimulando ainda mais nossa foda tranquila e bem segura. As estocadas ficaram mais firmes e duradouras, ele então segurou meu ombro e começou a dar um chupão nas minhas costas.

- Hmmmm! SSSSS

Por dentro, tudo foi virando do avesso, até o ponto que comecei a ofegar como se tivesse correndo num triatlo. O puto me apertou, falou mais putarias no ouvido por trás e, ao invés de gozar, quem gozou fui eu. Uma sensação tão maravilhosa de descarregar o saco, que poderia esquecer de onde estava, não fosse por ele ter continuado a me dar atenção, todo focado em mim. Talvez fosse o diferencial entre o velho e o novo. Um dando certeza, outro querendo provação.

- Viu, novinho? Aprendeu a gozar pelo cu!

O gostoso ainda ficou beijando minhas costas e brincando com os dedos no meu, agora reduzindo o ritmo e indo devagar. Aí saiu de dentro e me virou.

- Deixa eu gozar nessa cara, moleque? Muito tempo que não vejo um viado se sujando com a minha porra!

Aquele pedido não teria como ser negado. Fiquei de joelhos, de forma semelhante a quando tinha que orar, e esperei atento enquanto o puto socou um punhetão grosso e aflito bem na minha frente, me permitindo testemunhar a dimensão daquela pica espessa e com aparência bruta, meio morena e mais escura que o coroa. A leve barriga de chope começou a contrair, assim como o cavalo relinchando no peito, e aí ele ficou na pontinha do pé, gemendo entre os lábios fazendo bico de tesão.

- Sssssss! Hmmmm! Que delícia!

Soltou o primeiro jato de leite concentrado, e aí veio o segundo, praticamente puxado pelo de antes. Três, quatro, cinco, muitas pulsadas, e nada da punheta terminar. O Seu Davi me olhando de cima e ainda gemendo, até que pincelou meu rosto e foi arrastando a porra pra boca. O gosto salgado tomou conta e me mantive bem obediente, sendo guiado e deixando o ex-militar bem à vontade. Um corpo tão experiente e que poderia me ensinar tantas coisas, só consegui me sentir orgulhoso. Ele se limpou em mim, aí levantei e voltei a vestir a calcinha com o shortinho, sentindo o oco absurdo deixado no cu.

- Que moral, ein, pivete? Teu pai sabe que tu é viado?

- Não, ninguém sabe, Seu Davi. E nem precisa saber, né?

Ele pensou um pouco, guardou a piroca direto na bermuda jeans, sem usar cueca, e fechou o zíper, respirando aliviado.

- Entendi. Fica tranquilo, então.

Pra terminar o litrão quente em cima do banco, ele encheu nossos copos e fez um brinde sem homenagem, apenas pela cerimônia usual de cópula entre dois machos.

- Tá querendo mesmo me deixar de ressaca, né, coroa? - brinquei.

Ele riu e concordou irônico.

- Pra tu tomar remédio pra dor de cabeça, depois de tanta cabeçada.

Aquela piada foi nível dos filhos, de tão piranho que ele era. Eu ri e bebi, mesmo contra a vontade. Estava de parabéns pelo meu desempenho na Festa da Carne, mas, a partir do momento que desse meia noite, estaríamos oficialmente fora da terça. Ou seja, a primeira quarta rumo ao final do carnaval, a famosa Quarta-feira de Cinzas, dia no qual meus pais voltariam pra casa e todo aquele novo eu que surgiu teria que desaparecer. Essa constatação voltou a me assombrar de uma maneira tão grande que, mesmo tendo aproveitado ao máximo que pude - e quando digo máximo, era mesmo ao máximo! -, não queria ter que mudar a rotina. Vivi em quatro dias tudo que não havia vivido em dezessete anos, só porque eles estavam longe, SOMENTE por isso. Como pode?

Eu tava preparado pra sair do bar, o Seu Davi já tinha recolhido as coisas e foi dar um mijão pra descarregar a bexiga, depois de já ter esvaziado o saco. Minha cara com muito cheiro do leite do coroa, mas eu ainda pensativo sobre o dia seguinte, descontente com a realidade que se aproximava. Ele percebeu isso e voltou a falar.

- Relaxa, Fabiano! Já te disse que não vou contar nada pra ninguém! - fez uma pausa PRIMORDIAL. - Nem pro teu tio.

Eu não tava preocupado com aquilo. Mas pera lá, como assim? O que meu tio tinha a ver com aquela situação?

- Que?

- É que tu pareceu meio puto e..

- Não, não isso. Não vai contar pro meu tio?

Eu tinha descoberto que o tio Júlio tinha aproveitado a juventude, assim como meu pai, minha mãe e também o Seu Davi, de acordo com todas as histórias que ele me contou naquela noite do bar, ainda na Terça-feira da Ressaca. Só que tudo aquilo já era passado, agora ele era pastor na mesma igreja dos meus pais, e isso já tinha muitos anos, mesmo que eu não tivesse tanto contato com ele. E se eu, que tava sempre na igreja, não tinha tanto contato com ele, como o Seu Davi tinha? Não entendi alguma coisa ali.

- Não vou contar, pode ter certeza. - falou.

- Mas vocês se falam? - esperei. - Quero dizer, se falam até hoje? Vocês tem contato?

Ele então me olhou assustado e riu como se tivesse descoberto algo novo pra mim. Uma informação da qual ninguém talvez soubesse, e que eu tinha percebido flutuando no ar daquele bar.

- Tá falando sério? Teu tio aparece aqui no bar sempre que pode, moleque! HAAHAHAHAH

A mesma risada aberta.

- Na maioria das vezes é quando eu já fechei. A gente fica bebendo, fumando e conversando sobre as putarias antigas! - revelou.

O Seu Davi EXPÔS o meu tio sem nem desconfiar. Eu crente - perdão pelo trocadilho - que o cara era pastor e tava na linha, agora descubro sem querer que ele andava bebendo e fumando sem ninguém saber. AUDÁCIA.

- Entendi.. Meu tio Júlio, ein? Quem diria! - pensei alto.

- É, mas relaxa que eu também não quero que ninguém fique falando de mim. Então bico fechado!

Óbvio.

- Claro, é isso! Estamos em acordo, Seu Davi!

Fui saindo do bar e disfarcei, porém com a mente tomada de pensamentos e o corpo ainda no fogo de foda, não querendo aceitar que a terça-feira estava tendo um fim. Quando será que eu ia foder de novo? Me despedi dele sem falar nada, fui caminhando todo deslizante até em casa e ainda levei mais dois litrões de cerveja pra beber sozinho. Se era pra dar adeus à Festa da Carne, então eu só tive uma certeza: faria isso até o ÚLTIMO minuto do carnaval, porque sabe-se lá quando eu seria livre assim outra vez.

IRONICAMENTE, nesta noite, aconteceu uma coisa que eu não vi, mas da qual já havia sido avisado naquela mesma terça. Quando tava chegando ao portão de casa, vi alguém virando a esquina de longe. Blusa lilás, calça jeans justa e clara, cabelinho na máquina e o andar de ombros deslizando pros lados. Soube na hora quem era e lembrei do aviso dele.

- "Tu fica na tua, ein! Não quero ver tu de gracinha com meu coroa, tá me ouvindo!?"

Na memória, o dedo dele apontado no meu rosto. Entrei de fininho e acho que não fui visto pelo Douglas, aí engoli a seco o fato de ter dado pro pai dele, mesmo sendo alertado do risco. Ele não teria como saber. E antes de me preocupar com isso, decidi que era melhor pensar em como seriam as últimas horas da Festa da Carne. Então falemos disso.

(ainda em revisão!)

_________________________________________

🔱🔱🔱

Parte 5.

Título alternativo: Terça-feira de Ressaca.

"FESTA DA CARNE" acaba de chegar no wattpad, com um capítulo exclusivo. Vem ler! goo.gl/qvqDWg

Vem ler "Lobisomem Cearense", uma CEREJA bônus que é EXCLUSIVA do wattpad: goo.gl/ezWCxi

+ WATTPAD: goo.gl/e6UDqd

+ twitter: @andmarvin_

+ facebook: goo.gl/V7H2qG

+ e-mail: [email protected]

Comentários

16/04/2018 00:47:36
Muito bom cara já vou correr pro wattpad
16/04/2018 00:22:00
Cara, conto instigante, delicioso e cheio de tesão. Eu já estava maluco com outros contos, esse piorou.😎✌✌
15/04/2018 22:57:30
curitndo bom
15/04/2018 19:17:28
UAUUU. REALMENTE QUE HISTÓRIA. DIGO QUE HISTÓRIAS. RSSSSSSSSSSSSSSS QUERO A CONTINUAÇÃO DISSO. CERTEZA QUE DOUGLAS DEVE TER FLAGRADO O PAI E FABIANO METENDO.
15/04/2018 17:56:23
Adoraria ler a transa de Fabiano com Diogo, o outro filho do seu Davi. Depois, quem sabe uma suruba entre os quatro. Um abraço carinhoso para ti
15/04/2018 11:31:20
Nossa que tesão da porra

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


Assiriricas mais loucasmeu enteado me engravidou contosXVídeo as panteras disfarçada de bombeiro transando muitodomestrica vendi meu cu virgem para meu patrao contos eroticoscontos de incesto cumadrebobiça no mato xxxconto adoro ser cadelinhaleila peituda p...a porno parraxvidionivinha elevadorir:ma virge fudendo com irmao do piru gigamtecemtou xvideo. caserío puxou pro ladoenfioo seu pirocao no cu do viado no chuveiropornor doido homem batendo poletacontos eroticos gays bem ocorridos em 2017conto esposa peida pau comedorXvideos com icrivel ruguijaponesinha tomando banho no banheiro e o tio dando banho com sabonete nela e fazconto erotico nora cortando gramaContos mesmo depois de casada meu primo me enraboudotado enfia baita pirocona inteirinha dentro, magrinha gemendo sem parar com o pauzão lhe rasgando todalidabucetapilha de vestido deu bobera com papai e a pica gozou na pomba porno inosentearregasado a buceta com muita velocidadeBaixar Videos Porno Mulheres Bem Gostosas da Bunda Grande Querondo rola e Loca de Tesao Baixarporno brasileiro enteada ameacada dando pro padastrochupei lambi os pés da minha prima mais nova dormindocontos erotico minha mae insistiu eu fazer nudismoxvideo finginacontos eróticos a mâozinha pequeninha da filhinhacontos eróticos fui da o cu e cagueisexo tesao caricia exitante gemido passadas de maos nos seiso na bucetacontos eróticos garotinha 7aninhos boquetera e so no cuhome filma mulhe no oinibopeladacamisinhacamadre simone que fuder caseirocontos anais + caminhoneiro enrabador da jeba grandefilho pego a mae a pucho videus porno.comgozou na calcinha e ela vedtiugalson come a vagabunda no bar enquanto conversa com amiga pornomeu filho pintudo contoutimu vídeos d mulher famosa fudeno e gosandoMulherez arregassano o cuensopando o cuzinho com gelconto erotico gay playboy e o plebeupornôabaixarabaixarpornôpornô anal com mulheres dando rabão gostoso tesouro com perna tá tendo mais daqueles bem quente mesmobubuta gostoza vidio pono comendo a minha patroa xvidios estorando as prega das cuzudascontos eróticos irmao roludo arrebentou meu cabaçofui so dar uma alisadinha nao deu mandei pra dentro video casero pornoabaixar vídeo de putaria de mulher fresca daquelas gostosas do cuzãocontos chupador de xoxotaminha esposa branca e gorda dando o cu pro meu compadrebaixar xixi pornô caseiro marido vai trabalhar mulher chama mecânico arruma carrojaponesinha chupando um pau pelo buraco da parede ver porno 10 minutos gratisloira da bundona deitada e homem porcima noxvideominha cunhada punheteira contos reaisminha cunha espero meu irmão sai e mim mandou ajudar a ela a apertar o sutiã e eu a cumei sexocontos eróticos de casadas rabudas traindo com pauzudoscontos eróticos chantagiei o papai pra ele mim enrraba todinhadando pro supervisor contocontos eróticos de entregador de agua como dona de casavi um negao tonhao rasgamdo a xota da minha esposaporno loiras xiri gigante anal picas trinta centímetrostre surpresa vendada xvideoscontos eróticos de mulheres se vingando de rivalhappy love casa dos contos paradigmas de uma paixaogostosa novinha virgem orgasminhoContos eroticos negao fudendo gostoso com a viuvacomi minha cadelaloiras de 1.50 tremendo na rola pornos grátisnovinhas ninfetas tao novas que nem peito tem aindavaldir.piricudonossa gozei dentro to ferrado xvideosevangélico emcoxado em ônibus contosEróticospornô.comsou puta e pratico zoofiliaporno empurrou de uma vez que ela pinotousupersexomamãemae.minto.safada.e.bunduda.fodendoconto patricinha escravarevesando no cu da gravida pornoAmigas safadas e putas relatos eroticosconto casada chantageada pelo senhorioolhando a vizinha gostosa de shortinho depois pula o muro e mete a piroca na vizinhapoxou a calcinha da gostosa fudeu com o dedo xvidioAssuntos:lesbica contos eroticos patroa com sua cinta de consolo tirou a virgindade da buceta e do cu da sua empregadasogro dotado fragou nora com outro troxe ela pra casa e fudeu eladormi com meus tios e levei dedada na bucetame mande vídeo pornô da mulher transando com cachorro bem dotado engatado comendo a bundinha dela e ela suspeitos foramcontos eróticos estava dormindo com meu marido e encerro minha buceta de porra