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Minha amada filhinha Sibyla: a inimaginável Jóia no topo de Minha Corôa - Último Capítulo

Autor: Noah
Categoria: Heterossexual
Data: 09/04/2018 11:17:58
Última revisão: 21/04/2018 14:25:22
Nota 10.00

POR FAVOR COMENTEM

Este é o último capítulo que publico aqui.

Foram longos 22 capítulos e estou feliz pelos amigos que fiz e pessoas honestas. Abri exceção para conhecer três pessoas deste site por Skype e foi uma surpresa como tornaram-se queridos de nós.

Este final é dedicado à pedra preciosa que toda a Coroa tem. Se a mim foi permitido quebrar muitas barreiras sociais por não ter conseguido evitar incesto, o "impuro" - que incesto significa e já falei - somente aconteceu com minhas sete filhas e, apesar de ser homem, o Patriarca deste lugar, não tive como evitar: primeiro, eu queria evitar, mas queria elas e o último foi muito mais forte que o primeiro; segundo, só a convenção social da maioria das comunidades vê incesto entre pai e filha. Porém a Lei não, mas interpretações, chamadas "lógicas", mas com base no "acho que", já que a Lei é específica sempre e claramente fala de outros casamentos proibidos mas não cita pai e filha. Consulte Levítico 18 para referência. Também não há Lei relacionado ao ter mais que uma mulher: tenho somente uma Esposa, que é a Rachel.

Claro que ninguém sabe sobre como vivemos nossa vida, o que é nosso direito e escolha pessoais, vivendo à regra clara que cada senhora aqui tem seu "homem" na cidade para todos os fins, simplesmente não vivendo juntos, segredo que jamais é quebrado e o anonimato deste site mantém, e é bem apresentado a todos, evitando discussões ou maiores explicações que nos exporiam.

No capítulo de Gabriela, contei sobre minha alminha Sibyla e como eu a iniciei na penumbra do final do corredor da Ala Sul da sede, coisa que jamais planejei ou esperava, visto estar em busca de Gabriela, apesar de não ter penetrado Sibyla totalmente. Aquilo foi TOTALMENTE INUSITADO para mim, ainda mais pela presença de sua mãe, quebrando uma regra minha de jamais fazer amor com duas das minhas pequenas ao mesmo tempo, mas foi o que foi, a vida é o que é.

Após terminar minha lua-de-mel com Gabriela, ela estava absolutamente feliz e realizada e gritava de felicidade e ia à sede e voltava ao celeiro por três semanas!! Ela é muito humilde e cheia de Dons Santos: é caridosa, piedosa, tem a cura nas mãos, afasta a tristeza de quem a toca, faz pão tanto ou ainda melhor que eu, canta como um pássaro livre quando Rachel vai ao órgão da Lerinha e toca, de modo que ela trouxe a melodia à usual e muito amada harmonia de Rachel. As duas são anjas sim, com virtudes que fazem o mundo melhor. Como Sibyla falou com Sarah e Rachel, Gabriela faz as pessoas com quem conversa e tem contato melhores e as famílias vêm e, não raramente, agradecem sua visita e a abraçam muito.

Gabriela viu seu novo guarda-roupa e não cansava de provar as roupas novas e correr à sala principal mostrar a todos! Hehehehe! Dalilah pegou ovos de plástico e passou a aplaudir e dar "ovada" nela, para risada de todos. Pensam que Gabby cansou ou parou? Uma a uma, ela vestiu todas as roupas e parecia uma guriazinha que ganhou roupa nova. Seu quarto foi ricamente decorado e ela o redecorou de movo simples, tirando todas as coisas que achou "excessiva" para quase pânico de Sarah, mas Gabby é mulher e livre e gosta da vida humilde que, segundo a mesma, a aproxima mais de D-us! Sarah respeitou, resmungando... Rssss!

Gabby estava certa e engravidou durante nossa lua-de-mel. Minhas pequenas evitam anti-concepcionais pois é uma imensa benção e honra para uma esposa Judia dar à Luz a um filho ou filha!! Por isso elas não evitam e cada filho para mim é um presente como ganhar na loteria! Já falei isto aqui! Desde que não prejudique, exponha ou arrisque a vida da mulher, ela é livre para ter sua cria como deseja seu coração e sempre vou apoiar e fazer questão de haver herança para o ingressante à nossa família!!

D-us continua a nos abençoar nos negócios muito além do que planejei e eu falaria muito aqui sobre isto, mas não é o ponto. Cito, porém, a perfeita sincronia de Kamilah, Dalilah, Mia, Luccas, Esther e Hannah nos negócios! São unidos e impecáveis e continuo a reunião diária às 9am todos os dias, exceto sexta e sábado pela preparação ao Shabbat e ele próprio. Retomamos no domingo! O fato é que, quanto mais damos, ajudamos, doamos, participamos, mais Ele nos abençoa!

Também sempre pensamos no risco da relação consanguínea mas, após dezenas de filhos do meu sangue, D-us tem sido piedoso e nenhum apresentou nenhuma enfermidade relacionada a este fato. Todavia, tanto eu quanto minhas pequenas estamos cientes do risco real e preparados para amar este ou esta se isto acontecer, igualmente a todos os outros: falo sério!!! Já disse isso em capítulos anteriores também.

Renata, Cinthya e Roxana cuidam da gurizada; Júlia da cozinha; Franscisca se desenvolve e faz doutorado em Química com foco em fertilizantes e pesticidas com base orgânica que usamos em nossas lavouras de trigo com sucesso de colheita por volta de 95 a 98%, o que é um milagre para todos e a realiza! A minha deusa negra sorri e me leva para mostrar as diferenças e sempre discute seus projetos comigo. Deborah e Layla seguem os passos da mãe e Déborah namora um guri da Sinagoga que lhe quer para matrimônio este ano: já preparei tudo para eles e os abençoei!!! Estou muito feliz que minha primeira guria, feita ainda em Frutal, quando Francisca foi tomada por mim pela primeira vez, agora se casa com um bom guri: sinto-me um pai realizado e feliz por Déborah, que superou totalmente o trauma com Matheus!

Layla quer ser estudada como a mãe, Sarah, Rachel e Hannah e suas mães estão ajudando-a a cada passo! Ela tem notas A+ como todos os meus filhos e tráz assuntos de química, fisica e biologia que aprendeu com sua mãe que impressiona professores 3 anos à frente dela.

Vendo isto e protetora de nosso sangue como ela é, a Leoa Dalilah, minha primogênita e mana e senhora de todos os meus filhos, interviu e abriu um processo na Corte Civil para que Layla fosse avaliada por peritos e fosse adiantada em três anos.

Tu não queres entrar em argumento com minhas fêmeas - eu, mesmo, evito se posso - pois são muito severas, claras e poderosas. A energia e positividade, intensidade e decisão de Dalilah em relação à sua família são realmente assustadoras!! Confesso: muito pior que eu!! Acabou que Layla fez uma transição experimental, sendo levada do 7th grade para o sophomore (3 anos), e foi uma festa para Dalilah vencer isto e Francisca a abraçava agradecida direto!

A pequena Layla estranhou o primeiro trimestre e Sarah, Rachel, Francisca e Dalilah foram tutoras da guria, de modo que a pequena estudava por volta de 12 horas por dia e só parava porque eu literalmente mandava ela ir dormir e deitava em sua caminha até vê-la apagar!! Também fazia questão de que Renata e Júlia a fizessem fazer as cinco refeições por dia e uma pausa de 15 minutos por hora, que Shirley e Andressa - babás (não! não comi nenhuma!), faziam questão de tirá-la da sala e andar no campo com ela e as três orações diárias, que ela fazia com Renata! Era guria nova e não queria estresse excessivo nela, então colocava regras em seu apetite por conhecimento, para que descansasse seu corpinho também, bem como que fizesse nado das 6 às 7am, horário que ela acordava com as outras fêmeas para seu treino diário, "religioso" para todos os fins!!

Layla é uma morena escura, uma deusa quase negra, com fortes traços meus no rosto, nariz, boca, com cabelos lisos negros e olhos mesclados azuis, verde e castanho claro. É uma guria que param para ver e mostra doçura, força e inteligência, além de um corpinho perfeito e bem treinado pela natação diária e extremamente saudável! É uma guria perfeita, graças a D-us, com uma fila de guris Judeus a procurando e sendo literalmente enxotados pelo seu foco nos estudos! Meu orgulho, minha pequena!! Hehehe!!!

No segundo trimestre, Layla se encontrou e passou a impressionar alunos e a board que avaliava se a guria iria acompanhar ou não e o reportaria à Corte! A menor nota do primeiro trimestre foi A - o primeiro de todos os meus filhos - voltando a somente A+ após, e a transição foi confirmada e feita definitiva pela Corte!

Em seguida, Layla encontrou com Ariel e seu coraçãozinho se apegou ao dele, pelo nível intelectual absolutamente impressionante dos dois que Sarah sempre vinha e falava que eram um casal de sábios, não guris! Rssss!

Fiz festa e churrasco para todos - lógico - com fornadas de pão normal e Kosher e chamamos todos os funcionários para dividir nosso orgulho em relação à pequena, que, nos dias atuais, já faz faculdade e namora Ariel, tão focado quanto ela! São dois intelectuais naturais e as conversas parecem aula de filosofia, psicologia, religiosidade, sociologia ou alguma outra coisa que eu evito ficar muito perto! Heheheh! Ela vai se formar advogada e quer sê-lo para representar exclusivamente nossas empresas e família!! Ela diz que Dalilah é a mais velha e protege nosso sangue: é missão dela ajudar a maninha mais velha e fazer seu melhor e QUEM PÁRA Layla e seu amor e ligação com Dalilah???? Seu sequestro e a forma como as salvei despertou um espírito de guerreira em Layla que impressiona sua força e articulação nas palavras!! Guria forte, de gênio intenso, personalidade própria e dominante e faaaaaaaala que só ela!!! Vence pelo cansaço... E Dalilah é só orgulho, lógico!! As duas defendem a família como duas Leoas e todos os seus irmãos vão atrás delas para discutirem assuntos ou pedirem opinião. Amo ver a união deles e como se organizaram familiarmente, dado o tamanho de minha Casa!

Voltando ao foco, após a noite em que a fiz minha mulher, Sibyla ficou bem e se mostrou submissa como a mãe, mas mais desejosa ainda e, apesar de eu ter me saciado em Gabriela, minha mente voltava ao corredor, sua penumbra, e a minha alminha por mais de uma hora em meus braços.

Soube da conversa dela com Sarah e Rachel e fiquei tão impressionado quanto e feliz que não tinha "estragado" a pequenininha, minha alminha!!

Fato é que, após três semanas com Gabriela, pegando-a várias vezes ao dia, ela deitou-se em meu peito toda suada e falou:

- "Noah... Essas últimas três semanas têm sido a realização da minha vida, amor... Você me faz feliz que não sei nem por onde começar a falar!! Ví meu quarto novo, as roupas, tudo e estou fascinada, me sentindo como uma princesa, uma rainha e nunca esperei estar ou me sentir assim!!"

- "Gabby... Não precisa agradecer, amorzinho... Tu mereces muito mais que isso e espero estar a altura e conseguir fazê-la feliz enquanto viver, pequena minha!... Mas o que quer me pedir, amor?... Eu já sei e quero te ouvir pedir... Podes ser sempre direta comigo, apesar de que eu aprecio o tato de tuas palavras sempre!!"

Beijei a pequena com muito amor, língua, saliva e abraço e tive uma ereção, mas não a tomei novamente.

- "Diz, amor... Diz...", sorrindo.

- "Amor... Nos últimos dias que você me possui por, sei lá, oitocentas vezes por dia, Rsssssss, tenho sentido umas dores fortes no cólo do útero... Parece que está mais fechado e queria que mãe Sarah ou mãe Angélica desse uma olhadinha em mim... Mas não quero te deixar sozinho e estou triste em te falar isso..."

- "Gabriela. Não tenho prazer em ser super-dotado; não tenho prazer em 'comer' uma mulher; não tenho prazer em dor que não seja normal ao ato de fazer amor; não tenho prazer no sofrimento de nenhuma das minhas fêmeas! Meu prazer está em causar prazer e eu me alimento dos orgasmos e felicidade vossa, nunca da dor jamais!! Veste-te amor!! Lembras sempre em tua vida que eu te amo, Gabriela e estou aqui para cuidar de ti e tua vida me é mais importante que a minha própria!! Melhor: deixá-me vestí-la!!"

E vesti a pequena com cuidado e vi como andava encurvada e me odiei em não ter agido antes!! Eu sentia seu coração bater de modo errático quando me empolgava mais em seu corpo e via sua reação e olhos mas, simplesmente, deixei o "animal" se saciar, ignorando o grito em minha cabeça para parar!! Um dia aprendo a me controlar melhor e tenho rezado e orado muito para isso acontecer! A tomei no colo e a levei para seu novo quarto, colocando-a em sua cama. Fui até Sarah e liguei para Angélica, que veio em quase cinco minutos.

As duas examinaram Gabby. Graças a D-us ela estava bem e estava gestante como falara, por isso o cólo do útero se fechou. Tinha alguns hematomas nele, mas nada que requeresse tratamento senão descanso! Angélica lhe deu alguns remédios para a dor e pediu para ela ter repouso e evitar fazer amor até ela pedir sozinha e, quando isso acontecesse, para eu evitar penetrá-la totalmente e tocar em seu cólo, mas manter na medida de sua vagina.

Fato é que eu dormi abraçado como um corpo só com ela em nosso suor pelos dois dias seguintes, beijando-a muito até que sua dor cessou e ela ficou bem, mas só a possuí quando ela foi me buscar no celeiro, três meses após e com muito cuidado e carinho, já que ela mostrava sua barriguinha crescendo, usando o creme de Sarah, e estava linda!

Fiz questão de manter o vaso em seu quarto com flores coloridas que eu trocava antes de cada Shabbat e a enchi de livros e carinho! Todas as outras suas manas a visitavam e andavam com ela, mostrando como ela era amada e bem vinda entre elas!

Júlia a ensinou alguns truques na cozinha e ela sentava e chorava. Sarah via e perguntava se ela estava bem e ela confessava que jamais se sentiu tão feliz pela vida que D-us lhe deu e a família que ela pertencia e abraçou Sarah e chorou de alegria em seu ombro.

Sarah respondeu:

- "Isto é só o começo, minha maninha amada!! Só o comecinho!! Tu vais ter um filho homem lindo, teu primogênito com teu homem que amas desde que te conheces por gente, e será motivo de alegria para todos nós, amor!! Estou muito feliz que estás bem e te recuperastes de ficar com aquele Ogro amado por três semanas e sobrevivestes ao seu furor! Rsssss! Passei por isso algumas vezes e sei como é ao mesmo tempo maravilhoso e terrível! Rssss! Ele vai sempre cuidar de ti como cuida de nós, individualmente, e tu sempre vais ser amada mais a cada dia, pois teu coração é de ouro, tocado por D-us e tu tens Dons e segredos que tu mesma ainda não sabes, Gabbyzinha!! Estou realizada em tê-la minha mana e vou aprender muito de ti, pequena!! Eu te amo muito, Gabriela e se sentires incômodo ou dor menor que seja, me avise que eu te consulto imediatamente!! Angélica acompanhará teus pré-natais mensalmente e eu te cuido diariamente, amor!! Vamos ver-te uma linda mamãe com um lindo filhinho!! Choras sempre de felicidade, mas saibas que tu mereces isto e muito mais e vais ganhar tudo e ser sempre mais amada a cada dia, filha!"

Neste meio tempo, Sibyla não saia da minha cabeça, mas eu não sabia o que fazer e me sentia meio desconfortável por ela ser tão novinha e tão entregue ao nosso amor. De outro lado, confesso que sentia falta dela e Rachel falava para eu não voltar a evitar ou ignorar a guria, mas terminar e amá-la como eu precisava, pois aquela era a mesma necessidade da pequena:

- "Você não deve evitá-la, Noah!! Ela só existe para te amar e sente tua falta, mas não sabe o que fazer e pensa que você se arrependeu de iniciar ela no corredor... Quando foi a última vez que ela foi te dar beijos como ela fazia várias vezes ao dia, amor? Nenhuma, desde que foi iniciada!! Ela está sozinha e pensa que não é querida e eu sei que é exatamente o contrário pois sinto o que você sente... Visita ela, amor... Abraça ela e mostra esse teu amor imenso e único, maior que comigo ou Sarah ou outra rainha tua, que tem para ela somente!..."

A noite, fui à sede e estava maluco para estar com alguém e pensei em muitas das que possuo, mas fui ao quarto de Sibyla e ela dormia em sua cama.

Era uma anjinha dormindo. Pequena, linda, com os cabelos soltos no travesseiro e eu fiquei olhando-a, apaixonadamente, pensando se a chamava ou não, e fiquei em pé por alguns minutos, quieto e em silêncio, até que a ouvir sonhar e me chamar pelo nome e chorar... Aproximei da cama e toquei levemente em sua testa, falando:

- "Shiiii... Estou aqui... Calma...", e lhe beijei a face suavemente e ia saindo do quarto.

Ela acordou e deu um grito: "Fica comigo, papai!... Não vai embora não, amor... Você não me quer mais?...", sentada na cama.

Voltei e me deitei ao seu lado e beijei sua boquinha longamente. Perguntei como estava:

- "Com saudades... Não tive coragem de voltar a beijar o senhor porque parece que o senhor não gostou de mim ou não quer mais contato comigo, então não fui mais te procurar... Posso te beijar como antes?...".

- "Nunca devias ter perdido a coragem comigo, Bylinha!! Tudo que lhe disse foi e é verdade e te iniciar foi a melhor coisa que eu fiz em toda a minha vida, amorzinho!... Por que tivestes este medo, amor?... Algo que eu fiz?... Te machuquei e ficastes com medo de mim?..."

- "Não, papai... Só que o senhor não terminou e, depois, buscou a Gabbyzinha e eu entendi que o senhor queria ela, não eu... Então perdi a segurança que tinha sentido com o senhor por entender que eu não deixei o senhor em paz, pai..."

- "Sibyla... Tu nunca me deixou em paz amor... Tu mesma és a minha Paz e eu só a tenho quando estou contigo, amor... Busquei a Gabby porque quis estar com ela, não por não querer estar contigo!! Eu tenho medo de te machucar, amorzinho... E tenho me contido nestas semanas em te visitar e terminar o que começamos, pois não quero te ferir muito, amor... Não é por rejeição ou que acho que sejas menos mulher que as outras, mas és novinha, pequena e quero te dar carinho e amor, não só dor, entendes? Acho que peco contigo por te amar demais, Bylinha, pois tu e eu não somos dois mas um e te amo mais que qualquer outra pessoa em todo o mundo, amorzinho!! Entendas teu papai, amor... E perdoas minha ausência e medo, pois vejo que erro em te proteger, negando-te o que tu e teu corpo, meu corpo, precisam!!"

- "Papai... Eu só existo pra te fazer feliz!... Se não te faço feliz, sou infeliz também!... Se o senhor quer me poupar, me poupa fazendo tudo que tem vontade comigo e me deixa ser tua escravinha, tua submissa e me ama com todas as tuas forças e faz machucados de amor em mim, mas não me poupa de nada... Meu prazer está na dor que o senhor me provoca e na tua felicidade, papai... Sem isso, eu sou infeliz e tenho sido assim desde a primeira vez... Me ama, papai?..."

E pulou em mim, beijando-me o rosto incansavelmente e eu a tomei nos braços novamente e a levantei e me apoiei na parede, como a iniciei antes, e ela me beijava e buscava minha saliva como uma desesperada e abraçava meu pescoço e meu quadril com desejo e fome que me assustei a princípio e deixa-a seguir seus instintos...

Novamente, para minha surpresa, Esther ouviu eu abrir a porta do quarto de Sibyla e sabia que eu a procurava novamente e veio, entrou e pediu para ficar e somente olhar, para cuidar dela depois, o que estranhei mas ela é mãe e estava junto quando tirei a virgindade da guria, então a ignorei e voltei à carga na minha guria amada, minha alminha.

Que porra de tesão!!!

Dei um tapa forte e seco em sua bundinha e ela deu um gemido alto e me beijou mais forte ainda:

- "Que saudades desta mão pesada de aço, papai... Bate mais na tua escravinha, amor... Me usa como tem vontade, papai... Solta todo o Leão dentro do senhor que eu quero acalmar ele inteiro... Me ensina de novo que já esqueci tudo...".

Sorri da sua entrega e fui ao seu pescocinho, chupando e mordendo, enquanto sentia seus moranguinhos espetados no meu peito e como ela remexia o quadril procurando meu pinto.

Deixei minha calça cair e a apertei, falando ao seu ouvidinho:

- "Hoje tu vais ser minha inteira, putinha!... Te racho no meio e te faço minha inteira, minha alminha!!! Tu nunca ficas longe de mim de novo, pois fiquei triste todo este tempo, apesar dos esforços de tua mana Gabby, só sentia falta deste teu corpinho delicioso!! Tu vais ao celeiro quando quiser, me buscas sempre que tiveres vontade e não evites nenhuma das tuas vontades!! Tu és minha para sempre, Sibyla!! Para onde eu for, te prometi que tu estarás junto de mim para sempre!!"

- "Papai... Sou tua escrava, tua serva, tua mulher, tua putinha, tudo que o senhor precisa... Me busca mais e me deixa amar o senhor mais... Ficar longe do senhor faz eu muito infeliz, papai... Que saudades do teu gosto e do teu cheiro..."

E se arrumou, sentindo meu membro por baixo de sua camisola, colocando a glande em sua bucetinha... Parecia virgem novamente, tão fechadinha que estava e eu beijei sua boquinha forte e desci a mão em seu quadril. Ela dançava como fizera antes e ficava buscando encaixe e decidi ajudá-la.

Senti tesão em machucar a pequena um pouco, e lhe dei tapas fortes na bundinha e nas pernas, que ela gemia, chorava e pedia para ser punida de novo por não ter me procurado para me beijar... Deixei sua bundinha e coxas marcadas e ela começou a tremer, aproximando-se de um orgasmo só em apanhar e vi que seu líquido escorria em sua coxa... Minha putinha submissa adora apanhar e sente um prazer imenso com isso!...

Não deixei ela gozar naquele momento: encaixei a cabeça naquela bucetinha semi-aberta, melada e escorrendo seus líquidos do tesão e vontade que estava e ela apertou seus braços em meu pescoço.

Dobrei um pouco o corpo para dar a altura e decidi soltar meu Leão naquele corpo fresco, cheiroso e desejoso, febril de desejo e vontade de amar!

Quando senti o encaixe, afastei minha boca e olhei em seus olhos cinzas. Ela me devolvou o olhar, respirando rápido e eu segurei seu quadril e comecei a forçar, mantendo os olhos nela!! Ela voltou a abrir sua boquinha sem gritar conforme sentia eu forçar seu sexo e começou a tremer e foi abaixar sua cabecinha.

- "Não, putinha!! Fica olhando nos olhos do teu Mestre e aguentas!! Se quiseres, lança tua cabeça para trás como fazes, mas quero que voltes a olhar em meus olhos e quero ver teu prazer e dor!! Obedeces!!"

- "Sim, papai... Obedeço o meu Mestre sempre!!"

Forcei mais e senti sua bucetinha esticar novamente e começou a sair lágrimas de seus olhos, mas ela se manteve me olhando! Queria ouvir seu gemido e grito e dei uma estocada forte, que abriu sua bucetinha e mantive a pressão forte, sentindo ela relaxar e empurrar seu quadril contra mim, entrando a glande até onde entrara anteriormente, ouvindo seu urro e gemido altos que Esther levantou-se da cama para ver como ela estava!!

Ela urrou, jogando a cabeça e o cabelo para trás, mas relaxou e manteve o quadril forçando para entrar mais e voltou a me olhar, lavada em lágrimas e com os olhos semi-cerrados.

- "Me abre mais, meu Mestre... Não dá folga pra tua escravinha... Me come inteira, paizinho... Dói mas é delicioso receber o senhor..."

Senti o aperto de seu canalzinho como se fosse a primeira vez e olhei e vi sangue escorrer de novo... Agora tinha rasgado de vez a entrada da sua vagina e ela sangrava como se tivesse perdido a virgindade novamente... E aquilo me dava mais tesão ainda, sentindo minha glande sendo estrangulada por sua vagina que se movimentava como se chupasse a cabeça do pinto!!

Bylinha foi a única mulher que naturalmente pompoava meu membro. Era sua natureza e aquilo me dava um prazer que eu sentia arrepios na espinha tamanho prazer que a entrega e corpo daquela pequena me davam como nunca sentira em toda a minha vida!! Eu jamais faria isso, mas sumiria mesmo no mundo com Sibyla!! Ela acalma meu corpo, coração, espírito e alma e sua entrega é sem limites, sem medida, para me dar prazer e me realizar como homem, macho dominante!!

Comecei a tirar e meter até aquele ponto que eu tinha entrado e ví que não caberia mais e que eu rasgaria toda a guria por mais que ela quisesse! Ela relaxava e forçava o quadril contra o meu, enquanto eu puxava e metia toda a glande nela!... Continuei a comer ela e chupar seu pescocinho, marcando aquela carne branca e macia.

Estava com muito tesão e forcei um pouco mais, enfiando dois dedos de uma vez em seu cuzinho, que se alargou e perdeu a força na hora, tendo a guria empinado o rabinho e feito biquinho para fora!! Somente a entrega da fêmea que sentia e agia pelo seu instinto de vontade!!

Senti seu rabinho macio e pegando fogo por dentro e comia seu cuzinho com os dedos até o final, rodando eles porque queria meter o pinto lá também!... Ela rebolava no meu pinto e nos meus dedos e me olhava, pedindo mais e me beijando!!

Eu não resisti àquela guria que pompoava meu membro e falei:

- "Ahhhh! Bylinha!! Que tesão tu és guria... Papai não aguenta mais, amor..."

- "Goza, papai!! Lança teus jatos dentro da tua putinha e enche ela, amor... Goza gostoso, paizinho..."

E eu enfiei e forcei mais e comecei a ejacular dentro dela, que entrou em transe sentindo meu orgasmo, e passou a tremer e se agarrou aos pelos do meu peito tremendo e gemendo forte, enquanto rebolava sentindo os jatos entrando em seu corpo!!

Gozei vários jatos que não contei e forçava o pinto a cada jato, sentindo seu quadril pedir para engolir mais e eu forçava até sentir ela abrir mais, mas puxava para trás, pois não queria ferir a guria, mas ela me buscava com o quadril e forçava mais, sentindo o leite empapá-la por dentro!!

Estava perdendo o auto-controle com aquela pequena e vi Esther correr e ver se a pequena estava bem, já que tremia sem controle do corpo, e viu meu pau alguns centímetros dentro da guria, cuja bucetinha estava aberta e sangrando e viu como ela rebolava e movia a bucetinha no meu pinto e me olhou, vermelhinha de tesão em ver a filha levar pinto e agir tão fêmea e tão faminta de mim e se afastou!!

Meu pinto relaxou com meu orgasmo, mas o Leão acordou e rugiu dentro de mim e eu voltei a ter uma nova ereção dentro da pequena, mais forte que senti dor em como meu membro inxava dentro da pequena e eu apoiei minhas costas na parede para deixá-la com o peso forçando meu pinto e ver sua cintura se mover, o que me dava um tesão sem medidas e me engrossava ainda mais, sentindo a lubrificação dentro dela pelo seu caldo, seu orgasmo e meu esperma, tudo macio, molhado e apertado!!

Pensei: Me ajuda a sair dessa guria ou mato ela hoje!!!

Ela percebeu e falou:

- "Mexe só mais um pouquinho, papai.. Está ficando mais grosso ainda, mas eu queria só mais um pouquinho... Se o senhor ainda me quiser... Ainda quiser tua escravinha novinha... Tá com vontade de mim ainda, meu Mestre?...", sorrindo e olhando nos meus olhos.

E... como dizer não àquilo???

Passei a puxar para fora e penetrar somente a glande e ela passou a fazer os movimentos com o quadril, agora de bucetinha lotada e vazando seu sangue e meu esperma, o que tornava tudo muito lubrificado... Ia dar merda, pensei...

Ela voltou a suar forte e me beijar e forçava as pernas para fora, arregaçando até o limite novo que eu abri sua virilha e relaxava sua bucetinha quando vinha para frente, ao meu encontro, empurrando seu quadril contra o meu bem forte, como um empurrão, não um movimento suave e apertava a bucetinha, esmagando meu pinto e puxava a bundinha para fora quando eu puxava para trás, fazendo como se uma boca estivesse chupando a cabeça do meu pinto literalmente!

Que pressão deliciosa e que talento aquela fêmea tinha para acabar com um macho e... considerava... toda minha, minha putinha submissa... minha escravinha... minha amada para sempre!!!

Bom... Sou macho e meu auto-controle estava virando uma auto-tortura... Relaxei e levei as mãos na sua bundinha, voltando dois dedos naquele cuzinho já laceado e que ela, ao sentir, fez força e o biquinho para eu enfiar!

Que putinha era aquela!!! Fazia tudo por instinto, mas era fêmea sem medo, só seguindo as coisas que tinha vontade e buscando me dar o prazer que lhe rejeitei por tantos anos!!

Meus dedos são grossos e sentia seu anelzinho esticado e ví sangue das preguinhas, mas o tesão me pegou de novo e eu comecei a tentar enfiar o terceiro até ver aonde a coragem daquela pequena acabava. Eu pararia no momento que ela reclamasse ou gemesse, então estoquei a cabeça na sua bucetinha já mais laceada no comecinho, entrando a cabeça até o final e senti o anel ser pressionado pelas paredes daquela bucetinha e comecei a fazer força com o terceiro dedo em seu cuzinho.

Ela relaxou mais a bucetinha e o cuzinho e passou a rebolar, sentindo minha vontade, e me olhou nos olhos, absurdamente suada e vermelha, escorrendo lágrimas mudas e com a boquinha aberta em um grande "O" e relaxou mais, forçando para fora, até seu anelzinho começar a afrouxar e esticar mais, e fui forçando o dedo e mechendo os outros dois já dentro, sentindo ir entrando aos poucos e o anelzinho só rasgando mais.

Quando a falange do terceiro dedo passou, eu soquei os três até a metade ela jogou a cabeça para trás de olhos fechados de seu jeitinho, com um imenso grito mudo e abraçou meu pescoço, jogando seu quadril forte para a frente, fazendo meu pinto penetrar uns 5 ou 6cm de uma vez só naquela bucetinha, lhe arrancando um urro alto como se tivesse levado uma facada e seu corpo passou a tremer e convulcionar em um outro orgasmo imediato pela dor e pela sensação de ser rasgada por dentro!

Senti uma dor imensa no pinto e a carne dela rasgar, mas nada pude fazer, mas tirar os dedos de seu cuzinho devagar e segurar seu quadril e sua costinha até ela voltar e se acalmar...

Entrou a mesma quantidade de quando eu tirei a virgindade de sua mãe, que assistia a tudo e via a coisa toda de boca aberta e olhar assustado para mim!

Ela começou a chorar muito e eu fiquei preocupado demais e comecei a sair lentamente de dentro dela, mas ela sentiu e, mesmo tremendo todo o corpo, abraçou meu pescoço e falou: "Deixa só um pouco, papai...", e eu olhei para Esther que me devolveu um "espera então...", sem saber o que fazer também...

Confesso que aquela carne era a mais deliciosa que eu comi em toda a minha vida, melhor ainda que Rachel, e eu a segurei, lhe abracei contra meu peito e fiquei parado por alguns minutos, mas a porra do pinto não amolecia, não parava de pulsar e pular naquela carne quente, como que convidando aquela bucetinha recém aberta a voltar a "dançar".

Ela foi se acalmando e respirava profundamente, com seu corpinho todo relaxado, e falou no meu ouvido:

- "É meu sonho, papai... Dói muito e nem chegou perto da metade, mas não aguento mais... Perdoa paizinho... Meu sonho tá realizado por hoje... Meche só até aí e me dá outro orgasmo, papai...", e odiei aquela voz de quem está morrendo, mas ela passou a movimentar seu quadril novamente.

Esther tirou a camisola dela e enchugou o suor de seu corpo e rosto e limpou o chão cheio de sangue da guria e eu fiquei chateado pela quantidade que saiu e que sujou a camisola. Ela passou por baixo da guria e limpou meu saco, o pinto que estava fora dela a viu a bucetinha aberta da pequena e tirou mais um monte de sangue e me mostrou.

Mandei que ela guardasse a camisola sem lavar e desse à Sibyla depois, para ela mesma guardar para si a evidência de sua primeira vez que ela tanto sonhou.

Sentindo seus movimentos, me deu tesão de novo e comecei a meter de novo, devagar, mas tirava até quase sair e entrava de novo, até o novo limite dela e ela voltou a forçar o quadril como fazia antes, voltando a suar e respirar mais forte, nua em meu colo.

Não resisti só olhar aqueles peitinhos pequenos, com mamilos rosinhas bem claro e biquinhos pequenininhos, pouco projetados para fora... Ia crescer aqueles moranguinhos na minha boca na marra! Rs!...

Enfiei o pinto até aquele ponto que já tinha conquistado e dobrei o corpo e comecei a chupar forte e possuir como eu gosto aqueles moranguinhos lindos, engolindo um inteiro e puchando forte a maminha que estava nascendo até forçar sua pele em volta do seio para dentro de minha boca e sentir o peitinho todo na minha boca, sendo puxado para minha garganta. Mordia e chupava os biquinhos e comecei a forçar para o mamilo e o bico pularem para fora.

Continuei sugando forte, mastigando o seio sem dentes, e passando a língua no bico, como que "chamando" ele e senti ela voltar a mover seu quadril, fazendo os movimentos em meu pinto como se estivesse "metendo" sozinha.

Em um momento, senti o mamilo ir inchando e o biquinho do moranguinho ir aumentando, sendo arrancado para fora, e segurei ele com os dentes bem de levinho, sem morder, só prender, mas ela sentiu o biquinho sendo puxado na marra e entrou em outro orgasmo e forçou a pélvis forte para a frente de novo.

Outro urro e senti o pinto entrar rasgando quase até a metade e bater no final de seu canalzinho, rasgando ele de novo e estrangulando meu membro!

Era o cólo do útero de Sibyla, com quase 13cm de pinto dentro dela... Sua bucetinha agasalhou metade do comprimento e os 8cm de largura dentro de si e a guria perdeu a voz e só continuou tendo seu orgasmo.

Eu parei e esperei ela voltar e parar de se chacoalhar e todo seu corpo perdeu a força enquanto ela tremia. Esther deu um gritinho e foi olhar o estrago e voltou a limpar o sangue na camisola da guria e me olhou, agora realmente preocupada.

Eu fiquei preocupado também, mas o calor e o fundo daquela bucetinha me descontrolaram, parecendo que me chupava, apertava, soltava, como uma boca molhada chupando tudo que entrou, sem parar, e eu fiz descer a boca para o outro moranguinho e possuir ele como fiz com o primeiro, bem forte e profundo, sugando ele inteiro dentro da minha boca, sentindo engolir inteiro e puxar a pele e fazer inchar o mamilo como o outro ficou, grande com o bico projetado, na marra e inchado!

Quando Sibyla sentiu o outro biquinho rasgar forçado e ceder também e o seio ser todo devorado e mastigado, voltou a ter outro orgasmo, sendo devorada dos dois lados e fazendo seus seios ficaram maiores, com mamilos inchados e os biquinhos aparentes e sua pele em volta com marcas vermelhas fortes dos chupões e das mordidas de serem devorados!

Bom: estava feito para muito além do que eu planejei, mas senti o rugido do Leão em meu peito e meu pau alargou mais, forçando aquelas carnes a cederem mais espaço, abrirem mais e a guria perdeu as forças e só respirava forte e mexia o corpo de olhos fechados, a cabeça para trás e a boquinha aberta!

Eu tinha que gozar e comecei a tirar o pinto coberto de sangue e, ao sentir eu saindo, ela forçou o corpo, trouxe a cabeça de volta e colocou os braços nos meus ombros e me olhou novamente.

Ela tinha os olhos semi-cerrados, sua baba escorria da boquinha misturada à minha, seus cabelos loirinhos claros e finos estavam molhados de suor e todos bagunçados e todo seu corpinho alvo estava vermelho vivo.

- "Termina, papai... Faz de novo agora no fundinho... Faz na tua escravinha e me marca com teu leitinho de novo...", para total surpresa minha e de sua mãe!!

- "Tem certeza, amor?... Tu deves descansar agora, alminha minha... Minha putinha deliciosa!!"

- "Vai abandonar tua putinha sem terminar de usar ela então?...", perguntou com um sorriso lindo...

Ok...

Tomei seus lábios e a abracei de novo! Puxei o pinto até quase sair e penetrei lentamente até sentir o fundinho de seu canal e fui estocando devagar para não rasgar minha escravinha.. Puxava e enfiava até a metade do membro, até sentir ela voltar a fazer os movimentos do quadril para dentro e para fora...

Quando sentia entrar, ela forçava o quadril para frente com menos força, mas continuamente, tentando ver se cabia mais pinto nela, mas gemia quando a cabeça forçava o cólo do útero... E eu fui fazendo os movimentos e voltei a notar que ela foi voltando ao seu tesao e voltou a forçar as pernas para fora e me olhar nos olhos de novo, mostrando ser minha serva, minha prisioneira para sempre.

Aqueles olhos cinzas me deram o maior tesão e eu deixei ela se movimentar gostoso no pinto, mamando ele até onde ela aguentava, até que ela começou a ficar mais melada ainda e relaxar mais sua bucetinha, abrindo mais suas pernas.

Fiquei com mais tesão comendo aquele sexo delicioso, mais tentado ainda e voltei a rebolar enquanto fazia o vai-e-vem nela e, quando ia no fundo e ela vinha com o quadril, eu a apoiava e fazia pressão no fundo, sem estocar, mas pressão contínua, lendo as reações de seu rostinho até ver que ela demonstrava uma dor mais forte.

Eu puxava para fora e ela gemia e suspirava e voltava a suar de novo que pensei que ia matar a guria desidratada. Nunca peguei uma guria na primeira vez que conseguisse sentir tanto tesão depois de ser rasgada, mas Sibyla não era qualquer guria mas A guria!

Ela começou a movimentar o quadril mais rápido, empinando e voltando a bundinha, e eu segurei ela quando ela forçou o quadril para frente e beijei, engoli, sua boquinha, apertando a mão em sua costa contra meu peito, esmagando seus peitinhos nos meus pêlos e comecei a puxar ela para mim pela bundinha contra meu pinto, bem lentamente e rebolando enquanto a beijava!

Ela começou a respirar forte e agarrou meus pêlos com os dedos, mas se entregou e relaxou as coxas, forçando de novo para fora e forçou o quadril para frente. Senti sua bucetinha relaxar bem e mantive a pressão nela, forçando aos poucos, dando estocadinhas bem leves e fazendo mais pressão no fundo, até que senti o pinto entrando mais e esticando a bucetinha para o fundo!

Ela gemeu alto e bateu no meu peito e eu tirei a pressão, mas deixei o que entrou mais dentro dela e voltei a beijar e sugar sua boca e ela voltou a relaxar e começou a me beijar forte e senti recomeçar os movimentos do quadril, lentamente mas aumentando aos poucos.

Voltei a ação e resolvi SIM usar minha nova putinha, minha escravinha!!

Puxei o pinto para fora e parei de beijá-la, somente olhando diretamente nos meus olhos:

- "Relaxa e aguenta!! Fica bem relaxada e aguenta!! Abre mais as pernas, putinha!!", e ela forçou para abrir mais e ficou me olhando e esperando.

Voltei a meter nela, olhando seus olhos, enquanto ela abria a famosa boquinha de "O" e cheguei ao fundo de novo, mas já passava da metade do meu membro. Ela respirava fundo e tentava relaxar a bucetinha e eu voltei a fazer pressão no fundo e rebolar com ela no colo!

Ela começou a lacrimejar forte, mas respirava e soltava seu corpinho e eu sentia sua bucetinha bem macia, molhada e relaxada e mantive a pressão, trazendo ela mais para mim:

- "Força a bundinha como tu estava fazendo, cachorrinha!!", e senti ela empurrar o quadril para frente devagar.

Eu a firmei mais e aumentei a pressão e senti o pinto entrando mais, empurrando tudo para o fundo, e ela segurava, mas soltava e eu mantive a pressão e ia entrando em seu corpinho lindo, até ela por a mãozinha em cima do útero...

Eu puxei o pinto para trás um pouquinho e ela tirou a mãozinha e me abraçou novamente...

Eu voltei com o pinto mais forte e senti entrar mais e ela gemeu alto! Mantive a pressão forte no fundo e mandei novamente:

- "Relaxa mais e aguenta!! Força para a frente até engolir o que conseguir deste pinto, cadelinha do papai!!"

Senti ela puxar o quadril para trás e dei um tapa bem leve em seu rostinho e um tapão na sua bundinha como castigo, para seu longo gemido e chôro e ela me olhou com medo e total submissão e voltou a forçar o quadril para frente!!

Quando senti ela vindo, eu fui com mais força e senti entrar quase todo o pinto dentro dela, para seu urro e orgasmo pela dor e o preenchimento!! Ela começou a se contorcer novamente e tremer as pernas e braços sem controle, e fiz estocar de novo e mais forte e enfiar o resto até as bolas travarem naquela bucetinha arrombada!!

Mantive todo o pinto enfiado enquanto a segurava e Esther limpava o sangue de sua buceta arrombada e suas pernas. Tirava seu suor e olhava para baixo, vendo meu saco preso na sua buceta, que estava toda arrombada e sangrando em volta do talo, e o pinto inteiro nela!!

Esperei uns bons dez minutos e ela começou a voltar e me olhar:

- "O senhor me abriu inteira, paizinho... Agora eu me sinto tua mulher, aguentando tua rola inteira em mim... Dói muito, e tô rasgada ao meio até o estômago e sangrando muito que minha mãe só fica me limpando, mas é a melhor dor da minha vida e agora sim meu sonho está realizado, papai!... Agora sou tua putinha, tua escravinha, tua cadelinha para sempre... O senhor vai mesmo me levar sempre junto onde o senhor for e nunca me abandonar, mesmo agora que o senhor me deixou arrombada?... O senhor ainda me ama como antes, paizinho?... A vontade do senhor não vai mudar e o senhor vai querer outra virgem por ter ficado cansado de mim e perder o interesse nessa baixinha ou por eu ter ficado aberta, papai?...", olhando profundamente em meus olhos.

A abracei no meu peito bem forte e senti mais do pinto entrar nela, sendo estrangulado por aquela bucetinha apertadíssima, mas só queria sentir seu corpo suado, já que o meu estava seco e queria que ela sentisse meu amor por ela!!

- "Sibylinha... Papai não faz promessas vãs em troca de sexo... Papai não precisa disso, amor... Tu és um pedaço do meu corpo, espírito e alma, filha... A minha essência está dentro de ti, amor... O único jeito de eu te deixar sozinha é morrendo, Bylinha... Se te achares sozinha, saibas que não existo mais como humano... Para onde eu for, tu vais comigo... Aonde eu estiver, tu vais estar junto de mim... Seja para que fim for, para o lugar que for... Se Rachel, Sarah ou uma das minhas Rainhas pedirem para viajar sozinhas comigo, elas vão pedir permissão a ti primeiro, antes de falar comigo, e só vou aceitar se tu ficares em Paz e permitires de coração a quem te pedir... Eu vou te amar todos os dias da tua vida... Eu vou te arrombar todos os dias que eu quiser e tu sempre vais ser amada como estás sendo hoje... Tu és minha escrava, minha putinha, minha serva, e um senhor não sai sem sua escravinha nunca!! Tu és minha filha, minha mulher, minha alma e minha Esposa e vais me dar muitos filhos desse teu corpo lindo... Eles vão ser lindos como a mãe, puros, bons e eu vou te amar sempre, Sibyla!! Mais fácil tu esqueceres do papai que o papai esquecer de ti; mais fácil eu parar de respirar a te esquecer ou não te querer mais!! Eu jamais te trocaria para possuir outra virgem... Eu jamais vou me cansar de ti... Jamais vou te trocar por outra guria virgem ou não, nova ou não, pois te amo e te desejo para além do entendimento humano, Sibyla... Tu vais treinar teu corpo como mandei para sempre te manteres assim, linda e forte... Te ordenei e tu vais cumprir todos os dias... Tu vais sempre te cuidar para sempre estar pronta e preparada para teu Mestre... Tu vais lutar sempre para ser a melhor Esposa e Mãe Judia que esta Terra já viu desde os tempos de Rikva... Tu vais ser a minha Coroa e vais me dar a honra que jamais um Varão Judeu viu ou recebeu... Aprendes e jamais esqueces, putinha gostosa!! Juras-me que é isto que queres para tua vida e que irás viver a cada segundo para cumprir o que falo!! Quero que jures não por ser minha escrava! Quero que jures por ser o desejo único do fundo da tua alma e sabes que eu vou tocar meu peito em ti e saber se foste sincera ou não!! Tu és minha serva, minha escrava, mas te dou este último desejo e liberdade e escolha!"

Ela me sorriu e me beijou, chorando de emoção, enquanto me sentia inteiro em seu sexo e meu amor por ela!!

- "Eu te amo para toda a minha vida, papai... Eu nasci só pra te dar amor, ser tua escrava, tua putinha e ser tua mulher... Minha única vontade é ser tua Coroa, tua Esposa, te dar filhos, te fazer feliz e falei isso pra mãe Sarah e pra mãe Rachel e sempre falo isso pra minha mãe... Eu não tenho nem nunca tive outro sonho ou desejo ou pensamento desde que nasci, pai... Essa é a única vontade da minha alma e coração e eu falei isso pra mulher-anjo que o senhor viu e ela me perguntou a mesma coisa várias vezes e falou que o senhor ia me perguntar também e pedia pra eu pensar e me mostrou outras coisas que eu podia ser, outras pessoas e lugares, mas eu só pedia pra ela me deixar ficar com o senhor por toda a minha vida e ela falou que não podia fazer isso porque eu já tinha nascido e já era assim... Que eu fui inventada só para ser tua... Eu nasci só pra te fazer feliz em tudo e te dar filhos meus pro senhor... Nunca houve outro motivo pra eu existir, pai... Só o senhor... Eu vou sempre manter meu corpo lindo e treinado pra manter o senhor com vontade e desejo de mim... Eu vou aprender tudo da mãe Sarah, da Chel, da Jú, da Fran e da mãe Ci e da minha mãe! Eu vou ser a Coroa da tua cabeça, observar cada detalhe da Lei e te fazer o Judeu mais honrado acima do que a Lei manda, pai! Eu vou ser a melhor mãe dos teus filhos e criar eles para serem anjos como o papai deles é! Eu quero me casar com o senhor como a mãe Sarah fez porque a mãe Rachel é tua Esposa pela lei... Não quero o lugar da mãe Sarah ou da mãe Rachel, porque o meu está acima dos delas! Eu vou terminar o colégio, mas não quero fazer faculdade, pai! Eu quero ser uma mãe e esposa perfeita e criar nossos filhos que HaShem vai dar e os filhos das minhas mães que são minhas irmãs agora!... O senhor permite isso?... O senhor quer isso de mim, paizinho?... O senhor está feliz hoje, papai?... Ou o Leão ainda está no teu rugindo no teu peito e eu não fiz o senhor completo e feliz e o senhor precisa de outra mulher, paizinho?... Fala a verdade porque eu vejo o coração do senhor como o senhor vê o meu pai..."

Não havia Leão algum rugindo no meu peito!!

- "Tu estás me dando a paz que eu tinha perdido, Bylinha!... O Leão está quieto! Tu estás me fazendo um homem feliz como eu jamais me senti em toda a minha vida, Sibyla... É a primeira vez que eu me sinto feliz como estou agora, amorzinho!... Tudo por tua causa, minha alma!... Eu aceito casar-me contigo quando completares dezoito anos, mas teu anel virá antes e meu Pai me mostrará como ele será e será muito superior ao de Rachel e Sarah, pois assim tu és! Eu permito tu não ingressares na faculdade, pois escolhestes ser esposa e mãe tua prioridade!... Te preparas para uma longa vida comigo com muitas viagens e conhecer muitos lugares grudada a mim, amorzinho...", respondi sorrindo...

Ela me olhou e me beijou e passou a rebolar o quadril no meu pinto. Eu realmente sentia uma felicidade que pude divisar claramente: o mesmo amor e felicidade que sempre tive junto a Sarah, como se minha carne e coração com os dela fossem uma somente, minha eterna alma-gêmea; o mesmo amor e felicidade que sempre tive junto a Rachel, como se minha alma e espírito e essência fossem únicos, mas ainda mais íntimos e as mesmas sensações e felicidade que sentia ao estar com cada Rainha que me pertence, a mesma felicidade da primeira vez que possui e roubei Vanessa para mim! Tudo em uma única pessoa: Sibyla!

- "Eu estou realizada em fazer o senhor feliz e quero fazer por todos os dias que a gente existir, meu Mestre!... Agora mete gostoso e goza no meu útero como minha mãe fala que o senhor gosta, papai... Minha xaninha já recebeu o primeiro leitinho, mas agora eu quero que meu útero receba o primeiro dele amor... planta tua semente em mim, paizinho...", com a voz fraca, mas tranquila...

Notei Esther encostada na parede, chorando de emoção por sua filha... Ela sabia de tudo também...

Eu peguei em sua cinturinha e comecei a tirar o pinto inteiro e me assustei, pois mal dava para vê-lo com tanto sangue em toda sua superfície, mas ela parecia bem e comecei a meter novamente até o final e rebolar para terminar de alargá-la e voltei a tirar e meter...

Comecei a fazer mais rápido e ela teve outro orgasmo, mas não parei e comecei a estocar com mais força conforme sentia sua bucetinha alargar mais e voltar a ficar muito melada e passei a procurar o cólo do útero de novo!

Continuei metendo e parei e passei a procurar ele e ela notou e passou a mexer o quadril, falando para eu ficar metido, mas parado que ela ia colocar o colo do utero na minha ureta. Só era para eu manter o pinto firme e parado que ela ia me mostrar a entrada de sua alma. Até que ela me fez sentir a carne rugosa no fundo e gemeu mais alto. Foi a primeira vez que uma fêmea minha não só parou e deixou eu achar aquele lugar tão íntimo da mulher, mas me fez entrar nele e encaixar direito e bem na entrada. Eu travei ela e voltei a meter mais forte e passei a estocar como eu gosto até sentir que ia gozar novamente!

Ela sentiu e abriu os olhos e eu meti e achei o colo de novo, como ela me mostrou, e dei uma estocada nela e ela deu um grito como eu já sabia, queria e esperava e largou seu corpo em mim, abrindo mais as coxas que se largaram junto aos braços e sua cabecinha e eu puxei a mão e a sustentei pelo quadril e pelo pescocinho e encaixei bem a uretra naquela carne e senti sua bucetinha abrindo e relaxando mais...

Sei lá porque, já que eu já estava encaixado, mas senti tesão e puxei o pinto e estoquei de novo seu cólo mais forte, arrancando um urro seguido de gemido mais profundo dela e fazendo-a começar a girar os olhos e chacoalhar as pernas e braços tendo um novo orgasmo de corpo inteiro, mas mantive-a bem sustentada e forcei o pinto na boquinha que senti escancarada após o segundo choque que parecia que dava para enfiar a glande dentro de tão relaxada e aberta que ela ficou e se entregou que respirava fundo e relaxava mais, e comecei a gozar dentro dela como se eu estivesse literalmente mijando porra dentro dela!!

A guria se perdeu no orgasmo e fez como se tivesse desmaiado que Esther correu e segurou sua cabecinha, então deixei o corpo dela deitar no colo de Esther e ela ficou quase em 90 graus para meu corpo, segurando suas coxas abertas e sua mãe a cabecinha e os ombros, mas mantive a pressão forte da uretra naquela boca e jorrava jatos direto no seu útero e ela continuava a se debater em seu orgasmo!

Fiquei todo o tempo enfiado naquele lugar gostoso, naquela boquinha gulosa, sentindo os jatos enxendo seu corpo, seu útero, pela sua primeira vez, sem sentir absolutamente nada de porra vazar pela cabeça do pinto, mas entrar direto no seu útero, cada jato e gozei muito mais que sentira antes! Com Sibyla foram muitos jatos fortes e contínuos, até terminar e fui tirando o pinto de dentro dela, vendo o estrago que eu fiz...

Meu D-us: a guria era semi-virgem e pequena, mas a buceta estava arrombada, sangrando, com um buraco aberto e ela começou a voltar aos poucos!

Eu a abracei de volta no colo com carinho e a beijei muito, vendo ela respirar no meu colo. Passou uns minutos e ela me abraçou e falou:

- "Tô lotada, papai... O senhor me encheu de leitinho... Tô sentindo arder toda a bucetinha e no fundo e a barriga quente de uma coisa fervendo pra cima do umbigo e nele como a mãe Sarah falou... Meu útero e trompas estão cheios do teu leite, papai... Sou sua pra sempre, paizinho... Me leva pra cama pra eu descansar?...".

Eu peguei ela e levei para sua cama. Esther pegou uma calcinha e colocou um absorvente e vestiu a pequena e eu fui sair:

- "Papai... Posso dar beijinho no senhor antes de ir dormir?... O senhor me fez tua mulher hoje, mas não está esquecendo de nada não? E a marca na carne da tua fêmea que mostra que o senhor a escolheu, possuiu e fez tua, pai?... Não mereço?...", sorrindo...

Eu fui e beijei ela e deixei ela me beijar o quanto quis e virou para o lado, devagarzinho!

Empurrei seu rostinho para o lado e tirei seus cabelos loirinhos e vi seu pescocinho branco, sem marcas e seu trapézio...

- "Vira, filhinha, vira... deixa eu te marcar...", e ela virou de costas e tirou seu cabelo, mostrando seu pescoço e trapézio inteiros. Fui no meio do pesçoco, bem na nuca, e mordi sua carne lá, lentamente, aumentando a pressão aos poucos, até ouvir seu gemido e ela começar a chorar, mas sem movimentar as mãos ou o corpo, e mantive a pressão dos dentes até sentir sua pele ceder e ser penetrada.

Fui do lado direito, no pé do pescoço e do trapézio, e mordi aquele músculo devagar, fazendo força até ela aumentar o chôro e a pele ceder também e senti o gosto de seu sangue... Fui do outro lado. Iria deixar três marcas nela e mordi o outro lado, dessa vez com menos cuidado e mais fome, e senti a pele rasgar e o gosto de sangue, junto ao seu gritinho e gemido profundo.

Beijei as três marcas e lambi e chupei seu sangue com gosto. Era o sangue da minha própria carne!

Ela se virou, chorando baixinho, mas não pôs as mãozinhas nas mordidas. Ela desceu a mão e pôs dentro da calcinha, na bucetinha, e pegou o sangue da sua virgindade com os dedinhos e a palma e fiquei preocupado com a quantidade que ela tirou.

- "Faz junto comigo, papai?...", falou suavemente.

Eu abri sua camisola e me deitei sobre ela. Ela passou o sangue em meus lábios primeiro, depois nos dela e eu me deitei com o peito sobre o dela e a beijei, fazendo ambos beberem o sangue de sua virgindade.

O pacto estava feito. O Leão se aquietou e ficaria quieto e domado no corpo daquela mulherzinha minha até os dias que publico este relato! Saí dela e a arrumei de lado e fiquei preocupado com a moleza de seu corpinho e sua alta temperatura, igual a minha, apesar de que não suei durante toda aquela hora e meia com ela.

Fui até a porta de Rachel e a chamei: "Rachel! Vêm! Preciso de ti!". Em segundos Rachel veio, perguntando-me porque eu a chamei.

- "Pegas esta pequena de hoje em diante e a recebes contigo, em tua suíte, como sua tutora! Não há quartos livres na Ala Central e não vou colocá-la aonde Vanessa vivia. Ninguém vai morar naquele quarto nem tocá-lo senão Batya ou Adina ou uma de suas filhas enquanto eu viver e não para ser minha mulher! A minha mulher daquele quarto mudou de plano e seu lugar só pertence ao seu sangue e não quero mulher substituta! O que dizes?"

- "Amor... Eu ia te pedir isso antes de você me chamar!... Deixa ela ser minha companheira e eu ser a companheira dela e não coloca prazo ou fica pensando e fazendo planos para mudar isso, Noah... Pelo menos até ela completar dezoito anos, amor... Ela era minha irmã e é minha filha agora... Ela precisa de alguém para ajudar seu crescimento e tem a melhor mãe do mundo que é a Estherzinha, sem puxar o saco que eu não faço isso, mana!!", e Esther sorriu, meio vermelhinha e embaraçada!

- "Estherzinha!! Tu és minha!! Sibyla é minha!! Rachel é tutora de Sibyla de hoje em diante e tu tens muitos outros filhos para cuidar!! Deixas esta para Rachel, meu amor!! Tu és a mãe e sempre vais ser e nada mudou de modo algum!! Sou homem melhor e honrado em ter-te minha esposa, Esther!! E realizado em ter-te minha escrava e filha!! Mas Sibyla não te compete mais, amor... Tu não a perdestes e jamais a perderás, mas ela precisa de Rachel doravante, amor!! Aceitas e não te entristeças!!"

- "Obrigada, meu pai, meu Mestre!! Ela sempre foi de Rachel e sempre vai ser minha, mas acho melhor ela ficar com a Rachel até ela ter idade pra se tornar tua Esposa, papai...", e saiu do quarto de Sibyla para o seu.

Rachel a tomou e viu sangue em seu pescoço, no travesseiro e entre suas pernas, sua alta temperatura e seus lábios com sangue ressecado, e me olhou preocupada...

- "Noah... Ela é pequena e novinha e tá destruída, poxa... A gente que é mulher adulta mal sobrevive a ti, amor... Você devia ter parado ela, amor... Ela nunca vai te resistir, pedir pra parar ou te dizer não... Eu vou chamar Sarah e ver se ela tem hemorragia interna e talvez precise ser levada a um hospital... Ela está muito quente, mas não é febre... Disso eu não estou preocupada, Noah... Eu sou mulher adulta e aguento... Ela é só uma menina, caramba... Não fica triste!... Ela está dormindo agora, mas quero que a Sarah consulte ela...", olhando-me preocupada.

Eu peguei Sibyla no colo e a levei para o quarto de Sarah, que já nos esperava com a cama coberta com um lençol e sua maleta médica com um ultrassom e EKG portáteis... Sarah me sentia e sabia sempre pela sua intuição, sem que eu precisasse falar.

Sarah a despiu, cortando sua calcinha e tirando o absorvente com muito sangue e me olhou preocupada, o que me deu um tremendo calafrio e PUTA arrependimento em não ter parado a guria de um quase suicídio!... Não dei a mínima em "ter que explicar" para quem fosse, mas em como minha alminha ia ficar!!

Limpou o sangue ressecado de suas pernas enquanto Rachel fazia um curativo em seu pescocinho, passava pomada em seus lábios, peito e braços para não marcar a pele que ficou encostada em mim... Eu me sentia horrível ela quis e continuava a pedir, mas EU SOU O HOMEM e devia parar, não ceder ao desejo dela com o meu e deixar o Leão me comandar, porra, e já era tomado pelo pânico e angústia que comecei a chorar em pé, olhando Bylinha apagada!

Rachel me olhou, sentiu-me, e pediu calma e falou que era normal o sangramento e era a primeira vez dela e ela que me buscou e me conduziu, apesar de que eu poderia ter parado ela e era o único responsável!

Sarah disse que era normal também, mas ela queria ter certeza. Colocou o EKG nela e viu o coração mais rápido que o normal, mas no mesmo rítimo de Rachel e resmungou: "Normal para vocês duas, Rachel...", e fez um ultrassom transvaginal com extremo cuidado para não ferir mais a pequena. Ficou olhando as imagens por uns minutos e falando "mediquês" com Rachel, que eu não entendi porra nenhuma!!! (aflição!!!), enquanto mudava o aparelho de posição!

A coisa é que Sibylinha acordou no meio do exame!!!

- "Aiii!... O que tá dentro de mim que não é meu paizinho?? Por que a senhora me penetrou com isso, mãe Sarah?... Acabo de perder a virgindade e já acordo com outro troço dentro da piriquita e outro no rabinho, droga!... Eu só aceito o papai me tocar, poxa!!!", falou irritada e mexendo as pernas!

- "Amor!... Tu és mulher agora!! Tu vais passar por isso muitas vezes e a coisa fica ainda pior quando fores dar a Luz!!", e deu uma risada alta!

- "Noah!... Ela está bem... Está com o cólo do útero inxado e já começou a expelir teu esperma, o corpo da vagina muito dilatado e com algumas lacerações pequenas, como era de se esperar em se tratando de ter intercurso sexual contigo, mas são quase invisíveis e nem vou falar como está a entrada da vagina dela, mas ela está bem e resmungando como podes ver!!", me tranquilizou e eu caí sentado do outro lado da cama, jogando as três e a maleta de Sarah para o ar... Coisa de um gigante sentando após o susto!...

Sarah conversou com Sibyla e pediu licença: dobrou suas pernas, ajustou os pézinhos dela pela palma e pediu para ela afastar bem os joelhos e ela gemeu, mas fez, mostrando o túnel aberto que ficou sua bucetinha. Colocou um preservativo em um tubo longo e uma pomada para cicatrizar e hidratar sua vagina sem ferir a pequena e penetrou o tubo até o final e deixou lá por alguns segundos. Vestiu, encheu de creme e penetrou outro no ânus de Bylinha, para sua careta de desconforto!

- "Mãe Sarah... Sério que vou ter que passar por isso toda a hora mesmo?... Parece que tô fazendo coisa errada nos dois lugares, com o que não devia...", falou desconfortável.

- "Sim, filha... Agora vais precisar fazer isso sempre, ou comigo ou com Angélica. És mulher agora e este é um cuidado que todas nós precisamos ter a cada dois meses e não há nada de errado com isso! No ânus não vai ser necessário repetir se tu não te machucares novamente, já que ele foi aberto e tu não tens mais as preguinhas de antes, mas vai cicatrizar e criar outras, mais largas, mas não rasgou que precise de pontos, mas na vagina sempre, filha! Errado é tu não te cuidares... Quando terminou tua última menstruação, Bylinha?"

- "Sabádo, mãe. No domingo eu não usei mais absorvente... Será que vou ficar grávida desta vez, mãe?...", e me olhou e eu devia estar com uma cara de idiota completo ou um imbecíl qualquer com medo do estado de Bylinha e aquela conversa 'gostosa' de mulher que eu 'amo' participar, pois as três me olharam e caíram na risada! Hehehehe! Minhas pequenas!...

- "A cara do teu pai afastaria qualquer óvulo teu filha!.. Tenho certeza que as sementinhas dele viraram doce de compota depois desse olhar dele!! Kkkkkkkkk!!", pronto: virei piada...

- "Não amor... Eu sei que queres, mas está há quase dez dias do teu período fértil e teve sorte de novo, porém vamos ter que esperar até teu próximo ciclo para te iniciar com um anti-concepcional, filha... Tu devias ter aceito eu te dar o remédio depois deste ciclo passado, Sibyla, quando teu pai te rompeu o hímem, mas és teimosa e desejosa de ter cria deste teu homem... És muito novinha e tens que estudar, mas és mulher completa agora. Pensas e nos diz o que queres amor. Eu concebi em minha primeira relação com este homem e tive trigêmeas na tua idade e sangrei na mesma quantidade tua. Foi minha escolha e é a tua também, amor... Rachel vai conversar muito contigo e tu passarás a viver no quarto dela também! Amanhã eu arrumo as coisas de modo mais apropriado e ficarão bem confortáveis e com privacidade, ainda que na mesma suite, pois teu pai não aceita relações com mais que uma mulher ao mesmo tempo! Sempre achei que a suite dela fosse muito grande para ela sozinha mesmo, como eu me sentia antes de cedê-lo à Rachel... Rssss! Agora precisas dormir, filha! Eu ou Rachel te daremos banho amanhã, não o Noah! Tu ficas bem longe deste homem, por favor!! Tu vais ficar sob nosso cuidado por duas semanas e vamos para todo o canto contigo, sem exceções, incluindo cocô e xixi também! És nossa irmã agora, mas minha neta e filha de Chelzinha em primeiro lugar, então não tens escolha nisso mas obedecer!! Te trarei livros para tu estudares aqui e te cobrarei o mesmo progresso de antes como o fará tua mãe Esther também... Em toda a história de nossa família não há uma nota menor que A+ e tu não serás a primeira a quebrar a tradição ou cair em rendimento. Isto é uma ordem da tua avó e tua Senhora também!"

- "Filha!... Tu és uma mulher muito especial. És teu pai em todos os sentidos que não na personalidade e fisicamente, lógico. És Judia nata, mistura da Tribo de Judah e de Benjamim! És valorosa e tens que mostrar maturidade, agora que és mulher, superior à esperada para tua idade! Teus compromissos só aumentaram! Tuas responsabilidades também! Tua infância terminou, pois és mulher agora! Teu pai não te possuirá novamente por estas duas semanas, ou tu corres risco de vida! Seja uma mulher responsável, Sibyla! Tu podes ir dormir com teu pai, mas poupa teu corpo se teu desejo é fazê-lo feliz! Há outras formas de ser sua mulher e tu bem sabes como, pelas tuas vontades e desejos. Usas tuas mãos, boca e corpo, mas não podes fazer sexo vaginal ou anal durante esse período até que eu te dê alta, filha. Tu ainda sangras pelos dois canais e precisas de repouso e cuidados e teu pai é um Ogro cuidando de mulher adulta como tu és agora!! Eu repito: se tiveres sexo vaginal ou anal antes de eu dar-te alta, tu morrerás com certeza, então NÃO O FAÇAS pois sei que Noah não irá pedir isso de ti!! Rsss!!", falando séria com Sibyla.

Ela olhou novamente para a vagina de Sibyla e retirou o tubo, ainda com sangue, mas muito menos e do ânus também, para suspiro e alívio da guria.

Olhou nos olhos da pequena com amor, mas séria e estudou ela por uns instantes e falou:

- "Ah! Quase me esqueço: não é só compromisso e responsabilidade de agora em diante, mas muita diversão, prazer e alegria e uma vida maravilhosa que tu vais descobrir e viver integralmente, filha! Perguntas?", com um sorriso discreto.

Sibyla olhou em seus olhos por alguns segundos e falou, com voz fraca e baixa:

- "Faço tudo que a senhora mandou, mãe... Só vou continuar te dando orgulho como a senhora sempre falou... Mas a senhora ainda me ama?...", olhando em seus olhos.

Sarah se emocionou e perdeu seu lado médico e se deitou sobre Sibyla, abraçando e beijando-a.

- "Se eu te amo? Estou muito feliz que estás bem e muito feliz que fizestes nosso homem feliz e completo e te realizastes como mulher do mesmo modo! Queria ter sido eu a ter te acompanhado para te cuidar no ato, não Esther, e achei que iria acontecer em nossa viagem para o Alaska em algumas semanas! Tu vais nos acompanhar sim e estou feliz com isso! Estou muito feliz que tu existas e feliz que és minha neta, filha mas irmã também! Sou uma mulher honrada e orgulhosa em tê-la minha, Sibyla! Falar 'Te amo' é pouco para entenderes o tamanho do meu sentimento, carinho e cuidado por ti, filha!"

Sibyla sorriu: "Eu amo muito a senhora, mãe Sarah! Muito, muito, muito!! Vou fazer como a senhora mandou e vou aprender tudo da senhora e da mãe Rachel também...", pegando Sarah de surpresa.

- "A senhora ainda me ama, mãe Rachel?...".

Rachel sorriu e se deitou com o peito sobre Sibyla e começaram a conversar e se comunicarem como fazemos, pela troca de intuição, calor e olhos nos olhos e a beijava muito, dizendo o quanto a amava e iria cuidar dela.

Sarah foi ver Esther e Cinthya estava junto. Decidiram acampar na cama de Esther e conversarem sobre tudo o que estava acontecendo.

Sarah: Genteeee!! Pára!!! Quero contar uma coisa muito séria pra vocês que eu nunca contei!! Ther e Ci... Vocês duas são Judias natas... Não sabem sobre homens que se santificaram até serem como anjos, medrosas??

Esther: Saber eu sei, mãe! Mas a Rachel, a Byla e o papai?? Eles parecem que pensam com uma só cabeça!!! Não falam nada e sabem o que um está pensando e sentindo!! Como pode isso?? Eu trocava as fraldas da Byla!...

Cinthya: Sei sobre anjos e a melhor parte deles é que são invisíveis ou eu morreria de infarto em um dia só... Rssss... Mas eu sei o que você tá falando, Sarinha... Eu sei sim, então deixa eu parecer que perdi o medo e estou séria!... Rsssss!

Sarah: Therzinha, quem é o pai das duas, filha?? Quem é a mãe das duas??

Esther: Papai é o pai delas... Mana Cinthya é a mãe da Chel e eu sou da Byla... Nusssss, mãe!! A mana Cinthya é aquela coisa grega dos Roma...<alguma coisa> e eu sou filha do papai também... Byla é filha dele duas vezes, mãe!! Não é neta dele!! É filha dele!! Sempre soube disso mas nunca parei pra pensar... A família da Cinthya é da antiguidade... Acho que construiram o próprio Paternon... Rsss... Por isso a Chel é espírito parceira dele... A Byla é dele duas vezes... Só fala dele desde que aprendeu a falar... E sempre disse que era uma só nele... Você sabe disso Ci?

Cinthya: Sim, Ther... Lembra que eu contei que o Noah colocava a Chelzinha no peito sem camisa e ficava falando com ela numas línguas esquisitas que não é o Hebraico?... Mas eu fui entender só depois que a Sarinha revelou nosso passado... A nossa história ficou meio... confusa... quando meu vô de quinhentas e sabe lá quantas gerações atrás decidiu sair de Israel e mudar com a família pra Grécia e eu lí umas coisas que minha mãe me proibiu de falar...

Esther: Ai gente!!! Todo mundo aqui tem segredo e eu tenho um pai, uma mana e uma filha diferentes!!! Injustiça isso!!!

Sarah: Cinthya... Eu sei um pouco e a gente vai conversar nós três porque aquele é nosso marido, filhas e neta... Ther, o que tu falou está certo, filha... Agora a pergunta muda: quem tu pensas que são os pais do teu pai, filha??...

Esther: A senhora nunca falou, mãe... Pra ninguém ainda, nem pra ele também... Ele é adotado?...

Sarah: Quase filha, mas não legalmente... Quero contar uma coisa, mas preciso que vocês duas jurem que jamais repetirão o que quero que ouçam em voz alta até que eu permita. Se falarem, todas nós perderemos eles. Juram-me, Esther e Cinthya!

Cinthya: Eu juro sim... E vou contar o meu lado depois, Sarinha... É hora da gente entender quem realmente são as pessoas mais importantes das nossas vidas e eu me vejo tão vó da Bylinha como você... tão mãe dela quanto você, Therzinha...

Esther: Eu juro também mãe... A senhora está me deixando mais assustada ainda... Eu juro pelo meu próprio sangue e que eu morra impura se quebrar meu juramento, mãe.

Sarah: Está bem assim!... [Longo suspiro, arrumando Esther em seu peito direito e trazendo Cinthya para o seu outro peito e começou a mecher nos cabelos de Esther e Cinthya e falar mais baixo, o que foi curioso já que Cinthya é dez anos mais velha que Sarah também, mas a primeira respeita a última como Senhora]. Filhas... O Noah foi pego por minha mãe para ser criado, não por meu pai... A mãe do Noah morreu no parto dele e foi transladada de volta à Israel e enterrada no jazíguo da família em Bersheba. O filho recém-nascido de minha mãe, o meu mano Ariel, morreu quando o Noah nasceu. Rabbi Shlomo trouxe a mãe do Noah para cá para ter o filho aqui, já que seus pais a expulsaram de casa e a ameaçaram de lhe roubar seu filho.

Suspirou longamente e as duas sentaram, enrolando-se em lençóis, sendo seguidas por Sarah que se enrolou também e percebeu que queriam olhar em seus olhos e ouvir bem o que ela falava.

Sarah: A família da mãe do Noah é de gerações e gerações de Judeus assentados em Jerusalém que nem se sabe quantas são, mas eles tinham artefatos antigos que eram tradicionais à primitiva Tribo de Judah, fazendo-a Judia nata daquela tribo, que é a mesma do Noah. Rabbi Shlomo me contou que eles se mudaram para Bersheba há gerações antes, após os Árabes deixarem os Judeus se reassentarem e que a mãe do Noah era uma Judia extremamente zelosa e caridosa. Era uma mulher alta e muito linda, morena de olhos cinzas e cabelos castanho-claros e que tinha vários pretendentes na Sinagoga, mas queria saber somente de estudar a Torah e se dedicar à HaShem. Lembra-te de alguém assim, mana?...

Cinthya: Sim... Você acabou de descrever a Chelzinha!! HaShem!!! Minha filhinha... Termina, Sarah...

Sarah: Ela tinha dezesseis anos quando ficou gestante. O pai do Noah era um forasteiro que apareceu em Bersheba. Era desconhecido, não falava o Hebraico moderno, mas o antigo e era um homem muito alto, moreno como ela e de olhos cinzas também, cabelos castanho-claros como o Noah e extremamente forte e lindo que dava para vê-lo acima de todos, onde quer que fosse. Ela tinha ido entregar pães como sempre fazia antes do Shabbat e, na volta, trazer água, quando ela encontrou ele. Após duas semanas eles se casaram e ninguém sabia sobre ele, mas eles eram felizes e assim foram por mais cinco semanas, quando ele adoeceu de uma febre desconhecida e faleceu. Nosso sogro apareceu, casou-se com nossa sogra e faleceu de febre. Seus pais culparam ela por ter se dado em casamento tão rapidamente e que foi um castigo perder seu marido em pouco mais de um mês. Ela estava gestante, então se revoltaram e a fecharam em um quarto, esperando que ela, agora viúva, aborta-se por inanição e tivesse chance de se casar com outro homem rico que o pai dela queria com olhos no que ela possuiria e que só a aceitaria se não tivesse cria, daí sua revolta extrema. Ela ficou naquele quarto fechado durante sua gestação pelos cinco primeiro meses mas não abortou. Então Rabbi Shlomo soube dela e decidiu visitá-la. Ele a viu gestante e magra, barriga, pele e ossos, suja, fedendo sem poder tomar banho, trocar de roupa e se assear. Os pais dela não trocavam suas roupas ou as roupas de cama, nem limpavam os lugares que ela fazia suas necessidades. Porém, Rabbi Shlomo é um homem muito estudado e muito sábio, um homem muito caridoso, e foi com sua esposa visitar nossa sogra e a encontrou pura, sábia, amorosa e ofereceu seu próprio pão embolorado para eles e a água que lhe davam. Correu virar o lençol e dobrar as roupas e limpar seu quarto o melhor que pôde. A esposa do Rabbi a viu e se apiedou dela na hora e conversaram horas sobre tudo e ela cortou o resto do pão que tinha e distribuiu para eles novamente que, mesmo embolorado, comeram e beberam água.

Sarah chorou um pouco, se recompôs e voltou a falar, ante os olhos arregalados, lacrimejantes e angustiados das outras duas pela injustiça com minha mamãe verdadeira!! (Que Ó-D-I-O-O-O-O-O-O de meus avôs!!!!). Retomou.

Sarah: Fato é que Rabbi Shlomo e sua esposa tinham problemas de saúde: ele tinha câncer no fígado e ela tinha um corrimento contínuo, um sangramento no útero, e diabetes tipo I. Naquela tarde, ambos foram libertos pelo pão e água que Chasha, nossa sogra, deu a eles. Chasha quer dizer "Misericórdia, Misericordiosa", e a misericórdia de D-us abraçou o casal piedoso.

E as três choraram por alguns minutos e acabaram com as caixas de lencinhos que Esther mantinham no quarto e que usava durante suas rezas emotivas.

Sarah: A esposa do Rabbi pediu aos pais de nossa sogra para adotarem ela. Foi negado. Para voltarem e cuidarem dela. Foi negado também. Então o Rabbi foi falar com o mais antigo Rabbi da Congregação do casal e ele disse: "Melhor a expulsão dessa aberração que vergonha eterna! Que ela suma e jamais volte e manteremos o assunto lacrado!!". Isso fez o casal expulsar Chasha de sua casa e a deram ao Rabbi Shlomo e sua esposa. Ela foi mantida em Jerusalém como uma amiga distante que precisava de cuidados, mas ela jamais recobrou sua saúde e todos viam sua gestação e perguntavam como podia ela ter se casado tão rapidamente e o marido falecer em poucas semanas. Ela era uma mulher tão linda, nova, alta e gestante sozinha, viúva e ninguém entendia o que lhe aconteceu e ela nada falava.

Sarah: Um dia o casal, feliz em ter nossa sogra e tua avó, Therzinha, em sua casa, pediu audiência com Chasha e perguntaram quem era o homem com quem ela se casou, o pai de seu bebê e de onde ele era ou porque adoeceu e faleceu tão rapidamente. Ela chorou muito e por horas, sentada, e sua nova mãe lhe deu chá e a levou para seu quartinho no fundo da casa para ela usar o banheiro e descansar. Eles fizeram isso por sete semanas e ela só chorava e nada falava, até que ela veio, logo após o Shabbat iniciar e pediu para falar com eles.

Sarah: Ela contou o que lhe aconteceu.

Chasha: "Pai... Mãe... Eu trabalhava fazendo pão na invernada de meus pais em Bersheba... Eu sempre doava pão para as famílias necessitadas celebrarem o Shabbat deles e levava um copo de vinho Kosher e velas também... Eu sempre servia a todos eles e eles eram gratos e as esposas me abraçavam como filha. Na volta, eu sempre passava pela fonte da cidade para pegar água pura, fresca que eu usava para fazer os pães e guardava em botijas para os que lá íam. Era melhor que a água encanada, que faltava sempre e tinha gosto impuro. A da fonte era uma água viva de um rio subterrânio, então sempre usava aquela água para os pães... Um dia, indo a fonte, eu retirei água e meu marido veio e me olhou nos olhos. Eu sou alta, mas ele era bem mais alto que eu tive que olhar para cima. Ele colocou seus olhos cinzas nos meus e ficamos sem falar nada por alguns minutos, somente um olhando nos olhos dos outros. Ele me sorriu e disse 'Tu és Chasha, não? Tenho andado muito em busca de ti e quero desposar-te se tu me aceitares.'. Eu enrubeci e fiquei perdida pois não queria me casar, mas estudar a Torah e servir a D-us e aos pobres, mas meus olhos foram capturados e senti meu coração aquecer e comecei a chorar sem conseguir parar, por aquele homem lindo que me olhava como se penetrasse em minha alma e me conhecesse profundamente e eu penetrei em sua alma e vi um anjo, um homem de D-us nele. Eu vi em seus olhos o único homem que eu permitiria por as mãos em mim e, apesar de ter acabado de conhecê-lo, eu somente consegui falar entre lágrimas e soluços: 'Eu aceito, mas não sei nem teu nome... Quem tu és?'. Ele sorriu e parece que vi o sol nascer em seus olhos: 'Sou Jaaziel e não me lembro de meu último nome, Chasha.'. Eu pedi que ele me acompanhasse e perguntei onde era sua casa. Ele disse que andava muito e que ainda não tinha se estabelecido, mas o faria em breve na cidade."

Sarah: Ela voltou a chorar e pediu para sair, mas que iria voltar, e voltou com a cabeça coberta.

Chasha: "Ele se estabeleceu em uma casa de dois cômodos, muito pobre e que estava abandonada. Ele limpou toda a casa, consertou as paredes de barro, o telhado de palha trançada e fez do lugar uma casa, humilde mas limpa e montou nossa cama, um guarda-roupa e equipou o banheiro para meu conforto. Meus pais estavam revoltados e não queriam aceitá-lo de jeito algum, mas ele começou a frequentar a sinagoga e fazia perguntas e dava respostas que, em poucos dias ganhou o respeito de todos, fazendo a opinião contrária de meu pai perder-se com o tempo. Ele pediu ao Rabbi para se casar comigo e mostrou um anel lindo, meu anel de casamento. O Rabbi concordou após uma longa palestra e marcou nosso casamento para após do Shabbat. Havia poucas pessoas, não houve festa, mas eu tremia cada vez que via Jaaziel e o amava como se minha alma fosse a dele próprio e me sentia feliz cada vez que via seu olhar me observando, se eu estava feliz e sorrindo ou não. Ele demonstrava um amor em mim e me cuidava com os olhos e fazia tudo para eu ficar feliz e sorrir. Eu o amava a cada minuto e imaginava quem ele era, mas perguntaria mais após a cerimônia, quando estaríamos sozinhos."

Sarah: Esse é o anel que minha mãe me deu! Ela voltou a chorar e bebeu água, mas pediu para continuar e terminar de contar! Ela terminou:

Chasha: "Ele me contou sua história. Ele era menino e ouviu uma voz lhe mandando ir para as montanhas. Ele morava num assentamento, em um Kibbutz e falou a seus pais que HaShem o havia chamado e ele deveria ir. Seus pais choraram mas o deixaram ir, pois desde criança ele via anjos e falava sobre HaShem sempre como seu Pai e ele saiu de casa com quatro anos! Ele foi andando como se soubesse aonde iria e se assentou como um ermitão em uma montanha e vivia da terra, se vestia da terra e passava o dia em rezas e orações e falava com anjos e HaShem e via as coisas e se consagrou por muitos anos, até que sonhou que deveria ir a Bersheba e tomar uma mulher por esposa, santa, pura, caridosa, misericordiosa, cheia de Dons e tão ligada a HaShem quanto ele próprio, e só havia uma chamada Chasha em Bersheba e que ele seria guiado até ela por seu anjo da Guarda, pois era hora dele sair deste plano. Ele veio a cidade, correndo por dias sem suar e sem se cansar e me viu tirando água e ouviu que eu era a mulher que seria sua Esposa. Quando ele me contou isso, não havíamos tido contato físico ainda, nenhum toque que fosse, mesmo que já éramos casados. Eu precisava saber mais sobre ele, mas ele se aproximou e me beijou suavemente. Era meu primeiro beijo, mas toquei seus cabelos castanho-claros e sua barba e me entreguei ao beijo que era doce, suave e tinha um gosto que eu nunca experimentara mas não conseguiria viver mais sem aquele sabor e bebia sua saliva como se ele fosse a fonte que saciava minha sede. Ele me abraçou e tocou seu coração no meu. Fechei os olhos e os abri durante nosso beijo. Seus olhos cinzas pareciam que brilhavam como os meus. Me afastei e perguntei por que parecia que os nossos olhos brilhavam tanto e ele somente sorriu e disse que, 'Quanto mais perto da terra, do terreno, do impuro, das tradições e repetições vazias, mas pó o homem se tornava; quando mais perto de HaShem, de Seus Santos Anjos, de seus mistérios e Amor, mais Luz o homem se tornava e HaShem me deu a mesma luz. Contou-me que viveria pouco, mas precisava me dar um presente. Falou que eu teria um filho Varão e que seu nome seria Chokmah. Falou que eu usaria meu sobrenome para ele e que ele tinha descido da montanha para deixar semente e me viu em suas visões e HaShem lhe disse que eu era a única mulher em que ele deveria ter semente, e, agora, me amava como jamais amou alguém ou pensou em amar em sua vida! Disse que o mesmo poder que estava nele estaria em mim e em nosso filho Varão. Eu entendi que ele era um santo, um homem santificado, tocado por HaShem e que a Terra não o merecia mais, pois era mais espírito e anjo que homem, pois sentia as coisas quando tocava nele e via seu passado e futuro e fui tomada de um amor e uma entrega total e o quis, segurando meus pensamentos e choro pois não queria mais viver sem ele... Eu amava profundamente aquele homem e aquele anjo para quem HaShem escolheu-me para ser sua Esposa!"

As três voltaram a chorar alto pelo que falava e ouviam.

Sarah: Entendem como ele havia se santificado e estava próximo ao mundo espiritual mais que o mundo material?... Vou continuar.

Chasha: "Ele me perguntou se eu estava pura e eu disse que o afastamento da minha regra acabara há sete dias, por isso concordei com o casamento naquele dia, e eu me havia purificado completamente para o nosso primeito Shabbat juntos. Ele se levantou alto, lindo, forte e me tomou nos braços e me beijou por muito tempo, encostando seu peito no meu e eu sentia seu coração bater, tocando no dele, enquanto me beijava. Eu notei nossa ligação e tive visões do que penso que será meu filho. Seu corpo era tudo de músculos e não dava para segurar em sua pele, pois ele era um gigante muito quente e só feito de músculos e força, mas tocar em sua barba, cabelo e pêlos era um prazer inigualável para mim como sua esposa! Ele me deitou em nossa cama e me despiu e a si mesmo. Eu senti seu calor, seu peso, sua pele quente e febril e ele me abraçar, me beijar e foi me abrindo como mulher que toquei os joelhos na cama de tão abertos que ficaram pelo seu tamanho e peso e senti alguma coisa muito grossa tocar em minha parte secreta e uma dor forte no meu corpo, como eu nunca sentira antes, como se estivessem me cortando por dentro, em duas, e ele repetia que me amava e eu senti seu corpo me rasgar e entrar no meu até sentir uma nova dor profunda e ficar quieta, sem poder me mexer debaixo dele e nos seus beijos, sentindo seus movimentos e como doía para conseguir receber ele, pois era um homem muitíssimo grande, largo e alto, com o corpo duro e maciço como ferro quente, com muitos pelos, mas eu estava com meu esposo amado e estava feliz. Acordei em seu peito coberto por pelos escuros que não via a pele e onde dormi, em cima dele, no maior conforto que senti em minha vida, ouvindo seu coração bater e sua calma e tranquilidade enquanto descansava e passei a mão e senti aquele lençol de pelos e seu corpo febril e o beijava e ele acordou, fez muitos carinhos em meus cabelos, rosto, corpo, me beijou inteira, em todos os lugares e me possuiu novamente. Ele sempre trazia comida para mim, me banhava, me vestia e me cuidava muito, em cada detalhe, até escovando meus dentes e meus cabelos, cortando minhas unhas e sempre lavando meus pés antes de irmos para o nosso leito e sempre me perguntava se eu estava feliz, e sempre me amava todas as noites, sempre por sete vezes sem se cansar, deixando-me totalmente exausta e me colocava em cima de si para eu dormir bem, trançando seus largos braços como aço maciço sobre meu corpo. Era frio e havia um pouco de geada, mas não usava coberta pelo seu corpo quente e seus braços e ficava suada, mas ele sempre seco. Após uma semana meu corpo se adaptou ao dele e eu o respirava e não pensava em viver longe dele. Ele sentia meu coração, meu olhar, meus pensamentos, minhas vontades, quando eu ia sentir fome, precisava usar o banheiro e ele me dava privacidade de uma mulher adulta, mas sempre me banhava depois, com carinho e cuidado e sempre trazia comida e me dava na boca, em seu colo, tudo que eu desejasse e repetia que me amava. Tocava meu peito no seu quando não fazíamos amor e parecia que nossos olhos brilhavam em um cinza forte e eu via a vida dele na montanha, mistérios de HaShem, Santos Anjos o visitando e suas conversas."

Chasha: "Daí vi meu filho, cópia nossa, tão grande e forte como o pai, mais alto e largo que ele, mas maciço também, peludo como um lobo, com os olhos cinzas nossos e muitos filhos, todos meus netinhos, bisnetinhos e trisnetinhos fortes, em um lugar como um campo grande, próspero e meu filho sempre ia a uma lavoura de trigo e chamava por mim, e eu era permitida por HaShem ir perto dele e tocar sua cabeça sem que ele me visse. Ele era mais alto, mais amoroso, mais ligado à HaShem, santo homem como seu pai era e minhas noras, muitas delas, o rodeavam e o amavam. Uma bisneta minha, em especial, ficava em seu colo e seria sua esposa contra as interpretações das nossas Leis, mas seguindo-A, o que eu ficava confusa, mas uma voz me falava que assim deveria ser, para que nossa semente voltasse à Terra no número que dela foi ceifada e uma mulher morena linda, minha exata cópia em todos os sentidos humanos, físicos, espirituais e de alma, minha própria alma nela, sua Esposa real, e me olhava sem me ver! Eu vi uma mulher loira que parecia um anjo, branca como o mármore, uma Grega viva, mas Judia nata, e seu coração batia junto ao coração de meu filho e ela era sua alma-gêmea em seu lado Homem, com os olhos azuis como o céu e o amava muito como ele a ela, desde sua meninice. Eu ví a família amada de meu filho e desejei e chorei muito poder estar com eles! Era a família que eu queria ficar até que HaShem me recolhesse, velhinha e amada por toda aquela multidão do sangue do meu santificado marido e o meu!"

- Chasha: "Na quinta semana com ele, ele me beijou e me amou intensamente. Eu não tinha tido minha regra e sabia que estava gestante dele. Ele me amou e me disse 'Chasha, logo eu parto. Vivi as sete semanas mais lindas da minha vida contigo, meu amor. Eu logo te verei novamente e nunca te abandonarei, amor. Viver nas montanhas, perto de HaShem, foi o melhor que me aconteceu e tu viste toda a minha vida e sabes tudo de mim, amor, como eu de ti. Aquilo mudou meu corpo fisicamente, amor, me fazendo ser um homem diferenciado, também mudou meu espírito e purificou minha alma. Após ver-te e estar contigo, ví como estava incompleto sem saber! Tu és a alma mais limpa, pura, santa e consagrada e que eu amei e amo por toda a eternidade! Não choras, amor! Eu te amo! O Varão que vai nascer de ti será temor e terror a muitos, amor, sabedoria e caridade a tantos mais e devolverá a este mundo o nosso sangue que dele foi tirado, amor! Nosso filho será especial como HaShem nos fez, Chasha! Tu viste ele, sua Família e que ele seguirá a Lei mas terá a suas próprias leis que Hashem lhe permitirá e o abençoará sempre. Sê forte, amor, como sempre fostes! Sê forte!', mas não conseguia me controlar. Ele ficou febril por três dias e o médico da família o visitou mas não sabia o que ele tinha. Ele partiu com a mão na minha e vi seus olhos focados nos meus e senti toda a energia celeste dele passar para meu corpo e meu filho começou a pular em meu ventre, que se aqueceu como fogo, e eu vi que tanto a energia de seu pai quanto a minha passaram para meu filho, e os olhos de meu amado esposo Jaaziel fecharam-se. Ele tinha ido e eu jamais me senti tão sozinha e abandonada como naquele momento! Eu o amava profundamente! Era meu esposo dedicado e carinhoso e me fez uma mulher feliz e eu queria ver-nos velhinhos, criando nossos netos e bisnetos que nós dois vimos, mas sabia que ele havia encontrado algo maior que esta vida. O enterramos com somente três pessoas além de mim."

Sarah tentou controlar as lágrimas e parou um pouco... Ela disse que cada detalhe que contara ouviu diretamente de Rabbi Shlomo e ele os escreveu conforme ouviu de Chasha e lhe passou o papiro que ela evitou mostrar quando revelou sobre elas e Rachel até aquele momento, falando com as outras após elas terem visto a ligação incomum entre mim, Rachel e Sibyla. Disse que lhes mostraria e que leriam ao que contava, com o selo do anel de Rabbi Shlomo: "Minha sogra me viu e me descreveu com detalhes e também à Sibyla e Rachel!! Eu nunca chorei tão emocionada quando recebi a carta do Rabbi!", completou. Continuou:

Chasha: "Meu pai se revoltou por eu ter aceito casar com Jaaziel e se regozijava em sua morte, mas percebeu que eu estava gestante e seu parceiro de negócios queria me desposar, agora que eu era viúva, mas somente se eu não tivesse filhos. Meu pai se revoltou comigo, minha resistência e minha gestação e me fechou num quarto, esperando que eu aborta-se meu filho por inanição e maus tratos, mas eu sempre rezava e orava e pedia misericórdia e sonhava com meu amado esposo me dando pão e água que eu lhe dava em sua boca e ele na minha. Meu filho mexia forte em meu ventre quando eu pensava em tirar minha própria vida pelo desgosto da perda de meu esposo e a fome e abandono que meus pais me submeteram. Meu filho não o permitia e eu fui submissa a ele, ainda que no meu ventre, como o era ao meu esposo. Seu espírito e poder eram fortes e ele me chamava de mamãe em minha mente, em meus pensamentos, e me ordenava ser forte e que me amava e que eu não estava sozinha, pois ele estava comigo e papai nunca nos deixou, mas nos cuidava. Minha mãe trazia pão duro ou embolorado e água e perguntava se eu já tinha sangrado e eu repetia que estava bem e feliz. Fui enfraquecendo e perdendo peso e sentia meu filho mexer em mim e chorava muito, mas sabia que não seria esquecida para sempre. Foi quando vocês me visitaram e meus pais me expulsaram de casa quando viram que eu não abortaria mais e tinham planos de abandonar a criança, forçando-me a dá-la em adoção, o que não aceitei. Vocês me trouxeram para cá e não posso voltar nunca mais para minha casa."

Sarah: Rabbi Shlomo trouxe Chasha para cá, evitando qualquer contato com sua família ou uma cilada que temia acontecer. Ela faleceu em seu parto. Seu coração simplesmente parou quando Noah foi tirado dela, pelo estresse do parto, já que minha sogra ficou muito fraquinha e debilitada pelos meses de gestação sem comer ou comendo comida estragada e sem poder se assear corretamente. Ela tinha uma infecção forte no pulmão, estômago e vagina e faleceu por septcemia e desnutrição. Minha mãe foi falar com o médico sobre ela e ele disse que era por falta de nutrientes e uma forte infecção não tratada seu coração não resistiu. O mistério para ele era como Noah nasceu tão forte e grande como era, pois sua mãe não tinha como desenvolve-lo assim e ele esperava um bebê doente, raquítico e desnutrido, mas era um guri grande, forte, de peito largo e todo peludo. Minha sogra partiu... Nossa sogra partiu...

E... começaram a chorar como eu estou em escrever isso sobre mamãe pela primeira vez... :( :( :(

Sarah: Ao ver que seu filho morrera, minha mãe entrou em angústia e depressão pós-parto e não parava de sangrar e chorar. Rabbi Shlomo conhecia meu pai pela Sinagoga e viu aquilo e perguntou a ele se não adotaria Chokmah. Ele rejeitou, mas ela ouviu e pediu para amamentá-lo, ao menos até ele ser adotado, já que seus seios vazavam e doíam muito. Ele aceitou, após o Rabbi e minha mãe rogarem. Ela não o deixou mais e passou a chamá-lo de Noah, nosso Noah, nosso homem e anjo, filho de um homem e mulher santos e consagrados a D-us, que oferecera sua vida inteira somente em serví-Lo e somente desceu de sua habitação para deixar sua semente na terra, semente santa em uma santa mulher. Pegar para criar o Noah foi motivo de ódio do meu pai, pois ele era branco como nós três, loiro de olhos azuis como toda a sua família e seus filhos; minha mãe era branca, loira, de cabelos quase tão claros quanto os meus, de olhos verdes, e Chokmah era moreno, grande, peludo e de olhos cinzas como um lobo, um lobo em sí mesmo e cabelos castanho bem claros, e meu pai ouvia piadas que não era o pai dele e, por isso, lhe espancava de ressentimento.

Sarah: o sobrenome dele é Chayyim, que quer dizer "Vida". Seu nome Chokmah Chayyin quer dizer Sabedoria e Vida... Acho que dá para nós relacionarmos ele com seu nome real, não?... Essa é a verdade sobre ele e sua natureza, que visitou Rachel e Sibyla, mas não acaba aqui, irmãs. Ther... O dia que a Bequinha morreu era para tu estar junto no carro a pedido dela e do teu tio Goliath! Noah não permitiu, porque pensou que lhes daria privacidade, sabendo do amor dos dois. Se tu tivesses ido, tu não estarias entre nós, nem terias te tornado mulher de Noah ou tido Jacob e Sibyla e teus outros muitos filhos. Sibyla era para ter morrido ou ficado demente sem sombras de dúvida. O MRI dela mostrou um coágulo imenso que drenamos, mas ela deveria ter morrido ou ficado uma vegetal. Ela viu o demônio nos ombros de Matheus, que foi vítima também, e disse que a queria morta pois era semente do Noah, e Matheus lhe bateu sem sequer olhar para ela ou ao menos saber que ela estava atrás dele, filha!! Ela viu aquilo e sentiu mãos amortecerem sua cabecinha. Esta é a razão pela qual Sibyla não é somente a mais linda, mas a mais inteligente e desenvolvida desta casa, agora mulher de vosso pai!!

Sarah: Cinthya... Sempre falamos que Luccas e Rachel são cópias do Noah. Luccas é sim, mas Rachel é a cópia fiel de Chasha que Rabbi Shlomo só fazia chorar quando a conheceu! Ela é cópia de sua avó Chasha, mãe de Noah, nossa sogra amada, como ela mesma vira a Rachel e a mim mesma, com Sibyla em seu colo! D-us!! Como eu queria ter conhecido minha sogra e passado horas conversando com ela e, pela minha vida inteira, a confortando em sua velhice, deitada em seu seio e lhe pedindo para contar mais de seus mistérios e me ensinar seu amor, caridade, misericórdia e me mostrar o caminho para eu me ligar a HaShem do mesmo modo e ser uma mulher santa para o Noah como ele merece e precisa e sei que vocês duas querem e fariam o mesmo!!! Que mulher formidável ela foi, pura e santa, entregando-se a vontade de D-us, vendo o amor e o recebendo sem dúvidas ou temor e aceitando sua vida e destino, por mais dor que aquilo fosse lhe dar, fiel a Jaaziel, nosso sogro, homem santificado em toda a sua vida, cujos olhos e ações manifestavam o nível espiritual daquele homem, e a HaShem, a quem dedicara toda a sua vida também!!!

E foi um longo tempo delas, sentadas e se recuperando da conversa. Cinthya tomou a palavra:

Cinthya: Quero contar pra vocês sobre a minha família. Eu não sou de falar tanto e tão eloquente como maninha Sarah, mas minha mãe mostrou documentos e coisas escritas há muitos anos e guardadas com nossa família. Nossa família imigrou para a Grécia e eram Judeus. Os Judeus imigrantes foram chamados Romanoites, como todo mundo já sabe nessa casa... O que eu e minha mãe não contamos pra ninguém, é que o motivo deles imigrarem para a Grécia foi minha avó aparecer gestante, pois foi tomada de assalto por um homem ao qual se apaixonou, um forasteiro que a achou por nome e a conquistou em segundos e a amou uma única vez, mas ordenou e colocou a mão em sua cabecinha para que ela amasse aquele que seria seu esposo e cuidador, mas meu avô se casou com ela, mesmo no estado dela, e escolheu mudar de país para ela não ser perseguida como mulher impura! Ela não queria ir e queria morrer sozinha, mas o amor dele por ela não deu outra alternativa pra ele e ele levou toda a família para a Grécia, aonde passaram a viver como Judeus livres por gerações! Tudo que eu lí foi escrito em Grego antigo e eu jamais pensei que eu soubesse ler, já que nem na Língua Portugueza eu sou boa, mas eu olhei e simplesmente entendi tudo! Eu levei as cartas para a Universidade e elas foram traduzidas e eu lí corretamente!! Até hoje eu paro e penso como minha avó foi feliz e afortunada em ter o meu avô e penso nas barreiras e dúvidas que ele enfrentou, sem contar a saudade da família e da terra dele, mas ele fez aquilo por amor e eu existo hoje por esse amor, pela primeira semente dela com o tal forasteiro! Rachel é filha e neta de um homem que visitou minha avó centenas de anos atrás, seja lá ele quem for, e eu sei que é por isso que ela é a parceira do Noah e eles nunca desgrudaram um do outro!! O coração deles é igual, a personalidade também, e eles sempre eram uma coisa especial quando estavam juntos! Eu sabia que ela seria esposa dele, mas evitava falar, apesar dos pedidos dela pra conversar e eu "deixar" e eu mandava ela pensar em outras coisas, mas nada conseguiu separar aqueles dois.

Sarah: Também explica o corpo e o poder da carne do Noah. Só é músculo e o mapeamento dele não é normal. Seu tamanho, sua intensidade, sua temperatura do corpo e seu lado selvagem e apetite dele. Aquelas são as urgências além do normal, mas sem tendências psicopáticas ou ele nos machucaria e sentiria prazer nisso! Algo mudou muito seu pai Jaaziel naquela montanha, fisica, emocional e espiritualmente, tornando-o um homem diferenciado, não só pela sua consagração espiritual, mas seu corpo físico, algo mudou nele para além do entendimento nosso e ciência e ele e ela entregaram tudo ao Noah, e está presente em seu filho agora e nós todas sabemos e sentimos isso!

Esther: Estou sem poder respirar!!! Agora eu entendo tudo mãe, mana Cinthya!!! Entendo o que minha vó ouviu do filho dela restituir a família e sempre pensei sobre meu pai ter tantos filhos e a gente não conseguir fugir do amor por ele mesmo que ele lutou tanto pra evitar a gente!!! Eu nasci e só pensava nele como homem desde que eu pensei em homem e o mesmo aconteceu com maninha Hannah, mas Rebecca nunca pensou ou falou nada sobre isso com a gente, não querendo dizer que ela morreu por causa disso jamais!! Rachel falava comigo sobre ele e Sibyla é igualzinha a mim também, só que muito mais linda... Nusss... Tô pensando em como seria ter vovô e vovó do lado do papai vivos ainda. Dois gigantes de olhos cinzas e duas Chelzinhas andando pela casa... Rssss... Falando da Bylinha, será que ela tá bem com aqueles dois no quarto?

Sarah: Eu não saio daqui! Rssss!!!

Cinthya: Cê vai sozinha, Therzinha! Nem me mecho dessa cama!!

Esther: Hum... O que minha vó contou... Lembra muito o que eu senti com papai... Quase morri e os joelhos afundaram na areia e sempre ficam presos no colchão... Quem será que era maior...

Sarah e Cinthya: ESTHER!!!!!!!

Na manhã seguinte elas saíram das 'catapultas de Esther' e visitaram Sibyla, que estava com uma mesa imensa de breakfast na cama de Sarah, altamente mimada e sorrindo, ainda de pernas abertas! Rss! Rachel revezou comigo e estava dormindo ao lado da guria e eu dormi no chão do quarto mesmo: amo chão duro... Ughhh!...

- "Oi mãe, oi vó, oi mãe Cinthya!! Querem torradinhas com geléia de morango? Rssss!".

Sarah ficou feliz pelo sangramento vaginal e anal ter estancado que o absorvente estava com muito pouco sangue e ela só teria que se recuperar nos dias seguintes para voltar a saciar o seu e o meu corpo.

Assim encerro a história de minha Casa. Há muitas outras coisas, mas estas são as que eu quis contar e estamos distantes e protegidos pelo anonimato em muitas maneiras, então não me preocupo em publicá-los!

Nos dias atuais, Sibyla é mãe e optou por não se formar como me pediu, terminando o colégio somente, pois queria tomar conta da família! Família grande, numerosa, habitação de anjos e anjas, todos muito melhores que eu. Luccas é papai de doze filhos com Mia. Eu mantenho todos à frente dos negócios como antes estavam.

Pensei em contar sobre o anel de Sibylinha... Nossa viagem com Sarah... Nossa lua-de-mel e os "apertos" que passei, mas vou manter-me até onde cheguei.

Como falei antes, a verdade e realidade são fatos firmados; acreditar e aceitar são opções individuais.

Há mais magia neste mundo que D-us criou que nossa mente permite vislumbrar.

Noah -

Comentários

10/07/2018 00:13:03
Li todos os seus contos e digo que: Raros são os homens de postura honrada como você. Um homem que preza pela família, pelos negócios e pelas virtudes é um homem de verdade. Posso dizer-lhe que você me inspira a ser uma pessoa melhor. Uma pessoa que tem orgulho do lado bruto mas que ao mesmo tempo não deixa de manifestar o puro Amor Divino é o que deve ser o homem ideal. Nota 10 com todo o louvor! Shalom!
17/04/2018 12:09:13
Ola.. pagando a visita!! sensacional seu conto.. agente tem algo em comunn.. abç..
16/04/2018 22:02:40
Oi Noah. Esse último capítulo é tão intenso como os outros. A Ká falou que você tinha que publicar em outro site e eu concordo porque poucas pessoas vão entender como essa coisa de vocês é profunda e intensa. Louca também. Risos. A coisa da Cibila parece que doeu em mim que a Ká só dava risada e limpava a testa disfarçando e eu dava tremerico e falava ai. Risos altos. Eu acho que no final vocês dois se iniciaram e eu vi ela e ela tá bóinha mas meu pai amado da intensidade que você narrou e aconteceu sete anos atrás! Risos de olhos bem abertos. Sobre a coisa dos teus pais eu já soube e já ouvi muitos casos de manifestação espiritual por consagração mas nunca soube de manifestação física como psicocinese ou refração pupilar inversa ou sei lá o que e não tô duvidando mas não me admira você não abrir isso fora da coisa anônima daqui. Muito curiosa de novo. Risos. Muito obrigada pela coisa do lírio que tá em cantares de Salomão e você disse em um lugar que você recitava em aramaico pra alguém. Recita um dia daquele jeito pra mim? Risos. Você tem mudado nós duas e eu falo pra Ká que tô mais feliz então é uma coisa boa pra mim e ela tá pior ainda. Ou melhor. Ou pior. Risos altos. A gente sabe que você terminou a última coisa aqui mas a gente torce pra nunca acabar lá. Risos. Beijos e te amo. Laís.
09/04/2018 21:54:51
Obrigada..Fico td arrepiada qdo vc/me chama de pequenininha HUAHUAHUA. Beijinhos! Ká
09/04/2018 21:15:11
Oi Noah. Primeiro eu tô super triste que este é o último capítulo pq eu fiquei curiosa sobre a viagem pro Alasca e o anel da Sibila.. Segundo eu rolei de rir da reação da Sara e da Cintia c/a Ester! HUAHUAHUAHUA! Eu fiquei imaginando as três peladonas c/a conversa e o medo.. RSRSRSRS! Terceiro q/vc rasgou a menina.. maldade pura sua mesmo c/ela querendo n/tinha q por td cara! Qdo eu falei c/ela eu nao sabia disso e to loca pra falar c/ela de novo so pra fofocar os detalhes HUAHUHAUHUA! A coisa c/teus pais é bem loca tb.. Vc escreve mto bem e amei conhecer vcs e a estória da familia! A Lá vai dar a opinião dela dps c/a cta dela! Beijinhos da Karen.
09/04/2018 12:16:29
Meo!... Só este capítulo final já é um romance inteiro. Putz, achei muito interessante essas abordagens dessa família numerosa. Devo enaltecer e parabenizá-lo, porque, deve ter dado muito trabalho e horas de dedicação para contar tudo isso para nós. Você merece ó ó...dez! Bjs=-)

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