Casa dos Contos Eróticos


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Evangélico descobre que "índio gosta de comer XOTA, índio gosta de comer CU" no domingo de carnaval

Depois de sair do sítio da minha amiga, onde fui feito de boneco por um grupo de pagode só de cafuçus e um jogador de futebol galinha, tive que voltar pra casa cedo, todo cansado e dolorido, além de sentado de lado no ônibus de viagem, porque a ardência anal foi grande. Mas eu tava bem feliz, pra um evangélico arrependido e com vontade de viver tudo que não vivi até então, comecei com o pé direito. Sexta-feira na folia, sábado na orgia, o que mais poderia esperar para o domingo? Pensei em descansar, afinal de contas, já tava de bom tamanho tudo que fiz. Só que, no caminho de volta pra casa, lembrei que já havia marcado com uma outra amiga de ir para um bloco de rua que acontecia todos os anos, durante o carnaval, numa praça no Centro da cidade. Ela iria com um grupo de outros colegas, todos fantasiados, inclusive até arranjou a minha fantasia, mas não disse qual era. Durante todo o trajeto trocando de lado, peguei no sono várias vezes e só acordei quando cheguei no ponto. Desci, andei tortinho até em casa e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho. Lavei bem as pregas, não vi marca de sangue, porém a água quente fez arder, com certeza me machuquei aprontando com aquela roda de cafuçu piranho. Tirei o resto de porra de cada um deles que ainda estava ali, amornada pelo meu calor interno. "Se fosse um útero, de qual deles eu engravidaria?", pensei. Até uma pomadinha passei pra aliviar a assadura. Comi alguma coisa, deitei e me entreguei ao cansaço, finalmente dormindo pra recuperar as energias depois de uma surra de pica bem merecida.

Acordei lá pelas 15h da tarde, ainda abarrotado de sono, mas com o celular gritando nos ouvidos e alguém quase que arrombando a porta de casa. "LUANA CHAMANDO!". Passei o dedo e atendi.

- Vambora, viado! Tô te gritando tem meia hora!

- Já vou, já vou!

Levantei zonzo e deixei ela entrar. Com duas bolsas enormes de fantasia, minha amiga do colégio passou toda sorridente e animada pela saída no bloco. Tomei outro banho enquanto ela foi se arrumando e, depois que terminei, foi minha vez de ser arrumado. Percebi que ela tirou uma peruca e umas correntes e não resisti em perguntar do que eram nossas fantasias.

- Eu imaginei algo meio Anitta e Pabllo Vittar no clipe de Sua Cara, sabe?

Não acreditei, comecei a rir, mas ela insistiu, disse que não teria coragem de fazer aquilo sozinha e que só contava comigo pra ser sua dupla naquela ousadia. E que, já que eu tinha planejado aproveitar o carnaval como nunca havia feito até então, era juntar o útil ao agradável. Sem pensar muito e relembrando como a peruca e a maquiagem do dia anterior me fizeram sentar em rola grossa, topei a graça e lá fomos nós. Coloquei um aplique loiro até à cintura, fiquei só de sunga de praia azul e umas correntes presas nos ombros, pescoço e também nas coxas, passando pelos quadris. Ela estava no mesmo estilo, porém com um tipo de cropped deixando a barriguinha de fora e sandálias estilo gladiadora, de alças longas até à parte superior das coxas. Os dois de véu cobrindo a boca, bem odaliscas do deserto, prontos para o carnaval de rua do bloco do Centro da cidade, prestes a dar início a um Domingo de Fantasia. Uns 20 minutos depois que terminamos a arrumação, uma outra amiga da Luana passou pra nos buscar de carro. Saímos daquele jeito mesmo, só peguei dinheiro, documentos e pedi a ela que guardasse consigo, já que não tinha bolsos. Em meia hora, estaríamos pisando no meio do fervo.

Carnaval é mesmo muito estimado, até por quem detesta esse período e gosta de reclamar dele, mesmo com o recesso proporcionado. A verdade é que as pessoas parecem estar mais à vontade na hora de liberar seus desejos, loucuras, pensamentos mais ocultos que não permitem florescer ao longo dos outros meses do ano. É nesse momento que pode tudo, até aquelas coisas que disseram pra gente que não poderiam ser feitas anteriormente. Homem pode se vestir de mulher, mulher de homem e vice-versa. Dormente, indo até o latente, vivo na mente de cada um desses machos piranhos de bloco de rua, está a fome de putaria. Eles saem esperando por qualquer sacanagenzinha na rua, querendo uma putaria pesada, fora do normal, afinal de contas é carnaval. Só uma vez no ano, tem que marcar. Verão, sol, cerveja, férias, calor e fogo coçando na cabeça da piroca, a perna mexendo impaciente, esperando por algo que os movam de lugar. Nós mal estacionamos e descemos do carro, já ouvi de longe a risada de um grupo de mais ou menos quatro, cinco colegas reunidos próximos.

- Porra, nem brinca, irmão! - um deles reagiu. - Duas semanas sem dá umazinha, já tô como?

Paramos próximos da concentração de pessoas, então, ao redor, apenas gente andando na mesma direção, com poucas exceções voltando. Passamos pelos rapazes conversando alto, todos com latão de cerveja na mão, e aí percebi que estavam fantasiados de indígenas, bem índios mesmo, algo que achei meio cafona e fora de moda, não que venha ao caso julgar. Não fosse por um simples fato crucial: aquele moreno de cabelo curto e liso, marca de sunga de praia e cara de homem rústico, com rosto quadrado e um verdadeiro jeitão de índio, bem do mato. Braçudo, marrento, barbinha rala e bigode escorrido, também curto por cima do lábio. Tudo isso, porém era o mais baixinho do bonde, ainda assim um pouco maior que eu. Olhei demais e ele com certeza percebeu, mas não fez nada, só continuou falando.

- Hoje tem que rolar aquelas coisa!

Os amigos tornaram a rir e a zoá-lo, todos bem animados. Ao ver eu e minha amiga fantasiados passando, alguns deles fizeram até um "Uuui!" de brincadeira, nada pejorativo. Fiquei um pouco sem graça, totalmente no meio do caminho da malícia, não sendo inocente, mas ainda começando a entender a mentalidade masculina no sentido sexual da palavra. Continuamos andando até à parte onde ficou difícil caminhar. Entramos por entre as pessoas do bloco e só paramos perto de um quiosque com som alto e alguns vendedores ambulantes ao redor, já inseridos no contexto carnavalesco. Pra completar a situação, o evento era no pé de um morro localizado no Centro, algo que não foi detalhado na hora do convite. Ou seja, tava lotado de homem gostoso se sentindo completamente em casa, rindo à toa, mexendo com todo mundo, olhando pra todos os lugares e bebendo além da conta.

- Tá cheio, né? - falei.

- Assim que é bom, viado! - Luana respondeu.

A amiga dela já providenciou cerveja e começamos a beber dali. De cara, fiquei só na minha observando, até que chegaram mais alguns amigos e colegas dela, a maioria acompanhado, todos fantasiados. Cumprimentei todo mundo e, disfarçando, percebi naquele mesmo momento que o cara vestido de índio, que passou com o grupo de amigos por nós quando chegamos, parou perto de onde estávamos, mais ou menos do outro lado do ambulante que nos vendeu bebida. Daquele jeito bem baixinho marrento, olhando toda hora para os lados e com os ombros levemente arqueados pra trás, mostrando certa imponência, petulância. As veias conectando braço e antebraço saltadas, a mandíbula flexionada e marcada, um jeito inegável de homem bruto, que bota pra foder. Aquele tipo de macho que a gente olha e já imagina como deve ser fodendo, com uma pegada de bicho, que maltrata sem dó. Foi quando, no nosso campo de visão, percebi algo totalmente inusitado: uma mala pesadinha. E uma mão negra e veiuda mastigando essa mala insistentemente. O ambulante entre nós me pegou manjando e deve ter pensado que foi pra si, aí aproveitou pra se bolinar de leve, só vendo meus olhos sedentos por pica em sua direção.

- "Viado mermo!" - vi seus lábios mexerem.

Um mulatão sem blusa, corpo não tão grande, bermuda tipo de surfista, com a camisa amarrada na cintura e boné na cabeça, virado pra trás, com óculos espelhados de favelado em cima. Não consegui detalhar tanto por conta da distância e das pessoas passando entre nós, mas com certeza o puto captou tudo e, no meio de um mar de gente, sentiu meu cheiro de longe. "Quantos outros viados ele não deve ter flagrado assim e se aproveitado?", me fiz a pergunta. Até que minha amiga me puxou gritando, já alterada pela bebida nos minutos iniciais da folia.

- "VAMO, VAMO, VIADO!"

Começou a tocar Corpo Sensual da Pabllo e ela não resistiu, até a galera ao redor vibrou, entregue ao ritmo. Parou do meu lado, soltou o quadril e foi dançando estilo arrochinha, mexendo a bunda no ritmo da envolvência que só uma drag queen maranhense consegue oferecer no meio de um bloco à fantasia animadão e tomado pelo povão pé no chão.

- Vai passar mal! Viro sua mente com meu corpo sensual!

O coro foi quase uníssono, até me arrepiei um pouco. Senti o efeito da cerveja começando o brilho etílico e deixei o corpo soltar um pouco também, mas não na intenção de passar mal, só querendo a parte sensual. No meio da dança, olhei pra trás empinado de leve e tornei a catar o macho negro me manjando, só que agora ele pareceu se conter, disfarçando com olhadelas para os lados como se não quisesse manter os olhos fixos em mim. A mão ainda puxando insistentemente a caralha, até engoli a seco a mascada firme. Atrás dele, com a roda de amigos, os índios pararam para olhar nossa dança, porém deram atenção exclusiva à Luana, que, por bem dizer, tem uma senhora raba, ainda mais com aquela fantasia só de biquíni por baixo, toda sexy.

- Minha boca é quente, vem! Não tem igual!

Os marmanjos não se aguentaram com toda a envolvência dela, ficaram literalmente babando vendo a danada dançar. Ela percebeu isso e só fez piorar, dando quebradinhas com a perna e causando o efeito de troca de nádegas na bunda, que pareceu ter vida própria.

- UHUUULL! - esbravejou nosso próprio pessoal. - Arrasa!

- Bora viado, vamo! - ela me incentivou. - Dança comigo, porra!

Até tentei, mas os holofotes eram todos dela. E quanto mais olhei pro grupo de indígenas, mais notei duas coisas: primeiro que o baixinho marrento, apesar de todo respeitoso, era muito tarado. Não parou de esfregar as mãos depois que viu minha amiga dançar, parou de braços cruzados na altura do peitoral e ficou falando com um colega, com certeza destacando coisas fúteis e aproveitando enquanto poderia olhar sem tirar pedaço. Não foi desrespeitoso, mas qualquer um ali perceberia que ele tava vidradaço nela, com certeza falando da mesma.

- "Ah, se eu pego uma mina dessas!" - tentei ler os lábios. - "Olha pra isso, mermão!"

O cara era um verdadeiro puto, os próprios colegas não aguentaram olhar tanto quanto ele. Luana percebeu e ficou rebolando de propósito em sua direção, só pra animá-lo. Em segundo lugar, veio a visão do ambulante olhando pra mim e pra ela, porém focado no meu corpo exposto no meio de correntes e coleiras. A mão mastigando a rola, como se tivesse sem cueca por baixo. O corpo suado, uma pochete no ombro. Abriu um latão e deu uma golada forte me vendo dançar, diretamente com os olhos em mim, a ponto de me deixar sem graça quando o olhava e as nossas visões se encontravam. Senti-me feito carniça espreitada por animais famintos e sedentos.

A gente continuou dançando, bebendo, rindo à toa e zoando com os colegas, eu nem tanto porque minha amiga mesmo era só a Luana. Saí pra mijar e tive que andar até à parte lateral da praça, onde estava um pouco mais vazio, já que era um terreno grande e a concentração era apenas num trecho específico. Os banheiros químicos estavam lotados e eu muito apertado, então não perdi tempo e andei até sentir só o cheiro de mijo e amônia dominando as narinas. Quando botei o pau pra fora e comecei a mijar aparentemente sozinho, senti uma presença próxima, mas não olhei ainda, imaginando que fosse mais alguém que também quisesse tirar água do joelho. E era. Atrás de mim, numa posição de lado, o negro ambulante parou e colocou um caralho preto pra fora, com a cabeça já exposta e em tom roxo. Mesmo flácido, várias veias grossas descendo pelo comprimento fálico, como se o preparassem para uma possibilidade de tesão. Diferente de todas que vi até então, a vara pareceu bem vivida, experiente, com a cabeça dividida ao meio perto do freio. Na borda era até mais roxinha, porém sempre no tom próximo do escuro. Totalmente pelado, mas não pareceu raspado, talvez naturalmente liso. E daquele jeito safado de mijar, colocando o tronco pra fora pela perna do short, sem precisar de abrir tudo, sem se dar trabalho. Olhei pra cima e o puto me olhando, rindo depois deu passar aquele tempo todo olhando pra bigorna dele, vendo o safado com o corpo dobrado e soltando um mijão pesado na grama, quente, farto. Foi aí que pude ver os chinelos pequenos pra tanta lapa de pezão. Dedos rígidos e bem divididos, másculos, simétricos e em traços robustos, grossos. O PUTO não fez enredo nenhum, mesmo com a ausência de pessoas ao redor. Rindo, olhou pra mim e falou baixinho.

- Porra, só uma mamada, tá ligado?

Não respondi, estava em transe, não sei se mais apaixonado pelo físico atraente, pelo jeito de mavambo sedento, pelo mijo despencando daquele caralho meia bomba e circuncidado, cabeçudo, ou se pela frase de efeito dele, carregada pela mente piranha de um cara que não tava nem aí pra nada, só queria gozar e esvaziar o tanque. Era a Festa da Carne, ora bolas! E se eu tava cansado e assado de tanto dar o cu, nada mais em conta do que um boquete bem safado, não é verdade? Depois da mijada, então, nada melhor!

- Qual vai ser, viadão? Vai fortalecer ou vou ter que mandar?

- Aqui? - perguntei.

Olhei ao redor e ele fez o mesmo, começando a rir um pouco em seguida, meio que de deboche pelo que falei. Não tinha aprendido tudo ainda, mesmo sendo o terceiro dia do carnaval e eu tomando no cu em cada um deles. Não sabia que quando o tesão bate, ele simplesmente tem que explodir, acontecer, deixar marcas em qualquer lugar.

- Tá vendo, porra! Vem logo de boca, mermão!

Devagar, veio na minha direção e pôs a mão pesada no meu ombro, trazendo para si e forçando para baixo. Resisti outra vez e tornei a falar.

- Vamos arranjar um lugar melhor! - pedi.

Puto, sem guardar o cacete, o ambulante me puxou forte pelo braço e foi conduzindo pra parte de fora da praça, onde ficavam alguns daqueles prédios antigos do Centro, atrás de um ponto de ônibus abandonado, que já havia sido realocado depois das obras de revitalização do último Prefeito. Entrou num beco aparentemente abandonado e, mesmo com um puto de um morador de rua dormindo, parou de costas no muro e me pôs ajoelhado entre as pernas sem pelos. Aquele não era um mulato tão velho, talvez em seus 27, 28 anos. Aliança no dedo, sovacos também lisos e bem suados e a cara de quem tinha que ganhar uma mamada urgente.

- Dá aquela chupada responsa, pra esvaziar essa mamadeira! - pediu, me olhando nos olhos.

Entre nós, a caceta tomando vida e pulsando, começando a balançar pelos estanques dados pelo tesão do corpo. Tão puto que queria sexo oral independente de onde ou como fosse, por isso saiu do bico de vendedor e veio atrás de boca quente. Não tem igual! Antes de começar, bateu com a cabeça mijada nas minhas bochechas, esfregou de propósito pra deixar o cheiro e me mandou pôr a língua pra fora, uma ordem que só obedeci. Senti o cabeçote batendo e arrastando pelas papilas, que ficaram com o gosto salgado do mijo.

- SSSS!

O puto não foi até o final. Ele sabia onde queria prazer e só focou ali, roçando com a ponta do varote no céu da boca e nas partes rígidas da língua. Até que firmou as pernas, tapou meu nariz com dois dedos enormes e enfiou a tora no fundo da garganta, me fazendo engasgar pesado e tossir de nervoso. Aí vieram as ameaças de vômito, mas a mão enorme na nuca não me deixou recuar, então só pude tentar me adaptar, mexendo o rosto na intenção de aliviar um pouco o contato.

- Ah, tu não é viado, não! - provocou. - Que isso, como que não tá acostumado com piroca? Xô te mostrar!

Ficou brincando de arrastar pela parte de dentro da bochecha enquanto eu mamei, fazendo aquele barulho na hora de tirar, como se fosse a rolha da garrafa de um vinho tinto estourando. BLOP! Forçou os ovos no saco e me deu pra lamber, repousou com eles nos meus olhos e também me obrigou a cheirá-los. Senti o gosto de suor, de fluído corporal e fiquei entregue à putaria, não imaginando que veria outra pica tão cedo logo após a curra dada pela roda de cafuçus no sítio. Quando imaginei que a coisa tava pegando fogo, senti uma mão apertando minha bunda e dando o primeiro tapa. Olhei pra trás e me deparei com uma terceira pessoa desconhecida.

- Grande Zé! - disse o ambulante que eu tava mamando.

- E ae, Galinha? Só ganhando uma moral do parceiro, né?

Disse isso sentando outra mão no meu lombo. Aquele homem tinha aparência de morador de rua, só que as roupas estavam em dia, dando a impressão de que era apenas um bêbado que ainda não havia voltado pra casa depois de sair pra encher a cara. Talvez uns 36 anos, aquela marca cinzenta de barba de bebum na cara, cheiro de álcool, blusa pólo e calça jeans surrada, com um daqueles sapatênis que hétero adora usar. Um corpo todo grossinho, com antebraço taludo e a mão meio calejada, toda espalmada na minha carne, como se fosse convidado não verbalmente a se aventurar conosco naquele beco urbano.

- Tá vendo, pô! - respondeu o ambulante. - Se quiser é só chegar, esse daqui é parceiro, né não, viado?

Atolou pica na minha boca e não deu direito de resposta. O pai de família tirado a bêbado deu um sorriso amarelado e veio no meu ouvido com aquele cheiro forte de suor e bebida misturados, como quem ainda não tomou banho depois que chegou do trabalho.

- Ah, é só chegar? Cara de novinho e já é piranho desse jeito? Tu tem idade pra ser meu filho!

Outra vez o mãozão de homem grande bateu no meu lombo, só que agora já foi descendo sem pressa a alça da sunga, ganhando acesso à minha pele morna e lisa, cuja castidade fora desbravada apenas dois dias atrás, por um motoqueiro piranho e atrasado. Em seguida, testada por uma roda de MUITOS cafuçus, todos de um jeito diferente, cada um comendo um pouquinho, sendo que um deles foi capaz de estourar uma camisinha e me encher de gala quente. O resto não poderia ficar na mão. Agora, pra fazer o domingo, estava chupando um vendedor de bloco de rua quando me aparece um trintão, quase quarentão, com cara de pai de família, porém entregue ao fogo da rua, da bebida, da orgia. Um macho feito que esqueceu de crescer por completo, ainda não tinha seu controle total dos vícios, vontades e taras. Um putão cheio de fome de cu, que veio procurar na folia um bom lanche. Ele me encontrou, filho de pastor com missionária, o famoso "crente do cu quente", como definiu um dos mulatos que me currou no dia anterior. Foi quando lembrei que, pelo menos até então, meus pais ainda não haviam dado o bom-dia rotineiro.

O cafajeste não quis muito papo. O riso de sádico no olhar, o papo furado de quem simplesmente apareceu ali com fome, e uma grande ausência da necessidade de falar diretamente comigo, como se eu fosse uma carne exposta num Açougue, propriedade mais do ambulante do que de mim mesmo. Ele teve que ter a permissão do outro pra continuar ali, como se já soubesse que eu toparia toda e qualquer putaria e precisasse apenas da confirmação do macho dominante que estava me usando. Uma cara de macho casado e safado, mas que não conseguia se livrar do vício de cu. Um adultero, um infiel, traidor do caralho, como a maioria dos outros homens soltos pela rua à procura de fogo em cu de viado, e olha que eu odeio generalizar. Ele tentou dedar meu cuzinho, mas a seco não conseguiu. Enfiou o dedo na boca, encheu de baba quente e foi tomando lugar dentro de mim. Um completo estranho, cujo nome eu nem sabia e que agora entrara em contato com meu calor interno, o aperto proveniente da minha recém inaugurada virgindade. Aquele dedo grosso, calejado, com resto de suor e muito provavelmente cheiro de mijo, considerando que aquele canalha tinha cara de quem tava toda hora coçando saco, apertando a mala, tava todinho dentro de mim e se mexendo curioso, fazendo cócegas internas.

- Se liga só aqui, viado! Deixa ele lá! - mandou o vendedor.

E puxou meu rosto pra si pra dar pirocada no olho. Senti o segundo dedo alargando na marra, sem muita paciência, ou então num desejo violentamente sexual de não me alargar muito antes de comer. Aí veio a ardência de todas as fodas do dia anterior, ao mesmo tempo que o resto do creme que passei pras assaduras também ajudou a deslizar. Pronto, foi o prato feito do bebum.

- Eita, cuzinho acostumado com pica! Tu é viadão há muito tempo, né?

- Desde que eu nasci! - falei.

- Tá falando muito, caralho! Já falei pra se ligar nessa piroca!

Tomei outra torada e voltei a chupar pra deixá-lo animado. Percebi que o cara atrás de mim parou por um tempo e o observei abrindo a carteira. "Vai me encapar e mandar brasa, é agora!", pensei, já me preparando pra ser currado outra vez, mesmo não querendo sentir muito a queimação, só o prazer. A cabeça arrogante de uma vara mais preta do que o resto da pele pincelou o cuzinho. Primeiro escorregou fácil até à metade da glande, depois disso teve que ser alargando mesmo, eu sentindo as pregas abrindo mais uma vez pra dar prazer a um macho de rua. A partir daí, o puto só segurou minha raba pra trás, afastando as nádegas sem nem remover a sunga, só puxando de ladinho e torando no cuzinho de uma só vez, indo no fundo. Senti o cheiro de cigarro e só aí me liguei que ele na verdade acendeu um, me dando aquela dúvida se havia ou não colocado a camisinha. Pensei em reclamar, mas a caralha entrando pela boca e tanto tapa na cara e no lombo me mantiveram ocupado nesse sentido, o corpo sendo usado nos dois lados ao mesmo tempo.

- SSSS! Tu já entrou aqui, Galinha?

- Minha parada é só mamada mermo, se ligô? Cu eu deixo pros parceiro que gosta!

Mais uma espalmada na bunda.

- Tá certo! É bom que sobra mais pra mim!

E gargalhou, montando sobre meu corpo e me fazendo arriar completamente no chão do beco, usando a mão forte, grande e calejada pra descer minha nuca. O puto do macho safado queria comer cu e queria do jeito bom, não era pra ser qualquer fodinha rápida, como se pudesse acabar a qualquer momento. Até o ambulante teve que se abaixar um pouco mais pra continuar sendo chupado, porém nada mudou, só a pressão no corpo.

- Tá acostumado a liberar o cuzinho, é viado?

O bebum podia estar com aquele cheiro de suor e ter um comportamento bem explícito no sentido sexual comigo, mas uma coisa foi certa: soube foder. Não sei quem foi ou quem era antes de sucumbir aos vícios do mundo, na visão evangélica da coisa, porém aprendeu certinho a meter num cu, mesmo alterado pelo álcool na veia.

- Por que, tá larguinho? Ahnnn! Ssss - respondi manhoso.

Ele puxou a peruca loira pra trás tão forte que pegou mesmo no meu cabelo de verdade, me fazendo recuar a parte de cima do corpo. Sem hesitar na foda, o bruto apertou meu pescoço pela corrente e falou atrás do ouvido com o hálito alcoólico e quente.

- Tá não, tá é quentinho pra caralho, acho que nunca comi um viado assim!

Mesmo atolados numa viela urbana, ele me colocou até de ladinho pra ir lá dentro, com direito a perna levantada e pé sendo segurado na mão robusta. E durante todo esse tempo, não parei de ter a cara batida por piroca babada, grossa e à beira do gozo. Até que o tal Zé sentou na parte traseira das minhas coxas, prendeu meus membros e deitou em cima de mim, dominando a movimentação e me puxando com braços passados por baixo das minhas axilas, como se me rendesse. As mãos travadas em minha cabeça, um quadril totalmente descontrolado e uma vara vividamente insistente em me cutucar no fundo, brincando de me alargar as pregas cansadas.

- Tá sentindo eu brincando com teu bumbum?

Tomei outro tapa pra marcar a carne, que me arrancou mais gemidos e fez trancar na envergadura do mastro. Em cima de mim, ele passou aquele cheiro forte de trabalho braçal misturado à bebida, e aumentou o tranco junto com o tal Galinha, que preferiu bater punheta na minha cara.

- Abre a boquinha, abre! - ordenou o da mamada.

Botei a língua pra fora e veio a primeira enorme corrente de leite, presa à segunda, fazendo as outras descerem num só espasmo da piroca preta e com cheiro de mijo. Ela piscou e dançou estúpida na minha face, a galada veio farta e em muitos pulsos de tesão, com a vara envergada no céu da minha boca, a cabeça latejando e despejando muita quantidade de porra quente e salgada, espessa, grossinha. Aí ele tirou e arrastou na pele, no suor, espalhando tudo.

- Ahhhh! Isso, engole tudinho pra eu ver!

Obedeci e ainda mostrei pra ele, ousando no novo modelo de cadela criada com a macharia da rua que eu estava me tornando aos poucos, ao longo do recesso de carnaval, longe dos meus pais controladores e religiosos. Eu estava permitindo que outros homens famintos se alimentassem do meu fogo, da minha energia. Que se aproveitassem do meu corpo e fizessem festa da minha carne. Foi quando o maridão casado me comendo tirou o caralho de dentro e veio na cara pra fazer a mesma coisa que o ambulante fez. Aí que percebi que o puto realmente tava sem camisinha, mas optou pelo prazer de me ver recebendo leite diretamente de seu saco, a fonte, na cara.

- Pra mim tu pode fechar essa boca, eu quero é esporrar bem na sua cara!

Segurou meu queixo e assim o fez, soltando esperma um pouco mais líquido, mas em menor quantidade do que o vendedor. Este, por sua vez, já havia até se ajeitado e saído, deixando nós dois pra trás sem qualquer palavra. O bebum esfregou o resto de leite na minha língua, fechou a calça e ficou me olhando com a cara toda suja.

- Assim que eu gosto! Volta pros teus amigos com o meu cheiro nessa fuça, sua cadela!

Não esperou muito, se ajeitou e também virou as costas pra sair, andando pra dentro do beco onde estávamos. Senti-me um objeto usado, mas ainda não havia descoberto o que o domingo estava planejando adiante, como se o abandono naquele cansaço não fosse o auge da objetificação sexual e submissão a machos dominadores, que entendem bem de sodomia. Ajeitei a sunga, limpei o rosto com uns jornais que encontrei num banco e voltei pro meio da folia com o cheiro de porra, suor e bebida tomando todo o corpo. Meio cansado, as pregas ainda com a impressão do caralho do bebum e, por incrível que pareça, um fogo maior dentro do corpo, como se aquela surra de cafuçu tivesse mudado o sentido de satisfação pra mim. Tomei leite de dois no começo daquele Domingo de Fantasia, de bloco de rua, mas a falta de porra no cu contrastou com as aventuras do dia anterior, quando sequer pude dormir direito. Voltei pro bloco sozinho, com mais fome de pica e respirando porra de macho de rua na cara. Um quis mamada, o outro quis cu, só eu apareci e dei conta. Mas quem deu conta de mim?

Antes de chegar no grupo de amigos onde estávamos, passei perto do carro da amiga da Luana, que trouxe a gente, e percebi uma agitação interna no veículo, que me deixou pensando que mais alguém estava se divertindo além de mim. Como voltei e fiquei um tempo apenas bebendo sozinho, ainda me recuperando do curto esforço físico pela meia foda de minutos atrás, deduzi que fosse a minha amiga a felizarda dentro do veículo, uma vez que a mesma não estava mais por ali. Ainda avistei o ambulante de longe, o puto do Galinha me olhando vez ou outra, agora só com aquele riso de piranho no rosto e a mão afastada da mala, de saco vazio, temporariamente satisfeito. Atrás dele, o mesmo grupo de amigos fantasiados de índios, só que sem o baixinho marrento que tanto fiquei observando. "Será que..", pensei. Não deu outra, cinco minutos depois chegaram ele e minha amiga separadamente, cada um pro seu próprio grupo.

- Não acredito nisso! Arrasou, Luana! - falei.

- Ai, amigo! Nem brinca!

Fez uma cara de feliz, porém não muito, e aí me deixou curioso.

- Ah, para! Que isso? Um homão daquele e você não curtiu?

Ela riu como se ouvisse piada.

- Pois é, Fabiano! Beija bem, sabe onde pegar, mas não gosta de, ó..

Safada, ela deu dois tapinhas na própria virilha, indicando a pepeca.

- Boceta!

Não pude botar fé.

- Ah, vai dizer que o cara é viado? Ele ficou te secando desde que a gente saiu do estacionamento!

- Eu sei, só que ele prefere bunda. Tava mó rala e rola, a foda liberada dentro do carro, ele me vira e pede pra botar no cuzinho!

De longe, foi inevitável olhar pro grupo de machos vestidos com acessórios indígenas, todos de tanguinha e aparentemente sunga por baixo. Cocar, penas, braçadeiras e cordões. Os outros prestando atenção no papo do baixinho marrento, que fez cara de satisfeito, porém não muito. Ele simulou com as mãos como se estivesse segurando um quadril e vi direitinho o momento em que abaixou-se por cima e fez a suposta troca da pepeca pro cuzinho mentalmente. Aí acabou tudo e pelo visto a coisa esfriou entre eles. Eu nem tive tempo de reagir, porque isso só indicou que aquele macho tava acostumado com as danadas que curtiam anal, ou seja, não era necessariamente viado ou algo do tipo. A comparação que Luana fez sobre as preferências dele soaram um pouco específicas, uma vez que ela deve ter sido deixada na mão, então procurei entender, até que começou a tocar Sua Cara, do Major Lazer, com Anitta e Pabllo, dois dos maiores artistas daquele carnaval, além de tema da fantasia minha e dela. Ela automaticamente olhou pra mim e gritou, pulando feliz e ignorando todo o resto da conversa que estávamos tendo ali. Os amigos dela também vieram ver, as pessoas ao redor reconheceram na hora as roupas e sabiam que lá vinha coisa.

- A GENTE TEM QUE DANÇAR, ANDA!

- Tá, tá, eu sei! - respondi.

Paramos lado a lado e a letra começou, ela foi dançando de um jeito e eu de outro, mas os dois presos aos movimentos com as coxas, ombros e cintura, sem qualquer medo de rebolar MESMO.

- Se você não vem eu vou botar pressão..

Quem quisesse ver, a hora era essa. Bem no meio do carnaval, um viado e uma amiga toda solta, livres de quaisquer estereótipos, as mãos nos joelhos e as bundas pra cima.

- Não vou te esperar, tô cheia de opção!

Eu me empinei e senti o fogo espalhando pelo corpo, saindo bem do cu, como se a foda rápida e inacabada, com leite não sendo socado no fundo, fosse criticada pelas pregas. Joguei o cabelo da peruca de lado e me empinei.

- Eu não sou mulher de aturar sermão, me encara e se prepara!

Elas queriam mais, mesmo com o esforço recente, tanto de minutos atrás quanto dos dois últimos dias só levando vara atrás de vara. Sexta, sábado e domingo, isso porque a Festa da Carne dos evangélicos só acabava na Quarta-feira de Cinzas.

- Que eu vou jogar bem NA SUA CARA!!

O ritmo meio árabe soltou que nem nossos quadris. Nesse momento, a Luana simplesmente parou de dançar e saiu um pouco de perto, virando na minha direção e gritando.

- ARRASA, VIADOOO!

Eu fiquei mega sem graça, mas, uma vez entregue à dança, jamais recuaria. Jamais. Rebolei de um lado pro outro e, sem dó mesmo de qualquer julgamento, pus as mãos nos joelhos outra vez, deslizando a bundinha recentemente alargada pra quem quisesse ver. Encolhi o quadril e dei aquela rebolada com as nádegas bem jogadas, algo que nem imaginei que conseguisse fazer, todo tomado de fogo, vontade e álcool na mente, além de milhões de ideias pecaminosas com cada um daqueles homens ali presentes. Todo mundo parou pra ver, pra zoar, incentivar ou fazer cara de bunda pra cena de um viado vestido de Pabllo Vittar, dançando todo soltinho. Galinha, o ambulante, nem se importou em disfarçar. O grupo de amigos onde estava o baixinho veio mais pra perto e começou a interagir em zoação, alguns até dando palmadinhas na minha raba. Aí pronto, me senti no céu ou no inferno da putaria, tava pronto pra qualquer coisa, da mesma forma que perdi o controle e transei com um grupo de pagode no sábado. O marrentinho, em si, todo "hétero" estilo brincalhão da turma, além de ousadinho, parou atrás de mim com o quadril quase tocando minha bunda, sem me encostar, e botou as mãos pra tapar a própria boca, como se estivesse assustado com tanta jogação de raba.

- Já falei que ainda não comi ninguém, ein!? - "brincou".

Fingiu até que não conseguia olhar, fazendo todo mundo rir e o clima só aumentar, entrosando legal. Rápida, Luana foi logo de conversinha com um dos caras vestidos de índio e puxou pra um canto, enquanto fiquei sozinho e cercado pelo grupinho, tendo o cara baixo mais perto. Ele devia ser considerado O Gastador entre os amigos. O puto puxou minha sunga e fingiu que controlava meu ritmo de dança, eu só empinei e continuei rebolando. Seus amigos não pararam de botar fogo, zoando e tudo mais, enquanto o safado fingiu que era tudo brincadeira entre um hétero e um homossexual, porém dominando minhas rédeas e ancas. Por mais que todos ao redor levassem na brincadeira, senti bem o puto forçando meu cóccix e empurrando de leve o volume da tanga nas minhas nádegas, só que isso não durou o tempo todo. Conforme a música foi rolando, ele mesmo ficou mais esportivo e parou, então fui reduzindo também o ritmo da dança, até o ponto onde só estava mesmo mexendo o corpo e sentindo ainda o fogo, a animação e o brilho alcoólico.

Como minha amiga não voltou, permaneci ali bebendo e bem do lado do resto do grupo, porém nenhum deles tornou a interagir diretamente comigo. Estava bem mais escuro e com menos gente ali, mas ainda com música alta e bastante movimentação. O funk explodiu em seu ápice, no ritmo acelerado da atabacada e na velocidade do famoso 150bpm, aí todo mundo se entregou de vez. Veio uma música que não tinha ouvido antes, com um cara de voz séria cantando algo em alto e bom tom. Uma regra, um desejo, uma vontade a ser cumprida. Foi simples:

- "Tu diz que quem gosta de rua é índio, se liga que eu falo pra tu!

Nesse instante, o grupo de amigos vestidos de indígenas começou a rir e pular, como num grito de guerra, alguns até batendo as lanças no chão e fazendo aquele barulho com a mão na boca. Juntos, cantaram os versos seguintes com garra e gritando.

- "Índio gosta de comer xota, índio gosta de comer cu!"

Proibidão sem qualquer papas na língua e um ar de putaria sem igual. Todos eles nem aí pra nada, mandando ver na vontade de deixar aquele recado bem audível, perceptível, notável a todxs presentes.

- "ÍNDIO COME XOTA, ÍNDIO COME CU! ÍNDIO COME XOTA, ÍNDIO COME CU!"

Uma repetição infinita da mesma afirmação da sodomia presente em cada um. Machos pulando e se sentindo na necessidade de gritar aquilo, pra que soubessem que bastava dar um mole. Um deles, inclusive, era o baixinho marrento que abandonou minha amiga simplesmente por ela não liberar o sexo anal. Que macho egoísta da porra! Ele não parou de me olhar até a música do índio acabar, pulando com os amigos e terminando de encher a cara de skol beats. Não fez nada, no entanto, apenas ficou ali gastando energia. Tocou Vai Malandra e foram as últimas reboladas que dei olhando pra ele, só de provocação após aquele recado dado pelo 150bpm e a vontade de sentir o aperto quente ao redor da caceta, do ego.

- Tá pedindo! - cantei. - Se prepara, vou dançar, presta atenção!

Ele prestou mesmo. Desci, rebolei gostoso, empinei olhando pra ele e tentei ser pego de jeito, mas o puto não passou da observação, todo controlado em si, apesar de muito bêbado. Imaginei que estivesse meio preso por conta dos colegas e concluí que seria difícil sair dali com algo confirmado. Senti o corpo já cansado pela dança e pelo esforço da pouca foda à tarde, lembrei que meus documentos estavam com Luana e reparei que ela ainda não havia retornado. Comentei sobre aquela demora com a amiga dela, a que nos trouxe de carro, e ela me deu as chaves, dizendo que minha amiga havia avisado que talvez não voltasse conosco e que deixaria tudo no veículo. Sendo assim, percebi que voltaria sozinho pra casa e parti em direção ao estacionamento, preparado pra pegar minhas coisas, voltar pra devolver a chave e finalmente ir embora. Caminhei meio torto pelo canto da praça até sair pela parte externa, sozinho até então. Avistei o automóvel e caminhei em sua direção, até imaginei que Luana poderia estar ali se dando bem com o amigo do marrentinho, mas não encontrei ninguém. Abri a porta e pulei pro banco de trás pra procurar meus documentos, foi quando uma sombra se pôs na passagem da única luz que me permitia enxergar ali. Olhei pra fora e vi um corpo masculino e desenvolvido, moreno, com o braço por cima do teto do carro, ou seja, a axila virada pra mim e com poucos pelos. Uma perna já apoiada pra dentro e finalmente veio o rosto.

- Tá sozinho?

O risinho de canto de boca, o rosto másculo de safado e poucos pelos pelo corpo, bem característico de alguns descendentes de indígenas, talvez por isso a tanga lhe caísse muito melhor do que nos amigos. O baixinho marrento não resistiu aos encantos da dança no ritmo do funk, bem nos últimos minutos do segundo tempo de domingo.

- Agora não tô mais, né?

Sorri e ele mordeu o lábio bem cínico. Supôs erroneamente que aquele era meu carro, entrou e fechou os trincos. Queria foder, era certo. Aquele puto foi muito prático, sem tempo ruim. Certificou-se dos vidros escuros, da pouca presença de gente ao redor e bateu nas coxas, esticando-se pra frente no banco do carona.

- Então pula logo pra cá, viado! Sem demora que eu tô galudão em tu!

Eu paralisei. Só poderia ser sorte de passivo iniciante, porque nunca me achei atraente aos olhos de outros caras, não que me diminuísse também. Sexta, sábado e domingo, terceira putaria, talvez a que estive mais desejando desde que vi o puto no estacionamento, chegando no bloco. Tanga, a coragem de vir só de sunga por baixo e todo cheio de objetos e detalhes pra enriquecer a fantasia ultrapassada e não entendida de índio. Mas não bastava entender, bastava estar gostoso, mostrando o que considerava ser seus ponto forte, sua vantagem em relação ao resto. Pra mim, bastava ser um homem safado.

- Anda, porra! Vai dizer que tu não dá o cu também?

Aquele maluco era mesmo abusado pra cacete, sem dó, até me apressar pra liberar o brioco ele apressou.

- Bora que eu já vim no pique!

Passou a própria sunga pro lado e me mostrou uma CARALHA comprida e ao mesmo tempo grossa, parecida com a do Negão do dia anterior, porém numa proporção mais justa ao restante do corpo. Bonita, por sinal, com um saco todo naquele padrão de pele enrugada, que dá vontade de lamber só de olhar. Pentelhudo no grau, o prepúcio já repuxando e revelando uma cabeça bem feita, morena e brilhante, apontando pro teto do carro. Aquele cara com certeza tinha que ter porte de armas pra andar com aquilo ali solto entre as pernas!

- Você vai me comer? - perguntei incrédulo.

Ele não entendeu e bateu outra vez nas pernas.

- Anda, porra! Índio come xota, índio come CU, qual parte tu ainda não entendeu!?

Aí eu perdi a linha, o fogo no rabo tomou conta de tudo dentro do carro e eu pulei pro colo dele como se as pregas fossem de brinquedo, sentando já com a cabeça apontada pra dentro.

- E a camisinha?

- Tu já viu índio comer cu de camisinha?

Apertou meu ombro e me fez descer devagar naquela tora, que foi me preenchendo todo por dentro. Ela alargou um pouco mais do que o bebum que conheci mais cedo, isso fez os pelos das pernas do cafuçu se arrepiarem contra as minhas. Assim que sentiu a entrada, ele engatou o restante e me sentou sobre si, com as mãos abertas sobre minhas nádegas, meu rosto colado no peitoral já suado e pouco ofegante, todo dobrado dentro do carro. Arriou meu quadril e me fez sentir bolada na porta do cu, de tão no fundo que chegou. Ainda brincou de latejar, engrossar, forçar o cacete pra alargar de verdade, atiçar as pregas em chamas, tremendo na base da jeba.

- SSSS! Porra, tu gosta muito de uma piroca, ein! Tá aproveitando bastante o carnaval! - me zoou.

- Quem mandou ser baixinho e caralhudo? Esses machos parecem que tomam hormônio desde cedo!

Ele riu e mordeu o pescoço, abraçando meu corpo todo, até com as pernas pelas costas, me descendo e subindo na caralha por inteiro, sendo socado no fundinho.

- HMM! Caralho!! - meus dedos entraram nas costas dele.

Mesmo com o pouco espaço, o puto me virou ao contrário e trocou de lugar comigo, me pondo deitado no banco do carona e vindo por cima, num quase frango assado. Segurou meu queixo e olhou no fundo dos olhos com aquele semblante de macho bruto no meio da ação, pego durante a foda, bem entre o pau no cu na pele. Arfando tão perto que senti o ar quente e carregado de esforço sexual, fome de aperto anal.

- Tu dá de pau duro, né?

E isso ainda me fez contrair automaticamente quando forçei a ereção, dando menos diâmetro pro mulato se fazer, se deliciar na minha carne. A tora nem saiu toda, a maior parte continuou apenas roçando contra as paredes internas do rabo, enquanto as pregas namoraram intensamente o talo grosso da caralha, assim como os ovos bombados e enormes de tanto desejarem esporrar leite num cuzinho apertado e quente, capaz de recebê-los. Tomei tapa na cara, no lombo, até beliscão pra ser instigado, feito mesmo de viado submisso E toma-lhe tapa no lombo.

- Tu gosta, não gosta? De tomar esporrada no cuzinho? Eu aposto que gosta!

- SSSSS!

- Isso, cadela, geme gostoso pra mim! Mostra que tu curte mesmo levar pirocada no olho do cu, mostra?

Ele gostou de me atiçar pra sentir ainda mais falta de espaço, tesão aflorado por sodomia, pelas entranhas de outro cara. Cabeça passando contra as pregas ex-virgens do meu rego evangélico e protegido antes do feriado, antes do começo do recesso de carnaval. Os dedos entraram pela minha boca, puseram minha língua pra fora e o piranho cada vez mais solto, mais objetificador, mais mestre.

- Filho de uma puta, saiu pra rua pra sentar em macho, né?

Cruzou a mão no meu rego e bateu mais.

- Não tava ligado que índio gosta de comer xota, índio gosta de comer cu? SSSS

- Eu sou evangélico, quase não saio de casa! - respondi.

Aí pronto. O carro balançando e ele nem aí, empenhado em fazer balançar ainda mais. E nem era meu, era da amiga da Luana, que provavelmente também estava se divertindo. Sim, ela sempre disse que gostava, então não entendi direito porque não rolou com o marrentinho que tava me fodendo naquele exato momento. Mas isso foi bom, fez ele continuar a caça por curra, por diâmetro semi-virgem, semi-usado, recém saído da fase de testes.

- Minha vontade era te foder numa cama, viado! Tu ia tomar tanto nessa rabiola que ia sair de quatro galopando!

- A gente pode marcar, gostoso! SSSS

Ele acelerou as estocadas e o veículo acompanhando na tremeção. A suspensão sendo fodida e testada junto com a minha, as pernas ficando bambas e uma queimação deliciosamente prazerosa, com muita cutucada no fundo da bunda, tudo proporcionado por uma vara, uma pica, um pau, um pirocão entre as pernas de um cafuçu vestido de índio. Alargamento, estreitamento, tudo num só lugar. O bruto quis finalizar do jeito que começamos, naquele quase frango assado, só que por baixo. Aí voltou a cantar e, conduzindo ele o ritmo do meu quadril, exigiu um pouco mais de elasticidade pra ficar galudão.

- Índio come xota, viado! Mas índio também gosta de comer um cu!

Meteu as mãos outra vez em minhas nádegas e, usando os dedos pra ir abrindo meu cuzinho junto com a tala de pica grossa e preta, começou a querer arregaçar tudo, arrastando de propósito a cabeça pelo caminho, botando pra fora, pra dentro, tudo de novo. Brincou de tirar e colocar, deixando o ar frio de fora passar pelo vazio de dentro e me fazer pedir pra pôr de volta, como se dependesse daquilo pra não pegar um resfriado, uma gripe. Eu não tava mais me aguentando, isso durou até ele mesmo ficar novamente arrepiado com os pelos da perna e todo bambo, ainda mais duro que no começo. Senti mãos puxando as carnes das nádegas como se fossem garras enormes, me descendo e subindo.

- GGrhhh! SENTA, FILHO DA PUTA! HMMM

Ele me agarrou consigo e usou a outra mão pra ir fazendo pressão no cóccix, ditando a intensidade das estocadas e também profundidade. Senti o dedo anelar descendo no meio da bunda e tocando a uretra grossa da pica entrando e saindo. Socou no fundo e aí veio a explosão da porra bem lá dentro, molhando tudo quanto foi parede interna e me inundando de leite merecido de macho sodomita, sedento por rabo masculino, doido pra torar viado no meio do carnaval.

- ISSO, CARALHO! TOMA LEITE, TOMA! FFFFF

Mordeu minha orelha, deu mais tapa na cara e deixou a piroca ir leitando e amolecendo devagar, sem pressa de sair, só lambendo e beijando meu pescoço, já imóvel em meu corpo, apenas respirando muito e suando mais. Os ovões ainda em pressão, colocando pra fora do saco e pra dentro de mim todo o excesso de tesão líquido acumulado até então. Tive as nádegas espalmadas e apertadas, além de beliscadas. As pregas molhadas e pegando fogo, um prazer interno sem igual, aí sim me senti cansado e desabei no colo do cafuçu.

- Se eu pudesse, comia esse lombo todo dia, viado!

Apenas ri e fui me recuperando de tanto esforço. Tive a certeza que o cuzinho tava definitivamente quebrado depois daquela putaria, mas não quis pensar nisso no momento, só sentir. Sentir e lembrar que foi aquele piranho marrentinho quem fez aquele estrago, que me deitou em pleno domingo de carnaval. Ele ainda ficou brincando de pincelar a cabeça pela beirola, até o leite injetado no fundo do cu começar a escorrer pra fora.

- Não, nada disso! Índio gosta de gozar dentro e deixar guardado!

Passou a cabeça e botou de volta a porra pra dentro, fazendo questão de ir no fundo, usando o próprio esperma pra facilitar a entrada meia bomba. Mesmo depois de gozar, o mavambo foi tão piranho que continuou simulando botadas no meu rabo, só pelo prazer de aproveitar os últimos momentos daquele coito rápido e delicioso, cheio de fantasias. Eu de Pabllo, ele de índio, ambos conectados pelo mesmo desejo interno. Ele passou a mão no meu queixo e se despediu, todo suado, tendo o único trabalho de guardar o cacete na sunga e puxar a tanga, mesmo ainda sujo de porra. Saiu do carro afobado, se ajeitou e foi caminhando de volta pra praça, me deixando ali todo esporrado e cansado, com o cuzinho aberto e o leite do saco daquele faminto dentro de mim. Quis pedir o celular dele, confesso, porém ele mesmo não o fez, ou seja, sabia que poderia encontrar viados onde quer que fosse, independente do lugar, por isso não tinha a necessidade de trocar telefones.

Fui me recuperando e peguei os documentos no carro. Andei todo assado até a praça e não vi mais o grupo de amigos de onde veio o baixinho. Devolvi a chave da amiga da Luana e me despedi, agradecendo pela carona. Andei até o ponto de ônibus, esperei uns dez minutos até pegar a condução e mais vinte até chegar em casa. As pernas doendo, o cu em chamas, as pregas pedindo arrego e todo assado, caminhando torto, porém saciado, satisfeito como evangélico. A princípio, me jogaria na cama pra dormir, mas esquentei comida enquanto repeti todo aquele procedimento do dia anterior no banho. Sabonete, ardência, leite pra fora, pomada e todos os cuidados pra estar em dia com o carnaval. Sim, ainda era carnaval! E depois do Domingo de Fantasia, mesmo destruído, eu tinha que pegar leve na segunda-feira. Mas só na segunda-feira, porque ainda era domingo. No celular, nenhuma mensagem dos meus pais durante todo o dia, fiquei até um pouco preocupado, mas tentei não pensar muito nisso, afinal de contas, ainda estava em curso a Festa da Carne. Jantei, caí na cama e apaguei, tirando o absoluto sono dos justos. As pregas ainda vibrando e se lembrando dos dominadores ao longo do dia, qualquer resquício de leite morno ainda existindo em meu interior, mas o mais efetivo de tudo foi como todas essas experiências só fizeram me transformar numa verdadeira cadela submissa. Chegamos à segunda-feira que me provou isso, não tive escapatória.

___________________________________________

🔱🔱🔱

Parte 3.

Um conto sobre domingo, postado no domingo.

Esse é o CENTÉSIMO conto que escrevo. Aqui na CDC é o 99º postado.

Título alternativo: Domingo de Fantasia.

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Comentários

25/03/2018 18:36:03
PS: vc é um dos poucos que escreve realmente bem. Sabe usar a língua, entende de recursos literários, sem deixar de manter o foco no tesão, que é o mais importante aqui. Não tenho saco pra contos com muito diálogo e 30 partes. Erros de português tb acabam sendo broxante. Vc dribla tudo isso com maestria é pura sacanagem!
25/03/2018 18:32:59
Nota DEZ pra vc, sempre! Fico de pau babando lendo seus contos. Geralmente leio eles em 2 partes, com uma gozada no meio e outra no final.
22/03/2018 21:12:32
Quando acabar o carnaval não vai mais ter pregas, mas eu queria o mesmo
22/03/2018 19:04:53
Cara essa saga ta muito foda! Me imaginei no no lugar dele em todos os tres capítulos 😂😂😂👏👏 vontade de dar o cu que chama neh? Parabéns por essa marca de 100 contos!! Ja devo ter lido todos de tanto que te adoro 😍😍
20/03/2018 08:53:27
Uhuu q bom! Tava ansioso pela continuação desse carnaval! Excelente como sempre...
19/03/2018 14:05:39
Nossa que tesão de conto, achei que vc não fosse mais postar....
18/03/2018 22:56:57
Adorei.Tô viciado nessa saga,faça ele usar calcinha no próximo conto,ia ser babado e pelo amor de Deus não demora a publicar que eu fico ancioso aqui.Beijão.
18/03/2018 21:53:31
Tá na hora de pegar um daddy bear
18/03/2018 19:31:38
Rapaz_escritor minha intenção é essa, cada vez mais! // Valtersó, é por isso que tem que ler as tags antes de começar a leitura do conto. Não tá escrito que tem romance, paixão, nada disso, apenas putaria, carnaval e fogo no cu. É que nem quando aviso que tem orgia e você vem comentar "não gostei porque é orgia". Espero ter solucionado a sua dúvida! :)
18/03/2018 18:04:29
Maravilhoso!
18/03/2018 16:05:01
LEIA-SE 'APENAS' ONDE SE LÊ 'AENAS'
18/03/2018 16:04:34
SERIA PERFEITO SE NÃO FOSSE CARNAVAL E AENAS SEXO POR SEXO. SEM CLIMA DE ROMANCE DE CONQUISTA E AS TRANSAS SEM PELO MENOS BEIJO NA BOCA.
18/03/2018 13:39:43
Muita bom como sempre
18/03/2018 10:29:46
Perfeito!! Estes contos nos fazem viajar e nos imaginar no lugar do narrador!! Parabéns!!
18/03/2018 04:32:11
curti

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