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Fodida em família, um adeus para toda a minha pureza Parte 1

Autor: mellS2
Categoria: Heterossexual
Data: 10/02/2018 21:12:05
Última revisão: 20/02/2018 16:16:59
Nota 10.00
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Me chamo Melissa, tenho 25 anos, na época do ocorrido eu tinha 17, sempre vivi numa região do interior do RS até essa idade, posso dizer que na época eu era o modelo de garota pura, nunca tinha tido namorado, sexo só conhecia pelas aulas de biologia no colégio, onde eu morava a internet era terrível e eu nem sequer tinha a curiosidade de procurar tais coisas no computador.

Falando um pouco de mim, sou bem branquinha, minha família é descendente de italianos, tanto que desde de criança muitos me chamavam de “italianinha”, pois tenho bem o perfil de italiana, olhos verdes, cabelo preto, seios em formato de sino (deem uma pesquisada nas imagens do google para entender :P), e uma cintura que destaca bastante minha bunda.

Tudo na minha vida mudou quando fui para a faculdade, como minha família era super protetora comigo, não me deixaram ir para uma república e nem tentar encontrar outra menina para dividir apartamento, acabaram me permitindo apenas morar na casa de minha tia, o que meus pais não imaginavam é o que viria a acontecer naquela casa.

Meu tio Marcos tinha 38 anos na época, minha tia Sonia 35, lá também morava Pedro, o único filho do casal, que na época estava com 21 anos. Fui muito bem recebida, minha tia me mostrou tudo na casa e já na primeira semana me levou para conhecer vários lugares da cidade.

Como antes eu morava no interior, minhas roupas sempre foram comportadas, tive uma surpresa a primeira vez que minha tia me levou em lojas grandes, eu ficava até tímida experimentando aquelas calças coladas, shortinhos e minissaias, mas ela não parava de falar que eu ia arrasar na faculdade, que eu tinha um corpão, que os rapazes iam babar me vendo daquele jeito.

Algo que não esqueço foi a primeira vez que minha tinha me levou numa loja de roupas íntimas, foi lá que ouvi pela primeira vez que meus seios eram em formato de sino, a vendedora indicou então o melhor sutiã, até me assustei, para quem vestia apenas camisetas folgadas, perceber meus seios com aquele volume num decote enorme me fez ficar até com vergonha de começo.

Guarda-roupas novo, salões de beleza, pouco a pouco fui adentrando naquela nova realidade, comecei a perceber também os olhares dos rapazes, a receber assovios, olhadas descaradas para o meu decote e cantadas toda vez que saia com minha tia, no começo sempre era ela que escolhia a roupa que eu ia sair, então qualquer coisa mais comprida que a metade da coxa era proibida.

Não demorou para chegarem as conversas sobre relacionamentos, rapazes e sexo, Sonia tinha um tato especial para esses assuntos, em pouco tempo ela já sabia tudo sobre mim, era como se eu pudesse falar qualquer coisa com ela, era tudo tão diferente de meus pais, muito mais aberto.

Foi então que ela me passou a senha dos canais bloqueados da TV e me disse para assistir alguns para eu ir me descobrindo melhor, lembro que tomei um susto na primeira vez que coloquei em um desses canais, eu estava sozinha no quarto, foi só sintonizar e veio o gemido de uma mulher sendo fodida loucamente, quase morri de vergonha e medo de alguém na casa ter escutado.

Mas pouco a pouco fui me acostumando, na verdade, rapidinho vieram os calores e a umidade tomando conta da minha bucetinha, mas eu ainda estava longe de descobrir o verdadeiro prazer. Dois dias depois minha tia me entregou uma caixa pequenininha, quando perguntei o que era ela me mandou abrir a noite no quarto que eu descobriria como usar.

Era um vibrador clitoriano, eu conhecia pq nesse tempo já tinha visto o vídeo de uma garota se masturbando, fiquei espantada dela me dando aquilo, mas não demorou e a curiosidade foi mais forte. A noite comecei a assistir um filme no computador e assim que fui sentindo o tesão brotar dentro de mim, tirei meu shortinho e liguei o vibrador, como nunca tinha feito aquilo, levei ele na minha bucetinha, mas assim que encostou no meu grelinho tomei um susto e quase cai da cadeira, ele vibrava muito, só depois fui perceber que pra estimular o grelinho daquela maneira só quando a xoxotinha estivesse bem excitada.

Peguei o notebook, tirei toda minha roupa e fui pra cama, coloquei o vídeo de uma garota se masturbando, fui seguindo seus movimentos, tocando meus seios, massageando os biquinhos, pouco a pouco roçando os dedos na região da bucetinha, o tesão foi me consumindo mais e mais, comecei a me embriagar naquelas sensações, foi aí que senti as primeiras gotas do mel melzinho escorrendo e lambuzando os lábios da minha xoxotinha.

Espalhei bem devagar aquele líquido pelos grandes lábios, veio novamente a vontade de pegar o vibrador, liguei ele e comecei a roçar desde a parte de dentro da minha coxa até bem próximo ao grelinho, eu sentia ele ainda mais inchado e sensível, nessa vez o toque do vibrador me levou nas nuvens, ondas deliciosas de prazer percorreram meu ventre, era como se meu corpo quisesse se contrair e relaxar ao mesmo tempo.

Minha bucetinha melou toda, meus mamilos coçavam e quase que instintivamente eu descobri os movimentos com aquele vibrador que me alucinavam ainda mais, foi então que veio, como uma explosão meu ventre começou a tremer, era um intenso orgasmo, eu queria gritar mas vinha o medo de alguém estar me escutando, por vários segundos meu corpo pulsava num prazer indescritível, parei logo em seguida e fui para o banho para assimilar o que tinha acontecido, eu nem acreditava que poderia sentir tudo aquilo.

No dia seguinte minha tia me perguntou o que eu tinha achado do presentinho, não deu pra esconder que eu já tinha usado ele, e mesmo ficando com vergonha no início, falamos sobre tudo que eu tinha feito.

Ela me disse para explorar o brinquedinho ainda mais, que quanto mais eu usasse mais eu me conheceria, e foi justamente isso que fiz, a cada dia ficava ainda mais gostoso bater uma siririca, cada vez um filme diferente, eram fodas normais, bondage, lésbicas, ménage, etc. A cada clique algo diferente, algumas coisas eu achava estranhas e nojentas mas outras me faziam arder por dentro.

No quarto sozinha era uma coisa, mas fora de lá a minha timidez ainda me dominava, era difícil imaginar como falaria disso com um cara, porém como num piscar de olhos as coisas mudaram, em um dia de manhã ao ir para a cozinha percebi os olhares de meu primo e meu tio para minhas coxas, eu ainda vestia o shortinho que costumava dormir, naquele ponto me toquei finalmente que aqueles dois homens também me desejavam.

Ao me sentir desejada, comecei tbm a prestar mais atenção neles, pouco depois vieram as primeiras fantasias sexuais, vez ou outra na minha mente surgia o relance de imaginar como seria estar com um deles na cama, minhas siriricas solitárias todas as noites não eram mais suficientes.

Minha mente vagava em tantas fantasias mas na realidade eu ainda era virgem, minha tia não demorou a perceber em que ponto eu estava, na verdade, senti que ela estava só esperando eu ficar daquele jeito para ela partir para a fase seguinte.

Havia se passado mais de um mês, de uma garota inocente e superprotegida pelos pais eu já estava com meus desejos florescendo alucinadamente, eu me imaginava nas cenas daqueles filmes pornôs que todos os dias passei a assistir, na rua comecei a adorar perceber aqueles caras me olhando cheios de desejo, fui me sentindo cada vez mais sexy e gostosa vestindo shortinhos, minissaias e blusinhas curtas, era uma nova realidade deliciosa.

Só que ainda faltava a parte mais importante para eu me tornar mulher, deixar minha virgindade para trás, nem precisei sequer dizer uma palavra, minha tia estava me preparando para isso, e no fundo eu já sabia para quem seria dada minha florzinha de presente, era para meu primo Pedro, ele que desde a primeira semana que cheguei lá me comia com os olhos.

Era uma sexta a noite quando percebi que havia chegado a hora, estávamos nós quatro na mesa quando minha tia me ofereceu um vinho, um som relaxante tocava na sala e conversávamos sobre relacionamentos, senti a perna de Pedro encostar na minha por debaixo da mesa, ele foi roçando devagar, aquela situação foi me excitando e comecei a corresponder me esfregando nele também.

Minha tia percebeu na hora e disse que tinha preparado um joguinho pra mim, era o jogo das cócegas, para ver quem de nós duas sentia mais cócegas, era mais ou menos assim, Marcos tocaria nela em algum lugar e Pedro faria o mesmo comigo, daí então veríamos quem era mais sensível.

Marcos tocava seu pescoço e Pedro fazia o mesmo comigo, nas axilas, na cintura, na palma da mão, chegaram aos pés, nas coxas e por aí vai.. Nesse ponto eu já estava me excitando bastante, foi então que minha tia sentou no colo de seu marido e me pediu para fazer o mesmo com Pedro.

Eles continuaram, primeiro foi o toque no pescoço, nos braços e então veio aquela boca, senti o beijo de Pedro no meu ombro, lentamente ele foi subindo, afastou meu longo cabelo para o lado e encostou na minha nuca, um arrepio percorreu minha coluna na hora, me curvei para trás e quando fui para me afastar aquelas mãos fortes seguraram minha cintura firmemente.

Pela primeira vez senti o volume de um cacete debaixo de mim, não sabia o que fazer, mas o calor que brotava no meu ventre fez eu me entregar todinha, da nuca ele subiu até começar a sugar o lóbulo da minha orelha, aquelas cócegas me davam ainda mais tesão, com uma mão ele me puxava contra ele e a outra subia pelo meu pescoço roçando aquele braço sobre meus seios.

Aquelas mãos exploravam minhas coxas, barriga, seios, ao mesmo tempo eu conseguia sentir as pulsações de seu membro debaixo de mim, minha bucetinha toda úmida me enlouquecia ainda mais com um calor indo e vindo em meu ventre, foi aí que aquela mão desceu entre minhas pernas por cima do short, meu corpo amoleceu inteiro e uma onda quente explodiu dentro de mim.

Soltei meu primeiro gemidinho na frente de todos, meu tio e minha tia me olhavam com sorrisos maliciosos, como que se tivessem finalmente conseguido perverter a sobrinha inocente do interior, mas nem sequer senti vergonha com os olhares, aquela mão fazendo movimentos circulares sobre meu shortinho não me deixava pensar em mais nada.

Pedro me levantou nos braços e me levou até a sala, lá me fez sentar sobre seu colo novamente de frente pra ele, sua boca passou a sugar meu pescoço, logo em seguida seu beijo me dominou toda, sua língua invadiu minha boca com volúpia, ao mesmo tempo sua mão agarrava minha nuca e seu braço me fazia colar ainda mais naquele corpo.

Aquele pau duro estava bem na debaixo da minha bucetinha, só éramos separados pelos tecidos de nossas roupas, com a outra mão ele agarrou minha bunda e foi me fazendo roçar ainda mais forte sobre ele, beijos, sugadas no pescoço, apertões na nuca, nas coxas, nos seios, meu corpo inteiro queimava com as novas sensações.

Assim que Pedro foi tirar minha blusinha fiquei sem jeito, pois eu sabia que minha tia e meu tio me viam lá da cozinha, ele me perguntou se eu preferia ir para o quarto, fiz apenas um sim com a cabeça, mas vi que pra ele não tinha problema nenhum se fizéssemos qualquer coisa lá na sala mesmo.

Entramos no quarto, ele me jogou na cama e rapidamente arrancou minha blusinha, foi mordendo o sutiã e então o tirou também, aquele era o primeiro homem que via meus seios, uma vergonha momentânea me bateu, tentei cobri-los com o braço, mas Pedro me segurou e foi se aproximando mais.

No primeiro toque daquela língua no meu mamilo senti cócegas e me encolhi toda, mas Pedro me segurou ainda mais, ele foi lambendo devagar, arrepios percorriam toda a região, logo que ele começou a sugar mais intensamente uma onda de tesão me dominou, a cada beijo era como se minha bucetinha respondesse vibrando de prazer.

O jeito que aquele safado me olhava ao fazer aquilo me enlouquecia ainda mais, um sorrisinho sádico ao me ver tremer e gemer, como que dizendo que era ele que dominava todas as minhas sensações. Ele massageava meus seios, prendia os mamilos na ponta dos dedos e depois sugava de um jeito que me fazia contorcer sobre a cama, fustigava os biquinhos, mordiscava, lambia e sugava sem dó.

Pedro tirou a camisa e novamente se deitou sobre mim num intenso beijo, como ele era mais alto que eu, aquele corpo me cobriu por inteira, o cheiro daquele homem me invadia, me dominava cada vez mais. Ele foi descendo, passou novamente pelos seios, barriga, foi beijando minhas coxas, joelho e chegou até os pés, sugou cada um dos meus dedinhos, naquele ponto as cócegas eram só mais uma fonte para me fazer queimar de tesão, e ele fazia tudo isso enquanto me olhava nos olhos, aquele olhar de safado me consumia e eu desejava mais do que tudo o que estava por vir.

Pedro foi subindo e sem rodeios tirou meu shortinho junto da calcinha, foi beijando a parte de dentro das minhas coxas, eu podia sentir sua respiração se aproximando da minha xoxotinha, até o ponto que finalmente aquela boca a tocou.

Meu ventre pulsou com as primeiras lambidas, respirei fundo ficando sem ar, eu sentia aquela língua quente quase encostando no meu cuzinho, depois subindo e abrindo os lábios da minha bucetinha e então fustigando meu grelinho, sualíngua quente e macia me fez ver estrelas, aquele tarado me chupava enquanto me olhava nos olhos de um jeito pervertido indescritível.

Eu sentia aquela língua me invadindo, ele afastava os lábios da minha bucetinha e a enfiava dentro de mim, dizia que era delicioso lamber uma florzinha intocada, não resisti, aquelas chupadas me levaram a um delicioso orgasmo, contrações no meu ventre me faziam tentar fechar as pernas, mas aquele safado me segurava chupando ainda mais, eu gemi sem mais nenhum pudor que ainda poderia ter.

Logo em seguida Pedro veio por cima de mim, me beijou e começou a tirar sua bermuda, levou minha mão até seu membro que tinha por volta de uns 16cm e era bem grosso, eu agarrava meu primeiro pau, aquele que me tornaria mulher, na época eu nem me toquei que ele estava sem camisinha, apenas tremi de tesão quando aquela cabeçona babada começou a roçar sobre meu grelinho.

Seu cacete deslizava pra cima e pra baixo abrindo os lábios da minha bucetinha, pouco a pouco ele ia forçando a penetração, ele parava, me beijava e depois continuava, eu senti o incomodo quando aquela cabeça começou a forçar minha florzinha, uma dor também veio, mas sem pressa ele continuava me beijando, senti uma dor mais intensa, mas quase sem me dar conta percebi que metade daquele membro estava dentro de mim.

A dor foi passando, Pedro começou a tirar lentamente o cacete, depois foi socando novamente, eu nem sequer vi o sangue do meu selinho estourado, não havia mais dor e uma sensação de estar totalmente preenchida tomava conta de mim quando aquele membro entrava.

Daquele ponto em diante eu me perdi debaixo daquele homem, seu cacete deslizava gostoso pra dentro de mim e minha carne se abria para acolhe-lo com prazer, nossos sucos se misturavam deliciosamente enquanto Pedro começava a me estocar cada vez mais intensamente, não dava pra acreditar que eu tinha demorado tanto tempo sentir o prazer de um cacete me invadindo daquela maneira, nossos corpos suados deslizando um sobre o outro, aquele cheiro de sexo, meu corpo pulsava com as novas sensações que estava sentindo pela primeira vez.

Eu gemia, gritava, apertava e mordia Pedro, foi aí que ele começou a falar sacanagens no meu ouvido, aprendi rapidinho o tesão que dá ao ouvir uma putaria enquanto um cacete estoca bem gostoso minha bucetinha, em seguida ele me fez cavalgar em seu cacete enquanto massageava sem dó meus peitos, adorei desde a primeira sentada poder controlar a velocidade que aquele pau me invadia.

Gozei gostoso com tudo aquilo, tremi e me contorci enquanto Pedro me segurava, foi aí que ele me falou que estava pronto pra gozar tbm, fiquei sem palavras quando ele disse que tava morrendo de vontade de semear o útero de sua prima italianinha, mas que não podia naquele momento, pediu então para gozar entre meus seios, apenas aceitei.

Ele veio por cima de mim, segurou meus seios e encaixou aquele cacete entre eles, começou então a bombar daquele jeito, de súbito os primeiros jatos vieram, levei um susto com aquela porra espirrando no meu rosto, escorreu para minha boca, nariz, chegou até a sujar meu cabelo, de começo tentei me livrar por causa do susto, mas era impossível com ele por cima de mim daquele jeito.

Pedro foi aproximando seu cacete da minha boca, ele ainda cuspia algumas gotas de porra, nem tive reação quando aquele membro foi roçando nos meus lábios, senti um gosto meio amargo daquela porra, achei um bem ruim na verdade, mas nada pude fazer, apenas me entreguei aos seus desejos.

Só mais pra frente fui descobrir que aquele sabor era pq Pedro fazia academia e comia muita proteína, o sabor da porra do meu tio era bem melhor, sem falar então do sabor da buceta da minha tia, mas isso fica para a continuação..

Comentários

20/02/2018 08:02:29
Mel que tesao continua vai.
16/02/2018 15:58:32
Gauchinha putinha...amei, sua vadia...e agora, depois de 7 anos, fazendo sacanagens na casa de quem? hein
12/02/2018 12:10:03
Delicia
11/02/2018 09:54:09
Delícia de conto!!!
11/02/2018 06:04:04
Continua o mais rápido possível nota dez vais e transformar na putinha da casa
11/02/2018 01:41:20
Putaria das boa, Vai levar um 10, Mas não deixe de relatar mais safadeza com seus tios não.

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