Casa dos Contos Eróticos


VOVÓ PRESTATIVA

Meu nome é Roger, tenho 19 anos e vou lhes contar o que aconteceu comigo a umas semanas atrás.

Estava prestes a entrar na semana de provas na faculdade, onde tenho uma namorada até que bem gostosinha, modéstia à parte. A ansiedade pelas avaliações que estavam por vir me tiravam do sério, me deixando nervoso (no sentido de pânico, não de raiva) e sem cabeça pra nada. Mesmo assim a Carol, minha namorada, num domingo à noite, começou a enviar várias mensagens picantes, fotos em poses provocantes e áudios no whatsapp me chamando pra transar. Como disse, não estava com animo pra isso, no dia seguinte teriam início as provas e com certeza se fosse transar com ela esses pensamentos de preocupação me fariam brochar ou não conseguir satisfazê-la plenamente. Mas já é meio que "obrigatório" na sociedade que os homens estejam sempre a fim de transar, e como não queria ficar com fama de não dar conta do recado, ou mesmo causar má impressão pra Carol, resolvi aceitar.

Enviei uma mensagem dizendo que iria só tomar um banho e partir pra casa dela, pois seus pais haviam saído. Aliás os meus também haviam saído, todo domingo iam a igreja e ficavam fora até tarde da noite, em casa estávamos apenas eu e vovó Clara, mãe da minha mãe, que morava conosco. Passei por ela na sala a caminho do banho e quando perguntou se iria sair respondi que iria passar a noite com a Carol. Vovó sorriu e me disse para “pegar leve com a garota por que tinha aula no dia seguinte”. Diferente de com os meus pais, que eram muito conservadores e religiosos, nunca precisei pisar em ovos pra falar de sexo com meus avós maternos, sendo eles os grandes responsáveis por me responderem ás maiores dúvidas sobre sexo na minha adolescência. Até onde sei, mesmo já estando ambos na casa dos 60, e estando casados a mais de 40, meus avós tinham uma vida sexual ainda bem ativa, ou pelo menos era essa a impressão que eles passavam, até que meu avô morreu a cerca de um ano. Com isso Vovó Clara passou a nos visitar mais vezes, até que por fim veio morar conosco de vez.

Mas enfim, eu fui pro banho e passei algum tempo tentando pensar em coisas excitantes para ver se meu pau iria reagir, mas nada. O estresse era demais, estava muito tenso para ter uma ereção e já vi que iria broxar com a Carol. Terminei o banho e sai enrolado na toalha pro meu quarto, minha vó continuava sentada no sofá vendo TV e só olhou de canto de olho quando passei, sem muita atenção. Já no quarto, vesti uma bermuda sem cueca por baixo (nunca gostei de usar) e uma regata novinha. Vasculhei minha gaveta atrás da pílula de Viagra que eu sempre tinha guardada, justamente para "casos de emergência", e como esses remédios levam um tempo para fazer efeito, resolvi “já tomar logo agora”, e assim já estaria e ponto de bala quando chegasse na casa da Carol.

Mas quando estava pegando as chaves do carro recebo uma mensagem dela dando uma desculpa e cancelando tudo, parece que teria de ajudar uma amiga a fazer alguma coisa importante, e que nossa transa teria de ser outro dia. Fiquei muito puto, mas não reclamei, afinal nem estava no clima mesmo, só ia pra agrada-la. Do jeito que estava eu fui pra sala, e me sentei no mesmo sofá que vovó, mas com um assento de distância, ela numa ponta e eu em outra.

– Ué? Não vai mais na Carol? – Vó Clara perguntou.

– Não, surgiu um imprevisto e ela teve que cancelar.

Disse como se não tivesse me incomodado com isso e continuamos a ver TV. Estava passando o programa pânico. Eu posso até, em meio a tudo isso, ter me esquecido do Viagra que tomei, mas meu pau não esqueceu, e logo começou a dar sinal de vida. Quando percebi já estava com uma enorme barraca armada, me apressei para alcançar uma almofada do sofá e tapar a ereção, mas minha movimentação chamou a atenção de vovó, que ao me ver cobrindo a virilha, conseguiu observar brevemente o pau duro sob a bermuda, que tentei ocultar.

– Que qui é isso, menino?! – Perguntou chocada, mas em seguida já brincando um pouco. – Ficou assim só de ver as panicats?

Pedi desculpas por ter ficado assim na frente dela e não tive escolha além de explicar toda a situação com o remedinho, semana de provas e a Carol. Ela deu um pouco de risada e disse que entendia minha situação, que eu não precisava me desculpar e que estava tudo bem por ela.

– Mas o que você vai fazer com isso ai? – Disse do apontando pra minha virilha, ainda coberta pela almofada. – Seus pais não vão ser tão compreensivos quanto eu quando te verem andando com "ele" duro pela casa.

– Acho que até a hora deles chegarem o efeito já vai ter passado... Espero...

– Não sei não, Roger. Você já tinha tomado um azulzinho alguma vez antes? Ele só vai murchar quando você se aliviar. De outro modo, pode ficar assim por horas. – Acho que o vovô usava com ela e por isso vó clara entendia tanto do assunto. – Melhor você ir pro banheiro e tentar descarregar um pouco, se é que me entende.

– Mas vó, a senhora sabe que eu não consigo gozar com punheta. – De fato, nunca consegui me masturbar até atingir o orgasmo, e essa foi uma das dúvidas que eu levei aos meus avós na adolescência, e que o vovô disse que talvez eu fosse como aquelas pessoas que não conseguem fazer cócegas em si mesmas, mas que sentem quando são feitas por outras pessoas. O que se provou ser verdade, pois Carol adorava bater umazinha pra mim e eu gozava litros nas suas mãozinhas.

Vovó ficou em silêncio por um momento, olhou pra TV e estava passando uma matéria feita com as panicats. Se virou pra mim e disse que, para evitar o falatório dos meus pais, ela poderia me ajudar com isso desde que eu nunca contasse pra ninguém, em hipótese alguma. Não entendi nada. Ela já foi tirando a almofada de cima do meu colo e revelando a barraca armada que tentei esconder. Levou a mão direita pra lá e acariciou minha rola por cima da bermuda, esfregando a palma da mão por toda extensão, um tanto sem jeito. Fiquei sem reação. O que ela estava pensando? Mesmo pro nosso nível de “intimidade” e liberdade pra falar de sexo, isso já era demais.

Acho que está na hora de descrever minha avó Clara. Ela tem 62 anos, mas poderia facilmente se passar por alguém mais jovem, pois devido a sua boa genética ela ainda tem uma pele com poucas rugas e um corpo normal, nem gordo e nem magrelo. Pinta o cabelo com frequência, então não tem fios brancos em meio a cabeleira negra que vai até a altura dos ombros +/-. Usa óculos a maior parte do tempo, a frente de olhos azuis bem clarinhos. Seios de médios pra grande, já um pouco caídos, mas ainda muito atraentes já que ela usa sutiã com bojo pra levantá-los, um bumbum bem grandinho, mas mole. As vezes quando andamos juntos as pessoas pensam que ela é minha mãe e não minha avó. De volta ao conto...

Pediu que eu abrisse a bermuda, e eu automaticamente o fiz, sem acreditar que minha vovó clara ia mesmo bater umazinha pra mim. Assim que abri o zíper e soltei o botão, meu pau pulou pra fora, esbarrando nos dedos de vovó, que recuou um pouco a mão e o encarou por alguns segundos de olhos bem abertos, notando o quanto ele estava duro e as veias saltadas, com a cabeça totalmente inchada, vermelha e brilhante. Percebi que ela engoliu em seco na hora, e que estava surpresa, por ser a primeira vez que via meu membro rijo. Me olhando nos olhos, fez questão de lembrar:

– Eu vou fazer isso só pra te ajudar, entendeu? Isso é só uma avó ajudando o netinho que está com problemas, e nada mais.

Falou, tentando deixar claro que, de sua parte, não havia intensão ou conotação sexual alguma. Sem que eu dissesse nada ela envolveu minha rola, que tinha pouco mais de 17cm, com os dedos da mão direita, deu uma boa apertada nela, ainda olhando atentamente, respirando de forma profunda, e então iniciou o movimento de sobe e desce, parando de olhar e passando a observar a tv. Acho que tentava passar a imagem de indiferença em relação a aquele ato, como se não fosse nada demais.

Mas eu não conseguia fazer o mesmo, pra mim era surreal demais ter a mão daquela senhora que eu tanto respeitava agarrando meu pau e me masturbando daquele jeito. Era muito estranho, mas ao mesmo tempo excitante e gostoso demais. Sua mão era macia e se movia lentamente pra cima e pra baixo, mas aquilo era tão inusitado que eu não conseguia apenas relaxar e aproveitar, pela minha cabeça se passavam mil coisas.

Me disse para olhar a TV, pois lá estavam as garotas do pânico de biquíni, pra ver os peitos e bundas delas e me imaginar transando com elas, pra gozar mais rápido. Atendi seu pedido, mas ainda sim estava difícil de chegar ao ápice. Entrou um comercial e vovó aumentou o ritmo da punheta, voltando a olhar pro meu pau, que continuava duro como pedra. Perguntou se estava bom e se eu estava chegando lá. Respondi que estava bom, mas que ainda estava longe do orgasmo, que pra isso ela teria de ir mais rápido. Vovó Clara se levantou e foi rapidamente até seu quarto, voltou com um tubo pequeno na mão, sentou e ajeitou um pouco no sofá, se virando mais de frente pra mim, despejando o conteúdo do tudo na ponta da rola e na palma das mãos, começando a socar aquela punheta com vontade. As vezes alternando entre as mãos e olhando atentamente pra minha pica entre seus dedos. O que tinha no tudo era um gel lubrificante transparente, que deixou tudo mais úmido, permitindo que suas mãos deslizassem livremente pelo meu pau. O programa reiniciou, mas ao invés de voltar a assistir fingindo indiferença, ela me pediu pra abrir bem as pernas e se botou de joelhos no chão entre elas, bem de frente pro meu pau, que agarrou com as duas mãos e reiniciou a punheta com voracidade.

Dessa vez estava maravilhoso, ela encarava minha rola avidamente e a punhetava com empenho, com vontade, como se estivesse querendo me ordenhar e fazer minha porra sair o mais depressa possível. Alternava entre a velocidade e intensidade dos movimentos, me levando ao céu com aquelas duas mãozinhas. Notei que ela estava inquieta, esfregando as coxas uma na outra com certa frequência, será que estava ficando com “fogo na buceta” por estar masturbando seu neto? Queria testar se era isso mesmo.

Daquele angulo era possível que eu, vez ou outra, visse por dentro do discreto decote da sua blusa e enxergasse uma parte dos seus peitos, ainda no sutiã.

E quando ela, mais uma vez me falou pra prestar atenção nos peitos das panicats, me arrisquei e disse:

– Eu preferiria ver os seus, vovó. – Ao ouvir isso ela até diminuiu o ritmo, surpresa.

– Como assim, prefere os peitos caídos da sua avó ao invés dos siliconados dessas garotas? – Me olhou nos olhos, mostrando confusão.

– É que seus peitos parecem deliciosos, vó.

– E como é que você sabe, se nunca viu? – perguntou com dúvida, sem parar de punhetar com as duas mãos, me encarando.

– É que dá pra ver um pouco deles pelo decote – Ela mesma curvou a cabeça e viu que realmente, apesar de estar usando uma blusa discreta, com ela ajoelhada naquele ângulo, dava pra ter uma certa visão do vale que se formava no encontro dos seus seios. Olhou pra mim e sorriu maldosamente.

– Que safadinho, espiando os peitos da vovó... Você acha que vai gozar mais depressa se eu deixar você olhar pra eles?

– Sim, vai ser bem melhor do que ver esses peitos de plástico pela TV.

– Tá bom, mas só por que tenho que te fazer gozar antes dos seus pais chegarem...

Disse pra disfarçar, enquanto parava a punheta e erguia a camisa até um pouco acima dos peitos a enrolando ali, me dando visão total daquelas tetas que um dia já amamentaram minha mãe e tias, ainda dentro do sutiã de bojo. Mas não importa o que ela dissesse, ela ter chegado ao ponto de ter mostrado os peitos era prova de que também estava gostando daquilo que estávamos fazendo. Estava me deixando louco de tesão. O problema é que eu não sabia até onde ela estaria disposta a ir, teria de avançar aos poucos.

Ela voltou a me masturbar como antes, enquanto eu observava aquele par de seios apertados dentro do sutiã branco, me imaginava enfiando a rola no meio do "vale" que se formava entre eles e os fodendo em uma deliciosa espanhola, mas não tinha coragem de avançar assim. Pois apesar de saber que a abstinência de sexo no último ano e minha rola haviam deixado a vovó doida de tesão no netinho, ela mesma ainda estava em negação e meu avanço poderia ser repreendido.

A medida que ela me punhetava a camisa ia descendo e cobrindo os seios novamente, por conta do movimento constante dos braços, a forçando a parar e ergue-la para exibir novamente os peitos antes de voltar a ação. Em uma dessas vezes, segurei sua blusa e fui erguendo eu mesmo, mas não parei ao revelar seus seios, continuei a levantá-la, queria tirar sua camisa fora, assim não voltaria a encobri-los. Vó clara entendeu o recado e parou de me masturbar, erguendo os braços para facilitar a remoção daquela peça de roupa. Despir minha própria avó foi uma ação excitante por si só, e logo que a liberei da blusa ela voltou a me punhetar. Uma mão fazia o movimento de vai e vem na base do caralho, enquanto a outra, toda lambuzada de lubrificante, envolvia minha glande e esfregava em um movimento de espiral. Nunca tinham me masturbado desse jeito, uma onda de prazer se espalha pelo meu corpo como um choque.

Havia avançado mais um passo e isso me deu coragem para ir além e apalpar seus peitos por cima do sutiã. Vovó olhou pra mim com um sorriso safado e disse que “se for por cima da roupa não tem problema”, me dando sinal verde pra agarrar aquele par de seios com vontade enquanto era punhetado por ela. Tudo pra me fazer gozar mais rápido, ela dizia. Mas era evidente que estava adorando receber meus toques, mesmo sob o bojo, dava pra sentir seus mamilos durinhos e seu batimento acelerado, via sua pele toda arrepiada.

E o pior era que, de fato, eu estava quase gozando, e ela devia notar isso ao me ver mais ofegante e ter visto que soltei seus peitos e me recostei no sofá de olhos fechados. Estava prestes a lambuzar suas mãos se sêmen, mas ela de repente parou e disse, olhando pro relógio na parede.

–É, parece que você vai demorar pra chegar lá desse jeito, já estamos nisso a uns vinte minutos e nada. Acho que tenho uma ideia melhor pra te fazer gozar.

Disse passando a língua pela cabeça do meu pau, limpando meu pré gozo e me lembrando de que não deveria contar isso a ninguém. Voltou a lamber, dessa vez de baixo pra cima, da base até a ponta, terminando por abocanhar a cabeça vermelha da minha rola. Iniciou um vai e vem delicioso, onde a cada vez engolia mais do meu pau. Segurava ele pela base com uma das mãos e cobria o restante com a boca em um boquete maravilhoso, era muito boa nisso, seus lábios eram macios e em momento algum deixou os dentes me tocarem, ao mesmo tempo que fazia coisas incríveis com a língua quente.

Não iria aguentar muito tempo, em breve iria alagar boca da vovó de porra. Chupava com tanta vontade que era impossível estar fazendo aquilo "só pra me ajudar", como ela gostava de lembrar. Mas, como ela estava empenhada em manter esse papel de que era só pra me agradar, resolvi me aproveitar disso para ditar o modo como ela faria. Levei minha mão direita até a parte de trás da sua cabeça e a puxei em direção a meu pau de leve. – Põe ele inteiro na boca, vó.

Sem parar de chupar ela moveu os olhos, olhando nos meus de maneira provocante, tirando a mão da base do pau, apoiando as duas em minhas coxas, que estavam escancaradas para ela. Pouco a pouco ela foi engolindo mais rola, a cada movimento de vai e vem minha glande chegava mais fundo em sua boca, centímetro a centímetro, enquanto ela aumentava o ritmo do boquete. Nenhum de nós prestava mais atenção á TV, estávamos focados naquele ato sexual proibido e incestuoso. Senti seu nariz me tocando a virilha, ela estava com o pau inteiro dentro da boca. Fui ao céu com aquilo, minha rola chegando na sua garganta, empinei a cintura tentando entrar ainda mais dentro dela e anunciei meu gozo. Pensei que ela fosse recuar, e me fazer gozar fora, mas não, forçou ainda mais o rosto contra minha virilha, deixando meu pau se atolar em sua boca profundamente.

Gozei como nunca! A cada rajada de esperma quente que se chocava contra sua garganta, vovó esboçava uma reação, suspirando e gemendo. – Hm! Hm! Hm! – Grunhia com a vara na boca. Não preciso nem dizer que ela estava engolindo tudinho, cada gota, enquanto me apertava as coxas com as mãos. Quando sentiu o ultimo jato saindo foi que começou a recuar a cabeça, tirando lentamente o pau de dentro da boca, o admirando todo babado diante do seu rosto, trocando olhares comigo e dando algumas lambidas por toda a extensão do membro, o segurando pela base e dando um beijo na ponta, após engolir o resto de porra que coletou com a língua.

Qualquer possibilidade que ela tinha de negar ter gostado de me chupar sumiu naquela hora, e ela sabia disso. Me olhava com um sorriso safado, massageando de leve meu pau com uma mão, novamente se sentando do meu lado no sofá. – Nossa, você gozou muito com esse pauzão na boca da vovó. Quase me afoguei na sua porra.

- É que a boca da vovó é muito gostosa. Aliás, não só a boca, né. Esses peitos aqui também. – Voltei a apalpa-la por cima do sutiã com as duas mãos, uma em cada seio, afagando e apertando com carinho. Enfiando os dedos pelas bordas da peça de bojo, abri caminho e deixei que minhas mãos invadissem aquele sutiã, tocando os peitos de vó Clara diretamente. Ela não reclamou, deixando que eu os acariciasse a vontade. – A vovó é toda gostosa.

- é, to vendo que você acha isso mesmo. Você acabou de gozar um mar de porra na minha boca, mas isso aqui ainda está em pé. Vou ter que te fazer gozar de novo... Mas jájá seus pais tão chegando, não dá pra masturbar e chupar outra vez, demora muito.

Já estava vendo onde aquele papo ia dar. Abri o sutiã de vovó e o arranquei de seu corpo, jogando sobre o tapete e liberando aquelas tetas deliciosas. Ela apenas riu da minha afobação e, soltando meu pau, se levantou do sofá por um instante, tirando todo resto de roupa e ficando apenas de calcinha na minha frente – O jeito vai ser a vovó deixar você comer minha buceta. O netinho quer foder a vovó?

Nem disse nada, apenas a puxei de volta para o sofá, fazendo ela se deitar e cai de boca nos seus peitos, me deitando sobre ela, tirando completamente minha roupa e jogando junto das dela no tapete da sala. Enquanto minha boca dividia as atenções entre seus seios e pescoço, lhe arrancando suspiro e a deixando ofegante de prazer, minha mão esquerda afagava uma das mamas, ao mesmo tempo que a direita explorava o resto daquele corpo, avançando em direção a calcinha branca que cobria aquela buceta volumosa.

Meu pau roçava em suas coxas quando toquei sua vagina por cima do tecido fino, sentindo que ela estava encharcada de seus próprios fluidos. Delirante de desejo, e por conta do nosso prazo até a volta de meus pais, ela mesma me incentivava a irmos logo com aquilo. Puxei sua calcinha pro lado e posicionei a rola na entrada daquela xana que contava apenas com alguns poucos pelos. Penetrei de uma só vez e com força, arrancando um gemido alto de vovó quando cravei bem no fundo de sua buceta. Ela me apertou os braços na hora com as mãos, fechando os olhos e se retesando no sofá. Era tão quente e úmida que meu caralho simplesmente escorregou para dentro sem problemas, embora ainda sobrasse um pedaço pra fora, mesmo com a ponta da rola lhe tocando a entrada do útero.

Queria entrar inteiro dentro daquela buceta fogosa, bombava com força, tirando o pau quase todo de dentro e depois o reinserindo até o limite novamente. A cada estocada sentia que estava indo mais fundo, e vovó Clara soltava um gemido de prazer e dor ao mesmo tempo, sem reclamar. Acho que ela também estava querendo sentir minha rola por completo a preenchendo. Continuei martelando sua vagina, aumentando a velocidade e profundidade do movimento. A sensação daquelas carnes macias e quentes me apertando o pinto, ainda me deixa de pau duro só de lembrar. Enfim consegui enterrar todo o caralho no interior de sua buceta gulosa, querendo aproveitar a sensação de estar com minha rola completamente inserida em vovó, deixei que nossos corpos se colassem, de fato deitando sobre ela. Nossos rostos muito próximos, nossos olhos se encontraram, sua respiração quente na minha, nossos labios se roçaram, não aguentei, tive de beija-la. Um beijo cheio de desejo, que foi retribuído com a mesma intensidade.

Voltei a fazer o movimento de vai e vem, dessa vez de forma rápida, mas ritmada, aproveitando cada centímetro daquelas carnes vaginais, vovó me arranhava as costas com as longas unhas, sentia ela vibrar abaixo de mim a cada movimento. Tirei seus oculos e voltei a beija-la, com mais intensidade, e aumentando a frequência da penetração.

Senti meu orgasmo se aproximando, tentei tirar o pau e gozar fora, mas ao sentir que estava tirando o pau de dentro dela, passou as penas pela minha cintura e me puxou pra dentro de novo, prendendo-me ali. Estava perto do orgasmo também, e não queria que eu interrompesse os movimentos agora. Como não tinha jeito, fiz o que ela queria, voltei a lhe penetrar com vontade, até que ela se contorceu embaixo de mim, os olhos fechados com força, estava gozando. Nesse momento parei de segurar e deixei que meu esperma lhe invadisse a buceta

Gozamos juntos e então meu pau enfim amoleceu, saindo de dentro dela sozinho, enquanto parávamos o beijo. Eu deitado sobre ela, nos encaramos em silencio por um segundo. Ouvindo a porta da garagem se abrir, sinalizando o retorno dos meus pais, nos desvencilhamos e ela apanhou as roupas com pressa, indo apressada para dentro do quarto, enquanto eu, com a mesma pressa e afobação, vestia rapido as minhas roupas, ainda na sala, a tempo de estar totalmente vestido quando a porta se abriu e os dois entraram em casa.

Depois disso houveram outras coisas entre vovó Clara e eu, se quiserem eu posso contar em um próximo conto. Até!

Comentários

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10/03/2018 16:07:37
Muito gostoso seu gonto
10/03/2018 16:06:09
muito boa a sua historia, eu já transei com uma gostosa de 60 anos.
23/02/2018 20:47:13
Muito bom
23/02/2018 09:17:18
Adorei seu conto tenho uma tia não é nada de mais más sinto o maior tesão por ela só tenho medo de ela achar errado e perde sua amizade é respeito assim curto minha loucuras em silêncio mas se parti da parte dela com certeza não deixarei passar em branco seria ótimo poder chupar ela até gozar na minha boca quem sabe um dia rola nota mil também tenho muito interesse em mulher velhas acima dos setenta me atraí muito bjs a todas as vovós safadas amo vcs vou deixar meu contato se tiver alguma que queiram entrar em contato
26/01/2018 14:35:01
Excelente conto cheio de tesão....
22/01/2018 00:14:00
22/01/2018 00:13:59
Excelente história, irmão. Foi detalhista e isso que faz um enredo ser atrativo. Muito bom! Se tiver continuação... Vai ser um prazer ler.
21/01/2018 09:29:38
Muito bom mesmo! As vovós são as melhores!
18/01/2018 14:42:33
Gostei muito !
12/01/2018 02:28:13
Muito bom




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