O cara enrabou minha mulher e ainda dormiu com ela.


Um conto erótico de Coroa Casado
Categoria: Heterossexual
Data: 05/01/2018 10:12:49
Última revisão: 01/04/2018 08:29:10
Nota 9.92

Casados há décadas, nunca imaginei que minha esposinha fosse tão devassa em matéria de sexo. Casou virgem e até há pouco, eu tinha sido o único homem que metera nela. No começo dizia que tinha medo. Só admitia experimentar um japonês ou nissei.

Foram dois e depois um brasileiro descendente de italiano. Logo após a olimpíada no Rio, me surpreendeu com um mulato. Esse ultimo, não queria parar de meter nela. Narrei aqui e quem quiser ler, basta clicar em ¨Coroa Casado¨, aí em cima onde está escrito autor.

Para quem não leu meus contos, moramos no Japão há vinte e cinco anos. Todo ano, pegamos uma semana de férias e vamos passear no Brasil. Nossas famílias são do interior paulista. Aproveitamos para fazer compras na capital, ficando hospedado no bairro da Liberdade.

No Japão, budista quase na totalidade, o sexo é encarado como algo natural, sem muitos tabus. Vou abrir parenteses para contar algo divertido que nos aconteceu. Estávamos passeado em Harajuku, um bairro de Tóquio. Enquanto eu fumava, Mika, minha esposa, estava olhando a vitrine de um quiosque que vende preservativos.

Apesar de quarentona, ela não aparenta a idade, além de fugir um pouco do padrão das japonesinhas. Não que seja belíssima a ponto de comparar com as atrizes. Porém, diferente das japas engraçadinhas, ela tem algo que atrai os homens. Uma mulher sexy, se é que me entendem.

Quem viu as fotos dela sabe. Aliás, ela adora saber o que os outros acham dela. Fica toda cheia quando dizem que ela é gostosa. O que eu acho que é. Quem ainda não viu, deixe e-mail nos comentários que a divulgação envia e depois, vocês confirmam o que estou dizendo.

Vi de longe quando um japonês a abordou. Ficaram conversando algum tempo. Quando me aproximei, perguntei o que era. Ela me disse que o cara tinha perguntado se ela não queria ganhar dez mil ienes, mais ou menos cem dólares.

- Para que? perguntei.

- Para vender a calcinha que estou usando agora. Disse que iria conversar com você.

Fiquei ressabiado e curioso com a proposta. Seria um tarado, querendo a calcinha pra masturbar? De qualquer maneira, era uma grana e tanto. O valor oferecido dava para comprar muitas calcinhas em lojas populares. Entramos no quiosque e vimos expostas várias calcinhas usadas à venda, embaladas em saquinhos transparentes.

Ao lado das peças, as fotos da dona, tirando elas. Muitas de uniforme escolares, algumas com cara de garotas do ¨mizu shôobai¨, que trabalhavam em snacks. Outras visivelmente de garotas de programa. As das casadas eram mais caras.

Nossa negociação travou quando nas fotos tinha que aparecer o rosto. Mika ficou preocupada que algum conhecido visse as fotos, apesar de improvável que acontecesse. O japonês insistiu, dizendo que as fotos eram cópia única com polaroid, entregue a quem comprasse a calcinha usada. Porém, seguro morreu de velho. Caímos fora. Rs.

Voltando ao relato, fomos a Sampa aproveitar as liquidações pós-natal. Pegamos o hotel de sempre, próximo à Praça da Liberdade. Gostamos pela facilidade de deslocar com metro, tanto para ir a shoppings como o acesso para o Brás e Bom Retiro.

A noite, minha esposa estava no note, teclando com alguém. Eu assistindo TV, percebi que ela estava tirando a blusa, na frente do monitor.

- Mi, o que você está fazendo?

Ela fez sinal para aguardar com a palma da mão aberta. Curioso, me aproximei de lado, com cuidado para não entrar no campo de visão do interlocutor. Pude ver um mulato jovem de cabelos curtos. Reconheci na hora o rapaz. Era Thiago, que tinha transado com ela há um ano atrás.

A safada se exibindo para ele, que estava nu, manuseando o cacete! Ela tirou a calça jeans, depois o sutiã. Assim seminua, acariciava os seios lascivamente. Dá para acreditar? Pelo jeito não era a primeira vez que ela fazia aquilo. Levou o computador para cima da cama e puxando a calcinha fio dental de lado, mostrava a xaninha depilada.

Acho que o sujeito estava se masturbando. A sessão continuou até ela mandar um beijo, pegar um papel e caneta, anotar algo, e ao dizer que ia ligar, deduzi que era o numero do telefone do cara. Mal ela fechou o note, falei:

- Então você estava de rolê com o Thiago, é?

- A gente trocava mails, daí quando resolvemos vir para o Brasil, a coisa esquentou.

- Como assim, esquentou?

- É que ele disse que adorou transar comigo e está louco para fazer de novo. Disse até que se você deixasse, ele passaria a noite inteira comigo.

Na hora me deu um branco. Falar o que? Afinal fui eu que quis ser liberal e no começo, até forcei um pouco a barra. Ela foi se soltando e agora estava tomando as rédeas da coisa. Era evidente que queria dar pro cara de novo.

Esse Thiago quando meteu com ela, se mostrou um insaciável. Mal dava uma, logo queria dar outra e mais outra. Mika teve câimbras nas pernas e ficou com a xoxota ardendo. Com certeza ela disse que gostava que manipulassem seu clitóris enquanto era fodida. O cara fez isso, levando-a um monte de orgasmos e estava querendo repetir a dose.

Uma das condições era que, nunca deveríamos repetir com o mesmo parceiro, para evitar qualquer envolvimento emocional. Como moramos no Japão, sem muita convicção, concordei:

- Tudo bem. Amanhã vamos reservar quartos no outro hotel e depois você combina com o cara.

Esse outro hotel fica na rua da Glória, servindo também como local de encontros. Pegamos por um dia para manter as aparências. Chegamos com algumas sacolas e reservamos também o apartamento do lado. Nossa bagagem e compras ficou no hotel na Galvão Bueno.

Morrendo de vergonha, disse na portaria que o apartamento do lado era para um sobrinho da minha esposa. Com certeza, a desculpa não ia colar, já que um casal de orientais com sobrinho mulato seria esquisito. Afinal, isso era problema nosso.

Mika ligou pro Thiago. Uma hora depois, a campainha tocou. Minha esposa foi correndo abrir a porta. Eu na cama, vi ela chegar de mãos dadas com o rapaz. O quarto era pequeno e para desanuviar o ambiente, disse que ia comprar cigarros.

Saí e quando ia apertar o botão do elevador, desisti de descer. Voltei para o quarto. Eles já estavam se beijando no maior amasso, Mika com a saia levantada, as mãos do Thiago no meio das coxas dela. O tesão deles e a ansiedade era visível. O que me enciumou foi ver que a minha esposinha estava com muita saudade da pica grossa do sujeito.

Pedi que fossem para o quarto do lado. Liguei a TV e estava passando um filme da série ¨Exterminador do Futuro¨. Já estava na metade e eu já tinha assistido. Continuei vendo até o final. Fiquei imaginando o que eles estavam fazendo. Fui até a porta do outro apartamento e colei os ouvidos. Deu para escutar gemidos de quem estava furunfando pra valer. Fiquei de pau duro na hora.

Muito tempo depois, Mika voltou para o nosso quarto. Cabelos desarrumados, carinha de satisfeita. Joguei-a na cama e ergui a saia. Ela estava sem calcinha. Os lábios da xana bem avermelhados, sinal que havia sido muito usada. Com a ponta do dedo indicador, vi que estava bem úmida. Tive de perguntar:

- Vocês usaram camisinha, né?

- Claro que usamos, amor. Foram umas três.

- Ah, ainda bem.

- O Thi ainda queria mais. Eu disse que a noite a gente faz de novo. Nós vamos dormir aqui hoje, não vamos?

¨Thi¨? A que ponto chegou a intimidade deles. Minha preocupação era que outro macho tivesse enchido a bocetinha da minha mulher com sua porra. Saber que a gala dele tinha ficado dentro do preservativo me tranquilizou um pouco. Tirei a roupa rapidamente, e com ela ainda vestida, fui metendo sem maiores preliminares. Mika reclamou:

- Devagar, amor. Está ardendo!

Além do tesão reprimido, eu estava dominado pela vontade paradoxal de puni-la por gozar tanto com o Thiago. Nem dei atenção às reclamações. Estoquei com força e acabei gozando logo, soltando porra e mais porra dentro dela. Na hora, um pensamento pervertido passou pela minha cabeça. Que devia ter metido nela antes do cara. Assim, com o pau maior dele, minha porra seria socada até o útero dela. Dá pra acreditar?

Fomos jantar e os dois se comportaram como ¨tia¨ e ¨sobrinho¨. Porém, na saída do restaurante, ela que andava de mãos dadas comigo, aproveitava cada parte mal iluminada da rua para beijá-lo lascivamente. Voltamos para o hotel e mal saímos do elevador, no nosso andar, se atracaram novamente.

- Esperem um pouco. Depois, tá? Depois.

Dizendo isso, puxei Mika para o nosso quarto. Mal entramos, já fui tirando minha roupa, bem como as dela. Ela trajava um vestidinho leve e curto. Só soltei o fecho nas costas e abaixei o vestido, levando junto a calcinha. Com ela só de sutiã e sandálias de salto alto, joguei-a na cama e já fui metendo de novo.

- Nossa, amor! Que é isso? Ái, amor, devagar!

Nesses últimos tempos, dificilmente damos duas em tão pouco espaço de tempo. Nem me lembro direito quando foi a ultima vez. Só sei que estava tarado e na cabeça aquela fantasia de que precisava depositar esperma na boceta dela, para que o amante depois, empurrasse mais fundo. Um novo fetiche meu. Nem sei se outros maridos liberais já tiveram desejo parecido.

Só depois de gozar, disse:

- Agora pode ir dar pro Thiago de novo.

Toda dengosa, Mika me pediu:

- Então chama ele.

O cara chegou e ficaram novamente nas carícias, enquanto ele ia tirando a roupa. Ela começou o boquete que só eu sei quão gostoso é. Thiago gemia de prazer. Depois, passou a retribuir, chupando a ostrinha dela. Senti um prazer maquiavélico, vendo-o sugar onde eu tinha acabado de ejacular minha porra.

Minha alegria durou pouco. Thiago enquanto colocava a camisinha, perguntou:

- Então, pensou?

¨Pensou no que¨? Pensei eu. Afinal, do que eles estavam falando? Mika disse:

- Vamos tentar. Só um pouquinho, tá bem? Está aí com você?

Na hora, eu que boiava na maionese, não estava entendendo nada o estranho diálogo. A ficha caiu quando Thiago remexeu nas roupas, pegou um tubo. Nem precisei ver direito para saber que era um gel lubrificante. Untou um bocado no cacete encapado.

Ele ia comer o cu dela! Com aquela piroca rombuda, ia arrebentar as pregas dela! Com certeza o cara tinha pedido isso várias vezes e ela estava relutando. Ou durante o tempo que trocavam mails, ela tivesse prometido isso. Sei la! Ele fazendo minha esposa ficar de quatro, passando gel no anelzinho dela!

Se posicionou e vi a ponta daquela pica preta encaixar no rego. Ela que só me deixou meter lá duas vezes em décadas, estava ali, pronta para dar a bunda pro mulato. De lado para os dois, vi quando ele segurou as ancas dela pela cintura e empurrou o quadril. Foi um alívio ver que a ponta não estava no lugar e a tentativa foi frustrada.

Thiago se afastou um pouco, olhou melhor o alvo e dessa vez, acertou direto. Mika soltou um grito de dor quando a cabeça entrou. Se afastou como pode, desengatando no ato.

- Não vai dar! Dói demais! É muito grosso, machuca! Não quero mais!

Pensei que ele fosse desistir. Todavia, Thiago deitou de costas na cama. Pegou o mastro grande e torto, fazendo-o apontar para o teto, dizendo:

- Tudo bem, Mika. Olha, vamos fazer o seguinte. Você vem por cima e se encaixa. Assim você controla tudo, tá?

Ela pensou um pouco, levantou colocando cada pé em volta do quadril do rapaz. Me surpreendeu ver que ela estava a fim de ser enrabada por aquele mulato pauzudo. Foi abaixando lentamente. Quando o cacete tocou sua parte íntima, pegou nele, direcionando para a portinha do cu.

De olhos cerrados, foi se encaixando, remexendo o quadril, abaixando mais e mais. Percebí quando entrou, só ao ver sua expressão facial denotando dor. As pálpebras comprimidas e a respiração pesada e entrecortada. Aos poucos, foi se acostumando, deixando-se empalar gradativamente.

Nem sei quando ele começou a se mover também. Não demorou para ambos estarem copulando, aumentando o ritmo. Ela entre gemidos guturais, subindo e descendo ou ele socando de baixo para cima. O cara estava comendo o cu dela! Ficaram assim algum tempo, metendo e resfolegando, até que Thiago disse:

- Vamos agora fazer de quatro.

Ela aceitou fácil. Saiu e se posicionou. Thiago colocou mais gel na pica e foi metendo de novo. Não tiveram dificuldade de estarem engatados. A pele branquinha de seda da minha esposa contrastava com a cor de chocolate dele. O cara só elogiava dizendo do prazer que sentia:

- Que gostoso, porra! Que cu gostoso! Como você é apertadinha! Que gostoso, porra, que gostoso!

Ela apenas recebia as bombadas e gemia de forma repetida, ¨ahh, ahh, ahh, ahh¨ no mesmo ritmo das metidas. Sei bem como o rapaz demora para gozar. Daquele jeito ele estava arrombando as pregas dela. Mika sofria para aguentar a sodomização com aquela tora grossa.

Sabe o que pensei na hora? ¨Bem feito! Quem mandou dar o cu para um pauzudo? Ela sempre regulou um bocado para liberar atrás. Agora, alargada, ia ser fácil eu meter sempre ali¨.

Por trás, só vi as bolas negras dele balançando, batendo na altura da boceta dela. Me aproximei para ver melhor. O pau sumia e quando voltava, trazia junto o que sobrou das pregas do botãozinho. Entrava fundo de novo, enquanto minha mulher gemia soltando todo ar dos pulmões.

Para mim foi um suplício assistir aquilo. Como ela não reclamava, devia estar gostando. Depois que Thiago gozou, ele ficou sentado, enquanto ela ficou de bruços, visivelmente exausta. Normalmente, ao olhar o cuzinho dela, sempre vi o botãozinho fechado. Agora era só um buracão aberto e vermelho.

Mika foi ao banheiro, andando esquisito, meio de lado, visivelmente com dores no fiofó judiado. Quando Thiago foi ao banheiro se lavar, nem acreditei no pedido dela:

- Amor, posso dormir com o Thi hoje?

E eu pensando que a surra de pica tinha sido bastante pra ela. Naquela altura, dizer o que? Acabei deixando. De manhã cedo, apertei a campainha do apartamento dele. Quem abriu a porta foi o Thiago. Entrei no quarto que cheirava sexo. Na cama, minha esposa nua, ainda adormecida.

Voltei para nosso apartamento. Logo depois, ela chegou só com o vestido no corpo, trazendo o sutiã e a calcinha na mão. Meio chateado, porém, tarado, fui pra cima dela e meti com vontade. Ela só reclamava que estava toda dolorida. O que me deixou com a pulga atrás da orelha é que entrou fácil, a xota bem úmida.

Até hoje Mika nega, porém, desconfio que Thiago comeu ela sem camisinha. O pior é que deve ter gozado dentro, naquela madrugada, enchendo a bocetinha apertada dela de porra...

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FOTOS: Quem quiser ver fotos da minha esposa Mika, deixe e-mail nos comentários que a divulgação envia.

Comentários

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19/01/2019 18:40:21
Coroa casado: Li seus titulos de contos voce assiste sua mulher se enfiar e voce deve se masturbar...vou le-los grato pelo seu inteligente comentario.
18/01/2019 21:31:02
Otimo conto delicioso
18/01/2019 17:18:32
Bah, que tesão de relato, amigo. Tua japonesinha sempre me deixar de pau duro! Se eu pegasse ela ia dar uma tunda de pica, que a Mika nunca iria esquecer. Se ela quiser um guasca carinhoso, na próxima venham passear aqui no sul. Abs calientes.
18/01/2019 11:01:47
demais que tesão de conto e-mail
06/01/2019 21:37:06
DENTRE MAIS DE CENTO E CINQUENTA MIL CONTOS, ESTE É O OCTAGÉSIMO-QUARTO (84) MAIS COMENTADO DO SITE, COM 124 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima.
02/01/2019 11:47:56
Muito bom o conto. Adorei as fotos da safada
26/12/2018 22:53:11
Boa noite meu amigo.Publiquei o epílogo das minhas aventuras com a Helga.Quando puder passa lá pra dar sua opiniãoValeu!
25/12/2018 10:10:50
Demais!
22/12/2018 20:34:00
A nota soh pode ser 10, deveria ser mais! Maravilhooooso o conto!
17/12/2018 07:35:10
Sem duvida o melhor conto seu que já li. Até eu fiquei com ciúmes da Mika. Você foi muito bacana com ela e tenho certeza que ela te retribuiu e agora libera mais fácil a bundinha, né? Acho que lí todos os seus contos e vou na expectativa que vocês contem novas aventuras. Aproveito pra avisar que publiquei uns dias atrás o penúltimo conto na minha saga com a coroa Helga. Escrevi o ultimo conto ao mesmo tempo mas vou esperar um pouco mais pra publicar ainda. Quando vc publicar algum novo, se se.lembrar, me avisa lá pra eu vir dar uma olhada.
28/11/2018 17:45:38
27/11/2018 14:45:27
16/11/2018 11:56:45
BOMDIA (coroa casado). Recebi seu e-mail. ..porém, não sei se consegui enviar meu wsp para conversarmos. Então,,,vou dxar aqui o contato. Wsp. .zero vinte um..nove.meia sete. CinqüentaNota máxima
11/11/2018 10:41:15
Muito bom, queria eu ter a sorte de fuder o cuzinho da Mika,adorei os seios dela cabem certinho em qualquer boca,também dormir com alguém era o desejo da minha mulher, não tivemos a sorte que a Mika teve, pois ela realizou esse desejo.
03/11/2018 13:59:44
Oii eu gostaria de ver as fotos
02/11/2018 16:54:05
Fiquei imaginando chupando a bucetinha dela até faze-lá gozar na minha boca, eu adoro isso!!!
02/11/2018 16:53:01
Nossa fiquei louco para conhecer pessoalmente tua esposa, vi as fotos dela e ela é muito gostosa sem contar que eu tenho a fantasia de tranzar com uma japonesa... Vamos entrar em contato quem sabe ela goste de me conhecer rsrs
29/10/2018 18:51:21
Delícia de conto. Sonho com o dia em que a minha vadia também será a puta de um outro macho pauzudo. Pois para dominá-la o cara vai ter que ter um senhor pau, para deixá-la viciada e, assim, submissa.Se tiver alguém assim disponível, podemos nos falar pelo email O interessante de um conto como esse é o perfil de puta da esposa. Isso é que me interessa, pois conosco não rola homo masc e nem fem.
25/10/2018 11:01:05
Algumas peculiaridades no conto chamam a atenção. Inicialmente, o parte feito da venda de calcinha com fotos comprobatórias de propriedade. Mesmo algo insignificante, é um fetiche comum e quanto a “dona” é uma mulher inacessível, ganha uma gana maior de tesão. Interessante e cômico, apresentar “Thiago” como sobrinho, um mulato de um casal oriental, ainda mais em SP, nessa área central. Poucos os lugares que o sexo é tão solto quanto o centro de SP. Óbvio, com a cultura oriental e conhecendo outros universos, com certeza teremos mais ambientes dentro desse parâmetroPunir Mika enchendo-a com sua porra após a relação com Thiago soa mais como um consolo inconsolável de uma perda. Afinal, já tinha sido feito o estrago, considerando ainda que os dois membros, “teoricamente”, tinham dimensões e características diferentesO último ressalto é a frustrada vingança tão bem arquitetada: Antes de dá-la ao Amante, encheria sua entranha com teu sêmen. Ah, sim, o falo do Amante seria maculado com o leite do Marido. Não lhe passou a situação ocorrida: Foi anal!Como consolo em palavras tuas, ¨Bem feito! Quem mandou dar o cu para um pauzudo?...(sica narrativa cativante, engendrada e com pontos eróticos bem definidos.
20/10/2018 18:37:30
Coroa você é muito bom nos contos ou relatos, é um mestre na colocação das palavras, faz o leitor vivenciar o ocorrido. Amei seus contos e fiquei muito grato por seus comentarios com respeito ao meu conto, pois vindo de você uma pessoa especial e tão esclarecida. Para meu contato : Obs. Minha nota seria 1000 mas só para votar 10




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