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O Peludo Sedutor Cap 6

Um conto erótico de Henry L II
Categoria: Homossexual
Data: 30/12/2017 17:02:52
Nota 10.00

Whatsapp de Eduardo:

Henrique_ Edu, boa noite.

Henrique_ Tudo bem?

Henrique_ Eu queria pedir desculpas por hoje a tarde, eu tinha que sair logo se não ia ficar pra trás.

Henrique_ Espero q entenda.

Henrique_ Vc está aí?

Foi isso o que eu consegui ver antes do meu celular descarregar no bar onde eu estava. Depois que Henrique me virou as costas eu só terminei o meu expediente e fui para o buteco mais próximo. Eu não sabia como processar tudo aquilo que aconteceu, precisava de uma bebida para acalmar meus pensamentos e desacelerar. Era muito cedo para sentir o que eu estava sentindo por Henrique e o mais estranho de tudo era que eu estava sentindo de fato alguma coisa por ele. Não pensei ser capaz disso depois de tanto tempo, eu já estava satisfeito com a ideia de envelhecer sozinho e comer um novinho aqui e ali pra esvaziar as bolas. Depois de tudo que aconteceu, depois de tudo que perdi, pensei ter virado pedra para o sentimentalismo e acabei só me importando em brincar, provocar, ser desejado e foder bem gostoso quando eu quisesse.

A décima primeira dose de whisky já estava pela metade no copo, já era noite fazia algum tempo e eu acabei praticamente sozinho nesse bar de quinta. Cada gole daquele whisky terrível descia rasgando e, mesmo assim, ainda não havia descoberto o que era aquilo que me tirava do eixo. Eu me negava sentir, queria ficar dormente e o whisky ruim estava me ajudando a cada gole. Por fim eu apaguei naquela mesma mesa na qual passara a tarde, não me lembro como vim acordar em casa, só havia vultos na minha memória, acho que o dono do bar me conheceu e deu um jeito de ligar pra alguém, não me importo.

A dor de cabeça era leve na manhã seguinte mas me incomoda bastante. A muito tempo eu não sentia vontade de ir trabalhar como naquele dia, não queria sair da cama e apenas encarava o teto ainda deitado. Não queria encontrar Henrique lá, não queria vê-lo com outras pessoas por perto, não queria voltar a sentir o que a bebida do outro dia e a dor de cabeça de agora tinham enterrado com tanto sofrimento. Quem diria que eu, Dr Eduardo do Ministério Público, estaria com medo de topar com um simples estagiário...

Eu tinha que ir então, por fim, eu fui. Na minha cabeça eu iria direto pra minha sala e só sairia de lá quando meu expediente acabasse e assim ó fiz. Eu estava com um terno preto básico para não chamar a atenção e uma gravata vinho, meu cabelo estava penteado para trás e a barba bem aparada. Estava na minha sala quando os estagiários chegaram, eu podia ouvi-los passando pela recepção então me concentrei ainda mais na tela do computador até que o barulho acabou.

Quando terminei de digitar um documento mandei imprimi mas, nada aconteceu. Mandei novamente e a impressora nem dava sinal. Mas como eu odeio essas impressoras em rede. Não poderia esperar muito e não queria Henrique aqui então liguei para um conhecido meu na infraestrutura que ficava um pouco afastado dos demais no departamento, pedi para que ele mesmo resolvesse o meu problema. O que para a minha surpresa não aconteceu, quem entrou pela porta minutos depois de depois sem reação nenhuma, foi Henrique, ele estava de camisa branca lisa, calça jeans escura, com o cabelo ondulado cor de mel caindo nos olhos e os seus All Stars vermelhos típicos.

- Eu vim ver a impressora. - Ele disse apático e frio.

- Está bem ali. - Apontei para impressora sem levar a cabeça pra ele.

- Você está estranho comigo, não me respondeu ontem. Eu queria me desculpar por ontem, você não tem nada a ver com os meus medos, eu sempre fui paranoico com isso é acabei descontando em você. - Henrique foi se abaixando e vendo a impressora que ficava de frente pra mim.

- Tudo bem, eu peço desculpa por não te responder, o celular descarregou ontem. - Eu estava me esforçando muito para não lembrar, para não me importara.

- Tá tudo bem então, eu acho. - Henrique se levantou e foi revisar os cabos da impressora.

- Sim, está... - Depois disso se seguiu um silêncio eterno dentro da minha sala, eu não tirava os olhos da tela do computador, não queria encara-lo.

- Edu, preciso acessar sua máquina para ver como está as configuração da impressora. - Ele me chamou de Edu, eu já tinha pedido tanto pra ele me chamar assim mas ele nunca chamou e agora....

- Sim, pode vim. - Eu me comecei a me levantar mas Henrique já estava muito perto, meu nariz acertou em cheio a sua barriga e subi até o seu peito antes de eu cair de volta na cadeira.

- Edu, me desculpa, foi mau, desculpa. - Henrique se pôs de joelhos a minha frente enquanto eu esfregava meu nariz para espantar a dor.

- Não foi nada, eu deveria ter visto. - Eu não queria abrir os olhos e encara-lo mas ele já estava entre minhas pernas e com as mãos na minha cabeça afagando meu cabelo e me perguntando se doía muito.

- Desculpa Edu, sério mesmo, eu não queria faz isso. - A voz desse cretino foi ficando suave e gentil, bem diferente de quando ele entrou na minha sala. Não quero enfrentar isso agora, a vontade que eu tinha era de sair correndo e pular pela janela.

Vendo que não tinha outra alternativa parei de coçar o nariz de cabeça baixa e fui levantando devagar até meus olhos encontrarem os dele. Henrique estava preocupando me encarando e eu simplesmente parei e não disse nada, fiquei ali sem reação ao vê-lo examinar meu nariz assim tão de perto. Ele ainda estava ajoelhado entre minhas pernas, era uma mão na lateral da minha cabeça e a outra examinando meu nariz, por fim ele disse que não tinha acontecido nada demais e parou ali naquela posição com o ar de:"E aí, o que você vai fazer agora?".

Eu não resisti, meu corpo estava implorando pelo o dele mas minha cabeça se negava a ceder a esse desejo. Desliguei qualquer coisa na minha cabeça contrária aquela atração e o beijei com toda a força que tinha. O sabor desse beijo era totalmente diferente dos outros que trocamos antes, eu queria nunca ter de deixa-lo. Eu estava aproveitando cada segundo em que sua língua estava junto a minha mas eu tinha que respeitar Henrique e não poderia por ele em risco por ficar com ele ali na minha sala onde qualquer pessoa poderia aparecer. Com muito pesar me separei daquele beijo com angustia nítida no rosto e disse que a porta estava aberta e que não ia por ele em risco numa situação como essa. Henrique parou, olhou pra mim e me abriu um sorriu sacana único que nunca tinha visto e foi ao meu ouvido e sussurrou: a porta está trancada desde de que entrei aqui.

Esse safado estava com tudo armado desse do início. Me seduziu e me pôs no bolso com seu charme assim como eu já tinha feito com ele antes. Me fez deseja-lo mais que tudo ali mesmo. Seu filho da puta atrevido, fez igualzinho o papai aqui ensinou e agora vai receber a sua recompensa. Me levantei e comecei a tirar meu terno o mais rápido que pude, já não queria saber de mais nada. Henrique ficou sem reação e me fez uma cara de surpresa, por certo não esperava que iríamos tão longe dentro do meu escritório. Fiquei em pé diante dele só de cueca preta box e enterrei o seu rosto nas minhas bolas segurando por sua nuca, fiz ele sentir o cheiro de macho que eu estava guardando só pra ele o dia todo. Esfreguei seu nariz com vontade entre minhas bolas até meu cacete querer sair de tão duro.

Levantei os braços de Henrique e tirei sua camisa branca, deixei aqueles peitos deliciosos expostos. Tirei minha cueca e meu cacete pulou na cara de Henrique que tentou abocanha-lo de primeira mas falhou. Me escorei na minha mesa do escritório e deixei Henrique mamar.

- Tá com fome meu bebê? Quer leitinho do papai, quer?

- Você está bem inspirado hoje. Quero sim papai, me dar esse leitinho de macho, me dá. - Ele abocanhava meu caralho e me olhava de baixo pra cima com cara de cachorro pidão me deixando louco de tesão.

- Aqui, chupa as bolas do papai também, eu sei que você gosta de um saco peludo, toma mama esses ovos ai, vai. Eles tão cheios do seu leitinho. - Apertei minhas bolas na base de dei pra ele mamar.

- Que cheiro gostoso Edu, esse saco tá do jeito que eu gosto, delicioso. - Ele chupava que estralava, parecia um bezerro morrendo de fome.

- Me chama de papai agora, eu sou o seu papai! Você quer fuder com o papai, quer meu bebê? - Eu não tinha camisinha no escritório naturalmente mas isso pouco me importava, eu estava completamente tomado de tesão e por aquela boca quente me chupando gostoso.

- Quero meu papai, me fode gosto, por favor!. - Henrique tava entrando do espírito da coisa, ele começou a falar baixinho e manhoso. Ele mamava meu caralho de forma primorosa, abocanhava tudo de uma vez e depois brincava passando a língua na cabecinha. O sacana gostava de brincar com o couro do meu pau, não entendo o tesão que ele tem nisso mas faço tudo para o meu bebe gozar gostoso.

Levantei Henrique pelos braços, abaixei sua calça jeans escura até pouco depois da bunda, joguei ele por cima da mesa do escritório e cai de língua naquele cuzinho rosado. Ele gemia baixando chamado por mim, pelo seu papai, dizia que estava gostoso e que queria mais. Eu tinha que satisfazer o meu bebê, eu lambia, enfiava a língua lá no fundo, passava a barba áspera entre seu cu e seu saco e então quando a bunda dele estava devidamente molhada eu me levantei e me encaixei logo atrás dele, eu em pé e ele com a barriga na mesa. Comecei a penetra-lo lentamente mirando seu cu com meu pau na mão, eu estava atento a cada gemido e reação dele, as vezes parando de enfiar as vezes empurrando ainda mais. Quando ele estava confortável com minha tora dentro dele eu comecei a bombar forte. Não poderia fazer barulho ali então não foi tão forte como eu gostaria mas estava bem gostoso o movimento que fazíamos.

Minhas mãos estavam nos seus ombros enquanto meu pau entrava e saía do seu cuzinho frágil com o som molhado de vai e vem preenchendo o ambiente. Eu queria fazer esse momento durar eternamente, estava segurando o gozo já fazia um tempinho, coisa que nunca fiz por ninguém que me lembrasse. Eu queria fazê-lo gozar sem por a mão no pau, queria dar a ele o máximo se prazer que um macho maduro e experiente pode proporcionar. Bombava lentamente rebolando, beijava de vez em quando seu pescoço ou sua boca e punhetava ele quando colava minha barriga peluda nas suas costas jogando ele de volta na mesa logo em seguida. Henrique se levantou e ficamos ambos em pé, ele é pouco mais alto que eu então eu tive que me esforçar pra ir até o fundo daquele rabo naquela posição.

Não aguentei mais prolongar essa marcante trepada daquele jeito então em pouco tempo eu gozei, gozei gostoso, gozei muito, tudo dentro do Henrique. Eu dei as últimas estocadas depois de gozar segurando seus peitos gigantes e brancos nas minhas mãos com os seus mamilos entre meus dedo a belisca-los. Eu fui as nuvens por alguns segundos enquanto despejava meu leite naquele cuzinho arrombado pela minha pomba. Eu queria deixá-la ali dentro daquela bundinha quente e acolhedora até amolecer mas não podia, tinha que terminar logo.

Ainda por trás sem tirar de dentro peguei no cacete de Henrique, afastei as coisas de cima da mesa e comecei uma punheta bem gostosa e rápida nele. Ele gemia baixinho dizendo: vai papai, faz o seu bebê gozar também, vai, bate com força e não tira esse pau do meu cu até eu gozar também papai. Vai...

Deixei meu pau enterrado nele até que ele explodiu, gozou jatos de porra quente e semi transparente, deixou a mesa bem melecada. Então tirei lentamente meu pau do seu cu e o virei pra mim lhe dando um beijo de agradecimento, minha barba roçou nele deixando ele todo arrepiado nos meus braços.

Do nada ele se solta do meu beijo e passar a mão na bunda e me diz:

- O que é isso escorrendo do meu cu?

- Eu não tenho camisinha aqui então comi você no couro mesmo e gozei dentro. - Eu disse com uma cara de safado satisfeito e descarado.

- Você não tem jeito mesmo, né Edu? E agora aonde eu me limpo?

- Tem um lavabo bem ali bobinho. - E apontei para a porta por onde ele seguiu.

Eu estava pelado no meio do meu próprio escritório com o cacete meia bomba pingando porra no chão. Eu estava satisfeito. Mas, quando eu olhava para o mapa múndi na minha sala, ouvindo Henrique tirando minha porra do cu no lavabo, lá no fundo eu sabia que ainda haviam dúvidas mas, por hora, eu decidi esquecer tudo que me impedia de te-lo comigo, nenhuma tragedia passada a muito ia me tirar a paz que eu tinha com ele.

Comentários

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30/12/2017 23:04:44
A DÚVIDA É A NOSSA MAIOR INIMIGA SEMPRE. MUITAS VEZES NOS IMPEDE DE SERMOS FELIZES.




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