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Estherzinha e Renatinha, minhas submissas - Capítulo Onze

Autor: NoahW
Categoria: Heterossexual
Data: 30/11/2017 03:29:26
Última revisão: 17/04/2018 09:51:28
Nota 10.00

Capítulo com Estherzinha e Renatinha, as Submissas - Capítulo Onze

Olá! Noah aqui! Outro relato peculiar de minha vida familiar, de novo falando de Estherzinha e Renatinha.

Continuando, contei que Joana, nossa cozinheira, tinha tido um infarto. Sarah a manteve em nossa serventia e fez contratar outras três mineiras jovens, Júlia (18), Maria (24), Sandra (20), todas cozinheiras industriais, mas lindas, novinhas, corpo arrendondado, moreno claro, lábios finos macios, olhos matreiros e cabelos longos que ficavam presos em laços para o dia a dia.

Nossa fazenda à época desse relato, tinha quase 30 guris para alimentar, além dos adultos e nossa guarda e capatazes. Nossos almoços sempre foram para mais de 100, então sem novidade. A comida nos é entregue em caminhões, já que compro em quantidade para diminuir o custo, e armazenada em um armazém para os secos e um frigorífico, tudo na sede, no porão de baixo, mantendo os alimentos.

Também temos uma horta onde, qualquer pessoa que dela retirar algo, tem por obrigação plantar algo: regras que impús e funcionam até hoje. As carnes vem do nosso próprio abate para nosso consumo. Tudo limpo conforme guiei. Separamos a carne normal da carne Kosher. Um rabbi amigo meu vem e supervisiona tudo para ser válido!

Mas esse capítulo é dedicado à minha filhinha Esther e a Renatinha. Rs... Capítulo muito peculiar e, confesso, o que menos entendo até hoje!

Vamos lá! Rs..

Um dia Esther teve uma crise de ciúmes das gurias da cozinha e das minhas outras fêmeas! Fato: as novas cozinheiras, como disse, são super lindas, morenas claras com aquele jeitinho e sotaque mineiros! Confesso que tinha tesão nelas e acabei pegando a mais nova que, literalmente, me seduziu! Rs.. Guria gulosa que acabou exatamente como Esther e Renata: Júlia, seu nome e outra minha escravinha por sua própria opção.

Sem digressão.

Um dia, Esther fez um pequeno escândalo que observei com rosto sério mas totalmente divertido! Ela brigava com o "mundo" e atirava coisas ao ar, mas não era grossa com ninguém ou chingava ou... bem... fazia nada contra nada! Talvez o significado da palavra "xilique"! Rssss!

A peguei e a repreendi! Não bati em Esther com força, tipo nenhuma, nem o pêso do meu braço, só o pêso de minha mão. Deitei ela no meu colo e dei várias palmadas em sua bundinha e acho que tudo que fiz é fazer a guria ter mais tesão, pois sua calcinha ficou ensopada na altura da grutinha dela e ela me pedia mais palmadas após, mesmo com o rostinho lavado de lágrimas da surra... Rs... Gurias!

O tema dela é esse "Eu nasci pra amar você" (http://youtube.com/watch?v=K7PCJ3-3uBw), já que é música que eu ouvia enquanto a surrava e Esther é meu coração fragmentado. Ela nasceu para me amar! Uma parte muito delicada dele.

Eu amo aquela loirinha de corpo perfeito, cheio de curvas e rostinho travesso. Ela me faz rir só de me chamar "Papai!"... Rs.. Ela fala fazendo covinhas nas bochechas e todas as minhas preocupações somem ao ouvir sua vozinha. Ela começou a faculdade agora em 2016 e faz Direito.

Naquele dia me confessou ter alcançado orgasmo sendo surrada na bundinha! Ela era uma submissa nata, apesar de eu não saber absolutamente nada sobre essa coisa de dominação e sadomasoquismo, só a dominação que eu exercia naqueles que eu quis, com meu olhar e voz, mas eu respeitei sua natureza.

Não tenho a menorrrrrrrrrrrr idéia do que acontecia na cabecinha daquela guria! Rsss. Minha filha tinha tesão em ser submetida e surrada!... Meu Deus.....! Até hoje não entendo e ficarei feliz se alguém me explicar isso...

Pedi, e Sarah falou com ela longamente, tipo 4 horas, e conversou comigo depois:

- "Ela se sente excitada quando tu és bruto, violento ou dominante com ela e a surra. Ela tem prazer com isso! Ela te vê como um macho gigante que toma e submete uma pequena branquinha, um gigante moreno se forçando contra uma pequena branquinha. Se sente entregue quando tu a submetes e a machucas sem ela ter como se defender, somente uma presa que tem que se submeter à dor e à posse do predador, de seu dono, tu."

Continuou:

- "Ela tem tesão nisso, prazer nisso, e gosta de se sentir presa tua, machucada, quase morta e marcada. Quer mais, precisa de mais. Fica inquieta e irritada quando tu não a possuis. Ela é submissa e quer ser violada por ti, só por ti. "

- "Ela não aceita falar ou pensar em outro homem ou nos guris que conhece. Me contou que descobriu esse prazer dela quando tu lhe penetrou e a fez mulher em sua primeira vez e a sangrou e a cuidou após. Ela falou-te que sua dor era de querer, não de doer. Disse que a dor que sentiu quando tu a abriste foi a melhor sensação de sua vida. Que perdia o fôlego ao ver teu amor cuidando dela após. A fêmea ferida e o macho lambendo suas feridas, em suas palavras, fazendo-a recuperar-se só para machucá-la novamente."

- "Desde então, ela só deseja que tu a violes mais, corrompa seu corpo e sua alma e a marque, a machuque, a deixe jogada em um canto após ter sido usada, como um objeto. Eu confesso não ter preocupações sobre isso porque és tu e sei quem tu és e que jamais a machucaria de fato. O que tu achas? Queres uma prendinha submissa?", terminou com um sorriso claro e uma risadinha discreta.

Não respondi. Sorri e tomei Sarah nos meus braços, beijando-lhe a boca por minutos, travando com um braço sua cintura na minha, encaixando o volume do meu membro entre suas pernas, até ela começar a bater em meu peito sem ar. A mantive presa e prendi seu narizinho com a outra mão, mantendo minha boca na sua, até ela começar a engasgar sem ar e ficar roxinha em minha boca, presa em meus braços, até largar seus braços ao lado de seu corpo e desfalecer, daí a soltei, deixando-a se recuperar, tossindo.

Minha resposta era clara. Sarah disse que amava isso também e que se sentia da mesma forma que Estherzinha. Outra submissa por natureza, mas nada falei.

Estherzinha é assim até hoje: extremamente inteligente e educada, "chefa" dos irmãos e outros e querendo sempre aprender dos negócios, dando ordens e tudo mais, mas minha submissa em nossos momentos íntimos.

Fragmento querido do meu coração.

Peguei Estherzinha muitas vezes e confesso que me dava o maior prazer surrá-la até ver sua bundinha vermelha, bem machucada, as vezes até sangrando um pouco. Ela chorava aos borbotões mas tinha orgasmos com isso e eu, de alguma forma, me excitava também.

Fiz a mesma coisa com Sarah, apesar de em menor teor, até ela confessar ter o mesmo tesão, mas não quis forçá-la a assumir isso. Queria ela - e a quero - como ela é hoje.

Estherzinha e Renatinha, de outro lado, eram minhas escravas sexuais por opção delas próprias.

Renatinha sempre foi multi-orgástica e a fazia desmaiar de prazer com uma série de orgasmos de corpo inteiro. A fiz assim na primeira vez que lhe arrombei o cuzinho conforme contei aqui e ela jamais quis outro homem.

Ela sentia prazer em ser dominada como foi em sua primeira vez, com destaque ao fato que não a desvirginei apesar de ter podido fazer quando quisesse, e a trouxe no colo do celeiro naquela noite, tipo 300 metros, e ela se sentiu machucada mas amada.

Sua submissão iniciou durante e após sua posse. Ela confessou que, enquanto tinha seus orgasmos em minha boca e eu lhe dei tapas em sua bucetinha, ela teve outros orgamos seguidos mais violentos ainda. Ela disse que nunca ninguém a havia tocado antes e que meu jeito bruto com ela ao iniciar seu cuzinho e os tapas que levou durante o orgasmo a levaram a um êxtase que jamais experimentou com seu ex-marido.

Ela sentia falta dos choques que lhe acometiam o corpo durante seu orgamo causado pela dor dos tapas com minha mão pesada no seu clitóris e bucetinha. Ainda falou que, quando sentia meu membro lhe arregaçar e machucar o colo de seu útero com minhas estocadas esfomeadas lhe causavam profunda dor, seguido de orgasmos intensos.

Fazia o mesmo com Esther, dando-lhe tantos orgasmos que, as vezes, usei água para trazê-la de volta.

Minhas outras fêmeas gostavam de sexo do meu jeito, violento, intenso e forte, com uns tapas bem dados na bunda como os que dei em Vanessa, mas não iam além disso, apesar de quererem. Eu não fiz e as mantive naquela medida. Eram mais comedidas, já que não as fiz sentir além.

Esther e Renata, porém, gostavam de se sentirem presas, escravizadas, usadas profundamente e eu as sacio dessa vontade, já que tenho essa coisa de dominação intrínseca à minha personalidade.

Usei Renatinha tanto e por tantas horas que ela nem mais se mexia. Só me sentia abrindo seu rabinho e bucetinha e, depois, conseguia por quatro dedos dentro dela, abrindo para sua bucetinha para ver como a deixei arrombada. Podia ter posto minha mão inteira no seu sexo, mas não o fiz. Acho que essa é uma linha perigosa de cruzar.

Fiz o mesmo com Esther que teve um orgasmo profundo, de corpo inteiro, quando sentiu a dor de ser aberta pelos meus quatro dedos, quase minha mão dentro de sua bucetinha.

Eu me surpreendia com a elasticidade delas, porque na transa seguinte, após dois ou três dias, ainda eram aquelas bucetinhas apertadas que me deixavam louco! Elas se recuperavam muito rápido! Não sei como isso funciona com gurias, mas é como funciona para esses dois amores da minha alma.

Após usar Estherzinha, a penetrava e a fazia chorar mais alto ainda, fodendo ela com força. Fazia o mesmo com seu rabinho que deixava todo inxado, com uma cratera aberta em um túnel escuro de carne deliciosamente rosada, após suas visitas ao celeiro.

No final de nosso amor, gostava de prender Estherzinha com os braços atrás de sua costinha e gozava dentro de seu útero, estocando seu colo para ela sentir dor. Ela gritava alto da dor, com um chôro alto e muito real, já que sentia todo seu corpo convulcionar, e sei que dói muito isso pelas outras fêmeas que possuí. Torcia seus braços devagarzinho e sem usar força até ela começar a chorar alto, ainda com meu membro totalmente dentro dela. Quando ouvia seu gritinho:

- "Aiiiiiinnnnnn!!! Vai quebrar, papai!!!! Meu bracinho vai quebrar, papai!!! Não me aleija, paizinho!!!", daí eu a soltava.

Renata diferia por começar a chorar e ter orgasmos sacudindo seu corpo. Eu sabia que se forçasse seus bracinhos para além daquele ponto, os quebraria tão frágeis que são como os de Esther. Lógico que não o faria e parava naquele ponto.

Minha guria Esther era submissa de fato e tinha tesão em sentir dor durante o amor e não lhe neguei isso! Lendo sobre isso fixei limites claros para ela, pois eu jamais a machucaria de verdade. Mas comprei uma coleira de couro negro com pinos dourados, seguindo seu fetiche, e mandei gravar "Cadelinha do Papai" na parte de trás, ficando debaixo de seus cabelos. Coloquei nela e ordenei:

- "Tu jamais tiras essa coleira. Eu sou único a tirá-la, entendestes?"

- "Sim papai. Tu és meu dono e meu mestre e jamais vou tirar! Sou tua serva!"

Para Renatinha, fiz um ferro com as iniciais "NW" em um círculo igual ao que marco meu gado, mas de 2cm, e marquei sua carne branca, em seu púbis nú, ao lado de sua vagina, após aquecer o ferro com meu isqueiro. Cheirou carne queimada e a guria chorou alto mas não se moveu.

Acabei marcando Esther da mesma forma, não com menos gemidos, e elas exibiam a marca para mim toda orgulhosas após a cicatrização! Diziam que agora, de fato, eram fêmeas só minhas. Vai entender, mas confesso que atendeu ao meu fetiche que sequer sabia existir.

Sarah e Vanessa e, principalmente, Kamilinha pediram para serem marcadas, mas neguei no momento que pediram. A natureza delas é diferente das outras duas. Entenderam mas Sarah ficou infeliz. Acabou que a marquei também alguns anos após, já que ela se sentia inferior à Renata e Esther (?!). Mesmo choro, mas ela foi marcada também.

Coloquei a coleirinha em Esther e a prendi numa corrente, fazendo-a andar de quatro, comer numa tigela no chão e abanar o rabinho como uma cadelinha. Confesso que não senti tesão. Estava mais divertido do prazer dela, mas seja. Rs...

Sou homem à moda antiga e nunca concebi nada disso, mas não queria que elas buscassem isso em outro lugar, daí cedendo à "brincar" com elas nessa coisa maluca que não entendo mesmo!

Uma vez eu prendi Esther na corrente e deixei ela dormindo peladinha em um tapete do lado da minha cama no celeiro. Não dormia com nenhuma das minhas mulheres para evitar que uma se voltasse contra a outra. Dormia sozinho no meu celeiro que cresci. Esther passou a noite tremendo de frio e eu a observava discretamente para socorrê-la caso percebesse algo mais sério, mas ela não pediu para sair.

Ao amanhecer caminhei com ela de quatro, deixei ela fazer xixi de quatro, como uma cadelinha, somente agachando seu quadril e lhe dei banho gelado de caneca no celeiro, aumentando seu frio e tremedeira, tudo isso na corrente. Banhei-me também em seguida, mas estava acostumado: ela não. Depois a levei para a cama e a amei intensamente, quando seu calor a dominou e ela, agora, suava bicas.

Ao final, ela se deitou com um olhar apaixonado para mim, aninhada ao meu peito e mexendo na minha barba e pêlos, dizendo o quanto me amava e para eu cuidar dela! Que se sentia amada como nunca antes!

Eita fetiche interessante esse!!! De novo, confesso que jamais tinha imaginado isso mas, vendo o prazer que isso lhe dava e à Renata, acabei por aceitar e, confesso, gostar de fazer elas viverem suas vontades... Rs

Esther jamais tirou ou tira a coleira de seu pescoço, nem para o banho. Conforme cresceu mais, só desapertou a coleira, após minha permissão e eu mesmo fazê-lo, e usa sempre e ninguém lhe pergunta o que é pelo costume das gurias com o choker. Eu troco sua coleira uma vez ao ano, já que é de couro.

Sarah olha e ri dela, e ela deita a cabecinha no colo da mãe que fica mexendo em sua coleirinha, perguntando se a pequena não queria um namoradinho na cidade, já que havia uma fila de 72 guris interessados em Esther pelas contas de Sarah, e se ela gostava da coleirinha, já que nunca a tirava.

- "Mamãe! Eu sou como a senhora, mãe! Eu pertenço ao papai. Ele é meu dono, nosso dono, e não quero ninguém mais me tocando, só o papai e a senhora! A senhora também pode me usar se quiser, mamãe! Sou a filhotinha de vocês dois, então os dois podem me usar como quiserem! Se a senhora tiver vontade eu faço todas elas, mamãe!".

Sarah sorriu e me confessou ter vontade de surrar ela também, de tão linda que a pequena era! Achei curioso as vontades de Sarah e ela, de fato, passou a ser mais dominante sobre Estherzinha e a bater nela com carinho, tipo palmadas na bundinha sem força alguma, seguido de suas risadas e dos lamentos desejosos de Esther.

A beleza de Esther é quase maior que a de Sarah, somente comparada à sua irmã gêmea Hannah, com profundos olhos azuis claros, cabelos loiros clarinhos na altura de sua bundinha, seios firmes e médios com aurélas rosinhas bem claras e pele extremamente branca.

São três deusas gregas vivas, mas não me entendam errado aqui: Francisca era e é tão linda quanto às outras, uma deusa africana viva, com beleza nada a perder das três primeiras. Franscisca viu a marca na Renata num de seus banhos que elas iam as seis juntas na lagoa e queria ser marcada também.

Voltando a Estherzinha, eu deixava seu corpo todo marcado durante nosso amor. Sua bucetinha ficava aberta, minando meu gozo quando eu não o fazia em seu útero e ela tem o costume durante nosso amor de abraçar minha cabeça e ficar repetindo em meu ouvido:

- "Come tua filhinha... come tua guriazinha... fode tua menininha... tua cadelinha... tua servinha que tu marcaste... sente como tu me abres, me arrombas, me arregaças... enfia tua mão dentro de mim e me sente por dentro, meu mestre, meu dono... tu me fizeste só pra me comer... tu me fizeste pra saciar tua fome de fêmea... nasci só pra te dar prazer... existo só pra tu saciar tua fome em meu corpo... sente meu útero como tu gostas... judia da tua menininha... sangra ela, machuca ela... marca tua putinha... marca de novo meu pescoço com tua mordida... força no fundo e me faz chorar... sou só tua, pra sempre... se tu morrer eu me mato junto... sou de macho nenhum mas de meu papai, sou tua serva... fode tua menininha forte e marca ela...".

Desnecessário falar o tesão que isso me dava... Rs.

Estherzinha já havia se acostumado comigo e vinha no celeiro pelo menos duas vezez por semana, com o conhecimento de sua mãe, Sarah, onde me recebia inteiro em seu corpo em franco desenvolvimento e eu a fazia de gato e sapato dela nas brincadeiras de submissão que ela ama.

O mesmo se aplica à Renata e Francisca, apesar de eu não ter feito a vontade da última a despeito de seus apelos, até que não tive como evitar e a marquei também.

Isso aconteceu por muito tempo!

Estherzinha pedia para parar de usar o anticoncepcional que Sarah lhe dera, o que a proibi! Depois, ela ia dormir com Sarah, contando-lhe tudo e brincando com sua mãe.

Mas ela é mulher livre e com livre arbítrio.

Ela decidiu parar com o anticoncepcional por sí mesma e engravidou a primeira vez logo que completou treze anos, por sua própria escolha. Deu-me um lindo filhinho, exatamente igual a mãe, mas com olhos cinzas, meus olhos. Ficamos preocupados com sua idade, mas foi a mesma que Sarah teve ela e suas outras duas irmãs, as primeiras trigêmeas e primeira cria dela comigo.

Em menos de um ano, ainda com treze anos, completando quase catorze, ela me deu Sibyla.

Acabou dando-me muitas crias ao longo dos anos contando com Jacob. Cito, aqui, Jacob e Sibyla, entre os outros filhinhos que tivemos porque ambos são citados no relato com meu filho Matheus, apesar de que jamais pensei que tal horror aconteceria, lamentavelmente. O óbito de Jacob foi a razão que Estherzinha decidiu pela laqueadura de trompas, já que ela me pediu 10 filhinhos e seu corpo estava extremamente conservado e em forma, tanto quanto sua saúde. Foi o trauma que quebrou seu coraçãozinho, mas ela acabou por desistir de fazer a exterilização e continuou a abençoar nossa casa com mais crias muito amadas!

Todos as minhas crias são únicas e especiais para mim, mas as crias que tenho com Estherzinha são, de alguma forma, diferentes e especiais. Não sei dizer qual é a diferença: já disse que amo a todos profunda e igualmente, mas há algo de diferente que não sei dizer sobre as que tenho com minha pequenininha.

A fiz diminuir com seu fetiche durante sua primeira gestação para cuidar de suas crias, no que ela aceitou de pronto, mais com medo que eu não aceitasse fazer mais. Não deixou de usar a coleirinha e continuar a ser minha submissa durante nosso amor, daí fazendo as brincadeiras que ela gostava, até que ela deixou de pedir para eu fazer "forte", só ficando com uns bons tapões em sua bundinha branca, após o evento de Hannah e ela se aproximar da Sinagoga como Judia nata que é, quando finalmente removi sua coleirinha com ela chorando e falando que sentiria saudades. Conto sobre isso depois.

Ressalto que remover sua coleirinha não significou pegar ela mais devagar ou, digamos, carinhosamente. Faço tudo para ela saciar suas vontades comigo como sei que precisa! Somente significou não ter a coleira e não agir como cadelinha ou aquelas outras brincadeiras que ela gostava, mas jamais diminui a intensidade todas as vezes que a possuo! Seus bracinhos que o digam! Rs!

Renatinha, após 4 filhos - 2 meus e 2 de seu casamento - e um divórcio, teve um problema no útero como o teve tia Ercilha e não engravidou novamente. Chorava e se sentia menor que as outras suas "irmãs", mas continua a me amar e é amada como sempre foi, desde os dias na varanda, quando me deu seu corpo e sua virgindade do rabinho e sua bucetinha. Amo Renatinha tanto quanto amo Vanessa e Francisca. Nada perto de Estherzinha e, principalmente, Sarah. A família cresceu mais ao longo dos anos, como vou contar e tive a maior surpresa quando soube que Renatinha tinha casado já gestante de mim, com a Gabriela, e sempre pensamos que a guria fosse filha de seu ex-marido! Explico no capítulo dela.

Elas são almas da minha alma fragmentada como falei antes.

Após tanta discussão que nem sabia como começou ou como terminaria, acabei marcando Sarah (como disse), Vanessa, Francisca, Kamilinha e Júlia, além de Estherzinha e Renata de outrora, com o "NW" símbolo em seus púbis. Ressalto: não foi minha escolha ou imposição, mas a vontade e exigência delas. Não marquei minhas outras fêmeas, senão com a mordida entre a nuca e o pescoço.

Em todas as vezes, era aquele cheiro de carne queimada e elas ficavam uma semana sem poder andar ou vestir calcinha mas, após, de alguma forma sentiam-se totalmente minhas, guardando o segredo de suas marcas.

Júlia foi a mais secreta e a mais discreta, já que era somente a cozinheira de minha casa. Conto sobre ela e Hannah em outros capítulos.

Ao final das contas, entendi não ser tão estranho a vontade delas de pertencer, no rigor da palavra, a seu homem. Aceitei, respeitei e aprendi a amar.

Esse é o capítulo de Estherzinha e Renatinha e essa coisa de submissão que jamais entendi o que, de fato, é.

Noah

Comentários

17/03/2018 01:19:51
Noah. Eu vi vdd em vc pelo jeito que escreve e como tratou a Erikkinha c/a mesma doçura. Eu fiquei chateada do mesmo jeito dela mas passa um monte de besteira pela cabeça e vc teve coragem de escrever. Eu falei que ia adorar ler a versão da Renata sobre as duas estórias e tb ia adorar ler a versão da Esther.Rsrs. A gente acha que tem q haver muita entrega pra aceitar ser marcada desse jeito mas o amor faz a gente fazer um mundo de coisas. A gente riu do finiquito da Esther e de apanhar e gostar. HUAHUAHUAH! Beijinhos da Karen e da Laís e são duas q vc vai ter que pagar terapia agora. Rsrsrs
19/01/2018 20:23:23
PS: eu estou escrevendo mais um capítulo da minha vida, mas eu nunca escrevo de uma vez, sempre paro e cuido de outros projetos, por isso eles saem com bastante espaço entre um e outro.
19/01/2018 20:22:13
Sem palavras... Eu entendo quanto ao meu comentário no outro conto... E achei fofa a imagem que você me transmitiu de como me pegaria no colo, minha raiva é passageira, sou mais dócil que isso e aceito o reconhecimento de que naquela época seus pensamentos estavam conturbados e vc nervosoBeijinho e nota dez... Não sei o que comentar sobre este conto... Exceto que entendo bem a sensação e a necessidade delas em se sentirem únicas e 100% entregues, ou mais ainda a necessidade de sentir que estão dando o máximo de prazer que seus corpos permitem ao homem que desejam agradar. beijo.
10/12/2017 11:24:49
Para acabar com os faniquitos da Esther, segundo minha amiga psicóloga, a Dra. Seio Nagata recomendou comprar um chicotinho para usar na hora do bem bom. E contratar cozinheiros homens. Rs. Cada vez mais abrangente a narrativa da vida sexual nessa propriedade. Como dizem os mineiros: que trem bão!
04/12/2017 00:20:36
Muito bem escrito!!
02/12/2017 07:00:33
Mais um capítulo empolgante desta série, querido. Percebi que tu tens vasto conhecimento das parafilias. O fato delas terem apreciado a marca NW, está relacionado também ao prazer que tal dor causa. Tive um cliente que durante o ato, eu sentada em cima do seu falo, acendia uma vela e derramava gotas quentes em seu peito. Nessa hora, ele até ejaculava. Outra nota dez e beijocas.
01/12/2017 22:05:35
PÔ, QUANDO VC FOR PRO BELELÉU, NÃO VAI TER DO QUE ARREPENDER. COM ESSE HARÉM, SÔ, SE FICAR MELHOR PIORA. PASSA UM TIQUIM PRA MIM. RSS. TODO MUNDO TEM UM POUCO DE ¨S¨ OU ¨M¨. ESSAS DUAS, ESTHER E RENATA TEM TENDÊNCIAS MASO E GOSTAM DISSO. NOTA MIL, MY FRIEND.
30/11/2017 10:56:32
http://kxcontos.blogspot.com.br/ novo site galera! Visitem! contos e muita putaria
30/11/2017 08:12:20
Muito bom!!!

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