UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PRA LÁ DE ORIGINAL


Um conto erótico de ClaudioNegromonte
Categoria: Heterossexual
Data: 04/06/2017 10:37:04
Nota -
Assuntos: Heterossexual

[Desculpaí... acho que ficou meio longo, mas eu não queria dividir em primeira e segunda parte...]

No meu aniversário, fui com minha namorida passar um final de semana num resort. Nesses lugares (se bem que também em qualquer outro a que vou, em que tenha mais de duas pessoas), a gente sempre elege alguém que se sobressai pelo charme, a beleza, a gostosura, e passa a admirar de longe, num platonismo delicioso – a certeza de que nada acontecerá nem a verá outra vez.

Não foi diferente nesse final de semana. Fomos a um hotel maravilhoso, no interior de Minas Gerais. Ao chegarmos, na sexta-feira, no check-in, botei os olhos na minha escolhida: uma deliciosa balzaquiana, de corpo dourado, seios redondos, levemente pintadinhos de sardas no colo, discreta barriguinha e coxas (que coxas!) recobertas de suave e quase invisível penugem loira e emergentes de uma bermuda de pernas largas.

Sentada displicentemente no sofá da recepção, atenção voltada para o celular, uma perna estava dobrada sobre a outra, proporcionando-me uma divina visão de toda a extensão da coxa – quis ver-lhe até a vermelha calcinha.

– Senhor?!

A recepcionista (há quanto tempo? – não sei...) me estendia a ficha para preencher. Cassia já preenchera a dela e me olhava, com seu sorriso malicioso. Saquei que ela percebera minha olhada para a linda balzaquiana, percebi que eu dera muita bandeira – e mesmo se tivesse sido mais discreto, Cassia perceberia, ligada que é, nesses lances.

Meio sem jeito – acho que até um pouco vermelho, o rosto meio quente –, preenchi a ficha, pegamos a chave e, enquanto nos dirigíamos ao elevador, lancei um último – espero que mais discreto – olhar para aquelas coxas perturbadoras, e senti leve movimentação do meu pinto, sob a bermuda. Colírio garantido para o final de semana.

Meio cansado da viagem, desabei na confortável cama do apartamento e cochilei um pouco, enquanto Cassia ia tomar banho. Minutos depois, eu é que estava me deliciando com aquele jato morno d’água sobre meu corpo. Permiti-me demorar-me um pouco mais, mesmo correndo o risco de me masturbar (a imagem daquelas coxas vez em quando vinham à mente).

– Amor, a vista daqui é linda... Termina logo esse banho e vem ver!

Ao sair do banheiro, quase tive um treco: Cassia, ainda enrolada na toalha, estava debruçada na janela, olhando o pátio da piscina; sua posição, inclinada para frente, permitia que a toalha me mostrasse boa parte de suas coxas morenas e os traços da parte inferior de suas nádegas.

Meu pau armou-se geral, sob a toalha, da qual me desvencilhei enquanto caminhava, cacete em riste, até aquele corpo tão meu. Com a desculpa (esfarrapada) de também querer ver a paisagem, inclinei-me sobre seu corpo, e a cabeça da minha rola roçou a parte inferior de sua bunda.

– Eita, safadinho... que animação toda é essa, hein?!

Ela já foi se rebolando, do jeito que só ela sabe como fazer, do jeito que ela sabe como me provocar. A sua toalha foi ao chão e eu tinha diante de mim uma morena gostosa, cuja buceta se derretia sobre meu pau, numa esfregação pra lá de sensual.

Ainda de costas pra mim, ela ergueu os braços e me laçou pelo pescoço, enquanto eu enchia o seu de beijinhos e sentia sua pele se ouriçar inteira, num arrepio geral. Ela então largou meu pescoço e debruçou-se mais incisivamente sobre a janela, deixando à minha vista e diante do meu pau pulsante, uma linda xoxota completamente encharcada.

Agachei-me atrás daquele monumento de carne desci minha língua pelo seu reguinho, passando pelo seu cu (ela gemeu) e chegando à buceta, que exalava um delicioso odor de fêmea no cio. Suguei aqueles lábios escuros, mergulhei a língua o mais que pude (ela gemeu mais alto e dengosa), brinquei com o grelinho duro, com a ponta da língua (“Ai, bandido, me fode logo...!”).

Então me levantei, encostei em seu corpo e minha rola dirigiu-se para aquela buceta molhada, penetrando-a com sofreguidão. Seus seios pequenos em minhas mãos estavam durinhos, e, ante as estocadas em sua buceta, seu corpo estremecia do mais puro prazer.

Não demorou muita nossa safadeza na janela; Cassia abafou um grito de gozo, enquanto seu corpo se desgovernava e suas pernas tremiam, num férvido orgasmo. Virou-se, então, para mim, e penetrou minha boca com a sua, num delicioso beijo. Empurrou-me delicadamente para a cama, lambeu com carinho minha rola, dando beijinhos e cheirinhos em toda sua extensão.

Quando eu estava a ponto de explodir, ela veio até minha boca, me beijou longamente, me abraçou e sussurrou no meu ouvido:

– Descanse, meu herói, que haverá muitas batalhas neste castelo!

E rapidamente saiu de cima de mim e da cama, dirigindo-se serelepe ao banheiro, deixando-me um caralho duro e voltado para o teto. Ah, cadelinha! Voltou o desejo imperioso da punheta, mas resolvi me segurar: aquela buceta iria me pagar caro pela desfeita do vácuo. Ouvindo o barulhinho da água em que Cassia se refrescava, acabei adormecendo.

Acordei algum tempo depois, ainda com a rola intumescida. A tarde corria para o crepúsculo. Fui até a janela, reviver um pouco de nossa foda inaugural naquele quarto, e prestar atenção no horizonte que se prometia divinamente belo. Ao baixar meus olhos para a piscina, meu coração quase teve um piripaque: Cassia conversava animadamente com a balzaquiana, que, num tentador biquíni amarelo, parecia ainda mais linda, pois trocara a concentração do celular por um sorriso e jogadas de cabeça que espalhavam levemente seu cabelo loiro.

Fiquei hipnotizado por alguns momentos, até que decidi retomar o banho, para aproveitar a presença de Cassia e me aproximar da gostosa, já que, sozinho, sabia que minha timidez não permitiria.

Quando eu me enfiava num short e sacudia nervosamente uma camiseta no corpo, o celular me anuncia uma mensagem de Cassia:

– Oi, amor... Estou com a Anamaria aqui embaixo, e ela está subindo, para levar meu presente de aniversário para você. Aguarde um pouquinho.

Quase pirei. O que aquela danadinha estava aprontando...?! E quem era Anamaria? Seria a balzaquiana?

Não deu tempo a conjeturar muita coisa, pois a campainha tocava. Ainda com o coração aos pulos, fui atender. Ao abrir a porta, um perfume delicioso de mulher chegou a mim, antes que a imagem daquela diva se materializasse completamente na minha mente: uma saída de banho mal enrolada, permitia-me a visão de generosos nacos de sua carne fresca.

Com um sorriso que, de perto, era ainda mais encantador, ela falou:

– Feliz aniversário!

E avançou para o cumprimento. Depois dos dois tradicionais beijinhos, surpreendi-me com o terceiro em forma de selinho. Ainda meio atordoado, convidei-a para entrar, enquanto, mais para tentar voltar ao normal que mesmo para saber, falei:

– A Cassia me falou que mandou o presente dela por você...

– É verdade. Mas estou com uma sede...

– Ah, sim, claro... Temos cerveja, vinho, refrigerante, água...

– Acompanha-me em uma taça de vinho?

Eu não estava entendendo porra nenhuma. O que aquela mulher linda estava fazendo no meu quarto, afinal? Que raio de presente de aniversário era esse que Cassia teria mandado? E por que ela mandou, ao invés de entregar pessoalmente? E por que mandou justamente por aquela mulher? E de onde se conheciam para tal intimidade?

– À sua saúde e a muitos anos de vida... – fui despertado de minhas reflexões pelo tilintar das taças.

Degustamos o vinho aos goles (onde caralho estaria a Cassia?!), conversando amenidades, impressões sobre o resort, planos para o final de semana. Estava recém-separada e experimentava a eufórica liberdade do pós-divórcio. Concordei, mesmo sem entender o que seria essa euforia, pois nunca me divorciara.

Meus olhos parece que adquiriam vida própria, pois não eu não podia controla-los: vagavam, lépidos, entre os seios redondos encimados pelas pintinhas no colo e as coxas que escapavam da canga, permitindo-me ver a calcinha amarela do biquíni.

Bestei:

– Mas... você veio me trazer um presente...

– Ah, sim. Aqui está.

Pegou a minha taça e, juntamente com a sua, colocou sobre a mesa, aproximou-se de mim, tomou meu rosto com as mãos e depositou seus lábios carnudos sobre os meus.

Num átimo, entendi tudo: Cassia, de uma forma que eu jamais poderia imaginar como, convencera Anamaria a ser, ela mesma, o meu presente de aniversário. Minha namorida era foda, uma admirável caixa de surpresas (e isso era uma das coisas que mais me ligavam a ela).

Não mais resisti e me entreguei àquele beijo, enquanto sua saída de banho saía de seu corpo, por minhas mãos, que, em seguida, viajaram por aquela pele cheirosa e macia. Em segundos, seu biquíni amarelo jazia, depositado sobre o sofá, ao lado de minha própria roupa, que fora arrancada literalmente de mim e jogada lá por ela.

A avidez com que nossos corpos se entregavam era quase selvagem. Seus seios duros receberam meus lábios, enquanto suas mãos manipulavam meu pau com uma competência incrível.

Não resisti: precisava sentir o gosto e o cheiro daquela xoxota, que eu já percebera em águas. Ao lamber-lhe os lábios e mergulhar minha língua na caverna inundada, ela gemeu forte enquanto se contorcia de prazer. Então procurei sua boca, para levar-lhe seu gosto, na minha boca. À medida que nossas línguas guerreavam, meu cacete encaixou-se naquela buceta e foi penetrando-a devagar: seus olhos brilhavam e se fechavam, trêmulos, enquanto eu entrava naquele corpo em frêmito.

Os movimentos de vaivém, as estocadas, as ondas de prazer que nos envolviam, tudo isso abrilhantado pela trilha musical de nossos gemidos e palavras de safadeza e tesão, construíam o mais belo quadro que se pode imaginar.

Foi quando ouvi o barulho da porta se abrindo, e, antes que eu pudesse sequer pensar em fazer algo, entra Cassia no quarto, completamente nua, com a roupa na mão (e no momento seguinte no chão) e um sorriso dos mais safados que já vi...

Puxou uma cadeira para o lado da cama e ficou assistindo à foda, enquanto abria as pernas, mostrando sua xoxota molhada e tocava uma siririca.

Com plateia, meu tesão redobrou e enfiei meu pau completamente, enquanto Anamaria dizia obscenidades, de olho na masturbação de Cassia.

O gozo foi praticamente simultâneo: enquanto Cassia fazia seu dedo vibrar rapidamente sobre seu grelo e se contorcia na cadeira, cabeça para traz, e urrando num gozo louco, Anamaria comprimia as pernas com força e as escancarava, alternadamente, e também gritava o prazer da gozada; eu não aguentei mais e explodi dentro daquela xoxota deliciosa, também aos urros de macho gozando.

Desabamos um sobre o outro, enquanto Cassia juntava-se a nós, na larga cama, e, ofegante, repousava sobre nossos corpos suados e agitados.

Quando conseguimos dizer algo, Cassia beijou-me demoradamente, dizendo, em seguida, com a voz grave:

– Feliz aniversário, Álvaro! Gostou do meu presente?

– Adorei, meu amor, mas como...?!

– Não, não... agora não! Depois eu te conto como tudo aconteceu... Porque agora nossos corpos têm muito o que conversar, não acha?

Concordei, principalmente ao notar o rosto de insatisfeita satisfação e radiosa beleza de Anamaria. Percebi que teríamos uma noite de muitas loucuras pela frente.

Como foi possível a presença daquela balzaquiana gostosa em nossa cama, só saberei amanhã ou depois, quando Cassia me contar. Só então eu contarei pra vocês.

Agora, com licença, que duas xoxotas me chamam e a meu caralho, para mais uma rodada de muito sexo e sacanagem.

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