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MEU FILHO ME FAZ DE PUTA 5

Um conto erótico de Marina Materna
Categoria:
Data: 25/05/2017 03:38:04
Nota 9.80

MEU FILHO ME FAZ DE PUTA 5

INTRO

Esses fatos se sucedem após os primeiros relatos aqui escritos (MEU FILHO ME FAZ DE PUTA) e estão sendo revelados em ordem cronológica, vou relatar o que aconteceu semanas após a nossa última perversão familiar, já havia passado algum tempo, mas era impossível não lembrar de todo aquele absurdo, meu filho e eu evitávamos nos olhar e quando conversávamos, nos comportávamos ambos estranhos e ressabiados.

Eu me excedia com Vitor, pecava e me pervertia, cometendo atos e consumindo desejos que não eram de uma esfera normal, me sentia culpada e confusa, sem conceber uma forma de parar com tudo.

A culpa por toda a perversão; era o desejo incontrolável que sentíamos um pelo outro; não só pela natureza torpe de sentir excitação entre mãe e filho, mas também por eu ser apaixonada e obcecada por seu pênis; era um vicio admirar, espiar e observar discretamente seu short, vislumbrando todo o volume gigantesco daquele caralho, fazia parte do cotidiano eu espera-lo dormir e olhar sua jamanta por entre as frestas, aquela maçaroca de rola mole delineando a cueca; fazia por vezes masturbar-me, espreitando seu dote anormal em quase todas as circunstâncias.

O pervertido aproveita e desfrutava de toda situação, sempre que possível ele exibia seu caralho duro, deixando a porta aberta ou o box aberto do banheiro, só para me proporcionar ocasionalmente a oportunidade de observar sua rola, as vezes se punhetando e estimulando aquele cacete de cavalo, como esfolando e exibindo seus quase 30cm, latejando e endurecendo pra mim.

Até em momentos eventuais, em casa vendo TV, ou na cozinha fazendo comida, de toalha saindo do banheiro... Vitor sempre adorava expor o seu volume sem o mínimo pudor, deixava sempre à mostra e no campo de visão; mesmo mole ou meia bomba, apresentava seu pênis, doando seu dote para apreciação.

PARTE 1

Em uma tarde de chuva, ao dirigir-me a meu quarto, observei a porta de Vitor entre aberta e resolvi espreitar, ao olhar, pude ver seu reflexo ao espelho e observei-o sentado na cama, relaxado e alisando seu sexo com as mãos bem devagar e discretamente; meu filho ali estava, de pernas abertas e cueca branca, acariciando e exibindo o volume de seu pauzão, vi que sua maçaroca ainda estava mole e meia bomba, mas já fazia um contorno colossal e estufava sua roupa íntima.

Cheguei mais perto e encostei meu rosto na porta, o vi sentando na cama e sem camisa, podia vê-lo por de trás sem despertar surpresas e ao mesmo tempo, conseguia encará-lo de fronte ao espelho, na posição que me encontrava, podia contemplá-lo por todos os melhores ângulos; de repente, vi que Vitor também poderia observar e sabia que eu ali estava, fiquei confusa e com medo, mas o tesão me obrigou a ignorar.

Ao me aproximar mais, pude ouvir de uma forma rápida e sussurrada, o baixo som de sua voz; me surpreendi com o ato e me assustei com a frase dita... Não estava preparada para surpresas desse porte:

-Olha aqui mãe... Olha o volume da minha rola, olha! Pode olhar, vai! Olha!

Recuei com o susto e respirei fundo, senti minha boceta molhada e um prazer especial, tive receio em agir mas não me controlei; com muito cuidado, voltei a mesma posição e novamente pude ouvir mais um sussurrar:

-Pode olhar mãe, não tem nada demais... Você só está olhando! Fala pra mim que você tá vendo, fala?... Fala pra mim agora... Só que bem baixinho, vai!

Não acreditei, mas me excitei, senti minha xaninha retrair de tesão, fiquei sem controle e resolvi me comunicar; conclui que não havia nada demais, já que eu só iria espiar um pouquinho e falar algumas palavras... Pensei e sussurrei:

-Meu deus filho, tô vendo sim... Esse caralho é muito grande, meu anjo, nossa!

Olha só esse volume na cueca... Mesmo mole... Ele parece uma jamanta!

-Eu sei mãe, olha aqui, olha... Ele tá apertado aqui dentro da cueca, olha só...

Vou esticar a cueca só pra senhora ver o volume, sem tirar pra fora, tá bom?

Tentei responder, mas acabei gaguejando, fiquei sem reação e me hipnotizei pelo tamanho daquele caralho meia bomba, gemi baixinho e respondi:

-Nossa filho, o que é isso! Mesmo mole o seu pênis é gigantesco, incrível!

O seu cacete parece até uma bengala de pônei, grosso que nem uma garrafa.

Ele tá meia bomba, amor? Quantos centímetros tem isso mole, me conta?

-Ai mãe, mole ele tem quase 18cm, ele tá ficando meia bomba, você sabia?

A minha cabeçona ás vezes fica do tamanho de um limão... De tão inchado!

-Ai Filho, olha o que você tá fazendo! Não tem vergonha, Vitor? Responde!

Não tem vergonha de mostrar seu pau meia bomba pra mim?

Eu sou sua mãe! Isso tá errado meu filho, para com isso! Tô te implorando, querido, por favor!

Ele se acariciava e forçava a cueca sobre o pênis, somente para me exibir o contorno farto daquele tronco de árvore, esticou as laterais, segurou sua piroca com força e expos pra mim todo aquele volume, estufando sua roupa:

-Olha o estado desse caralho, olha... Tá vendo, mãe? Olha esse volume, olha!

-Tô olhando, meu anjo! Mamãe tá vendo o que você tá fazendo... Meu Deus!

Daqui a pouco isso vai rasgar sua cueca! De tão grande que é esse cacete!

-Ele tá crescendo, mãe! Tá ficando meia-bomba... Sabia? Olha como tá ficando.

-Para filho, olha o que você tá fazendo! Tá deixando essa piroca, meia bomba.

Tá fazendo carinho no cacete e me chamando para ver, né? Seu sem vergonha!

-Só pra você ver, mãe! Essa cueca tá apertando minha rola... Tá muito inchado!

Vou tirar meu saco pra fora, deixa? Só pra não machucar meu pau, mãe!

Vou botar minhas bolas pra fora, tá? Se não vai me machucar, só um pouco.

PARTE 2

Sem reação, eu acabei não respondendo; ansiava por ver aquele ato e torci pra que Vitor, botasse o sacão de touro pra fora da cueca; suas bolas eram grandes e ficavam penduradas que nem um escroto de boi... Além de ter uma rola de cavalo, meu filho também possuía um saco de animal reprodutor:

-Aqui, olha!... Olha eu liberando o meu sacão, olha mãe! Vou botar ele pra fora.

Fica olhando que eu vou jogar ele de dentro dessa cueca! Olha como é grande!!

-Caralho filho, olha o tamanho disso! Mamãe sempre se assusta com seu saco!

Além de ter um piru gigante, também tem esse saco imenso pra carregar junto.

Meu Deus Vitor! Você parece um animal, filho! Olha isso, é muito saco!

-Ele é pesado, mãe! Quando ando, ele balança que nem um pêndulo, sabia?

-Tô vendo, meu amor! Mamãe tá vendo... esse escroto de pônei é enorme!

Eu havia feito um filho cavalo... o menino que botei no mundo, possuía uma piroca de animal... era assustador se deparar com algo tão imenso e imponente, saco e pica, faziam uma dupla que surpreenderiam a qualquer um.

Já havia fantasiado diversos desejos por seu saco escrotal, eram atos insanos e impróprios, em que aquelas bolas imensas me gongavam a porta do cu; enquanto penetrada era por meu primogênito, tomava sacada daquele escroto, levando suas bolas contra as paredes do meu rabo.... Era um sonho quase que frequente em minhas noites de sono:

-Pode olhar, mãe! Tô mostrando pra você, sabia? Tá crescendo pra você, olha

Minha vara tá ficando dura de tanto que você olha pra ela, ouviu? Culpa sua!

-Para Vitor! Para de falar assim! Você fica me provocando com a sua rola!

Assim mamãe não aguenta, querido! Não consigo parar de olhar, meu Deus!

-Tá crescendo demais, mãe! Tive até que jogar meu saco pra fora, tá vendo?

-Guarda esse sacão na cueca, vai! Para de fazer putaria, querido, por favor!

-Continua olhando, vai! Eu queria mostrar ele pra você, mãe! Você quer ver?

Fiquei confusa e sem saber o que fazer, estava molhada de tesão mas não podia ceder à tudo aquilo, seu sacão estava pendurado por lado direito, enquanto seu caralho era alisado sob a cueca, bem de frente para sua própria mãe:

-Ouviu? Queria tirar meu pau pra fora e te mostrar como ele tá... Você deixa?

Não posso fazer isso, mãe! Só se você deixar, tá? Só se a mamãe pedir! Ouviu?

-Não fala assim, Vitor! Eu não posso te pedir essas coisas, isso tá errado, filho!

-Se você mandar, eu jogo essa jamanta pra fora e mostro rola pra você, ouviu?

-Ouvi Vitor, safado! Para com isso! Mamãe não pode falar uma coisa dessas!

-Ai mãe! Tô com muito tesão, meu caralho parece que vai explodir, me ajuda!

Tá machucando! Me pede pra tirar a piroca pra fora, Tá doendo; tô com dor!

O volume ia aumentando e aquela piroca parecia que ia explodir, seu estado já passava do meia bomba e transitava para algo totalmente fora do comum, resolvi ceder e autorizar, fiquei com medo de meu filho se machucar e finalmente obedeci a minha prole... Pedi para ele botar a vara pra fora:

-Ai, Vitor... Assim você vai se machucar, querido! Tira seu caralho pra fora, filho!

Não se machuca desse jeito... Pode mostrar, meu anjo! Solta esse bengala, solta.

-Ai mãe, eu vou te mostrar meu pau, hein! Tem certeza, mãe? Posso soltar?

-Pode sim, filho! Claro que pode, vai! Bota essa rola pra fora, meu anjo, bota!

-Ai mãe! Quero ver a senhora pedir... Pede pra ver o pauzão do seu filho, pede!

-Tá bom, filho... me mostra, vai! Tira o seu pinto pra fora, tira, Vitor! Solta ele!

- Fica olhando aqui! Vou liberar essa pica de uma vez só, tá? Você ouviu, né?

-Ouvi filho, solta essa rola! Mamãe deixa, tá? Pode liberar essa piroca, seu puto!

Bota pra fora essa pica de jegue, seu pervertido! Mostra pra mamãe, vai logo!

Aquilo era uma depravação, eu já implorava em bom tom, sem o mínimo pudor, para meu filho me exibir seu pau, me sentia estranha, mas também com extremo prazer, enquanto observava e pedia que Vitor me mostrasse a pica:

-Mostra logo, Vitor! Põe a bengala pra fora da cueca... mostra essa vara, vai!

-Que delicia, mãe! Não para de pedir, vai! Vou te mostrar essa pica, pede mais!

-Bota essa jiboia pra fora, filho! Solta essa jiboia... Não é isso que você queria?

-Que tesão, mãe! Vou te mostrar o meu caralho, olha aqui então, olha!

-Mostra esse cacete logo, porra! Deixa eu ver sua vara, Vitor! Vai logo, querido!

Cadê? Mostra logo pra mamãe! Deixa ele pular pra fora! Cadê essa pica?

Nesse momento, entrei em transe; meu filho puxou a cueca para baixo, de forma rápida e brusca, sua rola se comprimiu por debaixo dela e em um movimento agressivo, saltou pra fora com toda força e peso de um caralho equino... Não consegui me controlar e comentei:

-Meu Deeeeus!! Isso parece um pau de cavalo, meu anjo!! O que é isso? Nossa!

-Tá vendo, mãe? Fiz ele pular pra fora, só pra você ver! Tá vendo essa jamanta?

-Caralho, filho! Olha o tamanho dessa coisa! Meu Deus!! Você é um monstro!

-Aqui já tem uns 25cm de piroca, tá vendo? O pau do seu filho é grande, mãe?

-Ele é imenso, Vitor! Olha a grossura disso, imagina quando ficar duro! Que isso!

-Ai mãe, não fala isso! Assim da vontade de botar essa vara dura pra você ver!

-Para, filho! Não fala assim... eu sou sua mãe, sabia? Você tem que parar, Vitor!

PARTE 3

Vitor se excedia, me mostrava sua rola sem o mínimo pudor, se exibindo e ditando suas perversões, observava aquele caralho crescendo sem controle, enquanto ele me instigava sem ao menos tocar a rola, sua piroca crescia e evoluía de tamanho, apenas com o tesão de ser observada:

-Olha como é grosso, olha! Ele tá crescendo pra senhora... Olha ele crescendo.

-To vendo, meu anjo! Faz ele parar, meu filho! Isso tá errado, Vitor! Não deixa!

Não deixa ela crescer, querido! Se Controla, para de mostrar essa rola, para!

-Não consigo, mãe... desculpa! A senhora fica olhando meu caralho, não dá!

-Para com isso, Vitor! Pelo menos, tenta parar! Não deixa seu pau ficar duro!

-Eu tô tentando, mãe! Tô segurando, mas não adianta! Olha aqui como tá, olha!

Não havia pudor ou limites, nada que fizemos seria o bastante para cessarmos aquela perversão, cada vez que eu pedia e olhava pra aquele mastro, meu filho me implorava, pedindo permissão para o caralho se endurecer:

-Deixa ele ficar duro, por favor, mãe! Fala que pode! Deixa essa vara endurecer!

-Não pode, meu filho!! Mamãe tá vendo... eu to aqui na porta, te olhando! Para!

-Tá sem controle, mãe! Ele tá engrossando que nem uma jiboia, olha! Caralho!

Não tem nada demais, mãe! Deixa crescer, vai! Deixa ele ficar duro, por favor!

-Tá errado, filho! Na frente da mamãe, não pode... Você tá me mostrando rola!

Era impressionante... Nem estava 100% ereto mas mesmo assim, aquele pepino gigante já chegava quase aos 25cm, o porte equino e descomunal daquela caralho, fazia com que o espanto ainda fosse maior, olhei atentamente e testemunhei sua chapeleta em estado de crescimento, ainda por debaixo da pele, aquela bola de tênis rosada ia se revelando, milímetro por milímetro:

-Nossa, Vitor! O que é essa cabeça, hein? Que isso meu filho, olha ela forçando pra sair! Tá toda inchada, querendo florescer pra fora da pele! O que é isso?

-Ai mãe, não tenho culpa, desculpa! Minha bengala fica latejando sem parar!

-Tô vendo... Mamãe tá vendo! Esse cacete tá endurecendo sem fazer nada!

-A Culpa é sua, mãe! Tá ficando todo inchado... Olha esse cogumelo se inflando!

-Nossa! Esse cabeçote tá pulsando, tá brotando pra fora, filho! Se controla, vai!

-Desculpa, não consigo! Minha chapeleta tá pulsando que nem um coração!

A cada frase, observávamos o pulsar daquele órgão, as veias se estufavam e bombavam sangue pra cabeça de seu membro, a chapeleta ia ganhando corpo,

abrindo caminho e esfolando a pele do mastro gigante:

-Se segura, filho! Para de deixar essa piroca crescer... Você tem que parar!

-Não dá, mãe, tá crescendo sozinho! Olha esse cogumelo, olha! Tá aparecendo!!

-Nossa, Vitor! Que cabeçote é esse? não dá pra acreditar, olha o tamanho disso!

Seu cogumelo tá forçando e saindo... Olha só! Segura essa chapeleta, querido!

-Tá latejando, mãe! Nossa... Tá esfolando a pele do meu caralho! Olha aqui!

-To vendo, filho! Mamãe tá vendo! Esse cabeção tá abrindo espaço, meu Deus!

Vitor não se segura e parecia sem controle, sua tora se desenvolvia e ganhava tamanho sem que ele á tocasse, eu olhava tudo aquilo de boca aberta e sem compreender; seu cogumelo por fim inflou e apareceu pra fora do cacete, enquanto aquele pau se mostrava quase duro por completo:

-Nossa mãe, olha o que aconteceu! Caralho! Essa chapeleta apareceu, tá vendo?

-Meu Deus, Vitor!! O que é isso, nossa! Parece até um cogumelo gigante!

Olha só! Esfolou a pele do seu caralho, meu filho! Como isso aconteceu, querido?

-Cresceu sozinho, mãe! Não tenho culpa... Essa vara tá endurecendo sozinha!

-Faz isso parar, Vitor! Não deixa, meu anjo!! Essa cabeçona já tá toda inchada!!

Tá até brilhando, olha! É imenso, meu Deus! Mamãe nunca viu algo assim!

-É a chapeleta de cavalo, mãe! É o cabeçote do seu filho... Você que fez mãe!

Meu filho não parava, prosseguia profanando e verbalizando o proibido, tornava tudo aquilo uma perversão incestuosa e me deixava sem saídas para escapar, me obrigando a colaborar e fazer parte daquele ato impuro:

-Olha esse caralho crescendo, olha esse caralho, mãe! Puta que pariu, desculpa!

-Meu Deus, filho! Para!! Para com isso, por favor, essa jeba tá ficando dura!

Faz parar, meu anjo! Nâo deixa... não deixa esse cacete crescer, por favor, Vitor!

-Caralho! Não consegui, mãe! Ficou durooo! Olha essa rola, porra! Caralhooo!

-Ai Vitooor! O que é isso! Olha essa jamanta, olha essa jamantaaa! Seu cavalo!

Isso não existe, puta que pariu! Olha o tamanho dessa piroca, filho... Nossa!

-Sou sim, mãe! Olha o cavaldo do seu filho, olha!! Vou segurar essa vara, tá?

Olha esse cacete, aqui... Tá vendo mãe? Tá vendo os 30cm de caralho, tá vendo?

PARTE 4

Sem esperar aprovação, meu filho segurou seu cacete, circundou sua base com força, esfolou a pele e me exibiu por completo, todos os seus 30cm de rola gorda, dura e enveiada; Vitor não teve a mínima vergonha e mostrou de uma só vez toda a firmeza daquele membro... Bem de frente ao meu rosto:

-Que isso, filho, olha o tamanho disso!! Parece um taco de baseball! Meu Deus!

-Pode olhar, mãe! Olha o que você fez, tá vendo? Tá vendo essa barra de ferro?

É o cacete do seu filho, porra! É o pau de cavalo do seu filho, tá vendo, mãe, tá?

-Tô vendo, filho! Mamãe tá vendo!! Para de me mostrar essa jamanta! Para de exibir esse caralho de pônei, seu pervertido! Tá mostrando rola pra sua mãe!

-Tô sim, mamãe! Tô esfolando essa piroca dura pra você ver o tamanho dela!

Aqui, olha o cacete do seu filhão, olha mãe! Tô mostrando pra minha mãe!

Ele não parava de me constranger, a cada pedido meu me ignorava e se pervertia, Vitor repetia sem o menor cessar, a ordem para eu lhe olhar a rola, não me permitia desviar e obrigava-me a olhar, vangloriando-se e exibindo o seu tamanho descomunal... Chamava-me atenção, para o seu pau em exibição:

-Olha como é grande, olha, mãe? A senhora já viu uma rola de cavalo, hein?

-Ai Vitor, para de falar assim! É muito grande, meu filho! Nossa senhora!

Mamãe só viu tão grande assim em filme... Não dá pra acreditar! Guarda isso!

-Então olha, mãe! Aproveite e olha... Tô mostrando pra senhora como é imenso!

- Para, filho! Não tem vergonha, seu tarado? Quer mostrar que é grande, né?

Quer mostrar essa bengala de jegue pra sua mãe? É isso, seu puto? Fala, filho!!

-É isso, mãe! Quero tocar punheta pra senhora! Me pede pra tocar, pede!

Vitor insistia e eu prontamente negava, meu filho quase que gritava, bufando e ofegando de prazer, se desvaindo em pura suplica; pedia e implorava para possuir o aval materno e assim, deleitar-se em masturbação; suplicava pela autorização, em um implorar intenso por aprovação, insistia em me convencer a se masturbar perante a mim, sob meu consentimento:

-Não filho, para de pedir isso! Se masturbar na minha frente, não! Já tá me mostrando esse caralho, chega Vitor! Você tá passando dos limites, para!

-Por favor, mãe! Olha como tá duro, parece uma barra de ferro! Me pede pra tocar punheta, vai! Só um pouquinho, mãe, por favor... Ele tá muito duro!

-Você tá louco, Vitor! Tá querendo mexer nessa jamanta, na frente da sua mãe?

-Rapidinho, mãe! Pede pra mim, quero mostrar essa punheta pra senhora! Pede!

-Para, seu safado! Olha o que você tá falando! Você não tem vergonha, né?

Olhei seu pau e vislumbrei aquele caralho de cavalo, estava todo esfolado e pronto pra uma punheta cheia de tesão, não resisti e me entreguei ao prazer extremo, respirei fundo e falei em bom tom:

-Então toca, seu safado! Toca punheta nesse caralho, vai! Vai seu puto, toca!

-Caralho, mãe! Então, olha vai! Vou tocar punheta pra você ver, tá mãe? Olha!

-Toca punheta, seu tarado! Quero ver essa punheta, mexe nessa piroca gigante!

Mostra pra mamãe, vai! Mostra pra mamãe como você toca nesse caralho!

-Ai mãe, que delicia! Olha essa vara... Olha o cacete gigante do seu filho, olha!

-Tô olhando, Vitor! Mamãe tá olhando, continua... Masturba essa bengala, vai!

Estávamos ficando sem controle, Vitor rosnava e gemia a cada frase proferida por mim; eu; atenta, observava seu prazer e prosseguia verbalizando todas as depravações, meu filho gritava e urrava de prazer toda vez que ouvia minha voz, me incentivando a continuar e me obrigando a clamar por rola:

-Vai, mãe! Olha essa punheta, olha! Aqui, essa barra de ferro sendo punhetada!

Olha essa piroca de pônei e pede punheta! Pede pro seu filho se masturbar, vai!

-Ai, Vitor... Seu safado! Parece uma piroca de cavalo!! Nossa, filho, continua se masturbando, não para! Bate uma bronha pra mamãe ver, bate... Seu cavalo!

- Você não fica espiando essa rola, mãe? Então pede! Pode pedir, tá? Pede pau!

-Bate essa punheta, seu tarado!! Vai filho... Bate com força... Bate pra mamãe!

-Isso, mãe!! Olha seu filho cavalo batendo punheta, olha! Tô batendo punheta pra minha mãe!! Olha aqui como eu tô, olha... Olha o caralho do filhão, vai!

PARTE 5

Tudo ia ficando pior, as palavras cada vez mais sujas, os dizeres, cada vez mais profanos e ao nosso redor, só conseguíamos enxergar aquele ato e nada mais, eu não conseguia me controlar e instruía aquela punheta como se fosse uma monitora, coordenando e direcionando meu filho a permanecer com a putaria:

-Você não queria tocar punheta pra mamãe, Hein? Fala Vitor!! Responde!

-Queria, mãe!! Tô realizando meu sonho... Tocando punheta pra minha mãe!

-É mesmo, seu puto! Tá gostando, tá? Tá gostando seu filha da puta, responde!

-Tô sim, mãe! Tá muito duro, caralho... Sempre quis tocar uma pra você, sabia?

-Queria, seu safado? Queria me mostrar essa punheta, hein?! Então toca, filho! Toca forte essa punheta, vai! Quero ver o pau do meu filho na punheta, vai!

-Aiii mãe, que tesão! Puta que pariu... Tô tocando, mãe! Tô esfolando esse pau!

-Isso filhão, não para! Quero ver essa punheta... Bate! Bate pra mim, seu puto!

-Bato, mãe! Olha aqui como tá duro, olha! Caralho... Pede que eu bato, vai!

Sentia minha buceta ensopada, o tesão me dominava por completo e eu já gritava sem escrúpulos ou censura, olhava para aquela jamanta e só conseguia a enaltecer e cortejar, elogiava o porte cavalar e admirava meu filho se tocar:

-Meu Deus, Vitor!! Olha como você toca nessa vara, olha! É muito grande, filho!

Você ainda segura com força e mostra... Olha o que você faz, querido! Olha isso!

-É pra você, mãe! Tô segurando pra você... Ele é grande, mãe? É muito grande?

-Jesus, meu filho! Ele é imenso... Parece um pedaço de madeira! Olha só, olha!

-Fala que é grande, fala! Quero ouvir a senhora assumir! Eu sou pirocudo, mãe?

-Você é um animal, Vitor! Meu filho tem um pau de cavalo... Meu Deus do céu!

-Chama de cavalo, vai, mãe! Chama o seu filho de cavalo, vai! Quero ouvir!

-Você é um cavalo, Vitor! Você sabe, seu puto... Fica se exibindo, né? Safado!

Ambos gemíamos e nos pervertíamos, admirava aquele pênis com extremo amor e devoção, não parava por um segundo e elogiava seu tamanho equino, incentivando a sua punheta... Prossegui com a perversão e desafiei minha prole:

-Seu jegue... Você é um jegue, meu filho, olha a grossura disso! Você não presta,

fica exibindo essa rola de pônei, só pra fazer a mamãe olhar, né? Seu puto!

-Fico, mãe! Tô mostrando pica pra você, olha... Olha o caralho do seu filho, vai!

-Seu caralhudo... Me mostra esse pau de cavalo, vai! Mostra pra sua mãe, filho!

-Tá aqui... Tá vendo, mãe? Olha e pede essa punheta, vai! Pede essa punheta!

- Seu cavalo, filha da puta... Não para de se masturbar, né? Então toca, Filho!

Toca essa punheta, seu cavalo...Toca com força e me mostra essa rola, toca!

O ritmo aumentava e o momento se eternizava, ouvia a mão de Vitor batendo forte na base daquele cacete, enquanto masturbava com força o talo da piroca, seu saco de pônei inflava, acumulando esperma e prazer intenso:

-Que gostoso, mãe, nossa! Não consigo parar de tocar punheta... Pede mais!

-Toca punheta meu filho! Não para, seu puto! Toca esse cavalo bem rápido!

-Caralho, mãe! Que tesão, puta que pariu! Continua, vai... Não para de pedir!

-Masturba essa pau gigante, vai... Toca com força pra mamãe, vai! Toca filho!

-Toco, mãe!! Olha aqui... Essa pica tá cheia de porra, sabia? A senhora tá me deixando maluco! Minha piroca tá até inchada, de tanto leite que tem aqui!

-Ai, Vitor... Seu safado! Tá doido pra gozar, né? Eu sabia, querido... Tô vendo!

Meu filho confidenciava seu porte de leite, deixando claro a sua fartura e volume; prosseguia ordenando minhas fala e agora, implorava pra que eu pedisse leitada, Vitor anunciava o sêmen na chapeleta, me obrigando a ver e esperando meu aval... Observei aquela jamanta latejante e não me contive:

-Ai, seu puto! Quer me ouvir pedir gozo? É isso, filho? Quer ouvir sua mãe te pedindo esperma, hein? Fala, seu depravado... Tá querendo soltar essa porra!

-Tô sim, mãe! Tem muito leite aqui pra sair, sabia? Me pede, vai... por favor!

Então vai... Pode gozar, querido!! Goza na minha frente, seu pervertido...goza!

-Isso, mãe... Realiza meu sonho, não para! Pede a minha porra, vai.. Sem parar!

-Vai, seu tarado! Então goza, porra! Solta esse gozo, solta... Ejacula pra mamãe!

Quero ver meu filho esporrando... Mostra esse sêmen! Faz jorrar essa porra!

-Caralho, mãe... Que delicia, puta que pariu! Eu vou jorrar esse leite, porra!

-Jorra, meu anjo... Mostra essa jatada pra mim, filho! Sua mãe quer ver porra!

PARTE 6 (FINAL)

Eu clamava pela porra, pedia e incentivava a gozada de meu filho, Vitor se masturbava de forma rápida e firme, se esforçando sem pudor para ejacular perante mim:

-Você é um filho safado, Vitor! Vai tirar esse leite, bem na frente da mamãe, né?

Olha só o que você tá pedindo,... Você não presta, meu anjo! Eu sou sua mãe!

-Me desculpa, mãe! Tô sem controle, não consigo me conter... Olha aqui, olha!

-Eu tô vendo, seu puto! Essa barra de ferro tá toda inchada, de tanta porra que tem ai dentro! Seu pau de cavalo! Solta essa leitada de cavalo, vai querido!

-Que tesão, mãe! Caralho! Vou te dar o meu gozo, tá bom? Olha pra essa rola enquanto eu tiro leite, olha! Vou te mostrar como seu filho solta esse porra!

-Goza seu puto! Dá pra mamãe, dá... Me da esse leite, Vitor! Eu quero ver, vai!

Olhar para aquele caralho gigante, me deixava desnorteada e em descontrole, seus 30cm latejavam e se inflavam sob meu olhar, crescendo e engrossando, era possível reparar aquela chapeleta pulsando, doida pra jorrar a porra, mas se controlando e segurando o leite no saco, não me segurei e o provoquei, pedi que soltasse a sua porra e estimulei sua ejaculação:

-Quer gozar pra mamãe, seu puto? Responde, Vitor! Quer soltar essa porra na minha frente, quer? É isso que você quer, seu safado? Quer esporrar na frente da sua mãe, hein? Fala, seu pervertido. É isso que você vai fazer? Responde!

-Nossa, mãe! Eu to tentando segurar, sabia? To cheio de leite aqui, mãe!

-Não segura, pode soltar, meu anjo... Me mostra a sua leitada, mostra!

Da leitada pra sua mãe, vai! Mostra pra mamãe essa porra, vai querido!

-Para mãe... Assim eu vou soltar esse leite... Esse saco tá cheio de sêmen!

-Vai soltar leite, vai? Solta esse leite, filho! Deixa sair, Solta o leite desse saco!

Meu filho interagia e me provocava sem limites, incentivava-me a implorar por leite e instigava aquele ato insano; observei seu pau e o vi que ele segurava, retendo e prendendo a esporrada na cabeça, Vitor me contava, assumindo a perversão e fazia charme pra gozar, estimulando sua mãe a pedir pela leitada:

-Ai mãe!! Eu to prendendo, caralho! To travando esse esperma na chapeleta!

-Não prende, meu anjo... Eu quero ver sua porra! Não precisa segurar, Pode soltar... Solta esse sêmen com vontade, vai! Esporra, meu amor! Da pra mamãe!

-Vou gozar, mãe! Não consigo segurar, puta que pariu, assim eu vou gozar!

-Mamãe quer ver jatada, ouviu? Deixa sair com força, mostra pra mamãe que você é leiteiro, filho! Mostra pra mamãe, vai! Da leitada pra mim, dá!

-Ai mãe!! Assim eu vou gozar! Caralho, vou soltar essa porra pra senhora ver!

Vitor não resistiu, finalmente anunciou a sua gozada, gemia alto e se contorcia, enquanto se masturbava forte pra sua mãe; esticou seu cacete até o talo, me exibiu seu porte cavalar e exclamou; mostrando toda a sua anomalia e deixando seu primeiro jato de sêmen, voar de sua chapeleta:

-Ai, mãe!! Olha essa porra, olha!! Vou gozar pra você, tá bom? Toma meu leite!

-Vem, filho... Solta esse gozo, solta! Solta essa porra pra mamãe, vai querido!

Mostra pra mim como você goza gostoso, vai! Mostra pra sua mãe, vai filho!

-Aqui, mãe! Vou te mostrar essa porra, olha!! Vou gozar pra minha mãe, porra!

Eu gemia e me excitava, olhava aquele volume e testemunhava a jorrada de esperma, seu cogumelo gigante pulsava e ejetava seguidamente mais 7 jatos de leite, que voavam velozmente de encontro ao chão:

-Caralho, Vitor!! Não para, solta essa porra, seu puto!! Olha só... Quanto leite!

Meu Deus, filho! Olha esse sêmen, querido... Olha quanta porra, seu puto!

-Tô gozando, mãe! Olha esse leite, olha... Me olha esporrando, vai!! Caralho!

-O que é isso, filho? Tá soltando leite pra caralho, meu Deus! É muito leite!

-É pra você, mãe! To soltando esse esperma pra você, olha!! Toma essa goza!

-Isso... Continua Vitor, não para! Mamãe nunca viu uma leitada assim, filho! Deixa essa porra sair, deixa! Jorra tudo pra fora, vai! Quero ver essa jorrada!!

-Tô jorrando, mãe! Toma essa porra, toma! Olha essa jatada, olha aqui, vai!

-Seu leiteiro... Tô olhando, seu leiteiro! Parece até um cavalo gozando, querido!

Ai filho...O que é isso? Você é um monstro, seu puto... Seu cavalo leiteiro!!

-To gozando, mãe! Olha esse leite, olha! Deixei o chão todo sujo de porra!

-O que você fez, Vitor? Meu Deus... Olha essa poça de porra! Caralho, filho... Esse cacete parece uma fábrica de esperma... Olha essa leitada, meu Deus!!

Olhei aquela poça de esperma e me retrai em prazer, era um tolete grosso de esperma, concentrado sob o chão, a prova viva em leite, do prazer sentido por meu filho; me constrangi, olhei seu rosto e sai correndo para meu quarto.

Comentários

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01/05/2018 17:55:20
<3 Obrigada!!
06/01/2018 06:31:07
continua. você é otima
28/12/2017 15:45:28
tem que dar pra ele de qualquer maneira ele merece e voce ta louquinha pra ele por tudo dentro
23/11/2017 15:51:26
Simplesmente maravilhoso!!!
20/11/2017 12:51:41
Delicia de conto maravilhoso fico te imaginando se tiver fotos me manda linda.
10/11/2017 22:41:54
Deixa ele por na porta de sua boceta e sentir o calor da porra
27/06/2017 06:54:13
Adorei. Minha vagina fica piscando com sua historia. Pena que meu filho esta viajando. Mas ontem fiz uma insinuação e se tudo der certo vou FODER hoje e muito na pica do meu irmao .
09/06/2017 08:57:11
Maravilhoso. Explendido. Tem imagens? Parabéns.
09/06/2017 08:55:43
Perfeito. Maravilhoso. Delicioso. Morro de tesao ao ler. Quero mais. Tem imagens pra enviar? Nota10. Parabéns.
04/06/2017 02:54:37
muito bom dez
26/05/2017 00:00:20
Os quatro primeiros capítulos foram superiores, nesse pensei que você ia sentir a pica pelo menos na porta de sua vagina molhada
25/05/2017 18:33:28
Marina, simplesmente demais!! Contínuas soberana após de um ano!! Os leitores estão realizados com leitura do conto!! É como teu filho diz: não tem como segurar,o negócio foi jorrar leite!!!Nota 1000..Se der mande fotos!! Noutros contos tinha teu e-mail!! Fui premiado com fotos dos teus PEITÕES!!
25/05/2017 15:44:01
Estava aguardando ansiosamente essa continuação. Esse conto está ótimo.Vc me fez gozar muito revelando seus segredos depravados cheios de putaria. Gosto do seu jeito de tentar resistir, mas ao mesmo tempo fica cheia de desejo para foder com seu filho. Vc é uma das melhores escritoras desse site. Te admiro muito. Aguardo novos contos, quero que vc continue me fazendo gozar muito. Se precisar de sugestões para escrever novos contos, estou a sua disposição. Gostaria muito que vc mandasse fotos pelada, sou louco pra ver seus maravilhosos peitões. Fico imaginando o quanto eles devem ser lindos Meu e-mail é Um beijo bem delicioso pra vc, sua puta gostosa.
25/05/2017 10:46:27
Uallll muito bom, queria conversar com vc no pessoal, beijos espero vc




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