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Renata me arrombou

Categoria: Homossexual
Data: 14/02/2017 13:42:00
Nota 9.83
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Olá caros amigos, estou de volta para continuar minha saga de iniciação no prazer anal. Vou relembrar um pouco, sou casado há 18 anos, 36 anos, 2 filhos, 1, 82m com 80 kg bem distribuídos, 18 cm de pau grosso, nenhum Brad Pitt mas faço um certo sucesso por onde passo. Quem leu meu primeiro conto “Minha mulher me ajudou a gostar da coisa” sabe que depois de muitas brincadeiras na infância e adolescência, aos 33 anos tive meu cuzinho fodido de verdade por mim mesmo, com um consolo de 17 cm, comprado por minha mulher.

Seguindo a linha do tempo, depois desta primeira vez a coisa complicou, continuei fodendo muito com minha mulher mas agora toda vez que ela chupava meu pau eu me imaginava chupando um pau, toda vez que ela gemia enquanto eu a fodia eu me imagina naquela posição levando vara no cu. Pra facilitar as coisas eu agora só ficava depilado, pentelhos bem baixos e cuzinho raspado no zero, minha mulher estranhou no começo mas falei que era pra ela, que sempre procurava mudar para lhe agradar, etc, ela até gostou, chupava meu saco todinho, levava a língua até embaixo do saco mas não passava de lá, e eu sem coragem de pedir pra ela ir adiante. Pra matar a vontade assim que ficava sozinho em casa, fazia minha higiene anal, coloquei na internet e aprendi a fazer pra evitar o desconforto e constrangimento das sujeiras (que faz anal sabe do que estou falando) e já pegava aquele cacete de borracha de 17cm, grossura média, colocava num filme pornô ou num site de vídeos e já ia direto pras cenas de anal, tanto de mulheres levando no cu como gays, acho lindo aquela cara de dor e medo quando o cara envia o pauzão no cu e o passivo respira fundo, o meu “amante de borracha” já entrava com mais facilidade pois com a prática de pelo menos umas 3 vezes por semana meu cuzinho acostumou com o calibre e na verdade eu já queria era mais. De tanto me virar sozinho tomei a decisão de colocar em prática com mais alguém, devido ao meu machismo não me via sendo fodido por outro homem, sendo submisso pra outro macho, etc (depois vi que isso era só preconceito bobo), e também pelo fato de ser casado e não querer me expor decide buscar ajuda profissional. Procurei nos classificados dos jornais, na sessão de acompanhantes, anúncios que pudessem atender minhas expectativas, li um que me interessou bastante “Renata, massagem erótica com acessórios”, liguei e a mulher que atendeu falou que era massagista e que também tinha vários tipos de acessórios, lingeries, fantasias, etc, eu estava mais interessado em outras coisas mas com vergonha de falar..rsrsrs...ficava fazendo voltas na conversa, perguntando por mais acessórios, até que ela entendeu que eu estava encabulado e falou assim “Querido, pode ficar a vontade, me diga o que realmente você quer”, daí disse que gostava de “brincar” com meu cuzinho e queria saber se ela atendia assim, ela disse “Claro amor, tenho muita prática com iniciantes e tenho todos os tamanhos de brinquedos, de PP a GG”, fiquei super curioso com este GG mas não falei nada, perguntei o valor do programa, onde era seu local, qual o horário de atendimento, etc e de posse de todas as informações marquei uma hora para este mesmo dia à tarde, trabalho com representação comercial então nunca tive problemas com questão de horário pois eu faço minha rotina o que também evita trazer problemas com minha mulher.

Cheguei no local indicado, uma pousada no centro da cidade, destinada a turistas de compras, pessoas que vem de outras cidades fazer comprar pois minha cidade é polo comercial da região onde moro, fiquei feliz pois vi que não teria problema de entrar num local com baixa higiene e frequência inadequada (estava com este receio), na recepção o atendente ligou pro quarto e me anunciou, ficava no primeiro andar e fui de escada mesmo, minhas pernas tremiam e a ansiedade era gigante, nunca havia traído minha mulher e estava rumando pra fazer isso e ainda mais pra ser a “putinha” de alguém.

Bati a porta e uma mulher de uns 30 anos, bonita, cheinha mas sem ser gorda abriu a porta, com um vestidinho leve e um sorriso no rosto, super simpática me pediu pra entrar, apresentou-se como Renata e me deu dois beijinhos no rosto. O quarto era simples mas bom, uma cama redonda grande, uma mesa de massagens, espelhos na parede e teto,ar-condicionado, frigobar, um armário, um banheiro e uma penteadeira onde em cima tinha um verdadeiro arsenal de cacetes, tinham alguns do tamanho e grossura de um dedo e outros acima de 20 cms, estranhei pois não vi nada GG como ela falou ao telefone mas não disse nada, o que vi ali já atendia minhas expectativas. Estranhei esta mistura de hotel e motel na decoração e ela me explicou que somente o quarto dela era assim, a pousada era uma pousada normal mas ela já estava lá há mais de 1 ano e convenceu ao dono da pousada para que ela fizesse algumas alterações para ter mais charme nos atendimentos dela e cativar sua clientela, gostei mais ainda e me senti bastante seguro começando a relaxar mais, desde o começo estava com medo de ser drogado, assaltado ou outra coisa pior, ouvimos tantas coisas e afinal de contas era minha primeira vez.

Ela me pediu que tirasse a roupa e ficasse a vontade, perguntou se eu não queria tomar uma ducha o que aceitei, já havia feito minha higiene anal mas estava tão nervoso que suei bastante, sai do banheiro mais refrescado e menos nervoso, com uma toalha enrolada na cintura e já de pau duro antevendo o que estava para acontecer, ela me ofereceu uma bebida (pago por fora é claro), que não aceitei, e em seguida perguntou se eu queria começar com uma massagem ou se queria ir direto ao assunto, falei que estava nervoso e preferia começar com uma massagem e dependendo de como as coisas fossem caminhando a gente via o que ia fazer, perguntou se eu preferia a mesa de massagem ou a cama, preferi a cama e ela me pediu que deitasse de costas, nesta hora meu pau já estava estalando de tão duro, tirou minha toalha, olhou e falou “Nossa que pauzão, depois quero provar”, ela tirou o vestidinho ficando somente com um conjunto de lingerie preto muito bonito, um sutiã de renda que mal cobria seus peitos e uma calcinha também de renda, fio dental toda socada numa bunda lindinha e grande, vi que ela era uma falsa gordinha, quando ficou sem vestido tinha tudo no lugar, um tesão de mulher com formas e curvas generosas. Ela pegou um óleo de cheiro suave e agradável e começou uma massagem fantástica começando pelos meus pés e subindo aos poucos pelas minhas pernas, coxas, parou no meu pau e deu uma punhetada de leve, quase gozei, tentei agarrá-la e ela não deixou, falou para eu ter calma que estávamos apenas começando e que quem ia dar as ordens era ela, mandou que eu virasse de bruços, sentou em cima da minha bunda, espalhou mais óleo e começou a massagear meus ombros, pescoço, uma sensação maravilhosa foi percorrendo meu corpo, ela realmente sabia o que fazer com a mãos, foi descendo pelas minhas costas e chegando no final da minha coluna, sentou mais em cima das minhas pernas e pulou para minhas coxas novamente, suspirei cheio de tesão e decepção por ela ter passado direto e novamente ela disse: calma gatinho, vai chegar sua hora...continuou massageando minhas coxas por dentro e ia subindo um pouquinho de cada vez, daí passou a massagear com os polegares aquele espaço em baixo do saco e antes do cuzinho, ia e voltava seus dedos deslizando no óleo, nisso instintivamente fui arrebitando a bunda e me abrindo pra ela que disse: “isso putinha, mostra esse cuzinho para mim”, ouvir isso de uma mulher me deu um misto de raiva e tesão, raiva pois nunca ninguém havia falado comigo assim, sempre fui machão e tesão pois um calafrio percorreu minha espinha e meu cuzinho piscou na hora, ela continuou e cada vez mais eu arrebitava a bunda já ficando quase de quatro, nessa hora ela pegou as mãos, abriu as duas bandas da minha bunda e deu uma linguada no meu cu, um choque percorreu todo meu corpo e eu gemi como uma puta no cio, ela achou graça e investiu de novo com aquela língua no meu cu, novo choque e fui amolecendo como manteiga derretida, a cada nova linguada mais eu gemia e me abria, como eu estava quase de quatro ela meteu a mão por baixo e segurou meu cacete que nessa hora estava mais babado que nunca, pingava o pré gozo como seu eu estivesse mijando, pedi pra ela tirar a mão senão eu gozaria e que eu queria gozar pelo cu, ela parou de chupar meu cu e começou a brincar com os dedos na portinha do meu cuzinho, ficou rodeando como se fosse um anel ou a borda de um copo e de vez em quando pressionava mas não metia o dedo, como eu já tinha um certo costume de brincar sozinho queria logo era que ela enfiasse o dedo de uma vez, mas ela ia me torturando cada vez mais, quando relaxei e menos esperava ela enfiou dois dedos de uma vez me fazendo gemer de dor e trancar o cu, daí com a mão livre ela deu um tapão na minha bunda e disse: “quieta putinha, puta aqui não pode reclamar”, deixou os dois dedos fincados dentro e alisou minhas costas, mexia os dedos dentro do meu cu como se estivesse mexendo uma panela de doce, passou uns três minutos assim e disse, “ agora já tá macio”, tirou os dedos, levantou até a penteadeira e disse “vamos ver o que vou dar pra minha putinha, acho que esse está bom” e pegou um consolo de cerca de uns 20 cm, grosso com vibro, acho que era o maior de todos e veio na direção da cama, nunca tinha experimentado um consolo daquele tamanho e com vibro, o que eu usava era menor e borracha maciça, ela veio, ligou o vibrador do consolo e encostou só a cabeça daquele cacete na entrada do meu cuzinho, foi outra revelação...aquela cabeça grossa encaixada na entrada do meu cu vibrando me deu um tesão que nunca havia sentido, pedi pra ela enfiar mas ela me mandou ter calma e esperar, passaram alguns segundos e eu não aguentava mais, pedi pra ela meter e ela continuava me mandando ter calma e esperar, passado alguns minutos que mais pareciam uma eternidade e falei "mete logo porra" e ela disse, se quer tanto vem buscar...joga esse cu pra trás e engole o pau putinha...não precisou pedir duas vezes, dei uma marrada pra trás digna de um bode e o consolo entrou logo quase até o meio, meu cu já estava amaciado por seus dedos e molhado de saliva e óleo, mas mesmo assim doeu pra caralho pois eu não estava acostumado com esta grossura, como continuava vibrando a sensação de prazer era maior que a dor e foi entrando macio e eu empurrando o rabo pra trás até sentir ele todo dentro de mim, empinei a bunda empalado naquele cacete vibrador e quando ela colocou a mão por baixo pra tocar meu pau gozei na mesma hora um rio de porra, tentei ir pra frente pra tirar o pau de dentro, sempre que eu gozava com um consolo na hora da gozada eu sacava fora, acho que era pra gozar como homem sem nada no cu porém ela não deixou e quando eu tentei ir pra frente pra escapar do pau ela acompanhou mantendo o cacete cravado até o talo, foi um gozo totalmente diferente de todos que eu já tinha tido, muito forte e intenso e com uma sensação de preenchimento no cu que adorei, depois de alguns segundos pedi pra ela tirar mas ela disse que quem mandava era ela e falou que putinha goza com o pau atolado no cu e só tira quando o macho deixa, nesse caso o macho era ela, pedi pelo menos pra ela desligar o vibro pois estava muito sensível e nisso ela me atendeu, fiquei lá resfolegando com aquele pauzão de borracha enfiado no cu, nisso aquela gata linda tirou o sutiã e a calcinha e deitou do meu lado me mostrando a buceta pingando tesão e disse, chupa putinha, chupa uma buceta com um cacete atolado no cuzinho, pedi novamente pra ela tirar e ela falou, vou fazer melhor, juntou com os dedos toda porra que eu havia gozado no lençol e foi pra trás de mim, foi sacando o cacete do meu cu, quando saiu deu um alívio da pressão que estava fazendo mas logo em seguida ela enfiou os dedos cheios com minha porra no meu cu e socou o pau de novo, deixando cravado até o fim e disse "puta é assim fica com o pau enterrado no cu e cheia de porra, gemi de dor e tesão, tinha gozado a pouco e já estava com tesão de novo, deitou arreganhada na minha frente e eu cai de boca naquela buceta cheirosa, ela dizia: isso putinha, chupa essa buceta, fui chupando e ela foi ficando cada vez mais louca, depois de alguns minutos se esticou toda e sem eu parar de chupá-la ligou novamente o vibrador do cacete enterrado no meu cu, eu que já estava com tesão de novo fui perdendo a linha de vez, depois de uns 5 minutos de chupada na buceta ela gozou muito quase me asfixiando entre suas coxas e eu rebolando de novo com aquele pau no rabo, depois de uns 2 minutos agarrando minha cabeça entre suas coxas ela disse, “você é muito tesuda sua putinha, ia guardar o “Paulão” pra outra visita sua mas vou te dar logo hoje”, tirou o cacete do meu cu me deixando um vazio na bunda, levantou e foi até o armário, mexeu numa caixa e tirou outro “brinquedo” de dentro, se é que dava para chamar aquilo de brinquedo, era um cacete preto de cerca de uns 25 cms, até aí nada demais pois o anterior com 20 cms não ficava muito atrás, mas a grossura daquele monstro assustava, era mais grosso que uma lata de refri, começava numa cabeça grande e rombuda que mais parecia um cogumelo gigante e não parava por aí quando mais descia mais ia engrossando onde no final, perto de um saco grandão, era extremamente grosso, mais grosso que o braço dela, veio andando na minha direção que continuava de bruços, ela olhou pra mim e disse, “putinha te apresento o Paulão, Paulão essa é a putinha que você vai arrombar hoje”, fiquei assustado e disse, Renata nem vem que não vai rolar, esse gigante aí vai me rasgar, ela soltou o Paulão na cama ao meu lado, deitou por cima de mim e disse falando bem no meu ouvido com uma voz sensual e carinhosa “Amor, eu não vou fazer nada pra te machucar, você é o cara mais gostoso que eu já tive o prazer de comer e quero que você se realize por completo”, começou a esfregar a buceta na minha bunda como se tivesse um pau e me fodesse e a beijar meu pescoço e orelha (meu ponto fraco), mesmo assim fiquei com medo e gemi pra ela “Renata este pau é gigante, eu não aguento...”, ela disse: querido vamos fazer o seguinte, vamos mudar a regra, de agora em diante você manda parar na hora que quiser, Até agora fiz algo que foi ruim pra você? Não, até agora foi tudo maravilhoso, respondi, ela disse: então confia em mim, você vai adorar...daí mandou que eu deitasse de costas na cama, veio se esfregando em mim, me beijando e me sarrando com seu corpo delicioso, chupou minhas orelhas, pescoço, meus peitos e veio descendo pela barriga, deitou entre minhas pernas e começou a fazer o boquete mais delicioso que eu já tive na vida, achei que ela estava sugando minha alma pelo pau, enquanto chupava ela foi levantando minhas pernas me deixando na posição de frango assado, quando eu já estava tinindo de tesão de novo, quase gozando, ela pegou o “Paulão” e colocou na entrada do meu cuzinho já arrombado e melecado, sem parar de me chupar foi passando lubrificante no pauzão, muito lubrificante de cima a baixo deixando ele brilhando, depois passou muito também no meu cu, meteu três dedos deixando lubrificado até onde os dedos entraram, quando ela encostou o cabeção do pau no meu cu foi como se tivesse colocado um punho fechado sobre meu cu, apesar de já todo fodido, aquele cabeção cobria totalmente meu cuzinho e sobrava muita cabeça de pica para os lados, ela continuou me chupando e enquanto chupava falou “tem que ser muito macho pra aguentar um cacete desse, você é macho de verdade?” ficou repetindo isso, “tem que ser muito macho”, aquilo foi mexendo comigo e enquanto ela chupava eu comecei a pressionar a bunda para baixo, escorregando no colchão e forçando a entrada do monstro, ela continuava chupando e falando sacanagens me dizendo que eu era gostoso e que eu era machão por tentar isso e que eu iria conseguir, nisso a cabeça encaixada fazia uma pressão enorme mas não entrava, numa chupada mais forte no meu pau, enquanto eu empurrava pra baixo a Renata segurou na base no cacetão e forçou pra cima fazendo entrar a cabeça do bruto...nossa...nessa hora me senti realmente arrombado, senti todas as minhas pregas indo embora e uma dor muito maior do que quando levei ferro pela primeira vez, respirei fundo e falei pra ela tirar que tava me rasgando, deveria estar até sangrando, ela me falou “se quiser eu tiro mas não te rasgou coisa nenhuma, nem tá sangrando nadinha, já passou o mais difícil e vai desistir agora? Você é ou não macho de verdade?” falou isso e deu uma chupada gigante no meu cacete, tentei relaxar e fiquei meio que fazendo respiração cachorrinho, parecia uma grávida com contrações na hora do parto, soprava e gemia mas decidi que, já que tinha entrado a cabeça o estrago já estava feito e não iria desistir, ia provar pra ela que era macho pra aguentar aquela tora no cu. Depois de uns minutos a dor arrefeceu um pouco e ficou aquela sensação de alargamento total, me sentia lotado de pica e olha que só tinha entrado uns 5 a 7 cm que era o tamanho da cabeçona, ela continuo me chupando e me puxando pra baixo, ia entrando mais um pouco a cada descida mas só que diferente de um cacete normal aquele colosso ia engrossando mais quando ia chegando em baixo então a cada descida vinha a nova sensação de mais alargamento e um pouco de dor, essa maratona demorou uns 20 minutos entre suspiros, gemidos, chupadas e incentivos por parte de Renata, quando ela deu um último empurrão e senti o saco do “’Paulão” encostar na porta do meu cuzinho, que nessa hora era um cuzão devido ao diâmetro da base daquele bruto, ela subiu em cima de mim, ficou de beijando de todas as formas e dizendo que eu era o primeiro a ter aguentado o “Paulão” todinho, que eu era muito macho e ao mesmo tempo muito viado pra aguentar uma chibata daquela no cu, nisso encaixou sua buceta no meu pau que estava pingando horrores de tesão, enfiou de uma vez e ficou cavalgando alucinada em cima de mim, cada pulinho que ela dava fazia o “Paulão” mexer um pouco pois me forçava para baixo enquanto a base do cacete prendia na cama fincado um pouco mais a cada pulinho, isso foi ficando muito bom, ela gozou umas duas vezes nesta galopada louca enquanto eu sentia a melhor sensação do mundo, uma buceta tesuda envolvendo meu cacete e um pau gigante arregaçando meu cu, tive outra vez o maior orgasmo da minha vida, enchendo a buceta dela de porra (depois notamos que esquecemos a camisinha, o tesão era tanto que passou batido), enquanto meu cu piscava mordendo aquele cacetão de borracha, não sei se gozei mais pelo pau ou pelo cu, só sei que quando terminei de gozar quis tirar na hora aquela tora do meu rabo, quando saiu deixou um vazio imenso, Renata falou “Nossa Marcos, cabe minha mão e enfiou o começo de sua mão dentro de mim, fiquei preocupado mas ela disse que voltava ao normal (mais ou menos né, fechou depois de um tempinho mais normal meu cuzinho nunca mais será depois daquele monstro), depois de tudo fiquei sem força nas pernas e sentia um vazio incrível na minha bunda que levou uns dois dias pra passar, claro que virei cliente assíduo da Renata e pelo menos uma vez por semana passava por lá, ela me fodia de todas as maneiras e algumas vezes o “Paulão” participava, as vezes em mim as vezes nela. Esta foi mais uma etapa da caminha formação em prazer anal, ainda faltava um cacete de verdade mas como superar meus preconceitos e tabus e ficar com outro homem? Isso é assunto pra uma próxima vez. Desculpem se me alonguei demais. Abraço em todos.

Comentários

18/11/2017 10:08:47
Ótimo, gostei...
11/09/2017 22:10:21
Só estou esperando você ser enrabado de verdade.Muito bom.
16/02/2017 18:21:29
Espectacular!!
14/02/2017 20:49:11
Muito bom o seu conto !!
14/02/2017 19:45:46
Muito bom!!! Ansioso pela narração do cacete de verdade...
14/02/2017 18:46:23
Excelente, muito excitando.

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