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Felipe e Guilherme - Amor em Londres - 10: Pelos Velhos Tempos

Um conto erótico de Escrevo Amor
Categoria: Homossexual
Data: 13/02/2017 01:59:53
Nota 10.00

Após ser herói por uma noite, Dylan, acabou ganhando um prêmio e poderia levar alguns amigos para participar de uma festa de Réveillon que aconteceria em Glasgow. O local era badalado e muitas celebridades participaram. Paris que não é boba tratou de garantir um ingresso, ela passou as comemorações de Natal com Steve e seguiu para a capital da Inglaterra. Todos estavam animados.

Dylan: - Falei com um amigo, ele vai me emprestar o motorhome dele.

Felipe: (com os olhos brilhando) – Sério? Meu sonho era viajar num desses. Parece tão filme americano.

Dylan: - A minha família tem um. Já viajamos por todo os Estados Unidos.

Paris: - Quem serão os convidados da festa? Lady Gaga? Mariay Carey? Avril Lavigne?

Nariko: - Espero que a Gaga.

Wong: - Tem certeza que é de graça, né?

Kaity: - Sim. O homem garantiu que era. (mostrando sete pulseiras)

Paris: (pegando uma) – Eu cuido da minha. Gente, agora eu preciso ir. O papai está na cidade, preciso fingir que sou uma filha legal. (jogando vários beijos) – Tchau.

Guilherme: - Depois de não passar o Natal com a minha família e ouvir bastante dos meus pais… acho que não tem problemas eu ir. (rindo)

Felipe: (falando perto do ouvido de Guilherme em português) – Desculpa.

Guilherme: (em português) – Não se preocupa. Eu faria isso mil vezes se fosse preciso. Eu te amo.

Nariko: - Odeio quando eles fazem isso. Português parece uma língua tão complicada.

(Todos rindo)

Felipe pensou em um lugar para deixar Tchubirubas, e lembrou de Lucy, a dona de Dolce e Gabbana. Ele ligou para moça e perguntou se havia algum problema dela reparar de Tchubirubas por uns dias. Lucy adorou a ideia, e disse que apanharia o cachorro naquela tarde. Guilherme ligou para o pai, mas quem atendeu foi John.

John: - Olha só. Feliz Natal, Guilherme.

Guilherme: - Feliz Natal. Onde está meu pai?

John: - Ocupado. Ele está resolvendo problemas que você tinha que resolver.

Guilherme: - Assim que ele chegar você avisa que eu liguei, por favor.

John: - Claro. Aproveitou o Natal ao lado do seu namoradinho?

Guilherme: - Demais. E você? Está curtindo o Brasil?

John: - Eu adoro esse país. Você sabe.

Guilherme: - Você já foi deixar a mala na casa do Felipe?

John: - Não. Ainda não tive tempo de ir a favela. Mas não se preocupe, entregarei em breve. Agora com licença. (desligando o telefone)

Guilherme: (desligando)

John: - Claro que eu vou entregar. (rindo) – Mas antes… vou passar a ficha completa desse pobretão. Sabia que essa minha vinda ao Brasil serviria de alguma coisa. (suspirando) – Ah, Guilherme. Pode não ser hoje, e nem amanhã, mas você vai voltar a ser meu. (rindo)

Guilherme: - Então? Preparado para a viagem?

Felipe: - Sim. Já falei com o Sr. Omelly's. Esse é meu último dia. Vou poder enviar o dinheiro para a minha mãe.

Guilherme: - Sua mãe deve ter muito orgulho de você. Sempre ajudando, atento. (deitando ao lado de Felipe)

Felipe: - Se eu te falasse as coisas que ela já enfrentou por minha causa. Ela merece todo o meu esforço e dedicação.

Guilherme: - Me conta oras. Não temos segredos, certo?

Felipe: - Não temos, mas isso é algo que eu prefiro falar outra hora.

Guilherme: - Tudo bem amor. Não quero te pressionar.

Felipe: - Eu te amo, sabia? (beijando Guilherme)

Guilherme: - Eu que tenho o namorado mais lindo do mundo. (montando em Felipe e fazendo cócegas)

Felipe: (rindo alto) – Para. Para amor. Para, por favor.

Guilherme: (com uma voz estranha) – Quem é o amor da minha vida?

Felipe: - Eu… eu… (rindo e se debatendo) – Para… você é o amor da minha vida.

Guilherme: (beijando Felipe) – Assim que eu gosto.

Felipe: - Sempre serei seu amor.

Guilherme: - Sempre.

Dylan estava animado pela viagem, ele emprestou um motorhome de seu amigo, e mostrou para Kaity, o carro era confortável e daria para todos dormirem, apertados, mas caberia todos. Ele deu uma geral no motorhome e viu toda a parte mecânica. Kaity achou aquela versão de Dylan muito sexy.

Dylan: - O que foi?

Kaity: - Sei lá. Te ver assim, tão másculo, me dá uma coisa. (ela disse se aproximando)

Dylan: - Mesmo? (limpando a testa suada)

Kaity: - Mesmo. (beijando Dylan)

Faltavam três dias para o Ano Novo, a viagem para Glasgow levaria quase 10 horas, então eles deveriam se preparar bem. Wong comprou um GPS e traçou várias possibilidades de rotas. Nariko e Guilherme compraram suprimentos, como comida e afins, Paris fez as malas, e Felipe ajudou Dylan.

Dylan: - É engraçado.

Felipe: (saindo de baixo do motorhome) – O que?

Dylan: - Você ser gay.

Felipe: (parecendo confuso) – Er…

Dylan: - Digo… quando a gente fala em gay ou homossexual… a gente pensa em um cara afeminado e que gosta apenas de maquiagem. Eu sei é uma visão preconceituosa, mas é verdade. (ele disse guardando as ferramentas)

Felipe: (pegando um pano e tirando a graxa da mão) – Bem… (rindo) – Eu nunca pensei muito nisso, mas… mas… tipo… para mim sempre foi normal. Acho que a cada dia, os gays conseguem superar esse rótulo.

Dylan: - É verdade. E espero que continue assim. (entrando no motorhome) – Ei, vem cá!

Felipe: (entrando) – Oi?

Dylan: - Então? Como vamos fazer? Somos quatro rapazes, e três moças. As meninas dormem no na cama grande, você e o Guilherme, na cama aqui de cima, eu e o Wong podemos dormir num colchão inflável aqui no chão.

Felipe: - Bem. (rindo) – Acho que não vamos precisar, o Guilherme conseguiu uma barraca de camping.

Dylan: - Hum… inteligente. (rindo)

Felipe: - Pelo menos eu acho, né? A Nariko disse que vamos ficar numa praia, então aproveitamos a ideia.

Dylan: - É verdade. (olhando no relógio) – Nossa. Precisamos comprar as bebidas.

Felipe: - A segunda melhor parte da viagem.

Dylan: - E qual seria a primeira?

Felipe: - A comida. (rindo e colocando a mão na cabeça)

Dylan: - Só você mesmo.

John decidiu ir naquela tarde a casa de Felipe no Brasil. Ele precisou levar um tradutor, pois, não falava nada do idioma. John tirou uma grande mala e encontrou a mãe de Felipe lavando a calçada. A mulher ficou com vergonha quando viu a comitiva que chegou com o ex-namorado de Guilherme. Ele entrou e analisou cada parte da casa.

Maria: - Vocês aceitam alguma coisa? Tem café, suco e água.

Tradutora: - Ela perguntou se você deseja algo? Água, café ou suco.

John: - Não. (andando pela sala) – Que nojo.

Tradutora: - Ele disse que agradece a gentileza, mas que não precisa se incomodar.

John: - Fale a ela que o Felipe está se saindo muito bem.

Tradutora: - O Sr. John falou que o Felipe está se saindo muito bem na escola. É um dos melhores.

Maria: (se emocionando) – Ah, obrigada. Ele é um bom menino… apesar de tudo que passou.

Tradutora: - Ela disse que ele é um bom menino, apesar de tudo que passou.

John: - Tudo que passou? (sentando e pegando na mão de Maria) – Fale que o Felipe é um grande amigo, e eu sei de toda a história dele.

Tradutora: - Felipe e John são melhores amigos, por isso o seu filho pediu para ele trazer essas coisas, o Felipe confia muito no John e já conversaram sobre o ocorrido.

Maria: - Sim. Não é fácil para um adolescente ser preso na Feben.

Tradutora: (com um sorriso malicioso) – John. Tenho algo que você vai gostar de saber.

Sim, John não leva desaforo para casa e os segredos de Felipe seriam todos revelados. De volta a Londres, os jovens se preparam para a grande viagem. Naquela noite, Lucy chegou para pegar Tchubirubas, o cachorro de Felipe e Guilherme passaria o Ano Novo com seus amigos Dolce e Gabanna. Felipe sentiu muito por deixar o animal, mas sabia que aquela era uma oportunidade única.

Guilherme: - O meu amor ficou triste?

Felipe: - Um pouco. Deixar ele sozinho. E no nosso primeiro ano novo.

Guilherme: - Ele vai tá entre amigos. Tenho certeza que o Tchubis vai se divertir bastante.

Felipe: - Eu sei. (beijando Guilherme) – O Dylan é um cara legal, né?

Guilherme: - Hum… devo ficar com ciúmes?

Felipe: - Não de verdade. Ele disse que no Texas as pessoas são muito preconceituosas. Ele falou que a família dele é bem tranquila quanto a isso… tipo… um casal gay.

Guilherme: - Entendi. Que bom. Eu gosto muito dele também, o principal é que a Kaity parece feliz.

Felipe: - É bom ter amigos para variar.

Guilherme: - É sim, mas sabe o que é melhor?

Felipe: - O que?

Guilherme: (pegando no pênis de Felipe)

Felipe: - Tá mole.

Guilherme: - Hummm… e se eu fizer isso? (baixando o calção de Felipe e o chupando)

Felipe: (ficando arrepiado e fechando os olhos) – Assim… ele… ele fica duro rapidinho.

O grupo partiria numa quinta-feira, dia 29 de dezembro, eles teriam dois dias para chegar, na conta de todos, o tempo era suficiente. Guilherme, Felipe, Nariko e Wong se encontraram na frente da Escola de Intercâmbio, depois de um tempo, Dylan chegou com Kaity. Eles ficaram animados, mas uma pessoa ainda faltava. Eles colocaram as bolsas dentro do motorhome, organizaram as bebidas e a comida extra, Felipe ficou feliz quando viu o tanto de comida que iria.

Nariko: - A perua loira está a caminho. Ela disse que teve problema para escolher as roupas para a festa.

Felipe: - Eu acho que vai demorar mais do que o previsto.

Dylan: - Temos dois dias para chegar, é impossível a gente se atrasar. Daqui para Glasgow são quase 10 horas de viagem. E vi um camping que fica no meio do caminho. Galera é o seguinte. Meninas… vocês podem dormir na cama grande, acho que cabe as três, eu e o Wang vamos dormir aqui na mesa, ela se transforma em cama também.

Felipe: - Eu e o Guilherme trouxemos uma barraca.

Nariko: - HUMMMMM!!!! Querem privacidade é?

Felipe: - Besta. (ficando vermelho)

Guilherme: - Assim é melhor. Não dorme todo mundo apertado.

Kaity: - Sei. (fazendo cócegas em Guilherme) – Esses meninos são tão bondosos. (rindo)

Wong: - Precisam ser canonizados. (rindo)

Dylan: - A Paris chegou.

Paris: - Vamos Maurice. Estou atrasada.

Maurice: (carregando várias bolsas) – Calma senhora.

Paris: (batendo na porta do motorhome) – Meninos! Meninas! A mamãe chegou!

Dylan: (abrindo a porta)

Nariko: - A mamãe e suas sete malas chegaram.

Paris: - Desculpa gente. A Stella demorou um século para entregar meu vestido, ainda precisei fazer uma parada na

Kaity: - A Stella McCartney?!

Felipe, Dylan, Nariko e Wong: (se olham)

Felipe: - Quem?

Paris: - A Stella McCartney? A estilista? Filha do tio Paul? (fazendo uma careta)

Kaity: - Gente. Que tudo.

Paris: (tirando uma caixinha da bolsa) – Ela mandou para você. (entregando para Guilherme)

Guilherme: (pegando o pacote e abrindo) – Nossa que lindo.

Kaity: (sentando) – Você acabou de receber um relógio da Stella McCartney?

Guilherme: - Ela é quase uma tia.

Maurice: (ofegante) – Senhora. Todas as malas estão aqui.

Paris: - Ótimo. Agora coloca tudo para dentro. (olhando em volta) – Gente que lugar acolhedor…. Parece o meu banheiro. (indo até a cama) – Essa cama é minha.

Guilherme: (olhando para os amigos) – Quem vai dizer para a Paris que ela vai dividir o quarto? (rindo sem graça)

Depois de 20 minutos para embarcar as malas de Paris, o grupo seguiu viagem. Dylan, Wong e Guilherme seriam os responsáveis por levar o carro. Paris aproveitou que todos estavam interagindo e foi dormir na cama. Eles iam cantando e conversando durante o trajeto. Depois de duas horas, Felipe viu um cenário lindo e pediu para tirar uma foto com os amigos.

Felipe: (arrumando um tripé) – Espera gente. (clicando e correndo em direção ao grupo)

Dylan: - Digam X. (sorrindo)

Felipe: - Caramba aqui é lindo.

Nariko: - É verdade. Totalmente diferente da loucura de Londres.

Paris: - Já posso ir? As moscas adoram o meu perfume doce.

Wong: - Eu também não sou muito fã de picada de inseto não. (entrando)

Felipe: (pegando a câmera e entregando para Nariko) – Tira uma foto minha e do Guilherme?

Nariko: - Claro.

Felipe: (pegando Guilherme no colo)

Guilherme: - Amor. Cuidado. Louco.

Felipe: - Já.

Nariko: (fazendo a foto)

Guilherme: - Tira outra. (beijando Felipe)

Motoqueiro: (passa rápido e grita) – Viados!!!

Dylan: - Seu babaca!!!

Kaity: - Ridículo!!!

Nariko: - Otário!!!

Felipe: - Retardado!!!

Guilherme: - Maluqueiro!!!

Felipe, Dylan, Nariko e Kaity: (olham para Guilherme e riem)

Paris: (gritando de dentro do carro) – Vocês querem vir logo!!!!

Depois de algumas horas, o grupo chegou em uma cidade no litoral da Escócia e que ficava apenas duas horas de Glasgow. O frio estava intenso, então eles decidiram acender uma fogueira, mais um dos talentos de Dylan. Ele realmente era especialista em viagens de trailer. A janta ficou por conta de Guilherme, Nariko e Kaity. Já para Felipe sobrou a missão de subir a barraca.

Dylan: - Tem certeza que é uma boa dormir aqui fora?

Felipe: - Sim. A gente trouxe um cobertor com aquecedor.

Wong: - Vocês querem mesmo ficar juntos, né? (rindo)

Felipe: - Quase isso. (coçando a cabeça) – Mas eu não sabia que era tão difícil montar uma barraca.

Dylan: - Rapaz. (ajudando Felipe e montando a barraca em menos de três minutos) – Pronto.

Felipe e Wong: (com cara de bobo)

Wong: - Você é bom mesmo, né?

Felipe: - Obrigado.

Nariko: - A comida está pronta!

Todos se reuniram ao redor da fogueira para comer a janta. Dylan aproveitou para mostrar seus dotes musicais, Felipe adorou a refeição, repetiu 3 vezes. Depois de comer, eles continuaram a cantar e conversar. Paris entrou e pegou as bebidas para esquentar um pouco.

Paris: - Acho que vou beber sozinha. Estão todos em casal. (servindo uma taça)

Gustavo: - Para de ser boba. E passa essa garrafa para mim. (pegando a garrafa)

Dylan: - Ah. Podemos passar amanhã no caminho para Gasglow em uma cachoeira muito bonita que eu vi na internet.

Wong: - Ah, bacana.

Dylan: (pegando o gps) – O trajeto está aqui. Vamos direto, então.

Paris: - Vamos ter que nos arrumar no trailer?

Kaity: - Acho que sim. Abastecemos com água. Cada um pode tomar banho tranquilo.

Paris: - Ainda bem. Preciso lavar meu cabelo. Meninas trouxe umas maquiagens maravilhosas. Vocês vão amar.

Nariko: - Você está tão animada.

Kaity: - Eu também estou. É a primeira vez que vou passar o ano novo assim…

Paris: - Com um namorado gato?

Kaity: (ficando vermelha) – Eu… digo… com amigos.

Dylan: (tocando algumas notas e olhando para Kaity)

Dylan:

Você me acha bonito

Sem nenhuma maquiagem

Você me acha engraçado

Quando conto uma piada errada

Eu sei que você me entende

Então eu deixei as paredes caírem, caírem

Todos: (exceto Felipe)

Antes de você me conhecer

Eu estava bem mas

As coisas estavam pesadas

Você me trouxe à vida

Agora em todos os fevereiros

Você será minha namorada

Vamos percorrer todo o caminho está noite

Sem remorsos, apenas amor

Nós podemos dançar, até morrer

Você e eu, seremos jovens para sempre

Você me faz sentir

Como se eu estivesse vivendo um

Sonho de adolescente

O jeito que você me excita

Eu não consigo dormir

Vamos fugir e

Nunca olhar para trás

Nunca olhar para trásGuilherme: - Você nem cantou…

Felipe: - Eu não canto. Nunca. Não tenho voz… e muito menos sei dançar. Eu deixo isso com você.

Guilherme: - Então, Adeus sonho de receber uma serenata, né?

Felipe: - Você é o rapaz da serenata. Lembra como me pediu em namoro?

Guilherme: - Sim. Mas… a esperança é a última que morre.

Felipe: - Vamos para o nosso cafofo?

Felipe e Gustavo seguiram para a barraca. Deu um trabalho para ligar o cobertor térmico na tomada do motorhome. Eles deitaram e ficaram se olhando durante um bom tempo, Felipe chamou Guilherme de lindo e beijou o namorado. Eles deram um jeitinho de transar sem precisar sair de baixo do cobertor, o clima esfriou mais, então era praticamente impossível.

Guilherme: - Só você mesmo.

Felipe: - Ei. Você acha que eles estão mandando ver lá dentro?

Guilherme: - Verdade. Ei… eu quero fazer xixi. Me acompanha?

Felipe: - Amor. Tá muito frio.

Guilherme: - Depois que eu gozo fico com vontade de fazer xixi.

Felipe: - Tem como fazer daqui de dentro? Abre a barraca e mija daqui.

Guilherme: - Aiiii…. Vamos rapidinho.

Felipe: - Tá bom. (colocando a calça)

No dia seguinte, todos acordaram com uma surpresa: neve. E nevou bastante durante a madrugada. Felipe teve mais trabalho para desamarrar a barraca. Dylan havia esquecido de cancelar o trajeto para a cachoeira, o caminho deveria estar difícil por causa da quantidade de neve que caiu.

Wong: - Esse caminho é estranho, né?

Dylan: - Eu não estou entendendo… eu… merda…

Todos: - O que foi?!

Dylan: - Esqueci de mudar a rota no gps.

Gustavo: - Precisamos voltar para a estrada principal.

Wong: (pegando o gps) – Deixa eu ver… Dylan… pega a direita. A gente entra na estrada principal em 40 quilômetros.

Dylan: - Perfeito.

Paris: - Gente. Rápido… preciso começar a me embelezar.

Gustavo: - É sério. Ela demora quase três horas para ficar pronta.

Dylan chegou em uma subida, mas o motorhome não aguentou e começou a deslizar para trás. Sem opção, o jovem americano acabou descendo um morro e quase batendo em uma árvore. Assutados, todos foram saindo do trailer para verificar a situação.

Dylan: - Merda.

Nariko: - Por pouco não batemos nessa árvore.

Wong: - Uau. (olhando para o morro) – Foi uma descida e tanto.

Felipe: - E agora? Será que conseguimos sair por ali? (apontando para a direita)

Guilherme: - Não com essa neve toda.

Paris: (olhando no celular) – Sem sinal.

Dylan: - Vamos ter que ir andando até algum posto. Meninas e Guilherme… vocês ficam. Vamos eu, Felipe e Wong.

Felipe: - Isso. É melhor.

Guilherme: - Ok. Mas tomem cuidado.

Os rapazes se prepararam para a caminhada, mas não precisaram ir longe. Eles encontraram uma humilde casa e decidiram pedir ajuda. Uma senhora atendeu e pediu para eles entrarem. Eles usaram o telefone da mulher, mas não havia nenhum serviço aberto. Wong e Dylan voltaram para o trailer para pegar as meninas, eles conseguiram um táxi.

O trabalho foi para Paris. Ela deveria escolher apenas algumas roupas para levar. Os outros foram rápidos e conseguiram escolher algumas peças para colocar na mala. Eles seguiram para a casa da senhora. O nome dela era Cindy, ela aguardava o esposo e o neto.

Cindy: - Oh, sejam bem-vindos. Entrem. Está muito frio ai fora.

(Todos entrando)

Felipe: - Oi, gente. (sentado enquanto toma uma sopa)

Dylan: (rindo) – Novidade.

Cindy: - Vocês aceitam sopa?

Robert: - Olá? (entrando na casa e parecendo meio desconfiado) – Tudo certo, vovó?

Cindy: - Oh, sim. Esse grupo adorável está precisando de ajuda. O carro deles quebrou.

Elliot: - Boa tarde.

Cindy: - Opa, meu velho. Conseguiu alguma coisa?

Elliot: (negando com a cabeça)

Cindy: - Oh… entendi.

Elliot: - E quem são esses jovens? Estamos adotando? (rindo)

Cindy: - Não… não… eles ficaram presos na estrada e estão aguardando o táxi.

Elliot: - Acho meio difícil… ouvi dizer que está vindo uma nevasca.

Paris: - Nevasca? (correndo até a janela) – Nããããããããããããããoooooooooooo!!!!!!

(Todos começam a falar juntos)

Guilherme: - Gente… (acenando com a mão) – Gente!!

(todos olhando para Guilherme)

Guilherme: - Respeito. (olhando para Cindy, Elliot e Robert)

Felipe: - Vamos conversar lá fora?!

Sim. Eles estavam presos naquele lugar. E faltavam apenas seis horas para o início da festa. Cindy e Elliot afirmaram para os jovens que eles poderiam esperar o quanto quisessem. Eles sentaram na sala, meio desanimados. Elliot e a esposa foram conversar na cozinha, enquanto Robert saiu para pegar lenha. O casebre era grande, mas muito antigo. O interior da casa continuava frio, mesmo com a lareira acesa.

Elliot: - Não consegui a comida. Já estamos devendo bastante.

Cindy: - Bem… podemos tomar uma sopa e…

Elliot: - E os convidados?

Robert: (entrando e colocando a madeira na mesa) – Está aqui.

Elliot: - Vai perguntar se eles querem alguma coisa.

Robert era um bom menino, ele tinha 15 anos e havia perdido os pais ainda cedo. Ele morava com os avós e os amava muito. De todo o grupo, Paris era a única indignada por perder a festa. O resto já haviam se conformado. Eles planejaram uma festinha no trailer.

Wong: - Posso fazer massa. Vocês trouxeram macarrão?

Guilherme: - Sim. Também tem frango.

Paris: - Sério que vocês vão desistir?

Felipe: - Não temos outra opção.

Paris: - Aff. (sentando no sofá) – Pelo visto vou ter que beber bastante hoje.

Dylan: - Ei, Robert. Tem algum lugar que venda comida, por aqui?

Robert: - Tem um comércio bem perto. Vocês querem comprar alguma coisa?

Dylan: - Sim. Pelo visto vamos passar o Ano Novo no trailer. Você pode nos acompanhar?

Dylan, Guilherme e Wong seguiram para o mercado do vilarejo, Felipe e Kaity seguiram para o trailer. Paris e Nariko permaneceram na casa de Cindy. A jovem japonesa se ofereceu a ajudar Cindy em alguns afazeres domésticos, Paris ficou sentada na sala se lamentando por perder o show de Ano Novo.

Nariko: - A senhora não vai fazer Peru?

Cindy: - Não temos. Vou fazer uma sopa de cebola.

Nariko: - Posso ajudar a senhora. Já que demos trabalho.

Paris: (entrando na cozinha) – Sabe quem vai tá na festa? A Rihanna. Ela… ela.. aquela vaca vai usar um vestido parecido com o meu.

Nariko: - Bem. Então… ele não era tão exclusivo assim.

Paris: - A tia Stella vai me ouvir. (dando um gritinho) – Que ódio!

Nariko: - Quer cortar cebola?

Paris: (fazendo cara de nojo) – O seu Elliot está me chamando, com licença. (saindo da cozinha)

No Brasil, John aproveitou para investigar a vida de Felipe. E para sua alegria ele encontrou um documento que usaria para separá-lo de Guilherme. John ligou para Nick e contou todo o plano. Enquanto isso, os jovens chegavam no supermercado, o local na verdade era uma bagunça total. Richard ficou esperando o grupo do lado de fora.

Caixa: - Ei, o que o neto do Elliot está fazendo do lado de fora?

Gerente: - Sei lá. Será que veio implorar por comida?

Guilherme olhou para Wong que engoliu seco. Eles conseguiram comprar vários ingredientes para fazer um jantar descente. Guilherme aproveitou para comprar outras coisas também. Felipe chegou no motorhome e a neve parecia ainda mais espessa. Com dificuldade ele abriu a porta e tentou dar a partida, sem sucesso.

Kaity: - Se a gente não conseguir ligar…

Felipe: - Calma. Vamos dar um jeito. Acho melhor a gente voltar para a casa da Dona Cindy.

Kaity: - Será que fazemos a ceia lá?

Felipe: - Acho que não vai ter problemas, né?

Kaity: - Espero que não.

Guilherme, Wong e Dylan chegaram com várias sacolas. Cindy e Elliot se impressionaram com a quantidade de alimento. Paris começou a reclamar que ficaria presa naquele lugar, enquanto Rihanna usaria o mesmo vestido que ela. Não demorou muito para Felipe e Kaity retornarem.

Felipe: - Não tem como cozinhar naquele lugar não.

Dylan: - Puxa. Sinto muito galera.

Guilherme: - Dona Cindy… seu Elliot… será que poderíamos dormir aqui? Não conseguimos mais chama táxi… e a tempestade de neve se aproxima.

Wong: - Compramos ingredientes para fazer uma mega janta de ano novo, então vocês não vão ter trabalho.

Paris: - Querida. Onde fica o banheiro?

Cindy: - Richard. Leve a moça até o banheiro.

Richard: - Venha comigo. (subindo as escadas)

Paris: (pegando uma mala pesada) – Com licença. (subindo)

Guilherme, Nariko, Wong e Dylan ficaram responsáveis pelo jantar. Kaity e Felipe foram conversar com Elliot na sala. Paris decidiu tomar um banho e usar o vestido na noite de Ano Novo. Ela removeu toda a maquiagem, prendeu o cabelo, entrou no box e ligou a água.

Paris: - AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!

Cindy: (rindo sem graça) – Esqueci de avisá-la. Estamos sem água quente.

Nariko: (rindo) – Pera ai. (pegando uma panela e fervendo a água) – Acho que ela vai ter que tomar banho da forma antiga. (pegando a panela e subindo as escadas)

Felipe: - Essa Paris é uma piada.

Kaity: - (rindo)

Elliot: - Espero que ela esteja bem.

Kaity: - Seu Elliot. (levantando e indo até um grande piano) – O senhor toca?

Elliot: - Não. É o Richard… essa é uma das poucas lembranças que ele tem dos pais.

Kaity: - O nosso amigo Guilherme também toca piano.

Elliot: - Quem sabe eles não fazem um show hoje a noite. (rindo)

Cindy pegou Richard olhando algumas fotos antigas de seus pais. A avó do jovem pegou em seu ombro e depois lhe deu um abraço bem forte. Ele disse que estava feliz por ter a presença dos avós, mas sentia muita falta dos pais.

Richard: - Acho que a nossa vida seria mais fácil. Desde quando cheguei aqui… eu só trouxe problemas.

Cindy: - Não diga isso. Esses problemas financeiros passarão. Você vai ver… precisa… precisa ter um pouco de fé.

Richard: - Eu sei, mas fica difícil. Eu prometo que vou me esforçar para dar uma vida melhor para vocês.

Cindy: - Eu sei disso querido. E seus pais ficariam orgulhosos.

Paris: (vestindo a roupa, mas ouvindo toda a conversa – respira fundo)

Cindy: - Agora desce que o pessoal está esperando. (saindo do quarto)

O banquete ficou pronto. Realmente, os cozinheiros se superaram e conseguiram fazer coisas deliciosas para a ceia de Ano Novo. Richard estava sentado no sofá quando Paris desceu da escada. O coração do jovem acelerou e ele viu a cena toda em câmera lenta.

Paris: (olhando para o jovem) – Gostou do vestido?

Richard: (nervoso) - S...s...s...siiiiim. Ad-ado-adorei.

Paris: - Veste melhor em mim do que na Rihanna, né?

Richard: - Claro. Veste sim.

Guilherme: (entrando na sala) – Gente. A janta está pronta. Vamos?

O jantar correu de forma satisfatória. Felipe comeu mais do que os outros. A Paris passou a noite chorando por causa do show. Cindy e Elliot agradeceram pela janta. A senhora perguntou dos jovens quais eram suas resoluções de ano novo.

Guilherme: - Bem. Espero começar a faculdade de direito… e… continuar ao lado da pessoa que amo… e continuar tendo amigos maravilhosos. (levantando a taça)

Dylan: - Eu quero continuar morando em Londres… e ter essas oportunidades de desbravar a Europa… conhecer gente do bem… e amigos. E quem sabe… pedir a Kaity em namoro… (rindo)

Paris: - Arrasou!

Nariko: - Quero concluir meus estudos e continuar também em Londres. Quero ser a primeira engenheira eletrônica da minha família.

Felipe: - Esse ano já foi muito bom para mim. Não sou o tipo de cara que gosta de planejar as coisas… mas no futuro quero fazer uma faculdade de medicina ou direito. E continuar amando a pessoa que eu amo. (rindo e piscando para Guilherme)

Paris: - Eu quero tudo! Quero mais dinheiro, mais sucesso e mais festas! (levantando a taça e rindo)

Wong: - Quero mais momentos como este em 2011.

Kaity: (levantando e chegando perto de Dylan) – Dylan…. (se ajoelhando) – Quer namorar comigo?

(Todos ficam surpresos)

Dylan: - Eu… eu… quer dizer… eu… eu…

Elliot: - Aceita meu jovem.

Dylan: - Eu aceito, claro que aceito. (se ajoelhando e beijando Kaity)

Paris: - Que fofo.

Cindy: - E você Richard? Qual sua resolução de Ano Novo?

Richard: - Para que? Essa coisa é bobeira. (saindo da cozinha)

Guilherme: - Bem… er…

Cindy: - Desculpem. Essa época do ano o deixa muito sensível.

Elliot: - O nosso filho e o esposo dele morreram em um acidente de carro na época de ano novo.

Guilherme: - Nossa. Que barra.

Felipe: - Lamento. (dando a mão para Guilherme)

Paris: (tomando um gole de champanhe)

(Richard começa a tocar o piano, todos vão até a sala)

O telefone toca. É a empresa de táxi avisando que um carro foi liberado para levar o grupo para a festa. Cindy e Elliot agradeceram pela janta. Paris arrumou a mala em cinco segundos, mas encontrou todos tristes na sala.

Paris: - Gente é a Rihanna… eu não posso deixar aquela vaca usar o mesmo vestido que eu. Preciso ser vista.

Dylan: - Bem… err….

Nariko: - Tava tão divertido aqui e…

Paris: - Ahhh… não! Vocês não vão querer desistir. Isso é tudo culpa do Dylan.

Dylan: - Minha?!

Guilherme: - Isso é verdade. Você ligou o GPS e deu a ideia de acampar.

Todos começam a falar alto e ao mesmo tempo. Richard continua tocando e Kaity reconhece a melodia. Cindy e Elliot sentam perto da lareira, eles ficam rindo dos jovens discutindo.

(Kaity começa a cantar baixo, mas vai aumentando o tom de voz)

Kaity:

Os antigos conhecidos deveriam ser esquecidos

e nunca relembrados?

Os antigos conhecidos deveriam ser esquecidos

e os velhos tempos*!

Pelos velhos tempos, minha querida

Pelos velhos tempos

Ainda tomaremos uma xícara de bondade

Pelos velhos tempos

=======

Felipe e Guilherme se olham com cumplicidade. Nariko e Wong sentam no sofá. Dylan fica perto de Kaity. Eles realmente não sentiram vontade de ir embora. Paris se despede de todos e segue para o táxi. De longe, ela vê fogos de artificio vindo de Glasgow. Ela entra no táxi, olha para a casa de Elliot e Cindy.

Taxista: - Vai só você mesmo?

Paris: - Sim.

Taxista: (saindo com o carro)

Paris: - Espera. Espera. A Rihanna não vale tanto. Eu pego essa vaca em outro momento.

Taxista: (parando)

Paris: - Eu não vou mais.

Taxista: - Sério? (olhando para Paris) - Você me faz vir lá do outro vilarejo para cá e não vai comigo.

Paris: (abrindo a bolsa e tirando várias notas) - Pegue. (entregando para o motorista) - Tenha um feliz ano novo. (saindo do carro e voltando para a casa de Cindy)

Taxista: (olhando assustado para o dinheiro) - Moça... aqui tem... muito... muito... dinheiro.

=======

Paris: (entra na casa cantando) -

E certamente, você pagará pela sua e eu pela minha

Ainda tomaremos uma xícara de bondade

Pelos velhos tempos

Paris e Kaity:

Nós dois já corremos pelas colinas

E colhemos margaridas

Mas já vagamos cansados por muitos lugares

Desde os velhos tempos

========

John: (entrando na casa de Felipe) - Dona Maria? Tudo bem?

Tradutora: - Olá, Dona Maria?

Maria: - Boa tarde? Vocês desejam alguma coisa?

John: - Eu quero conhecer mais do Felipe. (olhando para a tradutora) - Faça a acreditar que eu gosto do filho dela. Preciso saber sobre o passado do Felipe nesse lugar.

Tradutora: - O seu John queria visitar a senhora antes de ir. E conversar também sobre o Felipe. Sabe como é. Ele se preocupa muito com o bem-estar de seus funcionários. E o John acha que o Felipe tem um grande futuro em Londres, mas precisa saber sobre o trauma que o seu filho esconde.

Maria: - Bem é uma história bem longa.

Tradutora: - Ela disse que é uma história bem longa.

John: - Eu tenho todo o tempo do mundo. Todo o tempo do mundo.

========

Paris:

Pelos velhos tempos, minha querida

Pelos velhos tempos

Ainda tomaremos uma xícara de bondade

Pelos velhos tempos

Kaity:

Nós dois remamos na corrente

Do Sol da manhã até a noite

Mas os mares entre nós já bravejaram muito

Desde os velhos tempos

========

Guilherme: - Feliz Ano Novo. (beijando Felipe)

Felipe: - Feliz Ano Novo, amor.

Dylan: (olhando de forma apaixonada para Kaity e piscando)

Kaity: (Se aproxima de Dylan e o abraça)

Paris: (pega no ombro de Richard que está tocando o piano)

Wong: (abraça Nariko) - Feliz Natal. (falando em Japonês)

Nariko: - Feliz Natal. (beijando Wong)

Elliot: - Quem diria que a casa estaria cheia em uma noite de Ano Novo. Como nos velhos tempos.

Cindy: - Como nos velhos tempos. (pegando na mão do esposo)

========

Paris e Kaity:

Pelos velhos tempos, minha querida

Pelos velhos tempos

Ainda tomaremos uma xícara de bondade

Pelos velhos tempos

Ainda tomaremos uma xícara de bondade

Pelos velhos tempos

Sim. Felipe e Guilherme aproveitaram muito esse momento, mas deveriam ter aproveitado mais. O início do Ano para os dois vai trazer muita dor e decepções. Ah, se eles pudessem voltar no tempo.

Comentários

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15/02/2017 15:56:37
Gostei :*
15/02/2017 06:01:50
Que fofo apoio a Paris com o Richard e o jhon tem que tomar no cu pq ele tá muito saidinho.
14/02/2017 03:56:06
MARAVILHA. MAS DESEJO UM FINAL DESESPERADOR PARA JOHN E NICK.
13/02/2017 13:37:03
Muito bom :)
13/02/2017 07:00:17
Excelente como sempre




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