Casa dos Contos Eróticos


Provocações #7 - O Swing

Um conto erótico de Mateus
Categoria: Homossexual
Data: 02/02/2017 05:31:17
Nota 9.67

Roberto, o homem da platéia no dia do Show de Sexo, deixou combinado para que fossemos a sua casa em um sábado ao anoitecer, nos convidou para uma trepada é um jantar. Gabriel estava ansioso, tinha achado o cara um tesão, eu adorava ver minha putinha empolgada quando aparecia uma putaria.

- Vai dar gostoso pra ele? - Perguntei um dia enquanto ainda estávamos na cama, debaixo do edredon.

- Vou- ele respondeu - Você sabe que eu vou...

- Ele tem cara de ser bem violento - falei, beijando sua boca.

- Quanto mais, melhor - ele disse rindo.

- Putinha - falei baixinho enquanto ele já pegava no meu pau pra nossa transa da manhã.

Sábado chegou, tomamos um banho juntos, Gabriel foi responsável por lavar meu corpo, depois ele foi responsável por enxugar meu corpo com sua língua. Fiquei assistindo ele se arrumar, deitado na cama ainda pelado, ele passou um creme no corpo, colocou uma jockstrap preta, a bunda linda de fora. Vestiu uma calça preta, uma camiseta preta, estava lindo.

- Vai ursão, se arruma! - ele disse, adorava quando ele me chamava assim. Beijei sua boca com um desejo gritante, era só eu chegar perto ele já pegava no meu pau, beijava sua boca e ele batia uma pra mim. Meu pau meia bomba. Olhei pra ele.

- Vamos atrasar se você continuar - eu disse.

- verdade - ele disse rindo e tirando a mão do meu pau.

Coloquei uma boxer preta, vesti uma calça jeans é uma camisa xadrez.

Roberto mora em uma mansão, uma casa bem grande e maravilhosa. Toquei a campainha, Gabriel segurava minha mão, beijando meu ombro. Ele abriu a porta, que sorriso, era realmente um homem bonito. Agora de perto dava para ver ainda melhor, era grande, bem grande, tínhamos o mesmo tamanho, ele era levemente mais forte que eu, os olhos verdes eram maliciosos, a boca grande e carnuda, a cabeça raspada por completo. Estava de camiseta vermelha, uma bermuda jeans. Ele sorriu ao nos ver.

- Sejam bem vindos - ele disse com seu vozerão - Vocês estão lindos.

Ele disse isso e me deu um beijo delicioso na boca e depois beijou Gabriel com a mesma intensidade.

Entramos na casa dele, na sala estavam paradas duas pessoas. Pareciam pai e filho, ambos gordinhos, bem lisinhos, brancos, estavam só de jockstrap vermelha, os dois, as bundas eram espetáculares, eu estava duro só de olhar aquelas bundas. Eles sorriram, loiros, estavam vermelhinhos, eu fiquei tão tarado que segurava meu pau sem perceber.

- Que fome hein - disse Roberto no meu ouvido dando uma gargalhada poderosa.

Gabriel me olhava safado, apertou meu pacote encarando Roberto.

- Ah! E tá mesmo com fome - disse safado rindo.

- Quero apresenta-los aos meus companheiros, minhas putinhas, meus amores... Este é Frederico e este é Rafa... Sim, eles são pai e filho! - ele disse com orgulho no meio dos dois.

Meu pau endureceu na hora, que porra era aquela, pai e filho? Mesmo? Eu queria os dois! - Pensei em fazermos um swing, sei que o ursão aí tá pirando pra comer esses dois... E se não me engano, os dois estão piscando os cuzinhos agora. Sirva-se Ursão!

Gabriel beijou minha boca com tesão me livrando da camisa, depois empurrou Roberto no sofá, sentou em cima daquele homem e beijou sua boca. Os dois me olhavam, eu cheguei perto, beijei o mais novo, que boca deliciosa, chupava minha língua, seu pai chupava meu pescoço, apertava as bundas dos dois, sentindo a maciez daqueles rabos. Puxava os dois enfiando a mão no meio das bundas, beijei O pai agora, ele tinha a boca macia como o filho, chupava minha língua enquanto seu filho chupava meu mamilo.

Gabriel arrancou a camiseta de Roberto, apertava seus músculos desenhados, o machão levantou os braços, flexionando os bíceps que Gabriel lambeu com tesão.

Ajoelhei, os dois colocaram as bundas na minha cara, abri as nádegas do pai, aquele cu piscando, rosa, lisinho, soquei a língua ali e ouvi seu gemido sensual, o filho do lado, abria a bunda pra mim, soquei a língua no rabo dele logo depois. Olhei pra cima, os dois se beijavam acariciando seus rostos. Gabriel arrancou sua camiseta, Roberto beijava aquela barriga trincada, lambendo, Gabriel gemia pra ele, puxando o cara pra ele. Vi Gabriel apertando o pau do cara, enquanto o cara chupava seus mamilos. Levantei puxando o mais novo, beijei sua boca, chupei seus mamilos, o moleque gemia gostoso. O pai admirava, ajoelhou e foi abrindo minha calça, meu pau pulou pra fora, o pai me encarava com a minha rola no rosto.

- Olha essa rola, filhão! - ele disse - Vai dar trabalho.

- Que delícia papai - disse Rafa - A gente dá conta!

Os dois ajoelharam aos meus pés, seguravam meu pau como se fosse um tesouro.

- Primeiro os mais novos - disse Frederico guiando meu pau para a boca do seu filho.

Rafa cuspiu na minha rola e depois socou meu pau na boca, urrei com aquilo, seu pai chupava meu saco, os dois babavam no meu pau, me olhando, me encarando, me devorando com os olhos.

Gabriel estava só de cueca, ajoelhado no meio das pernas de Roberto, tirou o cacete poderoso do cara da bermuda, era grosso e grande, mas menor que o meu, ele cuspiu naquele caralho, socou na boca, Roberto me encarava enquanto meu namorado chupava seu pau com absurda vontade. Pai e filho brincavam com meu pau, cuspindo, chupando, brigando para ver quem ia chupar, lambiam as bolas, se olhavam, beijavam com meu pau no meio das bocas, meu pau pulsava forte, meu corpo tremia, os dois sugando meu caralho com tesão, eu passava a mão nos rostos deles, que me encaravam sempre. Gabriel chupava com tesão, Roberto já fodia sua boca fazendo ele engasgar com o caralho dele. Fiz o mesmo com Frederico que ao engasgar tirou meu pau da boca e cuspiu na boca do filho que em seguida socou meu pau fundo na boca, engasgando e cuspindo na boca do pai, os dois se beijaram segurando meu pau. Gabriel Rebolava chupando aquele pau, Roberto Urrava como um animal. Socava na garganta de Gabriel com fúria. Eu fodia a boca das putas dele e ele fodia a boca da minha. Nos dois nos olhavamos, tarados, famintos, orgulhosos. As putinhas se delíciando com meu pau, cuspindo, eu estava babado, meu pau babava com abundância. Eu apertava meus mamilos. Gabriel brincava com o piercing na cabeça do pau de Roberto, a cabeça vermelha do pau dele tinha um piercing na fenda, era grande, Gabriel puxava com os dentes, encarando aquele macho com tesão. Roberto deu dois tapas na cara dele, Gabriel riu gostoso, cuspindo no pau do cara. Segurei Frederico no meu pau, fodendo ele com força, ele engasgou e cuspiu no meu pau, Seu filho faminto socou meu pau na boca, segurei ele pela cabeça, fodi a garganta dele com força, ele engasgou, me encarou com os olhos cheios de lágrimas, seu pai beijou a sua boca com meu pau no meio, as bocas deles me chupavam, meu corpo se arrepiava com aquilo. Pai e filho dividindo meu pau. Comecei a ficar louco, fodia a boca de um, depois do outro, coloquei as bocas unidas enfiando meu pau no meio das bocas. Gabriel tinha sentado no colo de Roberto, a rola do cara na bunda dele, sem penetrar, ele Rebolava ali, beijava a boca do cara, que cuspia e batia naquela bunda com vontade. Puxei os dois pelo cabelo e fomos para o sofá, ao lado de Roberto e Gabriel. Sentei de pernas abertas, pelado, coloquei Frederico sentado na minha cara e seu filho mamava meu pau. Chupava aquele cu maravilhoso, socando a língua, cuspindo, beijando sua bunda espetácular. Rafa mamava afoito, segurava meu saco, cuspia, engasgava, ele assistia o pai dele sentado na minha cara. Roberto sentou bem perto de mim, colocou Gabriel sentado na cara dele, quando começou a chupar seu cu, ouvi Gabriel urrar. Rafa intercalava as rolas, chupava a minha e chupava a de Roberto. Babava nas duas, desesperado, eu línguava aquele rabão com fome ouvindo os gemidos dele com os gemidos de Gabriel. Quando Rafa enfiava meu pau na boca eu gemia alto, a próximidade do corpo de Roberto fazia com que o suor começasse a cair mais rápido. Gabriel caiu deitado naquele corpo enorme, socou a rola de Roberto na boca, a bundona na cara dele, Roberto me encarou quando Frederico saiu para dar lugar ao filho, não sei explicar, mas era um olhar de cumplicidade, eu ia comer suas putas e ele a minha. Era algo como respeito, não sei dizer. Pai e filho ajoelhados no meio das minhas pernas, Gabriel no meio das pernas de Roberto, chupando como animais. Senti a mão de Roberto no meu peito, ele alisava meus pelos, olhei pra ele, ele estava perto, tão perto que eu sentia seu cheiro de macho, ele lambeu minha boca, lambi a dele, nos beijamos, intensamente, foi um beijo insano, ele me devorava e eu devorava sua boca, foi um beijo meio gladiador, forte, intenso, ele cuspiu na minha boca e eu cuspi na dele. Voltamos a nos beijar. Os três mamando, cuspindo, Rafa agora ajudava Gabriel, os dois chupando Roberto e Frederico mamando meu pau. Gabriel e Rafa cuspiam, lambiam, riam, Frederico mamava com força, fazendo meu corpo suar ainda mais. Minha boca procurava a de Roberto com desespero, com fome. Gabriel socou a minha rola na boca, dividindo com Frederico enquanto Rafa cuidava do pau de Roberto.

- Olha isso, que tesão! - disse Roberto no meu ouvido, baixinho, só pra mim- Olha como eles amam esses caralhos, adoro ver esse desespero, essa fome.

- Uau, eu estou louco - eu disse - Não sei explicar...

- Tesão, rapaz

Eu olhava o pau de Roberto e minha boca enchia de água, meu corpo esquentava, minha mente viajando, meu nariz infalava com o cheiro de macho, meu corpo suava, eu tremia. Fiquei de pé, empurrei Gabriel e Frederico, tirei Rafa daquele pau, ajoelhei sem olhar para os lados, peguei o pau dele e soquei na minha boca, olhos fechados, sugava seu pau com fome, meus olhos fechados, sentia seu gosto, sua textura, a grossura de seu pau. Mamava afoito, querendo sentir a sua masculinidade dentro da minha boca. Abri os olhos e olhei fundo nos olhos de Roberto bem a tempo de ver sua boca abrir e falar a seguinte frase:

- Bom Garoto.

Quando ouvi isso meu corpo inteiro se arrepiou, senti meu corpo aquecer como febre, meu cu piscava, subi no colo dele faminto, beijando sua boca, chupando sua lingua e sentando naquele colo, suas mais foram para o meio das minhas pernas, ele atolou a mão no meu cu, gemi baixo no seu ouvi, ele cuspiu na mão e passou no meio do meu rabo, mordi os lábios gemendo alto, senti seu dedo entrar, segurei ele pela cabeça, beijei sua boca, enquanto ele me dedava. Frederico, Rafa e Gabriel estavam ocupados, pai e filho chupavam com maestria, babando naquele pau.

Chupava a língua de Roberto, mandei ele enfiar mais um dedo, ele gargalhou e socou, agradeci, ele me virou, me colocou no seu colo, deu tapas e mais tapas, eu tremia no seu colo, assistia Rafa chupando Frederico junto com o filho, os dois beijavam, se esfregavam, cuspindo na cara um do outro, Frederico dava risada, fodendo a boca deles vez ou outra.

Roberto deixou minha bunda peluda vermelha. Me deitou no sofá, mordeu a minha bunda, separou as nádegas com as mãos, cuspiu no meu cu, dedos novamente, enfiou o rosto ali e começou a me chupar, ele lambia meu cu batendo na minha bunda. A língua potente dele buscava entrar em mim, quando entrava eu gemi ainda mais alto. Rebolei pra ele, Rebolava minha bunda pra ele. Meu corpo suava junto ao dele. Sentia seus dedos me fodendo, queria falar mas não tinha forças. Enquanto eu era locado sentado no colo do troglodita, Rafa sentava a vara no Frederico, puxava a cabeça do filho pra assistir, mandava o Moleque assistir o quanto o pau dele ia detonar aquele rabo. Estava sensual, a voz rouca, o corpo branco e extremamente malhado estava rijo e coberto de suor. Meu cu piscava de fome quando senti a cabeça de Roberto entrar em mim, gritei e ele tapou minha boca.

- Deixa eu entrar - ele disse.

- Entra - falei.

Ele foi socado, meu cu abria pra ele, meu corpo suava, quente como fogo, meu rabo ia sendo devorado aos poucos. Quando fiquei sentadinho naquele pau a gente se beijou. Ele era tão forte que me segurava com facilidade, comia de maneira ágil, gostosa, beijando meu corpo, minha boca, eu me deixava levar, deixava ele conduzir. Roberto metia bem, ritmado, seu rosto se contorcia de maneira sensual, ele cuspia na minha boca. Gabriel comia Rafa e era comido por Frederico. Eles se beijavam loucos, deitados no chão dá sala, se possuindo, se comendo. Eu e o Roberto fodiamos com força, segurava no peito dele e ele usava sua força. Empurrei ele, virei de frente para ele, sentei naquela rola e cavalguei, me apoiando naquele peitoral suado e peludo. Sentava naquele pau com força. Quicava como Gabriel quicava. Gemia e pedia mais, mais, eu pedia mais, eu queria mais. O filho da puta dava mais. Metia pesado, segurando meus braços com uma mão e a outra metia tapas na minha cara. Eu gemia tão alto, tão vulgar, lambendo aquele macho quando podia.

Gabriel enfiava seu pau na boca de Rafa, Depois socava no cu de Frederico, intercalava cu e boca, cu e boca. De quatro no chão eu assistia Rafa chupar o pau com gosto do pai dele. Roberto fodia meu cu, me enforcando, meu pau babava, estava duro e pulsando. Ele metia forte e falava as maiores putarias no meu ouvido.

- Olha como já virou putinha rápido, olha esse cu, rebola pra mim, hein? Rebola cachorrinha. Vou te foder até você implorar pra eu parar.

- Mete forte então - me surpreendi respondendo - Tá comendo macho, não tá comendo putinha, mete que nem macho, arromba esse cu.

- Vou arrombar, porra!

- Isso! Me arromba - pedia.

Perdia o ar com a chave de braço, ele soltava, metendo forte, meu cu rasgava, eu tremia, Rebolava mais e mais. Ele ficou de pé meteu o pé na minha cara e voltou a me comer, nunca alguém tinha me comido assim. Gosto de sexo anal, gosto de dar, mas são raras as ocasiões... Essa era uma delas. Ele metia absurdamente forte. Os tapas na bunda e o pé na minha cara, uma putinha obediente. Gabriel era um louco, trepava forte, as bundas empilhadas, pai e filho, um em cima do outro onde Gabriel metia intercalando os rabos, estava louco fodendo, suado até os ossos, batia, cuspia, puxava cabelo.

- Que tesão esses rabos, vou foder pai e filho hoje, juntinhos, vou rasgar o cu dos dois, sente essa rola? Sente?

- Mete no meu filho, mas mete de acordo, ele precisa aprender mais r mais, soca fundo, doutrina ele

- Olha como papai cuida de mim... Me doutrina, me faz de puta. Amo esse homem. - disse Rafa.

Eu não parava de rebolar, ele me colocou de pé, o pé em cima do sofá, ele por trás, me fodendo de pé, tapando minha boca, metendo pra valer. Não lembro bem, mas em seguida Gabriel estava sentado, eu deitado no peito dele, de frango assado, Roberto comia tão forte que Gabriel me fazia carinho e mandava eu me acalmar. Mas ele encarava Roberto e dizia:

- Mete, fode ele como um animal, vai, rápido, forte, Mete forte nesse cu! Quero ver o que ele aguenta.

Ele Beijava minha testa, passava a mão no meu rosto, fazendo carinho e mandava Roberto me açoitar, metendo mais e mais. Roberto e Gabriel se encaravam, conversam com o olhar, eu gritava, ele metia mais e mais, comecei a bater uma intensa. Meu gozo me inundou, eu tremia, ele arrancou o pau do meu cu e batia uma com a rola na minha cara. Rafa e Frederico gozaram em mim, me melando, eu olhando eles de baixo quando o gozo de Roberto acertou todo o meus rosto, a porra leitosa, encorpada, lambia os dedos que passava no rosto, sugava cada gotinha de porra deles. Roberto se ajoelhou, me beijou, passando a mão em mim.

- Nunca mais seja putinha assim de novo, se eu sentir cheiro de você sendo essa puta, eu vou te roubar e você nunca mais vai voltar a ser aquele macho, vou te roubar, vou foder você até você implorar pra eu parar e eu não vou parar.

Comentários

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27/06/2017 10:33:30
Delicia
02/02/2017 13:08:40
Muito bom ótimo conto




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