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A mulher não levou fé, o enteado levou ferro

Categoria: Homossexual
Data: 28/02/2017 22:00:03
Última revisão: 01/12/2017 01:44:56
Nota 9.80
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Sou o Bruno, um maluco responsa de 30 e poucos anos, moreno, alto, careca, algumas tatuagens e barbudo. Fiz academia até os 20 e tantos, mas com o avanço da idade fiquei mais acomodado. Nunca fui de esquentar a cabeça com muita coisa, sempre fui muito tranquilão e sem neurose com nada. Comecei a trabalhar desde cedo, mas aproveitei a juventude ao máximo, enchendo as novinhas de pica e de vez em quando jogando um leite na boca dos amigos viados que pediam rola, estávamos aí pra isso. Como sempre, a rotina da vida vai modificando nossos rumos e, já na casa dos trinta, acabei conhecendo a Stela, uma mulher um pouco mais velha, mas muito fogosa e com um corpo espetacular. Começamos um relacionamento até que maneiro e bastante duradouro, que me fez parar com toda a vida de safadeza que tinha pela rua. Minha única preocupação real foi que a intimidade cresceu e ela sugeriu de morarmos juntos, trazendo consigo um moleque nos 18 anos que era seu filho. A história começa daí.

No início da vida em casal, quase não vi o molecote em casa. Eu saía de manhã pra trabalhar, antes dele acordar, e voltava no fim da tarde. Nesse tempo, o Lucas ia pro colégio e passava a maior parte do dia fazendo curso preparatório, retornando só pela noite quando eu já estava descansando pro dia seguinte. Era até bom assim, porque a Stela chegava praticamente junto comigo e podíamos transar sem nos preocupar com quem pudesse ouvir. Além disso, como morava sozinho até sua chegada, tinha o hábito de estar sempre peladão dentro de casa, com a rola balançando de um lado pro outro mesmo, e sem o moleque ali pra ver não tinha problema. Com a chegada das férias, a imagem do Lucas finalmente se fez presente e aí fomos tendo mais contato, de forma controlada e segura da minha parte.

- Bom dia.

- Bom dia, Bruno. Tudo bem contigo?

- Tudo indo, garoto. Estudando bastante?

- Ah, normal..

Em pouco tempo, percebi se tratar de alguém bastante estudioso e focado. Por conta da minha experiência de vida e por ter vivido a juventude no meio onde tinha muito viado, cogitei seu comportamento como meio duvidoso, mas deixei passar, porque Lucas ainda era jovem e fazia mais o tipo nerd reservado do que viado incubado. Além do mais, eu era apenas o padrasto, não tinha filho daquela idade pra precisar de ter certas conversas. No geral, nosso contato era bastante respeitoso e foi melhorando conforme Stela viajava em seus seminários pelo país, nos deixando a sós durante dois ou três dias seguidos. Vez ou outra, juntávamos na sala pra beber uma cerva e aí até assistíamos algum filme bom que tivesse passando.

Numa das vezes em que Stela viajou no fim de semana e nos deixou a sozinhos, peguei o moleque saindo do nosso quarto na encolha. Ele ficou visivelmente constrangido com a minha chegada repentina no exato momento em que parecia armar alguma coisa, mas não dei muita bola pra ele não achar que eu tava puto ou algo do tipo, tentei até descontrair.

- Te peguei, né!?

- Bruno!!

- E aí, o que tá aprontando?

- Não, é que eu vi a porta aberta e..

- Relaxa, cara!

Ele ficou bem nervoso e eu pensativo, mas entrei no quarto e fechei a porta, dando a oportunidade necessária pra que se mandasse. Enquanto estive ali, pensei em várias possibilidades do que Lucas poderia ter ido fazer, até vasculhei algumas gavetas, mas não percebi nada fora do lugar. Dei um tempo e saí. Cheguei a comentar esse fato com a Stela, mas sem intenção de levantar qualquer suspeita, e sim como se fosse uma curiosidade só pra ver o que ela pensaria a respeito. Eu tinha minhas dúvidas, porém precisava de saber o quão transparente ela pensava que fosse o filho.

- Acho que vou conversar com o Lucas, amor. Hoje ele tava sozinho aqui no quarto, de repente tá precisando de um amigo..

- Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHHA

Sua reação foi cômica e surreal. Sem dúvidas, ela não conhecia o filho que tinha. Taquei piroca nessa noite pra matar as saudades que tava dela. Como hábito, fiz gozar e a safada dormiu satisfeita. Não sei porque não consegui mais leitar direito depois que passamos a morar juntos, tendo sempre que finalizar na mãozada. De repente era o receio de exagerar no barulho e o moleque acabar escutando o que eu fazia com a mãe dele, não sei dizer bem. Finalizei minha parte no trabalho dela e levantei no sapatinho até o banheiro.

Andei pelo corredor escuro e entrei pela porta com a piroca dura de tesão. A casa estava silenciosa, então não me preocupei em fechá-la, só botei o rolão mirado no vaso e comecei a largar o mijo que veio com certa dificuldade por conta da ereção. Mijar de pau duro é uma porra. Levei algum tempo e terminei, começando um movimento lento de punheta, sem nem chegar a cobrir a cabeça com o prepúcio, só rapidinho. A caralha enrijeceu ainda mais, sem qualquer sinal de brincadeira, e em pouco tempo já tava babando toda mal educada. Fechei os olhos e levantei a cabeça, esquecendo do mundo e pensando somente em mulheres que achava excitantes. A mente deu aquela escorregada inevitável pro que eu mais queria esquecer: o Lucas, meu enteado. Seu corpo liso, fino, porém com as curvas certas, nos lugares certos, ficou preso na minha consciência, e pesou tanto que a caceta ficou daquele jeito, doida pra dar uma entrada no rabinho do filho da puta e encher o cuzinho de porra bruta, grossa, espessa, bem quente. Em todas as possibilidades, eu só me perdi de desejo, lembrando do que fazia com os viadinhos quando mais novo, querendo a todo custo qualquer sinal de que meu enteado tava a fim de levar uma boa duma pirocada naquela raba grande que tinha, sentando com o cu em mim e tendo as pregas arregaçadas pela minha vara. Senti o gozo vindo de longe, quando abri os olhos de relance e me assustei com o próprio Lucas na minha frente, observando atentamente o que eu fazia com tanta dedicação e atenção, pensando nele mesmo. Foi que nem susto.

- Garoto!?

- O-oi, Bruno..

Meu tom o deixou sem graça, sem saber o que dizer, talvez até mais do que eu mesmo fiquei, mesmo com o caralho grosso e envergado na mão, babando testosterona líquida.

- A porta tava aberta, eu..

- Relaxa, Lucas! - tentei.

Só aí lembrei de esconder a piroca, o que de nada adiantou por conta do tesão da punheta interrompida. A todo momento, o moleque me manjou sem dó nem piedade, dando cada vez mais o gostinho do que tanto pensei enquanto me masturbei, saciando até uma parte do desejo latente, por mais que não fosse fazer nada com ele ali assim de cara.

- Boa noite!

Quebrei o silêncio. Virei as costas pra sair, mas ele voltou a falar.

- Foi mal, Bruno! Por favor, não conta isso pra minha mãe!

- Fica tranquilo, garoto. Amanhã a gente conversa!

Esperei que saísse do banheiro e voltei pra terminar o punhetão que bati, pensando só na carinha de bobo e inocente do meu enteado me manjando, doido pra afundar a cabeça do piranho no meu pau e deixar só os pentelhos e as bolas de fora, olhando nos olhos dele e tendo a certeza de que estava lhe dando exatamente o que tava procurando. Pensei em deixá-lo de joelhos na minha frente, pra servir ao homem que ainda comia a mãe dele da melhor maneira possível, pra que depois fosse dormir com o cheiro do meu pau e do saco na boca e na cara. O meu cheiro de homem impregnado por dentro do corpo de um moleque era agora o motivo da minha masturbação. Explodi em tesão e leite, sujando o vaso todo de porra e chegando a abafar os gemidos, mas com a sensação de missão cumprida ao menos por enquanto.

No dia seguinte, Stela viajou logo cedo e eu folguei na firma por conta das suspeitas de greve que estavam rolando na época. O sindicato estava em reunião nas outras empresas e nós, funcionários, fomos liberados pra acompanhar os andamentos. Sendo assim, levei ela até o aeroporto cedo e voltei pra casa pra dormir mais, acordando novamente pouco antes do almoço. O Lucas apareceu um pouco depois.

- Bom dia, Bruno!

- E aí, Luquinhas? Dormiu bem?

Perguntei e sorri, talvez dando uma sensação de ameaça a ele, ou falsa segurança. Uma intimidade inesperada e um tanto quanto forçada. Mas ele não se importou. Esperou, pensou e respondeu.

- Sim e você?

- Ah, tudo normal..

Outra pausa.

- Minha mãe já foi?

- Foi sim, bem cedo.

Continuamos na cozinha, eu ajeitando o almoço e ele me observando, eu ainda naquela posição de "poder" por conta da situação na noite anterior. Até que o silêncio deixou o moleque sem saída.

- Olha, Bruno, eu queria conversar contigo.

Não conseguiu resistir em ficar quieto e, pelo visto, precisou de se explicar.

- Fala aí, garoto..

Abri uma cerveja e servi em dois copos, entregando-lhe um e ficando com outro. Comecei a beber e o safado virou tudo de uma vez, me deixando impressionado. Pelo jeito, lá vinha bomba.

- E eu nem sabia que tu bebia, viu moleque?

Rimos e a partir daí a conversa foi se tornando menos intensa e mais fluída, tendo ele iniciado o discurso.

- Manda.

- Olha, sobre ontem.. é que sei lá, eu não sou tão bom com as garotas, sabe?

Seu tom era baixo e sincero, estava na cara que tudo que saía de sua boca era verdade. Ou pelo menos mentiras bem disfarçadas e agradáveis de se escutar.

- E eu também não tive um pai pra conversar essas coisas, então não tenho muita alternativa.

Fomos da cozinha à sala e continuamos bebendo e conversando, eu no sofá, com uma perna pra cima e outra pra baixo, e ele sentado no tapete. Sentei de forma que a mala acumulou na bermuda sem cueca, mas o garoto agora não deu um mole sequer de manjar, totalmente focado no discurso.

- Não sei bem como contar isso, mas.. eu escuto o barulho de vocês à noite, sabe? Às vezes só..

Comecei a rir e ele acompanhou. Dei a primeira apertada na rola. Adorei saber que alguém ouvia o que fazia com a Stela, ainda mais sendo o próprio filho da coroa gostosa, que eu tava doido pra comer. A cerveja foi fazendo efeito e foi a vez deu não disfarçar enquanto manjei o cuzão do viado gostoso. Não sei se o safado não percebeu ou se fez de despercebido, talvez não fosse tão forte pra bebida, mas que agora existiu uma nova tensão no ar foi fato.

- Você deve ser bom no que faz, por isso queria umas dicas, Bruno.

Foi com essa frase que o moleque me ganhou de vez, mesmo que isso significasse que curtia garotas. Desde o começo, quis estar mais próximo dele, conhecê-lo, e agora finalmente começava a ter essa oportunidade, independente de não ser da forma sexual como desejei que fosse.

- Cê é virgem, Lucas?

- Sim.

Ele ficou visivelmente vermelho por ter revelado a inocência pra mim, mas foi algo que pelo visto queria mesmo fazer, porque respondeu rápido e firme.

- Mas tem uma garota que eu tenho curtido, só que ela não percebe. - continuou.

Nós ficamos nessa troca de conversa durante um bom tempo. Tive acesso a um Lucas frágil e inocente que ainda não conhecia, tão imerso em seu mundo nerd que não sabia sequer como se portar quando o assunto era sexo, putaria e outras safadezas no geral. Conforme bebemos e continuamos o bom papo, ambos fomos nos soltando e ficando mais à vontade.

- Eu já queria te perguntar várias coisas antes, aí ontem te encontrei no banheiro daquele jeito e não soube o que dizer.

- Daquele jeito?

Tornou a ficar sem graça e voltei a rir, cruzando os braços e só descruzando pra tomar mais cerveja.

- É, cê tava lá todo excitado e tal.

Por mais que falasse do meu corpo, senti seu tom seguro de aluno que aprende algo com um professor pelo meio das perguntas. Não me acho professor em nada, mas naquela situação foi como se fosse, falando de juventude, comportamento, sexualidade, etc.

- Normalmente eu não sou de bater punheta, moleque. É que ultimamente tem sido diferente, sabe?

- Coisas da vida de casal, imagino?

- Também, mas nada muito importante.

Fez algumas perguntas sobre exercícios e academia, às vezes dando umas olhadas pro meu corpo, mas logo tirando o olhar, como se temesse alguma reação.

- Pode olhar, Lucas!

E ri, pra deixá-lo tranquilo. Ele começou a olhar mais consciente de si e agora sem medo, enquanto eu tentei forçar os músculos do braço pra mostrar. Por conta de todo o papo, não paramos de beber cerveja e logo bateu a vontade de mijar.

- Vou dar um mijão, garoto.

- Também vou.

Levantei já com a mão por dentro do short, sentindo a pica meia bomba por causa do mijo acumulado, e o danado manjou outra vez. Cheguei ao vaso e despejei a água, sendo que o safado do meu enteado veio pouco depois que comecei, botando o cacete também pra fora da bermuda e mijando ali junto comigo, só que do lado oposto do sanitário.

- Muito bom mijar, né?

Suspendi a cabeça e relaxei o corpo por completo, com a sensação de estar me aliviando. Lucas não respondeu, só continuou mijando e olhando pro meu pau, como se ainda quisesse perguntar alguma coisa.

- Desembucha!

- Será que depois que eu entrar na academia meu pau vai engrossar também?

Comecei a rir e terminei de mijar, dando aquela balançada safada na benga, mas ainda sem guardá-la de volta no short. Ele riu junto e continuou.

- É sério, Bruno! Meu pau podia ficar mais grosso que nem o teu!

- Tu acha meu pau grosso?

Alisei os pentelhos e desci a mão na vara mole, subindo o prepúcio por entre os dedos e botando a cabeça pra tomar um ar. O cheiro de pica subiu forte entre nós, deixando a situação tensa outra vez.

- Eu tenho certeza! É por isso que minha mãe grita, né?

Gargalhamos, mas permanecemos ali, ambos com os caralhos pra fora e o meu enteado enchendo minha bola e lambendo meu saco, dizendo o que todo homem adoraria escutar. O ego estava sendo afagado safadamente pelo bobo do Lucas.

- Não me acho picudo não, garoto.

Provoquei.

- Tá brincando, né!? Olha o tamanho desse cacete!

Adorei aquilo.

Retornamos à sala e voltamos a conversar sobre suas questões. O Lucas disse estar apaixonado por uma garota que na verdade estava interessada no amigo dele, tudo por conta de seu jeito sem malícias, por isso queria alguém pra conversar e pedir conselhos. A garota preferia caras com jeito de homem mais velho, sendo que meu enteado parecia completamente inexperiente nessas coisas.

- Já teve alguma namoradinha?

- Não, Bruno.

Bebíamos mais e mais, porém o safado não me manjou novamente. Ou de repente não quando eu estava prestando atenção, pelo menos. Nós comemos alguma coisa, conversamos e bebemos até o anoitecer, demos umas boas risadas. A bebida pesou com o sono e logo tomei um banho frio pra dormir. Pra contrariar minha mente que tentava se convencer de que meu enteado era só um nerd inexperiente, sonhei que o molecote me ordenhava como se precisasse muito do meu leite. Pude sentir a cabeça da pica arrastando contra a parte áspera da língua dele, ao ponto de me fazer contorcer os dedos dos pés e subir um arrepio pela coluna, algo que nem mesmo Stela havia feito em vida real. Me mexi diversas vezes nesta madrugada, tendo as mesmas visões embriagadas de que Lucas extraía meu gozo com a boca, com total maestria nisso.

Acordei pela manhã seguinte e tava todo gozado, com a piroca ainda latejando de tesão, pronta pra outro sonho daqueles. Apesar de tudo que bebi no dia anterior, só a cabeça de baixo que pulsava firme, doida pra ser engolida. Tive a ligeira impressão de ter sentido um cheiro de boca saindo do pau e pensei durante um tempo. Botei o short e desci procurando pelo meu enteado, precisava de saber onde o safado tava.

- Lucas?

Bati na porta do quarto e ela abriu um pouco, revelando que ele dormia tranquilo na própria cama. Fiquei mais calmo e fui mijar pra poder aliviar o tesão matinal que estava, já que não consegui pensar em outra coisa senão no meu enteado. Queria muito que ele fosse viado pra eu poder comer aquele cu sem pena, mas o Lucas era só nerdão, então tinha que me controlar. Fui no mercado comprar algumas coisas pro almoço de chegada da Stela e não demorei. Quando voltei pra casa, dei de cara com o danado tomando sol peladão. Estava deitado de bruços numa esteira reclinável na beira da piscina, com o rabão empinado pro alto e aparentemente cochilando, sem perceber minha presença. Sua cintura era fina, mas tinha coxas grossas que pareciam se enfiar pra dentro de um cuzinho apertado na altura da raba, com muita carne pra bater, morder e rasgar de tesão. Fiquei de boca aberta e, quando me dei conta de que tava ali parado manjando o cuzão do meu enteado na cara de pau e com a piroca começando a dar as primeiras pulsadas, voltei ao que fazia em silêncio. Fiquei muito desconsertado com a situação e com a ousadia daquele rapaz que outrora parecia tímido e inocente, mas mais que isso, fiquei foi de pau duro pra caralho e tive que tomar um banho de água fria pra eliminar a imagem que vi da cabeça. Soquei um punhetão, mas o caralho voltou a subir. Esperei a mulher chegar aquela noite e fodi tanto a cadela que ela pediu arrego e caiu morta de cansaço após gozar. Eu, por outro lado, não joguei leite pra fora.

- Deixa eu gozar no cuzinho? - tentei.

- Não, amor. Tô cansada.

Fui pra varanda fumar, ainda com a cena do rabo do garoto borbulhando na cabeça. Pra completar, tinha visto umas cuecas que ele deixou secando no varal e me perguntei como era possível caber tanta raba ali dentro, porque mais pareciam calcinhas. Depois de um bom tempo, conversei com Stela.

- Amor, cê já pensou se..

- Se.. ?

- Não sei como dizer isso.

- Pode falar.

- Eu acho que talvez o Lucas seja gay..

Ela começou a rir alto.

- Sério, o Luquinhas? Duvido! HAHAHA

Era só isso que a gostosa da mãe dele sabia dizer quando o assunto era o filhão.

- É sério, Stela!

- Só você, Bruno!

Riu ainda mais alto, me ignorando por completo. Minha mulher não tava levando fé no papo que eu tava dando sobre a sexualidade do garoto e isso tinha tudo pra dar errado. Primeiro porque até eu mesmo achei que o cara era só um cdfzinho dedicado, mas agora já estava completamente desconfiado das últimas ousadias que presenciei dele, que se dizia tão tímido e inseguro de si, mas que, parando pra pensar, já tinha visto meu caralho, minha punheta, meu mijo e tudo na base da conversinha boba. Segundo porque eu já tinha botado muito viado pra me mamar ao longo da vida, mas nunca havia comido um ainda e a Stela tava sempre fazendo a porra do cu doce pro meu pau. Péssima combinação pra alguém como eu. E por último, mas não menos importante, não importa se ela ia escutar ou não, o garotão tava com o cu pro alto, de bobeira, pedindo pra levar ferro. Todos esses pensamentos me deixaram monstruosamente excitado de novo.

- Tá animado, ein?

- Só de pensar nesse cu, Stela.

Mostrei a ela o caralho marcado no lençol, mas a bobinha ignorou. Virou pro lado e dormiu. Pra dar o ponto final em tudo, ainda saiu às pressas na manhã seguinte, dizendo que tinha uma viagem marcada não sei pra onde e havia se esquecido. Era tudo que faltava.

Voltei do aeroporto, onde a deixei, e troquei de roupa, ficando outra vez só de short. Não sabia do moleque e queria distância dele a todo custo, porque tava a ponto de bala e doido pra arrumar uma putaria pesada com qualquer um que fosse. Foram tantas imagens e visões de cu nos últimos dias, que deitei pelo sofá mesmo e fiquei viajando entre o sono e o cansaço físico, de olhos fechados e relaxado, porém sem dormir. Estava com uma das pernas jogadas pra parte de cima do encosto, quando escutei o barulho de alguém entrando pela porta e me mantive estático, fingindo que dormia. Ainda incrementei uma espécie de ronco pra soar mais convincente, não querendo ser incomodado, ainda mais se fosse meu enteado. Ouvi passos se aproximarem e logo afastarem, subindo pela escada. Abri o olho pela lateral e identifiquei o Lucas, mas antes mesmo de fazer qualquer coisa, ouvi os passos do safado retornando à sala e bem próximo a mim.

- Bruno?

Não respondi. Ele me deu um tapa fraco na coxa e chamou novamente.

- Brunoo?

Continuei roncando, como se estivesse imerso em um sono profundo, e foi aí que veio a confirmação. O putinho foi escorregando a mão bem devagar pela minha perna peluda, até chegar ao elástico da bermuda e passar pra parte de dentro. Bem devagar pra eu não "acordar", o piranho do Lucas não hesitou em encher a mão no meu caralho meia bomba, dando uma boa de uma segurada que suspendeu até meu saco. Que viado safado! Mas deixei que se fizesse. Ameacei me mexer uma vez ou outra e o malandrinho tirou as mãos como se fosse morrer, mas não resistiu em voltar e continuar. Não tive como não ficar muito excitado com a situação e logo a piroca já tava em ponto de bala na mão do garoto por dentro da roupa. Ele segurou bem na base, tentando agarrar a grossura por completa do talo de caceta de macho. Eu, sentindo a mão quente envolta do meu membro mais do que ereto, contraí ainda mais forte pra que o puto pudesse sentir meu calor e o fluxo de sangue sendo bombeado pelas veias do caralho. Abri os olhos, mas ele não me olhava, só focava em tentar punhetar, sem muito sucesso dentro do short. Quando finalmente me viu e percebeu que estava acordado, se assustou e tirou as mãos.

- Bruno!?

- Para não que tá gostoso, moleque!

Ele continuou parado, até que peguei sua mão e levei de volta até à vara pulsante por fora da roupa. Cruzei minhas mãos por trás da cabeça e só relaxei o corpo, sentindo a punheta recomeçar meio tímida. Olhei pro Lucas e ele ainda tava incrédulo, me olhando assustado.

- Bate essa porra, moleque! Anda!

Tornou a tocar, mas seu nervosismo era nítido.

- Bruno, por favor! Não conta pra minh-

Antes que pudesse terminar, arriei sua cabeça pela nuca e atolei a vara na goela.

- Tá falando pra caralho, ein moleque! Engole essa vara logo, seu puto!

Senti a língua grossa do viado tentando passar por debaixo da vara, mas do jeito que fiz pressão contra, não teve chance. Ele ia mamar e ia mamar tudo bem ali debaixo do meu nariz, comigo acordado, vendo e tacando ainda mais pressão na nuca do filho da puta. Tava de pau durão e cansado de gracinha.

- Sai!

O puto conseguiu se soltar, mas o segurei pelo rosto com as duas mãos e o encarei.

- Vai falar que tu não queria chupar essa piroca?

- A minha mãe, cara!

- Pode ficar tranquilo que enquanto ela não levar fé que tu é viado, tu vai continuar levando ferro. Nera o que tu queria? Vem cá!

Ele não respondeu. Tentei entrar novamente na boquinha do safado, mas ele não deixou, se fazendo de difícil, mesmo com o cabeçote da caceta pincelando os lábios e babando a porra toda.

- Vai falar que não, seu moleque? Tava procurando o que no quarto aquele dia, cueca minha pra cheirar? Eu não uso, mas agora tu pode cheirar direto daqui, ó! Segura o talo dessa caralho pra tu sentir direito!

Comecei a cutucar suas narinas com a glande ainda babada. Tentei pegar as mãos e agarrar o cacete com elas, mas ele continuou naquela má vontade de quem tem medo.

- Abre a boquinha, abre? Abre que eu sei que tu já andou mamando esse caralho de madrugada, não se faz de difícil agora não, piranho!

O bobo me encarou de baixo, ainda de joelhos ao lado do sofá, e abriu o sorriso mais devasso que já vi num viado. Pareceu que finalmente alguém o tinha exposto e que não tinha problema nisso, pelo contrário. Se ele tava na carência e querendo tomar leitada, eu era um macho carregado de porra quente no saco e caçando lugar pra dar aquela esvaziada. O semblante de piranho nunca pareceu tão dele como naquele instante. O putinho alisou meus pentelhos e subiu as duas mãos pelo meu corpo, até alcançar os mamilos.

- Seu safado! Cafajeste!

- Eu, né? Chupa logo essa porra!

- Vai falar que tu não tá doido pra me comer?

- Te comer? Eu vou é te rasgar, moleque! Tá vendo essa piroca aqui? - e segurei na mão pelo talo. - Vou socar ela na tua goela e depois enfiar no fundo do teu cu. E tu vai se amarrar, vai até rebolar!

Riu e engoliu meu pau como se há poucos segundos não estivesse relutando pra fazê-lo. Agora eu provavelmente teria que usar de força bruta pra não deixar o viado me sugar por inteiro, porque com aquele puto todo dia vivendo sob o mesmo teto que eu, tarado num cuzinho, não daria certo. Ou daria. Daria e muito. Além de ser bom no que fazia, o safado ainda era abusado e não parava de me encarar, mesmo com a cabeça da caceta tocando o céu de sua garganta insistentemente, ao ponto de arrancar uma ou outra lágrima de seu rosto por causa do nervoso e da concentração na arte da mamada.

- Cê gosta, né?

Ele só fez que sim com a cabeça, porque tava de boca bem cheia. Só meu saco ficou pra fora, e nesses momentos eu usei e abusei das orelhas, fazendo-as de alças que puxei pra chegar bem lá no fundo da traquéia. Quando dava certo e o safado não engasgava ou tossia, seu nariz era tampado somente pelos meus pentelhos, vindo encostar na pele. Nunca havia recebido uma garganta profunda daquelas na vida, tampouco imaginei que quem me faria ir ao céu assim seria o filho da minha mulher.

- Caralho, Luquinhas! Que iss-!

Só tirei o pau da boca dele pro putinho chupar os ovos e bater na língua, como se tivesse se punindo de uma forma deliciosa.

- Gosta mesmo de uma rola, né?

- Posso nem ver, Brunão!

- Então fica com essa pra você, pode fazer o que quiser com ela.

Acarinhei seus cabelos e nem forcei mais a cabeça do moleque pra ir fundo, ele mesmo já tinha aprendido como eu gostava e queria, até o talo e forçando a saída da uretra. Já sentado no sofá, só joguei os braços pra trás no encosto e virei os olhos pra cima de tanto tesão que o viado me proporcionou ali, de joelhos aos meus pés e com minha pica atravessada na boca como se precisasse muito dela. Isso sim que chamei de amor.

Quando achei que não tinha como ficar melhor, o Lucas me veio com essa.

- Tá gostando?

Não respondi, só dei uns tapas no rosto.

- Tô melhor que ela, Brunão?

Não acreditei naquela piranhagem toda e dei ainda mais tapas na cara do viado, dessa vez mordendo os beiços à cada mãozada no rosto. Numa dessas, o puto abriu a boca e começou a chupar meu dedo, colocando o pau de volta em seguida e sugando ambos ao mesmo tempo, tudo isso me olhando com cara de menino pidão.

- Tua mãe não curte chupar.

Ele arregalou os olhos e foi outra vez até o talo, me fazendo curvar a cabeça pra trás de tanto êxtase. Às vezes tirava da boca pra falar, mas sempre naquele clímax de ser meu enteado e te estar me proporcionando o prazer físico e sexual que a própria mãe não o fazia.

- Não acredito que ela deixou um macho desses sem uma mamada tanto tempo!

- Pois é, ainda bem que o filhão dela é um bezerrão doido pra tomar leite!

Estava adorando o jogo de cintura do filho da puta do Lucas. Depois de tanto tempo fingindo e se esgueirando, não é que o viado agora tava me mamando e prestes a liberar o cuzinho pra mim? E fazia tudo isso sem eu nem precisar de pedir, porque a língua que ele conhecia eu já falava quando mais novo. A da putaria entre homens. Eu de cima, ele por baixo, com o caralho entre nosso campo de visão, ora passeando no céu da boca do cachorro, ora escorregando na garganta nervosa. Pensando nisso, virei seu corpo pra cima e removi a bermuda, dando de cara com uma calcinha fio dental que o piranho tava usando.

- Aaah, seu viado, tu não fez isso!

- Fiz pra você, Brunão!

Afastei a alça do tecido e fiquei cara a cara com o cuzão do moleque, que deu a primeira piscada pra respirar, jogando o cheiro de cu virgem na minha cara.

- Que nostálgico, moleque!

- Fala..

No meio da putaria, começamos a trocar uma ideia, eu linguando o buraco e ele com a boca envarada.

- Já botei bastante viadinho pra me mamar quando era mais novo, sabe Lucas? Nunca achei que um dia voltaria a ter essa tara, muito menos com meu enteado..

- Ah, mas pelo menos você teve a quem comer esse tempo todo, né?

Comecei a rir.

- Tua mãe não libera o cuzinho, não.

Ele virou pra mim completamente assustado.

- MENTIRA!? Ah, não!

- É sério!

O viado relaxou por completo e o cu abriu facilmente na minha língua, me dando ainda mais espaço dentro dele e fazendo com que se contorcesse de tesão com aquela invasão quente e úmida por baixo. Afastei as nádegas com as mãos ao mesmo tempo que enfiei um ou dois dedos cuspidos cu a dentro, sentindo a reação das pregas contra minha presença. O rosto suando muito pela tensão.

- Por que um macho como você ainda tá com ela, então?

Que moleque devasso, não tava nem aí que era a mãe dele que tava sendo falada. Na mente de viado, um macho como eu não poderia amá-la e viver junto, caso não fosse bem saciado na cama. E tudo isso acabava por culminar no fato de que ali estávamos nós, um ajudando o outro.

- Tá falando muito, chupa essa porra aí!

Quando consegui aplicar o terceiro dedo e deslizar pra dentro sem muitas dificuldades, decidi que era hora. Olhei pra cara dele e o semblante de piranho ainda presente.

- Tá preparado pra aliviar o padrasto, moleque?

- É minha obrigação, já que minha mãe não faz isso. Um pecado deixar um homem desses sem cu!

Botei o puto de quatro no sofá sem tirar a calcinha, só com a alça puxada pelo lado. Mandei que abrisse a bunda e coloquei a cabeça na porta do cu, que já contraiu só pelo contato da pele na pele.

- Tu toma anticonceptional, né?

Brinquei e nós rimos. Trouxe ele pra trás pelos ombros e arqueei seu corpo, facilitando o impulso. Fui chegando pra frente à medida que entrei, até o ponto em que pude sentir o anelzinho dele pegando fogo ao redor do meu caralho rígido. A sensação foi de total corrupção e prazer, principalmente pela quentura da coisa, mas ainda não era suficiente, queria sentir todo o cu dele latejando na minha vara por completa, agasalhando-a por inteira.

- Tá gostoso, Lucas?

- Não para, pode ir!

Fui atolando e cada vez mais as pregas contraíram, me rejeitando, mas de nada adiantou. Em poucos minutos, senti o fundo do cu do Lucas alisando a cabeça da piroca, garantindo uma sensação gostosa, única, só aí fiquei satisfeito. Senti também o anel contraindo na base do pau, repuxando até a pele do saco de tão próximos. A pica sendo coberta e pressionada por carne quente e apertada por todos os lados. Na pele então, cheguei a contorcer os dedos dos pés de tanto tesão naquela fricção. Um contato íntimo com o fogo nas entranhas do piranho.

- Entrei, Luquinhas. Tô todo dentro de você, tá me sentindo?

Fiz questão de dançar e pulsar a rola dentro dele, pra ter certeza de que alargara cada preguinha do cu e de que ele me sentia por inteiro.

- Que delícia! Ssss

Afastei um pouco o corpo e tornei a entrar, repetindo em movimentos lentos e aumentando o ritmo das estocadas num curto período de tempo. Suávamos bastante e o safado começou a gemer alto, me deixando ainda mais afoito pra acabar com aquele rabo empinado do viado. Estoquei com os dedos fincados em suas coxas, deixando mais marcas no corpo dele, enquanto o puto só soube arfar e gemer. Joguei o corpo sobre e o imobilizei, tendo total controle da situação, investindo somente com o quadril na bunda, na cama. Parecíamos um único sistema de funcionamento sexual, colados e já compartilhando do mesmo suor que escorria. Botei o piranho de franguinho e comi o cu dele de um lado pro outro, explorando cada canto da bunda que ainda não tinha ido.

- Cuzinho apertado da porra, ein Lucas?

- Deixa ele larguinho, Bruno! Me fode, vai!

Eu só obedeci, enchendo o rabo dele de pica, às vezes segurando pela nuca, às vezes pela cintura para que não corresse das investidas fortes. Pra minha surpresa, o Lucas gozou sem nem tocar no próprio pau e logo eu também senti o gozo vindo.

- Vou lotar esse cuzinho de leite, ein! - falei no pé do ouvido.

- Pode encher!

Dei a última estocada bem no fundo e o orgasmo pareceu uma explosão ali dentro. Nem sei quantas jatadas de gala foram, mas o suficiente pra transbordar o rabo do meu enteado e escorrer pelo forro do sofá. Bem na hora que comecei, o safado contraiu tudo e apertou mais ainda minha vara, dando uma sensação maravilhosa que ainda não tinha experimentado antes.

- Caralho, cachorra!

- Me bate!

Dei-lhe muitos tapas e lambidas na cara, sorvendo o suor de quem aguentara minha vara por completa e sem reclamar. Puxei-lhe pelos braços e o pus deitado sobre meu peitoral.

- Descansa pra mais tarde, ein. - avisei.

Ele riu.

Depois dessa foda, eu e Lucas viramos bons parceiros de putaria. Nosso tesão era tão grande que até mesmo com a Stela em casa eu acabei comendo aquela raba, mesmo sem querer. Tudo era motivo pra uma boa foda entre a gente, mas isso não afetou em nada meu relacionamento com minha mulher, porque ainda conseguia segurar o tesão pra comer ela quantas vezes quisesse. Saía morto desse seqüência, mas completamente leve de tanto leite extraído. Numa das várias vezes em que jantamos todos juntos à mesa da cozinha, o piranho me alisou com a perna sem que a mãe visse, me deixando de pau duro ali mesmo. Quando Stela levantou pra lavar a louça, o vadio do Lucas veio e sentou no meu colo, nem aí que ela pudesse simplesmente virar e dar de cara com aquela cena.

- Tá maluco, viado?

- Ela vai ficar um tempo na cozinha, dá pra tu me comer aqui.

- Sobe agora!

Ele obedeceu e fui na cozinha, a benga repuxando o short já pela treta armada.

- Amor, viu minha toalha?

- Ué, não botou pra lavar? Vê se o Lucas pegou sem querer.

Saí lentamente e, assim que abandonei seu campo de visão, meti o pé pro quarto do moleque. Reparei que ela ainda estava no começo da limpeza, então teríamos tempo, mesmo que breve. Ainda tava na escada quando já comecei a socar um punhetão com o caralho pra fora, só entrei no quarto do viado, mas não vi ninguém. Fui até meu quarto, ainda escutando o barulho de pratos e talheres lá em baixo, e encontrei o devasso do meu enteado de quatro na cama de casal onde eu comia a mãe dele e dormia diariamente.

- Se não for na frente dela, vai ser aqui!

Arrebitou o rabinho e me chamou com o dedo, afastando em seguida a nádega com a mão e revelando o cuzinho.

- Tu não vale nada, seu viadinho!

Apliquei o caralho certeiro no cu que eu mesmo alarguei e dessa vez comecei a foder sem dificuldades. Como precisava acabar com tudo bem rápido e já tava no pique da punheta, fiquei sobre ele como se fosse um sapo, torando o cu da maneira mais veloz que pude. Travei nossos corpos na cama pra poder tomar impulso mais facilmente, ainda focando no barulho da cozinha. O safado soltou um gemido baixo, mas dessa vez não podíamos abusar mesmo.

- Hoje não, Lucas!

Enfiei-lhe o pé na boca, todo torto sobre si, mas o puto não se deu por vencido e ficou chupando meus dedos, passando a língua entre cada um deles. A cama rangeu baixinho, me deixando ainda mais nervoso, mas o tesão é foda. Quando o barulho lá em baixo parou, senti o gozo vindo e escutei passos na escada. O pau outra vez explodiu completamente no cu do viado, mas nem tivemos tempo, ele só vestiu a calça e eu guardei a rola dura, ainda galando e deixando gotas de porra quente pelo chão. Avistei minha toalha sobre a cômoda e joguei em cima dele, que ficou me olhando como se não entendesse. Assim que a mulher apareceu na porta, peguei a toalha que acabei de lhe entregar, dando a impressão de que era ele quem estava me dando.

- Valeu, cara!

- Achou? - Stela entrou.

- Sim! É parecida com a dele..

Lucas virou pra sair e ainda pude ver a calça toda molhada na parte de trás, por conta do meu leite que escorria do cu dele. Antes de meter o pé do quarto, ele ainda virou e deu uma piscada pra mim, enquanto me abracei com Stela e já segurei a bunda dela, o caralho sem descer e roçando no quadril.

- Tem alguém animado hoje?

- Tô doido pra comer esse cu!

Ela fechou a porta e riu, já me negando de cara o pedido, mas liberando a bucetinha de boa. A rotina sexual deu uma girada total por causa dessas putarias que comecei a aprontar com o viado do meu enteado. E o melhor é que continuei mandando ver no lombo da patroa, ou seja, choveu legal na minha horta, nem precisei de sair de casa pra achar putaria na rua. Foi debaixo do meu próprio teto que o Lucas se mostrou um ninfetinho de primeira, doido pra tomar leite a qualquer momento. Virou meu lolito. Um verdadeiro depósito de hormônios masculinos extraídos via oral e aplicado diretamente no cu. Mas eu avisei sobre tudo isso à Stela, ela não quis acreditar. Aliás, ninguém acreditava quando eu era sincero. Por isso que a mulher não levou fé, o enteado levou ferro.

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Comentários

29/03/2017 23:35:15
Gostei, Parabéns
10/03/2017 16:43:48
Que filha da puta safado gostoso. Que contos esses seus hein 10
03/03/2017 22:51:11
10
03/03/2017 18:16:29
Muito bom!!! Continua!!! Faz a mãe dele saber
01/03/2017 12:45:46
Seus contos é um melhor do que o outro, muito bom....
01/03/2017 06:05:16
Muito bom
01/03/2017 03:59:47
ótimo

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