Casa dos Contos Eróticos


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O dia em que eu e minha prima nos vingamos do namorado gostoso dela

Desde a primeira vez que minha prima Bárbara comentou dele comigo, já tive uma tara enorme pelo Anderson, seu namorado. Moreno do corpo definido e ligeiramente com alguns pêlos muito bem distribuídos, ele sempre fez o estilo moleque, com a camiseta jogada no ombro, o boné na cabeça e a bermuda caindo. Estavam juntos há um bom tempo e ela sempre tava comentando dele comigo, já que eu era seu "amigay" oficial desde pequenos. Conversava sobre o quanto ele era safado e tarado na cama, sempre querendo fazer algo novo e arriscado pra sentir mais prazer. Não era sempre que o encontrava, mas quando isso acontecia eu tinha a certeza que ele sabia o controle que tinha sobre mim, pelo menos durante nossos apertos de mão suados e calorosos. Eu me sentia tão quente perto daquele homem que era impossível que ainda não tivesse percebido. Depois de um tempo passei até a olhá-lo mais do que deveria, mas sem dar bandeira dela notar algo. No entanto, eu e ele não socializávamos juntos. Nas poucas vezes que ia até à casa deles era por conta de algum evento, nos quais acabava me esgueirando pelo banheiro do quarto pra cheirar alguma cueca que imaginava ser dele, pensando que um dia teria aquele macho marrento em cima de mim, me dominando. Lambia o tecido sentindo seu gosto de homem na parte afofada onde devia ficar o sacão pesado, mas nunca passou disso.

Ela dizia que ele voltava do quartel morto de tesão e de saudades, precisando foder várias vezes seguidas até satisfazer a libido. Afirmava também que era o melhor sexo de sua vida até então, não somente por conta do que ele fazia, mas também pelo jeito safado com que se comportava. Segundo a mesma, o puto era tão bem dotado que tava sempre sem cueca, razão pela qual não faziam sexo anal. No meio disso tudo eu só me perdia ainda mais de desejo pelo gostoso do Anderson, mas nosso contato não passava do básico da educação.

Até que do nada a coisa esfriou, Barbara não falava mais nada e passei a ver Anderson menos ainda. Num dos vários aniversários da família, a gente se encontrou e perguntei se estava tudo bem.

- Não sei o que fazer, primo. A gente ficou morno do nada, aí teve uma dr e agora ele só vive dentro do quartel. Na outra vez que apareceu ainda tentou me enrolar com uma história de que foi preso porque brigou, mas tava na cara que era mentira, não tinha nem marca no corpo.

- Que bad, Bárbara. Sei nem o que te dizer.

Mas ela era forte. De todas as minhas primas, era a única suficientemente pé no chão pra não se iludir com homem nenhum.

- Eu até acho que ele ficou preso, mas duvido que tenha sido por isso. Deve ter passado a noite com alguma piranha e não foi render.

Ela desabafava de forma séria, colocando o cabelo pra trás da orelha enquanto explicava.

- Se o Anderson que é o Anderson não quer saber de me comer é porque tem outra no meio. Pode anotar que minha intuição não falha, primo.

O tempo foi passando lentamente e cada vez mais ela falava o quão diferente ele se tornava. Sequer a procurava sexualmente, mas também não recusou comê-la quando ela sugeriu. Ainda assim, o jeito safado havia desaparecido e o sentimento parecia ter esfriado quase que completamente. Até que tomou a decisão de ter uma conversa séria sobre o que estava acontecendo e o Anderson só disse que tava com problemas no batalhão por conta das brigas e que aquilo tava mexendo um pouco com ele, por isso talvez estivesse diferente. Ela disse que depois da conversa ele pareceu mais leve e acabaram transando, sendo que, depois de muitos anos sem tocar no assunto, ele perguntou se poderia comer o cuzinho. Pedido como sempre negado.

Depois de um tempo sem reclamações aparentes, ela voltou e me deixou de queixo caído quando mostrou um print de uma conversa do Anderson, na qual ele marcava de comer o cu de uma tal Flávia. Tomada de ódio pela traição, porém completamente em seu controle, ela descobriu a treta, mas não falou nada, só pediu pra terminar dizendo que queria um tempo sozinha pra pensar no que era melhor. Estava planejando uma vingança e disposta a me envolver nisso.

- Preciso me vingar, Dan. Se ele quer ficar com a outra ele que fique, mas não vai se livrar de mim sem uma boa passada de perna que nem o que ele fez comigo.

- O que você vai fazer?

- Vamos! Você vai me ajudar. - estava séria.

- Como, sua louca?

- Tu daria pro corno do Anderson?

Tremi com a pergunta, mais ainda com a possibilidade. Não sabia o que responder, pois ainda não acreditava que pra ela estava tudo realmente terminado sem nem tentar esclarecer direito as coisas que estavam se passando.

- Que isso, ô garota? Tá maluca? - respondi em tom de brincadeira.

- É sério, Dan! Quero aprontar uma boa pra ele antes de terminar de vez.

- E o que essa pergunta tem a ver?

- O Anderson diz que não suporta viado. Tava pensando e cheguei no plano perfeito de como me vingaria dele, mas preciso da sua ajuda.

Eu não tava acreditando no que estava prestes a ouvir.

- Desembucha.

- O Anderson diz que não agüenta nem ficar muito tempo perto de viado, que não entende como um cara pode sentir vontade de dar a bunda pro outro e tal..

Escutava com atenção e só tentava assimilar o que ela dizia.

-.. eu pensei em dizer que só voltaria se ele topasse realizar meu fetiche.

- Que é.. ?

- Amarrar um cara na cama e ficar brincando com o corpo dele.

Entendi o que ela queria. Já que ele não suportava viado, eu era o pobre coitado a ter que aceitar a difícil tarefa de brincar com aquele macho.

- E tu acha mesmo que ele é bobo de ficar amarrado sem gritar?

- Ele nem vai precisar ver. Vedá-lo faz parte da brincadeira.

O plano era quase perfeito, mas ainda faltavam alguns pontos.

- E como vai convencer ele de.. - comecei a perguntar, mas já encontrei a resposta. -.. participar porque vai dizer que libera o cu pro safado se ele topar. Que medo dessa sua cabeça!

Ela concordou já rindo e veio me abraçando, como se já tivesse me convencido de toda aquela loucura.

- Vai me ajudar ou vou ter que pedir a outro viado?

- Mas e depois? - perguntei curioso.

- Como assim, Dan?

- E depois de tudo, o que eu faço?

- Vai embora antes dele tirar a venda, ué. Aí é contigo. - riu.

- Mas e vocês?

- Dan, a gente já terminou, pra mim não tem mais volta. E além disso, tô saindo com outro boy.

Não aceitei muito bem sua resposta e fiquei um tempo pensando no que fazer.

- Mas tudo bem, eu entendo se você não quiser. Eu posso pedir a outros amigos, Dan.

- Posso te responder até sexta?

Agora quem hesitou foi ela, como se tivesse muitas outras vinganças pra cumprir durante a semana.

- Tá, tudo bem. A gente vai se falando então.

Planejei dizer que topava a armação maluca na quinta, mas quarta-feira ela já mandou mensagem falando que tinha a oportunidade perfeita. Já havia combinado com o Anderson e no sábado ele iria pra casa dela assim que saísse do quartel, seco de tesão pela liberação do cuzinho e de toda aquela safadeza que rolaria sem saber. A casa seria nossa porque meus tios estariam de viagem e meu primo iria pra namorada, então ela o vendaria e logo em seguida eu entraria em ação. Por conta da oportunidade topei, mesmo achando tudo aquilo doideira e até esperando não dar certo. Mas o tempo todo só lembrava das fotos do Anderson de sunga de praia, lembrando de como era maludo e caralhudo. Apesar da pele morena, tinha os mamilos pouco mais escuros e a boca também, me dando a impressão de que fosse desses morenos com caralho negro. Comecei a me deixar levar a só aí caiu a ficha do plano. Estava decidido.

Fiz uma boa limpeza antes e já aproveitei pra ir dando umas alargadas no meu rabo no dia combinado. Ia chegar e ser comido, se não tivesse essa precaução talvez saísse da cama numa cadeira de rodas depois daquela putaria. Se antes não achava que daria certo, agora só me via sentando. Cheguei lá pela tarde e ela estava sozinho, fomos direto pro quarto e sentamos na cama.

- O Anderson vai chegar já já. Se esconde em baixo da cama quando ele chegar pra eu poder ajeitar tudo, pode ser?

- Tudo bem.

Ainda ficamos umas meia hora enrolando conversa, até que o celular tocou e era ele avisando que estava no portão. Me enfiei debaixo da cama de madeira e me concentrei em ficar em absoluto silêncio, sob o risco de tudo dar errado e acabar em merda. Logo comecei a ouvir a voz alta e grossa daquele homem gostoso que namorava uma garotinha vingativa. O cu começou a pegar fogo e, ainda onde estava, vi o coturno preto sujo de lama passar bem diante dos meus olhos. O puto ainda tava fardado.

- Cê disse que era importante, eu vim logo.

- Então, amor..

Ambos sentaram na cama acima de mim e comecei a me excitar só por estar perto daquele cafuçu militar que devia estar sem uma boa gozada há dias.

- É sobre a gente?

Escutei barulho de beijos e deduzi que a vaca da minha prima na verdade ainda não tinha contado nada pro Anderson, provavelmente ia tentar enrolá-lo agora. Que safada inteligente, né? Durou pouco tempo e logo voltaram a falar. Enquanto isso, ele aumentava a distância entre as pernas e imaginá-lo só me excitava ainda mais, me fazendo chegar mais próximo do coturno pra sentir o cheiro de couro que exalava.

- A gente volta o relacionamento, mas com uma condição..

Mais beijos e outra pausa.

- Eu quero você vendado e preso nessa cama só pra eu usar.

- Que isso, amor?

Ele riu e pareceu curioso. Se beijaram de novo e ouvi um zíper abrindo.

- Ai, caralho, Bárbara..

Ele gemia enquanto falava.

- E no fim de tudo libero o que você tanto quer comer, benzinho.

- Assim tu não me dá escolha, safada.

Os dois riram e logo minha prima se levantou.

- Não sai daí!

Saiu do quarto e nos deixou sozinhos, eu ainda escondido.

- Não acredito que hoje vou comer esse cu.

O puto tava feliz, podia ouvi-lo esfregar as mãos como quem se prepara pra um banquete. Erguei os pés do chão e deitou na cama. Bárbara voltou e, pro nosso choque, trouxe quatro algemas que usou pra prender cada mão e pé do próprio macho nas pontas da cama.

- Veio preparada, né safada? Mas tenho uma condição.

- Pode pedir, amor.

- Vou comer esse cuzinho na pele, né?

Ela gargalhou antes de responder.

- O que você quiser, meu amor.

Demorou uns três minutos preparando tudo e, no maior silêncio, fez sinal com a mão pra eu sair do meu esconderijo. Fiquei hipnotizado admirando o Anderson, ainda com a farda, preso e indefeso na cama. Nos olhos, uma espécie de venda elástica ideal, de cor bem escura, que não dava a menor possibilidade dele enxergar. De braços e pernas abertas, o safado sequer desconfiava. Pelo contrário, o zíper aberto revelava o caralhão preto já crescente dentro da calça e ainda mordia a boca, esperando pelo que viria a seguir.

Bárbara ligou o som do quarto dela num volume agradável e com uma espécie de melodia contínua, talvez na intenção de abafar qualquer barulho que pudéssemos fazer sem querer.

- É todo seu, Dan! - sussurrou no meu ouvido.

- Peraí, maluca!

Quase não saia voz da minha boca.

- E se ele falar comigo?

Ela pensou um pouco.

- Toda vez que você falar comigo sem permissão, vai levar uma chicotada pra aprender a andar na linha.

- Tudo que você quiser, safada!

Com a ponta de uma toalha, deu uma espécie de "cintada" na perna dele.

- Silêncio!

Ele finalmente pareceu entender e só fez um sim com a cabeça. Ela mostrou as chaves das algemas em cima da estante e, sem mais nem menos, saiu.

- Faz a festa, Dan! Se vinga desse corno por mim que eu já volto.

Saiu.

Agora era só eu e Anderson no mesmo quarto fechado. Era estranho tê-lo ali ao meu dispor de forma tão repentina, ainda mais que não nos falávamos a mais do que o essencial, mas ainda assim eu era louco de tesão pelo jeito moleque daquele cafuçu. Sempre gostei muito da minha prima pra tentar fazer algo com ele, mas agora era diferente, agora era parte de um plano. E além do mais, seu comportamento em relação a mim só evidenciava que seria mal recebido caso tentasse algo. Demorar enquanto observava seu corpo só me deixava mais excitado. Por cima da música baixa, escutava ele falando mais baixo ainda.

- Vem, safada, vem! - bem baixinho mesmo.

O mesmo sorriso de safado. Me aproximei devagar e fui de cara nos coturnos, lambendo e sentindo o cheiro. Por sorte ela havia prendido a algema acima do pé, me deixando livre pra logo removê-los e aproveitar o cheiro de macho que saia das meias pretas. Lambi tanto a palma da sola do pé que a língua ficou dormente, só sendo arrastada por entre o tecido nos seus dedos, sentindo o gosto de macho de verdade. Enquanto isso, ele gemia e os mexia, facilitando a passagem da minha língua. Passei muito a cara naqueles pezões de militar que tem que ficar no sol prestando serviço o dia todo. Perdi a noção quando fiz a mesma coisa, mas sem ele estar de meias, sem nem lembrar que ele podia sentir meu rosto. Acabou que o puto só foi se soltando mais e mais, praticamente pisando na minha cara toda lambuzada com a minha própria baba de tanto que chupei cada um daqueles dedos grossos. Quando não agüentei mais, liberei um dos pés e o juntei com o outro, tentando engolir ambos ao mesmo tempo. Com a boca arregaçada de sola de pé de cafuçu, sentia o cu piscar ainda mais. Me libertei de vez quando o puto do Anderson começou a tentar foder minha boca com os pés.

- Andou aprendendo uns truques, amor?

O safado falava comigo enquanto o prendia novamente. Eu dava umas toalhadas na coxa dele como castigo, mas isso só o excitou ainda mais. O caralhão já tava erguido pela brecha aberta do zíper, grande e grosso. De onde eu tava, via o enorme caminho do veião espesso que passava por baixo da caralha. Eu ia ter trabalho.

- Aprendeu o que teu macho precisa, Bárbara?

Ele mal sabia. Ensandecido pela visão bruta de uma vara grossa e veiuda bem na minha frente, não resisti. Nem tive como fazer cerimônia, só afundei a cara toda em sua virilha até sentir a cabeça enorme chegar no fundo da minha garganta. Pra ajudar, o puto ergueu parte do corpo, levantando a cintura com ajuda do quadril e me afogando ainda mais em piroca de macho. O gosto salgado de quem tinha dado uns bons mijões no quartel ainda era presente e só me fazia piscar ainda mais de tesão por aquele homem. Eu sentia cada veia latejando no passar da minha língua babada e achei que ele não fosse agüentar tanto minhas brincadeiras. Por causa disso, deixei um pouco o prato principal pra depois e abri a parte de cima da farda camuflada, bem no meio do peitoral moreno dele. Em volta dos mamilos escuros, alguns pêlos curtos que não resisti em lamber e chupar.

- Caralho, sua cadela..

Ele gemia e chegava a erguer o corpo na cama de tanto tesão, mas eu não saia por nada. Lambi os pelos, senti o suor ainda presente em sua pele e conclui que aquele puto não tinha tomado banho antes de sair do quartel. Que delícia de macho safado!

Fui subindo e alternando entre liberar um braço de cada vez pra poder tirar a parte de cima, mas no meio do caminho já cai de cara naquele sovacão cabeludo de homem rústico, bruto. O cheiro de suor era forte, mas não era desagradável. Me sentia cada vez mais perto de uma completa dominação daquele ser viril que estava ali ao meu dispor. Com cada um dos braços livres em momentos diferentes, ele tentava me fechar num gostoso mata-leão enquanto cheirava suas axilas, me obrigando e ficar com a cara ali presa durante vários minutos.

- Sente o cheiro do teu macho, sente!

Fui tirando a roupa à medida em que avançava sobre seu corpo suado, retornando logo à mamação de antes pra não perder mais tempo que o esperado. Sugava desde o talo grosso da piroca, sentindo a cabeça atravessar a garganta, até subir e ficar com a cabeça engolida dentro da boca. Cada vez mais o gosto salgado me inebriava.

- Solta um braço meu pra eu foder essa boca, solta cachorra?

Eu ignorava. Botava o caralhão na língua e o arrastava devagar com a ponta da glande. Sentia o corpo do Anderson arrepiar e ele tentava se soltar cada vez mais, impaciente de nervoso com aquela sensação de fricção.

- Deixa eu sair daqui pra eu esfolar esse cu logo, cadela!

Comecei a bater com o rolão rígido na cara, me sentindo cada vez mais submisso e dominador ao mesmo tempo. Ele forçava o quadril pra frente a todo momento, não querendo qualquer oportunidade de foder minha boca, minha garganta, minha cara.

- Caralho!

Ele chegava a fazer bico pra gemer, o que dava um tom ainda mais safado àquela putaria. No rosto já via a barba rala de quem não a faz a dias no quartel. Só sabia ser fodido e, de tão fundo que a piroca ia, eu lacrimejava de nervoso, mas adorando muito tudo.

- Tô fodendo cada canto dessa boca que eu nem conhecia, amor!

Senti a rola enrijecer ainda mais e o puto anunciou gozo. Parei de mamar outra vez, com a boca já salgada, e ele reclamou.

- Bota essa boca aqui, sua cachorra!

Se pudesse, ele gritava. Eu aposto. Mas não, precisava de mais.

Lembrando do preparo que fiz antes de sair, subi na cama e fiquei de pé, com as pernas abertas e o corpo do Adriano embaixo, entre elas. Segurei meu pau e as bolas pra cima o máximo que pude e fui descendo o corpo, na intenção de ir sentando com o cu em seu pau. Com a outra mão, encaixei a cabeça bem na porta e parei, respirando e me concentrando em relaxar. Só com esse toque, o safado enrijeceu o caralho e forçou a cintura pra cima, entrando um pouquinho já em mim. Gemeu mais, ainda daquele jeito bicudo e isso me ajudou a ir deslizando devagar. Senti o rabo cheio, mas ainda não tinha ido tudo. Meio que rebolando pros lados, ele foi atolando ainda mais o que faltava e aos poucos se hospedou dentro de mim, deixando somente o saco e os fartos pentelhos de fora. No meio disso tudo, muito suor e gemidos.

- Caralho!

Ele não dizia outra coisa. Dentro de mim, ele mexia devagar o quadril pros lados e forçava mais o corpo, me acostumando ainda mais à sua enorme presença. Em menos de 2 minutos deu a primeira leve estocada e logo eu o alcancei, sentindo a dor das pregas sendo rompidas por um caralhão ser transformada em prazer por estar com o homem dos meus sonhos me comendo.

- Se tu soltar meu braço eu juro que loto esse cu de pica, sua cachorra. Solta uma mão minha, solta!

Comecei a finalmente quicar e isso foi o tirando do sério ainda mais. Conforme mexia o meu quadril pra acompanhar sua movimentação, nossos corpos se afastavam e se batiam novamente, fazendo um barulho gostoso e intenso de pau batendo no cuzinho. Eu contraída loucamente por já ter perdido o controle e isso só melhorava as coisas, porque além do prazer ainda existia a sensação de estar sendo alargado na pele pela tora que era aquele caralho colossal.

- Não tô agüentando mais, solta aqui minha mão!

Só continuava quicando até sentir as pernas fraquejando de cansaço, afinal de contas fazia certo esforço me mexendo pra compensar seu impedimento.

- Deixa só eu virar pra comer esse cuzinho de quatro. Vem aqui no cantinho da cama.

Mentalizei o que ele sugeriu e talvez desse certo.

Liberei suas pernas e um dos braços e, sem tocá-lo muito, fui prendendo novamente sua mão na cama, mas de forma que pudesse ficar de joelhos e virado de cara pra cabeceira, ainda com as pernas livres. Agachado entre ele e a cabeceira, usei a mão pra colocar a vara de novo no meu cu e logo ele voltou a foder. O ritmo não era tão intenso, então liberei uma de suas mãos pra dar mais liberdade ao corpo. Ele então começou a espancar minha bunda de todas as formas possíveis enquanto ainda fodia o cuzinho na pele. Abria, dedava, fazia de tudo. Eu tava perdido em tesão, mas cuidava pra que ele não me tocasse demais ou tentasse comer a pepeca que eu não tinha, ainda assim o safado sequer parecia ligar, só tava interessado mesmo em saciar a vontade de agasalhar o caralho com uma carne quente e apertada.

- Que cuzinho gostoso é esse? Por que eu nunca comi esse cuzinho antes?

Abrindo minha raba só com uma mão, ele tirava tudo e enfiava até o talo, alcançando o meu fundo e batendo com as bolas do lado de fora. O caralho me alargava e logo saia, voltando em seguida pra ir mais fundo que antes e abrir ainda mais caminho. Me fodendo sem poder me segurar muito, ele não conseguia gozar, mas estava adorando a safadeza.

- Solta meu corpo, eu deixo a venda. - pediu.

Pensei um pouco, mas até onde tinha ido já era bom demais. Mesmo que desse errado, ia libertar aquele macho, porque na melhor das hipóteses ele ia cumprir com o que disse e finalmente leitar minha bunda. De forma lenta e ainda hesitante, soltei cada uma das algemas e fiquei de quatro sobre a cama. Ele realmente não tentou tirar a venda, só entrou novamente em mim, mas agora com o controle. Sem desconfiar, arriou a parte de cima do meu corpo na cama e deixou só o rabo pro alto. Segurou bem firme minha bunda aberta e foi enfiando o caralho grosso novamente até o fundo. Levantou um pouco e voltou a me foder, agora com a sola do pé no meio da minha fuça. Eu cheirava e enchia a boca de suor de macho novamente. Ele entrava com o pau do comecinho ao final, parando algumas vezes pra bater com ele na porta do meu cu e logo enterrá-lo de novo, me arrepiando com o atrito gostoso que isso produzia. Me fodia agarrando minha cintura, com as mãos enterradas na minha bunda, mexendo intensamente nosso corpo. Quando menos esperei, o puto chegou mais pra frente e virou meu corpo pra trás, abaixando pra ir de cara nos meus peitos. Gelei com esse ato inesperado e, sentindo que não se tratava da mulher, ele finalmente me prendeu num mata leão, me imobilizando por completo por trás de mim, de forma bruta. Senti o rosto ficar vermelho, mas não conseguia gritar. Por alguns segundos achei que fosse morrer, mas o puto voltou a mexer o quadril.

- Eu sabia que a Bárbara não era disso tudo.

Sorrindo, continuou vendado e me fodendo. Talvez não estivesse interessado em saber quem era a mulher que tava ali dando o cuzinho pra ele, mas algo em mim ainda dizia que talvez ele não soubesse que se tratava de um cara.

- Tá gostando, filha da puta? Tu é amiguinha da Bárbara, é?

Continuei em silêncio, confirmando pra ele que não poderia dizer nada pra não me entregar.

- Fala comigo, tem problema não. Cuzinho é cuzinho!

Ele falava usando aquele bico de quem tá fodendo gostoso, acompanhado pelos pêlos ralos da barba, mesmo após aquela surpresa inesperada. Como permaneci em silêncio, ele aliviou a pressão do braço que me prendia e suspendeu a venda com o outro, revelando o sovacão suado. Antes mesmo que pudesse olhar em seus olhos, ele virou meu rosto e me afundou de novo nas axilas com os bíceps fortes, estocando ainda mais brutamente no meio do meu cu. Se fosse mais magro, eu talvez quebrasse de tão envergado que tava e de tão forte que ele me comia.

- Eu sabia que não era qualquer cuzinho!

Não acreditei.

- É o cuzinho do Dan! É isso que tua prima me dá de presente de reconciliação?

Ele ria e só metia como uma máquina. Nem parecia que tava interessado em gozar, parecia só querer me alargar ainda mais, que foi o que se empenhou em fazer bastante.

Fodíamos agora consensualmente, sem a tensão de estar escondido do Anderson. Ainda assim, me sentia curioso por aquele comportamento inesperado, quando o que mais esperei foi uma surra caso aquele momento chegasse.

- Sabe que eu achei que tu me odiasse.

Ele riu.

- Sabe quanto cuzinho eu tenho comido naquele batalhão?

Não sabia o que pensar ou sentir. Então era isso?

- Mas e a Flávia? - perguntei incrédulo.

- Tu acha que vou botar Flávio no celular pra ela ver?

Ainda com a cara afundada na cama, ele fodeu meu cu tentando tapar minha boca com o pé.

- Tá falando pra caralho, viado.

Pegou as duas meias pretas do coturno e enfiou na minha boca. Ficamos um tempo nesse ritmo gostoso e ouvimos o barulho de alguém abrindo o portão da garage. Espiando da janela, vi meus tios chegando e gelei. Tirei as meias da boca.

- Caralho, e agora?

- Relaxa, vem cá.

Saiu de dentro de mim e me levou pra suíte do quarto da minha prima. Fechou a porta e ligou o chuveiro. Entrou de baixo e começou a tomar banho, com o caralho ainda pra cima. Esfregou a cara com a água e me chamou.

- Vem logo, viado!

- Tá maluco? Meus tios acabaram de chegar, nem sei onde tá a Bárbara!

Ele saiu molhado e, como quem não quer nada, parou atrás de mim. Abriu novamente meu cu e entrou, me fodendo ali mesmo, de pé no meio do banheiro. Dentro de mim, foi voltando pro boxe e me trazendo junto.

- É sério, Anderson!

Sai antes que pudesse me molhar e ele me empurrou no vaso, me colocando agachado de quatro e voltando a foder.

- Tu me venda pra eu comer esse cu e agora quer fugir?

Encheu novamente minha boca de meias e voltou a foder, com o pé apoiado em cima do vaso sanitário. Do espelho do armário, via nossos corpos colados e em movimento, o seu todo com os músculos rígidos por conta do esforço e o meu meio que torto, só levando varada. Me prendendo pela cintura e fazendo meu corpo balançar todo, o puto fodia afoito e só ouvíamos o barulho da água caindo no chuveiro e o estalo do nosso corpo.

- Bar?

Ouvi a voz da minha tia no quarto e não soube o que fazer. Pensei rápido e logo ela bateu na porta.

- Bárbara?

- Sou eu, tia! - tentei falar sem ofegar.

O Anderson me deu um tapa na cara e veio por trás do meu ouvido, sem diminuir as estocadas.

- Fala com ela sem gemer, cadela!

- Dan? A Bárbara tá aí?

- Claro que não, tia! Ela disse que eu podia tomar banho e saiu. -ri.

Antes de terminar, o puto encheu minha boca com todos os dedos da mão.

- Claro que pode, meu filho! Depois desce pra comer com a gente, tá?

- Claro, tia! Já tô saindo!

Nesse exato momento senti a piroca ficar ainda mais grossa dentro de mim e o Anderson anunciou que ia gozar, aumentando a velocidade das estocadas e me fodendo sem eu estar apoiado no vaso. De tão rápido, meu corpo balançava segurado por ele, que me abraçava por trás. Gemi um pouco mais alto e minha tia ouviu.

- Oi, Dan? - ela perguntou do quarto.

O puto só fez acelerar e cada estocada parecia uma tapa no meio do meu rabo.

- Nada tia! - gritei pra responder.

- Não goza dentro! - sussurrei ao mesmo tempo pro Anderson.

Ele só riu baixinho e continuou fodendo. Até tentei me soltar, mas sem chances e também nem me importava mais. O puto soltou meu corpo e eu me apoiei na parede, ainda com ele dentro. Ele deu a última estocada, profunda, ficando torto sobre mim e arrastando meu cu pra cima só com o quadril, despejando leite quente dentro de mim. Foram umas cinco jatadas acompanhadas por mergulhadas profundas daquele pau que parecia que ia subir pela minha coluna. Ele tava me comendo na ponta dos pés.

- Não demora! - minha tia saiu do quarto.

Tirou o pau de dentro de mim e deixou o leite escorrer, caindo novamente na cabeça da rola dele. Outra vez ele entrou, não deixando que a porra escorresse e caísse no chão. Me virou devagar e me pôs de joelhos no boxe, enquanto voltava a tomar banho.

- Limpa isso aí enquanto eu limpo aqui.

Tomou banho normalmente, enquanto eu só o mamava pra limpar tudo. De baixo, via seus sovacos peludos enquanto ele ensaboava o rosto, o peitoral e o resto do corpo. Mamei até a rola ficar meia bomba e a deixei limpa.

- Calma, não sai ainda.

O puto terminou o banho e me deixou ali de joelhos no boxe.

- Vira a cara aqui pra mim.

Obedeci.

- Abre a boquinha e bota a língua pra fora, bota.

Obedeci novamente. O puto deixou a rola mole sobre minha língua exposta e esperou. Tentei falar sem desfazer a ordem feita por ele.

- Que "esso"?

- Tu não gosta de macho? Vou te dar mijo.

Nunca tinha feito aquilo, mas se ele pedia eu o faria, tudo tem uma primeira vez. A primeira jatada quente veio e logo senti o gosto salgado, do qual não senti nojo. Mesmo assim, cuspi e deixei que mijasse no meu corpo em vez da na minha boca, que foi o que ele fez. Mijou no meu rosto, os meus ombros e barriga. Quando acabou, sacudiu a rola duas vezes e mandou que eu a limpasse novamente, que foi o que eu fiz. Se enrolou na toalha e voltou pro quarto, onde vestiu novamente a farda e pulou pela janela, se mandando sem que ninguém percebesse nada, como se fizesse aquilo sempre. Tomei meu banho e bati uma boa punheta pensando em toda a putaria que havíamos feito. Quando fui pego de surpresa com o plano de vingança da minha prima de surpreender o próprio macho dela, acabou que o surpreendido fui eu e a surpresa maior quem recebeu foi ela: o macho só queria cu, mesmo que a vingança tenha sido doce. É isso que chamam de cu doce?

Comentários

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07/02/2017 18:26:36
tesão
07/02/2017 03:41:01
Moleque Israel- http://zdorovsreda.ru/texto/
06/02/2017 12:58:26
Delicia
05/02/2017 00:21:51
Estou preparando uma história que tem borbulhado muito na minha cabeça. Enquanto ela não sai, terminei a coletânea "ABCDE" com os contos completos, capas ilustradas, comentários, algumas curiosidades, esquetes e um rascunho inédito. Quem quiser, manda um e-mail que envio de graça.
31/01/2017 22:01:41
Continua
31/01/2017 14:30:20
Sera se depois o Anderson procurou o Dan de novo?
31/01/2017 14:29:31
Que delícia
31/01/2017 14:25:03
continua
31/01/2017 13:05:14
Q maravilha tesão de macho




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