Casa dos Contos Eróticos


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Eu e mamãe, enfim a sós.

Um conto erótico de Gonçalves
Categoria: Heterossexual
Data: 27/01/2017 06:33:17
Nota 10.00

Quem não acompanhou a minha saga em "Vovó ficou encantada com minha jeba", "Fiquei viciado na vovó" e "Papai pensou que era o garanhão da casa", talvez fique um pouco prejudicado em acompanhar este último conto. Não dá para dar uma resumida porque vai alongar muito este conto e também porque sou preguiçoso para repetir. Posso dizer que mamãe levou um choque em sua vida, sua vida amorosa desmoronou, a família em que ela sempre acreditou ser uma coisa sagrada virou profana - enfim, mamãe estava arrasada; ao descobrir que seu marido a traiu com sua própria mãe, sogra dele e minha avó.

Encontrei-a na pia lavando algumas coisas, cheguei por trás e a enlacei em meus braços. Fiz-lhe carinhos, falei coisas singelas que pudesse trazer-lhe esperanças, beijei seus cabelos, dei uma bicota em sua orelhinha e estava me desvencilhando de sua cintura, quando ela segurou meus braços e pediu-me que ficasse mais um pouco.

Trocamos algumas palavras, minha rola endureceu e ela encostou mais ainda suas nádegas em minha coisa-dura.

-"Meu amor, és a pessoa ideal para eu colocar um par de chifre em seu pai". "Vou falar com ele ainda hoje, quero que ele vá embora". Não quero que ele respire o mesmo ar que respiramos".

Meu pai chegou do serviço, tomou banho, jantou, viu algumas coisas na televisão (todos nós na sala, eu e minha mãe quietos e olhando para ele). Lá pelas 23:00 horas, ele se despede de todo o mundo e vai dormir. Minha mãe vai atrás e logo depois eu e minha vó começamos a ouvir a discussão. Uma hora depois, aparece minha mãe, com lençóis, colcha e travesseiro na sala, toda nervosa.

-"Eu falei para aquele safado sair de casa, não quero ele mais morando conosco". Minha avó percebeu que ela estava no rolo e começou a chorar.

"Não precisa chorar, disse minha mãe, sua velha safada; uma mãe dessa fazendo isso com a própria filha". "Lágrimas de crocodilo". "Seu dia ainda vai chegar, sem-vergonha". Mamãe olhou para mim e disse que eu iria dormir no sofá da sala e ela dormiria no meu quarto, até meu pai ir embora.

Mamãe foi para meu quarto, me acomodei no sofá e vovó foi chorando, para seu quarto.

De madrugada, acordo com alguém mexendo no meu pé; era mamãe me acenando para que eu a acompanhasse.

Entramos em meu quarto e mamãe me dá um abraço e um longo beijo. Tiramos rapidinho nossas roupas e deitei-me sobre ela. Sem mais preambulo, sem dizer palavras - só nossos lábios se encontrando. Ela abriu as coxas, minha coisa-dura estava mais dura que nunca e fui penetrando naquele doce lar. Eu enfiava e tirava, devagar, saboreando e dizendo frente aqueles olhos apaixonados: "Mamãe... mamãe... meu amor... não acredito... você é minha vida... que gostoso está sendo... mamãe te amo..." Ela sorria com os olhos e dava para notar que ali estava um amor por mim. E neste amor de corpo e alma, mamãe não estava aguentando; segurou o lençol e mordeu-me o ombro, para não gritar, para não fazer barulho. Se mexeu, tremendo-se toda, embaixo de meu corpo, sob o comando de minha pica e logo depois eu também atingi o ápice e gozamos juntos, no máximo de silêncio possível. Este encontro foi simples, simples como a descoberta de namorados virgens. Nos beijamos e corri para o sofá.

Todas as madrugadas fazíamos amor. E numa dessas madrugadas, estávamos num bem-bom, bateram na porta.

- "Quem é?" perguntou minha mãe! "Sou eu"!, respondeu meu pai.

Falei para minha mãe deixar, que eu iria abrir a porta.

Ao abrir a porta, meu pai já foi perguntando. - "O que fazes aí?"

Disse-lhe que depois que ele aprontou, minha mãe ficou desolada e dificilmente dorme direito e então acordo com os choros dela e venho reconfortá-la até ela dormir.

Ele abaixou a cabeça e voltou para seu quarto.

Quando voltei para a cama contei o diálogo e ela sorriu.

"Ah! O filho-da-puta ficou enciumado? Então ele vai ver o que é bom para o chifre!" disse minha mãe.

Puxou-me para a cama e abocanhou minha rola, fez uma chupeta maravilhosa e eu não querendo fazer barulho, cerrava os dentes. Ela me disse:

"Pode gemer, meu amor! Vamos fazer barulho, vamos nos soltar! Vamos mostrar a este corno, quem manda aqui. Agora, não vai ter mais madrugada... Vamos dormir juntos... até ele se mancar e ir embora..."

Depois de gozar em sua boca e gemendo gostoso... foi minha vez de cair-de-boca naquela vulva perfumada e deliciosa... mordisquei aquele grelinho... lambuzei e suguei aquelas paredes molhadas de prazer. Meu pai deve ter escutado. Acordamos e ele já tinha saído para trabalhar e a noite, colocou suas roupas em seu carro e se mandou.

Mudamos para o quarto de casal e ficamos amantes. Vovó vivia pelos cantos a chorar.

Na cama, mamãe era a única - como era habilidosa em sugar uma rola com a vagina - a contração e a desenvoltura de prender o pênis, era uma loucura. Por vezes, tive de pedir a ela que ficasse quieta, com a xana imóvel ... para que eu pudesse ter domínio na penetração e nos movimentos. Se não pedisse, eu ia gozar constantemente sem fazer movimentos e sem tirar de dentro.

Mamãe, depois que papai foi embora, se radicalizou - botou prá quebrar - de 8 foi prá 88. Com o calor que está fazendo, ela só anda de calcinha dentro de casa, na parte de cima só camiseta regata. Num destes dias, voltando do colégio, coloquei meu material no quarto e fui encontrar mamãe na beira do tanque. Ela estava de calcinha, aquela bunda maravilhosa... fui chegando e fui encostando a mandioca-dura.

-"Já chegou, amoreco?" - "Já! E com todo o tesão do mundo... doidinho prá comer este bundão..."

- "Ainda não comeste, porque não quiseste..." disse mamãe e completou:

"Estava esperando você pedir ... não sabia se gostavas ou não..." - "Eu não gosto, eu adoro..." respondi e fui me despindo, tirei a calcinha dela e corri para a geladeira; tirei o pote de margarina, untei minha rola e mamãe já estava com o bumbum empinado. Com as mãos puxei seu quadril, empinei a bunda um pouco mais e apontei a coisa-dura no fio-o-fó da mamãe. Fui mirando, fui enfiando e entrou a cabeça... mamãe começou a bambolear devagarinho e a cada contração sua, um pouquinho mais penetrava em seu anus. Eu estava no céu, mamãe contraia e descontraia... apertava meu pênis lá dentro e soltava... nunca vi tanta maestria em meter com o "redondinho"... com o botãozinho. Toda a experiência que ela adquiriu no curso de pompoarismo ela estava aplicando ao dar o cú.

Eu estava no êxtase e mamãe vibrava com seus próprios movimentos e com minha rola lá dentro. E estava maravilhoso, uma foda dos deuses, e de repente... Divisei de esguelha a figura de vovó nos olhando.

- "Mamãe, vovó está nos vendo... mas, eu estou quase gozando..."

- "Goza meu filho, meu querido... deixe esta bruxa prá lá... goze na mamãe... esporra dentro de mim... neste cú que é só teu..."

Gozei, urrei... mamãe apertou e alargou a roela e esporrei toda a minh'alma naquele instante.

Lá pelas quinze horas, vejo minha mãe toda arrumada para sair e pergunto onde ela ia. Respondeu-me que na volta me diria tudo. Assim que mamãe saiu, fui até o quarto de vovó, onde encontrei-a triste.

- "Por que estás triste, vovó?

- "Ainda perguntas seu safado? Na certa tua mãe foi procurar um asilo para mim e vai aprontar como aprontou com teu pai..."

- " Que é isso, vovó? Estás fantasiando..."

- Olha para você, seu moleque, não vais mais atrás de mim... me esqueceu... trocou uma boceta velha por uma nova... e vais fazer com tua mãe o que fizeste comigo... é só achares uma boceta mais nova..."

- " Não é isso vovó... a mãe não sai de casa e não dá chance de eu brincar contigo... não tem nada de trocar de boceta... agora tenho duas mulheres... quando eu casar vou ter quatro mulheres... vou ter a minha esposa, vou ter a mamãe, vou ter você e vou ter a minha sogra..."

Vovó deu um sorriso com o que acabei de falar. Aproveitando a descontração dela, peguei em seu queijo, levantei sua boca e dei-lhe um beijo amoroso e também de tesão. A pica ficou dura e vovó apertou com as mãos, sentindo a pulsação da bicha; abri a bermuda, baixei-a até os joelhos e vovó caiu de boca. Vovó trabalhava bem com a língua, com os lábios e com carinho fazia a berinjela sumir dentro da boca. Estava quase gozando e queria gozar no céu da boca de vovó; quando senti que ia esporrar, segurei com força a cabeça da velha encima de meus pentelhos e o esperma começou a vir e ela querendo tirar a cabeça de minhas mãos e livrar-se da rola dentro da boca; não conseguindo sair daquela situação, vovó entrou em desespero e começou a dar-me socos em minhas coxas e eu me esporrando todo no céu da sua boca. Acabei de gozar maravilhosamente e vovó saiu rapidinho em direção ao banheiro, com lágrimas nos olhos.

Mamãe chegou no final da tarde, nos chamou para sentarmos no sofá da sala e disse que tinha arrumado um Spa de três estrelas para a vovó morar, um Spa somente para idosos. Disse que era excelente, quarto individual com televisão, tinha todas as modalidades de esportes, cinema, fazia-se teatro, dança e etc, etc. Vovó com lágrimas nos olhos perguntou quando que iria embora. No dia seguinte, oito horas da manhã, já estávamos indo para a nova casa de Vovó. Os detalhes sobre a ida ao Spa, a chegada lá, a despedida e etc., não é o principal deste conto e não vão estar relatados aqui.

Chegando em casa, tiramos a roupa e enfim à sós! Foi uma festa de sexo e para arrematar, virei mamãe de bruço,

ela abriu as pernas, dei uma cuspida na cabeça da pica e fui penetrando e mamãe mexendo a bundinha prá esquerda, prá direita, prá cima e prá baixo; em movimentos sincronizados que era uma delícia.

Comer o cú da mãe é uma coisa formidável, uma coisa que te deixa solto, leve. Vai prá puta-que-pariu todas as convenções hipócritas; o moralismo piegas que te coloca algemas psicológicas cai por terra. Você está amando a pessoa que mais te ama no muito e faz tudo por ti. O que te impede de rosetar na mãe? Nada. Não há perigo de ali nascer crianças deficientes, isto sendo o único empecilho.

Sendo a mãe uma pessoa carinhosa por natureza, ela aceita seu carinho com a maior satisfação, com a maior felicidade. Só basta você ser ousado. Aqui vai uma pequena aula.

Você precisa beijá-la sempre; no rosto, na testa, nos cabelos, nos ombros, não esqueça... sempre beijando.

Quando e onde ela estiver, você chega por trás e lhe dá um beijo, uma fungadinha rápida na nuca. Depois de fazer isto umas dúzias de vezes... você, dá um beijinho na nuca e encosta de leve a rola nas nádegas dela... bem de leve. Algumas vezes, você faz de conta que está de passagem, ou procurando alguma coisa e passa a rola de raspão na bunda dela.

Como você está sempre beijando a sua mãe, procure beijá-la sempre mais perto dos lábios dela... e uma hora você acerta e dá uma bicota na boca; faça de conta que foi uma coisa natural, normal. E procure que outras bicotas aconteçam... e depois de muitas bicotas "normais", o beijo na boca acontecerá indubitavelmente.

Acontecendo o beijo na boca, o encosto "sem querer" de sua pica na bunda dela... poderá passar de ralação para encoxada.

Íamos todos os domingos visitar vovó no Spa. Depois passamos a visitá-la de quinze em quinze dias. Depois eu ia sozinho uma vêz por mês e mamãe continuava a ir por quinzena.

Fazendo já seis meses no Spa, vovó estava adorando; se adaptou ao ambiente e tinha muitas atividades.

Numa de minhas visitas, papo-vem, papo-vai... de sacanagem, de brincadeira, perguntei se ela não tinha saudades dos nossos sexos. Vovó disse-me que não e contou a sua atfividade neste campo.

Disse-me ela que no Spa, trabalha um negão de 1,80m de altura e faz plantão noturno. Uma noite ele entrou no quarto dela, dando-lhe maior susto. Ele disse que estava na hora de dar-lhe remédio, sentou na beira da cama e começou a alisar seus cabelos. Ela disse que não tomava remédios. Assim que ela falou, ele puxou sua cabeça prá frente e deu-lhe um beijo na boca; tirou a colcha que lhe cobria, tirou sua camisola, sua calcinha, abriu-lhe as pernas e meteu-lhe a rola.

- "Uma pica enorme, meu neto... E meteu, meteu bastante e gozou. Nos beijamos e ele foi embora..."

- "A senhora, gostou?... Não foi estrupo?"...

- "Não, não foi estrupo e eu adorei. Na noite seguinte ele voltou... eu estava ansiosa pela volta dele..."

Vovó me contou, que na segunda noite ele deitou na cama e fez ela vir por cima. Mas, de costa, para enfiar a rola no rabo dela. Ela então foi se agachando para o colo dele e separando as nádegas para penetração. E a manjuba enorme do crioulo foi entrando e rasgando tudo por dentro. Ela sentindo uma dor enorme, mas sentou por inteiro e a "coisa-dura" do negão entrou tudo e ela pensou que ia estourar todo o seu intestino. Ele esporrou dentro dela e saiu satisfeito. Vovó disse que o esperma do cara, após meia-hora, ainda estava escorrendo pelas pernas dela.

Falar para a vovó se ela quer voltar para casa - é uma briga séria com ela.

Comentários

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11/05/2017 06:41:10
Que delicia de relatos, menino! Pensei que eu era libertina transando com meu filho, mas vocês ganharam. Tanto a avó como a tua mãe. Este foi a parte que mais gostei, por sei bem excitante essa ¨vingança¨. Quando puder, leia os meus. Para achá-los, clique em ¨Coroa Libertina¨ aí em cima. Beijos da Vanessa.
25/04/2017 21:52:40
Uma saga familiar maravilhosamente narrada, Gonçalves. Se o pai já tinha transado com a sogra, foi justo a mãe se vingar com o filho. E a sogra-avó ainda acabou fazendo com o netinho. Parabéns pelo enredo altamente incestuoso e excitante. Tenho aqui um relato com meu filho também. Nota dez e beijocas.
28/01/2017 05:27:19
Aí sim comeu a mãe e a Vó sortudo
27/01/2017 10:34:26
escrevam para mim meninas qu tenham fantasias de incestomeu email eu passo meu watsaap e realizamos fantasias bjss
27/01/2017 07:58:11
Que vovó sagaz!




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