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As maravilhas de uma Doutora.Dra Hélla

Continuando... SE VOCÊ LEITOR NÃO FEZ A LEITURA DA PRIMEIRA PARTE AQUI ESTA, http://zdorovsreda.ru/texto/ Eu podia sentir uma baba densa descer até meu saco, ela me olhava e sorria satisfeita com o que estava fazendo, seu queixo estava brilhando todo lambuzado de sua baba, ao chupar o pau, levava ele até sua garganta, tirava ele da boca, alisava ele com ambas as mãos, brincava fazendo carinho esfolava a cabeça, depois voltava a colocar ele todinho na boca, tirava por varias vezes ela me olhou com os olhos lacrimejando por ter levado o pau até sua garganta, eu já estava preste a gozar, então peguei ela pelos cabelos, puxei ela para perto de mim, beijei sua boca, sua boca estava lambuzada, um sabor de pré-gozo que tinha com certeza saído de meu pau enquanto ela me chupava, eu consegui sentir o sabor de seu hálito naquele beijo e também sentir meu próprio pré- gozo, ela foi montando sobre meu corpo, nesta montada pode sentir sua buceta melada roçar pelo meu pau, nossa aquilo me levou a loucura, eu estava prestes a penetrar a bucetinha dela, quando ela disse:

- quero chupar mais! Posso?

- claro, não só pode como deve, eu amei sua boca em meu pau, faça dele sua melhor refeição!

Assim como ela tinha chegado a minha boca, ela foi descendo seu corpo, se esfregando ao meu, até chegar de novo ao meu pau, desta vez ela não mais usou as mãos, apenas levou a boca até ele, e assim chupou por mais o menos uns 15 minutos, eu já não aguentava mais poderia gozar a qualquer instante nos lábios da Doutora, então novamente puxei ela para mim, beijei sua boca com fúria, um beijo avassalador, com as mãos explorando todo seu corpo, vez ou outra tocava em sua bucetinha que estava toda babada, meladinha como eu nunca tinha tocado, a cada toque em sua bucetinha ela se contraia toda, tinha momentos que eu pensava que ela ia desfalecer em meus braços, eu já não pensava mais em seu esposo, nem onde eu estava, eu dentro da casa do meu medico, preste a foder sua esposa, apenas um sentimento me consumia naquele momento, o sentimento do tesão, o desejo por aquela mulher baixinha, de cara de menina levada, tudo que eu queria era estar dentro daquela mulher, neste momento, me soltei dos braços dela acariciei seu rosto e disse:

- Acho que precisamos de um ou mais preservativos!

- Eu não preciso em relação a você, sou sua medica! Esqueceu?

- Verdade Doutora! Mais eu não sou seu medico! Certo?

- Verdade, você tem toda razão Théo, mais naquela mesa ali tem um envelope, lá tem tudo que você precisa saber de minha saúde, mais caso queira no meu quarto tem preservativo, eu não vou lá, quero dar para você aqui nesta sala, talvez mais tarde eu queira que você me coma lá em cima.

No mesmo instante me voltei para ela, Hélla me olhava com encantamentos nos olhos, quando cheguei perto dela, ela tocou meu pau em riste e disse que aquele pau tinha que ser fixado em formol, e posto em uma exposição, meio broxante as palavras dela a respeito do meu amigo, mais na hora do tesão tudo é válido, ela brincou com meu pau, chegou mais perto, esfregou ele no rosto, cheirou e disse:

- Ele tem cheiro gostoso!

Voltou a chupar ele, mais antes que ela se empolgasse o tirei de sua boca, e com um simples toque em seu braço ela percebeu que eu queria que ela ficasse de 4, assim eu iniciei uma chupada em sua buceta por traz, alterando as chupadas na buceta e no seu cuzinho, quando tocava com a língua em seu cozinho, ela se jogava para frente, eu via seu bumbum todo se arrepiar, quando tocava seu cuzinho com a língua ela se jogava para frente em uma tentativa frustrada de escapar de minha língua, por varias vezes ela fez isso, em uma das vezes eu parei, não procurei sua bunda, então ela mesma jogou sua bunda de encontro ao meu rosto, sua bucetinha escorria um mel incolor, ela estava meladinha a ponto de escorrer, coloquei minha mão embaixo dela, fiquei aguardando aquele meladinho se desgrudar de sua bucetinha e cair em minha mão, quando isso aconteceu levei ele ao seu rabo, lambuzei todo o rego de sua bunda com seu próprio meladinho, aproveitei seu melado e enfiei um dedo em seu cuzinho, ela gemeu gostoso, não senti resistência em seu cuzinho, não era um cuzinho de quem tinha costume de levar pau, mais por outro lado eu senti alguma facilidade ali, ou poderia ser pelo grau de excitação de Hélla, então como ela já estava ali de 4, e toda oferecida ao meu prazer, e claro ao dela também, então encostei a cabeça do pau na entradinha de sua buceta, apenas encostei e deixei, ela veio de encontro ao pau, foi forçando a entrada do pau na sua bucetinha, eu fazia carinho em suas costas, Hélla tem cabelos curtos, adoro quando é longo, então eu me aproveitava de seu cabelo curto e levava meus dedos até sua nuca lhe fazendo um carinho gostoso, quando o pau entrou todinho nela, voltei a tirar dela, meu pau saiu todo brilhando de seu melado, então posicionei ela melhor, porque eu queria foder seu cuzinho, e queria agora não era depois, voltei a dar beijo em seu cozinho. Os amigos leitores já viram uma foto de mulher de quatro, aquelas que têm as nádegas bem separadas, dando assim uma visão privilegiada do cuzinho? Pois é assim é a Doutora! Quando esfreguei a cabeça do pau na portinha de seu cuzinho ela se virou e disse:

-Théo! Vai doer?

-Não!

-vai ser gostoso para nós dois Théo?

-Sim, vai pode apostar que vai!

Uma vez eu vi um vídeo que o cantor Leonardo dizia que, bolo de festa e cu agente não pede, vai passando o dedo se ninguém reclamar, agente come!

Eu acho que ele estava coberto de razão quando disse isso, mais uma vez ela se virou para mim e disse:

-você vai me comer ai?

-Não Doutora, eu vou foder você aqui!

- Eu nunca dei ele!

- Eu posso perceber, mais fique tranquila, depois de hoje vai sempre querer dar ele!

Pode parecer pretenciosismo de minha parte falar desta maneira, mais o cuzinho da Doutora pedia por pau por si só, seria uma lastima não atender o apelo de tal ponto do corpo daquela mulher! Você leitor já tocou no cuzinho de uma mulher? Pois é, é visível quando ela não quer, mais o dela não, parecia uma flor desabrochando, você tocava nele, ele se abria parecia receptivo ao coito, então mais uma vez coloquei a cabeça do meu pau naquela entradinha, ela olhou novamente para mim com acara de safada e disse:

- já que você pensava em foder meu cuzinho, podia ao menos ter trazido um lubrificante!

- hora Doutora, não existe melhor lubrificante que o que escorre de sua bucetinha! Quer passar um pouco no seu rabo?

- rabo não, chame-o de cu, cuzinho ou cuzão, mais rabo não!

- esta bem Doutora, então lubrifique seu cuzinho, pois vou meter o pau nele agora!

Ao falar isso já levei minha mão a sua e a conduzi para sua bucetinha, ela então lambuzou seus dedinhos em seu melado e levou até seu cuzinho, depois que ela fez isso eu voltei a lhe penetrar a bucetinha, coloquei mais o menos a metade do pau na buceta dela, Hélla deu uma reboladinha, forçou seu bumbum de encontro ao meu pau afim de que mais pica fosse penetrada em sua buceta, recuei um pouco, ela forçou mais, recuei mais ainda, ela protestou:

- Théo não maltrata! Deixa por favor, quero sentir ele todo em mim, nunca senti algo deste tamanho em mim!

Sem me importar com as suas súplicas, me afastei ainda mais ao ponto de ficar só a cabeça do pau acoplado em sua buceta, novamente tirei ele todo de dentro dela, encostei-me ao seu cuzinho, forcei a entrada ela deu um gemido, tentou sair de minha frente, segurei sua cintura, fiz carinho em suas costas, e nuca, soltei sua cintura, ela veio com abunda de encontro ao meu pau, levei minha mão ao seus cabelos, entremeando meus dedos neles, bem próximo a nuca, assim encostei o pau na sua entradinha do cuzinho dela, quando a cabeça entrou, peguei seus cabelos com as duas mãos, e fui puxando ela para mim, percebi que ela sentia dor, soltei seus cabelos e levei a minha mão até sua mão e á conduzi até sua bucetinha, afim que ela se tocasse, ela entendeu o recado e passou a se masturbar enquanto ao pau ia entrando em seu cuzinho, depois que entrei mais o menos a metade em seu cuzinho fiz movimento de entra e sai, levei minha mão a sua bucetinha, nossas mãos brigava por um espaço junto a sua bucetinha, quando senti meus dedos bem melado de sua buceta levei a sua boca, ela passou a mamar meu dedos, ela chupava meus dedos com a mesma intensidade que chupou meu pau a pouco atrás, ela foi jogando seu bumbum para trás, de forma que ficou com seus pequenos peitinhos em cima de sua coxas, quase que agachadinha, sua mão continuava na sua boca, agora mais de 4 dedos estava dentro de sua boca, e a outra ela tocava sua bucetinha, ela estava toda arreganhandinha, com meu pau metido em seu cuzinho, e ela teve um tremor e anunciou um gozo:

- Ai Théo, estou gozaaandooo.....ai que delicia...ai que gostoso...eu quero isso de novo ai que bom que gostoso...

Ela nem bem terminou de gozar, fez com que meu pau saísse de seu cuzinho, virou de frente para mim meio que ajoelhada e levou sua mão a minha boca, entendi sua intenção e passei a lamber seu gozo em seus dedos, peguei ela no colo e sai carregando ela para seu quarto, ao chegarmos em seu quarto, ela olhou meus olhos com um ternura tão boa e disse:

- Me perdoa? Mais eu não consegui segura!

- Sem problemas doutora, estou aqui para lhe dar prazer!

Ela então me abraçou, sorriu e disse que era maravilhoso eu esta ali com ela, então fui empurrando ela para o banheiro, abri a ducha, eu entrei primeiro embaixo do jato de agua, logo em seguida a puxei, ficamos nos beijando embaixo do jato de agua, por um bom tempo, em seguida passei a lhe ensaboar com creme ou shampoo que achei por ali, dei um banho nela como se ela fosse uma menininha sendo cuidado por seu pai, depois também tomei meu banho, enquanto eu tomava banho ela ficou com aquela carinha de duvida me olhando, tipo: Mais já acabou? Engano dela, porque estávamos apenas começando, ao sairmos do banheiro, peguei uma toalha e a sequei, me enxuguei, então agora voltamos nos abraçar, eu não podia abraçar aquela mulher que já pegava na sua bunda, ela toda melosa me disse:

- Parece que gostou dela!

- Sim gostei muito dela, ela é apetitosa, gostosa, e descobri que tem um potencial muito grande em levar pau, só basta usar mais ela, ou seria ele!

- Então vem aqui, me fode o cuzinho mais uma vez!

- Não doutora agora você vai ser fodida na sua bucetinha bem gostoso, e vou encher ela de porra! Posso?

- Você não só pode como tem obrigação de fazer isso!

- fique tranquila, vou dar para sua bucetinha agora tudo aquilo que ela merece mais isso não quer dizer que seu cuzinho não terá atenção especial.

Então fui colocando ela de 4, ela se curvou toda, costumo dizer que nem toda mulher sabe dar de 4, mais Hélla tinha uma habilidade para isso espetacular, cá para nós foder uma mulher que gosta de dar de 4 é tudo de bom, então encostei o pau na bucetinha dela, Hélla forçou seu bumbum para trás, deu uma reboladinha, de repente se lançou para frente, foi até uma gaveta, pegou uma espécie de lenço, ou tiara, prendeu seus cabelos, apenas para não cair em seu rosto, mais continuou com ele solto atrás, a buceta dela, parecia que minava de tão molhada, eu enfiava o pau na bucetinha dela, tirava, ela reclamava, eu voltava a meter ele nela, era formidável ver as costas dela se arrepiar a cada tirada e metida de volta, seu bumbum arrepiava todo, nunca presenciei tal experiência em toda minha vida, e olha que já peguei algumas gatas de 4, a bucetinha da Doutora mastigava meu pau, era como se uma mão apertasse meu pau, ela tinha um reboladinho gostoso, eu estocava firme em sua bucetinha, ela dava um gemidinho gostoso, meio que envolvida em suas mexidas e reboladinhas ela me disse:

- Eu nunca fui comida assim Théo, mais eu sonhava em um dia ser comida assim de verdade, e agora parece que estou sonhando sentindo você assim atrás de mim me comendo todinha!

As palavras de Hélla só me dava mais tesão, eu continuava ali segurando sua cintura e metendo gostoso, hora metia com força, hora de leve, era uma mistura de carinho e força bruta, e ela gostava do tratamento dado a ela, se deixa levar, ela foi se arreganhando ao ponto de quase sua barriguinha no colchão, ela deixou que seus peitinhos tocasse ao colchão, assim jogou suas mãos para trás, eu agora tinha uma visão privilegiada de sua buceta e cuzinho, pois ela abria sua bundinha com as duas mãos, ela então olhou para trás e disse:

- Théo, eu estou amando isso, fala para mim que sempre que eu quiser você vai vir aqui me foder!

- Calma Doutora, hoje ainda nem acabou, estamos só começando, não pense no amanha, pense no agora!

Então eu a levantei, a abracei de frente e beijei sua boca, ela foi se ajoelhando, conforme ela ia se abaixando, por ser mais baixa que eu, meu pau lhe tocou parte de sua barriga, seios e por fim seu rosto, ela se virou para lá e para cá, como se quisesse que o pau tocasse seu rosto, repetiu por varias vezes, até deixar que ele entrasse em sua boca, ela o engoliu inteiro, tirou da boca, olhou em meus olhos e disse;

- Eu morreria chupando ele!

E voltou a colocar ele na boca, depois que ela chupou bastante, eu preste a gozar, já não aguentava mais segurar, já era impossível me controlar, mais eu não queria gozar ainda, eu queria prolongar ao máximo aquele prazer maravilhoso, então fiz com que o pau saísse de sua boca, tinha um móvel no seu quarto uma especial de balcão com alguns quadros de fotos, tirei eles com cuidado colocando em uma poltrona, me voltei para ela, ao abraçar ela, ela parecendo adivinhar as minha intenções, se jogou em meus braços, enlaçou suas pernas em minha cintura, coloquei ela sentadinha sobre aquele balcão, ela se arreganhou ao máximo. Que mulher divina, aquela mulher poderia ler meus pensamentos! Será? Então desta forma ficamos ali encaixados, beijava lhe a boca, sabe ficamos como se fossemos um casal de namorados se curtindo, de vez enquanto eu dava um bombadinha, ela da um gemidinho ou mordia meus lábios, mordia meu queixo, beijava meu rosto, quando dei mais uma bombada ela se retraiu, achei que tinha sentido algum desconforto, que nada a mulher puxou minha bunda, fazendo com que eu entrasse todo nela, deu um gemidinho, que delicia o gemidinho dela, de vez enquanto dava uns tremores no corpo dela, eu podia sentir que ela estava preste a gozar, então ela colou seus lábios em minha orelha, quase que mordendo ela com os lábios e disse:

- Goza...goza em mim, goza na minha bucetinha....vem Théo...goza nelazinha...enche ela de porra eu quero sentir sua porra dentro de mim....ai...ai...vou gozar Théo....vem filho da puta, vemmmm.....para de judiar...quero sentir.....

Hélla enlaçou suas pernas em minha cintura, me prendeu bem junto dela, de maneira que eu nem podia se mexer, e foi se levantando, tirando seu bumbum de cima do móvel, quando percebi ela estava presa a mim, colado ao meu corpo, ela voltou a morder a minha orelha, ela disse que queria que eu gozasse nela naquela posição, queria me sentir assim, e pediu que eu ficasse paradinho, que não se mexesse, só ela iria se movimentar, resolvi obedece-la, ela foi se movimentando, imagina você leitor, você pé, segurando a mulher na sua cintura, ela toda arreganhadinha, toda entalada no pau, eu creio que o movimento que ela fazia não dava espaço nem de um dedo quando ela se movimentava, era um movimento de rebolado, Hélla foi se contorcendo no meu pau, era uma mexidinha gostosa, eu sentia meu pau cutucar bem fundo nela, ela foi se movimentando, aquela mulher parecia ter virado uma maquina ali em meus braços, tentei puxar sua cabeça para lhe beijar a boca, mais ela não deixou, FILHA DA PUTA, assim eu iria gozar, desta vez ela tinha me pego no “contra pé” com certeza eu não aguentaria muito tempo, ou seja, nem minutos naquela posição, a mulher foi se movimentando, cada vez mais rápido, embora estivéssemos em uma casa gelada naquele momento, eu já sentia suor escorrer de suas costas, ela continuava ali em seu gingado, corpo colado ao meu, pau todo atolado em sua bucetinha, as vezes eu sentia a cabeça do meu pau tocar-lhe algo por dentro de seu corpo, ela apenas gemia nestas horas, ou melhor aumentava o som de seu gemido, vez ou outra falava uma ou duas palavras que eu não conseguia entender, mais uma delas eu sempre entendia, goza, ela pedia a todo momento que eu gozasse nela, eu já não aguentava mais segurar seu corpo em minha cintura embora ela fosse pequena, e o suor de seu corpo fazia com que tudo ficasse ainda mais dificultoso, então caminhei com ela em direção a cama, ela protestou mais não dei ouvidos aos seus protestos, quando chegamos na cama, joguei ela sobre a cama, ela caiu toda aberta na cama,, levou sua mão em sua bucetinha e medisse:

- Vem aqui gostoso? Vem encher ela de porra, vem aqui vemmm.....!

Fui para cima dela com muito mais tesão, antes de meter de volta na bucetinha dela, eu pincelei o pau na buceta dela, bati com o pau em cima de seu grelinho, ela se contorcia como que querendo que o pau fosse logo para dentro de si, então me posicionei ente suas pernas, quando entrei nela ela voltou a dar um gemidinho, e logo voltou a mesma posição que nos encontrávamos quando estávamos em pé, só que agora muito amis confortável, pois estávamos deitados, quando pensei em movimentar dentro dela, ela pegou em meu rosto com as duas mãos e disse:

- Théo não seja teimoso, fica quietinho, paradinho, deixa que só eu me movimente, assim...sente minha bucetinha mamando ele sente, olha fica paradinho, presta atenção, ela vai mamar ele, vem gostoso, vem, pode vir, vem goza nela me lambuza com sua porra!

Logo senti a bucetinha dela se contraindo, amigos eu nunca senti uma sensação tão maravilhosa na minha vida, até uns minutos atrás eu tinha amado a boca dela em meu pau, mais agora, eu não saberia diferenciar qual sensação era mais gostosa, sua boca ou sua bucetinha, eu tinha a impressão que as duas tinham o mesmo desempenho com um pau atolado em ambas, lembre-me de ter lido algo uma vez sobre as maravilhas que algumas mulheres fazem com suas bucetinhas! DEVERIA SER A TAL TECNICA DO POMPOARISMO? Não sei, o certo que estava muito delicioso, e como ela me disse, para ficar quietinho, era melhor até parar de pensar para não atrapalhar o bom desempenho da moça, ela parou todinha, agora apenas sua bucetinha tinha movimento, nada no corpo daquela mulher mexia, ela enlaçou de uma forma tão medonha suas pernas em minhas costas que eu acho que só o bombeiro me tiraria dali, mais quem precisa de bombeiro em uma hora destas, nenhum homem em sã consciência ia querer sair dali, muito menos eu, então sem mais aguentar tanta preção daquela mulher, desmanchei-me em gozo avassalador, inundei ela de porra, quando escapava algum resquício de porra de dentro dela vinha como se você tampasse uma mangueira com os dedos, enquanto eu gozava em nenhum momento ela liberou meu pau, sua buceta continuava mastigando ele, e ela só gemia, era o única som que se ouvia naquele quarto, sou pior que certas mulher quando gozo, faço escândalo mesmo, a ponto de Hélla ter tapado minha boca, quando meu corpo estava começando a cair na calmaria, ela deu um gingado em seu quadril, soltou suas pernas de minha cintura, meio que soltou seu corpo, como se me mandasse um recado, por hoje chega, mais me antecipei e prendi ela embaixo de mim, peguei sua pernas e levei elas para o alto, voltei a meter nela agora suas pernas juntos, mais para cima, nosso sexo era um melaço só, ela jogou seus braços para trás como que se entregando ao meu prazer, ela começou a se contorcer e pedir que metesse mais forte, em dado momento pediu até para que arregaçasse sua buceta, quando percebi que ela ia gozar tirei pau da sua bucetinha, a mulher virou uma fera e disse:

- Filho da puta, filho da puta, filho da puta, não para, não para, filho da putaaa......

Gente a mulher caiu em choro, e se debatia na cama me chamando de tudo quanto é nome legal de ouvir nesta hora, neste momento senti que ela queria um pouco de brutalidade na coisa, peguei ela pelos cabelos, fiz com que ela se levantasse da cama, levei ela até uma das paredes do quarto, colei ela de frente na parede, a safada empinou seu bumbum, pois sabia que agora ela ia levar pau ali em pé, ela com as mãos espalmadas na parede, bundinha levemente empinada, meti na sua bucetinha, ela deu dois rebolados, fiz com que ela se empinasse mais ainda seu bumbum, segurei na sua cintura, e passei a meter sem parar, as vezes tirava todo o pau de dentro dela e voltava a meter de novo, ficamos nesta brincadeira um bom tempo, as vezes tirava todinha de sua buceta e voltava a meter de novo, quando eu sentia que ela ia gozar eu tirava, dava um tempo, voltava a meter novamente, ela esbravejava, eu metia de novo, agora não tinha como saber se ela estava muito excitada ou se todo o melado era da minha gozada ainda, percebi que ela estava se cansando da posição, levei ela novamente para cama, só que ao invés de deita-la, coloquei ela de bruços bem na ponta da cama, de forma que suas pernas quase ficasse na lateral da cama, me posicionei novamente atrás dela, na posição em que ela ficou, não era possível perder nenhum centímetro de pau, quando entrei, ela sorriu junto de um gemido e disse:

- Ai Théo cutucou minha alma agora, mais não pare, não pare nunca mais fica ai, mete, mete gostoso....ai Théo, como é bom isso...quero gozar no seu pau de novo....ou delicia...que delicia.....mete, mete......

A cada estocada minha a mulher tinha tremores pelo corpo todo, e mais lindo era ver suas costas ir se arrepiando, a cada toque, ela tentou levar suas mãos para trás, na tentativa de fazer um carinho em minhas pernas, mais não deixei, joguei seus braços para frente, no alto de sua cabeça, ela entendeu o recado, mulher inteligente é outra coisa, costumo dizer que sexo mudo não presta, pois quando cheguei meus lábios ao seu ouvido e disse:

- A doutora vai gozar para mim?

- Não, sua puta vai gozar para você... Faz, faz sua puta gozar para você!

- Então vem minha puta, vem gozar para seu macho vem, goza, mostra para mim que você esta louquinha para gozar, se você gozar no meu pau gozo na sua boca mostra para mim que a noite passada todinha você só pensava em foder gostoso comigo!

Neste momento ela se estremeceu mais forte que as outras vezes e gozou, vi-a juntar o lençol da cama junto ao seu peito, cobriu seu rosto, tomei dela o lençol e vi lagrimas em seus olhos, não entendi, quem pode chorar depois de gozar tão intensamente, mais antes que eu perguntasse qualquer coisa, ela veio ao meu encontro disse:

- é por puro prazer, fica calmo, meu choro é por puro prazer!

- Que bom, vem aqui vem... Vem aqui, quero gozar na sua boca!

Hélla se sentou a beira da cama, eu meti o pau na sua boca, ela o foi chupando bem gostoso, segundo ela, ela não chupava ela degustava um pau, ela tinha uma devoção pela pica na boca, era maravilhoso ver ela chupando tão delicioso daquela forma, ela fazia carinho em meu bumbum, acariciava minhas coxas, hora dava uma atenção a minha barriga, fazia um carinho, outra hora, o carinho era mais furioso com unhas, mais sempre com a pica na boca, olhando seus olhos, eu não via pressa para que eu gozasse em sua boca, ela tinha pressa para que aquilo acabasse, vez ou outra ela tirava o pau da boca, e o punhetava indo desde a “cabeça” até “pé”, nestas horas ela o encarava como se tivesse uma devoção, como se ver meu pau ali colado ao seu rosto, fosse a imagem mais bela do mundo aos seus olhos, era uma delicia sentir sua boca, Hélla voltou a se levantar, veio beijar minha boca, mais em nenhum momento soltava meu pau, enquanto me beijava fazia um carinho no meu pau, então ela voltou a se abaixar, a todo momento em que ela se levantava, ela deixava que seu rosto fosse se esfregando no pau, fazia com que ele fizesse um passeio pelo seu rosto, para depois sim o engolir novamente, ela o tentava levar ao máximo a sua boca, imaginem vocês ela tentando engolir 23x6 cm de pau, era uma maravilha ver aquela mulher de boca arreganhada com meu pau todo metido em sua boca, uma baba viscosa escorria por seu queixo e pescoço, ela as vezes levantava as vistas olhava em meus olhos, dava uma piscadinha, e dizia:

- Goza, goza na boquinha da Doutora! Não é assim que gosta de me chamar? Vem safado, goza aqui, vem dá leitinho para sua Doutora, da Théo dá leitinho!

E voltava a meter todo ele na boca, então ela parou de mexer sua cabeça, fez com que o pau fosse quase até sua garganta, ela iniciou uma sucção apenas com aboca e língua, sem movimentos na cabeça, era uma mamada gostosa, às vezes eu sentia a sua garganta tocar a cabeça do pau, ou era ao contrario, a sensação era uma das coisas mais gostosa já sentida por mim, então passei a fazer um carinho em sua cabeça, junto do carinho veio meu gozo, aos berros anunciei que encheria sua boca de porra, enquanto eu gozava ela foi tirando o pau de sua boca, a ponto de apenas a cabeça ficar lhe tocando os lábios, ela o enfiou todo na boca, quando ele entrou parte da porra sair pelos cantos de sua boca, escorreu um boa parte em seus seios, ela sorriu com aboca toda lambuzada de porra e disse:

- Impossível engolir tudo, é muita coisa!

Então me abaixei e beijei sua boca toda lambuzazinha de porra, ela sorriu e achou o máximo o que fiz, sorriu por alguns segundo e disse que já mais conheceu um homem que teria coragem fazer isso, ficamos ali deitados, ou melhor, jogados na cama um pouco, ai ela disse que estava sentindo muita fome, que precisava comer alguma coisa, eu perguntei se ela queria que eu fosse até sua cozinha é lhe preparasse algo, ela sorriu e disse na geladeira devia ter algo congelado, então me adiantei a ela e disse que negativo, depois de ela ter me dado tanto prazer, eu não poderia deixa-la comer comida congelada, então fomos a cozinha eu e ela, achei na dispensa dela um pacote de macarrão pene, então fiz uma receita que adoro pene ao molho branco e claro acrescentei ali um peito de frango, ela comeu achou uma delicia, quando acabamos de comer ela foi lavar a louça da pia, adoro cozinhar, mais detesto a faxina da cozinha, depois de toda bagunça arrumada, ela me convidou para dormir um pouco, pois ela precisava descansar, pois precisava ir ao hospital, no fim da tarde, deixei que ela fosse tirar sua soneca, as 16 horas eu bati na porta de seu quarto dizendo a ela que eu precisava ir embora, ela se levantou, tomou banho e se arrumou, quando peguei o fone para ligar para um taxi, ela disse que ficasse tranquilo, ela me deixaria no aeroporto, quando chegamos ao aeroporto, ela me deu um bom e gostoso abraço, disse que no meu retorno no hospital estaria la a minha espera, perguntei a ela se poderia ligar para ela de vez enquanto, ela me disse que melhor não, pois ela era uma mulher casada, era melhor evitar certos aborrecimentos, do estacionamento mesmo ela voltou....

Doutora Hélla, é o tipo de mulher que gostaríamos de ver todos os dias de nossas vidas, não precisava nem ela dizer nada, bastava ela sorrir.

Théo Ozga Vitury

[email protected]

Beijus, onde quer que possas imaginar.

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Comentários

13/12/2016 14:50:05
Maravilhoso se alguma gata quiser tc chama no whats ONZE.NOVE, SEIS, NOVE, NOVE, SETE, TRÊS, SEIS, NOVE,NOVE MARCOS BJS NAS PEPECAS....
13/12/2016 02:57:38
Muito bom e excitante essa continuação.

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