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Meu pai, meu médico, meu amor

Um conto erótico de Alessandra
Categoria: Heterossexual
Data: 26/10/2016 14:25:10
Nota 9.78

Meu nome é Alessandra, tenho 30 anos, solteira, médica bem-sucedida e sem filhos. Essa história aconteceu quando eu tinha 16 anos. Era uma menina meio rebeldezinha, roqueira que adorava andar de preto, cabelo curtinho na altura do pescoço tingido de ruivo, nariz redondinho, magrinha de seios redondinhos.

Minha mãe é uma hippie da geração de Woodstock, desleixada, toda tatuada e maconheira. Quando ela conheceu meu pai, ela tinha 21 anos e ele 29. Se encontraram no show do Iron Maiden, gostaram um do outro, tomaram umas e rolou. Foi só uma vez e minha mãe engravidou. Meu pai é aquele tipo de pessoa que a gente percebe que não tem nada mais importante na vida que o trabalho. Se formou em medicina aos 20 anos e fez pós-graduação nos Estados Unidos. Ele me assumiu, mas nunca teve o menor interesse em casar com a minha mãe. Ele pagava pensão, me dava presentes, me visitava nos raros finais de semana livres que tinha e me levava para passear, só até os meus 6 anos, quando ele saiu do Brasil para uma expedição humanitária na Nigéria.

Era janeiro, fazia um calor infernal e eu tinha ido com três amigas a uma viagem de férias para São Luís. Em uma das cidades brasileiras mais próximas ao Equador, o calor era de matar, e por isso mesmo a viagem foi muito gostosa. Ficamos na casa de uma tia da minha amiga, acordávamos cedinho para ir à praia e ficávamos lá, tomando sorvete e banho de mar até anoitecer, pra ver aquele céu estrelado lindo. Mas depois de ir à praia vários dias seguidos, uma de minhas amigas teve a ideia de fazer um circuito de Mountain Bike, para aproveitarmos a viagem de uma forma diferente.

Eu, que nunca fui uma garota de muita aventura, não gostei muito da ideia. Eu ia pelas trilhas menos acidentadas, mas que eram bastante íngremes, e a bike descia numa velocidade que me deixava apavorada. Das quatro eu fui a única cagona que não quis encarar o circuito principal. E fiz bem. A Érica, uma das minhas amigas, sofreu uma queda feia. Quando eu a vi voando da bike e se arrastando pela estrada de terra vários metros até parar pra ser atropelada por uma bike desgovernada, juro que caí na gargalhada, mas minhas amigas não. Elas logo viram que foi uma queda feia e foram desesperadas acudir a coitada. Quando Érica levantou o rosto sujo de terra, estava chorando com o rosto todo inchado. As duas tentaram ajuda-la a se levantar, mas o monitor do circuito veio correndo falar pra ninguém tocar nela. Ele deu uns tapinhas na perna dela e concluiu que tinha quebrado. Pediu resgate médico pelo walk-talk.

Érica foi levada de ambulância até um hospital em São Luis e nós a acompanhamos. Na sala de espera, enquanto ela era atendida, minhas amigas não paravam de tagarelar. Mais de uma vez um médico veio pedir que a gente fizesse silêncio, o que me deixava vermelha como um pimentão de tanta vergonha.

Mas vimos um médico muito gato andando pelos corredores do hospital, com uma prancheta na mão e conversando com um colega. Muito alto, braços fortes, dentes lindos, cabelos ondulados caindo nas costas, uma tatuagem super sexy de águia saindo da gola do jaleco e subindo pelo pescoço.

Quando os dois passaram por nós, as duas matraquinhas fizeram silêncio na hora! Começaram a sussurrar.

— Nossa, que médico mais gato! — sussurrou Helô.

— Eu quero ser operada por um gostosão desses! — brincou Sol.

Só que os médicos olharam pra gente na mesma hora, e elas disfarçaram, rindo como duas menininhas. Eu não disfarcei. Eu tinha reparado no médico gato e ele também estava olhando para mim. Parou de andar e falar e ficou um tempão me olhando de cara séria.

— Ele tá secando a Alê? — Estranhou Helô.

— Tá podendo, hein, amiga? Não perde esse, não. — Incentivou Sol.

— Não, migas, ele não tá me secando não. — expliquei. — Ele é meu pai. — Eu disse isso e ele foi embora, continuando a conversa com o colega.

Achei que não ia mais ver meu pai, não ia adiantar sair correndo pelo hospital atrás dele. Mas quando já estava anoitecendo e a gente ia saindo do hospital, a Érica com a perna engessada, ele que veio correndo lá de dentro, gritando meu nome:

— Alessandra!

A gente se virou pra ver. E saiu do hospital esbaforido e parou ali na calçada, onde estávamos prestes a entrar num táxi.

— Oi.

— Oi, pai. Tudo bem? — cumprimentei ainda meio assustada.

— Oi, meninas. — Ele cumprimentou minhas amigas. — Tudo bem se eu alugar um pouco a minha filha?

— Opa, tudo bem. — concordou Helô, sorrindo. E quem ia perder a chance de conversar com um médico tão pãozinho quanto meu pai?

— Desculpa, migas, mas faz 10 anos que eu não vejo meu pai.

— De boa Alê, pode falar com ele, depois você volta de táxi lá pra casa.

— Obrigada.

— Táxi, imagina. — censurou meu pai. — Eu levo ela até a casa de vocês, fiquem tranquilas.

— Melhor ainda o senhor passar lá em casa, moço. — falou Helô, antes de sair rindo feito uma idiota com as outras duas.

Quando elas foram embora, meu pai me explicou.

— Desculpa não poder falar com você antes, eu estou muito ocupado. Vem comigo.

Ele me deixou na sala de descanso dos médicos, onde tinha máquina de refrigerante, mesa de sinuca e jukebox. Um luxo. Esperei por ele lá duas horas antes dele encerrar o expediente. Se com o uniforme verde do hospital ele já ficava gato, quando ele apareceu para me buscar de calça jeans com corrente e camisa do Sex Pistols, ele tinha virado um deus grego!

— Oi, filha. — Ele falou. Demorei uns 15 segundos pra responder de tão hipnotizada que fiquei com aquela beleza.

— Oi, pai.

— E aí, me conta, o que você tá fazendo aqui? Quer sair pra jantar?

Meu pai, como sempre, foi um amor de pessoa. Me levou de carro até uma pizzaria e depois até a casa dele. A gente não parou mais de conversar, foi uma das coisas mais gostosas que já vivi na minha vida. Ele contou que passou cinco anos na Nigéria, depois morou um tempo na Alemanha pra fazer umas pesquisas e finalmente voltou ao Brasil, mas resolveu viver numa cidade mais bonita e tranquila, por isso estava morando em São Luis, trabalhando num hospital e dando aula na faculdade de medicina. Admirei meu pai mais ainda naquele momento.

Meu pai morava sozinho num apartamento de 50 m² com vista pro mar. A cama no quarto dele era king size. Muito luxo pra uma pessoa só! Mas naquela noite ele estava acompanhado.

— Você mora sozinho nesse apartamento tão grande? — quis saber eu.

— Moro.

— Que pena, papai. Achei que o senhor fosse casado. Tava louca pra conhecer meus irmãozinhos.

Ele soltou uma gargalhada.

— Eu não sou, nunca fui, nem serei casado. Eu não me dou muito bem com mulheres.

— Não? Mas e a mamãe?

— Eu nunca tive nada demais com a sua mãe, Alessandra. Eu só ficava bem com ela por causa de você.

Fiz um carinho no rosto dele.

— Você sempre foi um bom pai.

— Obrigado, filha. — Ele me abarçou.

O abraço dele era perfeito. Nem frouxo, nem apertado. Aquele peitoral másculo colado no meu corpo, sentindo a batida do coração dele me fez sentir uma queimação nas bochechas. Quando ele me soltou, estava até meio tonta.

— Quer tomar banho? Pode ir, depois eu vou. Eu arrumo uma roupa pra você.

Fiquei vinte minutos no banho gelado. Me lavei rapidinho e fiquei o resto do tempo olhando pro teto e pensando na vida. Fazia dez anos que eu não via meu pai e ele estava sendo muito legal comigo. Ter aquele encontro com ele de repente estava sendo a coisa mais legal do mundo.

Quando eu saí do banho, meu pai tinha deixado uma camisa e um calção de banho sobre o assoalho. Claro, ele não tinha roupas femininas. Mas aquelas eram bem confortáveis. Me vesti, saí do banheiro e ele entrou.

Deitei naquela cama enorme. Fiquei esfregando meu rosto no travesseiro, pensando que era ali que meu pai dormia toda noite. Deitando a cabeça ali, deixando cair aquele cabelo sensual, aqueles cachos lindos, espalhando pelo colchão. Só de imaginar isso enquanto eu esfregava o rosto naquele travesseiro e sentido aquele cheiro laranja delicioso eu já comecei a sentir o mel brotando entre minhas coxas. Levantei da cama e tirei a camisa cinzenta que meu pai tinha me emprestado. Ela era muito folgada. Coloquei de volta a camisa regata preta que eu tinha usado com minhas amigas no passeio. Queria que meu pai me visse usando aquele decote.

Quando meu pai saiu do banho, estava usando uma regata branca bem colada, que me deixava ver as dobrinhas daquele peito maravilhoso. Fiquei mais molhada ainda.

— Por que não quis usar minha camisa?

Ignorei a pergunta e falei:

— Posso dormir aqui com você hoje?

— Suas amigas não vão ficar preocupadas?

— Elas que se fodam! Tá tão legal ficar aqui com você.

Ele sorriu, me mostrando aqueles dentes brancos e lisos de comercial da Colgate.

— Também gosto muito de ficar com você, filha.

Ele deitou do meu lado e eu fiquei de joelhos na cama enquanto a gente conversava.

— Então, me conta! Por que você nunca casou? Tem namorada? — Ele riu.

— Não, não tenho namorada. Eu não sirvo pra essas coisas, Alessandra.

— Que pena, pai. — provoquei. — Um médico rico tão gato como você deve deixar um monte de mulher louca pra casar!

— Eu sei. Mas esquece esse assunto.

— Não! Eu quero saber. Que tipo de mulher você gosta?

— Isso é complicado, sabe? O problema não é com as mulheres, é comigo.

Aí eu percebi que meu pai era um putão. Eu com certeza não era a primeira e nem a segunda a deitar naquela cama com ele. Um médico rico, gostoso e sedutor deve ter fodido com muitas mulheres naquele apartamento enorme. Eu vi na minha mente uma centena de mulheres africanas, alemãs e maranhenses. Morenas, loiras, ruivas, negras, indígenas. Senti raiva de todas elas. Senti raiva até da minha mãe, que foi só mais uma delas. Naquele momento, eu queria meu pai só pra mim.

— Você gosta de meninas adolescentes roqueiras? — perguntei, com um sorriso desajeitado.

— Alessandra! — ele gritou.

Comecei a apertar meus seios com as mãos, pra sensualizar pra ele. Vi o volume crescendo no bermudão dele. Ele fechou os olhos, respirou fundo e disse:

—Minha filha, você ainda é virgem. — Eu era mesmo, mas não tinha falado pra ele. Meu pai é do tipo que conhece tão bem as mulheres que nunca se engana se elas são virgens ou não. — Eu sou um cafajeste, sou o tipo de cara que fode num hotel, deixa o dinheiro pro táxi no criado-mudo e não liga no dia seguinte. Você não precisa de um cara como eu, você devia estar namorando um rapaz. . .

— Shhhhhh! — Fiz, colocando meu dedo sobre o lábio dele. Eu estava tentando seduzir, mas era péssima nisso. Tentei deitar sobre ele, mas perdi o equilíbrio e caí com tudo batendo o nariz naquele pescoço carnudo. Morri de vergonha, mas determinada fui até bem pertinho da orelha dele e disse:

— Eu quero você.

Senti a respiração dele batendo no meu pescoço. Aquilo me deixou louca de tesão. Fechei os olhos e senti aquela mão delicada de médico deslizando na minha bunda, até chegar às minhas costas. Então ele foi subindo e descendo com a mão nas minhas costas, me deixando cada vez mais louca.

— Minha filha já é uma mulher. — Ele disse. Olhei nos olhos dele. Aqueles olhos lindos. Eu sabia que ele queria me beijar. Beijei aquela boca com carinho, com vontade, sentindo a língua dele me invadir, a saliva dele molhando meus lábios. Aqueles lábios finos, rosadinhos, que eu puxei com meus dentes quando a gente terminou de se beijar.

— Uma mulher linda, sensual.

Tirei minha camisa sem medo, mostrando meu corpo magrinho e meus seios redondinhos para o meu pai. Naquele momento ele virou um animal.

— Sua gostosa! — Ele rosnou, se jogando sobre mim e me derrubando naquele colchão enorme.

Ele ia mordendo o lóbulo da minha orelha enquanto eu abraçava, mal conseguindo fechar meus braços sobre aquelas costas másculas. E foi descendo com a língua pelas minhas bochechas e pescoços até abocanhar meu seio bem gostoso. Gemi como uma puta.

Ele ia chupando bem gostoso meu seio esquerdo, fazendo muito barulho, dando mordidinhas no meu biquinho, me fazendo estremecer toda, era uma delícia. Com a mão ele acariciava meu seio direito, balançando com um dedo e depois apertando e relaxando e apertando e relaxando e aumentando meu tesão.

— Vem aqui. — Pedi. Ele se deitou sobre mim, as duas mãos nos meus seios, e começou a beijar minha boca. Eu sentia aquele pau duro apertando minhas coxas e queria ele dentro de mim. Tirei a camisa do meu pai e vi que a tatuagem de águia era maior do que eu imaginei, cobrindo metade do peito e indo quase até a barriga.

Ele começou a massagear bem devagar minha boceta, por cima do calção que ele tinha me emprestado e que eu já tinha deixado todo molhado.

— Você tá bem molhada aqui em baixo, hein, sua danadinha?

Antes que eu pudesse responder ele já tinha arrancado aquele calção, deixando à mostra minha bucetinha rosada, pulsante, sedenta por prazer.

— Olha que bucetinha mais gostosa você tem, minha filha. — Meu pai provocou. Tirou o bermudão pra mostrar o maior cacete que já vi na minha vida até hoje.

O pau do meu pai era enorme, lisinho, cilíndrico, cabeça muito vermelha, ereção firmíssima, sem quinas. O pau mais perfeito do mundo. Eu já não aguentava mais esperar, queria aquele caralho gostoso dentro de mim.

— Me fode, me come! — Implorei pro meu pai.

— Ainda não, minha filhota. Primeiro vou fazer você gozar.

Ele caiu de boca na minha raxa. Descobri que aquela boca linda do meu pai não servia só pra beijar bem, mas pra chupar muito bem também. A língua dele ia de cima a baixo dos meus lábios cervicais, bebendo meu melzinho salgado, entrava na minha vagina e fazia eu me contorcer de prazer. Mordiscava meu clitóris e eu apertava os lençóis enquanto gemia com a voz fina.

— Papai, papai, papai, papai! — Comecei a gritar já quase em êxtase. — Vou gozar!

Quando eu avisava que ia gozar, ele se deitava sobre mim e me beijava, me fazendo sentir aquele gosto de sexo. Ele ficava me beijando por vários minutos antes de voltar a me chupar, e quando percebia que eu ia gozar, parava e voltava para me beijar. Acho que repetimos isso umas sete vezes até ele finalmente me descabaçar, metendo aquela rola grossa dentro de mim.

Gritei de dor, mas ele ne ligou. Estava me possuindo como um homem de verdade e me transformando numa mulher de verdade. Aquele pênis enorme entrava inteiro em mim, me levando a um mundo desconhecido de prazer. Meu pai estava ajoelhado na minha frente, socando vigorosamente, fazendo o pênis entrar e sair inteiro várias vezes por segundo, batendo a virilha dele na minha com tanta violência que o barulho da carne batendo na carne era quase tão alto quanto nossos gemidos de prazer.

Depois ele se deitou sobre mim, quase me sufocando, e eu arranhei muito as costas dele. Como antes, eu estava gemendo demais, não conseguia nem falar, a saliva estava escorrendo pelas minhas bochechas. Não consegui nem avisar que ia gozar. Cheguei ao clímax. Fui ao céu. Vi estrelas. Gozei. Gozei gostoso. Muito gostoso.

Meu pai começou a arfar parecendo um cavalo de guerra. No exato momento em que ele afastou o corpo de mim, veio aquela esguichada maravilhosa de leitinho quente que foi até a parede, deixando uma mancha bem grande. Se a parede não estivesse no caminho, acho que a esporrada ainda iria bem longe. O segundo esguicho acertou minha cara e os outros caíram sobre minha barriga e coxas, me deixando bem melada.

— Que gostoso, papai. — Falei.

— Você é maravilhosa, Alessandra, muito, muito gostosa mesmo. — Ele disse, ainda ofegante.

— Queria tomar sua porra. — comentei.

— Ainda tem muita porra aqui pra você, filha. — Meu pai disse, ajoelhando e apontando aquele pau, que ainda estava duro como pedra, na minha direção.

Fiquei de quatro e comecei a chupar. Claro que não conseguia colocar inteiro na boca, porque nunca tinha feito boquete antes e o pau dele era enorme. Mas chupei gostoso. Chupei por vários minutos. Abocanhava aquele cacete delicioso e o deixava na minha boca um tempão, fazendo massagem na glande com a minha língua. Depois ia fazendo aquele vai-e-vem com a cabeça e meu pai punha a mão na minha nunca pra me ajudar, soltando gemidos deliciosos. Depois de vários minutos, parei. Meu pai começou a se punhetar.

— Me dá porra, amor? — Pedi.

— Aqui, filha, abre a boca. Abre a boca que o papai vai gozar.

Abri a boca esperando outro jato de esperma tão gostoso quanto o primeiro. E ele realmente veio. Veio porra dentro da minha boca, mas também no meu rosto e nariz. Fechei a boca e saboreei. Escorreu um pouco pelo meu queixo, mas engoli um pouco dos meus irmãozinhos também.

Minha cara estava cheia de esperma, então eu fiquei parada com os olhos fechados um longo tempo, tentando tatear no ar.

— Não é justo. — Meu pai falou. — Não é justo, eu gozei duas vezes e você gozou só uma. Abre as pernas que vou te fazer gozar de novo.

— Papai, não. . .

Ele não me deixou falar. Num momento, já tinha me jogado de bruços na cama, levantou minha bunda com violência e meteu em mim por trás. Ele socava com força, batendo aquela pélvis gostosa na minha bunda, puxando meu cabelo, às vezes me dando vários tapas na bunda e me chamando de cachorra e de vagabunda. Naquele momento eu não era mais uma adolescente. Era uma mulher.

Meu pai era um super-homem pra meter. Ele não parava nunca. Sem parar de socar aquele caralho gostoso em mim, ele levantou minha perna direita e pôs por cima do ombro dele, me deixando numa nova e gostosa posição, mas não durou muito tempo porque ele passou meu pé por cima da cabeça dele e então abaixou minha perna, me deixando deitada novamente, e voltamos à posição papai-filhinha.

De novo meu pai deitou sobre mim, gritando como um louco:

— Bucetinha gostosa essa vagabunda tem, cadela, safada!

— Arromba minha bucetinha bem gostoso, vai! — Eu respondia.

Gozei como louca.

Deitei no peito másculo e gostoso do meu pai para ouvir seu coração acelerado. Fechei os olhinhos e me senti no paraíso enquanto ele acariciava meu cabelo ruivo curtinho, sem nojo da própria porra que tinha sobrado ali.

Não tínhamos terminado ainda, só estávamos descansando. Naquela noite metemos mais quatro vezes.

Na manhã seguinte meu pai me levou até a casa da Helô, mas foi só para pegar minhas coisas. Passei o resto da viagem na casa dele. Quando ele saía de manhã para ir ao hospital, eu ia à praia e à noite jantávamos juntos e fodíamos loucamente antes de dormir. Fazíamos mais amor de manhã quando acordávamos e então começava tudo de novo. Finalmente a viagem acabou e eu voltei pra casa.

Um ano depois ingressei na faculdade de medicina. Meu pai não teve absolutamente nenhuma influência na minha escolha de profissão. Tive vários namorados nesse tempo todo, transei com colegas médicos e até com desconhecidos que encontrei uma noite num show de rock e depois nunca mais vi, imitando o exemplo da minha mãe. Mas de todos os homens com quem fodi até hoje, nunca nenhum se mostrou uma máquina de foder tão maravilhosa quanto meu pai.

Hoje tenho 30 anos, trabalho num hospital e moro sozinha. Ainda sonho com dia em que vou reencontrar, por acaso, num congresso de medicina ou pelos corredores de algum hospital, meu pai querido.

Comentários

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08/11/2016 21:58:09
Delicioso conto... É real mesmo?
30/10/2016 13:16:28
Parabéns, que conto mais excitante, fiquei doido aqui
26/10/2016 23:16:08
Trabalhar temas que, em regra, são polêmicos, não é tarefa simples, mas conseguiste, Alessandra, pois até os não-adeptos do incesto se identificaram com o teu conto. Aplausos e beijos.
26/10/2016 21:22:04
Parabéns!Excelente!
26/10/2016 18:17:23
Dizem que não há amor como o primeiro, é justificado aqui! Não adero ao incesto, mas o seu conto é narrado á perfeição, parabéns!




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