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Diário de um Ninfeto Escravo - 01

Categoria: Homossexual
Data: 25/10/2016 13:46:32
Última revisão: 25/10/2016 15:32:07
Nota 10.00
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Gostaria de começar atestando que esses contos são relatos reais, parte da minha vida sexual.

Meu nome é Felipe, tenho 19 anos, meço 1,70 de altura, peso 56 quilos. Sou bem branquinho e magro, com uma sombra de músculos, em particular nos braços, peito e abdômen, mas nada muito visível. Quando era um pouco mais novo, fiz depilação a laser na maior parte do corpo; não tenho barba, nem pêlos nas coxas, barriga, bunda, etc. Tenho um pouco de pêlo nas pernas, axilas e acima do pinto, mas bem ralo e fino. Meu pinto mede 17cm, mais ou menos da grossura de uma mão fechada, tipo batendo punheta. Meu cabelo é preto, e meus olhos são castanho claro, tenho dois furos na orelha com alargador falso e carinha de adolescente.

Nessa série de contos, eu vou relatar uma história real e atual, falando sobre como conheci meu mestre, e sobre a minha vida sexual. Eu sempre soube que eu era viado, desde que comecei a ter pensamentos sexuais, homens me excitavam, ao contrário de mulheres. Nunca tive dúvida que nasci pra levar rola, e não demorei muito pra começar me descobrir mais safado. Lá pelos 15 anos de idade, comecei a perceber que meu negócio era mais do que simplesmente dar o rabo: eu gostava de ser um escravo de macho. Apanhar, ser humilhado, amarrado, controlado. Meu pau até latejava só de pensar.

Com o passar dos anos, tive meus rolos, meus namorados, e explorei um pouco esse meu lado, mas nunca nada sério, só sexo mais agressivo, um abuso de leve, uns tapas, mas meus fetiches mais além disso eu geralmente explorava sozinho, solo.

Eis que, após um longo tempo só na pegação depois de terminar um namoro com um rapaz mais dominante, acabei sentindo falta dessa relação, e resolvi me arriscar. Fui pro Hornet, criei um perfil não muito revelador, mas com umas duas fotos de corpo, de coleira, bracelete e tornozeleira de couro, descrevendo que eu era passivo, submisso e safado, em busca de algo duradouro, mas aberto pra pegação também, e pus umas boas fotos privadas mostrando meu pau, meu cu apertadinho, alguns self-bondages simples. Demorei alguns dias pra receber algum contato; fica difícil de tomar a iniciativa, porque além de pouca gente revelar que é dominador de cara no perfil, sou um viadinho submisso e tímido. Mas alguns dias depois recebi um contato interessante: Rodrigo, 23 anos, ativo, relacionamento aberto. O perfil não tinha nenhuma foto pública, mas tinha várias fotos privadas. Fiquei intrigado e segui na conversa, apesar de não costumar dar atenção pra quem não tem nem uma foto do corpo no perfil:

"E ai?"

"Ei."

"'Ei' quem, viado?" Ele repreendeu.

"Ei, senhor." Eu corrigi.

"Melhorou. Você tá procurando um macho pra ser seu dono? Curte o que?"

"Estou, senhor. Curto muitas coisas, e sou aberto a outras. Curto, por exemplo, bodywriting, CBT, edging, spanking, humilhação, tortura com cera de vela, etc. Só não curto nem quero tentar coisas tipo scat, crossdressing, etc."

Nisso, o Rodrigo demorou um pouco a responder, e a resposta veio na forma de uma solicitação de liberação das fotos privadas. Fiquei meio nervoso, porque ele não tinha nem foto de corpo no perfil, e eu tinha até fotos de rosto nas fotos privadas, com a rola dura pra fora e de coleira. Hesitei um pouco, no que pouco tempo depois ele envia:

"Aceita a solicitação, viado. Tô mandando."

Fiquei excitado, mas ainda com medo. Pensei em perguntar se ele liberava as dele também, ou antes, mas já sabia pela atitude dele que a resposta ia ser negativa, ou no mínimo um 'se eu quiser'. Com algum receio, mas bastante excitação, cliquei o botão e liberei as fotos. Rodrigo ficou quieto por um tempo depois disso, e eu fiquei receoso. E se eu tivesse liberado atoa? Tava curtindo a pegada do cara na conversa, mas não queria sair distribuindo foto minha de coleira, chupando consolo de quatro atoa pra qualquer um na internet. Mas meu nervosismo acabou mais rápido que eu imaginei: Rodrigo enviou uma liberação das suas fotos privadas, que eu logo naveguei. Não tinha nada muito extraordinário: fotos de cueca, na piscina, sem camisa. Nenhuma foto de rosto, mas um corpo delicioso, bem branco igual o meu, apesar das fotos na piscina; devia ter aqueles tipos de corpo que não bronzeiam bem. E o pacote! Que pacote! Apesar de não ter nenhuma foto mostrando a rola, nas de cueca dava pra ver um volume considerável. Fiquei com água na boca.

Quando voltei pra janela da conversa, Rodrigo tinha deixado mensagens me esperando, e eu tratei de responder:

"E ai, viado? Curtiu?"

"Amei, senhor. Queria esse pacote enorme abusando de mim." Eu disse, imaginando aquela rola dura na minha cara.

"Talvez você realize essa vontade. Me diz: você é um escravo obediente?"

"Sou sim, senhor. Amo fazer as vontades do meu dominador, senhor."

Eu nunca tinha tido um dominador de verdade, do tipo que curte bondage e tem escravos ou submissos via de regra, só do tipo que curte um roleplay no quarto e olhe lá, mas eu era sim um viado obediente. Eu amava ser dominado por um macho. Já até me exibi algumas vezes em sites de webcam, deixando os espectadores me darem ordens, de tanto que aquilo me dava tesão.

"Então faz o seguinte: se arruma, fica prontinho pro que der e vier, e vem na minha casa. To sozinho umas duas semanas, e to aproveitando pra fazer um test-drive nuns escravinhos. To querendo arrumar um fixo, mas não aceito qualquer viado não, vai ter que me impressionar. Topa?"

Fiquei levemente receoso outra vez, mas não dei muita bola, só engoli em seco e me arrisquei:

"Topo."

"Ótimo. Já te falei o que fazer. Me surpreenda com sua apresentação e seu desempenho, e talvez essa rola abuse de você muitas vezes ainda. É disso que você gosta não é?" Provocou.

"É sim, senhor." Admiti.

"Então tá acertado, puto."

Rodrigo me enviou sua localização. Eu fui pro banheiro e me arrumei: dei uma aparada nos pêlos, apesar de serem curtos e ralos, para ficarem de tamanho uniforme, fiz uma chuca bem feita, tomei um banho. Na hora de me vestir, fiquei em dúvida. Queria causar uma boa impressão, elegante, mas não ia vestir uma roupa muito séria. Optei por colocar uma calça jeans branca, skinny, e uma blusa branca de um tecido fininho e espaçado, que se você olhar bem ou estiver bem iluminado, consegue claramente ver através, coisa de usar de noite, em boate, etc, mas bem sexy. Estava sem cueca, coisa que não costumava fazer, porque acho cueca certinha e dando aquele volume muito tesão, mas achei que Rodrigo ia gostar se eu estivesse sem cueca. Calcei um all-star preto básico, fácil de tirar, e peguei um táxi pra casa do rapaz.

Durante a corrida inteira meu coração não parava de bater acelerado. Estava muito nervoso, ainda mais tímido como sou. Quando cheguei no lugar, achei que teria um infarto, de tanto que meu coração esmagava contra a parede do peito. Bati o interfone e uma voz jovial, mas máscula, atendeu:

"Pronto?"

"É o Felipe."

"Ah sim. Pode subir."

O portão abriu, e eu me dirigi ao apartamento do cara. Era um prédio com poucos apartamentos, daquele tipo 2 por andar, mas com andares muito grandes, e bastante parado. Rodrigo morava num apartamento no último andar, uma cobertura. Dava pra ver pelo padrão do prédio que ou ele ganhava muito bem pra pagar aquele aluguel, ou era de família rica. Bati a campainha da porta, ficando numa postura bem correta, mas mais casual, não tão de submisso pronto pra servir. Queria ter ficado nela, mas tive medo de ser demais pra primeira impressão.

Quando a porta abriu, me segurei pra não arregalar os olhos e a boca. Rodrigo era um rapaz alto, 1,82 de altura, esbelto. Provavelmente o físico vinha de natação, por isso as várias fotos em piscinas. Os olhos azuis como gelo, cabelo preto, barba curtinha e uniforme no rosto. Vestia uma bermuda azul claro e uma blusa branca de algodão, e estava descalso; algo bem casual. Ele estava com um copo na mão, não sabia se vodka ou água.

"Felipe? Prazer, Rodrigo. Pode entrar."

E deu uma chegada para a parede do corredor, esticando a mão para que eu entrasse. Obedeci, um pouco abestalhado ainda. Entrei na sala de chão de marmore e parei ao lado do sofá da sala de estar. Fiquei ali meio abobado enquanto ele fechou a porta, levou o copo até a cozinha, e depois voltou. Ele me rondou, me olhando de cima para baixo, e eu fiquei ali, parado, corando um pouco. Quando chegou atras de mim, se aproximou, uma mão vindo para frente e segurando meu queixo e pescoço com firmeza mas cuidado, braço puxando meu peito e trazendo meu corpo contra o dele um pouco. Ele falou ao meu ouvido, a barba aparada roçando de leve na minha orelha:

"Curti, viado. Bastante apresentável. Agora vamos saber se você tem o que é necessário pra virar meu escravo."

Meu coração estava doendo de tão forte que batia, e um pouco de suor frio formava na minha testa. Eu estava amando, mas estava muito nervoso. Ele deu uma lambida de leve na minha orelha e me virou para encará-lo com a mão que segurava meu queixo. Sem cerimônia, um tapa forte veio direto na minha bochecha esquerda, fazendo um estalo oco.

"Isso é pra aprender a me chamar de senhor sempre. Você esqueceu em algumas de suas mensagens, viado. Se for meu escravo, esquecer de me chamar de senhor ou mestre vai te trazer castigos muito piores que um tapinha na cara." Ele disse, alisando meu rosto de leve, onde tinha batido. Quando a mão dele parou e eu estava prestes a pedir desculpas, outro tapa estalou na minha bochecha, dessa vez ainda mais forte.

"E isso é pra aprender a ter postura. Você vem na minha casa querendo ser escravo submisso e me espera na porta com essa postura qualquer? Peito estufado, rosto reto ou olhando ao chão, mãos para trás, SEMPRE. Entendido?"

"Entendido, senhor." Me desculpei.

"Muito bom, viado. Talvez você tenha esperança." Ele disse, indo ao sofá ao nosso lado e sentando, pés na mesa de centro. "Vem aqui e me faz uma massagem nos pés. Andei muito hoje, estou cansado."

Nunca fui de ter fetiche com pés, até sou meio averso, mas obedeci. Estava apaixonado com esse dominador, e queria provar que eu era o melhor viado pro posto de escravo dele. Queria que Rodrigo me desejasse mais que por uma noite. Fiz uma massagem carinhosa, dando meu melhor, por uns 20 minutos, até que Rodrigo tirou os pé direito da minha mão, que estava sentado no chão massageando-o, e levantou-se.

"Levanta, viado."

Obedeci, dessa vez ficando em postura: rosto reto, peito estufado, mãos para trás, penas levemente separadas. Rodrigo veio até ficar de frente comigo e, com o pé, separou mais minhas pernas. Ele parecia ainda mais alto agora. Ele então, sem cerimônia, agarrou meu pau por cima da calça. Eu estava bastante duro já, mesmo que não totalmente, porque a questão dos pés me deu tempo de amolecer um pouco. O sorriso no rosto de Rodrigo foi pervertido, e eu corei muito.

"Eu nem fiz nada sexual com você ainda e você já tá duro assim, puto?"

"Me desculpe, senhor. O senhor é muito bonito e imponente." Confessei.

Rodrigo pareceu gostar da resposta, pois o sorriso pervertido aumentou.

"Parece que você é exatamente o tipo de escravo que eu queria. Um ninfetinho de 19 anos, tarado, safado, que não pode levar uns tapas na cara que o pau já cresce? Vou adorar te quebrar, puto."

Essa resposta me deu um frio na barriga. Eu gostava de forçar meus limites, mas a palavra 'quebrar' me deu um pouco de medo. Arrisquei falar algo:

"Senhor, por favor, o senhor não vai me forçar a fazer algo que eu não consiga, não é mesmo? Eu sou aberto a servir e a me puxar, senhor, mas não quero uma relação abusiva."

A mão veio acariciar meu rosto de novo e eu me preparei pra uma bofetada, mas ela nunca veio. No lugar dela, a mão desceu ao meu queixo e puxou meu rosto para perto de Rodrigo, que me beijou, dando uma mordiscada no meu lábio inferior e, então, invadindo minha boca com a língua, dominando o beijo. Ele não me deixava avançar, era tudo nos termos dele, que inclinava minha cabeça para trás e me guiava com a mão. Quando ele quebrou o beijo, eu inconscientemente dei uma lambida no ar, desesperado para mais um gostinho daquela boca deliciosa, enquanto um fio de saliva caia no meu queixo.

"Não se preocupe, putinho. Não sou abusivo. Tudo que eu fizer com você, vai ser consensual, se não der conta, você vai ter uma safeword. Eu irei respeitar. Mas não seja fraco: não gosto de escravos que dão com o pé pra trás com tudo."

"Não irei dar com o pé pra trás, senhor." Afirmei com confiança, meu olhar brilhando.

"Ótimo, então vamos começar." Ele disse, tirando o cinto numa só puxada, e colocando-o sobre o ombro, enquanto ia para trás de mim.

Comentários

29/10/2016 19:32:38
Interessante
26/10/2016 19:46:39
Otimo
26/10/2016 10:06:12
Tesão
25/10/2016 17:58:10
Já querendo essa continuação
25/10/2016 16:56:33
Muito bom
25/10/2016 15:05:12
Maravilhoso!
25/10/2016 14:47:30
Muito bom

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