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A MULHER DO PROMOTOR FODIDA POR DOIS NEGÕES

Um conto erótico de Crônicas da República
Categoria: Heterossexual
Data: 08/04/2016 01:33:47
Nota 10.00

A MULHER DO PROMOTOR FODIDA POR DOIS NEGÕES

“Era mais que sexo, ali havia uma espécie de vingancinha social. Dois pobres excluídos, negros, comendo a mulherzinha mimada de um promotor!”

Lá vou eu, dona Bruna Nascimento, a linda novinha do bairro Buritizal, com meus cabelos negros, a clássica baixinha, dona de um rebolado genuinamente brasileiro. Dessas que faz a macharada dobrar o pescoço. No fundo, adoro esse fetiche, o de ser desejada por um bando de cabras safados, principalmente pelos metalúrgicos da rua Ildemar Maia. Quando estou de folga, coloco um shortinho jeans, e saio rebolando toda dengosa até a feira. A calcinha dança toda atoladinha no rabão. Nada melhor para uma fêmea no cio que exibir-se nesta festa dos pregoeiros. Sacola na mão, jeito de dona de casa, sorriso de puta. Os vendedores de frutas, peixes e verduras são mestres na arte de elogiar os meus talentos com os seus adjetivos. Adjetivos às pencas, elogios às dúzias, mimos, dizeres, samba exaltação, graças. Eu apenas sorrio, e empino o rabão cuzudo ainda mais.

Às vezes, vou já sem calcinha, e mesmo acompanhada pelo senhor meu marido, os feirantes não dão sossego. Meu marido distancia-se um pouco, dois, três passos, e tome gracejos e flertes à baciada. “'Olha a manga, gostosa!”, bradam, administrando com astúcia a vírgula e o duplo sentido na ponta da língua. “Ovo e uva boa!”, arriscam, todos de olho no meu rabão. É a sacana provocação dos feirantes. Abro o meu sorriso mais lindo, e retribuo com um rebolado. Eles vão no ponto, exatos como neurocirurgiões do desejo. Sabem de longe, por exemplo, quando uma mulher é mal fodida. Em um segundo, sapecam um tratamento audacioso. “Olha o pepino, dona”.

No auge dos meus 20 aninhos, adoro a arte do exibicionismo; tanto em lugares públicos, quanto nas redes sociais, onde “divo” com atributos de musa-cavala; mas por ser casada com um conhecido promotor da justiça, não é decente dar lero para marmanjo por causa da doa reputação. Em secreto, sou o que todo macho adora: uma puta na cama, que adora dar o cuzão bem gostoso. Como é impagável uma mulher que fode sem frescura! Até um ator pornô pediria lona com as cuzadas selvagens que dou! Amo o meu marido, só tem o azar de ser um tremendo pau molenga, deixando a cavala aqui sempre no cio.

Por mais que me foda, ou tente com aquele pirolitinho, sinto falta é de macho de verdade preenchendo minha boceta. Homem que não fode direito, leva chifre na certa. E a gaiada do Ricardo, a essa altura, está mais alta que a Torre Eiffel. A culpa é toda dele, por que ao casar-se com uma ninfomaníaca, ele sabia das minhas compulsões por sexo. Mas, ele, sempre possessivo, faz questão de dizer que amante é hipótese excluída. Azar dele, por que não tem quem segure-me.

Amo-o, o defeito é que tem pau molenga; e para mim, até então acostumada a caralhos grandes, é um sacrifico. Acostumada a trepadas de verdade, antes do casamento, agora porra nenhuma! Sozinha em casa, sou obrigada a ver, escondidinha, filminhos calientes do xvideos, entrar em chats eróticos, ou viajar nos meus próprios enredos; para poder gozar, o jeito é imaginar em meus sonhos um pauzão daqueles, grosso, fodendo gostoso a boceta apertadinha aqui. Eu insisto com o Ricardo sobre a possibilidade de ter um amante; mas o promotor é enfático. Não tem acordo, ou é o amante ou ele. Já nem leva em conta que a minha compulsão sexual é explicada cientificamente.

A minha psicóloga disse que eu tenho uma alteração química no córtex cerebral. O comum é uns 7 a 8 orgasmos diários, coisinha pouca. Tá bom pra vocês? Isso com o freio de mão puxado à custa de remédio de traja preta. Masturbo-me até mesmo durante o expediente. Quando tenho uma pausa no trampo, arrumo uns minutinhos dedicados ao prazer; tri demais! Eu mereço. Todo poder às ninfomaníacas!

Vivo, assim, numa abstinência de caralho. O promotor, sempre cansado, até esforça-se, mas o corpo da fêmea deseja bem mais do que recebe. A ausência de caceta na quantidade faz meu bocetão carnudo piscar num ritmo frenético. Então vou à feira, do jeito que o diabo gosta, e escolho o maior pepino; com a cara mais cínica do mundo. Menina esperta, coloco uma camisinha nele, deito na cama e atolo na boceta. O gozo vem abundante e inesgotável, fazendo o corpo da puta aqui tremer nos lençóis.

Certo dia, o Ricardo caiu na besteira de reformar a cozinha e contratou dois pedreiros para o serviço. Eram dois crioulos fortes, coxudos, profissionais bem recomendados pelos empregados da casa. Temos três empregados, o Portugal, a Luiza e a Marcita. O senhor Portugal então recomendou os dois pedreiros. Um era gordo, baixote; o outro, alto, que nem zagueiro de futebol. Aliás, gabava-se de ser um ótimo zagueiro, num pequeno clube da cidade. O gordo era já um coroa de meia idade, banguela, bem negro, careca, barriga farta, cheia de cachaça; o zagueiro era exatamente o seu oposto, jovem, sorriso brilhante, braços musculosos e umas coxas grossas.

No primeiro dia dos pedreiros na casa, nem conversei com eles, por que tive que ir ao consultório de odontologia. Sim, apesar de vadia, sou odontóloga, e trabalho pela manhã. No mais, tenho uma vida social estável, bem casada, um pouco reclusa, estilo balzaquiana. O serviço de reforma tinha sido encarregado ao empregado da casa, o Portugal, gente de confiança, que cuida de tudo.

Quando cheguei de meio-dia, juntamente com o promotor, cumprimentei-os com gentileza, e demonstrei simpatia, conversando com naturalidade. Tentava o mais que podia domar a puta interior. O instinto, todavia, era mais forte, e suspirei ao cheiro daqueles machos viris dentro de casa. Tinham o suor forte, inebriantes, atingindo as minhas áreas cerebrais mais instintivas. E olha que eu tinha tomado o meu remedinho pela manhã. Estávamos os quatro na cozinha, e eles nos mostravam o serviço que estavam fazendo; de cantinho de olho, eu, puta que sou, olhava para aqueles músculos, fortes, suados, melados. O Ricardo como era um homem carismático convidou-os para almoçar. No que eles, cavalheiros que eram, toparam de imediato, com respeito e educação ao famoso promotor.

Chifre é autodefesa darwiniana, diz minha psicóloga. É ferramenta de autodefesa e também é ornamento, além de ser peça utilitária. Uma ‘gaia’ bem cuidada pode servir de antena, para aparelhos eletroeletrônicos portáteis; de varal, para a secagem das minhas calcinhas; porém, o que deixa-me triste, é que a maioria dos chifrudos vê apenas o lado da amargura, aquilo que suas respectivas mulheres os presenteiam com todo amor e carinho.

Apesar de termos, digamos, em termos clichês, um “alto” padrão de vida, Ricardo e eu sempre zelamos pela simplicidade. Os empregados domésticos não eram meros funcionários da casa, mas amigos e almoçavam todos à mesma mesa, sem frescura. Com os pedreiros não foi diferente. A Marcita, a cozinheira, tinha caprichado. Ricardo, atenciosíssimo, disse que se eles quisessem tomar uma ducha, que ficassem à vontade, e indicou-lhes o banheiro dos empregados. Eu, espertinha, levantei-me de mansinho. Fui banhar exatamente no bendito banheiro. Deixei uma coisinha, em cima da tampa do vaso, propositalmente, à espera deles. Imaginem o quê? A minha calcinha usada! Para aqueles que sabem o que é isso, é um fetiche inebriante, um prazer indescritível. A calcinha era de rendinha branca, com lindas alcinhas nas laterais; estava toda usadinha. Tinha aquela manchinha úmida na parte interior. Imaginar que um daqueles pretos ia cheirá-la, só aumentava meu tesão. Estava maravilhosamente usada! Quentinha. Com o cheiro inebriante de cuzão apetitoso! Terminei o meu banho rápido, e fui para o quarto bater siririca.

Momentos depois, meu marido já tinha saído, às pressas como sempre, voltei ao banheiro dos empregados. Um deles, o gordo, estava tomando banho. Bati à porta, decidida. Na certa, ele devia estar cheirando a minha calcinha e batendo punheta. Pois escutei um “flop, flop, flop!” Bati à porta. Disse que tinha esquecido algo. Ele respondeu que já estava saindo. Demos de cara. No que ele olha-me, desconfiadíssimo. Disse que tinha esquecido a minha calcinha e fui pegá-la. Ele exibiu o sorriso mais amarelo do mundo. Sorri, fazendo para ele um sinal de silencio, com o indicador na boca. Nada como a apoteose de um fetiche! O safado, com medo, não gozou na minha calcinha, mas tinha esfregado a caceta nela; pois, ao cheirá-la, ali mesmo, na frente dele, senti cheiro pica. “Esfregou a pica na minha calcinha, né seu puto?”, falei com uma carinha de ninfeta. Ele quis dizer qualquer coisa, mas interrompi-o, jogando a calcinha na cara dele; e saí rebolando.

No segundo dia, de manhã, acordei cedo para ir ao consultório. O senhor promotor já tinha saído. Teria audiências na promotoria de justiça o dia todo. Passando pelo corredor, escutei a voz dos negões, comentando safadezas. Agucei os ouvidos em direção à cozinha. Ouvi perfeitamente um comentário escandaloso do zagueiro. “Quer dizer que ela jogou na sua cara?” Então o gordo respondeu: “Estou dizendo, parceiro, pelo jeito a patroa não tem um pingo de vergonha, e se julga tão patricinha!”. Era impossível não ouvir a conversa deles. Meu coração batia a mil. Meu tesão aumentava, minha bocetinha tesudinha, mesmo tomando o remedinho, reclamava a falta de pau entrando e saindo gostoso de dentro dela.

“Ela pediu para não falar nada! Acho que quer rola”, dizia o gordo baixinho. “Olha, rapá, respeita a mulher do homem!”, replicava o zagueiro. “Isso deve mamar gostoso. Eita, nego velho, deve gemer gostoso, sô. ” Ao som dessas palavras, também gemi gostoso, escondidinha no corredor, com os dedos esfregando forte meu grelinho durinho e sensível. Escutar aquilo era quase um orgasmo. Não contive-me, escondidinha no corredor, meti a mão por dentro da calcinha, masturbei-me que nem uma égua no cio, pensando em ser comida pelos pretos na cozinha da minha casa. Mas, então, ouço os passos da Luiza, a empregada, aproximando-se. Sai correndo.

No outro dia, logo que o Ricardo saiu, resolvi tomar uma atitude prática. Liguei para a secretária da clínica, avisando que eu só iria à tarde. Liguei para a Luiza e a Marcita, dispensando-as do serviço, alegando qualquer coisa. Também dispensei o jardineiro. Quando desliguei o celular, a campainha tocou. Eram eles. Decidi que daquele dia não passava. Exibcionista nata, estava bem cheirosinha, de camisetinha e sainha, com uma minúscula calcinha amarela dentro da boceta. Estava de tamanquinho e meu rabão ia na nuca de tão empinado. Dirigi-me à porta de entrada para recebê-los. Convidei-os para tomar café na outra cozinha. Sentaram-se à mesa e fui ao balcão fazer café. O calor era intenso e os crioulos usavam shorts e camisetas e então pude perceber que eram ainda mais musculosos e másculos. O gordo tratou de desculpar-se pelas suas vestes. Respondi, toda faceira, que num calor daqueles qualquer um andaria nu. Ele pediu novas desculpas, e perguntou se o meu marido não achava ruim eles virem assim. Olhei para trás, por cima do ombro, e dei um sorrisinho sacana. Respondi que ele não era um homem muito ciumento, que já tinha saído e que, pelo jeito, estávamos sozinhos. Argumentei que estava muito calor, e eles seriam loucos de trabalharem empacotados.

Senti um arrepio e toda safada dei uma empinadinha no rabão. Com a voz mais dengosa que eu podia emitir, disse que estava quase terminando de fazer o café, que ficassem à vontade, que tinha frutas em cima da mesa. Quando vi aqueles dois crioulos sentados bem atrás de mim, não tive dúvidas que a coisa ia ficar bem mais caliente do que tinha planejado. Toda cavala, passei a fazer o café bem devagar. Enquanto mexia a colher no bulhe, meu rabão empinado rebolava mais do que o normal; dava para sentir os olhares tarados deles no meu corpo; quando fui pegar o açúcar no armário de cima, minha sainha, que era curtinha, subiu; fiquei na pontinha dos pés, exibindo as nádegas morenas, com a calcinha atoladinha no cu. Olhei para trás e toda dengosa, que nem uma menininha que implora por alguma coisa, pedi ajuda. O zagueiro, que era alto, prontificou-se e pegou o açúcar. Veio por trás, e por pouco não esfrega a caceta em mim. Aquela safadeza explicita foi breve, mas o bastante para a boceta da cavala aqui ficar toda ensopada, pulsando sem controle com aquele exibicionismo excitante.

Servi café para eles. E ficamos os três em silêncio. O gordo, aquele que tinha cheirado a minha calcinha, tinha um sorriso safado nos lábios pretos. Perguntei como chamavam-se. O zagueiro chamava-se Edivaldo. O gordo disse que todos o conheciam como “Toco”. Então, ambos riram. Lesa, não entendi o motivo da graça. Perguntei por que era apelidado de “Toco”. Mas, eles só riam. Então o zagueiro deixou a xícara quente escorregar da sua mão e derramar café no short do outro. O negão deu um pulo. Levantou-se rápido. O café quente tinha caído em cima da sua caceta. O safado, instintivo, abaixou o short, na minha cara. Era uma surpresa deliciosa. Debaixo da cueca, a jeba já estava completamente armada; não era uma pica, era um “toco”, só assim entendi o motivo do seu apelido. Levantei-me para pegar um lenço de papel no armário. Se a safadeza já era grande depois dessa descoberta, ia ficar ainda mais quente. Fui novamente ao armário de cima do balcão, empinei o rabo, para pegar a caixa de lenço; toda mimosa, fiquei na pontinha dos dedos, mexendo nas prateleiras e o meu bundão, espetaculoso, exibiu-se, doido para levar tora. Peguei a caixa de lenço e dei-a ao negão, que, já entendendo o meu jogo, limpou a pica.

Achei que aqueles crioulos iam agarrar-me ali na cozinha; depois, foder a minha bocetinha tesuda. Mas, então ouvir a campainha tocar. Ele, assustado, vestiu o short às pressas. E fui obrigada a sair. Da porta, olhei para eles, fazendo uma cara de menininha, e disse que o nosso café da manhã estava ótimo, mas tinha que receber visita. Adoro essa arte da provocação: os marmanjos piram.

Era o Portugal, o empregado. Logo em seguida, recebi a visita inesperada da minha analista, o que rendeu-me uma conversa de uma hora e tive que dar atenção. Quando fui à cozinha em reforma, os pretos estavam trocando as lajotas. Pedi para que trocassem as luzes do candelabro da sala de estar. “A patroa manda, não pede”, respondeu o zagueiro, todo suado, com gotas escorrendo pela barriga musculosa. Fomos para a sala. E expliquei o serviço. Mas, o celular tocou. Ih! Era o promotor ligando para saber notícias da obra. Sentei no canapê, de frente para os negões. E comecei a falar no celular, e bem putinha abri as pernas. Minha calcinha completamente molhadinha mostrou-se. Provocante, disse ao promotor que estava morrendo de saudades e doida para levar pau. Mas, ele mudou de assunto. Nem tchum.

Os crioulos, de pé em frente o canapê, olhavam entre minhas pernas. Sorriam bem sacana, com aqueles lábios pretos e grandes, pegavam em seus caralhos já duros. Falar ao celular com meu marido de pernas abertas mostrando minha boceta para aqueles dois desconhecidos era excitante demais. E a puta interior libertou-se de vez; prática, disse ao meu maridinho que meu aniversário estava chegando e que queria um presente bem especial. Falei sobre a possiblidade de ter um amante, no que ele, bravo, inicia um verdadeiro sermão. A minha bocetinha estava precisando de pau e então enfiei a mão por baixo da calcinha. Sem vergonha na cara, despudorada, masturbei-me ali, bem diante dos olhos arregalados daqueles dois crioulos. Para o meu deleite, os caralhudos abaixaram os shorts e vi duas enormes jebas caírem de dentro. Fiquei passada, gente! Duas picas grossa, estilo Big Black Cocks, saltaram para fora; bem diante dos meus olhinhos.

Não era à toa que apelidavam o gordo de “Toco”; o mastro era roliço, grosso, semelhando uma mortadela, a cabeçona, toda babada, parecia um cogumelo preto; e ele começou a punhetar tudo aquilo. Meu marido continuava com o sermão, enquanto o zagueiro mostrava sua jebona negra, completamente dura; abaixando um pouco mais o short; expondo as bolas enormes. O safado com sinais pediu-me para afastar a calcinha; puxei-a para o lado para mostrar a boceta toda babada. Com dois dedinhos comecei a bolinar meu grelo, conversando com meu marido promotor abobrinhas de casal. Os negões, cujos olhos brilhavam de desejos, deliciavam-se com minha boceta completamente arreganhada, mostrando meu grelo totalmente endurecido.

Eu segurava-me para não dar os meus gritinhos de prazer, enquanto ouvia as lamentações de sempre do promotor. Fechei os olhos, mordi os lábios e acelerei os movimentos dos dedos no grelo, quando estive a ponto de gozar, tive uma surpresa deliciosa que iria levar-me aos céus. O zagueiro tirou minha mão da boceta e colocou, no lugar dela, a sua boca quente com uma língua áspera. Gemi gostoso, no que o meu marido perguntou o que tinha acontecido. Falei que eram cólicas intestinais. Mas, então o zagueiro resolveu meter toda a sua língua, deliciosamente. Gemi alto, alegando cólicas. Quando entreabri os olhos, o mastro do gordo estava ali, a poucos centímetros da minha boca; chupei gostoso, ouvindo a voz do meu maridinho. Só tirava o pau da boca, para responder alguma coisa. As chupadas fortes no meu grelo faziam-me delirar de tesão; com o “toco” na boca disse ao meu marido que as “cólicas” eram muito fortes. Gozei escandalosamente, contorcendo-me sem controle, praticamente mijei na boca tesuda do zagueiro safado que sabia como dar um trato em uma boceta sedenta de pau. Com uma das mãos ele apertava forte os biquinhos dos meus seios, arrancando-me os gritinhos mais safados. E o corno perguntando: “passou amor?”. Desliguei. O gordo logo pegou-me pelos cabelos e, puxando minha cara, colocou aquela jeba grossa, cabeçuda, na minha boca e disse: “Agora é sua vez putinha viciada. Chupa pau preto, sua putinha safada. Já tomou leitinho hoje? Pois vai tomar. Chupa logo antes que apareça o empata-foda do Portugal.”

Tão novinha e tão puta! Adoro essas situações de submissão. Nem precisava mandar, era só entreabri os lábios rosados para receber aquela cabeçona babada. O negão, urrando, gemeu, segurava meus cabelos pela nuca. Cenário perfeito. Uma putinha de joelhos mamando pau grande! Engasguei gostoso, entalei gostoso, naquela rola preta que era quase o dobro do tamanho do meu maridinho; aquele cheiro de macho levava-me à loucura; com uma das mãos mamei como uma bezerrinha esfomeada naquele pauzão cavalar; e não demorou muito tempo para ser presenteada com jatos de porra quente na minha boquinha. Depois, fui chupar o zagueiro, que, não aguentando, logo gozou; engoli tudo sem deixar nenhuma gotícula de porra escapar e como se tudo tivesse sido cronometrado escutei passos vindo em direção à sala. Era o Portugal.

Limpei a boca, rápido. Eles saíram ligeiro por um corredor adjacente. Então apareceu o empregado, perguntando se a Marcita e a Luiza não vinham hoje. Expliquei que não. A minha boca cheirava à porra, a blusa estava babada, mas ele não percebeu nada.

No dia seguinte, organizei tudo para que fosse ao consultório somente à tarde. Mas, pela manhã, recebi a visita de três amigas, e ainda tinha as empatas Luiza e Marcita. E não eu não podia deixar minha reputação de “dama exemplar” cair por terra. Os crioulos, no entanto, sempre que passavam perto de mim, enfiavam a mão entre minhas coxas dando umas bolinadas deliciosas. Quando tinham oportunidade agarravam-me nos corredores, por trás e esfregavam forte suas cacetas no meu rabão tesudo. E o corpo da cavala aqui arrepiava-se todinho. E sussurravam nos meus ouvidos: “Sua puta gostosa... quando a gente te pegar, vamos arrombar esse rabão!” Toda safada, esfregava-me neles, deixando-os beijarem meu pescoço, depois, abaixava-me e caía de boca naqueles paus pretos; chupava rapidinho e voltava para fazer sala para as visitas. Minutos depois, lá estava eu de novo, mamando naqueles caralhos. Depois, voltava à sala, lambendo os lábios, com a cara mais cínica do mundo. Minha boceta vibrava de tesão com essas safadezas rápidas e faziam com que desejasse ainda mais aqueles brutamontes. Antes de ir ao trabalho, novamente fui no corredor, mamar gostoso e tomar leite. Foi por pouco, que a Luiza não nos pega.

No dia seguinte, organizei novamente para ir trabalhar só à tarde. Porém, o promotor também ficou em casa pela manhã, para o meu aborrecimento! Com a casa cheia, a safadeza teria que ser cancelada, mas a puta interior falava mais alto. Estávamos eu, o promotor e os pretos na sala de estar, comentando sobre uma pequena reparação numa parede; quando alguém tocou a campainha; fui atender; era um juiz, muito amigo do meu marido. Esses assuntos jurídicos, normalmente, sempre requerem sigilos. Gentilmente, então disse aos pedreiros que o meu marido tinha que conversar em particular. E foi então que a safadeza descambou de vez.

Fomos os três para uma salinha adjacente. Um escritório. Toda curiosa para saber o que o promotor conversava com o juiz afastei um pouco a cortina da porta para tentar ouvir. Daquele ângulo eles não podiam nos ver. Estava então com o rosto na porta quando senti um deles já alisando minhas coxas ajoelhado atrás de mim. Putinha, usava uma saia curtinha, só tive o trabalho de empinar o cuzão e ficar vigiando o meu marido. Em segundos, o zagueiro, abaixou minha calcinha até o meio das coxas e mais rápido ainda sua abocanhou o meu cuzão por trás, como um cachorro lambendo uma cadela. Depois chupou deliciosamente a minha boceta com sua língua ágil e quente e o tesão tomou conta do meu corpo e sem controle passei a rebolar mordendo os lábios para não gemer. O tesão era tanto que gozei irresistível nos lábios dele.

O promotor tinha uma conversa séria com o juiz no sofá da sala, não percebiam nada do que estava acontecendo na salinha ao lado. E esse fetiche deixava-me mais insana ainda e minha libido ia às alturas e os crioulos começaram a socar seus dedos ásperos na minha boceta; senti uma língua saltitar no meu grelo teso; não segurei-me, e tive outro orgasmo fenomenal.

Se eles quisessem era só socar na boceta ali mesmo; mas não fizeram isso; grosseiros, puxaram-me para baixo; de joelhinhos, pronta para mamar. Abri os zíperes de suas calças, chupei esfomeada aquelas duas gigantes jebas pretas, ansiosa por porra quente na minha boquinha rosada. Mamei gostoso, enquanto eles vigiavam o Ricardo e o juiz. De olhinhos fechados, não fiz um boquete, dei uma verdadeira aula. Segurada pelos cabelos, abocanhava aquelas cacetas até a garganta; babando nelas, melando as lajotas da sala, e logo senti os jatos de porra quente encher minha boca. Era o “Toco” quem tinha jorrado esperma com uma volúpia incontrolável; chorei só sentindo o leitinho escorrendo pela minha garganta. Depois fui abocanhar o zagueiro, que logo deu-me leitinho. Eu ainda estava com pica na boca quando fui chamada pelo promotor. “Bruna!” Limpei-me rápido. Recompus-me puxando a calcinha de volta e fui atendê-lo, como uma boa esposinha deve fazer. Não perceberam nada. Sim, aconteceu desse jeito. Sentei de frente para o juiz, ainda lambendo os lábios, o coração batendo a mil.

De noite, voltei a comentar com o meu marido sobre a hipótese de um amante. Ele completamente inocente foi categórico. “Bruna, Bruna! Você fala isso só de brincadeira. A sua analista explicou que isso é só uma reação química. No fundo, não precisa de amante.” Que corno mais manso eu tinha arrumado! Se bem que ele devia saber das coisas. Corno tem disso. Nada como uma mulher adúltera. Deve achar lindo quando chego de mansinho no quarto, toda fodida, pisando de mansinho, impagável, nada mais carinhosa. Será que ele sabia que chupei lindamente os crioulos? Por cuidado, só por aquela noite, como numa dramaturgia rodrigueana, exibi o mais fiel sorriso de Monalisa.

Na manhã seguinte, organizei para ir ao consultório só à tarde. O promotor levantou-se, deu-me um beijo e saiu. Tomei um banho, e, apenas enrolada numa toalha, fui à cozinha em reforma. Eles já estavam lá, trabalhando. Coçando os queixos, estavam como que esperando-me; e já agarraram-me, encheram-me de beijos; daqueles de fazer encharcar a boceta no ato. Levei-os para um pequeno cômodo, nos altos da casa, onde ninguém ia. Lá havia uma janela grande, que dava para a frente da casa; e caso chegasse gente, daria para ver. Tranquei a porta. Meu coração batia a mil. Não tinha escapatória para mim. Eu bem sabia que ia ser fêmea de dois gorilas, que iriam me foder sem piedade; eram os machos que tanto precisava. Sem perder tempo, tirei a toalha, e sem ninguém mandar, fiquei de quatro na cama.

O “Toco” ajoelhou-se atrás de mim e começou a lamber a cavalona aqui; ele sabia como sugar e brincar com um grelo teso entre seus lábios quentes; levando-me aos céus! Com o caralho do zagueiro na boca, meus gemidos eram reprimidos. Gozei só de sentir cheiro de pica. O gordo aproveitava para dar-me uns tapinhas fortes no rabão empinado; e eu arrepiava-em todinha; e foi então que senti as suas mãos ásperas pegarem-me pela cintura. Ele iria enrabar-me, e eu ia chorar muito gostoso! Literalmente implorei para que ele o fizesse logo. Senti a cabeçona enorme esfregando-se entre os lábios molhadinhos da minha boceta melada; requebrei, rebolei mais um pouco, empinei-me mais, e quando a glande tocou meu grelo, meu corpo tremeu de desejo e medo! O arrombamento seria inevitável, faria um estrago, deixando um buraco imenso; porém, só de imaginar aquele “toco” exagerado penetrando na minha boceta, gemia de prazer. Tirei a rola do zagueiro da boca, virei para trás, e disse toda dengosa: “aiii Toco, tua caceta vai me rasgar!” O crioulo careca, todo forte, pincelava aquele pauzão por toda extensão da minha boceta molhadinha. Ia ser maravilhosamente prazeroso ser fêmea daquele macho! Tomada pelo desejo, rebolei, sentindo o calor da cabeça toda babada daquela rola exagerada. Quando segurou-me as ancas, desesperei-me. Ele, não aguentando mais, deu uma enterrada forte e a cabeçona deu uma escorregada, escapando! Soltei um berro! Mas o preto pegou e colocando de volta; segurou firme e tornou a forçar a penetração; e dessa vez não tive escapatória. A cabeçona pulou para dentro da boceta; e dei um grito sem saber se era de dor ou de medo. Tentei fugir, mas o bruto segurava-me pela cintura sem tirar de dentro; e como um cavalo cobre uma égua, curvou-se sobre minhas costas e beijando minha nuca sussurrou: “Putinha linda, não falei que ia te arrombar? Hein?” Nessa hora gelei. E quis fugir. Mas, fui segurada à força. Colocaram-me de novo de quatro. E, indefesa, obedeci. Além de caralhudos, eles sabiam como domar uma putinha completamente submissa; e essa sensação de submissão já era quase um novo orgasmo! O zagueiro voltou a colocar a rola na minha boca. E, submissa, voltei a rebolar bem devagarzinho na ponta daquela tora na portinha da minha boceta sedenta; gemi quando suas mãos ásperas puxaram meu quadril de encontro ao corpo dele; e comecei a chorar de dor sentindo minha boceta sendo rasgada por aquele gorila preto. O safado nem importou-se como meus gritos e foi enfiando tudo até o talo; num brusco movimento, a tora deslizou pra dentro. Delicia! Senti até seus pentelhos roçando na minha bunda. Missão cumprida. Tirei o pau da boca, sentindo falta de ar com aquele mastro atolado por inteiro na minha boceta apertada; sentia-me como uma menininha perdendo o cabaço! Implorei para que tirasse aquilo de dentro de mim; mas o bruto deu-me dois tapas na bunda e todo macho pegou-me pelos cabelos e disse: “Para de gritar putinha senão os empregados vêm aqui. Deixa de frescura. Você é puta e puta tem que dar gostoso pros machos dela; sua putinha safada. Ficou brincando com a gente. Agora vai levar rola de verdade! Rebola esse rabo que vou te arrombar sua biscate tarada! Tão novinha e tão puta! Rebola que vai ficar mais gostoso; dá gostoso pro negão; fode esse pau, mostra pra nós quem é você!” Aquelas palavras eram tudo que precisava ouvir. Pensei que estava sendo rasgada ao meio sentindo aquela jeba descomunal dentro da minha boceta apertada mas, depois de alguns segundos, que pareceram uma eternidade, a “puta interior” libertou-se de vez. De repente, um fogo intenso tomou conta de todos os poros de meu corpo e comecei a rebolar toda espetadinha naquele macho que sabia como enrabar uma fêmea. Logo passei a chupar a pica preta, à minha frente, ávida. Agora sim, tinha virado cadelinha gostosa! Agora sim, estava tudo nos eixos. Nada mais gostoso que ser comida por um macho de verdade! Que delicia rebolar toda safada numa rola gigante! Que delicia aquele gorila me fodendo do jeito que eu precisava! Eu tinha certeza que seria inesquecível! “Quer gozar gostoso?” perguntou o zagueiro, e meus olhinhos voltados para cima diziam um sim. Então, o gordo passou a bombar bem selvagem, com estocadas que faziam-me ver estrelas! O prazer chegou de um jeito que nunca imaginei que pudesse existir. Pauzão, entrando e saindo, arregaçando boceta de puta! A foda era fenomenal! O negão socava firme até o talo e quase nem acreditei quando passei a jogar o rabo para trás, sentindo aquele macho por inteiro. Gozei horrores naquele “toco” selvagem.

A cavalona fazia questão de sentir até o ultimo milímetro daquela tora; eu chorava que era uma beleza; gozei lindamente; e os gritos de meu gozo inesgotável eram muito altos e apesar do medo dos empregados ouvirem, nada importava, só o prazer de gozar com um macho de verdade. Quando ele tirou a jeba, foi para vir gozar na minha cara. O zagueiro aproveitou a oportunidade e, impaciente, veio enrabar-me com violentas estocadas. Depois ficaram reversando-se nessa brincadeira que durou uma hora e meia. Entreguei-me como nunca tinha entregado-me; chuparam meus peitos, morderam-me, fizeram tudo que faz-se com uma puta, quando pegaram-me para uma dupla penetração bobaram-me forte, ofegantes. Era mais que sexo, ali havia uma espécie de vingancinha social. Dois pobres excluídos, negros, comendo a mulherzinha mimada de um promotor! Pouco importava. Deixaram meu cuzão todo arrombado, de varadas que aplicaram-me; e quando o zagueiro deu uma última estocada na minha boceta, ele por cima de mim, tive um gozo tão intenso que achei que ia desmaiar espetada naquele pauzão grosso. Alguns minutos depois, foi o silencio. E quando o brutamontes saiu de dentro de mim senti-me completamente vazia e implorei para que votasse a me foder de novo. E me fodeu por mais uns minutos.

Que loucura deliciosa aqueles dois pedreiros desconhecidos comerem-me daquele jeito dentro da minha própria casa; correndo o risco de ser flagrada a qualquer momento! Deixaram-me ali jogada na cama, violentada e toda fedida de porra; quando fui para o banheiro sentia porra escorrer pelas minhas pernas. Nem fui trabalhar. Dormi a tarde inteira. Aqueles monstros pauzudos tinham arrombado os lábios da minha boceta, deixaram um rombo no meu cu, mas apesar de toda ardida, ainda sentia arrepios de tesão subiram pela minha coluna e com certeza logo eu estaria novamente pronta para ser putinha submissa daqueles caralhudos gostosos.

Pena que, no dia seguinte, o serviço tinha sido concluído. E tive que contentar-em com o pirolitinho do promotor ingênuo e completamente corno. Numa noite, uma semana depois, para satisfazê-lo, como esposa fiel, dei gostoso. E foi nesse momento que ele fez a revelação que deixou-me perplexa: “Sei de tudo Bruna, eu mesmo combinei com os pedreiros”. Nesse instante, dei um pulo da cama. Mas, então ele fez a declaração mais romântica do nosso casamento: “Não se espante, fique calma, meu amor, esse foi o seu presente antecipado de aniversário! Gostou?” Meio sem graça, sorri. Mas, depois pulei em seus braços, dizendo que o amava, que ele era o marido mais perfeito do mundo!

Comentários

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05/05/2016 13:48:27
Peça o CRP da sua psicóloga, VC DEVE ESTAR SENDO ENGANADA POR UMA NEUROLOGISTA OU PSIQUIATRA, O.o Boa gramática, gostei
08/04/2016 06:18:56
Só não dei uma nota maior porque não dá! Parabens!




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