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Negão casado faz sucesso com viados da sauna gay XVIII - Final

Autor: jornalista77
Categoria: Heterossexual
Data: 24/03/2016 00:25:31
Nota 9.29
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Gilberto e César pegaram a estrada por volta das nove da manhã. Pretendiam ir mais cedo, porém um tesão repentino os obrigou a foder na hora de sair e os atrasou. Viajavam no carro adaptado de César, com ele dirigindo. Gilberto, para atiçá-lo, tirou a camisa, alegando muito calor apesar do ar-condicionado ligado. Somente de bermuda e sem cueca, esticou-se no banco do passageiro, abrindo bem as pernas. Seu cacete endureceu e se formou a barraca. – Porra, Gil, isso é sacanagem – reclamou César. – Isso o quê? – Gilberto se fez de desentendido. – Você sabe do que eu estou falando. Você ficar aí sem camisa e com essa delícia dura e grossa, me chamando. Se vai me provocar, ao menos faz o serviço completo e tira a bermuda – sugeriu. Gilberto riu e concordou. Tirou a bermuda e a jogou no banco traseiro. Sua pica surgiu imponente e o aroma delicioso de tesão tomou conta do carro. César soltou uma das mãos do volante e agarrou o pau do amante. – Era isso que você queria, segurar meu cacete? Pois segura bem gostoso que ele adora. Ele tá duro assim porque se lembrou do teu cuzinho quente e apertado, piscando com ele todinho dentro – sussurrou Gil no ouvido de César, passando a língua em seu pescoço. O motorista suspirava e gemia de tesão.

Alguns quilômetros à frente, ele não resistiu e parou o carro no acostamento. Gilberto já estava totalmente derreado pra cima dele, abraçando-o e beijando sua orelha e seu pescoço. Sua mão passeava pelo peito e descia pelas coxas e virilha. Tão logo parou o carro, os dois se pegaram em um beijo ardoroso. Gilberto atacava a boca de César, enfiando a língua dentro dela e não dando chance ao rapaz de respirar. César não queria respirar, queria beijá-lo, saboreá-lo, se entregar a ele. Correspondeu ao beijo com igual ímpeto. Mesmo paralisado em sua cadeira, procurava mexer do tórax pra cima, em busca de uma posição que melhor o favorecesse. Buscava o corpo negro e forte de Gilberto, sua pele, sua boca e sua língua. Gil deitou o banco do motorista e se colocou por cima de César. Continuaram com o beijo erótico e intenso. As mãos apertavam e acariciavam o corpo do outro. A posição não era das mais confortáveis devido ao aperto, porém conseguiram tirar suas roupas e Gil penetrou César no papai e mamãe. Seu pau deslizava fácil dentro do cuzinho experiente e sedento pela pica preta. Foderam no meio da estrada, despreocupados se alguém veria seu ato libidinoso e indecente e só pararam quando chegaram ao orgasmo. Retomaram a viagem depois de se recuperarem, com o cu de César lotado de porra.

Se Gil e César estavam atrasados, Orlando, Cristiane e Paloma não estavam. Orlando passou na casa de Gil logo cedo para pegar Cris e, no caminho, apanharam Paloma. Foram na frente sem esperar por Gilberto e César que ainda dormiam após uma noite intensa de sexo. A dupla, finalmente, chegou ao sítio. Suados, cansados, mas com um sorriso de orelha a orelha. Desceram do carro sem ver ninguém. Orlando havia dito que o estacionamento era um pouco afastado da casa principal. Recolheram a bagagem e foram até a casa. No meio do caminho, começaram a escutar gritos e gemidos. Se entreolharam, imaginando o que seria, e se aproximaram devagar. Os sons vinham da piscina. A cena que viram era maravilhosa. Cristiane estava deitada, pelada, em cima de uma mesa, com as pernas totalmente abertas, e sendo penetrada vigorosamente por Orlando. Paloma, também nua, estava em pé, de pau duro, curvada por sobre ela, chupando seus seios com força e sendo enrabada por três dedos do dono da casa. Cris gemia e urrava, denotando o prazer intenso que sentia. Orlando metia sem parar, com velocidade e violência. De repente, os três chegaram ao orgasmo ao mesmo tempo em uma maravilhosa orquestra de luxúria.

Somente após o orgasmo, eles viram a chegada dos demais convidados. – Gil, que bom que vocês chegaram. Sejam bem-vindos – cumprimentou Orlando. – Olá, seu Orlando. Parece que chegamos na hora certa – brincou Gilberto. – Gil!!!! Finalmente, meu negão gostoso chegou. E ainda trouxe um amiguinho gato. Oi, amor! Sou Paloma e você? – perguntou a boneca, abraçando Gilberto e falando com César. – Meu nome é César. Muito prazer – respondeu o rapaz, dando uma secada no corpo voluptuoso de Paloma, especialmente em seu cacete meia bomba. Foram todos para as mesas próximas à piscina. Estavam todos nus e Gilberto e César se juntaram a eles. Cris se sentou no colo de Orlando e ficaram o tempo todo, trocando carícias e beijos nos lábios. Paloma e César se olhavam discretamente.

O dia estava muito quente e Gil e César foram para nadar um pouco, porém a cerveja estava acabando e Gilberto foi indo buscar mais dentro da casa. Cristiane e Orlando saíram das espreguiçadeiras e foram até o chuveirão, deixando César sozinho na piscina, mas por pouco tempo. Paloma entrou na água e o abraçou por trás. – Sou eu, gatinho. Tava doida pra ficar assim juntinho de você – disse ela. César se virou, enlaçou seu pescoço e saíram nadando abraçados. – Você e o Gil são namorados? – perguntou ela, beijando seu pescoço. – Não. Nós só transamos, mas nos gostamos bastante. Você já transou com ele? Como isso é gostoso – gemeu César com Paloma mordendo seu pescoço. – Você é uma delícia. Eu já comi o Gil. Ele tem uma bundinha divina, bem durinha. Eu queria comer você também. Posso? – pediu baixinho. César não pôde responder, pois logo começaram a se beijar. Se abraçaram mais forte e intensificaram o beijo. Cris e Orlando voltaram à cadeira. Ela se sentou e o puxou pra perto pelo pau. Abriu bem a boca e o engoliu, começando a chupá-lo. Paloma virou César de costas pra ela, o encostou à borda da piscina e encaixou seu cacete na entradinha do cu dele.

Gilberto voltou com mais cervejas e viu os dois casais em plena putaria. Cris se esbaldava com a rola de Orlando na boca, formando muita saliva e fazendo uma garganta profunda. O coroa enlouquecia de tesão, forçando mais a cabeça dela pra engolir todo seu pau. Na piscina, Paloma abraçava César por trás, carinhosamente, beijava seu pescoço, acariciava seu peito e o fodia devagar, sem pressa. Metia tudo e tirava, voltando a enfiar. César jogava a cabeça pra trás, procurando a boca da boneca e os dois se beijavam. – Vem cá, Gil. Deixa eu chupar teu pau também. Posso, amor? – convidou Cris e, logo em seguida, pediu permissão de Orlando, que acenou com a cabeça. Gilberto se aproximou com sua rola em riste e ela iniciou uma chupeta dupla, alternando entre o cacete branco e o preto. Enquanto chupava um, punhetava o outro e brincava com suas bolas. Não deixava nenhum dos dois muito tempo sem o contato da sua boca. Orlando enlaçou a cintura de Gil e o puxou para mais perto dele. Fez o negão virar o rosto e os dois se beijaram, chupando a língua um do outro. Era a primeira vez que isso acontecia. Durante o beijo, Orlando desceu a mão pelas costas de Gil e foi até sua bunda, enfiando o dedo médio em seu cu.

Orlando comia o cu de Gilberto com seu dedo, entrando e saindo com rapidez. O negão gemia gostoso na boca do seu chefe. Ficaram nessa posição por alguns minutos até Orlando sentir que gozaria em pouco tempo. Tirou o dedo e fez Cristiane se deitar na espreguiçadeira. Deitou-se por cima dela e a penetrou. Cris gemeu profundamente e o abraçou. Cruzou as pernas nas costas dele, se beijaram e iniciaram a foda. A bunda branca de Orlando subia e descia e suas metidas faziam barulho na pélvis da doutora. Gilberto viu que não teria mais espaço para ele e foi pra piscina. Paloma enfiava com mais intensidade em César e Gil se aconchegou nas costas dela. A abraçou, amassando seus peitos e a penetrou. Formaram um trenzinho. Paloma comia César e era comida por Gilberto. Os dois comedores sincronizaram seus movimentos e a foda aumentou de intensidade. Gemiam e urravam alto. Paloma ora beijava César a sua frente e ora torcia o pescoço pra trás em busca da língua e dos lábios de Gil. Se apertavam, se beijavam e metiam até que chegaram a um orgasmo simultâneo. Os cus de César e Paloma foram invadidos por uma torrente de esperma grosso e quente. Orlando também havia gozado, enchendo a boceta de Cristiane de porra, e descansava em cima dela que o abraçava carinhosamente.

O resto do dia passou sem maiores novidades. Tomaram um banho, comeram, conversaram e, à noite, foram para seus quartos. Orlando e Cris ficaram com a suíte principal e Gil, César e Paloma dividiram o outro. No meio da noite, Gilberto se levantou para beber água. Foi à cozinha e viu a porta da sala aberta e a luz acesa. Foi até lá e viu Orlando sentado em um balanço perto da churrasqueira. Cristiane estava sentada em seu colo, com os braços em volta do seu pescoço. Os dois se beijavam suavemente e ela se mexia bem devagar. A rola dele estava toda atolada dentro dela. – Esses dois passaram o dia fodendo ou namorando, você percebeu? – perguntou Paloma, chegando por trás e assustando Gilberto. – Percebi sim. Aí tem coisa – respondeu Gil. – Vamos deixar os dois pombinhos aí em paz e vamos voltar pro quarto. Você me comeu à tarde e agora é minha vez de foder essa bundinha gostosa – disse Paloma. Saíram os dois de mãos dadas e retornaram ao quarto, indo direto pra cama.

César dormia e eles se deitaram ao lado dele. Paloma por cima, comandava as ações. Beijavam-se e se acariciavam. Gil chupava seus peitos, apertava sua bunda e esfregavam os paus muito duros. Paloma desceu, beijando o peito e a barriga dele. Beijou suas coxas, mordeu, chupou suas bolas e colocou seu cacete na boca. Virou ao contrário e começaram a se chupar em 69. Paloma cuspiu no cuzinho de Gilberto e enfiou um dedo. Logo depois, enfiou um segundo e um terceiro. Passou a fodê-lo com esses três dedos e chupá-lo. César acordou e viu a putaria ao lado dele. – Eita, vocês não cansam, hein? – brincou. Gil sorriu e virou o rosto na direção dele para beijá-lo. Paloma o virou de bruços, apoiado nos seus cotovelos e voltou a chupar seu rabo. Agora, os rostos de Gil e César estavam mais perto um do outro e o beijo era mais fácil. Chupavam suas línguas com enorme tesão e acariciavam o corpo um do outro. Finalmente, o cu do negão estava pronto e Paloma o penetrou. Deitou-se em suas costas e iniciou as enfiadas, cadenciando velocidade e profundidade. O beijo de Gil e César se tornava cada vez mais tesudo e lascivo. Paloma aumentou o ritmo das metidas, mordia o pescoço de Gil e lambia sua orelha. Gemia baixinho no seu ouvido e gozou, enchendo seu cu de porra.

Depois do orgasmo, virou de lado, exausto. Gilberto ainda não gozara e César disse que também queria. Gil e Paloma o ajudaram a se virar de lado. Paloma o abraçou pela frente, beijando-o e dando seus peitos para ele mamar. Gil se posicionou por trás, apontou seu cacete enfiou. Segurou a perna dele erguida, pois César não conseguiria fazer isso sozinho, e começou a enrabá-lo. O abraçou, beijou seu pescoço, lambeu sua nuca e orelhas e adorava ouvir os gemidos dele. César abraçava Paloma, procurava seus lábios e seios e sentia muito prazer. Gil segurou o cacete e saco dele. Sentiu que estava um pouco duro. Se deliciava com o cheiro doce de César. O tesão cresceu e o gozo se aproximou. César foi o primeiro a atingir o clímax. Logo depois, recebeu a explosão de jatos grossos e fortes da rola de Gilberto. Dormiram daquele jeito, com César, vazando esperma pelo cuzinho, entre Gil e Paloma.

Na manhã seguinte, foram à praia. Cristiane pediu para falar com Gilberto em particular e se afastaram um pouco. César ficou deitado na areia, com Paloma deitada ao seu lado. – O que aconteceu? Algum problema com seu Orlando? – perguntou Gil. – Não. Tá tudo ótimo com ele. É que ele me fez uma proposta. Nós vamos namorar quando voltarmos. Ele diz que me ama e eu sinto que também posso me apaixonar por ele. Tanto que, depois de irmos embora, ele me convidou para ficar uns dias em um hotel com ele. Lua de mel - contou Cris. – Lua de mel? Cris, eu acho ótimo que você esteja feliz, mas ele é casado - ponderou Gil. – Eu sei. Mas, eu quero ele. Ele e a esposa dormem em quartos separados e não têm vida conjugal há anos. E, por último, ele quer ter um bebê comigo. Ele quer me engravidar e eu também - disse uma esfuziante Cristiane. Gilberto e Cristiane se abraçaram e trocaram um selinho. Ela estava muito feliz e ele também ficou, naturalmente. Ali, Gil percebeu que sua relação com a doutora iria mudar. Não necessariamente deixariam de ser amigos e até transar, eventualmente, mas ela estava apaixonada por Orlando e sua prioridade agora era ele. Gil ficou feliz por ela e voltou para perto de César e Paloma.

Ao se aproximar do casal na areia, viu que eles estavam abraçados e se beijando. Não quis interromper e foi dar um mergulho no mar. Na volta, encontrou Orlando, que o chamou. – Gil, quero te apresentar um grande amigo meu. Esse é Cássio. Cássio, Gilberto, um funcionário da sauna e grande amigo da Cristiane – disse ele. Cássio era um coroa da idade de Orlando, muito atraente e bonitão para a idade. Tinha um pouquinho mais de barriga que o amigo, mas nada que estragasse seu charme. Apertou a mão de Gil com um bonito sorriso no rosto. – Eu convidei o Cássio para o churrasco que faremos lá em casa – informou Orlando. – Que bom. Será muito bem-vindo – afirmou Gilberto, percebendo um certo clima de combinação no ar. Reuniram-se na barraca e Gil se sentou na areia ao lado de César. Apoiado no cotovelo, ficava na altura certa para acariciar o amigo, beijar-lhe ocasionalmente e olhar para Cássio, que não tirava os olhos dele. Gil passou a provocá-lo. Segurou a mão de César, a beijou carinhosamente, acariciou seu peito, barriga e pousou a mão do rapaz em sua virilha, em cima de seu enorme volume. César apertou o cacete do negão com delicadeza e ficou afagando.

Voltaram pra casa perto da hora do almoço. Gil e Orlando foram preparar a churrasqueira e Cristiane e Paloma se responsabilizaram por ir buscar cervejas, copos e pratos. Cássio e César ficaram conversando na mesa. Gilberto pegou uma cerveja gelada e a levou para Cássio. A ofereceu com um sorriso e o novo amigo agradeceu com outro. Sentaram-se para conversar e os olhares entre Gil e Cássio voltaram a acontecer. Mais tarde, Gilberto pediu licença para ir ao banheiro e saiu, olhando para Cássio, um olhar que denotava um convite. Veria se ele entendeu. Estava no banheiro quando ouviu uma leve batida. Perguntou quem era e Cássio respondeu. Gil abriu a porta, completamente nu, segurando seu cacete muito duro. Cássio pregou os olhos naquele pedaço de carne negra e engoliu em seco. Gil segurou sua mão e o puxou para dentro do banheiro. – Eu já estava terminando. Será que você me ajuda a secá-lo? – perguntou. Cássio entrou no banheiro e segurou a rola de Gil, soltando um suspiro baixinho ao sentir a grossura e quentura dela. – Que delícia. Me come – pediu. Gilberto o prendeu contra a porta, segurou sua nuca e o beijou.

O beijo foi selvagem, com muita língua. Cássio não largou a pica de Gil e, com a outra mão, percorreu seu corpo inteiro. Gilberto tirou a roupa do novo amante, deixando-o completamente pelado, e o forçou para baixo. Cássio se ajoelhou e engoliu o cacete. Começou a chupá-lo com enorme desenvoltura, não deixando dúvidas de que era bastante acostumado a isso. Enchia a boca de saliva, engolia o cacete, fazendo-o deslizar pra dentro da boca até a garganta, tocava-o com a língua e usava o céu da boca para massageá-lo, tomando cuidado para não encostar os dentes. As mãos brincavam com o saco e as bolas, que depois recebia a atenção da língua e dos lábios do coroa. Cássio tornou os lábios em formato ovalado e colocou somente a glande entre eles. Passou a chupar somente a cabeça da pica, pressionando-a com os lábios. A língua brincava com o furinho e com as dobras da glande. Esfregava o pau em seu rosto, pescoço, lambia, beijava e tornava a chupá-lo. Gilberto estava enlouquecendo de tesão. Era o melhor boquete que já lhe fizeram. Aquele sujeito era profissional na arte.

Cássio não usava apenas a boca para dar prazer a Gil. Com as mãos, acariciava o corpo dele, subindo pelo seu peito e descendo pelas suas costelas e costas. Apertava suas coxas e sua bunda, puxando-o mais para dentro de sua boca. Gil segurou uma de suas mãos e a levou à boca, chupando seus dedos deliciosamente. Pressentindo que gozaria a qualquer momento, Gilberto tirou o pau da boca de Cássio, que o olhou interrogativamente, e o fez se levantar. Se beijaram mais uma vez, ardorosamente. O virou de costas e Cássio colocou um pé em cima do sanitário, abrindo assim sua bunda. Apoiado à parede, pediu que ele o comesse logo. Gilberto encostou a cabeça do pau na entrada do cuzinho e enfiou. Ela entrou macio e o restante da rola deslizou para dentro do tubo anal. Cássio estava muito relaxado e recebeu a tora gigantesca em seu cu com incrível facilidade. Gemeu alto com a invasão. Gil o enlaçou, apertando-o com firmeza, e começou as metidas. Encaixou seu rosto entre o pescoço e ombro de Cássio, beijando e chupando sua nuca. Cássio, de olhos fechados, gemia baixinho sem parar. Seu cu piscava com a tora atolada dentro dele, mastigando o cacete de Gil e causando uma sensação deliciosa. – Caralho, que cu gostoso você tem – disse Gil. – Tua pica também é divina. Eu to quase gozando, querido. Mete bem forte agora para eu gozar, por favor – pediu Cássio.

Gilberto obedeceu e começou a enfiar com toda a sua força, sem dó. Parecia uma britadeira e fazia grande barulho. Cássio revirava os olhos, gemia, balbuciava, babava e, de repente, soltou um urro gutural e teve um orgasmo anal violento. Seu corpo inteiro retesou e passou a tremer sem controle. Com a gozada, seu cu intensificou os apertos na rola de Gilberto, que não resistiu e, também urrando, explodiu. Lançou seis, sete jatos fortes e grossos de porra no cu de Cássio. Estavam exaustos, suados. Foram tomar um banho juntos, onde trocaram muitos beijos carinhosos. Cássio chupou o pau de Gil depois do orgasmo para sentir seu sabor e adorou, naturalmente. – Que foda maravilhosa. Aparece lá na sauna para gente brincar de novo – propôs Gil. – Tenho uma ideia melhor. Por que você não vai no meu apartamento? Eu moro sozinho e podemos fazer dele nosso cantinho particular. Eu amei tua rola e amei você também. Quero ter você na minha cama muitas vezes – respondeu Cássio. Gil adorou a ideia e concordou. Se beijaram mais uma vez, chuparam suas línguas, se vestiram e voltaram para perto dos demais.

O final de semana prolongado terminou e voltaram pra casa. Desta vez, porém, Paloma voltou com César e Gilberto. Orlando e Cristiane foram embora sozinhos e ela só retornou pra casa três dias depois, tendo passado este tempo em um hotel cinco estrelas com Orlando. Se havia dúvida de que ela estava apaixonada por ele, a carinha com que ela entrou em casa e contou desses três dias dissipou qualquer dúvida. Um ano se passou e as coisas estavam ligeiramente diferentes. Paloma havia parado de fazer programa e hoje morava com César. Haviam se casado e tiveram Gil e Cristiane como padrinhos. César tinha realizado outro sonho, de fazer um implante peniano. Agora, com uma prótese peniana inflável, a relação do casal era completa. César pôde penetrar Paloma pela primeira vez e sua alegria e satisfação eram totais.

Quanto à Cristiane e Orlando, continuavam no mesmo tipo de relação. Ou seja, ele permanecia casado, mas dormia boa parte das noites da semana na casa de Cris e Gil, especialmente porque havia uma novidade. Cristiane havia engravidado e dado à luz a um lindo garotinho, que eles chamaram de Gilberto. O bebê tinha agora três meses e era super paparicado por todos. Gil continuava trabalhando na sauna e solteiro. Não tinha interesse em se amarrar a alguém, pois queria ser livre para comer e ser comido sempre que quisesse. A praia em frente a sua casa era seu local de caça predileto. Já comera muito playboyzinho surfista dali e também já dera muito o cu. O que mais se aproximava de relação fixa era com Cássio, seu amante desde aquela viagem à praia. Mais do que nunca, Gilberto pusera em prática o ensinamento de Cristiane de que somos todos seres sexuais, gostamos de sexo, de sentir prazer, seja com homem seja com mulher.

P.S. Chegamos ao fim da saga do negão da sauna. Esta história começou meio despretensiosa, mas acabou sendo a mais bem recebida por vocês. Agradeço imensamente todos os comentários elogiosos, sugestões e críticas que me fizeram. Como despedida, deixem aí suas opiniões sobre o grand finale. A próxima saga está quase pronta. Vou retomar também a do policial, que paralisei para me dedicar ao Gilberto (sem duplo sentido rsrs). Fiquem no aguardo que logo retorno com mais uma historinha excitante para vocês. Grande abraço a todos e acessem http://mentelasciva.wordpress.com

Comentários

07/05/2016 11:33:46
Legal,n acompanhei toda parte,li algumas,achei legal o final,tive uma impressão que faltou um pouquinho de algo a mais, mas vlw estou lendo o novo,que esta bem interessante,vlw abraços, n sempre pra continuar. 😉
19/04/2016 10:50:31
Nossa, a única coisa que eu senti falta mesmo foi uma foda entre o Gil, a ex-mulher,e o patrão dela. De resto foi uma história espetacular
25/03/2016 15:19:06
A saga foi muito boa e finalizou com chave de ouro. Espero que venham mais contos por aí... Até o próximo!!!!
24/03/2016 09:50:09
👏👏👏👏👏 vc é o melhor,muito bom o final,surpreendente,emocionante e com lógica...já pensou em escrever novelas?vc é melhor que muito autor que tem por aí,nota 10 com louvor
24/03/2016 08:19:48
fechou com chave de ouro, vai deixar saudade
24/03/2016 01:19:39
Muito bom o final, quase chorei kkkkkk
24/03/2016 01:13:04
Amei muito bom pena que acabou queria mais

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