Casa dos Contos Eróticos


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Amores inconscientes, ações inconsequentes

Um conto erótico de Anna Guerra
Categoria: Heterossexual
Data: 18/01/2016 15:44:18
Nota 10.00

14 anos, era a idade dela quando a conheci. Eu sinceramente não pensava que um dia ela fosse me conquistar como fez, mas a vida tem dessas coisas e quando percebi, já estava mais que enfeitiçado por aquela garotinha. Eu, um homem de 20 anos recém saído da adolescência infernal e regada a desilusões e putaria agora estava drasticamente preso emocionalmente a uma garotinha de 14 anos que mal sabia sobre o amor e tinha medo do sexo. Eu também não sabia absolutamente nada do amor por nunca ter acreditado nele.

É cultura, sempre via as pessoas se fodendo por amor, então eu sempre seguia o caminho contrário a ele, não trocava número de telefone com ninguém que quisesse algo além de sexo sem compromisso, não queria ser beijado, queria ser chupado.

Eu dava tudo por uma transa louca e sem precedentes, daquelas que a gente acorda com as costas arranhadas e com o pau esfolado de tanto foder, queria peitos na minha cara, uma boquete bem feito, uma boceta carnuda entre os meus lábios, gritos ensurdecedores ecoando naqueles quartos gigantescos e bem decorados de motel, suor escorrendo pelo corpo e encontrando o chão, brinquedos eróticos espalhados pelo chão escorregadio, gostava de vê-las enlouquecendo em cima de mim, chupando meu corpo, deixando marcas e arranhões, e dificilmente eu acharia tudo isso no amor. Até que encontrei Thaís.

Ela tinha quatorze anos, eu era um monstro por pensar em fazer essas coisas com ela, mas eu escondi esses meus desejos até que o tempo passasse um pouco e ela pudesse conhecer o sexo, pra mim pouco importava o amor, eu queria que ela fosse minha, queria torná-la mulher. Ela cresceu, e, Deus que me perdoe, mas ela ficou deliciosa demais para resistir.

A era da tecnologia veio pra facilitar a "fodelança virtual" porque era muito mais fácil receber uma prévia da próxima "refeição" e quando Thaís me mandou uma foto pedindo opinião sobre roupa, juro que esqueci da idade dela – que agora já se aproximava dos dezessete – e comecei a desejá-la de forma voraz e constante, a foto que ela mandara revelava o quanto a bunda dela era sensacional, chegava a dar água na boca, o pau chegava a doer com tamanha excitação, eu tinha cada vez mais certeza de que eu tinha que possuir aquele corpo da forma mais selvagem e aproveitadora que eu pudesse, e essa certeza só aumentou quando ela me enviou uma foto dos seus peitos, eles eram maravilhosos, tanto quando a bunda, era tudo simétrico, cheio e delicioso, não dava pra segurar a vontade de jogar ela na cama e fodê-la até ouvir ela gritar de prazer. Ela definitivamente tinha me deixado aos seus pés.

Depois de dois anos de conversa, consegui convencê-la a deixar eu ir visitá-la, e eu nunca estivera tão ansioso como naquele dia em que entrei no ônibus e fui de encontro a pessoa com quem mais queria transar em toda a minha vida.

A viagem seguia tranquila fora os meus pensamentos podres e deliciosos, as fantasias que tinha com ela eram cada vez mais excitantes e não consegui conter a vontade de saciar essa minha ânsia pelo corpo dela, e que corpo. Fui até o banheiro do ônibus e imaginei ela abrindo o zíper da minha calça, puxando meu pau para fora e lambendo só a cabeça com avidez e sofreguidão que eu nunca havia conhecido antes, e logo em seguida, pude sentir a sensação de que ela começava a subir e descer sua boca em meu pau escondendo-o e fazendo ele latejar de tão duro. Gozei com gosto e acho que aquela tinha sido a melhor punheta da minha vida até o momento.

O ônibus chegou ao destino final e estava difícil de controlar aquela ansiedade, levantei da poltrona e consegui vê-la de longe, em pé, com uma calça larga e camiseta da escola, mas aquilo me deu um tesao danado. As pessoas têm fetiches desde sempre, isso é fato, mas garotas de dezessete anos com uniforme escolar me faziam fantasiar coisas absurdas. Sai do ônibus e ela logo correu para perto e se jogou nos meus braços, esfregando aqueles maravilhosos peitos em meu corpo e fazendo meu pau endurecer novamente, tive que me afastar para que ela não percebesse, afinal, ela não tinha a ideia exata do que eu estava fazendo ali, ou talvez soubesse também e quisesse o mesmo.

Ela me mostrou a cidade inteira, e eu sempre deixava que ela fosse na frente para que eu pudesse olhar aquele corpo se mexendo e fazendo minha mente entrar em um colapso de prazer, até que disse a ela que precisava achar um hotel para dormir, e ela, na total inocência disse que me mostraria um perto de onde ela morava para que a gente pudesse sair cedo no outro dia e explorar outros lugares, mal sabia ela que o que eu mais queria explorar era aquele corpo que já estava me levando à loucura.

Chegamos no hotel e pedi um quarto para uma pessoa, assinei uns papéis e pedi para Thaís me ajudar a desfazer as malas, mas minha ideia estava sendo ceifada pela recepcionista do hotel:

– Ela não pode entrar, o quarto só permite uma pessoa, se quiser, volte aqui e assine um quarto de casal.

Eu com certeza voltei, a recepcionista sem querer me ajudou nos meus planos, me fez um monte de perguntas e me peguei preso a pergunta final antes que pudéssemos entrar.

– O que essa moça é do senhor?

Meu coração gelou.

– Fudeu!

Eu não sabia o que falar, mas de repente ouvi uma voz vindo de longe, parece que do meu subconsciente.

– Ele é meu irmão, moça, a gente acabou de se encontrar, ele foi criado longe e veio para cá conhecer nossa família e preferiu ficar no hotel, eu disse pra ele ficar em casa, mas é teimoso.

Genial! Além de deliciosa, ela era genial, conseguiu sair daquela situação com total maestria. Olhei para os olhos dela e percebi uma malícia gritante, aquela que esperava ver desde que a conheci. A noite estava só começando.

Thaís disse que iria em casa buscar umas coisas, e que eu podia ir tomando banho enquanto isso, pois logo ela voltaria pra me ajudar a desfazer as malas, já que eu pretendia ficar alguns dias ali.

Entrei no banho e a água quente encontrou meu corpo e se juntou com o fervor em que minha pele se encontrava por causa daquela garota, meu descontrole era evidente e se impunha sobre as minhas vontades, mas eu teria que ir devagar, com calma para não assusta-la. O banho foi demorado, uns vinte minutos, e como achei que estava sozinho ali, não achei necessário enrolar uma toalha no corpo, mas ao sair do banheiro, ouvi um grito tímido e envergonhado, Thaís voltara rápido demais e disse ter batido na porta, mas como eu não respondi, ela acabou entrando.

– É um pouco... Assustador, tome essa toalha.

– Desculpa Thaís, não sabia que estava aqui.

– Tudo bem, não se preocupe, eu até gostei do que vi.

Puta que pariu, ela gostou do que viu. A minha vontade era de arrancar toda a roupa dela ali mesmo, mas me controlei para não assusta-la ainda mais.

– Posso usar seu banheiro? Estou um pouquinho apertada.

– Claro, vai lá, toma cuidado para não escorregar.

Me vesti e fiquei por alguns minutos sentado na cama, ela estava demorando, perguntei se estava tudo bem umas três vezes e ela disse que estava tudo bem em todas, então não me contive e fui olhar pelo vão da porta.

Ela estava sentada no vaso com as pernas abertas e eu podia ver suas mãos entrando e saindo de si, podia ver o brilho nos seus dedos, ela já estava toda molhada e o prazer já lhe consumia sem escrúpulos e sem pudor. Sem querer esbarrei na porta e acabei caindo dentro do banheiro, seus olhos se arregalaram e ela começou a pedir desculpas incessantemente, mas eu tratei de tranquiliza-la e disse que se ela quisesse, eu faria aquilo por ela.

Suas mãos tremiam, seu corpo mostrava um misto de prazer e de medo, mas isso não a impedia de soltar breves e baixos gemidos de prazer enquanto minha mão saia encharcada de dentro dela, e em movimento bem calculados, fui aproximando meu rosto próximo do dela e ela se entregou ao meu beijo, foi o primeiro, o mais esperado, mas não o melhor. Deixei que sua boca se soltasse da minha e comecei a beijar seus peitos por cima da camiseta, pois estava com a mão ocupada demais para tirá-la, mas Thaís mesmo tratou de fazer isso e pude ver como aqueles peitos eram divinos, lindos, grandes e completamente excitantes, logo minha boca já tinha percorrido seus dois belos peitos e já estava descendo para a barriga, enquanto ela contraia sua boceta fazendo minha mão ficar presa dentro dela e aumentando ainda mais o cheiro de prazer daquele banheiro.

Implorou para que eu descesse e desse tudo que ela precisava, então fui descendo lentamente até chegar naqueles lábios grandes e suculentos, e quando encostei minha boca naquela boceta ja infundada de prazer, senti que Thaís alcançou um êxito fora do comum e não demorou para que eu sentisse seu gosto abundante em minha boca, ela havia gozado pela primeira vez desde que se conhecera como mulher e aquilo fez o meu tesao triplicar, me fazendo abandonar qualquer controle que ainda restava em mim e deixá-la de joelhos frente ao meu pau. Àquela altura eu já estava sem camisa e a bermuda fina que eu havia colocado já vestia o chão, Thaís engolia meu pau como se estivesse sedenta, como se não houvesse um amanhã, chupava sem dó, tirava da boca e o batia em seu rosto com toda a força, logo depois o voltava para a boca. Aquela garota de quase dezessete anos estava se deixando perder o controle de si e eu estava amando.

Antes que eu pudesse gozar, ela me pediu para levá-la até o quarto pois tinha trazido algo que queria que eu usasse para tornar aquela noite perfeita, fiquei sem saber o que fazer, mas acatei o pedido, afinal, nada poderia dar errado, eu estava na melhor transa da minha vida desses agora vinte e dois anos de vida.

– Me prende

– Como assim? Não posso te prender

– Me prende logo, eu quero que prenda meus pés e minhas mão e me faça mulher.

Fiz o que ela pediu, a amarrei naquela cama e fiquei admirando o quão gostosa e inacreditável era aquela cena, ela gemia alto agora e não se importava com os quartos vizinhos, e eu ainda estava apenas chupando seu corpo, deixando marcas e a seduzindo com a língua, quando ela pegou no meu pau e me pediu pra enfiar.

Encostei meu pau em sua boceta e pude sentir a temperatura chegando ao extremo do prazer, fui entrando com calma e quando percebi que estava no caminho certo, forcei para dentro. Ela gritou, não sei se de prazer, ou de dor, mas gritou forte, seus braços tentavam se soltar da corda e sua perna agora parecia mais mole, mas isso não me impediu de fode-la com vontade, e ela sempre pedia mais, implorava para que eu a fodesse com força e eu atendia a todos os seus pedidos da forma mais leal e satisfatória possível, aquela nova mulher me fazia esquecer de todas as outras vezes que transei com outra pessoa, seus olhos se enchiam de tesao e a temperatura dentro dela só aumentava, foi quando senti que ela havia se deixado inundar novamente, contraindo sua boceta no meu pau e me fazendo ter a melhor ereção da minha vida. Gozamos juntos. Trazer aquela corda foi a melhor ideia que ela poderia ter tido.

Jogados na cama com a respiração ligeiramente elevada deixávamos o êxtase tomar conta de nós, o cheiro de suor estava impregnado naquele quarto minúsculo, e eu tentava achar alguma explicação para aquele momento de êxtase de prazer e loucura, ela me pegou com toda a sua força para me mostrar que eu era o homem, o seu homem, seu gemido de prazer me confirmava isso e quanto mais força ela usava, mais eu amolecia e me entregava aquele prazer infinito e gratificante.

Thaís prendeu meus braços e me disse que agora eu era seu escravo, que iria fazer tudo que ela mandasse pois ela era a dona da ordem, mal sabia ela que eu nem pensaria em contraria-la, ela mordiscava meu peito e eu sentia aquele mar de tesao tomando seu corpo e modificando sua fisionomia, seu olhar estava assustador e marcante, como um animal pronto para devorar sua presa.

Ela ficou de pé na cama, pegou um pano preto que certamente havia trazido com a corda e veio ao meu encontro, tinha certeza que vendaria meus olhos e não hesitei, deixei que ela fizesse tudo que queria fazer, afinal, era pra isso que eu tinha vindo. Num só grito, me pediu para que eu abrisse a boca, logo em seguida ouvi um silêncio perturbador, mas logo senti sua presença se aproximando, senti sua boceta molhando encontrando meus lábios e eu fui sugando seu mel como um urso faminto e sedento por ela, podia sentir ela se contorcendo entre os meus lábios e deixando os gemidos ecoarem no quarto que agora já parecia nossa casa por presenciar tantos segredos nossos de uma só vez.

Ela mesma foi levando seu corpo para baixo e se aproximando do meu pau, até que em um único movimento, pude sentir que já estava dentro dela outra vez, e dessa vez estava ainda mais quente e delicioso, ela estava tão molhada como uma fonte inesgotável de prazer e isso me enlouquecia de uma forma nunca vista antes, e quando ela percebeu que eu iria gozar, virou-se e diminuiu o ritmo para fazer aquele momento ser mais duradouro e delicioso. Logo tirou a venda dos meus olhos e me desamarrou, pediu para que eu juntasse suas duas mãos e a prendesse como se estivesse algemada, depois se ajoelhou frente ao meu pau e novamente voltou a chupa-lo com uma força descomunal, o que fazia meus olhos revirarem e meu coração acelerar de forma frenética e assustadora. Levantou-se e pediu para eu usar a venda para amordaça-la, jogou-se em cima da cama com a cabeça apoiada sobre o colchão e aquela bunda enorme apontada para o alto, num tom suave, abafado por causa da mordaça e baixo me disse:

– Possua tudo que lhe é de direito.

Eu pensei que ela estivesse brincando, aquilo não poderia ser real, era nossa primeira vez juntos.

– O que está esperando? Vai, mete bem fundo, hoje quero ser toda sua, cada parte do meu corpo, sem exceção.

Aquilo tudo parecia um sonho e eu não estava nem um pouco afim de desistir dele, ajeitei meu pau na entrada e fui colocando lentamente enquanto ela abria e fazia certo esforço para suportar o incomodo, até que chegou o momento em que enfiei de uma vez, naquele momento pude ouvir um grito desesperador e abafado, mas isso não me comoveu, afinal, estava fazendo o que ela pediu, meti com toda a minha força e a cada estocada, dava um tapa na bunda dela daqueles que avermelham a pele, ela chorava, gemia e gritava, mas pedia loucamente para eu não parar, até que senti suas pernas tremerem e ela começou a amolecer e se deixou cair no colchão, tinha gozado mais uma vez e disse que não aguentava mais continuar, entendi por se tratar de uma jovem garota que acabara de realizar o que possivelmente era sua maior fantasia, mas ela se solidarizou, pegou meu pau e chupou até me fazer gozar fazendo-a ficar toda lambuzada, e pude ver nela um olhar de satisfação e felicidade.

Fomos juntos até o banheiro e tomamos um bom banho com direito a beijos e amassos como dois namoradinhos do ensino médio, ao sair do banheiro, ela fitou o relógio velho de parede que enfeitava o quarto e desesperadamente começou a se vestir, pois disse que sua tia possivelmente já estaria preocupadíssima, afinal, já haviam se passado três horas desde que havíamos entrado naquele quarto, juntou suas coisas e me pediu para acompanhá-la até as proximidades de sua casa pois era tarde demais para ela andar sozinha por lá, fui com o sorriso no rosto e a sensação de sonho realizado no coração.

A deixei na porta de casa e me despedi, quando me virei para voltar ao hotel, ela me puxou e me deu, de todos os beijos que eu já havia provado, o melhor e mais apaixonado. Aquela garota que beirava os dezessete anos me mostrou o que era estar apaixonado, justo eu, aqueles que todos julgavam ter o coração impenetrável. Thaís penetrou meu coração.

Comentários

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20/07/2016 17:09:56
Muito bom
13/06/2016 12:41:55
Um dos sonhos mais lindos que já vi
24/02/2016 02:40:10
Cara esse sonho e ótimo me lembrou de uma menina q sou aproxinado até hoje pena q nunca pode te-la parabéns Mas já bati várias pensando nela
24/02/2016 02:38:48
Cara
20/01/2016 01:07:15
Excelente!!!Cheio de detalhes...Uma delícia de conto!Nota 10
18/01/2016 15:57:52
Cara, você foi impecável, com as palavras! E descobriu o que há de melhor, na vida: sexo apaixonado. Nota máxima.




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