Casa dos Contos Eróticos


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O que a vida me ensinou - Bônus Mel parte 2-(2)

Um conto erótico de Mel
Categoria: Homossexual
Data: 12/01/2016 23:22:50
Nota 10.00

CADÊ OS LEITORES MAIS FODÁSTICOS DAQUI!!!!

Gente to muito feliz que to conseguindo postar hj antes de meia noite, pois é meu dia e estou muito contente. Nem sei explicar o setimento de gratidão, e caralho eu acho nunca havia sentido de verdade o que é isso, é maravilhoso hj completo mais uma primavera.

MINHAS SINCERAS DESCULPAS. Depois que postei aquela primeira parte do bônus eu não dei as caras mesmo tendo prometido, bem vou me explicar. Não sei o que houve, mas estava extremamente cansada ao ponto de chegar em casa e me jogar na cama, mas não estava conseguindo dormir e acabava acordando com a sesação de não ter descançado, então apesar de eu ter o bônus todo escrito não estava revisado, e depois que eu melhorei e fui revisar to mudando muita coisa, melhor dizendo, estou introduzido.

Essa parte não é todo o bônus (muitos me falaram para postar tudo de uma vez) porque apesar de eu ter melhorado como fiz modificações no texto não consegui trabalhar em tudo, então aqui está uma parte e espero que sexta poste o restante para sábado postar com a narração como diz a paty do nosso Ogro.

Minha gente maravilhosa eu não vou poder responder agora, mas eu vou no próximo eu só quero dizer uma coisinha para nossas duas louquinhas: Grazy S2, S2DrickaS2 … meninas eu chorei de rir sem bricadeira, vcs são demaiiiiiiiiissss.

Amei todos os comentários!!!

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- Gente houve uma queda brusca nos atletas que competiriam nas diversas modalidades de esporte da escola, então será realizada uma segunda seleção para as seguintes categorias: corrida de revezamento, handebol, natação, salto em distância, triatlo e futebol.

- Professor podemos realizar inscrições para mais de uma categoria? – perguntou o Nando.

- Desde que o horário e dia das seletivas não estejam com o mínimo de três horas de diferença não há nada que impeça, mas claro que não é autorizado a nenhum aluno estar em dois times de categorias diferente.

Quando olho para trás vejo os olhos do Patrick brilhando, não acredito que ele vá querer se meter nisso. Ai, ai, meu amigo não aprende, eu sei que ele ainda está amargurado pelo que aquele babaca fez, e por isso sempre acredita que as pessoas que querem algo com ele sejam por puro interesse então por causa disso sua meta de vida nesse último ano é traçar todos os solteiros do time de futebol, sim Patrick é louquinho, mas como ele mesmo disse pode ser puta, mas não quer nenhuma menina correndo atrás dele por causa de macho.

Quando as primeiras aulas finalizam e fomos liberados para o intervalo saímos iguais a desesperado para comer.

- É impressão minha ou essa cantina a cada dia fica mais florida? Meu deus de onde estão vindo tantos gostosos? – fala Patrick me acompanhando com o lanche que compramos para irmos a uma mesa externa.

- Fala sério Patrick. – falo revirando os olhos – essa foi pior que as cantadas de heteros.

- Oi coisinha gostosa – fala Patrick lançando um beijo no ar para um rapaz, que aparentemente não joga em nosso time, mas mesmo se jogasse não tem cara de ativo.

- Pat - falo parando e olhando em direção ao rapazinho que segue de cabeça baixa e com as orelhas vermelhas. – ele tem cara de passiva.

- Eu sei – fala segura os lábios com os dentes para não deixar um sorriso sacana escapar. – ele é uma delícia, adoraria foder aquela bundinha.

- PAT. – falo espantado – como assim??? – falo estatelado com o que meu amigo acaba de falar.

- Digamos que agora eu experimentei o melhor dos dois mundos e vi que nem tudo se resumi em uma rola grossa me comendo.

- Pelo amor de deus fala baixo – digo olhando para os lados envergonhado de alguém ter ouvido.

- Não se preocupe Mel eu nunca vou dar em cima de você, e nem pretendo virar um comedor, mas tem uns e outros que merecem minha atenção exclusiva. – fala olhando na direção do rapaz que foi todo envergonhado por ter sido assediado pelo Pat. – claro além de uns que se acham muito machos, mas eu quero vê-los se tremendo no meu pau, se gozando todinho apenas com minha rola enfiada até as bolas dentro desses cú apertados. Faço questão de dar a melhor foda da vida deles e deixar bem viciadinhos no viado aqui para pagar por terem me atormentado antes.

Eu olhava para Patrick e não sabia se tanta mudança era boa ou ruim. Patrick já sofreu bullying e num nível perverso, eu só não entendo é o fato de que os agressores sempre respeitaram outros gays da escola, mas ele sempre esteve ali.

- Pat você me assusta as vezes sabia? – falo sério. – aqueles olhos brilhantes é porque você vai tentar entrar no time de futebol? É lá que estão seus antigos algozes não é?

- Não vou tentar entrar. – fala calmamente – eu vou entrar e ponto, porque é lá que estão as minhas putinhas.

Vamos caminhando sem nada mais falar, preciso conversar melhor com o Pat, mas em outro ambiente. Não quero de forma nenhuma que meu amigo sofra novamente, nem emocionalmente e nem fisicamente.

- Eae gente vocês demoraram. – fala Fanny. – Aquele professor de vocês é gostoso né? Pena que não dá aulas ao segundo ano. – fala comendo seu sanduiche de queijo.

- Fala sério só porque o cara é todo encorpado, aff. – falo sentando-me a mesa junto com os demais inclusive a Nanda, que faz parte do grupo mais por insistência da Julia.

- Vamos a sua casa de praia Melzinho? – sério, todas as vezes que escuto ela falar assim comigo meu estomago embrulha. A Nanda nunca fez nada a mim na verdade, mas de tanto o Patrick falar eu já consigo notar que não é nada natural sua voz melodiosa demais quando fala a mim.

Patrick que não estava no campo de visão da Nanda e dublava sua voz enquanto fazia uma cara retardada e vesga.

- Sim, e creio que papai irá conosco. Vamos sexta a tarde para aproveitar o finzinho de sol e voltaremos no domingo depois do almoço o que acham? – falo olhando para baixo encarando meu pão de queijo para não rir das palhaçadas de Pat.

- Palhaçada essa né loira oxi. – fala Pat de braços cruzados fazendo todos na mesa se virar o olhado e Julia já bufar de olhos revirados. – pensei que iria nos presentear com a sua ilustríssima ausência.

Ficaram os dois no bate-boca e Julia tentando acalmar os ânimos.

- Mel, posso falar com você?

- Claro que pode Nando.

- Então vem comigo porque essa confusão vai longe.

- Tá.

Vamos caminhando para área mais verde da escola.

- Mel, eu acho que to gostando de alguém. Na verdade eu to apaixonado sabe.

- Que legal Nando, paixão é ótimo, ruim mesmo quando não podemos ficar junto a quem enamoramos.

- Pois é, é minha situação. Bem eu estou louco por essa pessoa e o engraçado é que foi tão rápido eu gostar dela, mas foi com o passar do tempo que eu fui gostando cada vez mais sabe, cada detalhe de tudo que fazia me fascinava.

Sentamos num banco enquanto ele falava apaixonadamente da garota que ele estava gostando.

- Ah Nando, que sentimento lindo! Não perca tempo seu bobo, se declara para ela!

- Para ela?? – ele falava com confusão nos olhos – Não Mel, você não entendeu...

- MELANIO SEU ORDINÁRIO!!! – e lá vem Julia que parece possuída. – Como ousou me deixar lá sozinha? – fala com uma mão na cintura e a outra apontando para as mesas do pátio externo olhando para mim como se eu fosse me derreter com seus olhos – CARAMBA MEL VOCE ACREDITA QUE ELES SAIRAM NO TAPA!!

Nando levanta com tudo quando Julia falou isso.

- Patrick Bateu na minha irmã??

- Não necessariamente. – fala voltando-se para ele – sua irmã jogou suco nele e ele revidou escarrando na cara dela, ai ela deu um tapa, mas rasgou o rosto dele com as unhas, ai o Pat puxou a Fanny segurou ela pelos dois braços e o usou para estapear sua outra irmã, então tecnicamente foi a Fanny que deixou a cara da Nanda roxa e os três estão na diretoria e tudo isso só aconteceu porque você – falou apontando para mim – saiu de lá. Poxa Mel você sabe que o Patrick quando se enfurece só escuta você.

- Desculpa Ju, quando que eu ia imaginar que isso ia acontecer?

- Caramba o Patrick não podia ter feito isso, eu sei que a Nanda não é fácil, mas porra no final ele foi o responsável pelas porradas. – fala Nando passando as mãos no rosto.

- Então senhor Melanio, tá me devendo e eu fiz questão de já ser paga com um encontro que você terá com o Paulo na Quarta-feira, e não ouse dizer não porque só te perdoo se for e caladinho seu ordinário porque que eu estou furiosa ainda, fiquei tendo que aparta briga daquelas duas peruas – fala toda brava - AAAAHHHHHHH.

E com isso o pequeno demônio se foi.

- Mel você vai a esse encontro? – fala com uma voz ressentida, mas porque estaria?

- Tenho que ir, quando a Julia sente que você deve a ela é melhor você pagar como ela quer ou você tem uma amostra do inferno por tempo indeterminado.

- Mas Mel...

- Vem Nando o sinal já bateu.

Voltamos para sala e eu percebi claramente que Nando não estava bem, como estava sentado ao seu lado questionei o que ele tinha, mas ele apenas dizia que não era nada demais.

E os dias foram passando e numa bela quarta feira o Nando chega muito estranho, ele sempre é muito comunicativo ou pelo menos gosta de cumprimentar a todos.

- Bom dia Nando. – falo com um sorriso.

- Bom dia Mel. – fala secamente.

- Você tem algum problema comigo? – pergunto de imediato, não é possível que ele esteja agindo assim por nada.

- Não, porque você fez algo para me magoar ou me machucar? – fala sem nem mesmo olhar na minha cara, apenas sentando-se e colocando o material em cima da mesa.

- Não que eu saiba, mas todos comentem erros sem perceber e que acabam interferindo na vida de outros, cabem a esses outros falarem o que lhes incomodam principalmente se forem amigos. – digo com a voz já um tanto alterada.

- Não tenho nada com você – e dá uma risada seca sem graça – nada mesmo Mel.

Desde segunda ele não me chamou de Melzinho uma única vez. Ouço meu telefone apitar e vejo uma mensagem do... Paulo? Desde quando ele tem meu número? Ah Julia e o encontro, droga é hoje. Leio logo em seguida.

“Mel fico feliz de ter aceitado finalmente meu convite, achei estranho você não ter vindo falar comigo pessoalmente, mas o que importa é que vamos enfim nos dar uma chance de nos conhecermos. Irei busca-lo em sua casa, não se preocupe Julia ensinou o caminho. Irei te pegar as seis e meia e assim posso falar com seu pai, vamos comer alguma coisa e depois quero te mostrar o meu lugar secreto para onde vou quando quero pensar.”

“p.s. Não se preocupe Mel é só um encontro e em nenhum momento vou forçar nada, pois eu sei que esse é o primeiro de muitos.”.

- Como ele fofo... – olho pro lado e me espanto ao notar a Julia lendo a mensagem em meu celular com aquela cara bobo e mãozinhas unidas junto ao peito e eu nem havia notado.

- Fofo nada, cara chato escreve uma carta por sms – fala Patrick do outro lado. – se você ficar com ele eu vou poupa-lo por você Mel, você é muito meu amigo e sou capaz de abrir dele na minha vingancinha.

- Que vingança Pat? – pergunta Julia cruzando os braços e olhando seria – você vai mesmo comer o time todo? Você acha mesmo que eles cederiam? Que inocência a sua.

- Minha inocência? – Fala pondo as duas mãos no peito. – Juju eu só preciso pegar o elo mais fraco naquele vestiário e você vai ver que as putinhas do time todas viram. Alguns darão mais trabalho, mas vai ser divertido, isso vai.

Me levanto e vou tomar um ar fora da sala, porque é um saco ouvir a Julia e Pat falando. Eles adoram se contradizerem, mas são maravilhosos amigos juntos e separados.

- Mel. – viro-me já sabendo de quem é a voz.

- Nanda. – falo normalmente, mas por dentro já me embrulha o estômago falar seu nome.

- Soube que tem um encontro. Isso quer dizer que você saiu da deprê por seu priminho? – fala com uma cara de deboche. Vaca!

- co...como??

- Eu sempre soube bebê. Fico feliz que resolveu se envolver com alguém da escola, é muito desperdiço vocês dois estarem juntos, um homem gostoso como Marcos e você que não é tão másculo, mas tem grana suficiente para atrair qualquer mulher.

- Resolveu deixar a máscara cair foi? – falava já muito bravo. Quem ela pensa que é para falar essas coisas para mim.

- Sim, percebi que você nunca me daria brecha para eu fazer de você um homem de verdade.

- Um homem de verdade? Quem disse que minha condição sexual, meu órgão genital define como eu me sinto e me vejo?

- Para mim um homem de verdade fode mulheres, pode até foder um viadinho, mas vai casar com uma mulher, morar com uma, bancar uma mulher.

- E era isso que você queria? Um pau de escora? – olho incrédulo. – eu sempre fui assumidamente gay sua demente, nunca ia me submeter a qualquer tipo de relacionamento para esconder quem eu sou, nem entendo de onde você tirou isso.

- É nem eu, por isso liguei o foda-se queridinho e logo logo ninguém vai me dar moral mesmo então estou fodendo para o que está pensando agora. – Ela olha para a sala. – vou falar com meu irmão antes do professor chegar.

E assim ela vai me deixando perplexo com essa pessoa revelada.

Resolvi não falar nada com ninguém, queria apenas observar essa criatura asquerosa que estava se revelando, queria entender o que ela quis dizer com logo logo ninguém iria dar moral a ela.

Passei o dia fugindo da Julia e do Pat, os dois estavam me deixando louco com tantas coisas que queria me passar, tudo que eu deveria evitar falar sobre para não espantar o cara. Julia porque achava que era minha chance de perder a virgindade, tadinha da minha prima. Patrick achava que o cara era minha saída do luto, como ele costuma dizer.

Estava no quarto deitado na minha cama apenas olhando o teto e esperando a morte da bezerra com diz minha tia quando ouço a batida. – Entra Pai.

- Oi meu bebê – fala pondo a cabeça para dentro e o corpo em seguida. – preparado para o encontro.

- Sinceramente pai? – ele afirma que sim com a cabeça e vem seguindo para sentar na cama comigo. – não, e sinceramente eu não iria, eu não quero me abrir para ninguém porque eu já tenho alguém.

- Mas vocês terminaram filho.

- Mas eu serei fiel, eu sei que ele me ama e ele só quer que eu prove que também o amo.

- E tudo que vocês viveram não foi uma prova de amor conclusiva para ele?

- Pai. – olho para ele, para que entenda que me dói pensar que tudo isso foi apenas uma desculpa para Marcos se afastar de mim. – por favor.

- Tudo bem meu amor, mas só aproveite está bem!? Eu vi a mensagem então aproveite para conversar, se distrair sem pressão ok? Quem sabe você não arranja um amigo novo.

- Está bem papai.

Como Paulo disse que faria falou com papai e foi estranhamente educado, gentil e inteligente, realmente não esperava por isso.

Fomos a um restaurante bem chic e eu simplesmente adorei, fiquei todo deslumbrado e não porque era chic no sentido luxuoso e sim porque tu exalava bom gosto, nas coisas mais simples, tudo estava em harmonia e até mesmo os outros clientes parecia estar combinando com tudo.

Depois de comermos maravilhosamente bem Paulo me levou a um lago.

- Vem Mel, desce. – fala rindo. – porque você está com medo de descer do carro?

- Pode ter um bicho ai.

- Bicho?? – fala com um sorriso que me deixa com vontade de sorrir de volta, pelo menos se não tivesse com medo.

- É! Uma cobra, um gato do mato, uma coruja sei lá.

- Hahahah... Mel a gente está num parque aberto, só tem grama por aqui e a mata mais fechada está a quase um quilometro e não existe gato do mato por aqui e nem cobras, mas têm corujas, porém eu sou capaz de te proteger.

- Ok. Eu vou sair, mas se eu for mordido por algo além de um mosquito eu vou matar você.

Desci do carro e fiquei com ele no capo.

- Deita Mel.

- Tá.

- O que você quer fazer da vida mel? Digo não como o que quer estudar, mas o que quer fazer da vida, quer curtir a vida com alguém ou sozinho?

- Está me entrevistando para saber se você vai querer ficar comigo como namorado? Para saber se serei do tipo grudento que sonha em envelhecer ao lado do namorado? – falei com as mãos unidas no peito recostado no para-brisa e olhando para ele de rabo de olho. – Sim eu sou.

- Hum.

- Mas o namorado em questão não é você.

- Tudo bem, eu posso viver sabendo que serei apenas um caso passageiro.

Não tive como não ri com sua graciosidade.

Ficamos conversando por algumas horas e sinceramente foi muito bom falar com alguém que não está sempre comigo, pois assim não fica questionando a minha tristeza ou qualquer outra coisa. Adoro cada um dos meus amigos, mas detesto essa pressão exacerbada para saber se eu estou bem.

No dia seguinte na quinta estava sendo arrastado no meio da escola por Nando que voltou a ser o de sempre, pelo menos um pouco.

- Nando estamos atrasados e já é a última aula, não quero perde mais nenhum décimo de ponto por chegar atrasado na aula da professora mais homofobica dessa instituição. – falo sendo arrastado por ele.

- Temos dez minutos, só quero um canto em que ninguém venha nos interromper.

- Tudo bem senhor misterioso.

- Como foi seu encontro?

- Foi legal, descobri que gosto dele como amigo – senti Nando soltar o ar com força, como se estivesse aliviado.

- Que bom. – fala com a leveza na voz que a dias eu não escutava.

- Aonde estamos indo?

- Pro vestiário. – conforme íamos nos aproximando começamos a ouvir gemidos, no mesmo instante pensei em Pat, mas havia uma voz feminina e eu sei que ele não pega mulher e então ouvimos uma voz dizendo “geme sua vadia” e um gemido mais alto em seguida. Nando ficou rígido na hora.

- Essa voz parece ser do Alex, mas esse gemido não tem nada a ver com a voz da Fanny - falo encarando Nando que agora parece arrependido de estar aqui.

- O que tem eu? – olhamos para o lado e vemos Fanny prendendo os cabelos com um elástico e trazendo consigo Pat e Julia vindo em nossa direção. Vejo o rosto de Nando ficar branco e pavor tomar conta.

- O que veio fazer aqui?

- Alex mandou uma mensagem para eu encontra-lo aqui e trouxe esses dois para não ficar presa com ele, nem morta perco a aula com o nosso professor gostoso substituto.

- aaahhhnnnn

- Que porra é essa? - fala Pat com o sorriso safado.

- Isso geme sua puta, você não ficou atrás de mim como uma cadelinha, então agora geme como uma...

Não tinha como disfarça mais, sem querer todos olhamos para Fanny que não perdeu tempo e foi entrando e todos a seguimos

A cena era impensável, Paulo que ontem estava num encontro comigo hoje estava deitado num banco com a Nanda atolada no seu membro de frente para ele com peito a peito e Alex enfiando o seu furiosamente no ânus daquela vaca.

Vimos Paulo nos olhar com espanto e então Alex vendo o rosto do amigo com a expressão atemorizada vira-se e encara o rosto de sua namorada que nesse momento só tem lagrimas.

- Amor não! - fala saindo de cima de Nanda - meu deus Fanny! – fala com as mãos na cabeça e o pênis totalmente amolecido.

- Vai falar que não é o que eu estou pensando? Que você não está fazendo um menage com minha irmã? - fala deixando lágrimas em fúria descer. Nos aproximamos mais dela para protege-la.

- Amor a culpa é dela – fala apontado para onde Nanda já estava se vestindo. Paulo me olhava como quem pede desculpas, mas eu não estou com raiva dele por isso, afinal eu não tenho e nem pretendia ter nada com ele, só me decepciona o fato dele ser um cara infiel a si mesmo.

- A culpa é de vocês – fala gritando encarando com olhos assassino o homem grande a sua frente. – estou nojo de ti e nojo dessa vagabunda – falava olhando para a irmã que aparentemente não mostrava remorso. – como pode Nanda, porra! Tua traição dói mais.

Então era isso que ela quis dizer que ninguém mais iria querer ficar com ela.

- Eu sempre disse que se você me traísse eu cortava teu pinto e daria uma surra na vadia, mas estou tão enojada com vocês dois, quero mais que se fodam. Não tenho estômago para olhar para vocês dois e muito menos tocar.

- Vamos Fanny. – diz Nando. – você vai me ouvir Fernanda. – fala antes de sair.

- Eu vou com eles. – disse Pat saindo em seguida.

- Eu vou atrás da Nanda ela pode estar precisando de ajuda.

- Julia acorda ela fez de propósito. – falo segurando o braço de minha prima – Quem você acha que enviou a mensagem para fanny? E você ouvi ele falando que ela corria atrás dele além daquela vagabunda ter deixado a máscara cair a alguns dias atrás, ela falou barbaridade para mim.

- Mel ela simplesmente pode ter feito isso para chamar a atenção, caramba ninguém gosta dela, vocês sempre fazem piada com ela. Mel ela não está bem. – fala Julia com aquele olhar que pede para eu acreditar nela.

- Julia se você quiser ajudar, tudo bem, mas esteja ciente que nesse barco você está sozinha. Mas isso nunca vai me afastar de ti.

- Obrigado. – fala me dando um beijo na bochecha e indo atrás da vaca.

- Mel sinto muito. – ouço atrás de mim. – era a última vez que faria isso, eu só fiz porque o cara é muito meu amigo e eu só estava de suporte para ele pegar a cunhada. – eu apenas o olhava, porque ele estava me explicando tudo? – fala alguma coisa, briga comigo, mas fala alguma coisa.

- Falar o que? Que você foi sacana com a Fanny? – digo encarando. – não posso porque ela nunca foi sua amiga, ele sim era seu amigo, o Alex, e você apenas o “ajudou”.

- Estou falando de nós dois.

- Não tem nós dois, nunca teve e depois de hoje nunca haverá porque você é infiel a si mesmo, nunca será fiel a outra pessoa enquanto for assim.

- Mel eu to gostando de ti de verdade. – fala enfiando os dedos nos cachos longos – porque você não fala nada brigando comigo??

- Você não gosta, não do jeito que pensa, pois se gostasse não faria coisas que me magoariam. – dou um beijo em sua bochecha repetindo o gesto de Julia e saiu dali.

Não voltamos para as aulas naquele dia fomos embora, o clima pesou muito e adiamos a ida para a praia. Passamos por volta de um mês para nos adaptarmos a nova anatomia do nosso círculo de amizade, já que Nanda não fazia mais parte, porém Julia não permitia que ninguém além dos próprios irmãos falassem dela e isso foi desconfortante, pois Fanny não sentia-se mais tão amiga de Ju e Nando sempre estava apoiando a irmã em cem por cento de tudo, mas aos poucos encontramos um modo de ficarmos confortável. Paulo não me deu chance de afasta-lo e foi ele quem contou toda a história para Fanny, decidiu pela honestidade e de tudo que ele contou fiquei feliz que minha amiga tenha pulado fora antes que o estrago fosse bem pior. Ele me chamava para sair e eu aceitava, pois ele sempre me levava para a beira do lago ou algum lugar legal e era muito divertido e incrivelmente ele não tentava me agarrar.

Estávamos em setembro e eu estava furioso.

- Que sacanagem que fizeram com a gente.

- Mel para com isso, uma hora eles voltam. – falou Nando de forma despreocupada, mas ao mesmo tempo sem animo. Desde o dia em que pegamos aquela orgia no banheiro ele ficou assim amuadinho.

- Nando você anda tão triste.

- Só estou cansado. – suspirou pesado. – cansado de tudo.

- Sinto muito. Eu gosto tanto de você Nando, vou levar nossa amizade para sempre. Te amo demais como amigo e odeio te vê assim.

- Obrigado. – falou sem olhar para mim com um sorriso ensosso.

- E você me ama como amigo? Ou sua irmã tem algum motivo para ter feito isso junto com o meu pai de deixar-nos aqui sozinho nessa maldita praia deserta?

- Não sei porque ela insisti nisso Mel. – continuou falando sem me olhar.

Ficamos dois dias sozinhos, mas de tanto eu insistir ele começou a se soltar e acabamos que aproveitamos bastante à praia maldita.

Quando papai veio nos pegar tivemos uma séria discursão, na verdade eu que tive, pois todo resto apenas riam, eles ficaram no continente e nos estávamos na ilha e o único trombudo além de mim era o Paulo.

Mais um mês se passou e era o mês que Marcos fazia aniversário, tinha convencido papai a me levar de jato para Toronto, se eu tinha apenas uma noite iria aproveitar com o meu amor, apesar de que faziam dois meses que ele não me atendia estava em estado de êxtase.

Mas nem tudo é como queremos e algumas horas depois de descer do avião já estávamos subindo novamente.

Decepção é um sentimento tão injusto, os outros é que erram com a gente e nós é quem sofremos pelos seus erros.

Me jogo no assento do avião e viro-me em direção a pequena janela, não consigo sair do casulo que se tornou a minha mente. Porque Marcos fez isso?

- Mel...

- Porque ele fez isso pai. – digo sem me virar para falar.

- Eu não sei filho, ele também me decepcionou muito.

Viro me para o meu pai e fico encarando.

- Mel, você é o tesouro da minha vida. – fala com os olhos brilhantes – eu odeio que ele tenha partido seu coração assim, mas pelo menos você viu isso agora meu amor. Do que adianta você ficar assim? Mel ele poderia lhe fazer esperar anos, você se privaria de ter novas experiências, não daria chance a ninguém de se aproximar e no final para quê? Para se guardar para alguém que disse que não queria te namorar a distância? Que quando você chegou não se dignou a vir te pegar no aeroporto e que quando você se aproximou te humilhou?

- Não adianta pai, se ele viesse aqui e dissesse que foi um idiota eu o perdoaria.

- Tudo bem perdoa desde que seja verdadeiro e partindo de você eu sei que será, mas Mel você não pode sempre se entregar. – papai suspira audivelmente – eu confiei muito no Marcos, e apesar de tudo eu gostava do relacionamento de vocês e é por isso que eu não insisti tanto para você e o Nando se acertarem, apesar de fazer gosto se tentassem.

- Ai pai o Nando não é gay, poxa achei muita falta de respeito vocês nos abandonarem naquele lugar.

- Mel a questão aqui não é o Nando e sim o Marcos. Você vai voltar ao Brasil comigo e vai ficar esses últimos meses cursando a escola depois vamos para Viena, quero tirar férias contigo e ai você vai fazer a faculdade de gastronomia e depois de está pelo menos na metade do período você pode se ainda quiser ligar para ele, e dar uma chance dele se explicar.

- O que? Não pai! – falo segurando a mão de papai. – pelo amor de Deus a gente está em outubro até lá já se passarão o que? Quase seis meses, é muito tempo.

- É tempo o suficiente para você não se humilhar mais para ele - fala com a face séria.

- Pai eu preciso entender porque ele agiu assim, Marcos sempre foi tão carinhoso comigo ele me ama pai...

- Mel – bufa – se ele realmente te amasse do jeito que ele exigiu que você o amasse ele não teria feito isso. Caramba Mel eu não queria falar isso a você e muito menos dentro de um avião.

- Agora fala pai, você já começou. Digo já nervoso e com medo. Algo me diz que eu não vou gostar.

- Filho qual foi o motivo de vocês não manterem um namoro à distância?

Quando meu pai fala isso meus olhos se enchem como se eu não tivesse chorado nada durante toda a madrugada e manhã.

- Ele não faria isso pai, não o meu Marcos, ele me ama e não me trairia assim.

- Filho – fala com a voz mais doce possível, e usa o dedão para secar algumas lágrimas que já escorrem pelo meu rosto. – se eu soubesse não teria te trazido aqui. Marcos está com uma garota a dois meses, e ontem quando você foi para o hotel eu resolvi ter uma conversa com ele, só que quando cheguei só ouvia gemidos, eu entrei no quarto, eu dei um soco no meu próprio sobrinho e a garoto só me perguntava desesperada porque eu estava batendo no namorado dela, então eu a questionei sobre isso e ela disse que estavam juntos a dois meses.

Não vejo mais nada a minha frente, até a voz do meu pai ficou distante. Como ele pode ter feito isso comigo? Ele disse que nunca faria isso, não de caso pensado, mas já está a dois meses. Não aguento começo a chorar audivelmente.

- PAAAIIIII- solto o sinto e vou direto para o colo do meu pai, enfio o rosto no seu pescoço. - E...E..ELE nnaao podia.

- Eu sei meu amor, estou tão decepcionado e entendo que sua dor é maior.

-nnnnaao podiaa.

- Senhor Melanio o comandante já recebeu autorização para partirmos, mas só poderemos decolar quando todos estiverem de cinto.

- Querida por favor arranje um calmante forte e depois que ele dormir partiremos. Meu filho preciso de duas coisas, de paz e do seu pai.

- Tudo bem senhor, já trago.

- Filho, quero que você saiba que a sua dor vai passar.

- Vai não.

- Meu amor saiba de uma coisa. Tudo nessa vida passa, as coisas boas passam e as ruins também.

- Eu queria voltar no tempo, queria dizer que o amava com mais força.

- Mel você não foi o culpado por isso, você está jogando em si o peso de toda a relação e isso não é justo. Filho um dia Marcos verá o quanto ele errou, mas quem sabe até lá você não viverá um novo amor, com um outro rapaz que saberá dar valor ao homem que você é.

- Senhor.

- Ah, obrigado – meu pai levanta meu rosto. – filho toma isso.

- Não quero dormir. – falo cabisbaixo.

- Mas vai. – sem muita opção tomo o remédio e sem muita demora meu corpo vai adormecendo e minha mente volta para um tempo em que minha única preocupação era não gemer tão alto para que meus tios não descobrissem que fugíamos um para o quarto do outro de madrugada.

Chegamos em casa e eu pedi para que papai não falasse a ninguém que voltamos, o único para quem eu falaria seria Patrick por ele já saber toda a história.

- Filho você tem essa semana de folga, mas na próxima volta a rotina.

- Tudo bem pai, vou tomar um banho se Pat chegar pede para ele ir para o meu quarto, tudo bem.

- Sim meu bebê. – e recebo um beijo carinhoso do meu pai.

Quando entro no banho decido ficar apenas embaixo do chuveiro com a agua caindo em cascata bem quente. E tudo volta a minha mente.

- Julia você ligou para ele?? – pergunto a minha prima no telefone.

- Mel eu liguei, eu não sei que deu no meu irmão.

- Como assim?

- Ele perguntou quem estava com você.

- E?

- Falei que só o tio.

- E?

- Ele disse que não poderia ir buscar ninguém, estava numa festa.

- O QUÊ? – falo recebendo a notícia como um soco no estômago. – como assim não pode vir por causa de uma festa idiota?!

- Mel eu também não entendi, eu xinguei muito ele, mas eu fiquei preocupada porque isso não é normal, meu irmão adora você demais e eu fiquei com medo.

- Você pegou o endereço. – falo olhando para os meus pés. É angustiante pensar que ele está nem ai, vim especialmente por causa do seu aniversário, faziam meses que ele não me respondia mais. Eram tão raras, mas ultimamente nem um “você está bem?” por e-mail.

- Sim, vou te passar por mensagem.

- Tudo bem. – falo segurando o choro, pois não posso mostrar a Julia o quanto a frieza de seu irmão me machuca.

- Tchau melzinho e, por favor, dá uns cascudos no meu irmão por mim.

- Tchau linda. – seguro o telefone contra o meu peito e fico pensando se é realmente uma boa ideia ir a esse lugar.

- E então filho, ele demora? – fala papai com apenas uma bolsa com seu inseparável notebook.

- Ele não vem.

- Como assim não vem?

Falo para o meu pai de tudo o que aconteceu.

- E agora não sei o que fazer.

- Como não sabe Mel? – fala papai me olhando firme. – nos vamos a essa festa, se vocês se acertarem eu sigo para o hotel e vocês vão comemorar, se não filho eu estarei aqui para você.

- Tá.

Meu pai sempre me passa muita segurança, pois eu sei que se o mundo inteiro ao meu redor cair ele estará sobre mim para me proteger.

Fomos com o motorista que papai contratou apenas fazendo poucas ligações, quando ele foi se aproximando de uma boate muito linda, a faixada do prédio era toda enegrecida e não tinha placa com o nome, pois fizeram um trabalho de arte fantástico nas próprias paredes e dependendo do ângulo se via o nome de formas distintas.

- Mel você vai entrar só, procure ele, você tem meia hora filho se não voltar eu entro. Tudo bem?

- Não, mas vai ficar. – vou abrindo a porta mais antes papai me chama.

- Mel, tome umas notas, você não acha que vai furar a fila sem molhar as mãos dos seguranças não é. – dou um sorriso amarelo e desço do carro atravesso a rua e sigo em frente.

- Good evening. – digo mostrando dez notas de cem dólares. – I need to be there within.

- More of course hot boy – disse um dos seguranças.

Apenas baixei minha cabeça e segui porta adentro quietinho ouvindo alguns xingamentos dos que estavam na fila.

Entrei lá e fiquei numa mistura de deslumbramento com certo medo de tudo aquilo, era gente demais e diferente demais, eu fiquei animado imaginei encontra-lo dançando e quando me visse sorriria e viria, me pegaria pela cintura e me olharia como sempre fazia antes de me ver gozar, e em seguida diria oi e me beijaria com toda a saudade que sentimos. Mas tudo isso desmoronou quando eu o vi e ele me viu e apenas nos encaramos, mas não tinha brilho em seu olhar e muito menos felicidade por me ver num dia que era para ser feliz, eu estava ali, eu vim de longe para estar com ele no seu aniversário.

Não iria esperar Maomé vir a montanha então eu fui, ele já não me olhava, mas mesmo assim eu segui até ele.

- Marcos. – falo tocando no seu braço.

- Ei não encosta, tá querendo me roubar?

Aquilo me atingiu. Como ele poderia falar isso, espera ele falou em português? Ele falou de propósito!

- Marcos...- falei com a voz trêmula. – porque está falando assim sou eu. – falei apontando para mim.

Ele olhou me olhou e seguiu sem me dar importância. Seguro seu braço novamente.

- Marcos!!

- Caramba garoto você sabe dizer isso? É idiota?

- Por que tá falando assim comigo? Eu atravessei um quarto de mundo para estar aqui no seu aniversário. – ele me olhou novamente – desculpe. Mel que está fazendo aqui?

- Eu vim ficar com o homem que eu amo no dia do aniversario dele mesmo ele tendo dado quase noticia alguma desde que ele foi para outro país e passou a me ignorar totalmente há uns dois meses!

- Desculpa – fala mostrando um pouco de remorso. – mas você não deveria estar com seus namoradinhos?

- Do que você está falando?

Antes mesmo de responder uma garota invade meu espaço com ele e enfia a língua em sua boca.

- Marcos... – ele se separa da garota e fala algo em seu ouvido e ela sai toda feliz.

- Mel eu não sei por que está aqui, mas eu sei que não te chamei então agradeceria se você não me enchesse o saco e se mandasse!

Me quebrei naquele momento, meu coração agora estava se partindo, a dor que estava sentindo quando ele me deixou no brasil não se compara ao que estou sentindo aqui e agora.

Me viro sem pensar muito e tento ser forte para pelo menos chegar até lá fora, mas antes disso me bato numa parede. Olho para cima e é minha rocha.

- Pai me tira daqui, por favor.

Papai me levou ao hotel, o maldito hotel que eu não queria estar na única noite que tenho.

Fico jogado na minha cama, tentando apenas pensar o que aconteceu? Não aquele não era o Marcos, não o meu Marcos.

Não sei quando apaguei, apenas lembro de ter acordado com papai me chamando para irmos embora.

- Mel.

Olho para cima e vejo Patrick.

- Devo estar patético sentado no chão pelado e com braços agarrados nas pernas.

- Não meu amor, você está patético por estar parecendo um pimentão maduro.

- Que?

- Mel você tem noção em que temperatura está o chuveiro? – fala entrando no boxe e fechando o registro. Vou pegar uma toalha.

Pat me secou e depois me vestiu com calças largas e blusão e depois me deitou na cama e ficou de conchinha comigo acariciando meus cabelos.

- Pode chorar bebê. – fala me dando todo segurança de um amigo. – depois você me conta, quer dizer me conta a parte que seu pai não falou.

Ficamos ali horas até eu parar de chorar pegar no sono, contar o que aconteceu, o que eu senti, depois comi e em seguida vomitei. Foi um dia intenso.

- Porque não conta a Julia sobre o que ocorreu entre vocês? - Fala Pat me encarando e fazendo carinho nos meus cabelos – não falo por serem primos, mas porque ela é sua amiga.

- Não quero ninguém com dó de mim.

- E eu não sou ninguém? – fala com o sorriso bobo.

- Você não conta.

Passei a semana de atestado que o papai conseguiu e Pat me falou de todas as fofocas que andavam acontecendo.

- E você não ficou com medo de alguém vê-los.

- Mel a adrenalina deixa o tesão muito maior.

- Tá, me conta mais. - Estávamos sentados embaixo da mesa da cozinha comendo sorvete de chocolate.

- Eu estava no chuveiro e senti umas mãos grandes acariciar a minha barriga e depois desceu para o meu pau. – fala fazendo cara de safado – eu lancei minha mão para trás e o agarrei pelo cabelo e o puxei a minha frente e foi ai a minha surpresa, adivinha que era??

- Quem???- falo com a boca entupida.

- Alex.

- Alex? – falo arregalando os olhos. – e o que fez?

- Puxei ele para um beijo e quase arranco a língua dele com a minha e estouro suas bolas com as minhas mãos.

- E ele quis te bater??

- Não, ele gemeu como uma putinha no cio. Mel o cara ficou louco, eu empurrei ele para o chão e ele me chupou tão gostoso, depois eu comi ele contra a parede, comi ele no banco e por ultimo ele pediu que eu o chamasse de meu amor enquanto o comia contra a um armário.

- Amigo estou arrasado contigo, você é ativo disfarçado de passivo! – falo fingindo indignação.

- Mel, não sou ativo e não sou passivo e não sou versátil.

- Me deixou confuso.

- Eu sou tudo e não sou nada, eu sou apenas um cara gay se descobrindo. Eu sei que você gosta de dar e não tem interesse no outro lado, mas eu gosto de experimentar, mas não gosto de ser rotulado.

- Entendo, adoro você meu amigo.

A minha semana foi de pesadelo a uma noite tranquila.

Voltei a escola e como prometido ao papai decidi seguir em frente, saber que Marcos não me amava, que fez tão pouco por eu ter ido lá e ainda ter beijado aquela garota na minha frente foi extremamente dolorido, saber que ele transava com ela a dois meses foi o pior, pois a sensação de ser traído por quem realmente não se espera é como se esmagassem meu coração. Eu já sorria e me sentia bem, mas as noites ainda eram estranhas, sempre me batia uma angustia horrível, e ele nunca me ligou nem para dizer que realmente não me queria.

Passaram-se os meses e terminamos o ensino médio e eu estava contente em ir embora, por mim iria para longe antes das festas, pois a Sara me falou que a tia havia confirmado que Marcos viria para o natal.

- Pai eu não quero estar aqui no natal, eu quero ir embora para Viena.

- Filho, você tem que aprender a enfrentar seus problemas de frente.

- Não pai, eu não quero ser forte porque eu não saberia ser forte e não quero ninguém com pena de mim e odiando o Marcos por minha causa.

Papai estava lendo seu jornal na varando dos fundos de casa. Ele me olhou tirou os óculos e pegou o seu celular.

- Prepara o Jato para voarmos em dois dias estaremos de partida para Viena.

- Obrigado. – apenas sussurrei e dei um beijo em seu rosto.

As despedidas foram correntes de choro sem medidas, como eu avisei em cima da hora ninguém teve chance de prepara despedidas mais festivas, bem melhor assim. No dia dezenove de dezembro embarcamos. Eu fui calado a viagem inteira, mas isso não quer dizer que minha mente estava quieta, não pelo contrário, estava um turbilhão caótico e barulhento, mas era incrivelmente confortável.

Minha tia ficou arrasada por termos ido embora, era o primeiro natal que passaríamos longe desde que nos encontramos.

- Voltaremos para a propriedade pai? – pergunto assim que o sinal que indica que podemos soltar o cinto de segurança se acendeu. – adoro aquele lugar, tem três anos que não venho por aqui.

- Eu sei que você ama e sim vamos ficar lá, mas meu filho ponha uma coisa em sua cabeça seu lugar não é aqui você pertence a outro lugar.

- Não quero ir a outro lugar pai.

- Tudo bem não vou falar nada por enquanto. Bebê você só vai morar aqui enquanto a faculdade não se iniciar, preparei um apartamento para você ficar.

Estanco no mesmo momento.

- Pai o senhor quer se livrar de mim? Eu nem tenho dezoito ainda.

Comentários

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05/02/2016 06:50:59
Nossa agora q eu percebi que não tinha comentado ainda, mas eu li... antes tarde do que nunca. Nara sua linda espero que não tenha nos abandonado... volta por favor!
02/02/2016 13:26:09
Não some não, o melhor conto do cdc não pode acabar assim .. vooooooooooolta por favor
01/02/2016 16:14:25
❤ ♥ esperando a continuacao de seu conto ☕ nao demore a postar essa perfeicao ☺
16/01/2016 03:48:10
Amiga Me Desculpa Por Ler Seu Conto Agora :(. . . Como sempre digo amiga esta otimo muito bom mesmo Amiga. . . e caralho aquela mina é cachorrona porra. . . eu acho que devem ter falado alguma coisa para marcos. . . Esperando logo o proximo.
14/01/2016 11:31:22
Quando vamos ter o próximo?? Melhor conto que já li aqui na casa!
14/01/2016 00:57:53
Oi Mana. Bem ja te dei os parabens ontem pelo face entao rsrs ja ta dado. Mana agora eu entendo o quanto deve ter sido dificil pro mel confiar em alguem outra vez por mais fiel que ele se manteve o marcos acreditou nas mentiras da Nanda e nao deixou o mel se explicar e ele na inocencia saiu com um coraçao partido. Eu sei que doi muito isso que o marcos fez e sei que o mel é tao bom que perdoa facil vamos aguardar pra saber como fica essa historia e to doida que chegue a parte da narraçao do juca pois nao quero que eles se separem. Mas ainda mais historia do mel pra contar né. bjos linda
13/01/2016 18:33:22
Primeiramente, feliz aniversário atrasado, minha linda! Que você fique mais linda, mais rica, mais saudável e mais libidinosa :* Quanto ao conto, bem... eu realmente não esperava que a Nanda tivesse causado tantos estrago. Deu pra perceber que foi ela quem fodeu a relação de Marcos e Mel (talvez eles estivessem bem até hoje), aposto que ela ligou / mandou um e-mail para o Marcos dizendo que o Mel tinha virado a página e decidido dar chance a outras pessoas, então Marcos não foi tão canalha com o Mel, ele estava sendo fiel ao seu parceiro esse tempo todo, mas errou ao não pedir explicação para ele e deixar de responder as mensagens de Melanio. Essa situação me mata, porque eu amo Juca e sei que quando as verdades forem aparecendo, Mel pode ficar abalado, espero que o Julio não seja deixado para trás. Aliás, de todos os canalhas na vida de Mel, ele parece o mais fiel, sensato e gostoso (talvez por ter conhecido Mel já com uma mente mais madura). Enfim, sinto que você tem melhorado em tudo, e sou só elogios a isso, a escrita está boa, a divisão do texto está perfeita, a coesão entre as cenas... enfim... 10
13/01/2016 15:32:46
Eu sou louquinha? Kkkk magina rs.Parabéns minha gata,td de bom pra ti,q vc consiga realizar tdos seus sonhos.Te adora gata *-*
13/01/2016 09:19:56
 alguém falou alguma coisa com ele, e eu aposto na vagabunda da Fernanda! Mulher, ce não acha que não ta na hora de voltar a postar os capítulos normais não?! Mas que gonia sor kkkk quero Juca e Mel se acertando logo; e ainda tem o Caleb e aquela coisa toda da adoção. Bora postando! Beijos. ODEIO QUANDO O COMENT VAI PELA METADE 😑
13/01/2016 09:18:46
Gente, hellow! Ta mais do que na cara que a Nanda deve ter falado alguma coisa com o Marcos... quer dizer, dá pra sentir remorso pela forma como ele fala "seus namoradinhos"
13/01/2016 08:37:25
Alexandre te ama e o Marcus é um sem futuro.
13/01/2016 03:03:11
Amiga a Nanda é uma vaca. Julia merece um prêmio por inocência, Mel é tão eu rsrsrs, chorei lembrando da história igual ontem. Vc fazer de tudo por alguém que te fez promessas, porém que no fim vc percebe que foram apenas da boca pra fora são, é uma das coisas mais decepcionantes que a gente pode receber. Não vou me estender muito amiga se não farei uma resumo da história do Mel comigo rsrsrs. Lindo e bem escrito como sempre vou minha linda. Mas uma vez felicidades 😘😘😘😘😘
13/01/2016 01:44:23
Florr!!! Muita saúde, paz mais sucesso ainda, enfim toda sorte de coisas boas desta vida, pois vc é mais que merecedora. Felicidades te adoro!!!
13/01/2016 01:41:24
Migaaa sua louca tortura é crime viu?? Rsrsr sério para de fazer isso com seus leitores amados, ah nosso Mel já passou por tanta coisa, só ogro do Juca mesmo pra cuidar dele, por favor desmascara essa vadia logo. Perfeito como sempre. Beijo!!!
13/01/2016 00:28:56
Ei love, eu ainda tou puta de raiva com o Mel, ele é um cuzão, me desculpe mais é o que eu sinto. O cara se rasteja atras do Marcos, e o Juca podia ir para outro não é? O Mel não dá valor no Juca. Pronto falei. Tu rir de mim né? kkk tudo bem. Bjos e Parabéns florzinha!! Chuva de bençãos para ti.
13/01/2016 00:09:45
FELIZ ANIVERSÁRIOOOOOOOOOO AMIGA!!!! Tudo de mais lindo nesse mundo pra você 😘💚




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