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Jorge meu compadre arrombando o rabo da minha esposa

Já fazia uma semana que Jorge tinha esfolado a xota da minha esposa, ele tinha viajado e só nos falávamos pelo telefone e Zap, ele mandava mensagem safadas e dizia que estava pra retornar, dizia ele, se prepara BIA, se prepara que eu vou arrombar esse seu cuzinho, num sábado pela manhã ele passa uma mensagem avisando que chegaria a tardinha e que antes de ir para casa queria castigar minha esposinha, Bia quando leu seus olhos brilharam, me deu um beijo na boca e disse, será que vou aguentar. Bia ajeitou a casa todinha deixou tudo no esquema, mingau do neném pronto, e tudo mais, quando foi umas 17:35 horas, escutamos a buzina do caminhão de Jorge, olhamos pela janela e estava lá Jorge manobrando seu caminhão e colocando ele no terreno baldio ali perto, bia estava de vestidinho soltinho, sem calcinha, e muito afoita caminhou até a porta e abriu e ficou a esperar por seu macho, minutos depois chega Jorge, Bia o recebe e trás ele para dentro, fecha a porta e Jorge a agarra da um beijão nela apalpa a sua bunda e diz, nossa você esta maravilhosa Bia está mais tesuda que nunca, e você meu amigo não vai da um abraço no seu compadre, me levanto e Jorge me da um abração, e ai Marcelo cuidou bem da minha putinha aqui né, lógico disse eu, Bia meu tesão eu sei que você esta doida para experimentar o meu cacetão, Bia alisava o pau de Jorge por cima da calça, deixa eu tomar um banho gostoso e depois vamos dar uma boa trepada, vamos lá meu amigo vamos tomar um banho que eu quero conversar com você e depois vou fuder bem forte sua esposa, você não Bia quando eu chamar você sobe, só quando eu chamar, quero ver meu afilhado, levei ele pra ver o afilhado e depois fomos para o banheiro, entramos Jorge trancou a porta se despiu e começamos a tomar banho, vai meu putinho deixa meu cacete limpinho pra eu poder fuder bem gostoso sua esposa, me ajoelhei e abocanhei aquele poste negro, Jorge como sempre socava com força a piroca dele na minha garganta, Jorge me disse não quero gozar eu quero esta com bastante leite pra encher o cú da sua mulher, acabei de limpar nosso macho, Marcelo disse Jorge, abre essa sacola, abri a sacola e vi uma corrente de cachorro com uma coleira com pedrinhas ai ele me ordena vai buscar minha cadelinha e trás ela na corrente, trás ela de 4, peguei a corrente e desci, jorge foi para o nosso quarto, cheguei na sala disse para minha esposa olha o que o seu macho comprou pra você, coloquei a coleira nela e falei ele mandou te levar de 4 igual a uma cadela, ela ficou de 4 e la fui eu levando a puta da minha esposa para ser fodida pelo nosso macho, entrei no quarto e lá estava Jorge pelado na nossa cama com aquela piroca negra dura, isso mesmo trás essa cadela putinha aqui meu amigo corno, vim trazendo minha esposa ele senta na beira da cama pega a corrente de minhas mão, você Marcelo meu amigo corno, vai ficar só admirando e me auxiliando quando eu mandar, não quero que você tire esse seu pintinho para fora, ouviu, minha esposa de 4 na sua frente ele puxa a corrente, agora você minha cadela, você quer nervo, e batia como aquele caralho duro que nem pedra na cara da minha espozinha, então abre bem a boca, e pede, Bia com os olhos faiscando diz vai meu macho fode a boca de sua cadela, Jorge começa a fuder a boca de minha esposa, minha esposa babando naquele cassete, olhava pra mim com os olhos lacrimejando, Jorge se levanta manda minha esposa se deitar de barriga pra cima na cama e bota a cabeça dela meio pendurada na beira da cama, segurando a corrente, Jorge por cima dela enterra bem fundo seu cacetão negro pude ver a garganta da minha esposa se delatando, ela engasgado se contorce, Jorge segura, e tira a vara da garganta de minha esposa, que vira de lado com ânsia de vomito, Jorge mais e mais socava a vara na boca de minha esposa que a esta altura já estava com a cara toda cheia de baba, da piroca do Jorge e de sua própria baba também, vem cá corninho, pega na cabeça da sua puta e enterra ela no meu cacete, Jorge pegou e abriu as pernas da minha esposa e enterrou pelo menos 3 dedões na xota da minha esposa que gemia feito louca, vam bora corno é pra hoje Jorge inclinado por cima da minha esposa com a piroca dura igual aço eu segurava a cabeça da minha esposa e com a outra mão puxava a vara do Jorge pra baixo e encaixava no boca de minha esposa, e ficava fazendo movimento pra cima e para baixo com a cabeça de minha esposa, bem forte e rápido, Jorge fala nossa realmente eu arrombei essa puta, olha como esta essa xereca, antes apertadinha agora um túnel, e ciciricava a minha esposa com três grossos dedos, bem forte e rápido, minha esposa começa a gemer alto, e a gozar, Jorge aumentos o ritmo, minha esposa urrando gozou, ficando toda mole e tremula, Jorge pega ela e a coloca de 4 na cama, segura firme na corrente e pincela a piroca na portinha da buceta da minha esposa, e fala quer caralho, quer sua puta, pede então, eu quero berra minha esposa, eu quero que você me rasque, quero sentir seu cacetão me arrombando, Jorge puxando a corrente para trás, segura firme na anca de minha esposa, e numa só estocada enterra seu cacete sem piedade no fundo da xota de minha esposa que urra desesperadamente, sentindo sua buceta sendo totalmente preenchida e arrombado por aquele macho, grita, e esperneia, mas Jorge tem ela sobre domínio, tira novamente e soca, tira e soca, minha esposa, gritando, caralho, filho da puta vc esta me arrombando, é muito grande esse seu cacete, para por favor, só um pouquinho, Jorge aumentava o ritmo da estocada, minha esposa mordendo e fincando as unhas na cama, começa a se acostumar com aquela invasão bruta, num êxtase de dor e tesão ela começa a implorar, vai seu puto, mete mais forte, mostra pra esse corno do meu marido o que é um homem de verdade, minha esposa agora, chorando e gemendo rebolava na piroca negra, minha esposa começa a gozar feito égua, gritava e urrava, vai seu puta mais rápido, mais rápido, e entra numa convulsão de gozo, gemidos e palavra sem sentidos, Jorge deixa ela cair de lado, deita do lado dela tipo concha, e enterra o cacete nela, e da uma saraivada de pirocada nela bem rápida, minha esposa ainda mole devido ao orgasmos, só virava os olhos e gritava, você vai me matar seu cavalo, as estocadas de Jorge eram tão fortes que eu escutava o barulho do pau dele na buceta de minha esposa, ele a segura e com a vara socada em sua buceta puxa ela pra cima dele e faz ela montar nele, nossa minha esposa por cima dele com as pernas abertas e aquele tronco negro entrando e saindo, pude ver como a xota da minha esposa estava arrombada, ele falava pra ela firma o pé na cama que eu quero esfolar bem essa xota, toma mais saraivada de pau na buceta, minha esposa falava pra mim, olha, olha seu corno, olha sua esposa sendo estuprada por esse cavalo, nossa vai jorge vai mais rápido que vou gozar de novo, as pernas de minha esposa, amoleceram e ela, gozou, nossa nunca tinha visto ela gozar daquele jeito, fincada no pau de Jorge e Jorge socando, com fúria total, ela parecia um boneco, mole nas mãos de Jorge seu possuidor, Jorge para um pouco e vejo o corpo de minha esposa se contraindo, o pau de Jorge encharcado pelo gozo de minha esposa, Jorge sem pena vira ela de frente pra ele, ela ainda mole, soca o pau novamente em sua xota, levanta da cama com ela fincada no cacete, na posição de frango assado, minha esposa agarrada no pescoço de Jorge as pernas envolta de sua cintura, ele soca mais forte ainda na sua xota, nossa a xota de minha esposa espumava. Aquela espuma branca, que faz quando a muito atrito do caralho com o gozo da mulher e do homem, minha esposa gemia, gritava e implorava por mais caralho, estava lá a puta da minha esposa tendo outro orgasmo no cacete do Jorge, Jorge larga ela em cima da cama totalmente arrombada, ela olhando pra mim, dizia, meu corninho não aguento mais, estou toda arrombada, Jorge olha pra ela e diz toda não, ainda falta o seu rabo, lembra que eu te disse que quando eu voltasse eu iria arrancar as pregas do seu cú sua puta, fica de 4, Jorge sai e vai até o banheiro e volta vi em sua mão a bisnaguinha de KY, aqui oh sua puta hoje você vai chorar, minha esposa de 4 na cama com os peitos e o rosto encostado no colchão, Jorge me ordena vem ca seu corno enche o cu dessa puta de lubrificante, fui lá espremi a bisnaguinha e lubrifiquei o rabo da minha esposa, passa bastante seu corno quero ver meu pau deslizar nesse rabo, agora passa na minha piroca também, encharquei o pau de Jorge com lubrificante, o pau de Jorge pulsava, Jorge abre bem a anca da minha esposa, e ordena fica aqui bem pertinho porque você vai guiar minha rola no rabo da puta da sua esposa, e vai ver de pertinho eu estourar as pregas dela, peguei no pau do Jorge nossa estava latejando, minha cueca toda melada, meu pau doía de tanto tesão, guiei aquele cacetão na entrado do cú da minha esposa apontei a rola na entradinha do cú, Jorge começou a forçar a entrada, nossa que delicia foi ver aquele cabeção rasgando o rabo da minha esposa, quando a cabeça começou a entrar minha esposa gritava, para, para, eu não vou aguentar, você seu puto esta me rasgando o rabo, segurando firme diz, sim você vai aguentar tudo, a cabeça do caralho do Jorge entro, Jorge parou um pouco, minha esposa chorava e, pedia meu amor não deixa esse cavalo rasgar meu cú, pede ele para parar, eu olhei para ela e sem pena disse, vai Jorge faz minha esposa putinha gritar, arromba o cú dessa puta, Jorge sorrir e começa a empurrar, minha esposa tenta sair mais ele a Segura firme, se comporta sua puta senão não vai ter mais pica, minha esposa berrava seu corno filho da puta você ta gostando de ver esse puto arrombando sua esposa, seu corno, viado, nossa, nossa, caralho ta doendo muito, caralho você vai me rasgar inteira, Jorge só parou quando sentiu o fundo do rabo da minha esposa, que aos prantos, mordia e unhava a cama, viu sua puta entro quase tudo, seu rabo é mais fundo que a sua xota, ficou ali um pouco até a puta parar de chora, agora minha esposa só soluçava, Jorge tirou um pouco a piroca e empurrou, porra, minha esposa aos berros, a é seu viado corno você quer ver o rabo da sua esposa arrombado né, então tá, vai seu puto vai seu cavalo arromba de vez esse rabo, Jorge tirava e empurrava, tirava cada vez mais e empurrava tudo de novo, minha esposa berrando, vai seu puto, sem pena, arromba essa porra, Jorge aumentou a estocada, minha esposa estava louca e extasiada, dor e tesão se misturava os gritos e gemidos, eu olhando de pertinho as pregas da minha esposa sendo dilacerada pelo cacetão, minha esposa dizia não aguento mais goza, goza, enche meu rabo com seu leite, meu cú esta ardendo, esta doendo muito, mais eu quero sentir seu leite jorrando dentro do meu rabo, Jorge tira seu cacete do rabo da minha esposa e toca uma punheta rápida, enterra novamente, e vejo ele urrar, ao gozar no rabo da minha esposa que nessa altura já estava toda arrombada, Jorge olha sorridente para mim e diz agora sim ela esta toda arrombada, vejo o pau de Jorge saindo do rabo da minha esposa todo melado ai vejo um filete de sangue escorrendo em sua piroca, olhei para o rabo da minha esposa estava lá um buraco imenso totalmente arrombado, a porra de Jorge escorria de dentro do rabo dela quando ela contraia o cú, era porra misturada com um pouco de sangue, realmente Jorge dilacerou o rabo da minha puta, realmente agora minha esposa estava totalmente arrombada, minha esposa soluçando dizia meu macho hoje você judiou muito de mim mais eu gostei, eu quero mais, quero que você foda depois ainda mais o meu rabo, quero que você deixe o rabo dessa puta sua totalmente arrombado, mais hoje eu só quero descansar, deitou na cama e sem tomar banho apagou, olhei o rabo da minha esposa estava lá aquele cú arrombado, Jorge tomou um banho e foi pra casa e eu fui para o banheiro me aliviar.

Comentários

02/02/2016 16:50:03
Gostei, e tenho intençao de ver minha esposa ser comida por alguem de um dote maior que o meu, o meu e 21cm / 6 queria pelo menosmeu zap. nove-meia-zero-um-meia-zero-meia-um-dois-
31/01/2016 16:25:13
Muito bom o conto, embora eu não curta dominação/submissão, entendo que tanto o homem quanto a mulher devem ser tratados com respeito. Sexo é a melhor coisa que e existe, com carinho e respeito.

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