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Graças ao futebol. Descabacei mais um cuzinho virgem. Parte 2 FINAL

Autor: William
Categoria: Heterossexual
Data: 19/12/2015 10:07:01
Última revisão: 20/12/2015 04:14:16
Nota 10.00

Continuando ...

Começa o jogo, lá estava eu com a camisa do Galo e bermuda, minha namorada estava linda com a camisa do Cruzeiro e um short branco, cabelos soltos exalando aquele perfume importado que eu tanto gostava, Jaqueline estava de vela, mas a deixamos bem confortável, era nossa amiga e convidada, estava com uma camiseta e short jeans, não estava produzida mas sua beleza natural a bastava.

Rapidamente Galo fez um gol com Obina, minha namorada ficou puta, reclamou muito dos jogadores de seu time e eu rindo bastante, me divertindo com seu sofrimento e no durante minha euforia Obina faz mais um, 2 x 0.

Jaqueline demonstrou preocupação, não pelo seu cuzinho, e sim em como iria pagar a aposta ao lado da amiga, de fato eu também não saberia como proceder em caso de minha vitória na aposta e no meio desses pensamentos mais um gol de Obina, 3x0.

Marcela estava revoltada, o time estava perdendo feio para o maior rival em má fase, estava se afastando do título e de quebra seu cuzinho corria perigo, no momento do terceiro gol eu vi em seus olhos arrependimento pela aposta feita, mas eu estava feliz e as zombava com muita intensidade, eis que Cruzeiro marca um gol, 3 x 1 e final de primeiro tempo.

Marcela foi ao banheiro e me deixou a sós com a Jaqueline e assim que ela saiu eu logo disse:

- O que vamos fazer depois que acabar esse jogo?

Ela respondeu:

- Olha William, eu não sei, acho que vou ir embora enquanto e tempo, depois vocês se viram.

- E uma boa ideia, Galo vai ganhar e vai ser constrangedor se você estiver aqui.

Então Marcela volta e Jaqueline diz a ela:

- Amiga, tenho que ir embora!

Então ela responde:

- De jeito nenhum, vou levar no rabo sozinha não!

Eu e Jaqueline ficamos espantados e começa o segundo tempo.

O jogo estava em nossa frente mas de fato aquelas últimas palavras de minha namorada me deixou indagado, o que se passava na cabeça dela? Eu via a cara de abatimento dela e a cara de desconcertada de Jaqueline e quando eu assusto, Gol do Galo, Capitão Rever, 4 x 1.

Ai minha alegria foi total, começou o foguetório no bairro dela e várias pessoas gritando Galo nas janelas e eu não fui diferente, sem palavras para explicar aquela sensação, ai minha namorada encheu os olhos de lágrimas e Jaqueline foi a consolar, e lógico, eu não deixei de tripudiar, eu passava a mão na rola olhando para ela, falava que ia fazer com ela o que o Galo estava fazendo com a raposa, meter os ferro de 4, de fato eu estava bem chato, descontando toda a raiva que ela me fez por causa de futebol, e então gol do Cruzeiro, 4 x 2.

Aquele gol acendeu esperança ao time do Cruzeiro e da minha namorada, eles começaram a atacar com tudo e ela ficou bem agitada, e eu aflito, tinha muito tempo de jogo e as coisas não estavam tão tranquilas, o silêncio tomou conta daquela casa, então gol do Cruzeiro, 4 x 3.

Ai meus amigos, desespero total dos dois, que clássico era aquele, e aquele clássico ditava uma história fora dos gramados bem naquela sala, uma hora o cuzinho delas estava condenado a ganhar vara, outra hora eles estavam a 1 gol de serem salvos, que momento, ela já tinha entregado os pontos mas o Cruzeiro não, foi pra cima e eu estava inquieto na torcida, mas enfim, o jogo acabou. 4 x 3 pro Galo.

Pronto começou a festa, fiquei maluco e esqueci por um momento a aposta, gritava nas janelas ligava para alguns cruzeirenses, mandava sms, aquilo era estava bom demais pra ser verdade, eu estava muito feliz e quando vi as duas caladas, me lembrei da aposta novamente e só de pensar meu pau ficou duro, e Jaqueline tratou logo de dizer:

- Gente, vou embora, até a próxima!

Marcela logo emendou:

- Você fica, você apostou também!

- Mas amiga, isso não está certo.

- Não está certo eu levar no rabo, mas já que tenho que levar não vou levar sozinha!

De fato fiquei meio receoso com aquela situação, minha rola estava igual pedra de tão duro, mas não era uma situação tão fácil assim, e eu não poderia arrancar as suas pregas da mesma forma que tirei de Jaqueline, pois se tratava de minha namorada e ela não tinha o jeito tarado de sua amiga, e tinha outro agravante, como eu iria abordar a Jaqueline sem comprometer nosso caso antigo? Eu não poderia beijá-la ou mandar me chupar, ou será que poderia?

Eu deveria ter uma atitude, mas sem causar desconforto e evitar o máximo possível os ciúmes de minha namorada, era uma situação bem delicada mas eu não iria abrir mão da minha vitória então resolvi parar de pensar e agir, e deixar rolar o que tivesse que acontecer.

Então sem falar nada fui pra cima de Marcela, fui a beijando com muito carinho e ternura, e a Jaqueline só olhando, tratei de por minha rola pra fora e puxei Jaqueline pelos cabelos ao encontro da minha rola e ela veio e começou a me chupar, enquanto eu ia despindo minha namorada bem devagar e regada a beijos e carinhos, mas o boquete que eu recebia da Jaqueline estava muito gostoso, e eu não poderia ficar muito tempo ali pois certamente eu gozaria, então posicionei minha namorada de bruços no braço do sofá e rapidamente a penetrei na buceta, eu comecei a bombar muito forte e gostoso enquanto a Jaqueline só de olho, e aquilo me encheu de tesão e fui metendo forte e mandei Jaque tirar a roupa e ela fez isso bem rápido.

Fui penetrando Marcela e bem do ladinho dela fui brincando com a buceta e o cuzinho de Jaqueline com os dedos, as duas estavam curtindo o momento, então logo perguntei:

- Já fez isso Jaqueline?

Ela logo respondeu:

- Já, algumas vezes!

Cínica, pensei e aprovei, então logo tratei de fazer elas trocarem de posição e espetei minha rola em sua bundinha que abrigou com aquela facilidade de sempre e fui logo metendo com muita força enquanto beijava minha namorada, aquilo estava bem excitante, até Marcela comentar:

- Nossa amiga, esse cu seu está bem usado heim?

Apenas sorrimos e mantive aquele ritmo, até que percebi que iria gozar e resolvi trocar de posição e sentei no sofá e logo Jaqueline veio sentando de costas pra mim e quicando com vontade enquanto Marcela ficou do meu lado trocando beijos e carinhos, acho que ela estava torcendo para mim gozar logo e tirar seu cu da reta, mas não seria fácil, e Jaque rebolava com gosto e dedicação, aquilo estava perfeito demais!

Logo eu quis gozar de novo, então fiz Jaqueline parar e peguei na mão das duas e fui as levando nuas e lindas para o banheiro, Jaqueline logo percebeu minha intenção e sorriu timidamente, fui ligando o chuveiro enquanto beijava minha namorada e logo pus Jaqueline pra lavar meu pau e depois mamar com gosto novamente, e a agua estava na temperatura ideal, e nós 3 naquela intensidade, logo virei Marcela de bruços e comecei a fazer aquele ritual famoso com o sabonete, e fui passando em suas costas e em sua bunda, enquanto eu ia mordendo de leve sua orelha e bolinando sua xota, ela estava tomada pelo tesão e não percebia minha intenção, e Jaqueline quase engasgou no meu pau ao rir da situação.

Marcela continuava de olhos fechados e com a bunda cheia de espuma do sabonete e caladinho tirei meu pau da boca da Jaqueline e enfiei só a cabecinha no cuzinho de Marcela, o grito veio na hora, mas fiquei sussurrando besteiras em seu ouvidinho mexendo em sua bucetinha e fui enfiando minha rola aos poucos em sua bundinha, percebi as lágrimas correndo em seu rosto mas ela não reclamava de nada, a orelha era seu ponto fraco e estava usando isso ao meu favor, enquanto isso Jaqueline estava lá ajoelhada assistindo de perto a minha penetração e movendo os lábios me dizendo várias vezes que eu era um safado gostoso e aquilo me incentivou a acelerar o ritmo, mas ai ela gritou novamente e fui obrigado a pausar de novo, ela começou a implorar para mim parar que estava doendo muito e eu comecei a dizer que a amava em seu ouvido e para ela aguentar mais um pouco, e enquanto isso a Jaque só observava de pertinho ali ajoelhada, estava louco para beijar aquela boquinha como sempre fazia quando eu comia a Isabela naquela posição, mas dessa vez apesar do tesão a razão andava do meu lado e me segurei para não gerar polêmica posteriormente.

Logo comecei a enfiar mais um pouco e quando estava quase tudo dentro resolvi parar e não enfiar até o talo, ela estava sofrendo muito e então comecei um vai e vem bem devagarinho e gostoso, onde eu não tirava a cabecinha e nem enfiava até o talo, estava um ritmo agradável e ela não reclamava muito, aparentemente ela começou a gostar mas suas pernas não a respondia mais, estava realmente muito dolorida com a situação então mantive o ritmo mas eu também já estava exausto, mas precisava gozar.

Então dei trégua ao cuzinho de Marcela, e pus de novo meu pau na bunda de Jaque, na mesma posição que estava Marcela, mas com a diferença que ela vinha de encontro ao meu pau, aquela putaria estava demais e eu estava cansado, então dei uma respirada e comecei a bombar forte em Jaqueline e minha namorada sentada de lado assistindo e enfim gozei muito dentro do cu de Jaque, na hora que gozei minhas pernas bambearam um pouco devido a intensidade que ejaculei.

Depois Jaqueline deu seu jeito logo de vestir sua roupa e ir embora, pois seria de suma importância não render assunto sobre aquilo naquele momento, e eu me vesti também e Marcela começou a brigar comigo por conta do estrago que fiz a sua bunda, mas eu disse que não mandei ela apostar comigo e que ela deu sorte que eu parei, se dependesse de mim tinha continuado metendo em sua bundinha deliciosa, na hora ela mordeu os lábios, foi a deixa para eu beija-la e dando um amasso gostoso, logo estávamos nós no banheiro de novo, mas dessa vez eu a penetrei a bucetinha e fui incrível, depois fomos deitar em sua cama, já estava tarde e resolvi ficar para dormir com ela e ai tivemos uma conversa:

- William, me diga, o que achou de ter comido a Jaque?

- Ai amor, foi estranho, nunca pensei ter outra mulher estando com você, como você percebeu eu não tive coragem de beija-la nem comi a buceta dela, pra mim foi uma aposta e espero que morra aqui, não quero ficar comentando sobre isso!

- Você tem razão, realmente você foi muito robótico com ela, e fofo comigo, mas também, eu praticamente obriguei ela a te dar o cu, eu que não ia levar ferro sozinha!

Depois que ela disse isso ela gargalhou e muito, perfeito para mim isso, era sinal que nosso relacionamento estava intacto.

Depois desse caso, eu continue comento Jaqueline escondido, mas de fato aquela foda nós 3 abafamos e fingimos não ter acontecido, ficou vivo em minha memória e só agora conto para alguém, vocês leitores!

Espero que tenham gostado, em breve mais contos sobre minha vida, são vários!

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