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O doce nas suas veias - (Capítulo 13)

Autor: Vamp19
Categoria: Homossexual
Data: 02/12/2015 15:52:42
Nota 10.00

Alexandre acordou três dias depois. Estava começando a me preocupar. Bem, não me preocupar me preocupar. Eu não me importava com ele nem um pouco. Nem um pouquinho.

Ele estava com febre desde quando tinha desmaiado no meu braço e não tinha acordado desde então. Eu tive que carregá-lo durante o caminho inteiro na floresta. Eduardo achou melhor nos separarmos para que eu pudesse ir adiante de dia. O vampiro tinha certeza que o bruxo iria acordar, mas não tinha certeza se poderia manter a corrente do seu querido cachorrinho, por isso eu tive que vir em frente com o bruxo. Finalmente chegamos na civilização, três dias depois. Foi então que ele acordou.

Ele definitivamente estava mais magro, o bruxo. A roupa que era tão elegante três dias atrás estava suja, rasgada, esfolada e bagunçada. Ele, no entanto, continuava com um rosto branco e solene. Quando ele abriu os olhos, eu me aproximei rápido da cama, ajoelhando-me. Seus olhos amarelo-claro possuíam um tom de doença além da beleza natural.

De início pareceu que Alexandre não conseguia enxergar. Piscou os olhos várias vezes tentando fazer o mundo voltar. Estava suado constantemente e tremia muito em alguns momentos, nos quais eu o enrolava em vários lençóis de uma vez.

A mulher dona da casa era uma antiga conhecida do meu pai e recebeu-me amigavelmente. Dava-nos comida, água, conforto e privacidade. Os vampiros já deveriam ter chegado no conselho a essa altura, mas eu decidi esperar o bruxo melhorar antes de fazer qualquer coisa.

A casa ficava na beira da cidade. O conservadorismo era bem forte naquela região. As residências continuavam sendo feitas de uma maneira rústica e pequenas com telhados triangulares e cores mortas. Tudo estava perfeito, mais conforto do que eu imaginaria ter. Havia dormido mais na floresta ou em céu aberto do que debaixo de um teto. Uma casa seria boa para o bruxo.

Ele havia perdido muito sangue e usado seus poderes ao mesmo tempo. Deve ter sido isso que o drenara. Suas forças falharam a ele. Subitamente o bruxo poderoso se tornara na coisa mais frágil do mundo caído em meus braços. Seu estado só havia piorado, pois mesmo que eu desse água, nunca conseguia fazê-lo comer. Se fosse um humano, já estaria morto.

Alexandre virou o rosto para mim e pareceu enxergar. “Bom dia, dorminhoco.”

“Épini” ele cochichou. Seus olhos não haviam se acostumado ainda com a luz que entrava pela janela. Ao olhar para ele, percebi que a ferida no seu pescoço já estava melhor, os buracos dos dentes de Jesus desapareceram completamente, restando apenas uma mancha vermelha.

“Isso” falei. Uma rajada de alegria passou por mim quando ele lembrou do meu nome. Ignorei isso.

“Eu morri? Eu sou um vampiro?”

Eu fiz uma cara de nojo. “O quê? Não! Eu não deixaria isso acontecer com você," disse eu, tentando manter uma voz calma para relaxar o pobrezinho. Parecia muito cansado.

“Devia ter deixado que eu o matasse” falou. “Aquele vampiro.” Ele nem tentou esconder o nojo da voz.

“Ele é amigo.” Tive que dizer.

“Ele ia me matar!” Assim que acabou de falar, Alexandre começou a tossir de uma forma muito feia, como se vermes estivessem rasgando sua garganta. “Pelos deuses e demônios, por que eu estou todo doído? O que você fez comigo?”

“Eu sei, eu sei que ele ia te matar. Mas ele não tem culpa, não agora, ele acabou se tornar vampiro. Estava com fome. E eu não ia deixar ele te matar, não senhor. Não deixei. Então trate de se acalmar, está vivo agora. Mas você ficou muito fraco por ter usado seus poderes quando perdeu muito sangue.”

“Perdi sangue por causa daquele miserável. Por isso que queria matá-lo.”

“Eu concordo que ele é um miserável mimado e nojento. Mas ele salvou minha vida. Ninguém estava lá para salvar a vida dele quando ele morreu.”

“Não foi o outro vampiro que o matou?” Alexandre perguntou.

“Talvez indiretamente." O bruxo respirou fundo e manteve o silêncio enquanto me olhava. "Ele não queria deixá-lo ir. É diferente.”

Épini começou a tremer intensamente de frio ou de calor, seja lá o que a febre queria causar no momento. Desejei ter tirado sua roupa. Estava fedida e ensopada de suor. Não me senti confortável em fazer nada que fosse tirar a roupa dele, por isso ele ainda estava com a mesma roupa e não tinha tomado banho. Eu não estava numa situação melhor, mas tomei um banho desde que chegara na casa. Não estava fedendo tanto quanto antes.

“Eu estou com tanto frio” ele disse. Eu me levantei no mesmo momento.

“Vou pegar outro lençol. A mulher da casa consegue arrumar com outras pessoas, você já tá usando todos que ela tem.”

“Não. Venha você me esquentar” ele disse.

“O quê?”

“É um lobisomem, não é? Está sempre quente. Venha aqui.”

A velha dona da casa entrou no quarto com uma bandeja com alguns pães, suco de maracujá e água. Eu e Alexandre nos calamos, surpresos, e assistimos. Ela colocou a bandeja em cima da mesa ao lado da cama, sorriu para nós dois e avisou que estava feliz de ver o garoto acordado. Alexandre sorriu de volta. Eu estava um pouco preocupado com a possibilidade dela ter escutado alguma coisa, mas a indiferença que ela demonstrou me deixou mais tranquilo. Quando ela saiu do quarto, virei-me para o bruxo doente.

“Você quer que eu me deite com você?”

A luz do sol que inundava o quarto já estava ficando fraca com o aproximar da noite. Eu podia ouvir a respiração fraca de Alexandre, a dona da casa mexendo nas suas panelas, as pessoas caminhando e conversando na rua. Mas por alguns segundos nada importava a não ser o meu coração acelerado, que fazia o meu corpo vibrar a cada batida.

“Quero.” Alexandre se mexeu na cama, gemendo de dor por causa dos movimentos. Existiam cinco camadas de lençóis sobre ele. Seu cabelo estava grudado na testa molhada de suor. Ele virou seus olhos amarelos para mim. Nunca havia percebido a vermelhidão que seus lábios tinham na luz, finos e macios. Toda a sua pele aparentava possuir uma maciez. Talvez por causa da brancura pura e sem nenhuma falha. “Eu estou ficando melhor, estou sentindo. Por enquanto eu preciso de calor, e está anoitecendo, vai ficar ainda mais frio.”

“Se é para lhe ajudar, então...” Eu me levantei, indeciso. Segurei nas camadas de lençóis e abri um espaço para que eu pudesse entrar. O corpo de Alexandre apareceu, o terno estava mais folgado, sujo e velho. Ele cheirava a fraqueza e doença. Mas existiam outros cheiros nele que me agradavam muito.

Deitei-me na cama ao seu lado, meio desajeitado. Coloquei os lençóis sobre nós dois novamente, o bruxo reclamara do frio mais uma vez. Senti-me estranho ali. Mesmo assim, esgueirei-me para perto e coloquei uma mão na sua barriga. A roupa não me impediu de sentir a dureza da sua barriga, mesmo depois de três dias doentes e da sua aparente magreza, ele estava forte. Esperei por algum protesto de sua parte. Ele ficou em silêncio. Aproximei meu corpo mais e o abracei por trás. Alexandre ficou de lado e aceitou o meu abraço. Deitei minha cabeça por cima de seus cabelos, e ele não pareceu se importar. Alexandre puxou o meu braço com força. Acabei indo ainda mais para cima dele, de modo que minhas pernas repousavam levemente por cima das suas. Ele tremeu nos meus braços, e embora fosse menos do que antes, ainda fiquei preocupado. Ele suspirou profundamente de alívio. “Acabei de acordar e já tô com sono.”

“Vá dormir, então.”

“Boa ideia.”

Tudo que escutei daí em diante foi sua respiração e a minha. Ele não parava de suar. Eu não me incomodava com isso, calor era sempre bom, sempre bem-vindo. Fazê-lo sentir-se bem era mais importante do que qualquer outra coisa. Uma pena que não tive tempo de conhecê-lo melhor quando ele estava bem.

O bruxo havia dito que não precisava da minha ajuda antes na fogueira, os dias passaram e aqui estava eu ainda o ajudando. Eu gostava do cheiro dele, decidi. Tirando o óbvio cheiro do mal estar e da doença, seus cabelos ondulados e longos passavam um ar refrescante, lembrava-me da natureza. Não da mata onde eu costumava viver. Ele cheirava de campos abertos e verdes, animais correndo livremente sobre as gramas e pássaros coloridos sobrevoando ao espetáculo.

Apostava que Alexandre não estava gostando daquilo tanto quanto eu. Só me usava agora para poder ficar melhor mais rápido. Era bem espertinho, aquele bruxo. A verdade era que outras bruxas que conhecera sequer falavam com os lobisomens da minha alcateia, todas agindo como se fossem melhores do que nós... No fundo eu sempre acreditei que eram sim. Criaturas sofisticadas, bem vestidas, educadas e poderosas. Não gostavam de matar como vampiros nem agiam como selvagens como os lobisomens.

E aqui estava eu, deitado ao lado de um bruxo. Tocando o seu corpo. Abraçando. Sentindo o seu cheiro e protegendo o seu corpo, protegendo-o do mundo. Deveria me sentir realizado? Só conseguia pensar em como eu ficaria feliz de encontrá-lo amanhã feliz e bem, sem nenhum problema com sua saúde.

Partiria então para o conselho e encontraria Eduardo...

Um pensamento muito triste passou pela minha cabeça. Será que após isso o Bruxo iria querer minha companhia? Eu não tinha nem certeza se Eduardo ainda iria me ajudar. Mas tudo bem. Eu iria sozinho. A vingança do meu pai pertence só a mim. Se esse conselho não fosse de nenhuma ajuda, eu lidaria com tudo sozinho.

“Por que você está tão inquieto, lobo?” Alexandre estava tão estático que quase não acreditei que tinha sido ele o dono da voz provocativa. Demorei alguns segundos para responder.

“Não estou inquieto... Bruxo.”

Ele deu uma risada. Deus, como era bom saber que ele estava melhorando. O som daquela risada me tranquilizou mais um pouco.

“Sim, você está. Eu já me sinto melhor, por sua causa.”

“Sério?” Eu limpei a garganta. “Quero dizer, que bom... Que ótimo.”

Eu conseguia sentir seu corpo inteiro encostado no meu, o braço que rodeava o seu corpo em recuperação forçava-o a ficar perto. O cheiro do seu cabelo era reconfortante, fazia-me sentir como se pudesse ficar naquela posição por uma eternidade.

“Eu estava esperando que você fosse se aproveitar de mim enquanto eu estou tão indefeso.”

Eu arregalei os olhos, sem conseguir controlar a onda de calor que percorreu todas as minhas veias. Fiquei imóvel, como se ele fosse ler meus pensamentos se sentisse qualquer movimento. Ele, por outro lado, não se sentia da mesma forma. Moveu seu quadril lentamente para trás. Quando se encaixou em mim, eu não pude fazer nada para controlar a reação.

“Eu nunca iria me aproveitar de você” falei, sentindo-me culpado por ter pensado na possibilidade. Comecei a crescer, e Alexandre estava sentindo.

Alexandre suspirou.

“Por que não?”

“Ora, porque... porque seria errado.”

“Por isso mesmo é divertido.”

“Você está doente. Está delirando.” Deus me ajude.

“Vai...” Ele mexeu o quadril mais uma vez, esfregando-se com sucesso na dureza da minha calça. A pressão na minha ereção me fez prender o fôlego. Era cruel não responder àqueles instintos. Queria rosnar no seu ouvido e dar o que ele queria, de um jeito que ele nunca iria esquecer.

“Vá dormir, Alexandre. Essa não é minha casa. Pelo que sei, essa cidade ainda é bem ferrenha nos costumes e religião.”

“Não quero dormir” ele foi falando, enquanto colocava uma mão para trás e por cima da minha ereção, alisando sugestivamente. Eu endureci ainda mais com o toque, mas retirei a sua mão rapidamente antes que piorasse a situação. Ignorei os seus protestos e segurei sua mão firmemente, não o deixando fazer mais nada a não ser rebolar contra a minha cintura. Era torturante. Além de esperto, era muito travesso. Mas eu estava adamante naquela situação.

“Você vai dormir agora. Pode continuar se empinando para mim, bruxo. Só vai ficar mais frustrado.”

“Quando ficar melhor vou jogar uma maldição que vai lhe deixar...”

“Sei, sei. Agora vá dormir.”

“Eu estou aqui por sua culpa. Eu queria um pouco de calor e seu amigo vampiro me atacou.”

“Eu o salvei. Se tivesse matado Jesus, nada no mundo iria te salvar da fúria de Eduardo.”

“Mataria ele também, da mesma forma que vou matar você. Vou fazer você implorar pela vida.” O bruxo sabia que não tinha forças para lutar contra mim e mesmo assim continuava tentando se libertar do meu abraço. Talvez até estivesse gostando daquela briga. Eu também estava, se fosse admitir. Mas nunca iria admitir para ele.

“Agora você tá mostrando o quanto você é mimado.”

“Mimado?” Ele pareceu ofendido. Eu sorri, segurando com facilidade todas as suas tentativas de se soltar. "Você é um covarde. Qualquer outro lobo não perderia a chance de descarregar a inveja que sentem dos bruxos em forma de-"

"De estupro? Você quer ser estuprado?"

"Estou lhe dando o meu consentimento, Épini. Não é estupro. Se bem que eu não iria me importar se tivesse feito algo comigo enquanto eu dormia."

Eu não respondi. Seus protestos continuaram.

Finalmente se cansou. Não falou mais nada, apenas parou de se mexer a não ser pela respiração rítmica e calma, mais calma do que nos últimos três dias. Mais um sinal de que estava ficando melhor a cada segundo. Uma vez que o corpo tivesse tomado o controle novamente, a recuperação era mais rápida. Soltei um longo suspiro de alívio e libertei seu braço, que ficou quieto por cima da cama. O bruxo dormiu sem tremer de frio. Usei uma mão devagar para tirar o cabelo do meu caminho, aproximei a boca até seu pescoço suado e morno e dei um beijo. Isso não era abuso, era?

Mesmo desacordado ele ficou arrepiado. A pele pinicou os meus lábios. Era uma sensação maravilhosa.

Nada no mundo poderia descrever a loucura que sentia por dentro, nem o tamanho da minha vontade de rasgar sua roupa. Queria abusar, queria virá-lo de barriga para baixo e fazer todo tipo de coisa com seu corpo. Mas eu mantive o controle. Meu pai ficaria orgulhoso. Esperava que no futuro também me sentisse orgulhoso, porque eu falhava em achar a vantagem agora.

Quando pensava no meu pai, toda a tristeza voltava e se transformava em raiva. Quanto mais rápido o bruxo ficasse melhor, mais rápido eu poderia alcançar o conselho e buscar a ajuda que me apoiaria na caça pelos caçadores.

Eu deveria ter dormido também pois a próxima coisa que lembrava era do paraíso. Eu estava de boca aberta, estirado na cama de pernas abertas. Os sons que saíam de mim não eram inteligíveis. Eu tinha a impressão de ter sido mergulhado num local apertado e molhado, o melhor lugar do mundo. Será que estava sonhando? Se estivesse, não queria acordar. Não estava sonhando, pois senti as unhas pela minha cintura e descendo pelas minhas coxas.

Abri os olhos para Alexandre mergulhando a cabeça sobre o meu membro ereto, estava tão concentrado que nem pareceu ver que eu estava acordado àquela altura. Minha roupa havia sumido. Como foi que eu não acordei? Nada fazia sentido.

Eu também não me importei muito, porque aquela boca ao meu redor era a definição de insanidade. Eu olhei o bruxo, ele estava meio ajoelhado e meio de quatro sobre mim, a boca subia e descia até embaixo e seu nariz alcançava os meus pelos. O cumprimento do meu pau era completamente devorado.

Pelo menos ele ainda estava de roupa. Seu cabelo cacheado o fazia parecer como aquelas pinturas de anjos. Agora estava bagunçado e ele parecia uma criança rebelde. Uma de suas mãos apertava e massageava as minhas bolas. Eu estava com as pernas abertas, dando completa e total abertura para ele.

Como aquilo aconteceu?

Eu suspirei fundo. Alexandre finalmente percebeu que eu estava acordado. Seus olhos me encontraram no momento em que ele estava quase se engasgando. Eu estava de boca aberta, sofrendo, lutando para manter os olhos abertos, dizendo a mim mesmo que só mais uma investida da sua boca e eu pararia aquela loucura. Seus olhos amarelos pareciam zombar de mim.

Eu gozei como um maluco. Até mesmo o bruxo se surpreendeu com a quantidade de porra que ele levou na boca. Uma boa parte caiu e escorreu pelo meu pau. Mas ele tratou de me deixar limpo. Beijando todo o corpo grosso e cheio de veia do membro. Ele beijou devagar, fazendo questão que eu sentisse cada toque de seus lábios. Sentia-me acabado e exausto. Era como se nunca fosse conseguir me mexer naquela cama, quanto mais se levantar.

Alexandre deu um último beijo na cabeça vermelha. “Eu estava me aproveitando de você. Espero que não se importe.”

Eu suspirei fundo.

“Seu filho de uma mãe.”

“Lave a sua boca, lobo mau.” Ele ficou de joelhos, passando o dedão nos lábios para limpá-los. “Eu não acho que preciso jantar mais hoje.”

“Precisa sim.” Falei.

“O que a gente precisa é continuar andando.”

“Como você conseguiu fazer isso sem me acordar?” Eu ainda não conseguia tirar o que aconteceu da cabeça. “Você usou seu poder em mim?” Não sabia por que, mas aquilo me deixou muito enfurecido.

“Não. Eu juro.” O bruxo sorriu. Deitou-se ao meu lado. “A febre tinha passado quando acordei.” Ele se aconchegou por cima do meu braço. “Obrigado.”

“Não tem de quê.”

“Eu me sinto muito bem, muito disposto, nós temos que seguir adiante para o conselho. Você e seus amigos vampiros estão indo para lá, não é?”

“Estamos. Mas eu acordei me sentindo muito cansado por alguma razão.” Ele bufou. Eu desci uma mão até o meu membro flácido e usado, massageando-o. Sabia que ele estava assistindo. “Da próxima vez, me acorde. Para eu aproveitar tudo. Do início.”

“Da próxima vez?” Alexandre virou e subiu por cima de mim. Ele me olhou de cima, mordendo o lábio. Seus cabelos faziam cachoeiras descendo pelos lados do seu rosto. Eu encarei os olhos amarelos mais vivazes do que nunca, os lábios rosados e as bochechas avermelhadas.

Eu assenti. O bruxo abaixou o rosto e plantou seus lábios nos meus, dando uma leve mordida.

A porta se abriu de repente e a dona da casa entrou no quarto carregando outra bandeja com comida e água. Tudo caiu no chão quando ela nos viu naquela posição. A mulher soltou um grito agudo e abafado ao mesmo tempo e fugiu do quarto no mesmo momento. Eu fiquei parado em choque, sem saber o que fazer.

O bruxo se deitou sobre mim e eu o abracei, libertando a risada que começou a nascer na garganta. Alexandre abafou o riso em meu pescoço. “Acho que agora você vai ter que sair de um jeito ou de outro.” Alexandre saiu da cama como se não estivesse morrendo algumas horas atrás.

"Eu não acredito!" cochichei. "Não acredito que ela me viu fazendo isso. Ela é amiga do meu pai."

"Épini, não importa. Temos que ir. Nós já devemos ter perdido dois dias de conselho."

"Você sabe onde é?"

"Eu sei. Mas a gente precisa comprar roupa nova antes. Não vamos vestidos assim."

"Eu não estou vestindo nada."

"E eu não sei?" Ele disse, sorrindo de um jeito muito levado. A expressão no seu rosto mudou de travessa para impaciente. "Levante-se, seu grande e preguiçoso cachorro fedorento."

"Eu vou matar você."

"Certo, mas só depois das compras."

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S2DrickaS2 : Voltei! Muito envergonhado por sinal. Obrigado por continuar comigo e com a história. Próximo capítulo vai ser Jesus de novo.

Luanegra: Fico muito feliz de saber que você ainda gosta da minha escrita. Obrigado por ler e continuar lendo mesmo após a minha demora toda. <3 Vou demorar muito não, pelo menos não tanto como essa vez. Agora vai ser direto até o final da história.

Ru/Ruanito : obrigado.

Edu19>Edu15: você manja das coisas!

'Bell': muito obrigado pelo elogio!

Kempzz: eu sei, foi muito tempo, mas me desculpe! Vou tentar não demorar mais. Uma coisa é certa, eu não vou desistir.

Hello: é bom ver que você ainda está aqui comigo. obrigado, e eu não vou parar não. <3

Comentários

18/05/2016 09:19:01
muito show. Adorei o lobo e o bruxo
03/12/2015 01:14:26
kkkkk esses dois são muito bons, continue logo.
02/12/2015 19:00:34
Nossa, que fofo os dois, estou com saudade de Jesus e Eduardo. Amando seu conto e muito ansiosa pelo próximo capitulo.
02/12/2015 17:19:00
Loucura loucura define isso '-'
02/12/2015 17:17:57
Eu vou continuar lendo até quando vc postar... Agora a história será narrada só pelo Épini? Pois estou gostando muito desses dois...
02/12/2015 17:13:24
Disponha "Vamp"...Simplismemte matavilhoso esse cap... Amei o novo "casal" kk's...Poste logo plaese
02/12/2015 17:02:09
Ô meu amor não precisa ter vergonha,o importante é que vc esta conosco... Épine e o bruxo?? Eu adorei, eles vão ser um casal entanto...kkk eles são engraçados, coitada da senhora, mas tbm quem manda não bater na porta... kkk Bjos meu amor!!! AtéA.

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