REPUBLICANDO - CONTAMINANDO A DONA DE CASA NOVA - PARTE 3


Um conto erótico de Marcur
Categoria: Heterossexual
Data: 09/12/2015 06:10:45
Nota 10.00

REPUBLICANDO - CONTAMINANDO A DONA DE CASA NOVA - PARTE 3

© bythecryptkeeper

Quando Reggie abriu a porta, trancada por ele. Christy sabia muito bem onde seu pênis monstruoso seria enfiado se ela não fugisse.

A corrida de Christy pegou Reggie de surpresa e este levou um momento para reagir.

Ela chegou ao seu quarto e bateu a porta com ele logo atrás.

Se ela fosse um segundo mais rápido poderia ter sido suficiente para conseguir trancar a porta, dando-lhe tempo para ligar para a emergência da polícia, mas Reggie já virou a maçaneta. O pé de Christy deslizou ao longo do piso de madeira enquanto tentava segurar a porta fechada com todo o peso de seu pequeno corpo contra ela.

- "Não me toque seu animal nojento!" Christy gritou, com Reggie lutando para leva-la para a cama.

Como ela estava deitada de costas, Christy Reggie tentou chuta-lo nos testículos para impedi-lo de subir em cima dela.

Evitando o pé de Christy, Reggie socou seu estomago como da primeira vez em que ele a estuprou, e novamente ela engasgou sem conseguir respirar.

Com Christy lutando para reaver o ar, Reggie como um selvagem a despiu. Ele desabotoou sua calça cáqui, arrancou as sandálias de seus pés macios, e, em seguida, puxou as calças de Christy que com as mãos tentava, sem sucesso, segura-la pela sua cintura.

Ele arrancou a camisa que ela usava completamente fora em um movimento rápido, deixando-a seminua em um sutiã de seda azul e uma delicada e sexy calcinha da Victoria Secret que ela colocara na noite anterior, esperando fazer amor com seu marido.

Dave alcoolizado na noite anterior, deixou de ver sua incrivelmente sexy esposa em sua lingerie sedutora.

Ele era tão ingênuo quanto os rapazes brancos são, Reggie pensou, e não tinha ideia de que, enquanto ele trabalhava duro para ganhar uns par de dólares, na sua ausência sua linda e pequena esposa estava em sua casa, peladinha se debatendo e gemendo na cama, embaixo de um traficante de droga preto.

Reggie removeu o sutiã de Christy e amassou seus seios empertigados antes de sua mão deslizar para baixo pela pele de sua barriga lisa e firme para se infiltrar pra dentro de sua calcinha.

- "Por favor... não", berrou Christy, quando os dedos de Reggie delicadamente acariciou seu clitóris.

Reggie sorriu de sua boa sorte.

Dave parecia bom o suficiente para um cara branco, embora não fosse muito brilhante. Só um tolo com uma esposa como Christy permitiria que um homem negro estranho entrasse em sua casa. Dave praticamente o convidara para violentar sua linda esposinha de corpinho perfeito.

Reggie fundamentava: Eu sei que ele merecia ter sua esposa molestada e abusada por um negro, por ser tão estúpido.

Ante as carícias libidinosas de reggie, a bucetinha de Christy tornou-se molhada novamente e os sons embaraçosos de seus dedos dançando em sua umidade retornada. Ele falou calmamente enquanto dedilhava o clitóris de Christy para ajudar a acalmar sua angústia.

"Eu disse antes a você que as coisas seriam mais fáceis se você fizesse o que eu mandasse e parasse de resistir. Mas podemos fazer da maneira mais difícil, se você quiser. Cabe a você decidir."

Christy parou de lutar ante a falta de ar, lutando para recuperar o fôlego e respondeu tentando aplacar a fúria que sabia estava crescendo dentro de reggie:

- "Eu sei Reggie ... Eu sinto muito ... Eu vou ser boazinha agora ... não me machuca mais."

Reggie sorriu pela sua vitória. Christy não podia lutar contra isso. Ela tentou ser um tigre, mas ele a fez ronronar como um gatinho. Com a mão ainda dentro de sua calcinha, Reggie observava Christy ficando tensa, com os olhos fechados espremido, e sua boca aberta enquanto seus dedos acariciavam seu clitóris inchado.

Ela estava gozando.

Ele adorava assistir Christy ali impotente tendo um orgasmo que ela não queria.

- "Por favor ... não ... - negando compactuar com os prazeres que seu corpo ansiava,

Ela não queria que ele a fizesse se sentir bem e futilmente lutou para não chegar ao orgasmo.

Os dedos bem cuidados dela apertando seu pulso incapaz de afastar sua mão, com sua respiração se acelerando, com os olhos vidrados e sua boca aberta como se estivesse tentando encontrar palavras para algo além da expressão quando ela não se aguentou mais se segurar e gozou.

- Não.. não pare... ohhhhhhh!", Christy choramingou.

- "É isso aí, baby. Continue gozando para mim", Reggie sussurrou no ouvido de Christy como ele continuou sua ministrações.

Reggie brincava com ela como um brinquedo, divertindo-se com os reflexos que induziam Christy ao clímax. Ele manipulava Christy como a um fantoche. Reggie, o mestre de marionetes, puxando as cordas sem piedade da esposinha branca de Dave..

Reggie se aplicava masturbando Christy para fazê-la desfrutar de suas sutilezas.

Por que deixar que ela se perdesse dele se ele facilmente a fazia ter mais orgasmos? Dave não estaria de volta por duas semanas. A situação era perfeita.

Ela se recuperou de um orgasmo e olhou para Reggie com belos olhos azuis.

- "Ok, por favor, pare", Christy implorou.

- "Eu sou casada e isso é errado."

Tinha que haver alguma faísca de compaixão dentro dele, ela pensou.

Mas ele não parava.

- "Oh, não, por favor ... não, não", exclamou Christy.

Seus olhos se tornaram sonhadores, a tensão cresceu, e ela deixou os dedos de Reggie trabalhar em sua bucetinha sem impedimentos novamente.

Com Christy paralisado por outra onda de prazer, Reggie puxou sua cueca.

Christy estava no meio de um intenso orgasmo quando Reggie tirou a mão da sua bucetinha e despiu-se, Seu fantasticamente grande pinto apontando para fora de seu corpo musculoso como um personagem de desenho animado. Puxando-a para a beira da cama e agarrando os joelhos de Christy, Reggie abriu suas pernas para melhor acessar a flor delicada entre elas. Gentilmente, Reggie separou seus lábios vaginais macios e rosados, abrindo com seus dedos pretos a sua rachinha de entrada . Ele a deixara tão sensível que ela não protestou.

Antes de Christy recuperasse seus sentidos para resistir, Reggie se posicionou em sua entrada saturada pelos seus líquidos vaginais.

- "Você pode usar um preservativo para mim neste momento? Dave Tem camisinha que você pode usar", disse Christy enquanto Reggie acariciava seu clitóris sensível com a cabeça de seu pênis, preparando para a entrada.

Christy ela queria qualquer coisa que diminuísse o contato íntimo com este homem horrível. Até mesmo uma barreira de látex fino impediria o contato completo de seus órgãos genitais e era melhor do que nada, ela pensou.

Reggie nunca usou preservativo. Mas ele sabia que não havia nenhuma maneira do preservativo de Dave caber em seu órgão másculo.

- "Desde que faça o que eu digo agora e pedindo tão carinhosamente, eu posso usar um preservativo de Dave nesse momento. Mas somente se você coloca-lo em mim", disse Reggie.

Nervosa Christy concordou, mas se atrapalhou para abrir o pacote. Enquanto ela somente via Dave colocar os preservativos, ela nunca tinha colocado um no pênis de um homem.

Reggie moveu-se para cima e se ajoelhou sobre o peito de Christy, deixando sua carne grossa e preta quase atingindo seu bonito e pequeno nariz.

Christy nervosamente tentou fazer com que as membranas elásticas de um das camisinhas que Dave, mantinha para seu uso, cobrissem o pênis de Reggie.

Mas as camisinhas que facilmente se encaixavam em seu marido não chegavam nem perto de encaixar no pênis de Reggie.

Christy não pode deixar de notar como era grosso e firme o pênis quente de Reggie que sentia em suas mãos. Foi difícil, mas a pele estava macia e suave ao toque. Grandes veias. Parecia que elas poderiam estourar com seu eixo escuro.

Nesse momento ela mesma se repreendeu:

Como podia essa coisa indesejável e revoltante que tinha sido, a contragosto, colocado nela tantas vezes, lhe parecer ser tão atraente para ela?

- "Eu avisei a você que não caberia, Baby. Eu ainda não encontrei preservativo pro meu tamanho ", Reggie provocou brincando.

Ele teve que se ajustar, ela pensou.

Reggie observava os brilhos que partiam dos anéis de noivado e casamento de Christy em seus dedos alvos e delicados, freneticamente manipulando seu pau titânico na vã esperança de fazer com que a pequena camisinha lhe servisse.

- "Eu não posso esperar muito mais tempo, Baby", alertou.

- "Por favor, Reggie. Eu estou quase conseguindo", suplicou Christy nervosamente.

Reggie moveu seu pênis - comparável em tamanho com as estrelas pornô bem dotados como John Holmes, Peter North, Ron Jeremy ou apenas preto - longe do rosto e das mãos de Christy e o dirigiu de volta para a sua bucetinha.

Christy entrou em pânico quando o pênis de Reggie fugiu do seu alcance.

Com seus dedos, Reggie separou seus lábios vaginais e encaixou a cabeça do seu pau em sua deliciosa abertura.

Christy deixou cair a camisinha inútil em algum lugar no chão quando Reggie começou a penetrar dentro dela.

"Owe ... por favor, oh ... não ... você é muito grande! Oh!" Christy exclamou sentindo seu órgão grosso e incrível deslizando pelas suas carnes apertadas, alargando suas paredes vaginais para aprofundar em seu interior.

- "Hush, vai ficar tudo bem. Você vai aguentar um pouco mais de pau, Baby", Reggie disse e empurrou mais um pouco do seu pau nela com um cuidado adicional para que bucetinha dela se adaptasse e não sofresse mais do que devia para recebe-lo.

Mas Reggie se entretinha vendo as expressões de desconforto no rosto de Christy, por estar sendo obrigada ao coito com aquele homem negro imenso, vendo-a torcer os lençóis com seus punhos crispados para aguentar a sua lenta penetração.

A comprida e grossa vara preta de Reggie fazia contato com lugares dentro dela que o pinto de Dave, seu marido, nunca tinha ido antes.

"Owe, dói, dói, por favor, oh, não põe mais", Christy choramingava entre lágrimas.

"Aguenta um pouco mais para mim, bebê. Nós estamos quase lá", Reggie repetia.

Com seus músculos vaginais ajustado à grossa vara preta, a dor de Christy diminuiu, mas ela desejou que Reggie gozasse rapidamente e a deixasse livre dele.

Mas ela já estava familiarizado com a rara habilidade de Reggie,

Dave falava que não conseguia controlar seus orgasmos.

Mas Reggie poderia controlar por horas sem gozar enquanto ele queria. Seus testículos do porte de bolas de golfe produziam tanto esperma que seu gozo era como um jorro de esperma quando ele finalmente descarregava dentro dela; e para seu desgosto, após uma breve recuperação, ele estava pronto para recomeçar novamente.

Se apenas Dave não tivesse deixado esse monstro tarado se mudar para sua casa.

Reggie astutamente lia as emoções de Christy. A cadela branca arrogante, apesar de gozar sempre, ainda não gostava de ser fodida por ele. Mas não tanto quanto antes. Ela iria se acostumar com um homem negro a não usar o preservativo quando ele a forçava.

Christy tentava ignorar as sensações proporcionada pelo pênis de Reggie, questionando para si mesma por que Dave fora para Amorillo e a deixara sozinha com Reggie.

Como ele podia ser tão estúpido e permitir que este estranho, homem negro, ficasse sós com sua esposa em sua casa? Era culpa de Dave isso que estava acontecendo, o abuso frequente e agora, ela nua e gemendo com o pênis de outro homem metendo nela.

Ela estava se tornando mais suscetível à técnica de Reggie.

- "Oh, Reggie, eu não posso ... não", Christy murmurou.

Reggie sorriu enquanto o corpo de Christy ficava tenso e sua bucetinha pulsava.

Ele poderia dizer que ela se cansara de lutar porque à cada dia ela gozava mais cedo do que quando começou transar com ela.

"Isso menina. Não lute mais. Deixe vir e goza gososo para mim"

Reggie disse e ele passou a meter a grossa vara nela sem parar.

Christy desistiu. Deixou de lado sua raiva e vergonha e uma vez mais se abandonou ao delicioso êxtase que aquele pinto grosso lhe proporcionava..

- "Eu vou gozar logo, Baby", anunciou Reggie .

Christy olhou nos olhos de Reggie e perguntou:

- "Por favor, tira pra fora, não goza dentro de mim."

Ele a surpreendeu. Christy sentiu a longa vara de Reggie sendo puxada para fora. Ela levantou-se sobre os cotovelos e o assistiu ejacular seu líquido branco e pegajosos por todo seu corpo.

Ela nunca viu um pênis ejacular tanto e de forma tão violenta.

Ele disparou potentes jatos de fluidos de fazer bebê em rápida sucessão como uma pistola semi-automática, chovendo sêmen no rosto, seios e em seu umbigo.

Reggie limpou o pau ao longo do clitóris ingurgitado de Christy, fazendo movimentos involuntários de coito.

"Não coloca novamente", Christy choramingou, com medo pela forma como ele estava perigosamente perto de entrar nela novamente com seu gozo residual ainda escorrendo dele.

Reggie correu a cabeça de seu pênis ao longo de suas dobras rosa, deixando um rastro de sêmen em toda a bucetinha de Christy, ciente de como ela permanecia excitada e receptiva.

Christy temia receber sua semente e engravidar.

Reggie esfregou seu gozo na pele lisa e branco de Christy. Ele pegou a poça de esperma de seu umbigo e a espalhou ao longo de toda a sua barriga, em seguida, procedeu-se para as mamas dela e esfregou a gosma escorregadia em seus mamilos eretos, antes de coletar o último dele em seu rosto e fazer Christy lambê-lo de seus dedos.

O ódio de de Christy por Reggie diminuiu um pouco temporariamente. Ela foi despertada com ele retirando-se dela desta vez como ela havia lhe pedido.

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Eles entraram no banho juntos; Christy olhava periodicamente o enorme pênis de Reggie que se mantinha flácido e a pausa no sexo permitiu que limpasse seus pensamentos. A Noite tinha chegado e Christy recordava-se: começando com Reggie a acariciando durante o trajeto para casa naquela manhã. Parecia que ela tinha ficado sob anestesia durante todo o dia de todo o sexo e orgasmos que ele a fez ter.

No chuveiro Reggie observava a corrente do fluxo de água para baixo na pele clara de Christy. Ele pegou a toalha e começou a banha-la. Suas atenções passou de sua buceta macia para seu cuzinho virgem e bonito e seus seios rosados. Sob o chuveiro, seu pênis enorme a tocou várias vezes. Felizmente, o pênis de Reggie permaneceu dormente, pendurado no meio do caminho para baixo em seu joelho e permitindo a Christy evitar uma nova relação sexual.

Reggie passava a toalha em Christy para seca-la, quando o telefone tocou. Ainda nua, ela respondeu, com Reggie a abraçando por trás, como um gorilão negro curvado sobre a mocinha branca, as mãos sobre seus seios, os acariciando, o pau dele, ainda flácido, encaixado entre o rego de sua bunda..

"Oi, Dave, como foi sua viagem para Amorillo", perguntou Christy.

Enquanto a conversa durava, o pau de Reggie foi se elevando entre as pernas de Christy que com monossílabos e muita dificuldades, respondia às perguntas de Dave que nem suspeitava que sua esposinha estava a ponto de ser novamente tomada pelo ‘amigo’ a quem ele franqueara sua casa.

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Reggie estendeu uma tanga e o correspondente sutiã rosa que encontrou no armário de Christy.

Eram roupas especiais que ela usava apenas para Dave.

"Coloca estes para mim", Reggie exigiu.

Ela não tinha escolha. Depois de deslizar sobre as roupas sensuais, ela foi ao seu closet.

"O que é você tá procurando?" Reggie zombou.

"Eu preciso pôr algo mais".

"Você não precisa vestir mais nada. Deus! Você esta com roupas suficientes. Você pode dormir assim com esta lingerie ou sem nada esta noite."

Exausta de um dia de sexo, Christy fui para a cama com a roupa interior que Reggie havia selecionado. As visões noturnas do pau de Reggie em sua bucetinha assombravam Christy durante seu sono profundo. Mas os mesmos sonhos voltaram no final da manhã, quando a jornada de Christy acabou num sono mais leve.

Em algum momento no meio da noite, ele deve ter se arrastado para a cama com ela. Christy acordou nos braços de Reggie, a mão em seu peito. Podia sentir sua enorme ereção contra seu quadril. Ela não podia dizer com certeza se eles tiveram relações sexuais desprotegidas durante a noite, mas a calcinha ainda estava nela e ela teria acordado se o fizessem.

Ela tinha dormido por mais de 12 horas. Christy cuidadosamente tentou se afastar para longe de Reggie sem acordá-lo.

Sua mão direita deixou seu peito e deslizou suavemenmte pela barriga firme de Christy.

Christy temia, onde a mão de Reggie podiam, eventualmente, ir; mas, ele parou no cós de sua calcinha.

Ele retornou levemente dormindo.

Christy permaneceu imóvel. Ela queria esgueirar-se para fora da cama, encontrar as chaves do carro e ir a algum lugar para ficar longe dele; mas onde?

Ela havia permitido que as coisas fossem muito longe e por muito tempo. Seu sexo com Reggie agora beirava ao consensual. Ela estava na cama com ele usando uma calcinha minúscula. Por Cristo, como é que ela deixara isso acontecer?

Christy se sentia presa. Ela adorava Dave e não queria ser tomada por Reggie nunca mais. E se ela engravidasse? Ela não tinha certeza de seu ciclo, e não sabia exatamente quando começara seu último período.

Ela tentou rolar lentamente ao seu lado sem acordar Reggie. Mas, Sua mão firme e não iria deixá-la escapar.

Ele estava acordado. Sua mão foi à tanga de Christy onde ela temia que ele iria.

"Eu não posso continuar fazendo isso com você, Reggie. Eu posso ficar grávida. Não me faça fazer sexo de novo", Christy implorou, com seus dedos em volta do pulso de Reggie tentando impedi-lo.

Mas a ereção matinal de Reggie implorava alívio.

- "Não se preocupe, querida. Vou tira-lo para fora quando for gozar", argumentou Reggie tentando convence-la, com seus dedos explorando suas dobras e localizando seu clitóris.

- "Por favor, Reggie, não", Christy soluçou.

Reggie sabia que as lágrimas iriam passar. A pequena vagabunda branca já estava ficando molhada para ele.

Ela se reprimia, mas seu clitóris amava suas carícias. Ele a fez calar seus gritos fracos com um beijo enquanto elevava sua excitação a masturbando.

Com cuidado ele mudou a tira fina de seda de sua calcinha para o lado, seus lábios brilhando abertos foram cuidadosamente esticados quando ele colocou a cabeça de seu pênis da entrada úmida do seu pastel de pelos.

- "Por favor, Reggie, não."

"Fique calma. Eu vou gozar fora, Baby".

As relações sexuais frequentes com Reggie nas últimas semanas lhe permitiram deslizar perfeitamente dentro dela com pouco desconforto para Christy agora.

- "Oh!" - resumidamente exclamou Christy enquanto Reggie lhe introduzia o portentoso e grosso músculo dentro dela.

Christy queria que os preservativos de Dave se ajustassem a Reggie, ainda inquieta sobre o contato direto, mas pela disparidade de tamanho, sabia que eles nunca se ajustariam ao calibre da vara de Reggie.

Christy começou a se acostumar com às sensações melhoradas de seu pênis descobertos em seu interior. Ela não queria que ele a penetrasse sem proteção, mas admitia, ainda que a contragosto, que se sentia melhor sentindo-o dentro dela sem preservativos. Reggie esperou por Christy ficar muito excitada e, em seguida, colocou o restante de seu pênis dentro dela.

- "Oh, não, Reggie", disse Christy.

Ela empurrou contra seu peito. Ela já estava gozando.

Ela se sentia muito bem agora com sua grande pica em seu interior sem preservativo. Ele alcançava áreas sensíveis dentro dela nunca dantes visitadas por dave.

A boca de Christy se crispava e seus dedos apertavam o peito musculoso de Reggie quando ela explodiu em euforia.

- "Oh, oh, oh," Christy gemia cada vez que o pênis de Reggie começava a gozar dentro dela, para enchê-la completamente.

Reggie se maravilhava com a sensação de enterrá-lo nela.

Christy estava passiva sob Reggie, instintivamente respondendo à presença de seu pênis. Mesmo negando querê-lo, sua bucetinha se contraía ritmicamente, como se estivesse tentando sugar cada gota do sêmen dele.

Christy aos poucos tornou-se complacente e receptiva para Reggie cada vez que ele gozava dentro dela, como se ele sabia que ela iria se acostumar e até ansiar pelo seu gozo. Poucas mulheres podiam resistir aos seus "talentos".

Mas fora Dave quem deixara Reggie entrar e fazer isso com ela. Reggie prometeu tirar o pênis para fora antes que ele gozasse, Christy racionalizada como sua excitação elevada. Ele enfiou a língua na boca dela e beijando-a enquanto ela estava começando a gozar.

Depois de um momento de indulgência Christy virou o rosto e disse:

-"Não", como se despertasse do sono e percebendo o que ele estava fazendo. Mas Reggie segurou seu queixo e forçou sua língua para trás em sua boca.

"Mmmph", Christy tentou falar.

Christy rendeu-se ao beijo. Ela estava no meio do orgasmo e seus órgãos genitais Já fluidos compartilhada, de forma que diferença fazia um beijo? Ela gradualmente aceitou a intimidade com Reggie.

"eu vou gozar. Você quer engoli-lo, Baby?"

Seria melhor engolir seu gozo do que tê-lo goza em sua bucetinha novamente.

- "Ok", Christy respondeu.

Reggie extraiu seu, pinto molhado longo dela.

Christy ficou de joelhos e colocou seus lábios ao redor da cabeça enorme, engolindo o creme rico e farto esguichando em sua garganta. Ela engoliu em seco e continuou enchendo a boca com o semente do amor de Reggie. Christy passou a língua para cima e para baixo do eixo de carne de Reggie do jeito que ele lhe ensinou, retornando para a sua cabeça para lamber o gozo residual ainda escorrendo para fora. Ela nem acreditava na quantidade de esperma que teve que engolir direto de pinto de Reggie, até ele cessar de gozar em sua boca. Ela que nunca engolira uma gota que fosse do esperma de seu marido.

Sozinha na cama, com Reggie no banho, Christy se perguntava quanto tempo isso poderia continuar. Reggie jamais iria deixá-la sozinha? Ela não podia fugir e não conseguia parar de se entregar a Reggie. Ela viu a camisinha rasgada e aberta que ela deixara cair na noite de ontem, ainda no chão. Dave poderia notar que estava faltando enquanto ele voltasse. Ela precisava substituí-la e encontrar um tamanho maior que coubesse em reggie.

Fazer sexo sem proteção com Reggie era como jogar roleta russa com uma arma totalmente carregada.

Ainda sem as chaves, Christy acompanhou Reggie para a cidade.

"O que você precisa comprar, hein?" Perguntou Reggie.

Christy explicou, hesitante:

"Eu preciso substituir o preservativo de Dave que tentamos usar ontem ou ele pode descobrir sobre nós."

Reggie sorriu dirigindo o carro de Christy. Ela estava reagindo exatamente do jeito que ele queria. O sexo frequente estava transformando Christy em uma vagabunda branca de um Negro.

"Eu sei para onde ir", disse Reggie Christy levando a uma farmácia que ele sabia na região.

Uma vez perto de seu destino, Reggie estacionou o carro de Christy no lado um par da rua, a uma de quadra da farmácia. Os dois caminharam o resto do caminho.

Christy não gostava desta parte da cidade. Rostos negros em todos os lugares olhavam para ela. Todo mundo conhecia Reggie e o cumprimentavam com entusiasmo enquanto caminhavam.

Uma vez dentro da farmácia, Reggie levou Christy aos contraceptivos.

Christy localizou a marca de Dave e depois procurou preservativos grandes o suficiente para caber em Reggie. Christy se viu em um dilema. Comprar preservativos para Reggie equivaliam consentir com o sexo com ele. Mas se ela não comprasse e Reggie continuasse a toma-la, ela poderia engravidar.

Christy puxou um da marca de preservativos de Dave da prateleira e os maiores para Reggie.

"Estas é o preservativo menor que temos e estas são as maiores que vendemos", o farmacêutico preto idosos comentou baixinho. Ele tocou-os e riu entregando-a de volta a caixa preta de preservativos Magnum XXXL para Reggie.

- "Eu aposto que eu sei pra quem estas são", ele riu vendo Reggie em pé atrás dela.

**********************************************************************************

Eles não tinham relações sexuais desde a manhã; sua mais longa abstinência de Reggie desde que Dave fora para Amorillo. Talvez Reggie finalmente estivesse cansado dela. Christy esperava que ele não encontrasse o caminho para sua cama esta noite.

Depois de algumas horas, com a amnésia de sono profundo, imagens eróticas dela e Reggie ocupavam o sono de Christy. Ela pensou que estava tendo um sonho molhado recorrente, mas acordou com Reggie ao lado dela e a mão dentro de sua calcinha trabalhando em seu clitóris. Enquanto estava inconsciente Reggie interpôs ela perto do orgasmo. Ela estava molhada e excitada.

- "Reggie, eu não posso continuar fazendo isso com você." Christy disse. Ela levantou os quadris para facilitar suas carícias, traindo a si mesma.

Reggie deslizou a calcinha de seda de Christy por suas pernas. Seu sutiã seguiu o mesmo caminho se perdendo em algum lugar na cama enquanto ela estava deitada completamente nua para ele. Pelo menos ela estava pronta para o que a esperava.

Ela entregou um dos preservativos Magnum XXXL para ele.

- "Para que é isso, inferno?"

- "Para mim, por favor, use-o", pediu Christy.

Reggie tomou o preservativo dela e jogou-o em toda a sala.

- "Sorry, Baby, Eu não uso isto. Eu quero sentir você, não algum pedaço de borracha."

Comentários

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19/09/2017 08:57:57
Bom demais. Me imaginei vivendo no lugar dessa Christy. A princípio uma sensação de repúdio pela violência e estupro. Depois, estranhamente, vai se tornando excitante. O mesmo que acontece com a personagem. Talvez pela forma de narrar, o clima criado. Parabéns. Não demore a postar o final... Venha me conhecer lendo o meu. Um beijo!
04/02/2016 15:53:08
fantástico. são contos assim que animam a gente a continuar lendo. um dos contos mais excitantes que tenho lido ultimamente. não só esse, mas todos os outros escritos por você. sou casado e adoro imaginar minha esposa vivendo situaçoes assim .....e agora com esses contos de cornos totalmente mansos, estou louco de exctiatção ---é uma delicia-meu email é, para quem quiser contato uma delicia esse conto adoraria que minha esposa participasse de contos extamente iguais a esses seus tbem... adoro isso tudo tenho fotos dela no sitehttp://socaseiras.com.br/galeria/casal-de-rio-de-janeiro_17731.html amigos que gostarem das fotos dela comentem comigo por email ou no skype abçs a todos

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