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Não foi graças ao futebol, mas comi outro cuzinho virgem!

Um conto erótico de William
Categoria: Heterossexual
Data: 31/08/2015 12:05:14
Última revisão: 10/09/2015 21:04:54
Nota 9.71

Não foi graças ao futebol, mas comi outro cuzinho virgem.

Meu nome e William. Esse e meu segundo conto de vários que irei relatar.

Vou me descrever para vocês, tenho apenas 21 anos de idade. Sou de Belo Horizonte – MG, 1,75 de altura, um dote comum, 18 cm mas bem grosso, não sou muito sarado mais tenho um físico bacana, cabelos escuros e uma boca que chama atenção, mesmo eu sendo branco, minha boca e de negro, herança do meu pai.

Eu nunca me achei um cara bonito, um homem comum, mas sempre consigo atrair alguns olhares femininos, mais o que eu tenho de positivo e minha ousadia, sempre fui pra frente e extrovertido e isso me fez ter várias experiências desde muito novo.

Meu pai faleceu quando eu ainda tinha 13 anos, era um negão muito safado, e me ensinou muita safadeza desde pequeno tanto que aos nove anos eu dei meu primeiro beijo na boca. E ele sempre me ensinava coisas novas por exemplo: Como pegar uma mulher de jeito, como fazer uma mulher ficar excitada apenas em um simples comprimento, meu pai manjava muito mais ele faleceu em um acidente de carro antes mesmo de eu conseguir perder a virgindade.

Meu pai era responsável pelo sustento da minha família, com seu falecimento eu, minha mãe e minha irmã mais nova passamos por diversas dificuldades. Minha mãe uma religiosa, vivia por conta da igreja, minha irmã tinha apenas 10 anos, então eu com meus 13 fui a luta para sustentar minha casa, trabalhando como servente de pedreiro, mas não larguei os estudos.

Quem leu meu conto anterior sabe que tive uma experiência maravilhosa com duas loiras perfeitas, onde graças ao meu time Atlético-MG tive um prazer inesquecível, se você ainda não leu esse conto, favor dar uma lida que o conto fará mais sentido e você terá um tesão triplicado.

Esse conto se resume basicamente em um dia, o dia que a Jaqueline, a irmã mais velha fez uma festa para comemorar seus 17 anos, eu ainda tinha os meus 15. Isabela a irmã mais nova começou a namorar um play boy de sua escola e com isso minha orgia tinha dado um basta, as vezes rolava com a Jaqueline mas o tempo era curto, pois eu trabalhava muito e não estava indo bem na escola por falta de tempo.

Era sexta – feira de manhã, antes de eu pegar minha bicicleta para ir para a obra que eu estava ajudando, eu estava pensando muito no presente que daria a Jaqueline no dia seguinte, pois ela era uma menina de alto nível e eu não estava com quase nada de dinheiro para a presenteá-la, até porquê gastava muito em casa e deixava de ter as minhas coisas para poder satisfazer as vontades da minha irmã.

De fato eu não podia aparecer lá sem um presente e sabia que teria gente da classe média alta, então eu precisava de uma roupa bacana e só tinha roupas batidas e sem graça, então sai pro serviço pensando o que fazer, e na hora do meu almoço liguei pra ela perguntando se ela queria me ver depois da minha aula, pois não iria na sua festa, ela começou a fazer escândalo pois queria muito minha presença, então abri o jogo pra ela, disse que não tinha roupa decente nem dinheiro para comprar um presente, então ela disse que não precisava de presente e a roupa por coincidência o namoradinho da Isabela tinha dado algumas que não usava pra ela, pois sabia que eu não tinha, só que ela me faria surpresa e me daria no dia da festa, mas com a minha quase desistência ela me antecipou as roupas.

Então automaticamente eu matei aula pra ir ver as roupas, eram umas 3 calças, 2 bermudas, 1 jaqueta de frio, umas 7 camisas, e um tênis da moda na época, tudo em ótimo estado, fiquei maravilhado com aquilo e nunca pensei em ter roupas tão boas, estava a sós com a Jaqueline e ela me fez desfilar com todas e de fato eu estava muito feliz com elas.

Depois desse desfile, foi inevitável mais uma transa entre a gente. Depois que transamos bastante fui embora muito satisfeito, fiquei horas me olhando no espelho com todas elas, estava parecendo mulher e verdade, mas um cara simples como eu e com roupa daquele nível, fiquei com uma auto estima nas alturas, quando me assustei já era 3 da manhã de Sábado e fui dormir.

Acordei as 6:30, e precisava pensar em algum presente, arrumar dinheiro ou alguma coisa, então eu ligo pro pedreiro com quem trabalhava e pedi um dinheiro emprestado, lhe expliquei a situação e ele me emprestou na boa, liguei para Isabela e pedi ajuda para comprar o presente, ela logo me disse que ela sempre foi doida para ganhar um ursinho de pelúcia e ninguém nunca tinha a dado. PERFEITO!

Comprei um Urso de pelúcia (pois era grande para me chamar aquilo de ursinho kkk), e comecei a me arrumar pra festa, eu definitivamente estava bem atraente com aquelas roupas, tênis da moda, calça de marca, coloquei uma camisa que valorizou bem meus braços, definitivamente estava me sentindo bonito e logo pensei que aquela festa seria a festa para mim.

Minha mãe e minha irmã ficaram abismadas da forma que eu estava, disseram que eu estava lindo. Na rua não foi diferente, o pessoal já começou a me elogiar, amigos e amigas, e seus pais, eu estava muito diferente, ninguém botava fé que aquele menino que só andava sujo e com roupas velhas pudesse estar tão arrumado.

Cheguei a tão esperada festa, e já estava cheia, logo reparei várias garotas bonitas, nenhum conhecido, e consegui chamar várias atenções, inclusive pelo presente de enorme embalagem que eu levava comigo, avistei primeiro dona Márcia que me olhou com cara de espanto e logo me disse:

- Meu Deus William, você tá um espetáculo menino, estou boba, ahh se eu fosse mais nova viu ?

Apenas agradeci sem graça, tinha muito respeito por ela, mas não pude deixar de notar ela naquele vestido preto, curtinho e aquele decote delicioso, ela estava pronta para me matar. Fiquei de pau duro na hora que ela me abraçou, eu tinha um tesão enorme por ela.

Cumprimentei logo em seguida Isabela e seu namorado, que fiz questão de agradecer pelas roupas, ele foi bem arrogante dizendo que não foi nada, ele iria jogar fora mesmo. Aquilo tirou minha autoestima, de fato não era fácil ser pobre no meio de gente que tenha dinheiro, pensei logo em entregar o presente e ir embora, mas veio a Jaqueline acompanhada com uma morena perfeita ao seu lado. Sério, fiquei bobo com aquela imagem linda.

Jaqueline logo me apresenta a ela:

- Nossaaaaa William, você está perfeito, essa roupa ficou ótima em você! Essa e minha amiga Marcela.

A Marcela me abraçou e deu um beijo no rosto e disse

- Prazer William, você está muito bonito mesmo.

Não consegui falar nada, apenas agradeci, e não parei de secar ela, descaradamente, Marcela estava em um vestido branco bem curto, ombros de fora, decote na medida certa, cabelos longos, pele lisinha e perfeita, com seus 1,66 de altura aproximadamente, com aquela cintura perfeita que deixa qualquer marmanjo babando.

Me desfiz um pouco do choque e entreguei o presente, ela ficou maravilhada, e todo mundo pode perceber a felicidade que ela ficou com o presente, ela foi guardar e a Marcela puxou assunto comigo:

- Nossa, que bom gosto você tem!

Eu logo disse:

- Tenho que concordar, estou conversando com a menina mais linda da festa e a maior prova disso.

Ela começou a sorrir e disse:

- Você acha?

- Eu tenho certeza!

- Você só está dizendo isso porquê e educado.

Ela estava me dando condição, a forma que me olhava e tudo mais, então em um ato de loucura eu a puxo pela cintura e lhe roubo um beijo, bem no meio da festa. E ela me corresponde, aquele beijo estava maravilhoso então eu paro e digo:

- Ainda acha que eu disse só por educação?

Ela ri bastante e me fala:

- Você e muito bobo, tem meninas mais bonitas que você poderia ter ficado.

Então eu disse:

- Estou com a mais bonita de todas, não quero saber de nenhuma outra.

Antes que ela falasse alguma coisa a beijei novamente.

A festa rolava solta, e eu e Marcela nós demos muito bem, Jaqueline aprovou, mas a Jaqueline bebeu um pouco a mais, sim ela era menor mas a mão não ligou dela beber, e logo o pessoal foi indo embora, de fato a festa não estava tão boa assim, mas eu estava curtindo minha morena, então ela foi no banheiro e a Jaqueline disse:

- William, quero agradecer seu presente no meu quarto tá? Deixei a janela aberta, se despede de todo mundo, de a volta e entre pela Janela.

Para mim, tudo perfeito, então logo a Marcela voltou, ficamos mais um pouco, e o pai chegou para busca-la. A Jaque piscou para mim e fui despedir das poucas pessoas que restavam e fiz o que ela falou, dei a volta e me deitei em sua cama para descansar um pouco.

Em meia hora ela chegou e já veio para cima de mim, fomos nos beijando intensamente e tirando a roupa um do outro de forma muito selvagem, de repente já estávamos pelados e eu não perdi tempo e a penetrei com muito vigor pensando na morena, e começamos aquele sexo intenso, ela me chamando de gostoso e eu penetrando sua buceta com maestria, do jeito que eu sabia que ela gostava, quando o inesperado aconteceu:

- Gente, vocês estão malucos?

Eu assustei na hora, mas era apenas a Isabela, Jaque foi logo dizendo

- Tá maluca sua vaca? Assim você me mata!

Ela começa a rir e eu sem cerimônia continuo o que estava fazendo, ela fica só observando e isso me excitava ainda mais, então pus a Jaque de quatro e continuei metendo forte e percebi que a Isabela estava com tesão e a chamei com dedo e ela veio, então eu disse em seu ouvido:

- Eu sei que está com saudades do seu macho, tira essa roupa agora que vou fazer sua irmã gozar e vou meter no seu cuzinho minha putinha gostosa.

Ela sem reclamar tirou a roupa e beijou minha boca enquanto eu metia forte na Jaqueline, só na buceta, estava muito gostoso, ela começou a se contorcer e gozou fortemente, caiu pro lado e apagou, a bebida e a gozada se juntaram para a derrubar. Não perdi tempo, com a rola lubrificada pelo gozo de Jaque já fui logo puxando Isabela pelos cabelos e a virando de costas e colocando em seu cuzinho que já tinha comido a uns tempos atrás, pus e fui metendo fortemente, ela rebolava gostoso e dizia que estava com saudades, e eu fui socando cada vez mais forte, falando bobagem no ouvido dela.

Então sentei sem tirar o cuzinho dela no meu pau e ela começou a sentar na minha pica, como tinha tempo que não comia aquele cuzinho, eu quase gozei com aquelas sentadas e tive que mudar a posição de novo, dessa vez pus ela de lado e continuei castigando seu cuzinho, ela olhava para mim com aquela carinha de anjo e eu metia cada vez mais forte e mais forte, então comecei a bater uma siririca pra ela enquanto metia em seu cuzinho, ela gozou em meus dedos e não demorou muito eu gozei também e inundei seu rabo.

Eu estava exausto, aquelas duas me cansaram de verdade, vesti minha roupa e a Isabela foi para o quarto dela, vesti um pijama na Jaqueline que parecia estar morta, cobri ela direitinho, e estava pronto para ir embora. Então pulei a janela de novo e quando comecei a andar e passar na frente do quarto de Dona Márcia ela aparece do nada na janela e fala:

- William, William, seu safado, entra aqui quero conversar com você!

Fiquei sem reação, passou muita coisa em minha cabeça, e nada era coisa boa, então entrei e ela disse:

- Eu gosto muito de você, mas você transar com minha duas filhas na minha própria casa? Você se despediu de mim e pulou a janela para se aproveitar de minha filha bêbada, não esperava isso de você.

Fiquei de cabeça baixa mas respondi:

- Ela que planejou Dona Márcia, me desculpe, não sei o que dizer.

Ela estava muito nervosa, mas comecei a reparar bem ela, ela estava de camisola, muito sexy, ela era muito gostosa, e

foi inevitável a minha ereção, e ela como uma mulher esperta como é logo reparou e disse:

- William, sério, não quero te ver aqui em casa mais, acabou a confiança, e mesmo depois de tudo você continua de pau duro, sério, some da minha frente!

Então eu disse

- Eu não estava de pau duro, mas a senhora vestida assim, foi inevitável, eu não vou voltar mais, mas estou assim por conta da senhora.

Ela disse:

- Por minha causa? O que tem demais em meu pijama?

Fiquei muito sem jeito e eu disse

- A senhora e muito bonita, e com esse pijama não resisti, desculpa, vou embora e não volto mais.

Ela então disse

- Espera, venha cá!

Cheguei perto dela e ela me abraçou, e disse que ia me perdoar, porque era um bom menino, e estando perto dela daquela forma eu disse em seu ouvido:

- Dona Márcia, a senhora perto de mim assim, e sacanagem!

Percebi que ela mordeu os lábios na hora, e fechou os olhos, um gesto inocente atiçou aquela mulher então não perdi tempo e comecei a beijar seu pescoço de leve, estava tomado de tesão e não pensei nas consequências até que ela disse:

- Para com isso menino, me respeita!

Ela disse mas não tentou desviar, então roubei um beijo, e ela prontamente me correspondeu, fui levando ela pra cama e a joguei, tirei minha camisa e cai por cima dela, estava muito louco, mas ela demonstrava estar gostando, então isso foi

me dando mais coragem, ela tentou falar alguma coisa e eu disse:

- Caladinha, quem manda nessa porra sou eu, você me provocou demais, agora vai levar rola para aprender a não provocar os outros!

Não sei o que me deu para falar isso, mas ela fez uma cara de safada, a danada estava gostando de ser domada por mim, então logo tirei aquele pijama e comecei a chupar todo o seu corpo, aquele corpo maduro mas muito lindo e conservado, eu me deliciava com cada pedacinho de seu corpo e dava cada linguada gostosa em sua buceta e percebia em sua feição seu sentimento de prazer, então quando ela se assustou puxei ela pelos cabelos e a levantei da cama com minha força e a fiz ajoelhar entre minhas pernas, ela entendeu o recado e tirou minha bermuda com a cueca de uma só vez e começou a me pagar um delicioso boquete, ela fazia aquilo com maestria mas eu já estava afim de meter, então a joguei de novo na cama e comecei o vai vem, com intensidade do jeito que eu gostava, e ela enfiou as mãos nas minhas costas e me arranhava a cada metida que eu dava e aquilo em enchia ainda mais de tesão. Pela minha falta de experiência na época, eu deveria ter aproveitado mais aquela puta para bater, e chamar de safada, mas como ainda estava novo, não aproveitei como devia aquele momento, mas continuei forte no papai mamãe, então eu a pus de lado, sem tirar o pau de sua buceta e continua metendo rápido e ela gemendo gostoso em meu pau, então ela gozou, mas eu não parei e continua no mesmo ritmo e ela foi entrando no clima de novo, fui metendo forte e rápido e ela de olhos fechados só aprovando meus movimentos. Então a puxei pelos cabelos enfiei ela por trás e fui devagarinho, engatado com ela pro banheiro, aquele banheiro onde tinha tirado o cabaço do cuzinho de suas filhas, naquele banheiro do quarto dela, eu estava querendo fazer o mesmo com a mãe, entramos no box e liguei o chuveiro e continuei metendo forte, debaixo da agua, estava uma delícia, aquela buceta me recepcionava muito bem então peguei aquele sabonete e comecei a passar em seu cuzinho enquanto metia em sua buceta, ela não questionou então segui em frente, então depois de muito ensaboar aquele rabinho tirei meu pau, ensaboei meu pau e ela percebeu minha intenção e disse:

- Ai atrás não William, nunca dei!

- Cala a boca, você queria rola, vai ter agora, suas duas filhas perdeu as pregas aqui, a mãezinha vai perder também!

Ela meio espantada disse:

- O quê ? Você comeu o cu das minhas filhas aqu.....

Antes dela completa a frase eu enfiei de uma vez só e tampei sua boca para não gritar, eu estava fora de mim e comecei a bombar bem rápido e ela tentando fugir, então parei um pouco e disse no ouvido dela:

- Relaxa esse cuzinho um pouco, você vai gostar, relaxa que faço devagar.

Ela foi se acalmando e contraindo pro meu pau entrar, e devagarinho fui bombando seu cuzinho e ela foi se acostumando e começou a rebolar de leve e eu fui aumentando as estocadas e massagear sua buceta e ela foi entrando no clima, a safada estava gostando e eu fui acelerando o ritmo mas não muito, e comecei a forçar mais um pouco e ao mesmo tempo eu fazia massagem na sua buceta e gozamos praticamente juntos, gozei pouco por causa da gozada mais cedo, mais enchi seu cu de porra.

Acabamos o banho sem conversar muito então ela disse:

- William, seu pevertido, que trepada gostosa!

Eu apenas beijei sua boca, vesti minha roupa e fui embora pela janela de novo feliz da vida.

Não falei nada com ela, não tinha o que falar, na verdade a ficha não tinha caído, não sabia como seria as coisas daqui pra frente, mas tem mais situações que eu quero contar aqui.

E sabe a Marcela? A morena deliciosa que dei uns beijos nessa mesma festa? Ela estará no meu próximo conto, então votem e comentem por favor.

Até a próxima!

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Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
20/03/2018 11:33:34
E gostosos comer mãe e filhas.
19/03/2018 10:37:47
Nota 10 parabens
24/09/2015 09:23:27
Gostei do conto, bem narrado e excitante. Desde a compra de roupas e a mudança da aparência, além dessas mãe e filhas safadinhas. Com tantas putinhas amadoras, a concorrência só aumenta. Rs. Nota dez e beijocas.
01/09/2015 10:12:27
Professora Ivana: Muito obrigado pelo comentário, eu já tinha lido seu conto fiquei honrado de ter lido o meu. Adelia: Eu já tinha lido todos os seus contos kkk, um melhor que o outro, de fato hoje eu tendo meus 21 anos não iria conseguir essa maratona de sexo, a não ser que eu não tivesse gozado, algo um pouco difícil pelo tesão do momento, e a " Márcia " acredito que era virgem sim, principalmente pelas conversas que tive com ela depois do ocorrido, não posso afirmar com certeza para você, porquê e como você disse, quase todas dizem ser a primeira vez. Obrigado pelo comentário.
01/09/2015 07:03:21
Delicia de relato. Só mesmo um jovem, na plenitude sexual para ficar com as garotas safadinhas e depois com a mãe madura. E essa Marcia com certeza, já tinha dado atrás. Só fez charminho, dizendo que nunca tinha dado. Eu também, sempre digo que é a primeira vez. Leia meu relato sobre meu primeiro anal (de verdade). Rs. Bjs.
31/08/2015 12:42:29
Muito bom




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