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Inevitável incesto - Parte Final

Um conto erótico de JDsempre
Categoria: Homossexual
Data: 11/01/2015 21:17:30
Última revisão: 03/03/2016 23:03:25
Nota 10.00

CONTINUAÇÃO:

Aquele sábado amanheceu com um céu belíssimo. Pude apreciar os raios de sol iluminando o quarto do meu papai Álvaro, e ele despertando, depois da maravilhosa noite que tivemos. Dei bom dia, seguido de alguns selinhos carinhosos e então começamos a conversar.

- Você vai esperar o Thomaz chegar?

- Não... Acho melhor não encontrá-lo aqui.

- Também acho...

- Tá doido pra traçar o pai, agora que já traçou o filho, não é?

Mesmo ainda com sono, Álvaro deu sua risada debochada e disse:

- Não é isso... Mas como você ia explicar sua aparição aqui, no mesmo final de semana que ele?

- É verdade. Mas aposto que a mulherada vai fofocar.

- Eu dou um jeito nisso.

- Bom, de qualquer forma eu vou, assim que eu tomar uma ducha e um bom café. Meu carro não está muito legal, então é melhor voltar pra cidade logo.

- Quer eu leve na oficina aqui da estrada?

- Não precisa. É só um barulho diferente. Acho que consigo chegar na cidade de boa.

- Então tá.

Demos um beijo, levantei, peguei meu roupão e fui escondido pro banheiro, tomar uma ducha, enquanto meu papai também ia tomar banho. Mal sabia ele que meu carro estava inteiro, mas que aquela desculpa de barulho diferente, fazia parte do meu plano. Queria dar um flagra nos meus dois pais safados! Como não sabia direito como as coisas aconteceriam, teria que contar com sorte e ter muita cautela.

Tomei um bom café da manhã e forjei minha partida, logo em seguida. Me recordei das várias vezes que fui àquele lugar meio que escondido, na minha juventude. Era estranho que eu visitasse a fazenda com tanta frequência, então tive que buscar locais escondidos em meio aos arvoredos para deixar meu carro e procurar pelo Álvaro, fosse no rio, fosse pelas plantações. Tivemos transas deliciosas, escondidas, correndo o risco de sermos flagrados a qualquer instante! Porém, isso nunca aconteceu. Tratei de forçar a memória e encontrar um dos atalhos que utilizava. Entrei por ele cautelosamente, andando em velocidade baixíssima e finalmente encontrei um bom esconderijo pro veículo. Caminhei até altura da porteira e fiquei escondido atrás de algumas árvores, esperando meu pai Thomaz dar sinal de vida. Levei algumas frutas, colhidas nas plantações da fazenda para me alimentar enquanto esperava.

Lá pelas 10h da manhã, avistei o carrão do meu pai adentrar a propriedade. Então era mesmo verdade! Não que eu duvidasse do caso que ele tinha com o Álvaro, mas, pela primeira vez, eu estava vendo com os meus olhos, meu pai adotivo chegar na fazenda para um encontro com meu pai biológico. Loucura! Tesão a mil. Me escondi e fiquei pensando "Tá, o que eu faço agora? Vou ficar rondando eles? Mas como? Que tiro no pé...". Por alguns segundos, pensei que não daria em nada, que não conseguiria presenciar porra nenhuma e era melhor ir embora assim que meu pai seguisse com o carro em direção ao casarão. Só que, para minha surpresa e felicidade, ele parou o carro no meio da estradinha, meio que encostado numa árvore. Desceu e então pude observá-lo. Estava lindo, usando uma polo branca agarrada no corpo, valorizando os músculos do braço, do peitoral e também sua barriguinha sexy de bear, e um shorts que mostrava bem suas coxonas e o desenho de suas deliciosas nádegas. Estava de óculos escuros, e estava bem com cara de quem ia aprontar alguma coisa longe de casa. Ele estava ligando para alguém no celular. "Será que é pro papai Álvaro?" Thomaz desligou o aparelho e encostou no carro.

Minutos depois, o Álvaro apareceu em seu cavalo, todo sorridente. Não dava pra entender direito o que falavam, mas deu pra notar que se cumprimentaram. O capataz desceu do animal e cumprimentou meu pai de criação com um aperto de mão e um abraço prolongado. Meu pau já estava mais que acordado em ver aquela cena! Álvaro continuou com um braço nas costas do papai e ele fez o mesmo. Foi então que consegui ouvir, bem longe, o que diziam.

- Vamos pro casarão! Daqui a pouco sai o almoço. - sugeriu meu pai Álvaro.

- Queria dar uma volta ali pelo manancial antes.

- Sei. - Álvaro abriu o sorriso maroto que só ele tinha - Quer matar a saudade antes?

Meu pai Thomaz também riu:

- Pode ser!

Os dois se olhavam sem tirar o sorriso dos lábios e se alisavam nas costas. "Puta que o pariu! Ele vão se pegar aqui mesmo!", pensei, feitou um voyeur enlouquecido. Mas não foi o que aconteceu. Thomaz foi caminhando na frente, enquanto Álvaro puxava o cavalo, em direção ao manancial. Dei um time e tratei de ir até o local, por um outro caminho que conhecia.

O barulho de água e de cigarras cantando se misturavam. Sorrateiramente, me aproximei do local no qual eu sabia que o o meu pai Álvaro sempre fazia seus "abates", e fiquei atrás de uns arbustos. Quase caí de costas quando por fim, pude presenciar a cena com a qual sonhei por 14 anos: meus dois pais, o biológico e o de criação, se atracavam num amasso selvagem! Suas bocas pareciam não se desgrudar, suas mãos deslizavam pelo corpo um do outro. Meu pai Thomaz ergueu a coxa direita na altura do quadril do papai Álvaro, que deslizou sua mão calejada com desejo por ela, indo pra dentro de seu shorts. "Isso é melhor que filme pornô", pensei, já com a mão dentro da minha cueca e tocando uma punheta pra aquela cena.

Depois disso, Álvaro abaixou o shorts do Thomaz, explorando suas nádegas com tesão. Caralho! Finalmente pude apreciar aquele bundão grande, durinho e, agora eu sabia, depilado do meu pai de criação! Os dois deixaram escapar alguns gemidos altos e arrancaram suas roupas, como se estivessem desesperados, depois disso.

Papai Thomaz era muito mais gostoso pelado do que eu podia ter imaginado. Meu pai Álvaro tinha toda razão ao dizer que eles tinham um tesão forte um no outro. Em seguida, meu pai Thomaz estendeu suas roupas uma ao lado da outra no chão, ficando em posição de frango assado. Álvaro deu seu sorriso malicioso que eu tanto adorava e então ficou de joelhos na frente dele. Meu coração estava disparado! Gozei litros naquele matagal só de ver meu pai biológico enfiando dentro do meu pai de criação, que se contorceu inteiro de dor e de prazer. Papai Álvaro fez seu delicioso vai e vem dentro daquele macho submisso, que não demorou nem um minuto, gozou igual um animal. O capataz tirou o pau de dentro dele, o beijou na boca e o lambeu na face e, enfim, também gozou, urrando alto. Deu pra ouvir o riso de satisfação de ambos quando papai Álvaro caiu em cima do papai Thomaz, e se abraçaram.

Saí dali, com parte da minha fantasia realizada, devolvendo meu pau já amolecido pra dentro da minha cueca. Então tive uma ideia mirabolante para concluir o resto da minha tara, e ainda conseguiria dar um susto naqueles dois safados. Voltei ao local onde estava meu carro, tirei ele do esconderijo e o levei de volta pra estradinha que levava ao casarão da fazenda. Acelerei e fui até o local. O carro do Thomaz estava parado ali fora, e então caminhei até a cozinha. Nunca vou esquecer a cara de espanto do Álvaro ao me ver ali de novo, mas nada foi melhor que meu pai de criação branco que nem trigo, com a minha presença ali. A empregada fofoqueira questionou:

- Ué, você não tinha ido embora?

- Tinha... Mas tive a impressão de ver meu papai passando de carro por mim e decidi voltar.

- Nossa, mas já faz tempo que o seu Thomaz chegou - provocou meu pai Álvaro - Por que você só chegou agora?

- Meu carro estava fazendo barulho, lembra? Tive que passar na oficina da estrada, como você tinha sugerido.

- Hmmm - respondeu ele, desconfiando.

- Puxa... - Thomaz pigarreou - Que bom te encontrar aqui!

Fui até ele, com um riso vitorioso no canto da boca e o abracei:

- Enfim nós juntos aqui nessa fazenda.

- Quer que eu esquente o almoço, Gustavo? - indagou a empregada.

- Nossa, eu perdi o almoço? Nem tinha visto que horas eram. Eu aceito sim!

- Eu vou voltar pro trabalho. - resmungou Álvaro.

- E eu vou tomar um banho! - disse meu pai Thomaz, ainda sem entender minha presença ali.

Comi como alguém que acaba de ganhar um prêmio. Quando fiquei satisfeito, pedi pra um peão selar um cavalo e fui atrás do Álvaro. Ele ficou visivelmente aborrecido ao me ver:

- Qual é a tua, filho? Quer que todo mundo descubra?

- Descubra o que? Que faço parte de uma família de promíscuos? - respondi, irônico.

- Você tá com ciúmes?

- Já te disse que não! Mas foi divertido ver a cara de medo do meu pai...

- Divertido? Agora ele vai saber que você vinha aqui e também vai saber que você passou essa noite na fazenda.

- Você vai contar?

- Como se precisasse! As empregadas vão fofocar e quer saber? Não vou fazer nada pra segurar elas...

- Melhor assim. Passei minha juventude inteira vindo aqui escondido. Tá mais que na hora dele saber. Fora que, isso dá um tesão a mais...

- Você é um pervertido mesmo!

- Ah, vai dizer que você não gosta de sentir um friozinho na barriga, hein? Esse medinho de que alguém descubra...

Álvaro riu, num misto de deboche e incredulidade:

- Você não tem jeito, Gustavo! E eu já saquei que você tá doido pra dar um pega no Thomaz... Você não tem medo... nojo, sei lá! Ele te criou!

Eu ri malicioso:

- Acho que não. Quero ver onde isso pode dar.

- Hoje? Aqui?

- Por que não? Ou isso vai estragar a festinha que você pretendia fazer com ele?

- Abusado! - debochou o capataz.

- Pense que vai ficar tudo em família... papai.

Aproveitamos que não tinha ninguém por perto e demos um beijo.

Voltei pro casarão sem dizer que havia visto o dois mandando ver à beira do manancial. Chegando lá, dei de cara com o meu pai Thomaz, agora de calça e camisa, conversando animadamente com um peão jovem e bonitão. "Safado!", pensei comigo. Ele ficou tenso ao me ver e o peão se afastou. Então começamos a conversar:

- Viagem a negócios, seu Thomaz?

- E não é? - perguntou ele, bem cínico.

- Negócio esse que você e a mamãe esconderam de mim a vida toda.

- Você não entende...

- Papai, essa fazenda é maravilhosa! É a melhor de todas e vocês sempre evitaram que eu viesse aqui.

- Mas você veio do mesmo jeito, não é? - perguntou, irritado, me dando as costas e indo pra dentro do casarão. Eu o segui:

- Ah, já te contaram.

- Contaram... Contaram inclusive que você era amigo do velho Tuco, ou seja, faz mil anos que você vem aqui.

- Faz, papai! E faz mil anos que eu me pergunto... por que vocês quiseram me afastar daqui?

- Pelas coisas que a tua mãe aprontava quando jovem...

- Com o Álvaro?

- Esse capataz abusado te contou? - Thomaz estava chocado.

- A vovó e as minhas tias sempre insinuaram, papai! Quando eu vim pra cá, foi somar como dois mais dois.

- Que vergonha! - exclamou papai, ficando branco de novo - E o que mais você sabe?

- Tem mais alguma coisa pra eu saber? - insinuei.

- Não que eu saiba - disfarçou.

Apesar da nossa discussão, a tensão sexual da minha parte estava latente. Sempre gostei quando meu pai, um homem aparentemente tão calmo, ficava nervoso. Sua respiração ficava rápida e seu peitoral gigante se contraía um pouco, o que era um movimento bem bonito de se ver. Eu o olhava no fundos dos olhos e ele correspondia. Saí dali, e lembrei que ainda estava gozado de ter assistido a foda daqueles dois garanhões e precisava de um banho. Em seguida, meu pau já estava em ponto de bala de novo!

Anoiteceu. Jantamos todos juntos, conversando como se nada tivesse acontecido. Álvaro foi o primeiro a se retirar, piscando pra mim, dizendo que tinha um compromisso. Parece que ele tinha aprovado a ideia deu seduzir meu pai Thomaz.

- Você vai ficar até quando aqui?

- Só até amanhã de manhã! Eu só voltei pra te fazer uma surpresa mesmo, papai. - respondi, com uma leve ironia.

- E conseguiu. - respondeu ele, com um riso igualmente irônico.

Depois de comer, fomos tomar um ar e caminhar um pouco. Eu já começava em pensar em sacanagem só de estar a sós com meu paizão. Para meu deleite, ele abriu alguns botões da camisa:

- Orra, ficou abafado! Nem parece julho.

- Culpa do homem, destruindo a natureza.

- Nem me fale! Isso aqui é um paraíso conservado no meio dessa selva de pedra.

Concordei. Ele então olhou para o seu celular e disse:

- Levando em consideração que estamos no campo, está tarde. Vou me deitar que amanhã cedo eu quero dar uma olhada em uns papéis e na propriedade, ver como tudo anda.

- Tá bom. Eu já vou também.

- Boa noite.

- Não. Eu passo te dar boa noite no seu quarto, daqui a pouco.

Thomaz franziu a testa meio sem entender e respondeu:

- Então tá. Não demore, se não já estarei no segundo sono.

Rimos e ele foi pra dentro do casarão. Eu não aguentava mais! Precisava seduzir meu pai logo de uma vez. Fui pro meu quarto, tirei minha roupa, coloquei só um shorts de pijama, desses largos que dão pra ver quando o pau está ficando duro, o que era meu caso, me enchi de perfume e fui até o quarto do Thomaz dar o meu "boa noite". Chegando lá, ele estava deitado, sem camisa, com um lençol por cima, até um pouco abaixo dos mamilos. Papai já estava cochilando quando me viu:

- Ah, você veio mesmo.

- Falei que vinha te dar boa noite, não falei?

Fechei a porta do quarto e me aproximei:

- Podemos conversar um pouco?

- Claro - respondeu ele, se mexendo um pouco. Vi que ele me deu olhada, como se estranhasse em me ver só de shorts. Afinal, não morávamos mais juntos, e já fazia algum tempo que ele não me via assim.

- Você e a mamãe não se amam mais, não é mesmo?

- O quê? - ele arregalou os olhos.

- Pai, eu já tenho 32 anos. Não precisa mentir pra mim.

- Bom, é que você me pegou desprevenido. Suas mãe estamos juntos a vida inteira e somos felizes como companheiros.

- Mas não se amam, não é?

- Que diferença isso faz? - ele parecia incomodado.

- Sei lá, me deu curiosidade. Você nunca pareceu se envolver com outra mulher - provoquei - mas imagino que já tenho tido alguns casos, não?

Thomaz chegou a pigarrear assustado:

- Não sei se eu quero falar disso com você, Gustavo.

- Qual é, pai? Sou gay, tenho cabeça aberta.

Tratei de me aproximar mais dele. Meu pau estava meia bomba e o shorts marcava bem o volume. Senti que ele deu uma olhada de soslaio, engoliu seco e respondeu:

- Tá, eu já tive e ainda tenho alguns casos. Satisfeito? Mas não vou dar detalhes do que eu faço pra você.

Parecendo uma criança emburrada, Thomaz se virou pra parede, de costas pra mim:

- Agora me deixe dormir e vá deitar também. Feche a porta do quarto quando sair.

O lençol branco e fino com o qual ele se cobria, revelava que estava só de cueca. Desafiando-o, sentei na cama e falei baixo, bem perto do ouvido dele:

- Do que você tem medo, papai? De me falar que você e eu somos iguais?

Tentando se fazer de apático, o coroa perguntou:

- O quê? Que bobeira é essa que você tá falando?

Toquei seu bração forte e deslizei até o antebraço:

- Eu sei de tudo, papai.

Ele deu um pulo na cama, mas segurei sua mão, tentado imobilizá-lo.

- Chega! Sai daqui antes que eu perca a paciência com você, Gustavo! - respondeu ele, tentando se livrar de mim.

- E o que você vai fazer... papai? - perguntei, desafiador - Hein? Vai me bater agora? Não me batia nem quando criança...

- Vai ver faltou isso pra você deixar de ser abusado!

Papai tentava se livrar de mim, se debatendo, mas eu o segurei com força pelos dois braços, e caí por cima dele. Depois, acabei ficando posicionado atrás dele, bem onde eu queria, e enrosquei minha perna direita na coxa direita dele.

- O que você tá fazendo? Vai bater no seu próprio pai só porque ele deu umas escapadas? Sua mãe também não é nenhuma santa!

- E eu não sei? E não, não quero bater em você! Quero que você faça comigo o que eu vi você fazendo com o Álvaro, lá no manancial.

- Mas o quê? - ele subiu o tom de voz, parecendo muito assustado.

- Fala mais baixo. Tá querendo que os empregados descubram tudo? Que eles saibam o quanto essa família é depravada?

O que parecia uma luta, na realidade, era um dos momentos mais sensuais e ousados da minha vida. Eu prensei o Thomaz e fiquei roçando o bundão maravilhoso dele, enquanto minha perna suava com o contato com o seu coxão peludo, que eu tanto desejei por anos. Soltei do braço dele por um momento e abaixei sua cueca, podendo contemplar sua bunda de perto e acariciar seu cuzinho vermelho e gostoso. Meu paizão tremeu, como se tivesse gostado. Abaixei meu shorts. Thomaz parecia indignado:

- Você tá maluco? Eu sou teu pai, Gustavo!

- Não... Você não é meu pai de verdade e sabe disso!

- Meu Deus, o Álvaro te contou! Por isso você tá me tratando como se eu fosse uma puta?

- E você não gosta?

Soltei o braço dele e comecei a explorar seus corpão peludo. Deslizei meu pé pela perna dele e senti que, aos poucos, ele deixou de relutar e foi cedendo.

- Isso não tá certo! Você pode me desprezar, mas eu te amo! Te amo como o filho que eu nunca tive! Você não tem meu sangue mas eu te criei, te eduquei!

Ouvindo aquilo, senti meu tesão louco se misturar com um carinho súbito e que, em alguns momentos, eu esquecia ter por aquele homem. Então o abracei encaixando meu pau em seu rego, ao mesmo tempo que o segurei pela cintura como quando o abraçava na infância:

- Eu também te amo, papai! E sempre vou te amar como pai! Mas eu preciso disso... Eu desejo transar com você desde a minha adolescência.

Pela primeira vez, desde que a nossa "luta" tinha começado, meu papai Álvaro virou a cabeça pra mim e me olhou nos olhos:

- Gustavo, meu filho... Então... vem!

Enfiei minha língua na boca dele. Foi um beijo sofrido, atrapalhado, e não era pra menos. 32 anos sendo pai e filho e, de repente, estávamos transando? É de surtar qualquer um. Mas conforme nossos corpos foram se encaixando, o Thomaz foi se soltando, nossas bocas enfim se entenderam, e pude saborear o melhor beijo de toda a minha vida. Ficamos de frente um pro outro. Nosso toque era intenso e meu papai, se antes relutou, agora parecia me desejar me acariciando com desejo e tocando uma punheta deliciosa pra mim. Explorei sua bunda e dedei seu rabinho de um jeito ousado e apressado. Ele gemeu profundamente, piscando o cu e mordiscando meus dedos com suas pregas. Pirei! Apesar da vasta experiência que ele aparentava ter com caras, seu rabo não era largo, risos!

Quando dei por mim, eu estava deitado de pau apontando pro teto. Thomaz então foi se sentando de frente pra mim, engolindo meu pau com sua bundona gostosa. Eu deveria ter feito uma foto desse momento... Meu pai, um autêntico muscle bear, sentando no meu pau, gemendo de prazer. Seu pau também estava duro. Era grande, depilado e circuncidado. Toquei uma punheta pra ele, ferozmente, enquanto o mesmo cavalgava em mim e se revelava:

- Vai, caralho! É isso que você queria? Então me fode, me fode forte!

E eu fodia. Meu corpo estava encharcado de suor. O dele não estava diferente, e eu deslizava a outra mão pelos seus pelos grudentos, o que me fazia gemer alto.

Thomaz confessou:

- Eu também sempre te quis! Eu sentia vergonha de mim mesmo, medo... Mas desde que você cresceu eu desejei você, meu filho!

- Então agora aproveita, papai!

Senti o gozo vindo a galope e então pedi:

- Deixa eu gozar no teu peito, papai!

- Deixo você gozar onde quiser, Gustavão!

Fiquei me sentindo um macho fudedor ao ouvir meu nome no aumentativo, risos. Fiz o Thomaz se deitar e sentei em cima dele, esfregando meu pau no seu peitoral peludo, gostoso e molhadinho de suor. Gozei litros, me segurando pra não gemer alto demais. Ao ver essa cena, meu papai também acabou se esporrando, mordendo a almofada pra abafar seus urros. Seus jatos quentes espirraram inclusive em mim, o que foi uma delícia. Peguei em seu pinto e o deixei todo melecado de porra até amolecer. A cena de ver aquele homão todo molhado de suor e de porra, sorrindo pra mim, nunca me sairá da cabeça.

Caí em cima dele beijando-o muito.

- Obrigado pela espanhola, papai!

Thomaz riu:

- Só pela espanhola?

- Claro que não... Foi uma das melhores fodas da minha vida.

- E da minha também. E olhe que não foram poucas!

- Que safado! - eu ri e dei uns tapinhas nele.

Nos beijamos mais um poucos e então ele disse:

- Quando você se assumiu eu senti tanto orgulho de você ter a coragem que eu jamais teria na vida. Sem falar no tesão, é claro! Uma vez eu vi você e um dos seus namorados se pegando no quintal de casa.

Fiquei espantado:

- O quê?! Achava que eu era o voyeur da família.

Rimos e descansamos. Acabamos dormindo juntos. Assim que amanheceu, acabamos trepando de novo.

Depois disso, voltei pra minha casa. No domingo, meu pai Thomaz também voltou pra casa dele. Seguimos a vida, tranquilamente. Meus encontros com ele passaram a ser recorrentes e me tornei amante do homem que me criou. Como somos famílias, não precisamos de pretexto algum pra nos ver, e eu já perdi as contas de quantas vezes ele já me chupou no carro. Sempre que temos a oportunidade, eu o enrabo, pois ele é somente passivo, seja no meu apartamento, seja na casa dele e da mamãe. Foda-se! O casamento deles é fachada mesmo... Tô pra conhecer um cara que supere o beijo de língua dele. Claro, nunca deixamos nosso relacionamento de pai e filho de lado, e passamos a nos respeitar muito mais depois de esclarecer as coisas. Minha mãe nem sonha com o que se passa, e acho que jamais terei coragem de dizer que sei que o meu verdadeiro pai é o Álvaro. Por falar nele, também o encontro de vez em quando, o que é maravilhoso. Eu sempre o amarei como pai e desejarei como macho.

Minha vida está marcada pelo tesão inevitável do incesto duplo que tenho vivido e estou feliz quanto a isso. Às vezes tenho vontade de fazer um menage com meus dois pais, mas... Vai que rola um ciúmes na hora? Risos.

Espero que tenham curtido mais uma história que, finalmente, pude concluir. Se alguém quiser me mandar um e-mail com alguma crítica ou simplesmente conversar à respeito dessas fantasias, me escreva: [email protected]

Comentários

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03/03/2016 23:04:45
Caro Plutão, fico feliz que tenha gostado da minha adaptação. O conto original foi publicado no extinto Site do Papai. Faz tempo que não escrevo contos, pois as obrigações da vida real estão complicadas, mas pretendo voltar em junho. Obrigado pelo apoio!
20/02/2016 01:18:14
Gostei muito da versão que fizeste. Lembro-me de ter lido o conto "Incesto na fazenda", só não me lembro de onde foi. Nao tenho visto contos teus, que são ótimos. Um abraço carinhoso, Plutão P.S.: Se ainda acessas o site, responde-me onde, exatamente, o conto foi escrito originalmente.
15/02/2015 03:37:54
Parabéns, JD! Adorei essa estória! Uma continuação é aguardada ansiosamente por mim e, tenho certeza, por muitos leitores! Um abraço!
04/02/2015 21:20:54
Muito bom...
12/01/2015 16:23:59
Ouviram o moço: todo mundo pedindo capítulo bônus com menage! Hehe. Mas é uma pena que não teremos histórias tão cedo... (e desenvolva logo esses projetos hein mocinho, quero saber o que essa cabecinha andou tramando hahaha).
12/01/2015 05:39:37
Que conto delicioso. <3 Pena que acabou, apoio partes bônus. E pode trazer novos contos, fico satisfeitíssimo. <3
11/01/2015 23:20:50
Olá, Oliveira Dan! Não teve o menage justamente pra deixar um gosto de quero mais. Se mais gente pedir, posso pensar no caso. Com esta, minhas histórias que estavam pendentes estão concluídas. Não vou prometer vir com novas histórias tão cedo, apesar de ter algumas coisas em mente. Agradeço o apoio sempre, amigo!
11/01/2015 23:00:04
(cortou o comentário...) JD, você pretende encerrar as histórias pendentes para começar novas?
11/01/2015 22:53:27
Saudade desse mistério todo entre família e das "chantagens" do filho filho hehehe. Só não entendi porque não teve um menage, já que todos se querem (fica a dica para uma parte bônus)




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