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EU, CASADA, INFIEL, COCAINÔMANA E VICIADA EM PORRA, MUITA PORRA! - (uma novela porno)

Categoria: Grupal
Data: 17/12/2014 19:37:55
Nota 9.50
Assuntos: Grupal
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Essa é a estória do meu casamento. Tudo começou, quando um dia, meu marido drogadaço, pediu, enquanto tínhamos relações sexuais, pra eu chupar os seus amigos. A partir dai, só transávamos fantasiando isso. Com o tempo a fantasia já não satisfazia nossos desejos sórdidos. Um dia, quando meu amor estava cheio de pó e álcool no sangue, transformado por sua tara química, na casa de um amigo nosso, me pediu pra eu chupar o cara, eu chupei! Claro que depois meu marido ficou revoltado, querendo terminar, mas fizemos as pazes, seguimos assim, eu chupando os amigos dele, nas festinhas, de vez em quando. O chato é que meu marido sempre se arrepende depois, enfim... Nossa estória começou a virar um vicio sexual pra mim, quando eu e o meu marido fomos a uma festa na casa de um amigo nosso, uma rave private em Angra. Meu marido disse que eu teria que me vestir um pouco mais comportada, porque teriam muitos amigos nossos lá. Mas eu conheço meu marido e sabia que depois de algumas bebidinhas ele ficaria com vontade de me mandar chupar alguém, coisa que adoro fazer, nem precisa mandar. O foda é que depois, no dia seguinte, às vezes até no mesmo dia, enfim... Quando meu marido fica sóbrio, ele fica querendo se separar, dizendo que eu não posso ver rola que já quero beber porra, é sempre a mesma coisa, aí eu digo que ele é quem sabe e no fim ficamos juntos, mas eu já disse isso. Sobre a roupa da festa, claro que não obedeci e coloquei um salto enorme, uma shortinho micro, coladinha no meu corpo e um top, pois adoro mostrar minha barriguinha sarada, tenho muito orgulho dela, chegando à festa, encontramos nossos amigos, deviam ter umas 80 pessoas. Chegamos e eu fui cumprimentar os amigos de sempre, os quais, alguns, eu já tinha beijado e chupado. Diego era o dono da casa e nos apresentou a um grupinho de conhecidos dele, eram uns caras cheios de correntes e pulseiras. Um deles, um cara forte e barbado, estava cheirando cocaína bem na nossa frente, sem ligar pra nada, eu que adoro cocaína fiquei toda eufórica, meu marido percebeu, lógico, eu não parava de olhar pro cara. Ficamos lá conversando algum tempo, foi quando meu marido disse que iria sentar com seus amigos, fiquei meio sozinha e comecei a conversar com duas meninas, até que surgiu um papo de cocaína, elas estavam dizendo que o cara que eu vi cheirando era muito escroto. Bebida vai, bebida vem, eu ia ficando com mais vontade de dar um teco, coisa que automaticamente me da vontade de chupar piroca, ao ver o cara da cocaína passar por mim, fiquei babando, bem soltinha e doida pra cheirar cocaína. Falei pra meninas que adorava cocaína e que faria qualquer coisa pra cheirar. Lógico, elas falaram isso pro cara. Fui dar um beijo no meu marido e disse que iria ao banheiro. Quando saí do banheiro dei de cara com o cara, ele me empurrou pra dentro, e disse:

- “Me falaram que você gosta de pó, você é uma vadiazinha cocainômana, né?”

Gostei da ousadia dele e respondi:

- “Se você bater uma pra mim eu sou o que você quiser.”

Ele rindo falou, botando o pau pra fora:

- “Eu bato uma pra você se você bater uma pra mim.”

Ele esticou uma carreira pra mim no mármore da pia, cheirei rapidinho e ele me mandou chupar o pau dele, me ajoelhei e chupei até ele gozar na minha cara. Foi de mais, nunca tinha visto tanto gozo sair de uma pica, foi maravilhoso, nem me lavei, só limpei o excesso com a mão e levei pra minha boca. Quando saímos do banheiro ele disse:

- “Se você quiser mais vai ter que chupar quem eu mandar.”

Delirei... Era o que eu queria ouvir, adoro ser mandada, ainda mais trincadinha, então eu disse:

- “É só você apontar e bater um tequinho que eu chupo quem for.”

Fico pensando como eu sou vagabunda, mas a culpa é do meu marido. O cara rindo falou:

- “Só ganha cocaína se chupar quem eu mandar e depois me mostrar à porra, antes de engolir.”

Dei uma de difícil e virei às costas indo falar com meu marido, que estava me olhando, ele, é claro, já sabendo que eu tinha feito merda, porque me viu saindo junto com o cara do banheiro, aliás, todos perceberam, bem, nem liguei, meu marido ficou com raiva e começamos a discutir, olhei pra trás e vi o dono do pó apontando dois homens que eu nunca tinha visto, fiz sinal com a cabeça que entendi. Eu estava furiosa, meu marido sabe que adoro chupar pica, que adoro cocaína, porra, eu já tinha ficado com praticamente todos os amigos dele que estavam lá, a mando dele mesmo, e ele com papinho de ciúmes, resolvi chutar o balde. Fui ao ouvidinho dele e terminei a discussão dizendo:

- “Hoje eu vou ser a Puta da festa, e o cara do banheiro vai ser meu dono, vou chupar quem ele mandar.”

Vi a cara de tesão e ódio do meu amor, adoro! Nem o deixei responder, fui em direção aos caras que meu fornecedor tinha apontado, me apresentei, bem putinha. Eles falaram que eu era linda, e modéstia parte, sou mesmo, pintou um silêncio entre eles e eu disse:

- “Eu posso chupar vocês?”

Não sou de meias palavras, falo na lata, eu gosto de ver a reação das pessoas. Um deles respondeu sem pestanejar:

- “Então fica de joelhos e chupa sua vadia de merda?”

Pela primeira vez fiquei sem reação, estávamos no meio do salão, eu não podia ajoelhar e chupar os dois na frente de todo mundo. Foi quando meu fornecedor se aproximou e perguntou o que estava acontecendo, porque eu não estava chupando os caras, eu disse:

- “Eles querem que eu os chupe aqui, na frente de todo mundo, meu marido tá logo ali, isso não vai dar certo.”

Meu fornecedor ficou puto e disse:

- “Você é vadia ou não é? Você faz ou não faz qualquer coisa por pó? Tô achando que você é só gogó... Fraquinha você hein... Quer cocaína ou não quer? Se não quer, mete o pé, porque tem um monte que quer.”

Balancei a cabeça dizendo que queria. Fiquei molhadinha na hora com a sua forma rude de falar, deixando claro que ele não estava nem aí pra mim. Agachei ali mesmo, no meio do salão lotado, abri o zíper dos dois caras e comecei a sugar aquelas picas com muita vontade, não queria ficar sem cheirar e muito menos desapontar o meu fornecedor. Estava eu ali, chupando os caras na frente de todo mundo, e o meu fornecedor falou:

- “Enquanto você estiver com picas na boca não vai te faltar cocaína.”

Fiquei maluca, não conseguia mais ouvir ninguém revezava entre as duas picas, em pouco tempo apareceu outra pica e fui chupando, de repente se formou uma rodinha, levantei, tirei o top e o shortinho, ficando só de fio dental e saltos, me ajoelhei novamente e comecei a chupar mais picas, tinham umas 20 picas ao meu redor, uns filmando no celular, outros tocando uma, eu não largava as picas, pedi pra todos gozarem em cima de mim, na minha cara, boca. Um cara disse que não queria só boquete, puxou minha calcinha pro lado e foi me enrabando no chão. Ele me batia na bunda, segurava meu cabelo mostrando meu rosto e dizendo palavras chulas, enquanto isso, meu fornecedor filmava tudo no celular batendo uma. O cara que comia o meu cu disse:

- “Essa Patyzinha é uma puta.”

Deixei ele me enrabar até cansar, ele gozou nas minhas costas, tirou meu fio dental e saiu comentando com o amigo que iria guardar de recordação por ter me enrabado. Achei meu short e meu top e fui ao encontro do meu marido, eu andando, toda gozada, com um salto enorme, rebolando meu rabo naquele micro short, reparei as mulheres me olhando com raiva, umas puxavam seus namorados, outras brigavam com eles enquanto eu passava. Meu marido me viu e me levou ao banheiro, quando íamos entrar o meu fornecedor apareceu e se meteu na nossa frente dizendo:

- “Deixa essa puta comigo seu corno, ela tá merecendo um teco enorme.”

Meu marido fez cara de quem não gostou, mas entubou. Entrei no banheiro, eu e o meu fornecedor, me olhei no espelho, eu estava com a cara, o cabelo e o corpo todo grudado e melecado de porra, meu joelho estava todo machucado de tanto ficar ajoelhada, mesmo assim, pedi pra ele bater uma pra mim, ele esticou um teco enorme, o qual eu cheirei de uma só vez! Voltei a me olhar no espelho, orgulhosa de quem eu sou. Pra finalizar ele me mandou ajoelhar e começou a mijar dentro da privada, e no meu rosto, no meu cabelo, na minha boca, quando terminou, mandou eu sacudir o pau dele e limpar com a boca as ultimas gotas de mijo. Meu fornecedor abriu a porta, jogou um saquinho de pó pra mim e saiu, meu marido entrou e me viu ali ajoelhada, toda mijada e gozada e falou:

- “Vamos embora, agora não da pra conversar com você, mas amanhã terminaremos”

Fomos embora, hoje sou apontada na Faculdade como A VAGABUNDA da festa do Diego, mas eu nem ligo, meu marido chorou muito, tentou terminar, mas não conseguiu, estamos juntos e nos amamos. Ahhh!!! Fiz uma tatuagem pra ele nunca mais esquecer com quem se casou. Tatuei dentro da marquinha do meu fio dental, em letras pequenas pra caber naquele micro espacinho que fica coberto pelos meus biquininhos e por minhas ínfimas calcinhas: “sou puta, pode socar. MAS GOZA NA MINHA CARA!”. Meu marido faz doce, finge que não gosta do meu jeito exibido de ser, que minha tatuagem foi muita falta de respeito com ele, mas sempre em nossas relações sexuais fica falando que eu sou só uma vadia que da pra outros caras. Ou seja, ele gosta muito de ser casado com uma puta sem vergonha. Sei que ele me ama muito e nunca vai conseguir me deixar.

Uma semana depois da festa do Diego meu marido resolveu que faríamos uma viagem romântica pra Jericoacoara, ele reservou uma pousada e lá fomos nós. Quando chegamos à pousada, no quarto ao lado ao nosso, haviam uns caras maus encarados, e pra entrarmos tivemos que passar por eles. Fui devorada pelos olhos deles, eu estava com um shortinho minúsculo, todo enfiado no meu rabo, marcando minha micro calcinha que só cobria minha tatuagem nova. Meu marido ficou meio constrangido, pois eu me visto de forma muito vulgar. Passei encarando os caras e olhando pra dentro do quarto deles, foi quando eu vi um deles cheirando cocaína com um copo de uísque na mão, o filho da puta me viu olhando pra ele e fez questão de passar a mão no pau rindo pra mim. Quando entramos no quarto meu marido foi logo falando que essa era uma viagem romântica e que não era pra eu aprontar nada. Pra se garantir, ele sabendo que adoro cocaína me disse que ia tentar comprar, pois não queria que eu fizesse “amizade” com os vizinhos, e saiu na missão. Enquanto meu marido via se conseguia comprar cocaína pra mim eu fui tomar banho e me trocar, demorei muito no banho, me masturbei três vezes pensando nos vizinhos e depois ainda fiquei um bom tempo me arrumando, experimentando os shortinhos brancos que eu havia comprado pra estar sempre bem piranha. Quando eu saio do banheiro, vou me pentear na janela e vejo o meu marido dando um dinheiro pra um cara mal encarado, eles se despedem e meu marido entra na pousada. Chegando ao quarto, meu amor me disse que à noite um cara iria trazer meu pó. Não me segurei e falei sem pensar:

- “Eu vi você falando com um cara lá fora, cara de mau, né?”

Meu marido respondeu:

- “Não inventa, porra! Essa é uma viagem romântica.”

Respondi:

- “Só se você pedisse eu chuparia ele, te amo amor!”

Meu marido fez cara de merda e falou que ia descansar um pouco. Quando foi à noite saímos pra beber, eu com um shortinho branco ínfimo todo enfiado marcando a calcinha e um top mostrando meu pearcing no umbigo, bebemos muito, muito mesmo, quando estava embriagada o cara de mal ligou falando pro meu marido que estava com o cocaína pra gente ir pegar na casa dele, então pedimos a conta e fomos, chegando na casa do cara ele me comia com os olhos, pegamos o cocaína e voltamos pra pousada, no nosso quarto, fudemos muito cheirando cocaína, eu imaginava-me chupando o fornecedor e quando fui bater outra deixei o pó cair, eu muito doida, mas sabendo que o meu marido também estava, falei:

- “Fudeu, desperdicei o pó todo. Deixa eu ir na casa do cara que vendeu, eu chupo ele, bebo um pouco de porra e trago mais cocaína pra gente.”

Meu marido ficou meio puto, mas como estava bêbedo e cheio de cocaína nas ideias disse SIM! Mas fez questão de dizer que era sé pra eu chupar, nem deixei meu marido terminar de falar fui logo puxando a calcinha até ficar socadinha na minha bunda coloquei o shortinho, um top e fui pra casa do cara, peguei o carro e parti. Chegando lá, bati na porta, o cara abriu a porta, ele estava com dois amigos na casa dele, falei que queria conversar com ele, e disse que tinha desperdiçado todo o pó que compramos, mas que se ele me desse mais eu chupava ele até ele gozar na minha boca, ele rindo disse que se eu o chupasse na frente dos amigos dele ele me dava toda a cocaína que eu quisesse. Eu prontamente aceitei. Adoro ser mandada. Ele sentou no sofá e os amigos dele me olhando, eu sentei no colo dele e comecei a beijar ele, fui beijando passando a mão na pica dele quando senti o mastro fiquei assustada, fiquei de pé, tirei o shortinho, fiquei só de fio dental bem socadinho, na frente de todos, me ajoelhei empinando bem a bundinha pra todos se deliciarem, botei o mastro do traficante pra fora e falei:

- “Me dá Porra, eu quero beber sua porra pra ganhar cocaína.”

Comecei a chupar ele e fiquei rebolando a bundinha pros outros verem, enquanto eu chupava aquele cacete, eu ficava tão molhadinha que escorria minha baba de buceta por entre minhas pernas. O trafica, enquanto eu o chupava, bateu uma carreira pra mim e falou pra eu cheirar, levantei e cheirei com uma mão enquanto com a outra eu punhetava o cacete dele, os outros dois começaram a me alisar e enfiar os dedos na minha bucetinha toda molhadinha, eu de quatro chupando o aquele cacetão e levando dedadas, olhei pra ele com seu pau na boca e disse:

- “Não aguento mais, mete no meu cuzinho, por favor.”

Ele me colocou de quatro no sofá, chegou minha calcinha pro lado, deu uma cuspida no meu cu e meteu o cacete todo de uma só vez, fechei os olhos durantes alguns segundos, quando abri, estavam as duas picas dos outros dois na minha frente, fui colocando elas na boca, ora uma, ora outra, enquanto o trafica me socava, ele parecia um animal me fodendo, ele me fodia enquanto eu revezava a boca entre as duas picas a minha frente, depois de muito tempo sendo enrabada e mamando muito os outros dois, o trafica quis comer minha bucetinha, eu disse que não daria porque buceta qualquer uma dá, mas que meu cu ele podia arregaçar o quanto quisesse e que eu ainda beberia toda a porra que eles quisessem me dar. O trafica rindo disse:

- “Quer dizer que tu gosta é de ser enrabada e de ficar com a cara branca de porra, né sua Puta?”

Eu respondi que sim mexendo a cabeça sem tirar o pau que eu sugava da boca. Então ele mandou os dois saírem da minha frente e me colocou sentada no sofá, me deu uma tapa na cara e disse:

- “Vou tirar sangue desse cu sua vagabunda!”

Mandou-me cheirar mais cocaína, pra eu não reclamar. Eu dei outro teco e ele ficou passando cocaína no meu cu com os dedos, enfiando pó no meu rabo, quando eu estava com o cu todo dormente ele meteu com tanta força que eu comecei gozar muito, sem parar, ele tirou o pau do meu cu e gozou na minha boca, seus amigos também me enrabaram e gozaram na minha cara, fiquei cheia de porra na cara, toda melada, ele me deu um papelote e disse que seu precisasse de mais era só voltar lá. Coloquei minha roupa e saí, fui direto pra pousada, desnorteada, quando cheguei passei por um dos caras do quarto ao lado, ele estava sozinho na piscina, e me vendo toda sem rumo falou:

- “Que noitada hein? Cadê seu marido?”

Nem respondi, ajoelhei e chupei o pau dele até ele gozar na minha boca, não tem nada que eu goste mais na vida do que chupar uma pica quando estou trincadinha, dei um beijo nele e fui pro meu quarto encontrar meu marido, quando entrei ele estava com o pau pra fora batendo uma, ele me chamou de puta e mandou chupa-lo, nem falei nada e caí de boca no pau que amo. Ele disse:

- “Minha putinha, tem um dos caras do quarto ao lado lá na piscina de bobeira.”

Respondi:

- “Já o chupei também”

Meu marido riu e socou o pau na minha garganta me chamando de vadia sem valor. Entre uma golfada e outra eu disse:

- “Mas amor, se você quiser posso bater no quarto ao lado e chupar todo mundo, você sabe que quando estou trincadinha preciso chupar muitas picas”

Meu marido não se aguentou e gozou na minha cara me dando umas tapas e dizendo que eu sou só um esgoto de porra mesmo. Ele pediu o pó e bateu uma pra mim e outra pra ele. Cheiramos. Sem me lavar saí do quarto, toda gozada bati na porta ao lado, um dos caras abriu a porta, eu disse:

- “Eu quero chupar todos vocês até vocês encherem minha cara de porra!”

Ele disse:

- “Você é uma putinha mesmo!”

Ele prontamente me puxou pra dentro do quarto, seus amigos sabiam que eu sou uma puta, novamente caí de boca em outro pau, chupei o pau de cara até ele gozar na minha boca, parecia que ele não gozava tinha tempo, porque foi tanta porra que até com o pau atolado na garganta, ainda assim, escorreu pelos cantos da boca, comecei a me limpar com a mão e chupar os dedos melecados pra não deixar perder nada, engoli tudinho, com todos vendo-me lambuzar todinha com a porra dele, logo todos me atacaram, um deles tirou meu short e minha calcinha e quando viu a tatuagem que eu tenho na marquinha, ficou incrédulo e leu pra geral:

- “Galera, olha o que essa puta tem tatuado no rabo”

E leu pra eles:

- “Sou puta, pode socar. MAS GOZA NA MINHA CARA!”

Os caras não acreditaram, um a um vieram ler pra ver se era verdade, a coisa perdeu o controle, era um tal de tapa na minha cara, cuspidas, socadas na minha garganta, no meu cu, eu batia punhetas, eles gozavam na minha cara, no meu cabelo, na minha boca, cheirávamos cocaína, a orgia seguia sem fim, foi quando meu marido entrou no quarto e falou:

- “Meu amor, agora você tem muitas rolas pra chupar e gastar sua onda.”

Todos riam. Nessa hora um cara apertava o bico dos meus seios, eu chupava outros, mamava feito uma vadia todas aquelas rolas, acariciava os sacos, logo vinha o próximo a meter em minha boquinha, agora eram nove machos deliciosos e eu, a fêmea mais puta e louca por rola e pó que pode existir, fiquei batendo punheta, chupando e levando rola, senti outro jato de porra em minha boquinha sedenta, era delicioso ouvir os gemidos de gozo deles, eu estava maluca, comecei a lamber um saco de um cara que despejou uma boa quantidade de porra na minha cara, um a um todos gozaram, todos estavam ansiosos por verem o leitinho jorrando em mim, tal minha tatuagem pedia, as porras desciam pela minha garganta, mas deixava que escorresse um pouquinho pelo canto da boca, um cara passou o dedo e colocou em minha boquinha! Que delicia! Ele disse:

– “Bebe mais cachorra, bebe porra puta!”

Essas palavras me enlouqueciam, eu mostrava a porra em minha linguinha e engolia tudo. Passei a língua pelos lábios e lambi toda a porra que escorria. Depois de beber a porra de nove homens, Meu marido se masturbando disse:

- “Eu não aguento, vem cá!”

Abaixei e ele gozou direto em minha boca, muita porra, bebi direto de sua pica, não dava tempo de colher tudo, engolia um pouco e ele me banhava o rosto com porra quente, todos alucinados gargalhavam e gritavam, um cara apareceu com uma colher e recolheu a porra que pingava do meu rosto e me ofereceu, bebi tudo. Continuaram a me foder e eu falei:

- “Só quero lembrar o seguinte, quando forem gozar, façam na minha boquinha ou na minha cara, hoje é minha noite e eu vou deixar os paus de vocês secos”

Fiquei de quatro e um meteu em minha buceta dedando meu cuzinho exposto, outro se deitou em baixo de mim e passou a chupar meus seios enquanto eu mamava outro. A putaria tomou conta de todos, e assim foi, todos me fodendo gostoso e eu gemendo alto. Senti quando um estremeceu socando na punheta e pulei nele terminando de bater a sua punheta, ele gozou em minha boquinha. Outro veio e despejou seu gozo em minha boca, era delicioso, eles vinham correndo as vezes já gozando e com porra nas mãos, bebia e lambia tudo. Outro veio gozar em minha cara, não fez a menor questão de gozar em minha boca, espalhou porra pelo meu rosto inteiro, deixando-me suja e irreconhecível de porra, esse cara me deu uma gozada fantástica. Foi à vez de outro foder minha bunda alucinado me chamando de puta sem vergonha, fodeu com força, tirou a rola e socou em minha garganta urrando de prazer, a porra escorria pelos meus lábios, enquanto isso, se revezavam em minha bunda, eu já tinha perdido as contas de quantas vezes havia gozado deliciosamente, eles socavam gostoso suas pirocas na minha boca, no meu cu, na minha buceta, me batiam e me xingavam. Um deles ficou batendo punheta na minha cara, comecei a lamber suas bolas, enquanto outro metia em minha buceta, ele despejou em meus seios toda a sua porra acumulada, me virei pra outro e tomei no cu de quatro, que delicia! Meu marido veio de novo e pediu para chupá-lo, mamei sua rola e entre golfadas dizia que o amava. Gozei como uma louca, meu marido ouvindo meus gemidos chupando seu pau me deu seu leite mais uma vez, direto na boca, que delicia! Logo outro colocou a rola em minha boca, gozou uma porra já ralinha, mas quentinha. Um deles olhou pro meu marido e falou:

- “Cara ver um corno apaixonado liberando a sua mulher para assistir ela ser arrombada e toda gozada por tantas picar é demais!”

Meu marido estava irreconhecível, ele me ajeitou para outro comer minha bunda! O cara metia a rola no meu cu e falava:

- “Isso corno, ajuda, separa a bundinha dela, que vou arregaçar todinha.”

E continuou enfiando a rola que ia deslizando dentro do meu rabo, gemi e gozei sem nenhum pudor, era delicioso, confesso, ver meu homem, meu marido, se deliciando com minha bunda sendo arregaçada por tantos homens era gostoso demais, o cara que socava no meu cu já metia sem dó batendo em minha bunda, puxando meus cabelos, cuspindo em minha cara e me esbofeteando o rosto. Adoro apanhar! Trincadinha chupando rolas e tomando no cu então, nem se fala! Eu saltava feito uma cadela, outro veio e gozou em meu rosto, depois em seguida outro gozou em meu rostinho todo melecado. Já não conseguia mais pensar direito, eu só gemia muito e gozava feito uma cadela. Meu rostinho estava branquinho de porra que escorria pelos seios e barriga. Outro enfiou a rola em minha boquinha, mamei só um pouquinho, não conseguia parar de pular na vara que rasgava o meu cu, estava delicioso tomar no cu daquele jeito, logo ele se derramou em porra me chamando de puta, dizendo:

– “Toma vagabunda, toma safada, cadela como você tem que ficar branquinha de porra mesmo, todo dia, toda hora, toma sua égua filha da puta.”

Um cara gritou olhando pro meu marido

– “Abre o rabo dela corno, quero meter forte nessa piranha”

Ouvir essas coisas me deixava louca, gozava safadamente, meu cuzinho não tinha dono, me sentia uma piranha de zona, como naquela noite no salão da festa do Diego. Estava eu ali, levando rola dura e grossa no cu e banhada de muita porra. Todos se satisfizeram, já não aguentavam mais. Eu e meu marido fomos pro nosso quarto. Deitei-me com meu corpo todo melado de porra daquele batalhão de machos. Meu marido ainda me fez chupar o pau dele por um tempão falando sobre o acontecido e só depois dormimos.

É claro que no dia seguinte quando acordamos eu e meu marido tivemos uma briga, ele me chamando de vadia, dizendo que ia se separar de mim porque eu era muito vadia. Sempre perco a paciência, é obvio que ele me adora do jeitinho vadia que eu sou, se eu não bebesse tanta porra, de tantos homens diferentes, aí sim eu acho que ele me largaria. Fato é que não tenho saco pras crises morais do meu marido. Depois de gozar infinitas vezes me vendo satisfazendo outras rolas ele querer vir com esse papinho pra cima de mim, não cola. Virei às costas e fui tomar banho, saindo do banheiro coloquei meu menor biquíni, atochei um shortinho no rego e fui pra praia. Chegando lá eu me senti nas nuvens vendo o tanto de homens naquela praia, logo um dos nossos vizinhos apareceu e rindo perguntou-me em tom de deboche:

- “E o maridão? Deixou-te vir assim toda gostosa pra praia?”

Respondi:

- “Nem te conto, brigamos por causa de ontem, ele goza horrores e depois quer vir de merda, fala sério, se casou comigo, ou me banca ou pula fora, que se foda ele, eu vou mais é me divertir.”

O vizinho respondeu:

- “Entendi, pois então seus problemas acabaram por hoje, tô cheio de pó aqui, estou indo pra uma rave, se quiser ir, pica e pó não vai faltar pra você, quer ir?”

Levantei, empinei bem a bunda e falei:

- “Tô precisando de muitas picas e pó mesmo, ou eu bebo muita porra hoje, ou vou ficar depressiva. Hoje eu quero esquecer meus problemas e me divertir... Vai ter muita pica e pó mesmo?”

Ele deu uma tapa na minha bunda e disse alisando a rola:

- “Homens é pó não vai faltar nessa festa!”

Saímos andando, entramos no carro dele, ele esticou duas carreiras, ele cheirou primeiro e me passou a capa do CD. Depois deu cheirar ele tirou o pau pra fora e falou:

- “Você não se importa de ir chupando meu pau enquanto eu dirijo?”

Nem respondi, cai de boca e fiquei fazendo o gengival na rola, só quem cheira pó sabe que essa droga foi feita pra mamar rola. Ele demorou um pouco a gozar, mas quando gozou me entupiu de porra, como eu gosto muito de chupar rola, fiquei chupando a pica dele, mole mesmo, até chegarmos a rave. Quando chegamos meu vizinho foi conversar com uns caras e eu fui logo dançar rebolando bem a minha bunda, nisso dois homens começaram a dançar junto comigo, dai o clima começou a esquentar eles começaram a falar:

- “Nossa como você é linda e gostosa rebolando esse rabo delicioso!”

Eu que não tenho paciência pra xaveco, passei logo a mão na pica dos dois, por cima das calças e falei:

- “Linda eu sou mesma, mais sou bem mais vagabunda do que linda.”

Eles me puxaram pra um canto e começaram a passar as mãos por todo meu corpo. Ajoelhei-me no chão e tirei os dois paus para fora das cuecas, comecei a chupar bem gostoso. Um deles me colocou de quatro, começou a meter na minha buceta e eu disse:

- “Nossa que pica deliciosa, mete, vai gostosão”

Daí o outro pegou e começou a bater com a piroca na minha cara e perguntou:

- “Posso meter no seu cu?”

Eu respondi:

- “Se ficar pedindo não, ou mete ou não mete, detesto homem frouxo.”

E cai de boca na rola dele falando:

- “Me usem come quiserem, sou só uma puta mesmo, só sirvo pra beber porra de caralhos, quaisquer caralhos, pelo menos foi isso que o corno do meu marido me falou agora pouco.”

Ele tirou o amigo da minha buceta e começou a meter no meu cu que estava todo molhado pela baba da minha buceta encharcada. Comecei a gritar de tanto prazer, com um pau no cu e outra na boca, até que rapidinho eles gozaram em minha boca! Fiquei com um pouco de remorso, passei pelo cara da pousada, perguntei se ele podia me arrumar um pouco de cocaína pra ficar comigo, ele olhou pra mim e falou:

- “Vou ser bem sincero com você, não vou conseguir gozar agora de novo bicudo como eu estou, mas você é muito puta pra levar meu pó de graça”

Antes que ele terminasse a frase eu falei:

- ”Vem aqui comigo e mija na minha boca, o que você acha, vale um pouco de pó dar uma mijada na minha cara?”

Ele muito filho da puta falou:

- ”Já que tu é tão vadia vou chamar uns amigos pra mijar em você também.”

Eu falei:

- “Pode chamar quem quiser, se eles quiserem gozar também, tudo bem, eu sou só um esgoto de mijo e porra mesmo!”

Ele me deu um tapa na cara e me levou pro banheiro masculino, quando entramos ele falou:

- “Aí galera, vamos mijar nessa vadia aqui, e quem quiser pode gozar nela também, essa putinha faz qualquer coisa por pó”

Eu me ajoelhei, abri a boca e comecei a alisar os sacos que se ofereciam pra mim, meu vizinho foi o primeiro a mijar na minha cara, logo outros se juntaram a ele, era um tal de pica mijando e gozando em mim que até esqueci o remorso, fiquei ali por quase uma hora sorvendo mijo e porra, ajoelhada num banheiro sujo, gozei nem sei quantas vezes, quando acabei, peguei o pó e fui pra casa, feliz e com remorso, por ter me vingado do meu marido corno, que não sabe o que quer, peguei um taxi e fui mamando o taxista só pensando em fazer as pazes com o meu marido. Quando eu cheguei na pousada ele estava chorando, me abraçou e disse que me amava, mas sentia muito ciúmes, e claro sentiu o cheiro da porra e do mijo em mim, me olhou no rosto e me viu toda gozada e mijada e falou:

- “Amor, você não me alivia nem quando brigamos, você tá toda gozada e mijada, me diz ai quantas picas você serviu nessas quatro horinhas que você ficou fora?”

Alisei a pica dele que já estava dura e falei:

- “Amor, para de bobagem, você gosta que eu seja uma putinha suja, já tá até de pau duro, deixa eu te chupar e te contar quantas picas gozaram e mijaram em mim, sua putinha ficou ajoelhada dentro de um banheiro imundo sorvendo porra e mijo de todas as picas que quiseram fornecer”

E comecei a chupar meu marido. Passamos o resto do dia no quarto, eu cotando minhas safadezas e meu marido gozando muito ouvindo.

No dia seguinte fomos à praia em frente à pousada e ficamos bebendo uns drinks. Eu estava usando apenas um biquíni fio dental. Dois caras sentaram perto da gente, fiquei dando uns beijos bem safados no meu marido, com muita língua vazando pra fora da boca e olhando pros caras, fiquei me esfregando no meu amor e fazendo caras e bocas pros desconhecidos. Levantei e fui ao banheiro, quando voltei vi que os dois caras haviam ido embora. Voltamos pra pousada, me banhei e fiquei só de calcinha. De repente batem na porta, meu marido abre e era o trafica perguntando se queríamos mais cocaína, que delicia! Ele foi entrando sem ser convidado e a me ver só de calcinha se aproximou me dando um beijo no rosto, eu encostei meus peitinhos nele e comecei a falar besteiras no ouvido dele:

- “Eu tô louca pra chupar um pinto, quero beber leitinho.”

Ele tirou aquela vara grande pra fora e mandou que eu mamasse. Meu marido ficou puto, olhou na minha cara, bateu a porta e saiu. Falei pro trafica com a boca cheia de pau:

- “Goza rapinho que tenho que ir atrás do meu marido.”

Chupei por uns três minutos e o traficante encheu minha boca de porra, pedi pra ele deixar o pó e ir embora. Quando ele saiu atochei um shortinho no cu e sai correndo atrás do meu marido, o encontrei na piscina com cara de poucos amigos e falei:

- “Para de bobeira amor, ele já foi embora, veio só deixar um pouco de pó pra eu brincar com você.”

Meu marido falou revoltado:

- “Amor, eu te amo, mas assim não da, eu até aceito suas putarias, mas que seja de vez em quando. Porra! Toda vez que você vê um homem você tem que chupar o pau dele?”

Eu ri e disse:

- “Amor, eu te amo, mas você sabe que eu não posso ver pau!”

Ele respondeu saindo andando:

- “Me da um tempo, não sei se consigo viver desse jeito.”

Não entendo meu marido, sei que ele adora a vadia que eu sou, mas fica nesse misto de tesão e culpa, enfim, voltei pro quarto, tomei um banho bem demorado e coloquei uma blusinha curtinha, um dos meus milhares shortinhos atochados, uma tanguinha bem pequena, adoro, vagabunda que se presa só pode usar dessas. Sai e fui dar um rolé, chegando a praia encontrei alguns dos nossos vizinhos e ficamos de papo. Na verdade ficamos no maior amasso, os caras apertavam minha bunda, sarravam meus seios, apertavam suas picas contra mim, me virei de costas e esfreguei uma das picas no meio da minha bunda atochadinha naquele shortinho ínfimo que marcava muito a minha calcinha fio dental, era uma delicia, eu levantava na ponta do pé pra pica encostar melhor na minha bundinha, assim ficamos por um tempo, mas resolvi ir atrás do meu marido, antes de sair eles me falaram que estavam voltando pra rave. Andei uns passos e não acreditei no que eu vi, meu marido estava conversando com uma mulher, todo sorridente, todo se mostrando, peguei uma reta e parti pra cima dele falando alto e revoltada:

- “Que porra é essa? Quem é essa piranha que você tá conversando”

A vadia nem respondeu nada, virou as costas e saiu andando, eu segurei o rosto do meu marido e falei decisiva:

- “Acabou! Eu não sou igual a você, meu homem tem que ser só meu, não pode ficar se engraçando pra outras, meu homem tem que me ser fiel até na punheta, acabou! Vou procurar um homem que me banque, que me aceite como sou, sem as sua neuroses, preciso de um homem que só tenha tesão em mim e goste de me ver com vários outros, mas sem culpa, ou vingancinha. ACABOU!!!”

Virei às costas e fui embora andando revoltada, meu marido veio correndo atrás de mim e chorando falou:

- “Amor, não faz isso! Você é a mulher da minha vida, eu não tava fazendo nada, quem faz é você, para com isso e vamos conversar”

Continuei decisiva:

- “Não me chama de amor não, não tenho culpa de você gostar de me ver com outros homens, quem gosta e sente culpa é você, então que fique bem claro, homem meu não toca nem punheta pra outra mulher, se quer ficar comigo tem de ser sem ficar de gracinha pra mulher nenhuma, e muito menos com culpinha moral depois de ficar cheio de tesão de me ver sendo a vagabunda das picas, e para de me seguir, quero ficar sozinha!”

Acenei pra um taxi e deixei-o chorando na rua. Dentro do taxi pedi pro taxista me levar pra mesma festa rave que eu havia ido no dia anterior, a mesma que os vizinhos haviam me dito que estavam indo. Chegando lá os homens já me comiam com os olhos, mesmo assim fui ao banheiro dar um teco, bati uma e voltei pra festa já com aquela vontade de chupar rola, o primeiro cara que passou por mim eu patolei, passei a mão na pica dele por cima da calça e falei que estava doida pra chupar piroca, o cara ficou meio sem ação, me olhando por alguns segundos e falou:

- “Tem que ser rapidinho, minha namorada tá logo ali”

Não perdi tempo e saí puxando ele pelo braço até um cantinho com pouca gente, ele me empurrou contra a parede, me pôs de costas pra ele e apertou o meu rabo com as duas mãos, segurando cada banda e as abrindo. Mas como sou uma putinha suja que não pode cheirar cocaína sem chupar rola, me ajoelhei e passei a língua na cabecinha da rola dele, meti tudo na boca e mamei muito, igual uma bezerrinha, ele gemeu e falou que ia gozar, ai chupei mais rápido e fiquei esperando o leitinho que tanto adoro tomar, ele gozou muito, não parava de jorrar sua porra fedida de cheiro forte na minha boca, bebi tudo e ainda apertei pra sair aquele ultimo leitinho, ele levantou, botou o pau pra dentro das calças e saiu apressado. Quando olhei em volta vi que tinham uns meninos me olhando, fiquei ali ainda ajoelhada, numa de ver o que rolava, um dos meninos veio em minha direção e meteu a pica na minha boca, depois de uma breve mamada, senti que ele estava pronto pra gozar e humm... esporrou na minha boca, bebi tudo, ele não foi embora, ficou mais um tempo com a pica na minha boca, ela foi ficando mole, mas ainda saindo leitinho, bem mais ralo é verdade, depois disso ele foi embora. Levantei e fui pro meio da muvuca, um dos caras do quarto ao lado, o que tinha me levado pro banheiro dessa mesma rave no dia anterior, apareceu trincadaço e falou no meu ouvido enquanto alisava a minha bunda:

- “E aí vadia, vamos voltar pro banheiro masculino? Quero te esculachar igual a ontem!”

Eu respondi:

- “Porque não! Se queres vamos nessa”

Ele me puxou em direção ao banheiro, entramos e ele tirou a caralho pra fora e meteu na minha boca, eu mamei, depois ele abaixou meu shortinho, só um pouco, afastou minha calcinha pro lado, adoro, e meteu de uma só vez no meu cuzinho, eu estava gemendo gostoso e tentando me equilibrar com o short entre as pernas quando percebi um homem a me olhar, meu algoz que metia com raiva, olhou pro cara e falou:

- “Se quiser pode usar a boca dela”

O cara tirou o pau para fora, meteu na minha boca e começou a foder-me como se fosse uma buceta, ele enfiava tudo até a minha garganta e me segurava, eu não conseguia respirar, a baba começou a escorrer pelos cantos da boca, quando ele tirou quase vomitei, eles riram e trocaram de posição, o estranho meteu no meu cozinho e começou num vai e vem rápido, até que descarregou sua porra nas minhas costas, meu vizinho de quarto e algoz me fodia a boca quando a porta voltou a abrir, entrou outro homem, ele olhou para mim e eu disse:

- “Pode me usar como quiser, eu sou só uma putinha suja de banheiro”

Ele não se fez rogado, meteu o caralho na minha buceta e começou a foder com força, a porta voltou a abrir e entrarão mais dois que se juntarão a festa. O que estava a foder me a bucetinha gozou na minha cara e foi embora, meu vizinho e algoz me fodia novamente o cu enquanto outro fodia minha boca sem a menor pena de mim, eu estava a gozar que nem uma puta! A porta abriu e entrou mais um homem, meu algoz tirou o pau do meu cu e veio meter na minha boca até ejacular todo o leite na minha boca, o outro fez o mesmo, mais um cara entrou no banheiro e vendo aquela orgia nem esperou por um aceno positivo, tirou o pau para fora o meteu na minha boca num vai e vem, não demorou muito pra eu engolir mais leite quente. Quando estava pra sair do banheiro à porta voltou a abrir e mais dois marmanjos entram, me vendo toda esporrada na cara, nos cabelos e nos cantos da boca, disseram queriam também. Eu disse:

- “Podem vir, eu sou muito vadia e gosto de ser bem usada.”

Um deles me agarrou pelo cabelo e meteu o pau na minha boca o outro meteu na minha buceta, me foderam por uns cinco minutos de forma brutal, com toda a força exporraram na minha boca e na minha cara. Quando achei que finalmente ia sair, entraram mais três caras e eu voltei a ser bem fodida por eles, sai de lá com os buracos todos cheios de porra, com a cara toda melada e feliz. Entrei no banheiro feminino, me ajeitei, bati mais um teco, liguei pro meu marido, ele atendeu chorando e eu falei:

- “Amor, desculpa-me, eu te amo, vem me buscar, tô toda gozada, se eu for pra casa sozinha só deus sabe mais quantos paus vou ter que chupar.”

Ele ainda chorando respondeu:

- “Também te amo amor, vou te buscar, tenta não chupar mais nenhum pau até eu chegar ai.”

Respondi:

- “Então vem rápido, estou trincadinha de pó e você sabe como fico louca por pau desse jeito”

Desliguei o telefone e fiquei esperando, ele começou a demorar, então dei mais um teco e voltei pro banheiro masculino, encostei ao lado do mictório e segurei na rola de um cara que estava mijando. Que delícia! Cheia de veias, forte, quente. Abaixei e ele começou a socar a pica na minha boca, babei muito nela sentindo aquele gosto de mijo, deixei a cabeça bem molhada, mas tinha que ser rápido, era apenas uma gozada, meu marido podia ligar a qualquer momento, não deu outra, meu marido ligou enquanto eu chupava o cara, atendi com a rola na boca e falei abafada:

- “Amor, como você demorou, estou chupando um pau mijado no banheiro masculino, vou beber esse leitinho e já vou te encontrar.”

Meu marido respondeu que tudo bem, que estava me esperando, era isso ou brigar mais... O cara que eu estava chupando não aguentou me ver ajoelhada chupando seu pau mijado, falando ao telefone com meu marido e gozou litros na minha cara e boca, sujando meus cabelos e até o meu celular, só de sacanagem limpei a porra do celular com a língua, olhando nos olhos dele, depois que ele foi embora eu levantei o fui de encontro ao meu marido. Quando cheguei ao carro, meu marido já foi logo tirando a rola totalmente dura pra fora e mandou-me o chupar. Adoro quando meu marido para de merda e fica cheio de tesão com as minhas aventuras, e foi o que aconteceu, chupei meu marido contando tudo pra ele e ele gozou horrores na minha boca. Depois disso voltamos numa boa pra pousada. Entramos no nosso quarto e fui tomar um banho de princesa, pra me recompor. Passei o dedo no meu cu e na minha buceta e senti aquela gosma branca escorrendo de dentro pra fora de mim, gozei só de tocar o meu clitóris. Sai do banheiro, bati um teco pra mim e outro para o homem da minha vida. Falei que queria mais rola, disse pra ele que não adiantava ficar putinho comigo, que se bobear ele tem mais tesão do que eu, ele riu e falou:

- “Amor, eu te amo”

Falei que então íamos sair e aprontar a vontade, mas que se ele ficasse de merda depois seria o fim. Falei que íamos voltar pra festa, que ele ia me ver em ação no banheiro. Arrumamo-nos, eu como sempre, atochei uma calcina no rego, botei um mini shortinho e um top e fomos pra festa. Chegando lá, fui logo levando ele ao banheiro. Entramos e eu já dou de cara com dois carinhas no mictório. Encostei ao lado de um e segurei seu membro, olhei pro meu marido abaixando pra mamar o cara. O cara foi logo enfiando a rola mijada na minha gargatinha sedenta, eu fui engolindo aquela rola sem dificuldades. O cara ficou enlouquecido. Bombou rápido e esporrou na minha boca. Senti a porra sendo derramada dentro da minha boca. Outro cara enlouquecido com a cena disse que também queria esporrar em mim. Não deu outra. Senti a porra quente jorrando na minha cara. Meu marido só assistia. Olhei pra ele falei que não estava satisfeita, que eu queria um macho para me fazer de puta submissa e encher-me a garganta de pica fedida. Gosto de ser uma fêmea submissa pros machos. Saímos do banheiro, eu e meu marido, eu toda esporrada. Meu marido perguntou-me seu eu estava gostando e eu respondi:

- “Amor, você sabe que eu adoro ser a fêmea de vários machos, lamber os caras todos e fazer o que eles mandarem.”

Voltamos a meiuca da festa e um dos caras do quarto lado me viu e foi logo me puxando pra um canto e ficando só de cueca, reparei que a cueca estava amarelada de pingos de mijo, eu comecei a lamber a cueca do cara na frente do meu marido e sentia cada gota de mijo melado naquele pano que cobria o pau que eu tanto queria chupar. Nosso vizinho percebendo que eu estava curtindo lamber sua cueca suada e com cheiro de mijo, deu uma cuspida forte na minha cara, seguida de um tapa estalado na minha cara e disse:

- “Toma vagabunda, agora você vai satisfazer seu macho.”

Ele me mandou engatinhar e disse em tom autoritário:

- “Quero você de quatro, com esse cu bem empinado.”

Fiquei enlouquecida de tesão, engatinhando no meio da festa, completamente submissa e olhando pro meu marido. Meu amor percebeu que eu ia obedecer aquele macho e que não tinha mais volta, ou ele me aceitava como eu sou, ou ia ficar sozinho. Meu vizinho algoz sentou num sofá que havia ali fora, eu fui engatinhando até o meio de suas pernas. Eu chupava a pica, cheirava o saco, sem nem me importar que todos estivessem vendo, sempre dava um jeito de olhar pro meu marido. O cara segurou minha cabeça com força e empurrou até seu saco, dizendo:

- “Cheira puta.”

Cheirei o saco dele, lambi e beijei. Ele mandou encostar o rosto no chão e assim o fiz. Mais que rápido ele começou a passar a sola do pé dele na minha cara perguntando o que eu queria. E eu toda submissa na frente do meu marido, e de toda aquela gente, Pedi:

- “Eu quero a sua porra meu macho.”

Dito e feito, ele enfiou a rola na minha boca com força. Deixei a pica dele toda babada, ele segurou a pica empinada para cima e disse:

- “Senta vagabunda!”

Cavalguei naquela rola feito uma louca. Perdi o controle. Pulava e deslizava a pica dele inteira pra dentro da minha racha de vadia sem valor. Ele apertava meus peitos, dava tapas na minha cara, até que me colocou empinada no sofá, com o rabo bem aberto e caiu de língua. Chupava-me com a boca e me chamava de vagabunda, de puta e dizia que ia judiar do meu cu. Depois me mandou ficar de quatro olhando pra a cara do meu marido. Assim fiz, no que olhei pro meu marido, levei um tapa na cara e uma bela cuspida, ele disse:

- “É porra que você quer não é?”

Acenei com a cabeça. Ele gozou tanto na minha carinha de puta que quase me afoguei. Delicia de macho, ele deu uma cuspida na minha cara e disse:

- “Vem comigo que vou bater uma pra você ficar bem trincadinha e depois vou te fazer uma fêmea de verdade.”

Confesso que estava ficando com um pouco de medo, mas esse medo somado ao meu marido ali assistindo tudo me dava muito tesão. Nosso vizinho dominador bateu um teco pra mim e deu as coordenadas:

- “Você vai andando na frente, e olhe para todos os machos, provoque, quero ver você andando e causando desejo. Aproveita que seu marido tá quietinho aqui do lado e anda rebolado bem esse rabo sua vadia de merda, quero te ver servindo rolas. Eu mando e você obedece, entendeu puta?”

Fui andando na frente como ele havia mandado. Quando eu olhava para trás, via que ele estava a certa distância, falando com meu marido, mas não deixei de obedecer e andei toda empinada, indo direto para onde havia um aglomerado de machos. Logo senti uma mão passando pela minha bunda e procurando meu cu. Nisso, meu marido veio pela minha frente e começou a me beijar no meio de daqueles caras. Meu algoz me puxou do meu marido e me mandou empinar o rabo para trás e falou:

- “Se prepara vagabunda que eu vou te fazer uma fêmea como nenhum macho nunca fez. Você vai sair daqui pingando porra e eu vou judiar de você depois.”

Amoleci ainda mais e empinei a bunda para trás. Senti que alguém pôs as mãos na minha cintura, não consegui ver direito, pois estava enlouquecida, estava pingando de tesão. Senti o corpo do cara de trás colar no meu. Quando percebi ele estava todo dentro da minha bucetinha, fodeu-me num ritmo enlouquecido. Eu estava molhada. Senti a pica inchar dentro de mim, e gritei:

- “Goza na minha cara, enche-me de porra!”

Na hora, o cara suspirou forte eu senti seu pau pulsando. Senti a porra dele escorrer pelo meu rosto e molhar-me ainda mais. Meu marido não se aguentou e veio tocando uma punheta despejar seu sêmen em minha boca, sorvi tudo e disse com a boca cheia de porra que o amava. O cara que acabara de gozar alguns segundos antes do meu marido falou:

- “Que delicia de Puta.”

E me fez chupar seu pau esporrado. Enquanto eu mamava sua pica senti outro colando atrás de mim, o outro safado enfiava-me a pica. Não demorou muito e o cara soltou a porra dele dentro do meu rabo. Eu olhava nos olhos do meu marido. Cavalguei mais um pouco meu cu na pica do cara e ajoelhei no meio das suas pernas, fui lamber seu saco que estava branco da porra que havia escorrido do meu cu. Ele passou o dedo no saco recolhendo a porra e enfiou dentro da minha boca, dizendo:

- “Nada de deixar porra escorrer.”

Claro que não deixei. Fomos para outro ambiente da festa e um cara abriu meu rabo com as duas mãos e bombou sem dó me enchendo de porra. Rapidamente meu vizinho algoz dominador me puxou pelo braço dizendo:

- “Vamos pro banheiro que puta que nem você tem que servir é em banheiro sujo.”

Quando entrei no banheiro eu vi uma camisinha usada no chão, não sei o que me deu, mas eu abaixei e peguei a camisinha, tinha muita porra nela, porra grossa e amarelada, sem pensar muito olhei pro meu marido que estava sempre por perto, com um sorriso no rosto comecei a espremer a camisinha na minha boca, senti a porra escorrer pra dentro, foi uma sensação deliciosa, a porra escorria pela minha língua e eu senti ela escorrendo pela minha garganta, indo para o meu estomago, meti a língua dentro da camisinha e fiquei lambendo, até que botei ela toda na boca e falei olhando pro meu marido:

- “É chicletinho de porra.”

Tomei um tapa na cara do meu algoz da pousada, seguido de um sonoro “VAGABUNDA!” e ele me deixou ali sozinha com o meu marido. Saímos dali, eu e meu marido fomos tomar uma cerveja e dar um teco. Tomei duas latinhas junto com meu marido, quando estávamos pedindo uma terceira cerveja outro cara da pousada apareceu, olhou pra mim, tirou o pau pra fora e começou a mijar dentro da latinha de cerveja e me deu a lata dizendo:

- “Toma essa latinha de mijo e bebe enquanto eu vou socar minha pica nesse seu rabão gostoso.”

Fiz o que ele mandou, saímos dali, eu, meu marido ele. Eu fui andando e tomando o mijo dele na latinha. Adoro! Ele me levou prum canto, me fez apoiar um dos braços na parede empinando bem o rabo pra ele me foder. Ele fudeu meu cu sem dó. Ao nosso lado, meu marido e vários outros caras olhavam ele me enrabando enquanto eu dava golinhos na latinha de mijo, passava a língua nos lábios olhando pra todos eles. Eu gemia como uma puta e sentia meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas. Um cara com um pau gigantesco se pôs ao meu lado, não resisti e matei a latinha num gole só, liberando a minha mão, soquei na punheta aquela rola deliciosa, acabamos fodendo os três. Eles ficaram me revezando, me virando, um segurava meu rabo, outro fodia. Nisso nosso vizinho falou:

- “Vamos voltar pra pousada, vou ligar pros meus amigos pra gente aproveitar essa puta hoje.”

Molhei-me ainda mais ao ouvir isso. Ele falou pra eu e meu marido irmos a frente, pra que eu pudesse tomar um banho e ficar bem putinha pra eles, que já-já ele ia chegar com muitos amigos pra me arregaçar. Eu e meu marido saímos andando em direção ao nosso carro, eu caminhava sentindo a porra vazar. Quando entramos no carro demos mais um teco, voltei até a pousada chupando a pica meia bomba do meu marido, com muito tesão. Chegamos e eu fui tomar banho, depois botei uma calcinha fio dental, saltos altos e falei pro meu marido que iria assim pro quarto deles. Meu marido meu deu um beijo e disse que eu estava lindo e perguntou se eu não estava exagerando, respondi:

- “Amor, já conversamos sobre isso, para de bobagem e curte, eu sei que você gosta muito deu ser uma putinha de quaisquer paus.”

Meu marido olhando pro chão acenou, visivelmente sem convicção, não dei a mínima e me dirigi à porta ao lado perguntando:

- “Você vem comigo?”

Meu marido veio junto, quando entramos no quarto dos nossos vizinhos, no meu primeiro passo já levei um tapa forte na cara de um deles e ouvi:

- “Aqui dentro só de quatro, rebolando esse rabo empinado.”

Fiz o que meu macho mandou. Tinham dois sentados no sofá, engatinhei até eles e lambi os sacos deles, fiquei sentindo o cheiro dos sacos suados deles e brincando com suas rolas moles de tanto pó que eles haviam cheirado, logo um ordenou:

- “Fica de Joelhos e de boca aberta sua vagabunda.”

Assim o fiz e senti dois jatos de mijo entrando em minha boca. Tomei o que pude, levei mijo na cara, no peito. Eles esvaziaram seus paus em mim. Outro veio e mandou-me apoiar as mãos na parede e empinar bem o rabo. Ele chegou minha calcinha pro lado e encaixou seu pau, demorou um pouco e logo senti uma sensação maravilhosa. Ele estava mijando dentro da minha bucetinha, seu pau foi ficando mais duro e ele começou a socar até encher-me a buceta de porra. Vazava mijo e porra de dentro de mim. Outro cara me pegou pelos cabelos e esfregou minha cara no chão, me melecando de mijo e porra que haviam escorrido de mim, depois cuspiram em mim, nisso o telefone do quarto tocou. Não sabia o que estava por vir, olhei pro meu marido e disse:

- “Amor, acho que vou ter que dar conta de mais alguns amigos deles.”

Continuei de quatro engatinhando pelo quarto, ouvia risos. Além de todos eles chegaram mais seis machos, eu de quatro, só com uma calcinha toda enfiada no meu rabo e de saltos altos. Um deles me chamou como se chama uma cadela e eu fui engatinhando até ele que, me segurou pelos cabelos e me deu uma surra de pica na cara dizendo:

- “Olha só essa vagabunda pessoal, ela curte dar o rabo e ficar cheia de porra, por isso chamei vocês, vamos arregaçar essa vadia.”

E falando isso enfiou sua pica em minha boca, nisso eu já senti um de seus amigos vir por trás puxando o fiozinho da calcinha pro lado, ele deu uma cuspida no meu cu e enfiou sua rola sem dó. Gozei na hora, o cara que eu estava chupando pisou na minha cara com a sola de seu sapato, dei um jeito de ficar lambendo aquela sola, o outro que estava me socando o cu me segurou pela cintura fodendo fortemente e gozou, outro veio enfiando a jeba no meu rabo. Que delicia! Euzinha no meio daqueles machos todos. Um deles me pegou de jeito e disse:

- “Olha isso pessoal, essa puta é muito submissa.”

Abriu minha boca com suas mãos e cuspiu. Tomei desesperadamente, os outros riram. Todos começaram a cuspir dentro de minha boca, a bater na minha cara, a esfregar as mãos em meu rosto, eram muitas mãos fortes e ásperas em contato com meu rosto. Levei outro tapa forte. Eles estavam afim de judiar de mim. Um deles esticou uma carreira enorme e trouxe pra eu cheirar, cheirei de uma só vez e voltei pros trabalhos sexuais. Eram vários machos, meu marido e eu a disposição de todos eles. Um deles sentou numa poltrona e me jogou no colo dele, fiquei de frente para ele que socou a pica sem dó, batendo em minha cara, apertando meu peito, me fazendo gemer. Senti outra cara forçando a cabeça da pica em meu cu que já estava ocupado por outra rola, ele foi forçando até a dupla penetração anal ser consumada, eu estava com duas rolas no cu ao mesmo tempo, gemi alto e levei outro tapa na cara. Gemi mais ainda e levei outro tapa na cara. Outro cara que estava ao nosso lado na poltrona, pegou suas bolas e esfregou na minha cara, dizendo:

- “Cheira meu saco vagabunda, assim você relaxa e abre mais esse rabo pros meus amigos”

Fiquei cheirando o saco fedido dele, que delicia! Cheiro de macho! Gemi lambendo aquele saco suado e levando duas rolas no cu, levei outro tapa na cara. O outro cara enfiou suas duas bolas na minha boca a ocupando inteiramente. Todos riam, menos o meu marido que me olhava incrédula, tirei as bolas da boca e mandei um beijinho pro meu marido e falei:

- “Fico evitando falar isso, amor, mas você é muito, mais muito corno mesmo!”

Todos caíram na gargalhada e meu marido saiu do quarto puto, não dei à mínima e continuei rebolando e cheirando saco suado. O cara que eu estava chupando o saco riu e me deu dois tapas fortes na cara. Eu estava plena com aquelas duas rolas no rabo. Os dois tiraram suas rolas ao mesmo tempo do meu cu e mandaram que eu ficasse de quatro no centro da sala. Assim o fiz. Todos começaram a revezar na minha boca. Vinha um e bombava até esporrar e saia para o outro meter na minha gargantinha submissa. Eu não parava de gozar. Depois que todos gozaram me deixando branca de porra, me mandaram deitar no chão e ficaram pisando na minha cara, depois de me humilharem bastante bateram outra carreira enorme pra mim, a qual eu cheirei rapidamente, eles estavam exaustos, cheios de pó nas ideias, mas mesmo assim fiquei chupando seus paus moles, brincando com eles na minha boca, gastando minha onda lambendo e acariciando aqueles mastros, enquanto eles descasavam, fique assim por mais de uma hora, cheirando cocaína e rolas moles, adoro, como sou insistente e viciada em chupar paus, depois de um tempo umas picas começaram a dar sinal de vida. Um deles me colocou novamente de quatro com a cara no chão, ficou sobre mim e fudeu minha buceta. Eu gritava de tanto prazer, não estava aguentando, pedi que me jogassem suas cuecas fedidas de porra e mijo, eles jogaram rindo e me chamando de vadia, dai eu fiquei tomando pau na buceta e lambendo aquelas cuecas suadas com cheiro de machos e olhando pra eles, eu escancarava a língua e esfregava as cuecas nela, uma a uma, eles não aguentaram e me enfiaram de cara nelas, ficaram pisando na minha cabeça me esfregando de encontro as cuecas com cheiro de pau, de rola suada, de macho. Rapidamente a maioria já estava de pau duro de novo e começaram a revezar em mim outra vez. Eles metiam na minha boca, na minha buceta, no meu cu, me faziam cheirar suas cuecas, me pegavam de qualquer jeito e me machucavam, uns apertavam meus seios, outros pisavam em minha cara, e eu só gemia e gozava. Um deles resolveu mijar no chão e esfregou minha cara no mijo, logo outros me pegaram pelos cabelos também esfregaram minha cara no chão, eles mandavam eu lamber o chão e limpar o mijo e os restos de porra que haviam sido desperdiçados por mim. Eu não parava de gozar sendo socada de rolas em todos os meus buracos, lambendo cuecas, lambendo o chão todo mijado e gozado, sendo pisada, apanhando na cara, eu estava com muito tesão. Eles não aguentavam mais foder, mas como o pó não acabava ninguém pensava em dormir, então voltei a ficar fazendo carinho nos seus paus moles, chupava um, ora outro, dava mais um teco, chupava mais, dava outro teco, alisava os sacos, não conseguia parar de brincar com todas aquelas rolas, eu gosto tanto de rola, que até moles elas me dão prazer, saber que aquelas picas moles podem endurecer na minha boca, na minha mão, a qualquer momento, me faz não parar de brincar, mas dessa vez não consegui endurecê-los de novo e me mandaram ir embora. Quando entrei no meu quarto meu marido estava com cara de poucos amigos, não dei à mínima e comecei a chupar o pau dele e falar:

- “Amor, eu não sei o que está acontecendo comigo, fiquei lá essa ultima hora chupando e alisando o pau deles todos e não consegui deixá-los duros de novo, até aí tudo bem, fiz todos gozarem varias vezes e você sabe que adoro chupar até pau mole, mas você acredita que eu estava lá brincando com a rola deles e eles me mandaram embora, tô muito carente, me deixa ficar chupando seu pau até acabar minha onda, deixa?”

Meu marido respondeu enquanto eu chupava ele e o olhava nos olhos:

- “Você é muito vagabunda, nunca vi nada igual, você chupa paus diferentes quase todos os dias, não sei quantos paus por dia e nunca está satisfeita”

Continuei chupando ele e falando:

- “Ai amor, não me diminui, que papo é esse de quase todo dia? Eu chupo paus diferentes todos os dias, não fico um dia sem beber porra estranha, mas sei lá, nunca estou satisfeita”

Antes que eu acabasse essa frase meu marido gozou na minha boca, e eu de boca cheia disse:

- “Amor, vou ficar chupando seu pau mesmo mole, tá? To trincadinha e ainda preciso de piroca na boca.”

Meu marido mais relaxado com seu pau mole na minha boca, falou:

- “Nunca vou entender suas taras, suas escolhas. Essa é minha maldição, ser apaixonado por você.”

Continuei chupando o pau mole do meu marido, gastando minha trincação e falando de boca cheia:

- “Amor, eu te amo, mas sou viciada em ser mal tratada por machos sem respeito, gosto de ser inferiorizada por eles, se você tivesse ficado comigo no quarto deles até me mandarem embora, teria me visto lambendo até chão mijado, às vezes acho que a falta de respeito que esses machos sentem por mim é o que da mais prazer.”

Continuei chupando o pau mole do meu marido e falando:

- “Sabe amor, existe o sexo que fazemos, que por mais sujo que seja, sempre há uma conexão entre nós, há amor, mas existe o sexo que os outros machos fazem comigo de forma egoísta, onde só pensam neles e foda-se eu, onde só querem se satisfazer me usando de qualquer jeito sem pensaram em mim, esse é o tipo sexo que me deixa tesuda. Essa sou eu amor!”

Meu marido então falou:

- “Eu sei meu amor, mas às vezes sinto muito ciúmes, às vezes acho que eles exageram no desrespeito e na forma de te tratar, esse é o meu dilema.”

Minha onda não passava e brincando com a pica mole do meu marido continuei falando:

- “Amor, você sabe que eu sou mandona e mimada no nosso dia a dia, sempre quero tudo do meu jeito e faço manha pra conseguir as coisas, adoro ver você fazendo tudo o que eu quero, mas é por isso que eu preciso ser dominada por esses machos que me esculacham sem a menor consideração, e eu sei que você também gosta me ver nessas situações, para de negar que só de me ouvir falar seu pau já até ficando duro na minha boca, aí amor isso me da muito tesão, goza na minha boquinha goza!”

Meu marido começou a socar na minha garganta, sua pica foi ficando cada vez mais dura ouvindo-me falar das minhas taras e desejos, vi que minhas confissões estavam fazendo efeito e continuei chupando e falando:

- “Amor, eu fico completamente mansinha e obediente nos caralhos desses machos safados, eles tem cara de malandros aproveitadores, sabe amor, eu tenho tara nesses canalhas.”

Meu marido se contorcia em minha boca, eu toda mijada e gozada de vários machos, e ainda falando essas putarias o deixava maluco, eu sentindo sua pica latejando em minha boca trincadinha, não parava de chupar e falar:

- “Quero sempre muitos caras maus, mas não namoraria e nem casaria com eles, muito pelo contrario, eu amo você, mas pra matar os meus desejos carnais, gosto desses machos que me fazem engolir suas rolas e depois me deixam largada, lembrando das surras de picas que me deram, como fizeram agora, me expulsando depois de terem gozado em mim, eu sou uma putinha suja, sou a escoria sexual da humanidade, não passo de um esgoto de mijo e porra.”

Meu marido não aguentou e gozou na minha boca, pouca porra, é verdade, mas porra é porra. Antes de me levantar pra tomar um banho eu disse:

- “Mas amor, não esquece, eu quero mais porra desconhecida hein?”

Fui tomar banho e voltei pra dormir. No dia seguinte quando acordamos já era de noite, meu marido pediu comida e fui tomar banho, comemos e ficamos vendo um pouco de televisão, peguei meu celular e comecei a navegar até descobrir que estava havendo uma feijoada com ensaio de bateria na quadra da Escola de Samba de Jericoacoara. Botei um fio dental, um salto bem alto, atochei um shortinho branco no cu e perguntei pro meu marido empinando a bunda pra ele:

- “Tá marcando a calcinha amor? Acha que vão secar o meu cu desse jeito?”

Meu marido respondeu:

- “Você está um tesão, mas não vou a lugar nenhum agora, preciso descansar mais um pouco.”

O interrompi:

- “Amor, você que sabe, mas eu estou indo sambar, qualquer coisa me liga e vai me encontrar.”

Ele acenou com a cabeça, eu bati a porta e parti. Quando cheguei na quadra o samba estava rolando solto. Fui ao banheiro dar um teco que tinha sobrado da noite anterior e fui sambar toda me mostrando, eu rebolava sem o menor pudor no meio da galera, logo abriu uma rodinha só de machos pra eu sambar no meio, fiquei esbarrando neles, me mostrando. De repente ouvi um: “Rebola, gostosa!” As coisas estavam melhorando, botei a mão na cintura e fiquei sambando bem piranha, dei uma rodadinha, a essa altura todos secavam minha abunda atochada num mini shortinho que marcava minha calcinha toda enfiada no rabo, comecei a ouvir frases diferentes de bocas diferentes: “Empina esse rabo, sua puta!” “Vagabunda” “Rebola esse cuzão gostosa” “Rebolar aqui no meu pau!” Continuei rebolando que nem uma putinha no meio dos caras, a partir daí foi um festival de mãozadas, tapas na minha bunda e apertões por todo o meu corpo, empolgada pelos gritos dos tarados, libertei meus instintos de biscate e me esfreguei naqueles machos, levava mãozadas, encochadas, sempre fazendo questão de empinar cada vez mais a bunda pra galera, deixando eles fazerem a festa na putinha casada. Eu rebolava na mão e no pau de qualquer um que se colocasse atrás de mim, olhando pra todos, em transe, toda suada, e com um fogo incontrolável. Num dado momento senti algo estranho cutucando a meu rabo, olhei pra trás, por cima dos ombros, e me deparei com um cara com a pica bem dura na mão, ele ficava enfiando a cabeça da pau meio da minha bunda por cima do short entre as bandas da minha bundinha. Ele ficava espetando aquele cacetão por entre as bochechas da minha rabeta, meio que esfregando, meio que roçando na minha xana, que já estava encharcada. Eu estava ali em pé, curvadinha pra frente, bundinha empinada e sendo esfregada de pica no rabo, eu olhava pra ele e pra todos com a maior cara de vagabunda, rebolava gostoso naquela piroca, mas a fila anda, uma mão mais safada apertou e se instalou no meio da minha bunda, puxando minha calcinha até as alcinhas do lado aparecerem por cima do short, claro que com esse puxão violento a calcinha que já estava toda enfiada no meu rabo se enfiou também por entre os lábios da minha xaninha. Outro cara abaixou meu short e enfiou um dedo com calcinha e tudo dentro da minha buceta, o que só me deu mais motivos pra rebolar que nem uma vadia, botei as duas mãozinhas nos joelhos, fui rebolando e empinando o rabo com cara de safada. Eu estava quase sentada na mão do cara, eu jogava a bunda pra trás e rebolava gostoso com o dedo dele enterrado na minha xota, estava delirando de tesão! Um empurra-empurra por espaço se formou e o safado que me dedava deu lugar pra outro que já chegou dando dedadas no meu cuzinho, ele dedou com tanta força que me levantou do chão. Ele me dava tapas estalados na bunda e mandou eu rebolar no seu dedo. O que fiz sem reclamar. As dedadas eram tantas e de baixo pra cima, que me deixavam na pontinha dos pés, me desequilibrando nos saltos e me fazendo cair pra frente, caí em cima de um cara enquanto levava as dedas do outro, fiquei ensanduichada entre os dois, um me dava umas dedadas nervosas no rabo e o outro apertava meus peitos, eu no meio deles, a essa altura o tarado atrás de mim acelerava o vai e vem das dedadas no meu cu, gozei. A putaria comia solta. Todo aquele esfrega-esfrega rolava quando meu celular tocou, era o meu marido, atendi com o macho da vez me dedando muito, falei ofegante:

- “Oi amor, vem logo pra ca, ta demais aqui”

Meu marido perguntou:

- “E você tá fazendo o que?”

Respondi:

- “Tô sambando no meio de um monte de machos e tem um me dando um monte de dadas no cu”

O cara que me dedava o rabo pegou o celular da minha mão e falou com meu marido:

- “Corno, fica tranquilo que estou cuidando da sua mulher.”

O cara desligou na cara do meu marido e falou-me:

- “Quer dizer que a putinha é casada.”

E continuou me dedando o cu. Gozei outra vez nessa situação. Mas me desvencilhei dele, ajeitei a minha calcinha, puxei meu shortinho pra cima, enterrando de volta na minha bunda e sai do meio daquele amonturado de machos tarados. Fui andando em direção a um espaço mais vazio, andava e ia levando mãozadas e bolinadas de todos os lados, até que consegui ficar sozinha. Recompus-me como se nada tivesse acontecido e liguei pro meu marido:

- “Oi amor, foi mal, o macho que estava me dedando pegou o telefone da minha mão, mas eu estava com tanto tesão no meio daqueles machos que nem liguei, vem pra cá, vem logo!”

Meu marido respondeu:

- “Amor, eu até tô tentando lidar com você dando pra tantos homens, mas não quero que eles fiquem me desrespeitando.”

Interrompi-o dizendo:

- “Para de besteira amor, já te chamaram de corno outras vezes, se põe no lugar dele, o cara me dedando e eu falando com você no telefone, nada mais natural que ele te chame de corno, né corninho? Mas para de bobeira, eu te amo, posso beber a porra de três times de futebol que mesmo assim você sempre vai ser meu amor, você é o homem da minha vida!”

Meu marido ainda tentou argumentar, mas fui decisiva:

- “Amor, ou você vem ou não vem, mas para de besteira, você sabe que eu sou uma putinha suja, aposto que você tá de pau duro, tô esperando, vem pra ca!”

Desliguei o telefone e fui dar mais um teco, quando voltei pro meio do salão os tarados gritaram todo tipo de putaria que vocês podem imaginar. A noite era minha! Minha intenção era fazer todos os machos olharem pra minha bunda. São essas coisas que me fazem uma putinha exibida. Mas na verdade, eu estava tão trincadinha que só pensava e chupar paus, dedadas e sarros são uma delicia, mas chupar paus bicudinha é a coisa que mais me deixa vadia no mundo. Não resisti mais e passei a mão no pau de um cara e falei:

- “Preciso chupar paus, to tricadinha e adoro gastar minha onda chupando rolas.”

O cara só falou um rápido e sonoro "Deixa comigo" Ele saiu andando rápido, achei que tinha assustado ele, mas ele voltou rapidinho com uma chave na mão e disse:

- “Vadia, vou resolver o seu problema, essa chave é da sala da diretoria, vem comigo.”

Ele me puxou pelo braço e fomos. No caminho, alguns safados me seguravam pela cintura e outros atolavam a mão na minha bunda. Entramos na salinha que já estava cheia de machos e fui empurrada pro sofá, cai deitada. Dando risada chamei os tarados pra cima de mim. Fui atacada e de repente surge um caralho na minha frente esfregando-se pelo meu rosto e se alojando na minha boquinha. Daí por diante, foi um tal de chupar a rola de um lado, de chupar rola do outro. Na verdade eu não chupava o pau deles, eles é que fodiam a minha boquinha, seguravam a minha cabeça e faziam movimentos de vai e vem fodendo meus lábios. Outro macho veio com as duas mãos segurando a minha cabeça, botou uma perna em volta do meu pescoço e enfiou a piroca na minha boca me fazendo gemer com sua rola, me engasgando a garganta, estava sendo meio enforcada por sua perna, eu estava louca! Eram tantas mãos e tantas coisas acontecendo enquanto eu ficava ajoelhadinha, que só me restava ser sodomizada quietinha e ficar olhando as outras rolas, as desejando se esfregando na minha cara, gaguejei, não consegui falar nada com aquela rola enfiada na minha goela, eu só lacrimejava os olhos e tinha ânsias. O filho da puta me vendo ali quase vomitando, com a maquiagem toda borrada pelas lagrimas que escorriam dos meus olhos e com babas e mais babas vazando pelos cantos da boca, disse:

- ”Nem precisa falar nada não vadia, só quero ver sua boquinha servindo gostoso.”

O tarado disse isso rindo da minha cara e me liberou pra chupar outras varas. O meu tesão só aumentava. Eram tantas rolas na minha frente que eu não parava de rebolar e empinar meu rabo pra aqueles cachorros tarados que me devoravam. Mamando e gemendo eu escutava comentários de todo o tipo. Não resisti e pedi:

- “E aí? Ninguém vai comer minha buceta e meu rabo não?”

Tomei um tapa na cara e ouvi: -

“Não sua puta, vadia igual a você a gente só fode a boquinha, sua buceta e seu cu podem ficar pro corno do seu marido, ele que te de prazer, aqui o que importa somos nós, foda-se você! Chupa nossas picas sem reclamar, e chupa direito”

Ele me deu outro tapa e gozei na hora ouvindo suas palavras, comecei a chupar todo mundo da melhor forma possível fazendo miséria naquelas pica, lábia os sacos, as cabeças, os caules, mas principalmente passava aqueles caralhos da minha garganta e ficava entupida por muitos segundos, depois deixava a baba escorrer, fiquei enlouquecida, mamando muito, entre as mamadas eu falei:

- “Vocês são muito machos, o que importa aqui é o prazer de vocês, estou aqui só pra chupar piroca, chupo todas, varias vezes, chupo até pau mole, adoro rola, gozem em mim, eu só sirvo pra tirar porra dos cacetes, não se preocupem comigo, eu só sirvo pra ordenhar rolas.”

E continuei mamando, todos fodiam a minha boquinha. Os que estavam de fora esperando a vez falavam: “Que vagaba gostosa” “Bate na cara dessa puta” “Essa piranha só serve pra mamar rola” “Que rabão gostoso” Com essas palavras e tantas picas enfiadas na minha goela, em meio a todo esse clima eu gemia trincadinha de tesão e berrava, um dos meus machos enfiou o pau na minha boca diminuindo o escândalo que eu fazia. Eu escutava aquela porta abrindo e fechando tantas vezes, eram tantas rolas entrando e saindo da minha boca e da salinha que eu tinha a impressão de já ter chupado todos os homens daquele lugar. O revezamento seguia feroz, sem tempo pra descansos, eles iam castigando a minha boquinha, mas estranhamente ninguém tinha me dado porra, ainda. Então e continuei chupando, mamando, eu me deliciava com aquelas rolas na minha boca borrando meu batonzinho, eu parecia uma criança gulosa degustando seus pirulitos, seguia com aquele gosto salgado e quente na minha boquinha, eu ia mamando desavergonhadamente, subindo e descendo minha boca naquelas pirocas como a mais puta das putas. Até que um deles falou:

- “Agora você vai beber a porra de geral!”

Gozei outra vez ouvindo isso, um a um veiaram e gozaram na minha boca, no meu rosto, no meu cabelo, era muita porra, todos gozaram muita porra, eles gozavam e saiam da sala, nisso outros entravam, foi um tal de entra e sai naquela sala, e claro, todos me dando muita porra, depois de muitos minutos com todos me deixando branca de porra eles me mandaram embora, me ajeitei mais ou menos e voltei pro salão, chegando lá dei de cara com o meu marido, ele me olhou incrédulo e perguntou:

- “Amor, onde você estava, estou ha mais de uma hora te procurando, seu celular só dava caixa postal, você ta fendendo a pica, ta toda gozada, o que houve?”

Respondi:

- “Amor eu estava na sala da diretoria bebendo porra, acho que bebi a porra de todos os machos desse salão!”

Meu marido meio sem graça falou:

- “Vamos embora, está todo mundo nos olhando.”

Passei a mão no pau dele e disse:

- “Tudo bem, mas deixa-me voltar chupando a sua rola no carro, quero te mamar enquanto te conto os detalhes.”

Saímos dali e voltamos pra pousada comigo chupando o pau do meu amor e contando pra ele o quanto fui esculachada. Chegando à pousada tomei um banho, botei um fio dental e falei pro meu amor:

- “Acabou minha cocaína, quero mais pó e picas.”

Sentei-me na cama, olhei seria pro meu marido e disse:

- “Estou falando sério, preciso de mais pó e picas, aqueles filhos da puta usaram tanto a minha boquinha que estou com vontade de chupar mais paus, acredita que eles só usaram a minha boca, disseram que puta que nem eu, tem que servir, que buceta e cu é coisa de homem romântico, disseram que o importante era eles gozarem, e eu concordei e bebi a porra de todos eles igual uma bezerrinha faminta.”

Meu marido falou:

- “Tá bem, vou ligar pro trafica e dizer que vamos passar lá”

Na mesma hora fui me arrumar, enquanto meu marido ligava, me arrumei como sempre, uma mini calcinha toda enfiada no rego, um shortinho minúsculo atochado no meu rabo, top e saltos. Meu marido me falou que estava tudo certo e partimos. Quando chegamos o trafica estava com alguns amigos e falou pra eles:

- “Rapaziada, essa aqui é a putinha casada e viciada em cocaína que eu falei pra vocês, ela faz qualquer coisa por pó e pica, e esse cara do lado dela é o marido viciadinho que aceita tudo isso, e agora, a casadinha vai servir muito a gente.”

Ele olhou pra mim e continuou falando:

- “Tá vendo aquela mesa de vidro cheia de carreiras esticadas, você pode cheirar quantas quiser, mas pra isso vai fazer tudo que mandarmos, entendeu?”

Acenei com a cabeça positivamente e perguntei se podia ir cheirar, ele disse que sim, fui dar um teco, cheirei duas carreiras, meu marido sentou-se à mesa, deu um teco também e ficou olhando, pra ver o que ia acontecer. Eles me mandaram tirar o top, o shortinho e ficar só de fio dental e saltos. Comecei a olhar pra todos, eles começaram a tirar seus cacetes pra fora, nisso uma mão forte e firme me empurrou pra baixo, me botando no meu lugarzinho e falando:

- “Abaixa porque cadela tem que ficar de quatro.”

Obedeci! Ajeitei-me ficando de quatro no meio daqueles tarados, um deles veio com uma coleira de cachorro e enquanto botava no meu pescoço, falou:

- “Pronto, agora sim, cadela igual a você tem de servir de quatro e de coleira.”

Gozei! Ele começou a me puxar pela coleira. Olhei pro meu marido que tinha uma expressão de nada, não dei à mínima, e escutando as risadinhas debochadas da galera, fiquei engatinhando abanando o rabo, eu era a cadelinha deles! Enquanto isso eu ouvia xingamentos deliciosos que, só me deixavam com mais tesão, adoro. Eu estava de quatro no meio deles, quando um me mandou desligar o celular que, a noite ia ser longa, e eles não queriam dispersão da minha parte, quando eu fiz o movimento de levantar pra ir pegar meu celular, uma mão pesada me travou, parando a minha ação, e me forçando novamente pra baixo falou:

- "Não, sua cachorra, não fica em pé. Vai ter que ir de quatro,"

Parei por um segundo, ali de quatro, olhando pro meu marido, absorvendo a ordem que eu recebera, nem ousei argumentar, já que eu era a cadelinha oficial, agi como uma. Toda tesudinha, só de calcinha e salto, e claro, de coleirinha, lá fui eu engatinhando como uma cachorrinha em direção a minha bolsa, empinei bem o rabo, ajeitei a calcinha pra ficar bem enfiadinha e fui assim, rebolando pelo caminho até a minha bolsa pra desligar meu celular. Cheguei à bolsa, ainda de quatro, e só pra provocar geral, abri com a boca, sem tirar os dois joelhos e as duas mãos do chão, enfiei a cara dentro, peguei o celular com a boca, segurando-o com os dentinhos, fiz o caminho de volta, carregando-o em direção aos meus machos que me esperavam com seus cacetes pra fora, eles riram muito, e o trafica falou:

- “Na boa corno, pode cheirar todo o meu pó se quiser, nunca vi uma cadela igual à vadia da sua mulher.”

Meu marido não falou nada, estava atônito, atordoado com minha devoção, com a minha depravação, com os fetiches que me humilhavam em frente a ele. Naquele momento eu só queria cheirar pica e pó, eu era a uma cadelinha de estimação. Encoleirada no meio dos meus machos comecei a chupar uma piroca, fiquei de joelhos pra chupar melhor, passava uma mão no saco e punhetava, enquanto mamava, eu via uma infinidade de pirocas na minha frente, nisso senti um puxão firme na coleira, simultâneo a uma ordem:

- “Fica de quatro cadela!”

Obedeci e fiquei chupando o cara, com os dois joelhos e as palmas das mãos coladas ao chão. O cara aproveitou pra segurar minha cabeça e atochar a rola na minha garganta, ele fodia minha boca como se fosse a minha buceta, outro se encaixou atrás de mim, foi enfiando seu pau na minha bucetinha, enquanto isso, o trafica ficava me segurando, firme pela coleira, mostrando pros amigos como domar uma putinha casada na marra, na base da rola! Com a pegada firme, o canalha ia apertando a coleira e me enforcando, depois soltava um pouquinho e voltava a apertar, o sádico filho da puta ficava fazendo isso, enquanto eu chupava uma rola e era fortemente bombada na buceta. A sensação se ser sufocada pela coleira, e pela rola, me faziam gozar sem parar, ele pediu pro cara que estava metendo na minha buceta sair, e enfiou no meu cu, sem soltar a coleira, ele metia no meu cu, e me enforcava com a coleira, quando ele dava uma afrouxada, eu enfiava a pica do outro na goela, estava viciada nesse duplo sufocamento, ele ficava alternando metidas e enforcamentos, variando os ritmos, me adestrando e mostrando pros seus amigos que cadelinha casada tem que ficar quietinha e ainda abanar o rabinho. Ele deu a vez, os demais tarados iam montando, um a um, atrás de mim, se empurrando pra pegar a vez, num revezamento sem fim, a essa altura, eu recebia bombadas fortes, de fazer ecoar o barulho das bolas explodindo atrás de mim, misturando-se aos meus gemidos, e aos xingamentos: “Vai fode essa vadia!” “Quero ver se essa puta aguenta rola mesmo.” “Enforca essa filha da puta” Nesse momento olhei pro meu marido, ele estava tocando punheta, então eu falei:

- “Tá batendo punheta me vendo ser a cadelinha desses machos todos, tá amorzinho?”

Meu marido respondeu taradamente:

- “Tô sua puta, serve esses machos vadia, você tem que beber porra de estranhos todo dia, você só é feliz sendo esculachada, vagabunda, vadia, eu te amo, nunca vou te deixar.”

E eu dava corda:

- “Isso amor, tenho que beber porras novas todos os dias, não passo um dia sem chupar pirocas, eu sou uma putinha suja, você gosta né? Tá com tesão me vendo servir esses machos, igual uma cadelinha, tá? Vou beber a porra de todos eles quantas vezes eles mandarem, bate punheta pra sua putinha bate!”

Nisso eu tomei um tapa na cara do cara que eu estava chupando, ele falou:

- “Quer conversar com o corno do seu marido, conversa de boca cheia, você tá aqui pra servir a gente, não pra conversar com esse otário.”

Atolei a pica dele na garganta, e falei de boca cheia:

- “Desculpa, tô aqui pra servir vocês, me bate pra eu não te desrespeitar mais, se eu falar com o meu marido de novo pode me bater, eu tô aqui pra tirar porra do pau de todos vocês, foda-se o meu marido, o que importa são vocês!”

Tomei um tapa na cara, seguido de um enforcamento muito longo que, me levou as nuvens, eu não parava mais de gozar sendo tão humilhada. Eles gargalhavam, um a um iam montando atrás de mim, me cavalgando como uma égua, dando trancos, sempre com um deles puxando e me enforcando com a coleira. Num determinado momento eles me posicionaram com os joelhos no chão e deixaram-me segurar os caralhos à minha frente, mas continuaram metendo forte, num troca-troca que, me deixava louca, eu estava a mercê deles, batendo punhetas, chupando paus, sempre sendo dominada pela coleira, sendo fodida na xota e no cu. Eu estava com tanto tesão que comecei a gritar:

- “Eu sou uma cadela, sou uma cadela que gosta de um pau no cu, uma cadelinha que gosto de muitos paus no cu.”

O trafica rindo me deu um tapa na cara e falou:

- “Fala mais alto pra todo mundo escutar, fala o que você é.”

Eu não parava de gritar:

- “Eu sou uma vadia, uma cadelinha, eu gosto de paus comendo meu rabo, faço qualquer coisa pra tirar porra de caralhos.”

Meu marido não aguentou, veio esporrar no meu rosto, me virei e abocanhei a rola dele dizendo:

- “Amor, tá vendo como eu me sujeito a qualquer situação por porra, eu me rebaixo por cacetes, eu não tenho o direito de cobrar respeito de nem um macho.”

Enquanto eu falava isso com a boca cheia de rola olhando nos olhos do meu marido, ele soltou outros jatos de porra na minha boca, mas foi rapidamente empurrado por outro cara que socou o pau na minha boca falando:

- “Sai pra lá corno, sua mulher mesmo disse, ela não merece respeito.”

E também encheu minha boca de porra, engoli um pouco e gargarejei o resto, pros meus machos verem. Daí por diante escancarei, sabia que ia ter muita pressão nos meus buracos, muitas porras quentes ejaculadas em mim, eu ia ser muito maltratada. E assim foi. Um sempre segurando a coleirinha e outros me revezando de tudo que é jeito. O trafica veio meter no meu cu outra vez e ficou tirando onda com os amigos, conversando paralelamente com eles, como seu não estivesse ali:

- “Caralho, essa piranha tem um cuzinho apertado, como é que pode, todo mundo mete a rola e ela continua apartada”

Um dos amigos dele respondeu:

- “Porra, me deixa montar nessa potranca também!”

E o trafica respondeu:

- “Calma que tem pra todo mundo, essa cachorra aguenta mais do que vocês imaginam, não é vadia?”

Eu nem consegui responder, estava tentando respirar, fazendo esforço pra aguentar uma rola que estava a um minuto me sufocando a garganta. Ficamos um tempinho assim, eles conversando paralelamente, eu tentando respirar e o trafica bombando na minha bundinha, sem pena. Os tarados esperavam a vez e se ajeitavam a minha frente, mas como eu estava com um filho da puta me entupindo a garganta, sem me deixar respirar direito, eles me davam surras de picas na cara. Meus gritos e gemidos eram abafados pela rola, que, me sodomizava a garganta. No meio dessa festa, sendo enrabada, sentindo varias pirocas esfregando na minha cara, outras batendo na minha bochecha, o tarado não liberava minha boca pras outras rolas, ele enfiava fodendo a minha boquinha, segurando com as duas mãos a minha cabeça, deixando o pau enfiado na minha garganta por muito tempo, eu estava muito sem ar, empurrei afastando seu pau da minha boca, um rio de saliva saiu da minha boca e caiu no chão, respirei o máximo de ar possível, em meio aos trancos e varadas que levava na bunda, consegui falar ofegante:

- “Me deixa chupar outros paus, por favor, uma pica só na minha boquinha é maldade, uma monte de paus batendo na minha cara, se esfregando em mim, e você não me deixa chupar eles...”

Antes que eu terminasse de falar, o tarado bateu uma punheta rápida, na minha frente, mirando o pau para o meu rosto, me lambuzou toda, com o seu leitinho quente. O trafica que comia o meu cu, também não aguentou e urrando e me xingando, segurou firme a coleira, tirou o pau do meu cu, e me deu fortes jatos de porra na cara. Toda suja de esperma, zonzinha de tanta pica, e de tanto gozar, me encontrava num estado de satisfação total, nisso, um a um vieram, gozando na minha cara, eu tentava beber, mas eles preferiam me deixar suja de porra. Ajoelhada, toda lambuzava de porra, eu queria continuar a brincadeira. Aí o trafica deu outro, teco olhando pra mim, perguntou se eu queria, respondi que sim, cheirei mais duas carreiras. Apesar de ter feito todos os paus gozarem, eu não estava satisfeita. Eu havia acabado de saciar a fome de vários machos tarados, que me devoravam de tudo que é jeito, mas queria mais. Como tinha acabado de dar um teco, não consegui parar, fiquei chupando e alisando aqueles caralhos moles, enquanto eles descansavam, rindo da minha cara. Eu olhei pro meu marido e falei:

- “Amor, eu te amo, você sabe que na verdade eu sou só sua.”

E continuei alisando, chupando aquelas picas moles, a gargalhada era geral. Ajoelhada, no chão, eu limpava as picas com a língua, lambia os restos de porra gosmenta que sobravam nelas, olhava pro meu marido, com a cara toda colada de sêmen, com a minha maquiagem toda borrada, suada, arrombada, sem dignidade. Ajeitei-me, fiquei bem empinadinha, continuei chupando aquelas picas moles, com cara de puta, até que uma ficou dura na minha boca outra vez, segui no embalo, anestesiada pelo tesão, o cara estava com fúria nos olhos, a pica dura na minha boca, ele me pegou pela coleira, e me mandou levantar:

- “Levanta cadela, que eu quero te comer em pé!”

Puxando-me pela coleira, me fez levantar, foi me adulando e me levando até a mesa onde estavam as carreiras, mandou eu me debruçar, com os cotovelos na mesa, deu-me um belo tapa na bunda, deu-me ordens, era pra eu manter o rabo empinado pra ele. Na posição que eu estava, eu tinha acesso às carreiras, peguei um canudo, o senti se ajeitando, enfiando sem dificuldades a pica no meu cuzinho, foi cravando, até as bolas baterem na minha buceta, e numa tacada só, firme e forte, me fez ficar na pontinha dos pés, realmente empinando a bunda pra ele. Em pé atrás de mim, me segurando pela cintura com uma mão, e a outra segurando a coleira, ele socava e cravava a rola no meu rabo, castigando o meu cuzinho, numa cadencia firme e direta, quando ele deu uma cravada, e parou no fundo, aproveitei pra usar o canudo que estava em minha mão, cheirei rapidamente uma carreira, lambi o canudo, olhando pra todos, que apreciavam o show, ele voltou a bombar, a curra seguia sem dó, sem pausas, com muitas palavras sujas, eu gemia e miava com as pernas bambas, pedindo pra ele gozar na minha cara. O filho da puta grudou atrás de mim, socou a pica bem no fundo do meu cu, me imobilizou, e falou:

- “Puta de merda, eu gozo na hora que eu quiser, entendeu sua cadela?”

Tão trincada do teco que tinha acabado de dar, vendo tantos paus e tanto pó a minha frente, tomando aquela rola no cu, o cenário era tão perfeito, que tive um orgasmo tão intenso, que minha buceta expeliu muita baba no chão. Empinei mais ainda o rabo pra facilitar as varadas que eu levava no rabo. Ele botava uma mão na minha cintura e com a outra segurava firme minha coleirinha, me currava com raiva, com despeito, enterrnado o caralho no meu cu, esmagando suas bolas na minha buceta, ele falava:

- “Cadela! Cadela! Toma no cu sua cadela, toma! Gosta de um macho comendo seu cu? Então toma cadela!”

Todos olhavam pra mim, eu gemia, gritava, me contorcia na pontinha dos pés, debruçada naquela mesa, com um cacete fodendo o meu rabo, levando tapas na bunda, junto com bombadas. Com a rola enterrada bem no fundo ele bufou e gozou dentro do meu cu. Fiz uma cara de vadia, enquanto ele saia de dentro de mim, continuei na mesma posição, dei mais um teco, rebolando pra eles, assim que larguei o canudo, me ajoelhei, em frente a ele, fiquei chupando o pau dele, apertando com a minha mão, pra tirar as últimas gotas de porra. Outra cara me puxou pelos cabelos, me fazendo cair de boca no pau meia bomba dele, chupei muito, ajoelhadinha, no chão duro, vi que meu marido estava de pau duro outra vez, batendo uma pra mim, enquanto eu chupava aquela pica, não resisti, falei de boca cheia:

- “Tá gostando amor? Tô bem cadela? Fala que gosta de ver esse pau enterrado na minha boca! Que gosta de me ver sendo esculachada por esses machos viris! Fala amor! Fala!”

Meu marido sem parar de se masturbar, olhando pra mim falou:

- “Eu gosto de te ver servindo rolas, olha, estou de pau duro, de novo, não preciso nem tocar em você, só de ficar te olhando, meu pau já fica duro, adoro bater punheta pra minha esposinha vagabunda.”

Vi que ele estava ensandecido e falei:

- “Eu gosto de porra amor, gosto de chupar picas, fica batendo punheta e me vendo babar nessa rola, fica.”

Com muita intensidade, o safado continuou, socando na minha garganta, até que tirou, ficou batendo punheta, olhando pra mim, mirando a rola pra minha cara, ele mandou:

- “Faz carinho no meu saco e esquece esse corno.”

E gozou me melecando. Meu marido continuava se masturbando, com a sua vocação de corno voyeur, veio em minha direção, gozou no meu rosto, outra vez, sujou mais a minha cara, ficou esfregando o pau no meu rostinho, me admirando. Levantei-me, sem tirar a coleira, ajeitei minha calcinha, sim, eles me foderam de tudo que é jeito, só botando minha calcinha pro lado, adoro, enfim, atochei meu shortinho no cu, botei meu top, peguei minha bolsa, olhando pro trafica, perguntei toda gozada:

- “Acho que eu mereço levar um pouco de pó comigo, não mereço?”

Ele riu, me deu três saquinhos, segurei a mão do meu marido, abri a porta, e senti a brisa da rua, falei enquanto andávamos pro carro:

- “Amor, você sabe, eu troco esse cheiro de brisa fresca, por qualquer cheiro de pau mijado, por qualquer cheiro de machos fedidos, suados, ainda estou sentindo o cheiro de sexo sujo que estava fazendo dentro daquela casa...”

Meu marido riu, abriu a porta do carro pra mim, entrei, dei os saquinhos pra ele guardar, falei rindo sacana:

- “Você bem que podia ficar dirigindo até achar uma blitz cheia de policiais, imagina o que eu teria que fazer pra eles não nos prenderem”

Tirei o pau dele pra fora, fiquei chupando aquela pica mole, adoro fazer isso. Quando chegamos à pousada, fui direto ao banheiro, olhei para o meu rosto, comecei a me masturbar minha imagem degradada me fez gozar tocando meu clitóris, me vendo tão usada. Não quis tomar banho, voltei pro quarto, meu marido não estava, ouvi um barulho no corredor, fui ver se ele estava lá, não estava, os vizinhos estavam. Por alguns segundos ficamos nos encarando. Eles me vendo naquela situação, toda gozada, ficaram rindo da minha cara, mas eu estava acabada e voltei pro quarto. Apaguei, imunda, só fui acordar no dia seguinte, com o meu marido enfiando o pau na minha boca, abri a boca, chupei deitadinha, fazendo charminho, até ele gozar na minha boca, depois levantei e falei:

- “Não resistiu me vendo toda gozada, ficou batendo punheta, né? Vou tomar um banho meu puto!”

Ele se jogou na cama, eu entrei no banheiro. Quando sai, me arrumei, o de sempre, calcinha enterrada no cu, shortinho atochado, marcando a calcinha, top e saltos. Meu marido me chamou pra comermos no restaurante da pousada, eu estava faminta. Chegamos ao restaurante, todos me olhavam. Fiquei conhecida na pousada como a piranha casada, sabe aquele clima de olha ali a piranha do casada, então, falei no ouvido do meu marido, passando a mão no pau dele, por cima da calça:

- “Amor, tô sentindo uma sensação, como se todos aqui soubessem a puta que eu sou, estão todos me olhando, como se eu fosse a vadia mais desgraçada do mundo, mas sou mesmo, até gosto desse clima, da pra notar que ninguém aqui me da valor, ou credibilidade, adoro!”

Meu marido riu e respondeu:

- “Também, né amor, o escândalo que você tem feito no quarto dos vizinhos, deve deixar esses caras aqui doidos pra largar suas mulheres, e irem correndo comer você, se é que já não comeram, pode reparar que as mulheres te olham com raiva, e eles evitam olhar pra cá.”

Continuei falando:

- “Será que consigo dar pra eles, eu adoraria sair dessa pousada, sabendo que todas as picas hospedadas aqui, deram no mínimo, uma gozada em mim, alias, não, todas as picas, até a dos serviçais, quero chupar todos, será que eu consigo amor?”

Enquanto eu falava, tirei o pau do meu marido pra fora, fiquei punhetando por debaixo da toalha de mesa, olhando todos em volta. Meu marido falou:

- “Amor, não duvido de nada, você é capaz de tudo, pela forma que você se comporta, chupando paus a todo o momento, acho que é possível.”

Fiquei alisando o saco do meu marido e falei:

- “Eu quero!”

Enquanto nosso pedido não vinha, fiquei alisando e punhetando meu marido, falei:

- “Portando-me desse jeito, eu não posso querer ser tratada como uma dama.”

Continuei dando beijinhos e punhetando de leve meu marido, por baixo da mesa, esse era o cardápio, servido a nossa mesa, eu segurando aquela piroca, fazendo movimentos vagarosos, subindo, descendo a mãozinha, deixando aquele caralho cada vez mais duro, mais cheio de tesão. O ambiente do restaurante era de fumaça, garrafas sobre as mesas, conversas e risadas doces dos outros casais, e claro, a minha mãozinha, habilidosa, fazendo o meu trabalho de personal bitch, pra agradar meu maridinho. Nisso, eu reparei um cara sentado com a sua mulher, na mesa ao lado, ele percebeu o que eu estava fazendo, pra ele ter certeza, puxei o pau do meu marido pra fora da toalha, dei uma sacudida rápida, mostrando pro cara, depois escondi a pica outra vez embaixo da toalha, fiquei passando a língua nos lábios, olhando pra ele, fui ao ouvido do meu marido e falei:

- “Tá vendo aquele cara ali, amor, aquele com a mulher ao lado, aposto que ele vai levantar agora, e dar um jeito de ficar sozinho em algum canto, por algum tempo, se ele levantar, eu vou atrás.”

Meu marido com o pau duro na minha mão, falou:

- “Para com isso amor, relaxa, vamos comer, nosso pedido deve estar chegando, você não consegue ficar uma hora sem chupar pica?”

Respondi alisando o saco dele:

- “Não consigo!”

Enquanto isso, o cara passou por mim, e seguiu andando, continuei falando:

- “Amor, vou ali beber leitinho, já volto, não se preocupa, vai ser rapidinho, com certeza ele não pode ficar mais de cinco minutos longe da mulher.”

Levantei e fui atrás dele. O achei no estacionamento, encostado, entre uns carros, quando ele me viu, falou:

- “Tô escutando você dando há dois dias, os caras do quarto ao lodo me falaram que você adora porra, que já chupou todos eles, não posso demorar, abaixa aqui então e da uma aliviada na minha pica”

Respondi:

- “É só mandar que eu obedeço!”

Com a mão na minha nuca, ele empurrou-me pra baixo, me forçando a cair de boca naquela rola, ali no estacionamento, aceitei a sua mão, me forçando pra baixo, me deparei com a sua pica batendo no meu nariz. Eu estava ali, abaixada, no meio do estacionamento, chupando a rola dele, escondida pelos carros, em menos de cinco minutos, ele gozou, na minha boca, botou o pau pra dentro da calça, foi embora, fiquei ali sentindo aquele gosto de porra na boca, esperei uns instantes, me levantei, voltei pra mesa. Sentei ao lado do meu marido, falei:

- “Amor, acabei de beber leitinho, não falei que voltava rapidinho, não demorei nem cinco minutos, fiz isso pra justificar a minha fama de vadia sem credibilidade, por isso que eu estava chupando uma rola, eu estava fazendo a minha função de vadia, no estacionamento, olha ali o dono da pica, todo sem graça, com a mulher dele.”

Meu marido fechou a cara e não falou nada, nossos pratos chegaram, jantamos com um climão na mesa. Quando acabei de jantar, falei pro meu marido:

- “Não te entendo, você vai ficar de merda de novo, você é bipolar, ainda pouquinho estava louco de tesão, agora tá fazendo essa linha de machinho ciumento, me poupe!”

Levantei, deixei-o na mesa sozinho, um cara que estava sentado sozinho, perguntou se eu queria me sentar, me sentei, na hora, olhei puta da vida pro meu marido, o cara já sabendo da minha fama, pegou minha mão e botou no seu pau, fiquei alisando ele, olhando pro meu marido e pra todos os outros que me cesuravam em volta, o cara muito autoritário falou:

- “Todo mundo já sabe que você é a putinha da pousada, então vá pra baixo da mesma e chupe meu pau enquanto eu janto e espero os meus amigos.”

Olhando nos olhos do meu marido, com cara de “quem mandou me julgar” fui me abaixando até ficar debaixo da toalha da mesa. Na posição que eu estava, ninguém conseguia me ver, quem me viu indo pra debaixo da mesa, viu, quem não viu, não via mais. O cara botou o pau pra fora, por debaixo da toalha, eu cai de boca, ajoelhadinha, embaixo da mesa, eu segurava e abocanhava aquela rola. Nesse momento, ouvi vozes, comecei a ver pernas embaixo da mesa, onde eu estava. Abaixadinha, eu escutava a conversa deles. Aquilo me deu muito tesão, saber que meu marido sabia que eu estava debaixo daquela mesa, e que o cara que eu chupava, me ignorava completamente conversando com seus amigos, cagando pra mim. Eu ouvia a risada deles, ao mesmo tempo, subia e descia a minha boquinha chupando aquele cacete gostoso, deslizava meus lábios na rola, fazia movimentos rápidos com a boca, quase batendo a cabeça na mesa. Eu estava adorando, o fetiche de ser a puta do safado, chupar a rola debaixo da mesa, saber que muitos sabiam que eu estava ali, principalmente, saber que o meu marido bipolar, devia estar batendo uma por debaixo da mesa, me imaginando, isso me fez gozar, segui mamando, num vai e vem frenético, intensifiquei minha chupada, eu sugava com vontade, com fome aquela rola, fazia uma punheta com meus lábios. Mas o que mais me dava tesão, era ouvir ele, conversando com os amigos, como seu eu não estivesse ali o chupando. Ser ignorada me dava um tesão louco. Abocanhei com mais vontade ainda, focando no meu trabalho, chupava e lambia a piroca, me lambuzando, me deliciando naquele cacete sem nenhuma retribuição. Esse era o meu fetiche, me sentir uma vadia sem valor, sem importância, completamente submissa, agradando, servindo ao meu dominador, que fingia eu não estar ali. Mas eu queria mais! Queria a pica dos outros caras sentados, os amigos dele que eu nem tinha visto o rosto. Levantei do jeito que eu estava, toda babada, batonzinho borrado, descabelada, com cara de quem estava chupando rola. Ajeitei-me, sentei ao seu lado, recebi instantaneamente o olhar dos outros, olhei em volta, vi meu marido com uma cara indecifrável, nem liguei, mas reparei a cara de rejeição, de nojo das outras pessoas. Uma metralhadora de olhares simultâneos, julgamentos, os homens, querendo me usar, as mulheres, querendo me matar, mas fato é, estavam todos me olhando, cada um com seus pensamentos, e eu, mais pervertida do que nunca, pensava: “Eu sou mesmo uma putinha boqueteira!” Já nem disfarçava, todos naquele restaurante faziam parte da putaria, mesmo que apenas como observadores, eu não tinha pudores. Essas minhas atitudes, constroem a minha fama de vadia que tanto perturba meu marido. São essas atitudes, que justificam o desrespeito que os machos tem por mim. Faço de proposito, preciso me sentir inferior, sinto tesão quando me rebaixam a coisa nenhuma. Os caras da mesa entraram no jogo, um deles perguntou:

- “Sua piranha, você estava chupando rola debaixo da mesa?”

Respondi:

- “Sim, sou a vadia que estava chupando o pau do seu amigo debaixo da mesa.”

Falei isso segurando a rola do cara que eu estava chupando segundos antes, mas claro, olhando pro cara que me fez a pergunta e falei:

- “Entendo perfeitamente a reação e a maneira com que vocês me olham, me tratam. Adoro! Adoro, não, Preciso! Preciso que todos saibam que eu sou apenas uma chupadora de rolas.”

O canalha então falou:

- “Já que você é só uma chupadora de rolas e estava mamando uma debaixo da mesa, cala a boca e volta pra lá, você tá aqui só pra chupar pau mesmo”

É esse clima de inferioridade que me excita, que me seduz. Esse é o meu fetiche! Preciso me sentir uma vadia submissa, com moral zero. Preciso dos olhares de reprovação, do deboche, preciso obedecer tudo que qualquer macho mandar. Voltei pra debaixo da mesa, estava eu ali, de novo, agora, chupando eles, alternadamente, e eles bebendo e conversando, como se eu não estivesse ali, foi quando eu ouvi uma voz estranha, falando muito educadamente:

- “Senhora, saia debaixo da mesa, por favor.”

Ignorei completamente e continuei chupando aquelas rolas, mas as pernas foram se levantando, e de repente, me vi embaixo de uma mesa vazia. Levantei. Vi o dono da pousada, meu marido e dois policiais. Não entendi de primeira, mas o dono da pousada falou:

- “Senhora, já falei com o seu marido, peço que se retirem da minha pousada, prezamos pelo ambiente familiar, não concordamos com a conduta de vocês, não vou nem cobrar as diárias, só peço que arrumem suas coisas e saiam o quanto antes da minha pousada.”

Não acreditei no que estava acontecendo, fiquei revoltada, falando um monte, meu marido me pegou pelo braço, e falou:

- “Amor, passamos do limite, vamos arrumar nossas coisas, vamos embora.”

Continuei falando:

- “E esses PMs? Estão aqui porque?”

O dono da pousada, ainda muito educado e pausadamente, falou:

- “Eles vão acompanhar vocês até o quarto, depois levá-los a delegacia, muitos hospedes denunciaram vocês por atentado ao pudor, e estão dizendo que vocês estão fazendo uso de drogas nas dependências da pousada.”

Um dos policias emendou:

- “Vamos até o quarto, onde vocês estão hospedados, lá vamos fazer uma revista, pra procurar drogas, mas se não encontrarmos, ainda sim, vocês precisam prestar esclarecimentos na delegacia.”

Fomos acompanhados até o nosso quarto, rapidamente eles encontram dois saquinhos de cocaína na mesinha, um deles falou:

- “É, acho que vocês exageram, arrumem suas coisas e nos acompanhem até a delegacia.”

Meu marido tentava argumentar, mas, os policias não queriam conversa. Quando descemos, um policial dirigiu nosso carro alugado, nós fomos na viatura com o outro. Dentro da viatura as coisas mudaram muito, e o PM falou pro meu marido:

- “A fama de vocês esta correndo a cidade, não queremos aborrecimento, pode ser por bem, ou por mal, mas vamos foder muito essa puta agora.”

Pronto! Tudo resolvido, isso era tudo que eu queria ouvir, eu ia chupar os fardados. Ele entrou com um carro numa estrada deserta, seguido de perto, pelo nosso carro, parou, e me mandou descer. O outro PM, saiu do nosso carro, pegou-me pelas orelhas, socou seu pau até me engasgar. Sem ar, com aquele pau entalado na minha garganta, comecei a gozar e falar:

- “Me levem pro batalhão, quero chupar muitas rolas, vocês não tinham o direito de me tirar debaixo daquela mesa, agora quero outras picas.”

O PM deu um tapa na minha cara e encheu a minha garganta de porra. O outro PM foi mijar e eu gritei:

- “Mija na minha cara.”

Ele não acreditou, enfiou o pau na minha boca, me fazendo engolir o mijo dele, ele enfiava o pau na minha boca, me mijava toda, rosto, língua, boca, cabelos, ai, me segurou pelas orelhas, meteu um pouco na minha boca, e gozou rápido. Eu estava doida pra dar um teco, mas na duvida, pedia ou não, mas pedi:

- “Vocês bem que podiam devolver meu pó, quero servir vocês trincadinha, quando eu cheiro chupo até pau mole, né amor?”

O PM me mandou ajoelhar, me deu um tapa na cara, caiu na risada e começou a dar um tapa atrás do outro. Bateu tanto que me deixou tontinha, depois mijou na minha cara e na minha boca, e falou:

- “Tá pedindo pó pra policial sua puta, essa putinha quer cheirar cocaína, e ai, a gente deixa, ou não deixa?”

O outro PM falou:

- “Deixa essa puta cheirar, é bom que vamos ter mais coisa pra usar contra ela depois.”

Eu enfiei aquele pau mijando na boca, e escorrendo mijo pelos cantos da minha boca, falei:

- “Isso, me deem pó, quero ser a putinha viciada que vocês estão prendendo, me castiguem!”

Um dos PMs bateu uma carreira no capô da viatura, eu fui lá cheirar. Enquanto eu cheirava, ele passou um radio chamando outros PMs. Enquanto os PMs não chegavam, fiquei ajoelhada, chupando suas picas moles, alisando seu sacos, batendo com elas na minha cara. Até que mais duas viaturas chegaram, com mais quatro PMs. É incrível como policiais são folgados, já chegaram me xingando, agora eram seis PMs ao invés de dois. Eles botaram seus paus pra fora, me fizeram chupar cada um deles, eles batiam em mim, fui muito torturada pelos seis. Eles riram e me deixavam a mercê deles, sempre socando seus paus na minha boca, gargalhando, eles mandaram eu lamber as botas deles, eu não parava de gozar, comecei a lamber suas botas, uma por uma, olhei pro meu marido, ele estava chorando, não dei a mínima, vai ser bipolar assim longe de mim, nisso um dos PMs, amarrou uma corda no meu pescoço, e ficou me arrastando pela estradinha de terra, eu, bem cadelinha, entrei no jogo, fiquei passeando de quatro pra agradar eles. Dois começaram a brigar, pra ver quem ficava mais tempo na minha boquinha sedenta, os acalmei, chupando os dois ao mesmo tempo. Depois voltei a alternar em todos, ficava a mercê daquelas pirocas, tinha um que nem fazia questão de ser chupado, apenas mijava na minha cara e enfiava o pau na minha boca, de vez em quando, ele era o que mais me batia, o que mais me mandava engatinhar. É claro que era o que mais me dava tesão. Um PM se encaixou por trás de mim, dizendo que eu era uma bandida safada, e que iria me dar uma lição. Comecei a rebolar no pau dele, dizendo:

- “Eu sou uma putinha viciada, seis cacetes são pouco pra mim, mereço apanhar!”

Falando isso comecei a alisar o cassetete dele, que estava pendurado na sua cintura. Outro veio e me deu uma tapa na cara. Enquanto isso minhas mãos seguravam desesperadamente seus paus! Colocaram-me de quatro, enchendo minha bunda e minha cara de tapas! Eu via aqueles paus duros a minha disposição, queria colocar todos na boca ao mesmo tempo. Quando me aproximei de um, ele bateu o pau na minha cara, mas não me permitiu chupar, me mandando ao próximo. Eu não me aguentava, implorava por seus paus, adoro chupar! Eu chupava desesperadamente, ora um, ora outro, chegava a por dois na boca, enquanto punhetava os demais! Começaram a me chamar de vadia, de puta casada, eu gemia e falava entre mamadas:

- “Gosto de pau, faço qualquer coisa por porra!”

Olhei pro meu marido com aqueles paus na boca, ele parecia não acreditar no quanto eu estava gostando! Enfim, um deles começou a bombar meu cu, eu jogava minha bunda pra trás, até sentir seu saco batendo na minha buceta, minha boca era invadida pelos outros paus. De repente, eu já montava outro pau, agora de costas, recebia novamente os outros paus em minha boca! Implorava por mais paus, foi quando levantaram minhas pernas e forçaram uma DP anal. Senti meu cu arrombado, foram se revezando de dois em dois no meu cu, eu já tinha gozado varias vezes, me puseram de joelhos e encheram minha boca e minha cara de porra! Engoli o que pude e ainda limpei um por um! Eles botaram os paus pra dentro e foram embora falando:

- “Saiam da cidade agora e não voltem aqui, da próxima vez vamos prender vocês.”

Eu estava realizada! Fui até o meu marido, mas ele bravo, me rejeitou, eu disse:

- “Para com isso amor, você devia me agradecer, não fosse eu você perderia sua OAB.”

Ele respondeu com cara de bunda:

- “Foi você que exagerou, precisava chupar paus no restaurante da pousada? Era obvio que ia dar merda!”

Respondi toda gozada:

- “Claro que precisava. Não me arrependo, não, ainda bem que saímos daquele antro de puritanos, onde já se viu, o dono, nem quis me comer, melhor assim, acabei de ser esculachadinha por seis policiais maus, adoro!”

Entramos no carro e partimos no maior climão pra cidade mais próxima, pernoitamos e no dia seguinte pegamos o avião pro Rio.

Já em casa, meu marido continuava me julgando, falando que eu tinha passado dos limites nessa viagem, e coisa e tal, como ele estava muito chato, falei:

- “Amor, se você acha que eu vou ficar em casa, sem chupar pica, não vou mesmo, me comportei na pousada ontem, nos aeroportos, hoje, no avião, então, ou você para de merda e vem comigo, ou vai ficar aqui sozinho, batendo punheta, escondido, pensando em mim chupando varias rolas, por que é isso que vai acontecer. Vai sair comigo ou não?”

Ele fez que não com a cabeça e falou:

- “Se você sair, quando voltar eu teria ido embora.”

Fiz de ombros e falei:

- “Faz o que você quiser, mas aposto, daqui a pouco você vai bater uma, meu celular vai tocar escrito amor.”

Falei isso enquanto atochava mais o meu shortinho no cu e me olhava no espelho, ainda disse:

- “Ultima chance hein.”

Como ele ficou imóvel, bati a porta e sai. Pequei meu carro e fiquei dirigindo a esmo, pensando naqueles policias me usando, em toda a nossa viagem, de fato eu estava me superando, fiquei dirigindo, quando vi estava no Bar Urca, em frente ao quartel. Liguei pro meu motoboy trazer pó, chupei o pau dele rapidinho na rua mesmo, bebi seu leitinho, o paguei, e fui ao banheiro dar um teco, voltei e fui andando até a porta do quartel. Não resisti à tentação e entrei. O soldado da porta veio atrás de mim, e Perguntou:

- “Aonde você vai?”

Respondi perguntando:

- “Posso falar a verdade?”

Ele fez sinal de afirmativo, secando meu shortinho atochado, eu continuei falando:

- “Na verdade tô querendo beber porra, mas muita porra, de muitas picas diferentes.”

Ele ficou sem ação, por uns segundos, perguntou se era isso mesmo, e com a minha afirmação, pediu pra eu esperar, que ele ia dar um telefonema. Uns minutos depois, apareceu outro soldado, o da portaria falou pra ele:

- “É essa aqui, é ela que vai tirar nosso atraso.”

O cara não acreditou e me chamou ao apartamento dele, disse que morava naquele prédio do quartel e fomos pra lá, no caminho, outro soldado se juntou a nós, e ficou conversando com ele. Ficou um silencio meio perturbador, mas, quando entrei no apartamento, não tive duvida, me ajoelhei, botei o pau dele pra fora, e abocanhei, meti ele todo na boca e comecei a chupar como uma putinha no cio, ao mesmo tempo passava minhas mãos no seu saco, ele falou para outro:

- "Caralho, ela chupa bem pra cacete, acertamos em cheio"

O outro falou:

- "Não veja a hora de experimentar."

E foi enfiando a mão por debaixo do meu top e apertando meus peitos, eu chupava o outro. Nisso ouvi um barulho da porta abrindo, dei uma olhadinha pra porta, e vi vários soldados entrando, voltei a chupar o pau com mais tesão ainda. O cara que apertava meus peitos falou:

- “Chegou a hora de você ser a nossa putinha e tirar o nosso atraso.”

Nisso ele tirou o pau pra fora e me mandou chupar os dois ao mesmo tempo. Ora chupava o pau de um, e o outro ficava batendo com o pau na minha cara, depois o outro enfiava. Os soldados que entraram no apartamento ficavam me chamando de vadia, enquanto os dois passavam o pau lambuzado de saliva pelo meu rosto, chupei com muito gosto aqueles dois caralhos, enfiando os dois paus, ao mesmo tempo, na minha boca. Uma dupla penetração oral que me deixou louca de tesão, senti que eles estavam loucos pra gozar, quando de repente, com os dois paus na boca, um deles começou a bombar mais forte na minha boca e falou:

- “Vai sua puta vadia, bebe a minha porra!”

Ele socou mais forte e o outro ficou segurando a minha cabeça, senti as contrações daquele pau, comecei a sentir a minha boca enchendo da porra, o outro começou a bombar também, sem falar nada gozou dentro da minha boca, que delicia, dois paus me enchendo de leite. Era tanta porra quente que acabou escorrendo pelas laterais da minha boca, lambuzando os meus peitos e o meu queixo. Foi incrível, aquele gosto maravilhoso me deixou com muito mais tesão, assim que eles tiraram seus paus da minha boca, acabei de engolir tudo e falei:

- “Eu quero mais!”

Os que tinham entrado no apartamento, estavam com o pau na mão, me chamando de vagabunda, de puta, dizendo que iriam me arrombar, fizeram uma roda a minha volta, e me mandaram chupar, um disse:

- “Vai putinha, rebola que eu quero gozar na sua boca olhando pra sua bunda!”

Eu fiquei de quatro, no meio da sala, e ele gozou, depois fui embocetada e enrabada por todos. Enquanto eles se revezavam comendo o meu rabo e a minha buça, eu chupava os outros, eles ficavam xingando, batendo com seus paus na minha cara e na minha língua, outros soldados entraram no apartamento dizendo “Eu também quero” E me deram seus paus pra eu chupar. O tesão era tanto que eu cavalgava gostoso como só uma vagabunda sabe fazer, logo em seguida, senti uma outra pica no meu cu. Os caras me seguravam e um falou:

- “Essa putinha vai ter que aguentar dois no rabo!”

Outro falou:

- “Cala a boca dela com um pau, agora ela vai ver o que é ser comida!”

Eles me seguravam e enfiavam seus paus na minha boca. Um deles falou:

- ”Ta vendo, nossa putinha já tá tão acostumada com os paus na sua buça e no seu rabo, que está chupando todos os outros paus com gosto!”

Eram cinco paus me penetrando, ao mesmo tempo, dois na boca, dois no cu e um na buceta, fora os outros ao meu redor, que ficavam batendo com seus paus na minha cara, me mandando tocar punheta pra eles, me xingando de tudo que é nome. Depois disso todos quiseram fazer DP no meu rabo, e assim aconteceu, todos fizeram DP no meu rabo não resisti e falei pra eles:

- “Agora quero beber o leite de todos vocês!”

Todos ficaram com muito tesão, um falou:

- “Galera, ela é uma puta mesmo!”

Outro violentamente ordenou:

- “Você vai beber a porra de todos nós, se não, você vai cair na porrada!”

Respondi mansinha, alisando o saco dele:

- “Isso é o que eu mais gosto na vida, beber porra de vários machos, sou viciada em aliviar rolas”

Me ajoelhei no meio da sala, abri a boca, escacarei a língua pra fora, fazendo grunhidos, todos os soldados ficaram em pé ao meu redor, eles batiam punheta freneticamente. De repente veio o primeiro e falou:

- “Não engole vadia, espera todos gozarem na sua boca, só depois engole!”

Nem deu tempo de responder, senti o primeiro jato de leite quente direto na minha boca, outros dois não seguraram o tesão e despejaram seus leites na minha boca, meu tesão foi a mil, outro veio com seu pau na direção da minha boca e enfiou tudo de uma vez fazendo escorrer a porra dos outros, ele começou a bombar, de repente, senti ele me dando mais leitinho quente, ele tirou seu pau melado, com sua porra e com a porra dos outros, e começou a lambuzar a minha cara, outro veio falando:

- ”Sai daí que não vou segurar mais.”

Outros três vieram juntos e despejaram suas porras na minha cara, cabelo, e claro, direto na minha boca. Minha boca estava tão cheia de leitinho que começou a transbordar, mas ainda faltavam picas se masturbando ao meu redor, um deles falou olhando pra mim:

- “Não engole ainda sua puta.”

Obedeci, fiquei brincando com a porra deles na minha boca, passava meus dedos no rosto, me lambuzado de leite quente, pegando a porra que estava escorrendo, e botando de novo pra dentro da boca, outros não aguentaram de tesão e gozaram dentro da minha boca, e finalmente me mandaram engolir. Dei três goles, pra descer tudo, passando a mão no meu clitóris, gozei mais uma vez, fiquei olhando pra eles, lambendo os dedos. Tomei um tapão e um cara perguntou enquanto batia com o pau na minha cara:

- “Gostou sua putinha?”

E eu respondi

- “É disso que eu gosto, nasci pra ordenhar picas, só sirvo pra fazer coleta da porra.”

Um deles mandou eu me vestir e ir embora. Pedi pra me ajeitar no banheiro, dei um teco enorme, sai e fui embora, entrei no meu carro e liguei pro meu marido:

- “Amor, você não vai acreditar, acabei de sair do Forte da Urca, eu estava num apartamento com mais de vinte soldados, adorei, bebi muita, mas muita porra mesmo, amor eles gozaram muito na minha cara, fiquei chupando e engolindo porras um tempão, foi uma delícia, amor, mas você acredita que eu ainda não estou satisfeita, por isso tô indo pra casa chupar seu pau, que eu amo, tô tricadinha, tô chegando.”

Meu marido respondeu:

- “Nem vem, estou muito puto com você, você não me respeita, não faz nada que eu peço, eu te aceito, mas você podia fazer o que eu peço de vez em quando, quase fomos presos em Jericoacoara por causa das suas taras, preciso de um tempo.”

Eu ainda tentei argumentar:

- “Amor, eu te amo, você é o homem da minha vida, queria muito que você tivesse me visto, para de se enganar, você é um corno e eu sou uma vagabunda.”

Ele falou puto:

- “Eu sou corno porra nenhuma, posso ser casado com uma puta, mas não sou corno não.”

E desligou o telefone. Liguei de novo e falei:

-“Nunca mais desligue o telefone na minha cara.”

Meu marido respondeu:

- “Você perdeu o senso, a razão, não quero mais ficar casado com você, vou embora.”

Continue tentando, dessa vez com mais calma:

- “Amor, por favor, não se zangue, porque desligou o telefone, é claro que eu respeitado você, eu te amo, fica comigo, Por favor, deixe-me ao menos chupar o seu pau, nem que seja pela ultima vez, eu não vivo sem o seu pau.”

Mas ele estava convicto e continuou dizendo que eu tinha passado dos limites e desligou. Minha paciência tem limite, liguei pela ultima vez, pra botar os pingos nos Is, e falei:

- “Olha só, tô ligando só pra dizer que estou indo pra casa, e vou levar vários machos, não se preocupe, pode ir embora se quiser, mas sua mulher, euzinha, vou ser muito mal tratada, por varias picas diferentes, vou falar pra eles que você é corno, quando eu chegar, se você estiver aí, você vai ver sua mulherzinha sendo enrabada e chupando muitos cacetes, estou com muito tesão, vou ficar de quatro pra todos eles, quero eles mijando em mim e gozando por cima, estou indo pra casa, vou desligar, tenho que arrumar muitas rolas, mas saiba de uma coisa, se eu chegar a casa e você não estiver aí, não adianta me ligar depois, chorando, querendo voltar, pense bem!”

Desliguei o telefone na cara dele e fui pro Aterro do Flamengo, parei num campo de futebol, fiquei empinando a bunda e chamei um cara, ele veio, eu falei que queria que ele chamasse todos os seus amigos do futebol pra irem pra minha casa gozar muito, ele achou que era mentira, me abaixei ali mesmo, botei o pau dele pra fora e comecei a mamar, na mesma hora o futebol parou, vários machos vieram pra cima de mim, parei de chupar o cara e falei:

- ”Cabem quatro machos no meu carro, mas todos os outros podem ir me seguindo lá pra casa, vou chupar todos vocês e quero beber muita porra, mas tem que ser na minha casa, em frente ao meu marido corno.”

Claro que eles aceitaram e partimos. Chegamos ao meu prédio, entramos todos, eu e mais doze homens, subimos, quando cheguei meu marido estava na sala, ele não acreditou, falei:

- “Oi corninho, esses são os machos que vão gozar na minha cara.”

Meu marido ficou parado atônito, eu estiquei uma carreira, dei um teco imenso e ouvi um cara falar:

- “Aí galera, eu vou esculachar essa puta pra esse corno ver, depois eu libero ela pra vocês, ninguém se mete a besta hein, se não vou dar tiro.”

Ele tirou uma arma de trás da calça, e botou na mesa. Foi quando eu percebi que o cara era bandido, minha buça pingou e eu disse:

- “Meu macho, pode me esculachar, muito, chama meu marido de corno, ele adora.”

O cara olhou pro meu marido e falou:

- “Aí corno, tenho certeza que você curte ver a sua esposinha com outros.”

O cara alisou minha bunda, tocou meu cuzinho, minha buceta, olhou pro meu marido e disse alisando minha xota por cima do short:

- “Corno, que mulher gostosa.”

Meu marido estava assistindo tudo no sofá, ao lado, o cara me virou de frente pro meu marido e começou a passar um dedo na minha buceta dizendo:

- “Corno, sua mulher tá molhadinha, ela me contou que você libera ela pros marmanjos foderem.”

Enquanto eu era testada pelo bandido, os outros caras esperavam a sua vez, meu marido seguia mudo e sem se tocar, o cara continuou fazendo o testdrive comigo, abaixou a bermuda, tirou a cueca e disse:

- “Vadia, eu me amarro numa mulher que curte mamar uma rola até beber porra, fico maluco com vadia babando na minha pica, querendo a minha porra, principalmente na frente do corno, vem cá delicia, quero você mamando, sugando e beijando meu pau.”

Ele sentou no sofá, ao lado do meu marido, eu me ajoelhei e engoli aquele caralho duro, dei um tratamento especial na cabeçona, desci pelo corpo do pinto, lambi as bolas, nessa hora ele falou:

- “Ai corno, que delicia, olha como meu pau desliza na boquinha da sua mulher, ela nasceu para mamar rola.”

Eu fiquei louca, olhei pro meu marido e falei:

- “Corno, olha só que delicia, fica olhando, tô adorando esse macho segurando minha cabeça e forçando a minha boca na pica dele.”

O cara entrava no meu jogo e ficava zoando o meu marido, dizendo:

- “Chupa cadela, chupa gostoso, mostra para seu maridinho corno que você nasceu para mamar rola, mostra para ele que você é vagabunda safada, mostra que sabe engolir tudo, vai puta gostosa, chupa!”

Eu engolia a rola inteira, voltava a descer com a língua pelo corpo do pinto e lambia as bolas, fazendo questão de olhar pro meu marido e dizer:

- “Corno, eu to babando gostoso na rola dele”

O cara não parava de falar com meu marido:

- “Corno, sua esposa é uma puta, delicia cara, ela é demais, mulher para ser fodida todo dia por muitas rolas, que cadela gostosa, vou gozar na boquinha dela pra você assistir, que mulher gostosa!”

Ele gemia alto. Deus sabe o que faz! Não podia ter achado um cara mais filha da puta pra mostrar pro meu marido quem manda nessa porra. Eu escancarei minha língua, o cara levantou do sofá, me mandou ajoelhar e disse:

- “Corno, vou gozar na boquinha dela. Chupa vadia, mama gostoso!”

Joguei-me aos seus pés, sua rola entrava e saia de minha boca, ele mexia o quadril, apertava minha cabeça ao encontro do mastro, eu sentia sua pica pulsando e inchando, ele continuava a mexer em minha boca. De repente, meu marido soltou um gemido alto, olhei pra ele, sua calça estava toda melada, ele havia gozado sem se tocar, só de me ver, só de ouvir as palavras que lhe eram direcionadas. Não acreditei! Enquanto isso meu macho socava na minha boquinha exposta, eu abria, o deixava o mais confortável possível, deixava a pica deslizar entre meus lábios, sentia seu saco bater em meu queixinho, ele segurava minha cabeça e enfiava com gosto, falando pro meu marido:

- ”Cacete, ela sabe dar prazer a um homem, olha como recebe minha rola na boca, que delicia, toma querida, toma pinto nessa boquinha gulosa, toma, vou dar leitinho pra cadelinha, mama cadela safada, toma pinto égua, puta sem vergonha, como é gostoso meter na boca de uma piranha, toma pinto delicia, toma puta gostosa!”

Suas estocadas atingiam o fundo de minha garganta, que já abocanhava com facilidade o entra e sai do cacete inchado, de repente ele segurou minha cabeça me deixando reta, senti o primeiro jato de porra dentro da boca, ele gritava:

- “Toma porra cadela, toma leite puta, toma delicia mama tudo gostosa!”

Ele metia forte. Eu não podia engolir a porra, não conseguia respirar direito, a rola tampava minha boca, quando sobrava um espaço na minha boca, eu tentava respirar, então para delírio de todos, comecei a babar a porra pelo canto da boca, ele continuava gozando, não parava de me chamar de vagabunda e dizia:

- “Toma delicia, isso que mulher de corno merece, porra, pinto na boquinha!”

E jorrava seus jatos de porra, inundando minha boquinha, o que vazava eu pegava com língua e ia jogando pra dentro pelo canto da boca. Meu marido a tudo assistia e o cara dizia:

- “Corno que delicia, sua mulher mama divinamente, quero gozar demais nessa boquinha linda, ela baba gostoso.”

Não aguentando mais tirei o pinto da boca pra puxar o fôlego, respirar, ele apertou a cabeça da rola fazendo o caldo de escorrer pelo corpo do pau, apontou em minha direção, comecei a lamber do saco para cima, para colher toda a porra, eu fazia isso com cara de quero mais, enlouquecendo geral, mamei e lambi todo o pinto, deixando ele limpinho, ele voltou a sentar no encosto do sofá e disse:

- “Corno que delicia, sua mulher chupa divinamente bem.”

Eu estava louca, mas ele não ficou de pau mole, com a pica dura ainda dura, ele botou uma camisinha e disse:

- “Eu sei que vadia igual você dá sem camisninha, mas quero fazer um joguinho com você, sua puta.”

Ele me botou de costas e começou a meter no meu cu dizendo:

- “Que delicia, essa vadia merece rola a noite inteira, homenageiem ela, essa puta merece que toquem muita punheta pra ela!”

Eu estava quase desfalecida de tanto que gozar, seus dedos apertavam meus seios e meu quadril se mexia ao encontro da vara, ele saltou de cima de mim e tirou a camisinha cheia de porra, ajoelhei e abri a boca, ele enfiou a camisinha por entre os meus lábios, ficou apertando ela, fazendo escorrer a porra pra dentro da minha boca, mandou eu não engolir, ficou enchendo minha boquinha de porra quentinha, com gosto de borracha, então, finalmente mandou que fechasse a boca e engolisse o seu prazer, fiz com desejo, olhando pro meu marido, o bandido me deu um tapa na cara e enfiou a camisinha usada dentro da minha boca, fiquei brincando com os restos de porra dentro da boca, fiz da camisinha usada o meu chicletinho de porra, ao mesmo tempo em que eu segurava o pau do cara, apertei a cabeça novamente, meti na boca e suguei o último caldo da vara, lambi das bolas para cima, colhendo seu mel, ele gemia alto e deu mais um jato de porra na minha boquinha, deixei a vara limpinha. Ele me deu um tapinha na bunda e disse:

- “Pega uma cerveja vadia.”

Fui pegar, quando eu voltei fui liberada por ele, pra geral me usar. Logo pintou uma pica, comecei a mamar, chupei aquele caralho delicioso na frente de todos, outro cara cheio de tesão chegou dizendo:

- “É minha vez.”

Enfiou o caralho em minha boca segurando minha cabeça e meteu como se fodesse uma buceta, murchei a boca para não engasgar e todos aplaudiram! Eu disse de boca cheia, olhando pro meu marido:

- “Amor, assume logo que você é um corno, você gozou sem nem se tocar, só de me ver aqui, você é corno, corno, corno...”

Fui interrompida por outra piroca sendo enfiada na minha boca, o cara metia e falava:

- “Socar assim é demais, toma putinha sem vergonha, engole gostoso!”

Outro veio meter em minha boquinha, ele fazia movimentos como se fodesse uma buceta também, enfiava na minha garganta. Enquanto isso, o banbidão pegou sua arma e falou:

- “Aí corno, aposto que se eu meter minha pistola na boca da sua mulher ela chupa.”

Não sei se por medo, ou por tesão, meu marido respondeu:

- “Chupa, minha mulher chupa qualquer coisa, arma, cassetete, essa vadia chupa até mendigo.”

Não aguentei esse dialogo, e falei:

- “Amor, eu gosto de você assim, mendigo, hum...”

Outro cara me deu um tapa na cara e mandou eu ficar ajoelhada na frente dele, ajoelhei e mamei bem molhadinho. Meu marido ficava assistindo toda a sacanagem, o filho da puta que eu chupava, puxava meus cabelos, segurando-os e mostrando o meu rosto para todos verem o quanto eu engolia, ele olhou pro Meu marido e disse:

- Corno sua esposa é demais, que língua!”

Eu estava com a rola dele até a metade na boca, e lambia a cabeça da vara em movimentos circulares! Ele continuava falando com meu marido:

- “Corno, que delicia, essa puta é fora de série.”

Eu capricha na chupetinha, acariciava a rola, foi então que outro meteu na minha boquinha, falando:

- “Mama puta sem vergonha, mostra pro corninho como é bom chupar na frente dele, mama vadia, cadelinha safada, quero ação nessa língua!”

Eu engolia tudo para deixá-lo maluco, ele cumprimentava meu marido falando:

- “Esposa nota mil, cara, mama demais, muito gostosa!”

Outro cara que estava em pé disse-me:

- “Vem cá putinha, quero você ajoelhada e mamando gostoso”

Ajoelhei-me e comecei a engolir aquele mastro que estava meia bomba, fui engolindo aos poucos, sem fazer muitos movimentos, quanto mais à vara entrava em minha boquinha, mais ele gemia, recuei para que ele pudesse movimentar o quadril, foi o que ele fez, depois tirou e a pica pra fora e gozou muitos jatos na minha cara, fiquei ali toda gozada, até que levei um tapa na cara de outro macho que falou:

- “Vadia, a parada aqui funciona assim, se você vê um pau pra fora, você chupa.”

E me deu outro tapa na cara, enfiando a rola na minha garganta, eu olhava em volta, tinham vários caras tocando punheta, não me contive, deixei o cara de lado e fu pra outro, cai de boca, comecei a chupar como louca, olho pro lado vejo o outro pau, coloquei o pau na boca junto com o pau do cara que eu já estava chupando, fiquei chupando os dois paus ao mesmo tempo, olho pra cima, pros olhos deles e volto a chupar os caralhos, separadamente, ora um ora outro, chupava cada vez mais forte, vários caras em volta de mim bateiam punheta, faziam uma roda e ficam se revezando na minha boca, eu sempre dava um jeito de olhar pro meu marido, era uma maravilha, um sonho! Enquanto isso, o bandidão ficava brincando com o revolver dele e falando pro meu marido:

- “A vida da puta da sua mulher é chupar vários paus e os fazer gozarem na cara dele!”

A galera foi ao delírio, um cara segurou o meu rosto e falou:

- “Agora sua vadia, começa a trabalhar na minha rola”

O chupei com muita vontade e depois fui me virando, dando chupadas em todos os paus que estavam lá, eu sentia um tesão alucinado, ia vendo as picas e as chupando, uma a uma, os caras estavam alucinados e ficavam puxando a minha cabeça, ora um, ora outro, às vezes eu ficava com dois paus na boca, claro, sempre punhetando outros, sempre tinham paus roçando na minha cara, na minha cabeça, no meu pescoço, eu ia virando e chupando todos. Os caras ficavam falando. “Sua vadia” “Putinha” “Devassa” “Sua promiscua” Essas palavras ia me fazendo ficar mais alucinada. Minha buceta pingava, mal podia me tocar, pois minhas mãos não ficavam desocupadas. Meu marido há essa hora já tinha parado de se enganar e socava na punheta, e vendo tudo isso falou.

- “Vem cá que eu vou gozar.”

Larguei tudo, me virei pro meu marido, abri bem a boca, de forma que os outros caras pudessem assistir a porra quente entrando na minha boca e lambuzando o meu rosto. Meu marido começou a gozar. Seus jatos foram tão fortes que uma parte caiu direto na minha testa e no meu cabelo. Os caras em volta devem ter gostado do que viram, pois, começaram a gozar na minha cara também. Os jatos dos caras foram caindo em varias partes do meu rosto. Depois que meu marido gozou, enquanto os outros me enchiam a cara e a boca de porra, eu resolvi falar:

- “Amor, eu te amo, você é o homem da minha, olha quantas picas gozando na minha cara, adoro, eu sou uma putinha suja, me perdoa, me aceita, eu nunca vou conseguir ficar um dia sem chupar paus.”

Eu estava ensandecida, mal me virei pro lado, e outro cara gozou, caiu tudo nos meus olhos, muita porra, fiquei com a visão embaçada, limpei rapidinho os olhos e fiquei de boca aberta falando:

- “Meus machos, quando forem gozar, mirem na minha boca.”

Quando eu vi, outro gozou, esse veio por cima de mim e gozou na minha testa, fazendo a porra dele escorrer por todo o meu rosto, nisso outro veio, e outro, não paravam de gozar na minha boca, veio mais outro, esse gozou meio de longe, meio atrás de mim, a porra jorrou nos meus cabelos, na minha orelha, logo outro apareceu, todos gozavam ao mesmo tempo, um deles, só de sacanagem, gozou no meu nariz e nos meus olhos, a porra pingava escorrendo pelo meu pescoço, dai veio outro, e outro, todos gozaram, uns na minha língua, outros na minha testa, tinha porra pra todo lado, meu banho de porra quentinha, caia porra pelas laterais do meu rosto, escorrendo pro meu pescoço. De repente o bandidão levantou, meteu seu revolver na minha boca e disse:

- “Chupa, vadia, chupa se não vou te dar tiro, sua vagabunda.”

Gozei ouvindo tanta crueldade, chupei a arma como se fosse uma pica, ele gozou na minha boca por fora, melando mais o meu rosto e sujando o revolver, ele encostou a pica no revolver, que estava dentro da minha boca, ficou espremendo ela, e disse:

- “Agora lambe a minha pistola gozada, deixa ela limpinha.”

E foi girando ela na minha boca, eu fiquei lambendo a pistola, passando a língua, a deixei limpinha olhando pra geral, ele tirou ela e enfiou seu pau na minha boca toda lambuzada, deu umas estocadas, bombando a minha boca e despejou mais alguns jatos de porra, me fazendo engolir, sem perder nada, mamei feito uma vadia, logo outros voltaram a me rodiar, fecharam um circulo e fiquei no meio, todos batendo punheta, um a um todos gozaram, olhei pro meu marido e ele parecia maravilhado, eu estava satisfeitíssima, tinha bebido muita porra quentinha, era muito bom ter vários machos pelados ali na sala à minha disposição, meu marido já sem se importar com mais nada, meteu na minha buceta, deu poucas estocadas, muito fortes, gozou igual um bicho, eu abracei meu amor, e disse que o amava. Os caras todos começaram a rir e foram embora, o bandidão antes de sair, olhou pra trás e falou:

- “Vocês se merecem, o corno e a puta.”

E foi embora, nossa casa estava um caos, eu me marido na sala, ele olhou pra mim e falou:

- “Eu te amo muito, você é a mulher da minha vida, adoro te ver fodendo, sinto muito tesão, não vou me enganar mais, só não gosto de ser chamado de corno.”

Eu ri e falei:

- “Você é meu homem, de corno você não tem nada, você é o meu macho”

Meu marido ficou todo bobo me ouvindo, se achando, eu olhei pra ele rindo e falei:

- “Beija sua puta toda gozada, me beija corinho.”

Na mesma hora ele levantou puto e falou:

- “Você é foda, vai tomar um banho que você está fedendo a picas.”

Fui tomar banho e voltei limpinha, nuinha, coisa que na verdade acho pouco sexy, enfim, cobri meu maridinho de beijos, agradecendo por ele ter me mostrado esse lado da vida, e dormimos de conchinha.

No dia seguinte, acordei e meu marido já tinha ido trabalhar, em cima da mesa, um buquê de flores e um cartão: “Amor da minha vida, me desculpe por ser tão ciumento, te amo mais que tudo, eternamente, seu marido.” Achei aquilo lindo, e depois de tantos dias de orgia, achei que merecia um dia de princesa, marquei um salão lá fui eu me cuidar. Depois de quatro horas no salão de beleza, voltei pra casa, coloquei um shortinho azul, curtinho, uma micro calcinha, saltos altíssimos e fui visitar meu marido no trabalho. Ele ficou de queixo caído quando me viu e veio louco pra me agarrar, eu disse:

- “Pode parar.”

Meu marido fez cara de bravo, eu nem liguei, ele disse:

- ”Poxa, eu não posso nem abraçar e beijar minha mulher?”

Respondi

- ”Claro que pode, tô brincando com você, depois do seu cartão, você pode tudo, meu corninho hoje acordou mansinho.”

Ele ficou puto, e me mandou embora, eu falei:

- “Tá bom, eu vou, ainda vou me acostumar com a sua bipolaridade, uma hora é o mais devasso marido do mundo, outra hora esse ciumento bobo.”

Ele continuou:

- Não gosto de ser chamado de corno, aceito tudo, é o mínimo que você pode fazer, não me chamar de corno.”

Fui saindo, falando, e fechando a porta:

- “Você reclama, mas goza horrores na hora do rock ouvindo essa palavra que eu não posso falar, né?”

Fui embora com ele com cara de puto. Parei num bar, na frente do trabalho dele, depois de umas cervejinhas, eu achei os caras que eu queria, muitos caras, era um grupo de quase vinte executivos sentados numa mesa em frente a minha, me direcionei a eles e fui direta como sempre sou, querendo escandalizar perguntei se eles queriam estragar uma puta, se queriam gozar muito em cima de mim, começou o alvoroço, um tal de mão aqui, mão ali, de repente, um olhou pra mim e falou:

- “Quer ir numa casa de swing com a gente? Tem uma ali na outra esquina.”

A principio não quis, e falei:

- “Sou gulosa, não quero dividir rolas com outras mulheres, prefiro não.”

O cara continuo falando:

- “Que nada, nessa casa tem uns ambientes que só entra quem a gente deixar, podemos te destruir lá dentro, e quem sabe outros não vão querer também.”

Fiz carinha de desagrada, e falei:

- “Tá bom, mas se entrar uma mulher na brincadeira, eu vou-me embora na hora, eu chupo duzentas picas, trezentas, mas não divido nada com outra mulher, quero tudo só pra mim.”

Os caras concordaram. Fomos pra tal casa de swing, atravessamos a rua e chegamos, liguei pro meu marido e falei:

- “Amor, tô entrando numa casa de swing, pertinho do seu trabalho, conhecei uns executivos, eles me convidaram, e você sabe, né? Quando terminar aí vem pra cá.”

Meu marido puto da vida, respondeu:

- “Não tem cartão, nem flores que nos façam ter uma noite romântica, você é muito puta mesmo.”

Respondi:

- “Muito obrigado pelas flores, mas eu gosto mesmo é de porra, de picas, de esculacho, para de bobeira e vem logo pra cá.”

Desliguei o telefone e ouvi de um dos executivos:

- “Quer dizer que a putinha é casada.”

Fiquei rindo e entramos. Fui diretamente arrastada pro nosso ambiente prive, ajoelhei, adoro, comecei a chupar aquelas rolas, fui endurecendo os cacetes, eles batiam no meu rosto, eu chupava, ora um, ora outro, eles iam revezando pra serem chupados, senti o primeiro cacete me penetrando, o cara gozou rápido, eu não ficava um segundo sem rolas na buceta, sem chupar, fiquei de quatro com uma fila de paus duros atrás, outra na frente, um cara chegou por trás, começou a lamber meu cu, deixando ele bem molhado, enquanto lambia, foi metendo o dedo no meu rabinho, encostou a cabeça da pica na portinha, atolou de uma vez. Comecei a ser fodida, com força, eu berrava, meus gritos eram abafados por rolas que entravam e saiam na minha boca, eles se revezavam na minha buceta, no meu cu, na minha boca. Depois de meia hora, olho pra porta e meu marido estava lá, batendo uma, eu falei entre umas chupadas:

- “Chegou meu, tá gostando? Já tá batendo punheta pra sua putinha devassa.”

Uma rola me calou a boca, outra começou a gozar na minha cara, não aguentei de tesão e gozei, depois de um tempo nessa luxuria, uma fila de machos se fez querendo gozar em mim. Bebi a porra de todos eles, alguns gozaram e foram embora, outros voltavam pra fila, aos poucos, todos exaustos se foram, ficamos eu e meu marido, eu arrombada, melada, ardida. Meu marido batendo punheta. Olhei pra ele, venenosa, perguntei:

- “Amorzinho, quantos caras você acha que me comeram, só essa semana?”

Meu marido não aguentou e gozou na minha cara, jatos e mais jatos de porra. Fomos embora dali, quando estávamos indo embora, andando pelas ruas do centro, passamos em frente a um cine pornô, na mesma hora e olhei pro meu marido e falei:

- “Amor, eu preciso entrar.”

Meu marido, mais uma vez, incrédulo, olhou pra mim e disse:

- “Na boa, você vai morrer de tanto foder, você só não fode dormindo.”

Ri e falei:

- “Amor para de graça e compra logo os bilhetes.”

Meio a contra gosto ele comprou e entramos, o lugar era escuro, com um cheiro forte de esperma que tomava conta do ar de um jeito que nunca imaginei ser possível, amei. Parei por um momento e falei pro meu marido:

- Esse cheiro de porra tá me deixando maluca.”

O local realmente era bem sujo. Paredes e poltronas vermelhas, velhas e cheias de manchas brancas. Um cara que estava me olhando na porta, me segurou e falou:

- "Caralho, nem acredito que você entrou. Tô louco pra foder você!"

Quando me dei conta os outros homens estavam em volta de mim, passando a mão pelo meu corpo, meus seios, todos com o pau na mão e pedindo pra eu chupar. Ajoelhei tome de pica, a essa altura eu já gemia muito. Eu ali sendo fodida por desconhecidos na frente do meu marido, logo depois de ter saído de uma casa de swing, delicia! Um cara meteu e foi aumentando o ritmo das estocadas, metendo cada vez mais rápido até que gozou. Mal ele saiu, o próximo foi me penetrando. Enquanto ele me fodia eu chupava os outros caras. Meu marido ficava olhando-me e se masturbando. Trepei com todos aqueles homens sujos, alguns repetiram, no final bebi a porra da maioria e fomos embora, eu e meu marido.

Enfim, essa é a estória do meu casamento. Eu e meu marido vivemos nessa linha tênue, entre a devassidão e o ciúme. Ele sempre querendo se separar e gozando horrores. É quase impossível eu não beber muitas porras diferentes todos os dias.

Sou ninfomaníaca!

Pros que acham que isso tudo é mentira... Eu digo:

“Não sejam tão inocentes, mulheres iguais a mim existem, vão ver filmes amadores de gangbang na internet, é o que mais tem! Não julguem a minha vida, a minha imoralidade é o que me faz viver”

Assinado: [email protected]

Comentários

11/06/2017 17:06:15
Delícia. Com cocaína melhor melhor ainda
11/06/2017 17:05:36
Maravilhoso. Amo fuder com vários. Se tiver um teco então...
11/07/2015 10:34:58
Tenho experiências parecida quando dou teco meto muito
23/04/2015 18:02:49
Maravilha
29/03/2015 08:49:55
Conto perfeito. Já li três vezes, e gozei muito em todas elas. parabéns
29/12/2014 04:33:09
Achei muito fantasioso pode ser q seja verdade.
18/12/2014 11:51:40
adorei deliciaaaaaaaaaaaaaaaaaa
17/12/2014 23:59:09
Que loucura demorei mais de 2 horas pea lê seu conto. que vc poderia ser em capitulos. Mas qnto tempo vc demorou em escrever este conto tao longo e ricos em detalhes. Parabens pela sua coragem muito louca vc. Leia meu conto e diga o que axou... bjaozaooo
17/12/2014 22:09:57
Seu conto é muito bom. Só acho que historias como a sua deveriam ser em capítulos para não cansar tanto. Parabéns!!!

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