Casa dos Contos Eróticos


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Novos Machos, muita pica

Um conto erótico de Neguinha Viado de macho
Categoria: Homossexual
Data: 07/10/2014 13:04:39
Nota 10.00

Era carnaval. Os meus dois machos irmãos entre si, estavam numa viagem de passeio. Em casa só eu e meu patrão, a esposa estava num SPA. Fiquei apenas eu para servi-lo e cuidar da casa.

Nunca havia visto tanta gente. Descia e ficava no playground. Ficava maravilhado com os homens num êxtase absurdo, sentindo-se livres para tudo. No segundo dia tive coragem de sair das grades de casa e ficar no passeio. Durante as passagens dos trio era como se tivessem 50 pessoas por metro quadrado, eu de shortinho ficava a mercê de machos a passarem a mão, e até tentarem meter dedos. No terceiro estava saindo e chega três amigos do Artur. O maior deles o Artur numa noite que este amigo veio dormir depois de uma festa. Ele liga pro meu quarto e manda que vá até ele. Chego e vejo os dois só de toalhas. Pergunto o que ele precisa. Simplesmente ele abre as pernas.

-Tira leite viado, hoje a noite foi sem xoxota.

Sem pestanejar me ajoelho a sua frente e trato de fazer feliz aquele maço de músculo duro. Seu amigo que riu quando foi dada a ordem agora elogiava o boquete.

-Daqui a pouco te passo a bixinha. Olha ai como engole a taca todinha!

-E que bunda redondinha essa neguinha tem Artur.

-Espere pra ver como esse rabo faz rola sumir. Kkkkkkk

Ele manda para a mamada, eu me distraio e continuo. Tomo um tapa e ouço os risos dos machos. O amigo grandão vem até mim e bate a rola na minha cara.

-Chupa essa pica puta. Chupa de joelho e olha pra minha cara. Adoro sacanear um viadinho mamador de pica.

Me dá vários tapas na cara e muitas vezes tira a pica dura e bte forte no meu rosto para logo em seguida empurrar sua rola na minha boca.

Artur assiste e discretamente me pergunta através de sinais se tudo ok. Devido aos tapas e o violência que seu amigo se servia de mim.

Respondo em alto e bom som.

-Não meu senhor, estou bem . O senhor mandou e vou servir seu amigo como ele quiser.

-Viadinho é uma puta de verdade! Empina esse rabo biba, vou dar uma arregaçada nessa cu.

Seu amigo se volta a frente e ele mesmo me arreganha as bandas da bunda para tomar no cu o cacete do Artur. Animado pelo amigo e por eu ter confessado gostar do jeito violento, ele mete em solavancos firmes que me faziam encostar o rosto na virilha da rola que me fodia a boca. Artur sai rápido da traseira e me faz engolir sua rola e me alimenta de seu leite grosso e quente. Neste mesmo momento seu amigo me soca de vez seu pau. Só para quando perto do gozo me manda abrir a boca e despeja nela seu leite. Eu mostro ao macho minha boca cheia e corro ao banheiro para cuspir. Ele reclama, e Artur diz que viado dele só bebe porra dele.

Este amigo e mais dois perguntam pelo Artur e se eu estava só em casa. Falo da viagem dos meninos e confirmo estar sozinho, digo que o patrão só volta bem mais tarde.

Eles descem do carro e vejo que estavam de sunga e copos de bebida nas mãos. Um deles carrega uma garrafa de uísque.

Sergio, o tal amigo. Pede água, gelo e que possam usar o banheiro. Deixo que entrem. Sergio era bastante intimo, a ponto de chamar os pais dos meninos de tios. Me vejo na sala com três machos de sunga, me olhando como mercadoria e trocando risinhos entre eles. Vou a cozinha e trago numa bandeja um balde de gelo e água.

Os três sentados com aquelas pernas musculosas abertas e as sungas com o desenho de seus cacetes. Fico nervoso, minha boca chega a encher d´agua. Quando vou servir de gelo o copo do Sergio que era o ultimo no sofá. Ele pega minha mão e diz.

-lembra dessa rola viadinho?

-Sim, senhor.

-Eu sabia que o Tuco não estava, ele me ligou mais cedo e pedi você emprestado. Aqui a mensagem dele pra você.

Peguei o aparelho e vi que realmente uma mensagem recebida de manha do numero do Artur, dizia que eu devia obedecer o amigo na visita.

-Agora mostra aqui na minha pica como sabe mamar um macho.

Ia começando quando ele me empurra com o pé, caio no tapete.

-Esqueceu que puta chupa pica de joelho?

Bastou conseguir ter inteiro na boca e vieram os outros dois me segurando a cabeça e fazendo esfregar nas sungas. Mandam que tire seus cacete4s pela lateral da sunga.

Por quase meia hora mamo as três cacetas. Por varias vezes tentaram por duas ao mesmo tempo. Quando consigo ganho a ordem de cavalgar na rola do mais baixinho deles, porem com a pica mais grossa. Os três se revezam a me fazer cavalgar e sempre outros dois me dando mamadeira .

Os dois amigos desconhecidos gozam na minha cara e o Sergio aproveita a ausência do Artur e me faz beber todo seu leite, uma quantidade absurda.

Foram a suíte do Artur e me mandaram lavar seus corpos e rolas. De novo mamei os três e por muitos minutos se revezaram brincando com suas bolas em minha boca.

Sergio de novo excitado mandou que eu apoiasse no vaso e empinasse o rabo. Meteu ater gozar e me deu a rola pra lamber.

Se despediram e o Sergio me lembrou que se eu contrasse que bebera sua porra ao Artur que me mataria de pancada.

Seus dois amigos já no portão e ele me aperta nos braços e diz no meu ouvido.

-Viadinho, quero você pra mim. Pena que já tem dono.

-Eu gosto do senhor.

-Quer ser minha putinha na encolha, sem os meninos saberem? Te dou leite todo dia kkkkkk

-Quero, mas se os meninos souberem vão brigar.

-É entre nós. Na madruga volto pra meter no seu cuzinho de novo.

-Sim senhor.

-Vem eu e meu irmão menor. Você vai tirar o cabaço de comer viado do meu irmão. Novinho e com a rola maior que a minha.

-Sim senhor. Vou esperar. Seu Sergio? Adoro ser seu viadinho.

-Vagabunda! Kkkkkk

Mais tarde ele ao chegar decide me levar para sua casa. Estava apenas ele e seu irmão. Um garoto de 17 anos, muito bonito, começando a tomar corpo de malhador. Assim que entro, o macho me ordena tirar a roupa e ficar de tanguinha. O seu irmão meio sem jeito, não tirava os olhos de minha bunda nem a mão de seu cacete.

-Joca! Tem essa não de ficar com vergonha de viado. Viadinho é para macho se divertir e esse ai sabe muito bem disso. Vou te mostrar. Chega junto bixa.

Perto, ele me bate na cara e da um tapa forte na bunda.

-Viu ai? Esse aqui Joca você dando pica, aceita tudo. A onda dessa puta é fazer alegria de macho. Não é viadinho rabudo?

-Isso mesmo Seu Sergio. Quer que faça o que pra você Seu Joca? Pode mandar, qualquer coisa.

-Chupa minha pica?

-Se o senhor mandar sim. Macho gostoso com a rola que adivinho dentro desse calção manda, não pede.

-Então viado, mama.

Sergio ouvindo seu irmão mandar.

-Assim que se faz Joca. Ensina a puta do jeito que você quer.

-Será que cabe na boca dele inteiro.

Eu pego as mãos do guri, ponho na minha cabeça, sem tirar completamente sua super deliciosa pica branca, reta, grossa e cabeçuda, realmente maior que do irmão. Do tamanho parecido ao do Artur.

-Se o senhor quer que engula é só me fazer engolir.

-Serjão que bixinha descarada e vagaba é essa? Kkkkkk mamada boa demais, vou viciar nesse viadinho boqueteiro. Pode usar sempre que quiser é só me falar. Se liga que o viado é do Tuco e do Deco, se souberam que estamos comendo a bixa os caras vão pirar.

-E a biba aceitou?

-Já viu uma rampeira dessa renegar rola? Agora soca essa jeba no cu da neguinha. Se você gostou da boca se prepara que esse cuzinho é mágico, aperta uma pica dela ficar presa no rabo.

-Será que não vai machucar ele?

Eu viro pra trás a cabeça. Já de quatro esperando aquela tora me fuder.

-Seu Joca mete como quiser. Sou seu viadinho seu Joca. Mete essa pica gostosa na sua putinha.

O guri novinho só deixou eu mamar o Sergio uma vez e seu cacete só quando ensinava ao irmão novas posições de meter. A noite me fodeu a boca. A cada aula do irmão o garoto insaciável e cheio de energia metia longamente.

Joca virou um exímio tratador de viado, adorava quando me chamava a ele e servia-me aquele file mignon. Diferente dos outros ele gostava quando era eu a pedir-lhe que me e deixasse mamar. Gostava disso mais que tudo. Sorria me ouvindo dizer.

-Seu Joca? Posso mamar? Posso lamber seu saco? Raro a vez que ele me deixando agradar-lhe eu já não pegasse sua pica dura. Pica que me viciei mais que muitas até ali. O garoto nunca gozou menos de duas ou três vezes. Nas tardes, período mais comum de estarmos sós em casa eu pedia e ele se estivesse estudando ou batendo papo na net, me deixava entre suas pernas mamando sua rola. Noutras exibia a amigos mais íntimos o viado lhe comendo a pica, e não raro eu acabava conhecendo dentro de mim este amigo que na amizade Joca emprestava sua boqueteira.

Um fetiche que o Joca ainda mantém é me pôr a lamber e chupar por muito tempo as vezes horas seu saco deva me ver sozinho com ele. Uma trouxa guardando bolas perfeitas, solto e balançante. Tinha sacão como Artur me fazendo delirar quando sinto ele bater forte na minha bunda ou no queixo.

Um ano depois, saio da casa dos meninos e arrumo emprego na fabrica de camisetas do Sergio. Ele foi o homem que levou minha submissão a um novo nível. Depois daquele carnaval era raro o dia que quando saiam os meninos ele não me chamasse para tirar leite daqueles 21 cm de rola pentelhuda. Às vezes seguia no seu carro de vidros escuros e fazia meu trabalho. Passei umas férias com ele em sua chácara. Menti aos patrões dizendo estar com parentes, e na verdade estava com o Sergio sozinho em seu sitio, servindo a ele e seu irmão menor quando aparecia.

Quando já dividia um quarto numa pensão e trabalhava com o Sergio. No primeiro mês ele me diz que eu alcançaria um outro patamar em ser sua puta. Não conseguia adivinhar. Sempre ele inventava novos modos de brincar com seu brinquedo humano. Diferente do jeito bruto na hora do sexo era muito carinhoso no normal. Porem vê-lo exercer sua bruta masculinidade comigo era minha preferência. Gostava de sofrer na rola daquele macho, grande, forte e peludo. Sua voz era um trovão. Viciado em sexo. Inúmeras eram as mulheres a seus pés. Poucas vezes o vi repeti uma mulher em seu pau poderoso. Sua tara em mim me orgulhava. Nunca repetia mulheres, mas todo dia me solicitava.

Para a surpresa, mandou que eu usasse uma tanguinha, e levasse uma minisaia que ele me dera; me mandou depilar e fazer pé e mão.

No carro quando finalmente eu iria saber o que o macho me reservava, vi uma coleira.

-É sua viado. Ponha no pescoço.

Pôs o carro num estacionamento. Entramos num cinema antigo. Só homens lá dentro em duas salas, uma pornô gay, outra pornô hetero. Em comum, a variedade de homens de todas as idades, cores e tipos. Muitos de pau pra fora, alguns sentados se masturbavam. Voltamos ao hall antes das salas e o Sergio manda que fique de minissaia, e amarre a minha camiseta como um top feminino. Prende meus cabelos num rabo de cavalo. E puxando a coleira me exibe para todos os machos nas duas salas. Voltamos a sala de baixo, muito mais cheia ao menos de homens safados. Atravessamos até debaixo da tela. Lá obedeço à ordem de mamar sua rola.

Excitado com a baixaria não dou a mínima a estar sendo tão observado quanto o filme na tela. Rápido vários homens se masturbavam, e com o consentimento do Sergio se aproximavam.

Ele me faz seguir seu caminhar até uma poltrona sem tirar seu pau da boca. Um homem troncudo e com uma pequena barriga, mostra seu cacete gordo, pede ao Sergio que eu o mame.

Sergio manda que eu sente no seu colo. Sorri vendo que sentei sem encher meu cu de sua rola. Ele pede ao visitante que me levante pelos braços e me solte na pica dura dele.

Os cinco ou seis machos ao redor adoram me ver cair de vez na tora do Sergio.

-Pode por o viado pra mamar cara. Ei você também se quiser, e você.

Pulando no cacete do macho e me virando em três a satisfazer e atender três dos maiores cacetes que os olhos do Sergio alcançaram ver.

Depois vieram outros. Só um ele deixou meter. Um policial magro que meteu e gozou em menos de cinco minutos. Em compensação depois dos três primeiros quando fomos ao banheiro limpar, ele me fez mamar uns cinco que ali estavam. Nem mais sabiam que cacete era de quem. Sabia que no cu, meu dono se divertia me fazendo de puta no cinemão.

Comentários

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07/10/2014 17:28:55
nossa vc e bem putinho msm em kkkkkk so n chega aos meus pes kkk




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